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PRONAC 220957Apresentou prestação de contasMecenato

Epopeia em terras roxas: o centenário da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná

Miguel Fernando Perez Silvia - ME
Solicitado
R$ 498,8 mil
Aprovado
R$ 498,8 mil
Captado
R$ 481,8 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (8)
CNPJ/CPFNomeDataValor
26314512000116SICOOB SEGURADORA DE VIDA E PREVIDENCIA SA1900-01-01R$ 121,2 mil
08929256000190Distribuidora de Bebidas Virginia Ltda1900-01-01R$ 107,6 mil
02213491000184COCAMAR MAQUINAS AGRICOLAS LTDA.1900-01-01R$ 60,0 mil
06228648000104FORTGREEN - COMERCIAL AGRICOLA LTDA1900-01-01R$ 50,0 mil
79114450000165Cocamar Coopertiva Agroindustrial1900-01-01R$ 50,0 mil
05108075000104FRAVI INDUSTRIA E COMERCIO DE EQUIPAMENTOS AGRICOLAS LTDA1900-01-01R$ 40,0 mil
50713048000115Distribuidora de Bebidas Virginia - Pg LTDA1900-01-01R$ 30,0 mil
49587821000165Distribuidora De Bebidas Virginia - Guarapuava Ltda1900-01-01R$ 23,0 mil

Eficiência de captação

96.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
PR
Município
Maringá
Início
2023-05-01
Término

Resumo

O documentário de média-metragem "Epopeia em terras roxas: o centenário da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná" irá registrar os desafios da colonização do Norte e Noroeste do Paraná, da criação das principais cidades ao projeto inovador de ocupação. Com 69 minutos, sendo finalizado em 4K, o produto resultante será exibido de forma gratuita para a população local.

Sinopse

O projeto “Epopeia em terras roxas: o centenário da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná” pretende abordar, por meio da linguagem do documentário, aspectos da prospecção, implantação e formação de um território composto por mais de 545 mil alqueires paulistas. Localizado entre o Norte e Noroeste do Paraná, sua colonizadora, a britânica Companhia de Terras Norte do Paraná plantou dezenas de cidades espalhadas ao longo desse território, tendo destaque aquelas que se tornaram os seus maiores polos econômicos: Londrina, Maringá, Cianorte e Umuarama. O eixo central deste projeto estará calcado no pioneirismo dos primeiros investidores da companhia, bem como suas articulações em âmbito internacional para arregimentar sócios e viabilizar aproximações políticas estratégicas com o objetivo de legitimar suas atividades, bem como viabilizar esta que pode ser considerada a maior operação imobiliária de capital estrangeiro em solo brasileiro. Neste aspecto, a empresa - que nasceu em setembro de 1925, e que, em 1944 foi nacionalizada e, no ano de 1951, tornou-se Companhia Melhoramentos Norte do Paraná -, é um dos maiores exemplos de sucesso no mundo dos negócios. Sendo uma das poucas que chegará ao seu centenário em 2025, é detentora de uma história de realizações, benfeitorias e apoio ao próximo, sobretudo, aos seus colaboradores e parceiros. Dada a sua relevância para a história local e regional, o documentário de média-metragem, estimado em 69 minutos, pretende contar a história dessa empresa, utilizando-se para essa finalidade amplo acervo imagético do Maringá Histórica – projeto independente que resgata a memória local e regional há 15 anos -, bem como farta documentação disponível em significativa bibliografia já produzida acerca do tema. Vale lembrar que a última produção audiovisual de caráter oficial a retratar a história da Companhia, entretanto com viés institucional, foi lançada em 1975, durante o ciclo de seu cinquentenário. Agora, o projeto “Epopeia em terras roxas: o centenário da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná” visa ampliar a interpretação dos fatos por meio de novas evidências, entrevistas com historiadores, pesquisadores, antigos moradores, ex-funcionários e membros da atual diretoria da colonizadora. Para essa empreitada, ampla equipe foi selecionada de modo a estabelecer intercâmbio e integrar profissionais do campo histórico e audiovisual de Maringá e Londrina. Estão presentes na ficha técnica principal, o pesquisador Miguel Fernando Perez Silva, que terá papel decisivo de pesquisa, roteiro e direção geral; Felipe Cosmos, que assumirá as funções de coordenador geral e edição; ambos são de Maringá. De Londrina participam, Caio Julio Cesaro, que ficará responsável pela produção executiva e decupagem, além de Guilherme Esteven Menezes Peraro, que atuará na direção de arte e fotografia. Perante ao aporte por meio da renúncia fiscal, o projeto circulará pelas cidades polo do Norte e Noroeste do Paraná, bem como, ao menos, em mais dez cidades de menor porte da mesma região, com o objetivo de coletar depoimentos e imagens-chave para o documentário, bem como incorporar novos documentos para a narrativa. Também haverá a captação de cenas em Londres, na Inglaterra, para contextualizar a origem da colonizadora, além das cidades de São Paulo-PR, e outras no Paraná: Maringá, Londrina, Cianorte, Umuarama, Apucarana e Rolândia, entre outras da região que se fizerem necessário. Ainda, por se tratar de obra destinada ao campo da Educação Patrimonial, segundo o Guia Prática – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ, a classificação indicativa será livre para todos os públicos.

