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PRONAC 220980Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ARTE NO CASARÃO

ASSOCIACAO DE CULTURA E ARTES JOSE ANTONIO LOBO
Solicitado
R$ 476,5 mil
Aprovado
R$ 476,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
MG
Município
Pouso Alegre
Início
2022-12-12
Término
2023-12-18
Locais de realização (1)
Santa Rita do Sapucaí Minas Gerais

Resumo

Realização de apresentações musicais, exposição de grafite e oficinas de grafite gratuitas e abertas ao público em geral.

Sinopse

N/A

Objetivos

Objetivo geral Em cumprimento dos incisos I e II do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Este projeto contempla o grafite e a música no casarão, um local em que terão ações culturais em Santa Rita do Sapucaí. O projeto Arte no Casarão tem como principal objetivo fomentar a arte e a cultura locais do Sul de Minas e São Paulo, valorizando os artistas autorais e com pouca visibilidade. Na parte da música, será montado um palco na parte externa do casarão, em que terão shows do duo de viola caipira Moda de Rock (de São Paulo e Minas Gerais); Matheus Macedo (Pedralva/MG); Dons Maria (Poços de Caldas/MG); Cecília (Pouso Alegre/MG); Leões de Aleijadinho com Zé Helder e grupo (Pouso Alegre/MG); Paula Oliver (Pouso Alegre/MG); Zamat (Pouso Alegre/MG); Marcelo Coelho (São Paulo); Entalpia (São Paulo); Patronagens Band (Santa Rita do Sapucaí/MG); Vinaa (São Luis/MA) e Chico Nô (São Luis/MA). A parte do grafite consiste em três ações. A primeira é a exposição a céu aberto de grafite de artistas do Sul de Minas Gerais. Serão cinco artistas que compõem o coletivo Área 35 que atua em toda a região. As obras serão expostas, também haverá um telão com projeções temáticas, compondo as artes de uma forma mais dinâmica, seguindo a linguagem proposta. A segunda parte são oficinas de grafite voltadas para jovens do ensino público. Ambas as ações serão realizadas na cidade de Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais. A terceira ação acontecerá de forma simultânea às duas anteriores, será a criação de um painel móvel com os temas de criatividade, inovação e tecnologia que são tão presentes na cidade de Santa Rita do Sapucaí. A criação será realizada pelos mesmos cinco artistas da exposição, em uma cocriação com os participantes da oficina. Objetivos Específicos: A) APRESENTAÇÃO MUSICAL: Serão 12 shows divididos em 3 dias de apresentação. Cada dia terão 4 shows por noite, das 18h às 00h. Todos com entrada gratuita e irrestrita. B) OFICINA: 5 oficinas de grafite para até 20 pessoas cada. O público-alvo serão os estudantes do ensino fundamental II e médio da rede pública da cidade de Santa Rita do Sapucaí, principalmente, os de baixa renda. No primeiro dia, quatro oficinas em uma escola pública de Santa Rita do Sapucaí, sendo 2 no turno da manhã e 2 no turno da tarde. Entrada gratuita e material gratuito para todos os participantes. No segundo e terceiro dia, realização de oficina prática com o painel em placas de MDF para que sejam retirados e colocados em outro local a ser escolhido, mas dentro da cidade de Santa Rita do Sapucaí. No último dia, terá a última oficina gratuita no mesmo espaço da exposição no centro da cidade. C) EXPOSIÇÃO: Exposição no local a céu aberto de obras de grafite de 5 artistas do coletivo Área 35. Cada artista irá levar até três obras, totalizando 15 obras, mais as projeções que comporão a linguagem e a exposição proposta. As obras ficarão expostas dentro do espaço, mas na parte de fora haverá muitas pessoas presentes. O acesso será gratuito a todas as pessoas. A exposição ficará nos 4 dias de evento.

Justificativa

O presente projeto atende aos incisos III e IV do Artigo 1º da Lei 8.313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Para cumprir esses objetivos, o projeto visa a realização de exposição, oficinas e apresentações musicais, que atendem ao Inciso II, do Artigo 3º , Letra E, da mesma Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Isso é realizado com a valorização de Minas Gerais, que é um estado que tem a música como um dos fortes em sua arte e cultura, principalmente, pelos conservatórios em diversas cidades. Por isso, há diversos artistas autorais nas cidades que sempre participam de eventos locais, sendo um deles o HackTown que ocorre todo mês de setembro na cidade de Santa Rita do Sapucaí, sendo um dos maiores e mais importantes festivais de inovação, criatividade, cultura e tecnologia. Durante o festival, além de todas as atrações, há o Casarão que já um local marcado do evento pela programação cultural, como se fosse um evento a parte de todo o festival. Sempre privilegiam a música autoral e os artistas locais. Neste ano, seguirá com a mesma linha de curadoria, com a valorização de artistas que representem o Sul de Minas e o estado de São Paulo, pela sua proximidade e influência cultural na região. O grafite é uma manifestação das artes visuais que passou a crescer no Brasil depois da década de 1970. É uma manifestação muito ligada a intervenção urbana, que faz parte da narrativa da cidade. Está mais presente em espaços públicos dos grandes centros urbanos, mas também está muito presente na zona urbana das pequenas cidades de Minas Gerais, não só como manifestação artística, mas também aliada a geração de renda para artistas e projeto social em comunidades em situação de vulnerabilidade social. O coletivo Área 35 Crew é dos movimentos mais consolidados da cidade de Pouso Alegre, com diversas ações realizadas, artistas atuantes e projetos em andamento. Os artistas conduzirão as oficinas de grafite e os painéis, como uma forma que mostrar o trabalho do grupo, valorizar a arte urbana e fortalecer o intercâmbio de artistas das duas cidades vizinhas do Sul de Minas.