Objetivos

O projeto "Epopeia em terras roxas: o centenário da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná" tem como Objetivos Gerais: • Produzir documentário de média metragem, previsto em 69 minutos, com finalização em 4K, sobre a história da colonização do Norte e Noroeste do Paraná, a ser distribuído gratuitamente em plataformas virtuais para 10 mil expectadores, conforme previsto no plano de distribuição; • O projeto será realizado para destacar a participação fundamental e a importância da emblemática Companhia de Terras Norte do Paraná, empresa britânica, que depois se tornou na Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, já sob gestão de capital nacional, conforme previsto pelo Artigo 2 do Decreto Nº 10.755/2021, em seus itens: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão e II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira. Por essa razão, ainda, destacam-se como objetivos gerais: • Despertar o interesse da sociedade contemporânea acerca de suas raízes e passado; • Entrevistar antigos funcionários e membros da diretoria da Companhia, bem como antigos moradores do território abordado. Como Objetivos específicos, o projeto prevê: • Disponibilizar esse conteúdo, de maneira organizada em formato de documentário média-metragem, por meio de plataformas digitais e redes sociais do Maringá Histórica, promovendo a sua disseminação e popularização. A expectativa é atingir pelo menos 10 mil expectadores ao todo; • Planeja-se entrevistar, ao menos, 20 pessoas, entre antigos moradores da localidade, pesquisadores, historiadores, arquitetos e, ainda, ex e atuais funcionários da colonizadora. Como Metas Qualitativas do projeto, destacam-se: • Promover o espírito de valorização da história regional; • Contextualizar o desenvolvimento social, econômico e cultural deste território; • Valorizar memórias privadas e coletivas.