Estratégia de execução

Passagem de avião MA/SP/MA – 2 grupos musicais - total 15 pessoas (não temos ainda as informações solicitadas, como os nomes dos músicos acompanhantes, só dos principais: Vinaa (São Luis/MA) e Chico Nô (São Luis/MA). Os CVs deles estão em anexo. Diária para as 15 pessoas mais os artistas vindos de São Paulo (9 músicos). As diárias de alimentação serão para as mesmas pessoas. Uma diária para cada pessoa de São Paulo e duas para as pessoas do Maranhão. Currículos dos Músicos das apresentações musicais. Marcelo Coelho Considerado um dos músicos referenciais no cenário da música instrumental de vanguarda no Brasil, Marcelo Coelho vem participando de festivais de jazz na América do Sul, Europa e Estados Unidos, liderando diversos projetos em colaboração com músicos latinos, americanos e europeus. Com nove álbuns gravados – cinco deles no exterior – Coelho já atuou ao lado de diversos músicos, dentre eles Hermeto Pascoal, Guinga, David Liebman, Didier Lockwood, Phil Markowitz, Vincent Gardner, Ed Sarath, Gene Perla, Ronan Guilfoyle, RonMiller, entre outros. Paula Oliver Se apresenta em várias formações, sempre acompanhada por excelentes músicos. Fez vários cursos livres de canto popular e erudito nas cidades de Campinas-SP, São Paulo-SP, Belo Horizonte-MG e Pouso Alegre-MG. Esteve presente no 43o Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira – SP e no Festival Nacional de MPB de Paraty – RJ. Vocalista da Meyer Big Band e contralto 2 no ensemble do Stúdio Marconi Araújo em São Paulo – Casting 2019. Participante do programa CANTA COMIGO 2 da Rede Record – 2019. Ana Cecília Stephan – Cecília Cecilina (nome artístico) Entre suas apresentações, destaca-se a sua primeira, no IMS Poços de Caldas, com sua mãe, Pricila Bustamante e a pianista Patrícia Mendonça. Assim como no SESC Pouso Alegre, cantando Clube da Esquina com João Vitor Junqueira, seu amigo e parceiro de música, e com os irmãos Pedro Lopes e João Paulo Lopes. O projeto se chamava “Cecília & Os Meninos” e deste formato surgiu a participação no Projeto “Todos MilTons”, pela Lei de Incentivo à Cultura de Pouso Alegre, com músicas autorais dos integrantes. Informalmente, também aconteceram shows em bares, feiras colaborativas da cidade, protestos na praça, inaugurações de loja e festas. Alexandre Vilela Zamat Entre tantas bandas com amigos e formações de seus trabalhos, nasce a Zamat Blues Band que hoje trabalha com muito cuidado para a produção do seu primeiro CD. Sobre influências musicais Zamat, destaca que são diversas as influências, mas também procura ter seus momentos de silêncio sem beber de suas influências, principalmente, quando vai compor, para que suas músicas tenham o máximo possível de sua essência musical. Seu primeiro disco está sendo produzido por Gustavo Carvalho, que tem grande reconhecimento no cenário musical, e isso contribui para que o disco passe um recado esperado. Haverá financiamento coletivo para o final da produção do disco. Zamat acredita que isso aproxima bastante artista e público, mas o foco é terminar primeiro as canções e gravar cada detalhe com o maior carinho possível. Zé Helder O Moda de Rock, duo de viola caipira especializado em adaptar temas de rock com ritmos capiras, marca a história da viola com um trabalho ousado, largamente difundido em programas de TV em rede nacional e nos principais veículos da imprensa em geral. Assim tem sido a trajetória do violeiro mineiro Zé Helder, que explora o mais brasileiro dos instrumentos em composições originais. Seu mais recente disco solo, Assopra o Borralho (Folguedo/Tratore – 2015) foi escolhido como um dos melhores discos independentes do ano pelo jornal Correio Popular de Campinas e em 2020 ficou em segundo lugar no Prêmio Arte Salva da Música Popular Mineira promovido pela Rádio Inconfidência. Esse disco traz a participação especial de Alzira E e co-produção de Ricardo Vignini, seu parceiro no Moda de Rock e no Matuto Moderno, banda com uma história de 15 anos e 5 CDs, em que Zé Helder assume os vocais e a viola desde 2010. O violeiro é endorsee das cordas D’Addario e das violas Rozini. Moda de Rock O projeto Moda de Rock, da dupla de violeiros Ricardo Vignini e Zé Helder nasceu quase como uma brincadeira. Em 2007, os dois violeiros, também professores, resolveram mostrar o potencial do instrumento para os alunos e ao mesmo tempo reviver a trilha sonora da sua adolescência. A proposta de adaptar versões instrumentais de clássicos do rock para a viola caipira foi bem recebida. Em 2010, surgia o CD "Moda de Rock - Viola Extrema", que logo conquistou a mídia, foi sucesso de vendas e lotou shows em todas regiões do Brasil, México, EUA, Canadá e Argentina. Moda de Rock mostrou a que veio e trouxe gravações de clássicos que incluíram os guitarristas Andreas Kisser (Sepultura), Lúcio Maia (Nação Zumbi), Edgard Scandurra (Ira!), Robertinho de Recife, Pepeu Gomes, Kiko Loureiro (Angra e Megadeth), o percussionista Marcos Suzano e o cantor e compositor Renato Teixeira. Em 2016, foi lançado o CD "Moda de Rock II", que recebeu o prêmio ProAC da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo para a produção do disco e circulação pelo Estado. Também foi produzido um DVD ao vivo com participações dos guitarristas Pepeu Gomes e Kiko Loureiro e do tradicional grupo Os Favoritos da Catira (feito via crowdfunding). A dupla também se apresentou com os guitarristas Andreas Kisser (Sepultura). O 3o álbum gravado em estúdio, "Moda de Rock toca Led Zeppelin", dedicado ao consagrado quarteto britânico que está completando 50 anos, com a participação do percussionista Marcos Suzano em uma das faixas. Entalpia A banda Entalpia surgiu na capital paulista em 2015, quando os integrantes resolveram tirar do papel a ideia de criar uma banda. A oficialização do projeto foi concluída no ano seguinte, e desde então, a Entalpia vem marcando presença na cena da música independente nacional. É Composta por Leonardo Sales (baixista), Rafael Oliveira (tecladista), Ícaro Duarte (baterista) e Mainara Guimarães (vocalista) Eles têm em sua essência “generosas pitadas de brasilidades, rock, blues, soul, funk e jazz. O vocal oscila entre um toque aveludado e áspero”, que contrasta com a sonoridade dos instrumentos durante as apresentações. As músicas da Entalpia são focadas na reflexão da inconstância entre os sentimentos humanos e os problemas psicossociais. Fazendo o público curtir e pensar ao mesmo tempo. DONS MARIA A sonoridade de Dons Maria se destaca pelo diálogo com s cultura musical brasileira, tendo ainda como referência a obra de artistas mineiros, além da alta performance dos arranjos e qualidade da equipe envolvida, que cria ainda canções autorais pautadas em letras que trazem reflexões sobre questões de gênero, a diversidade, a mulher, a política, o amor e a arte. A banda segue enaltecendo ações e posturas que são norteadas por tais temas. A cantora Tine Taga é travesti e propagadora dos ideais da liberdade e valorização da diversidade, utilizando-se da sua voz para tanto, os demais integrantes do grupo também acreditam nesses valores e militam em causas sociais e culturais que levantam essas questões. Atualmente estão em fase de promoção do seu primeiro disco, intitulado ‘Tuas Cores’, lançado em janeiro de 2022 e disponível em todas as plataformas digitais de música. Currículos dos artistas do Grafite Todos contêm muitas imagens que são de suma importância para se conhecer e entender a obra do artista, algo que representa muito em seu currículo e portfólio. Os arquivos excedem o tamanho 10MB de arquivos permitidos nos anexos, por isso, estão disponíveis neste link: http://linktr.ee/Area35Crew