Justificativa

Projetos de resgate histórico são fundamentais para a preservação da memória e da identidade de um povo. É habitual que ações de salvaguarda e manutenção de dados históricos sejam efetivadas de maneira contínua e institucionalizada em regiões com formações seculares. Entretanto, o mesmo não se é percebido em cidades mais jovens, como é o caso de Maringá, e outras instaladas no interior do Paraná. Fundada em 10 de maio de 1947, Maringá teve seu nome inspirado na canção composta pelo médico mineiro Joubert de Carvalho, e que fez muito sucesso ao longo da década anterior. A cidade, diferentemente de outras do país, foi concebida a partir de um amplo projeto de colonização estabelecido pela empresa britânica Companhia de Terras Norte do Paraná, que foi adquirida por investidores brasileiros no início da década de 1940. Com esmero e cuidado, Maringá ganhou destaque por seu projeto urbanístico e paisagístico, o que fez que conquistasse sua emancipação política poucos anos após sua elevação à categoria de Distrito, que ocorreu no mesmo ano de sua fundação. Mas esse processo se deu antes com outras cidades que foram empreendidas pela Companhia de Terras, como Londrina, Rolândia, e mais outras dezenas, que seguiram amplo projeto de ocupação pelo Norte e Noroeste do Paraná. A sua história, de fato, tem início em 1924, quando foi criada a Brazil Plantantion Syndicate, seguida da Paraná Plantantions Ltd., em Londres. Do envolvimento britânico, ao inovador projeto imobiliário, muitos foram os emblemáticos personagens que assumiram a sua gestão, para conceber este como um dos mais profícuos territórios do país. Importante registrar que houve questionamentos por parte dos nacionalistas e de outros que também se colocaram contrários ao imperialismo britânico. Uma história nunca antes registra sob esta perspectiva, fato que se justifica quando a empresa irá completar o seu centenário, em setembro de 2025. Assim como destacou Victor Hugo, ao desconstruirmos as cidades restam apenas pessoas. Isso implica dizer que nossas memórias são estruturadas, também, a partir das relações de afeto e de atos promovidos por pessoas que estão próximas ou distantes de nós, sejam no tempo ou no espaço. Por essa razão, é inevitável questionar que este território possui dezenas de milhares e homens e mulheres que ajudaram a construir sua história. Mas, inegavelmente, algumas dessas pessoas acabam ganhando maior relevância por seus feitos, conquistas ou participação coletiva. E dentro deste contexto podemos destacar aqueles que se envolveram diretamente no processo de colonização, como funcionários, desbravadores, ou mesmo personalidades políticas ou até mesmo colonos, que por essa região chegaram em busca de seus sonhos, décadas atrás. Quanto incluímos ao debate a história de cidades uma epopeia ainda pouca conhecida como esta pelo restante do país, é comum haver grande hiato nas produções, sobretudo, audiovisuais. O Maringá Histórica surgiu em 2007 por meio do pesquisador Miguel Fernando, com o objetivo de reunir vídeos antigos do Norte e Noroeste do Paraná, em especial da cidade de Maringá. Contudo, a proposta ganhou uma esfera maior do que o esperado e se transformou em site no ano de 2009. Em 2015, ganhou página no Facebook, onde tem mais de 16 mil curtidas, além de ter iniciado a produção de vídeos para o Youtube com conteúdos sobre pontos e estruturas da história local, onde contabiliza mais de 35 mil inscritos. No Instagram são mais de 30 mil seguidores. Com essas importantes ferramentas, a história local se tornou acessível ao grande público (www.maringahistorica.com.br). Atualmente, o Maringá Histórica se transformou no maior acervo histórico virtual independente do Brasil. São mais de 4 mil publicações com arquivos imagéticos, documentos, textos e depoimentos sobre a cidade de Maringá. Por meio deste amplo acervo virtual de referência, foram produzidos, ao longo dos últimos anos, mais de 500 vídeos, em formato de pequenos documentários históricos, sobre eventos, personalidades, entidades e empresas da cidade. Contudo, percebeu-se, ao longo dessas produções, o grande interesse do público por assuntos relacionados ao processo de colonização do Norte e Noroeste do Paraná. Por essa razão, planejou-se este projeto para que, por meio de documentário de média metragem, pudéssemos contextualizar a importância das Companhia de Terras Norte do Paraná/Companhia Melhoramentos Norte do Paraná nesse processo. Dessa feita, espera-se contar histórias e registrar memórias pessoais a partir desta perspectiva. Os produtos culturais em audiovisual, em formato de documentários, são essenciais e fundamentais para a preservações de nosso passado. Neste caso, a experiência do Maringá Histórica, que há quase duas décadas atua resgatando a história local/regional, aliado à grande experiência da produtora Cosmos Filmes, encontra amparo para essa produção. Posto isso, a proposta aqui descrita vai ao encontro do que preconiza a Lei Nacional de Incentivo à Cultura (Lei Federal nº 8.313/91), que em seu Art. 1º que visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. E, em seu Art. 3º, II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. Ainda, para fins de enquadramento, evoca-se o Art. 18, § 3º, alínea f.