Especificação técnica

Projeto Pedagógico das oficinas de grafite Não é uma oficina de capacitação ou formação, mas sim de introdução ao grafite Objetivo Geral: mostrar o cenário geral do Grafite, suas vertentes e principais artistas da área. Objetivo específico: as pessoas participantes conhecerão mais sobre o grafite no Brasil e terão uma parte prática, com a técnica do estêncil, em que cada pessoa participante produzirá uma tela para colocar em prática o que aprenderam durante a oficina. Justificativa: Conhecer mais sobre esta arte urbana, sempre alvo de críticas, mas muitas vezes sem o conhecimento necessário. Esta oficina se justifica para os jovens conhecerem mais sobre as técnicas do grafite, evidenciar novos talentos e compartilhar histórias e conhecimentos. Público-alvo: jovens do ensino Fundamental II e médio público da cidade de Santa Rita do Sapucaí Carga horária: 3 horas Metodologia: aula expositiva e parte prática Material didático: apostilas com o conteúdo, telas, tintas em spray e outros materiais necessários. Conteúdo: História do grafite no mundo História do grafite no Brasil Principais vertentes Trajetória da região de Minas Gerais e principais artistas atuantes Parte prática Espaço para dúvidas

Acessibilidade

Produto Apresentação musical: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local tem rampas de acesso, local na plateia para os cadeirantes e banheiros adaptados para cadeirantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Pessoa treinada para assistência necessária para auxiliar as pessoas com deficiência visual e aceitação de cão-guia no local. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérpretes libras durante todos os shows ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Contratação de dois profissionais: um da área de inclusão para garantir o acolhimento correto das pessoas e outro profissional para fazer a mediação, ou seja, motive o interesse e a participação, acrescentando associações com algo conhecido. O programa da apresentação musical será adaptado conforme as diretrizes da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (13.146/15), especialmente o Art. 3º, alíneas II e III: “II - desenho universal: concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo os recursos de tecnologia assistiva;” “III - tecnologia assistiva ou ajuda técnica: produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social;” Para isso, utilizaremos a Tecnologia Assistiva (TA) para garantir o contraste corretos das cores, texto e formas de apresentação do conteúdo. Todo o material será enviado para prévia aprovação e na prestação de contas. Na planilha orçamentária, os itens são: Consultores: Profissional da área de inclusão para garantir o acolhimento correto das pessoas. Profissional que orientará todas as medidas corretas para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos Consultoria Técnica – Profissional mediador do conteúdo para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos Intérprete de libras Produto Oficina: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local tem rampas de acesso, local na plateia para os cadeirantes e banheiros adaptados para cadeirantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição disponível e pessoa treinada para assistência necessária para auxiliar as pessoas com deficiência visual e aceitação de cão-guia no local. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérpretes libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Contratação de dois profissionais: um da área de inclusão para garantir o acolhimento correto das pessoas e outro profissional para fazer a mediação, ou seja, motive o interesse e a participação, acrescentando associações com algo conhecido. Todo o conteúdo das oficinas seguirá as diretrizes da Comunicação Alternativa e Ampliada (CAA), como por exemplo, a ampliação de textos e o uso de fontes de fácil percepção e com cor contrastante ao fundo facilitam a leitura não só para pessoas com deficiência intelectual, mas para pessoas com condições visuais limitantes. “A CAA é voltada para a promoção de comunicação oral e escrita junto a pessoas com necessidades complexas de comunicação, ou seja, pessoas que não falam ou que apresentam fala de difícil compreensão e/ou limitações para a escrita. Pessoas com deficiência intelectual podem apresentar dificuldade no desenvolvimento da fala e da escrita, necessitando de recursos, estratégias e serviços de CAA” (Rocha, J.N. org. Acessibilidade em museus e centros de ciências: experiências, estudos e desafios. Rio de Janeiro: Fundação Cecierj/Grupo Museus e Centros de Ciências Acessíveis (MCCAC), 2021). Na planilha orçamentária, os itens são: Consultores: Profissional da área de inclusão para garantir o acolhimento correto das pessoas. Profissional que orientará todas as medidas corretas para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos Consultoria Técnica – Profissional mediador do conteúdo para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos Produto exposição: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local tem rampas de acesso, local na plateia para os cadeirantes e banheiros adaptados para cadeirantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição disponível e Pessoa treinada para assistência necessária para auxiliar as pessoas com deficiência visual e aceitação de cão-guia no local. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérpretes libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Contratação de um profissional para fazer a mediação, ou seja, motive o interesse e a participação, acrescentando associações com algo conhecido. Além disso, terá a “Prancha de comunicação” com todo o mapa do local da exposição e das obras. “As pranchas de comunicação são recursos elaborados a partir do vocabulário que envolve o roteiro, os temas e o conteúdo apresentado na atividade cultural (DOS SANTOS, 2019; PELOSI et al., 2015). Como exemplo, uma prancha de comunicação pode ser organizada em uma folha tamanho A4, com uma tabela dividida em duas linhas e três colunas, tendo, em cada célula, símbolos representando espaços do ambiente cultural, como bilheteria, início da exposição, banheiro, bebedouro, café, banco/descanso. Com essa prancha de comunicação, visitantes que não falam podem pedir informações, apontando para o símbolo do espaço sobre o qual deseja saber algo ou do que necessita naquele momento”. (Rocha, J.N. org. Acessibilidade em museus e centros de ciências: experiências, estudos e desafios. Rio de Janeiro: Fundação Cecierj/Grupo Museus e Centros de Ciências Acessíveis (MCCAC), 2021). Além disso, terão zonas de descanso e uma opção de trajeto mais curto, elegendo as obras mais significativas da exposição. Na planilha orçamentária, os itens são: Áudio-guia – audiodescrição Intérprete de libras Desenvolvimento/material multissensorial – Pranchas de comunicação Consultoria Técnica – Profissional mediador do conteúdo para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos

Democratização do acesso

Todas ações do projeto terão acesso gratuito e irrestrito a todas as pessoas. O Hacktown é um evento pago, mas as ações deste projeto serão gratuitas e abertas, inclusive, para as pessoas que não estejam participando do evento. Será um projeto paralelo ao Hacktown. Serão enviados listas de presença como comprovação, assim como fotos e outros indicadores que esta Secretaria julgar necessários como comprovação. Além de todo o acesso ser gratuito, o projeto como forma de Ampliação ao Acesso, fará o item III do Artigo 24, da seção "Da Ampliação do Acesso", que diz: Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias digitais. Serão autorizadas as captações de imagens e o projeto se responsabilizará pela autorização de uso de imagem e som, assim como direitos autoriais dos espetáculos e atividades do projeto.