Estratégia de execução

Vale ressaltar que o projeto Maringá Histórica possui amplo acervo documental, imagético e textual sobre a história do Município de Maringá. Além desses milhares de arquivos, serão incorporados novos documentos a serem garimpados em acervos públicos da cidade, bem como aqueles que poderão ser disponibilizados pelos entrevistados ao longo do processo de execução do projeto. Todas as imagens dos entrevistados, bem como esses conteúdos impressos históricos contarão com as respectivas autorizações para veiculação, bem como cessão de direitos autorais, quando necessário for, conforme estabelecido pelas legislações vigentes. Quanto a equipe que irá se locomover à Inglaterra para filmagens, seguem os detalhes: - São previstos 5 membros: diretor de arte e fotografia (1), mediador/apresentador (1), produtor executivo (1), câmera (1) e som direto (1). Estes são profissionais de fundamental importância para o desenvolvimento desta etapa do documentário. Lembrando que Londres foi a cidade sede da colonizadora a ser explorada com a pesquisa e a temática histórica.

Especificação técnica

Conforme estabelecido pelas INs, o conteúdo de audiovisual aqui previsto será desenvolvido dentro das limitações de média-metragem, em acordo com respectivo CNAE previsto no cartão de CNPJ do proponente (59.12-0-99). Com isso, considerar-se-á que o documentário terá, no máximo, 69 minutos. A captação de imagens se dará com equipamentos condizentes para resultar em material 4K e som surround 5.1. Lentes específicas serão incorporadas às captações para o melhor resultado, conforme orientações a serem estabelecidas pela equipe técnica. Com a direção fotográfica e a concepção artística de audiovisual, o produto cultural será colorizado e tratado de acordo com os objetivos da direção geral e seu respectivo roteiro.

Acessibilidade

O projeto de documentário de média-metragem, “Epopeia em terras roxas: o centenário da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná”, será desenvolvido para veiculação nas plataformas das redes sociais (Instagram, YouTube e Facebook), bem como o site do Maringá Histórica (www.maringahistorica.com.br). Desse modo, considerar-se-á a legislação vigente, atendendo aos aspectos de acessibilidade previstos para as pessoas com necessidades especiais, bem como o estipulado pelo art. 27 do Decreto nº 5.761, 27 de abril de 2006, pelo art. 47 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 e pelo art. 2º do Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Em atendimento a Seção I do Capítulo V, da Instrução Normativa nº 01/2022, adotaremos todas as medidas de acessibilidade: a) Audiodescrição: narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. b) Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE: consiste na conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes. c) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Obs. 1: Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. Obs. 2: Todos os custos estão previstos na Planilha Orçamentária.

Democratização do acesso

Por sua característica, o projeto, “Epopeia em terras roxas: o centenário da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná”, será veiculado abertamente nas redes sociais do Maringá Histórica, bem como em seu site, por onde mais de 70 mil pessoas circulam todos os dias em busca de informações sobre o passado da cidade. Naturalmente, a sua distribuição aos espectadores se dará gratuitamente, sem qualquer tipo de pré-cadastro ou registro, ação que poderia inibir ou limitar o acesso aos conteúdos que serão produzidos. Essa informação será circulada por meio dos materiais publicitários e veículos de comunicação, a fim de estimular ainda mais a participação e o engajamento do público. Ainda, em consonância com o Art. 24, da IN 01/2022, seguem as medidas de ampliação acesso ao produto previsto por este projeto: - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; - Acesso ao conteúdo de forma desburocratizada e completamente gratuita.