Ficha técnica

Produção: Mariana Sayad (presidente da ACAJAL - proponente) - Produção executivaMarcelo Educa - Coordenação Geral Assistentes de produção e produção local serão definidos posteriormente. Artistas grafite Área 35 (EQUIPE) – artistas e oficina (Link dos currículos em informações adicionais) Jefferson Vilela – Tadeo: artista e oficineiro Diego Carvalho de Rezende – artista e oficineiro William Rowe – Artista e oficineiro Davi Siqueira - Artista e Oficineiro Artistas das apresentações musicais (Currículos em informações adicionais)Duo Moda de Rock (de São Paulo e Minas Gerais) Dons Maria (Poços de Caldas/MG) Cecília Cecilina e trio (Pouso Alegre/MG) Leões de Aleijadinho com Zé Helder e grupo (Pouso Alegre/MG) Paula Oliver trio (Pouso Alegre/MG) Zamat trio (Pouso Alegre/MG) Marcelo Coelho quinteto (São Paulo) Entalpia (São Paulo) Vinaa (Maranhão) - Currículo nos anexos Chico Nô (Maranhão) - Currículo nos anexos Currículos produção: Marcelo Educa FORMAÇÃO PROFISSIONALMestre em Tecnologia Desenvolvimento e Sociedade na Universidade Federal deItajubá (Bolsista CAPES) Pós-Graduado em Gestão de Políticas Culturais pela Universidade de Girona/Espanha, atravésdo Observatório de Cultura Itaú Cultura pela Unesco Consórcio Brasil/Espanha, com términoem outubro de 2017.Graduado em Filosofia Licenciatura pela Universidade Federal de Lavras com MéritoAcadêmico em abril de 2017.Especialização em Service Design pela SDS – Service Design Sprint. Sprint Master emEstratégias de Design Thinking, Lean Starup e Service Design. Certificado em fevereiro de 2016.Faixa preta de karate 4° grau pela Federação Mineira de Karate, sob inscrição 1595/107 em 4de dezembro de 2010.Pós-graduado (lato sensu) em Educação Física Escolar pela Faculdade do Noroeste de MinasFINOM em nove de maio de 2008.Graduado em Educação Física pela Universidade do Vale do Sapucaí – UNIVAS em dois dedezembro de 2003.EXPERIENCIAS PROFISSIONAIS COM SERVICE DESIGNFreelancer em service design na femto (anteriormente Service Design Sprint) desde 2016 aindaprestando serviços. Projetos que atuei: Membro da equipe de facilitação em cursos etreinamentos para Sprint masters – 2016; Membro da equipe de facilitação no programa deaceleração de empresas do Instituto Nacional de Telecomunicações (INATEL) – 2017; Membroda equipe de facilitação no programa de aceleração STARTUP-SP (Sebrae SP através da femto)nos de 2017 a 2019. Membro da equipe de facilitação no projeto para melhoria dascampanhas e serviços de prevenção do Centro de Referência e Tratamento de DST/AIDS (CRT)do Estado de São Paulo - 2018; Líder do projeto para melhoria do Atendimento Extra do CRTDST/AIDS do Estado de São Paulo - 2018; Gerente de implementação das soluções dos projetosdo CRT - 2018; Designer de serviços no projeto de soluções para Unilever – produtos delimpeza; Designer de serviços no projeto de soluções para empresa de estratégias e análiseseconômicas da empresa 4E/4i- 2018; Co facilitador do workshop de economia criativa para oprograma de economia criativa da região Nordeste – Sebrae SP/Sebrae Nacional – 2019;Gerente de projeto no Sprint para Ultracargo/Grupo Ultra – 2019.OUTRAS EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAISSecretário Adjunto de Cultura e Turismo, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeiturade Pouso Alegre desde março de 2014 a dezembro de 2016.Coordenador voluntário do projeto Ginástica na Rua, ABDEA – Associação Brasileira para odesenvolvimento do esporte