Ficha técnica

Maringá Histórica / Proponente e coordenação do projeto O projeto Maringá Histórica surgiu em 2007, por meio do pesquisador Miguel Fernando, com o objetivo de reunir vídeos antigos do Norte e Noroeste do Paraná, em especial da cidade de Maringá. Contudo, a proposta ganhou uma esfera maior do que o esperado e se transformou em Blog no ano de 2009. Em 2015, ganhou página no Facebook, onde tem mais de 16 mil curtidas, além de ter iniciado a produção de vídeos para o Youtube com conteúdos sobre pontos e estruturas da história local, onde contabiliza mais de 35 mil inscritos. No Instagram conta com mais de 30 mil seguidores. Com essas importantes ferramentas, a história local se tornou acessível ao grande público (www.maringahistorica.com.br). Atualmente, o projeto Maringá Histórica se transformou em um dos maiores acervos históricos virtuais independentes do Brasil. São mais de 4 mil publicações com arquivos imagéticos, documentos, textos e depoimentos sobre a cidade de Maringá. Miguel Fernando / Roteirista e diretor geral Bacharel em Turismo e Hotelaria pelo Centro Universitário de Maringá - UNICESUMAR (2008), com especialização em História e Sociedade do Brasil pela Universidade Estadual de Maringá - UEM (2010) e em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona - Espanha (2017). É mestrando em História Política. Realiza pesquisas sobre a história de Maringá e o Norte do Paraná, as quais são disponibilizadas no site do projeto Maringá Histórica. Foi um dos idealizadores do jornal sobre a cultura da região de Maringá, O Duque, e coordenou o departamento de eventos da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM) durante seis anos. Foi diretor executivo do Instituto Cultural Ingá (ICI), uma agência de incentivo e fomento à cultura. Também ocupou a função de secretário municipal de Cultura de Maringá (2018-2020). Atua como gestor de eventos, consultor para projetos artísticos e culturais, bem como pesquisador da história de personalidades, empresas e instituições. Cosmos Filmes / Direção de fotografia, captação de imagens/áudio, tratamento e colorização de imagens e edições Iniciou suas atividades em junho de 2016, atuando no mercado publicitário, educacional e cultural. Atende clientes como Instituto Cultural Ingá, Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Teclaser, Grupo Telhaço, Euphoria Eventos, PAM Saúde, Grupo G10, Arbache Innovation, Sancor Seguros, Santa Casa de Maringá, Spraytech Fertilizantes, Nortox e Maringá Histórica, além de produzir seus próprios projetos de vídeo documentários. Caio Julio Cesari / Produção executiva e decupagem Doutor em Multimeios pelo Instituto de Artes da Unicamp, mestre em Comunicação e Mercado pela Faculdade Cásper Líbero, tendo graduação em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina. Foi Secretário Municipal de Cultura de Londrina, Coordenador do Comitê Municipal de Economia Criativa de Londrina e Coordenador do Núcleo de Produção Digital de Londrina. Na Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, exerceu as seguintes funções: Coordenador-Geral de Novas Mídias, Coordenador-Geral de Desenvolvimento Sustentável do Audiovisual, Chefe de Gabinete e Coordenador Geral de Fomento e Incentivo às Atividades Audiovisuais. Produziu filmes, premiados em diversos festivais nacionais e exibidos no exterior. Ministra cursos e palestras sobre a produção e o mercado audiovisual. Desde 2010, integra o Conselho Editorial da Revista Alterjor, vinculada ao Grupo de Pesquisa em Jornalismo Popular e Alternativo da ECA/USP. Atualmente, também é coordenador de parcerias e novos negócios do Polo Audiovisual do Velho Oeste (SP). Guilherme Esteven Menezes Peraro / Direção de arte e fotografia Engenheiro civil e cineasta, sócio na Kinopus Audiovisual e na Opus Prima Engenharia. Em 2004 iniciou as atividades da produtora e distribuidora Kinopus Audiovisual. Trabalhou em curtas-metragens como assistente de direção (Cine Paixão, Saudade, Londrina em Três Movimentos, Haruo Ohara). Como produtor trabalhou nos curtas O Quinto Postulado, Satori Uso, Booker Pittman e Mister H e nos documentários O Nadador e Andrea Tonacci, feitos para a ESPN Brasil e Canal Brasil, respectivamente. Em 2001 dirigiu seu primeiro filme, Pressa, e em 2013, Parque Guanabara, para a RPC, filial da Rede Globo no Paraná. Entre 2019 e 2020 realizou mais 3 curtas, Os Tiranos não Passeiam, Diligência e Se Quiser Morrer Agora. De 1999 a 2013 foi um dos organizadores da Mostra Londrina de Cinema. É o atual presidente do Arranjo Produtivo Local do Audiovisual de Londrina e Região e conselheiro da AVEC – Associação de Vídeo e Cinema do Paraná, Professor da disciplina de Produção Cinematográfica nos cursos de pós-graduação em Audiovisual da Faculdade Pitágoras em Londrina/PR e na Unicesumar de Maringá/PR.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Maringá Paraná