Amador, Pouso Alegre, em 2015 e 2016.Diretor Municipal de Esportes e Lazer, Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de PousoAlegre, coordenação administrativa do departamento de esportes, de janeiro de 2011 a marçode 2014.Coordenador do projeto Karate Esporte solidário, academia Minas-kan, Pouso Alegre de abrilde 2014 a fevereiro de 2015.Supervisor pedagógico do projeto Karate Esporte solidário, academia Minas-Kan, Pouso Alegrede abril de 2012 a março de 2014.Membro da Comissão de Avaliação e Seleção de projetos Culturais do Município de PousoAlegre, término previsto para janeiro de 2017.Presidente da Comissão de Avaliação e Seleção Esportiva do Município de Pouso Alegre,trabalho voluntario de 2010 a 2014.Chefe de Eventos da secretaria Municipal de Esportes e Cultura de Pouso Alegre responsávelpela programação das atividades do departamento, de janeiro 2009 a dezembro de 2010.Servidor do Estado de Minas Gerais, MASP 1085243-2. Escolas Estaduais:Virgília Pascoal, Pouso Alegre - MG, professor de educação básica de fevereiro de 2007 adezembro de 2008.Cônego Francisco Stella, Estiva – MG, professor de educação básica de fevereiro de 2008 adezembro de 2008.Provedor Teófilo Tavares Paes, Monte Sião – MG, professor de educação Básica de fevereirode 2004 a janeiro de 2005.Academia Mega Fitness, Pouso Alegre – MG, professor de musculação de agosto de 2008 adezembro de 2008.Academia Performance, Pouso Alegre – MG, professor de musculação autônomo de janeiro de2007 a janeiro de 2008.Outros ConhecimentosInglês básico (Com exame de proficiência em leitura, nível atingido B1: exame tese prime) Leiobem, Falo pouco, compreendo razoavelmente - Atualmente estudando.Gestão de equipamentos públicos, Fundação Getúlio Vargas, Curso de 80 horas, setembro de2012. Mariana Sayad Mariana Sayad atualmente faz parte da Luneta, empresa voltada economia criativa em Minas Gerais. Realiza palestras e workshops pelo Brasil e consultorias para diversas empresas da região do Sul de Minas. Dentro da Luneta, realiza o Negócios para Elas que é um encontro de mulheres empreendedoras e empresárias voltado a realização de negócios. Mariana é mestre pela Unifei (Universidade Federal de Itajubá/MG), na área de Desenvolvimento, Tecnologias e Sociedade. Ela é formada em jornalismo, pela Universidade Anhembi Morumbi (SP), especialista em história, sociedade e cultura, pela PUC/SP e com MBA em Bens Culturais – cultura, economia e gestão pela FGV/SP. É professora do curso técnico de Produção Musical do Conservatório e Faculdade Souza Lima. Como documentarista, tem três documentários que abrangem a cultura na região da Serra da Mantiqueira. O mais recente foi gravado como parte de seu mestrado, chamado “Entre Tramas e Fios” que conta um pouco sobre o trabalho artesanal com a lã de carneiro. Em 2021, lançou o “Batutas do Coreto”, onde assinou a produção e a direção ao lado de Sylvio Rocha e com o argumento de Zé Helder. Neste documentário, eles contam sobre a história e metodologia de ensino das bandas de coreto da região do Sul de Minas. Em 2019, dirigiu o documentário “Borda da Mata e sua história” (https://www.youtube.com/watch?v=9eRIcc32GTQ). Atualmente, está na produção executiva do projeto de orquestra e oficinas de viola caipira no Sul de Minas, tendo Zé Helder como músico e professor, patrocinado pelo Fundo Estadual de Cultura de Minas Gerais (FEC) e é presidente da ACAJAL (Associação de Cultura e Artes “José Antonio Lobo”). Em 2020, foi parecerista da Lei Aldir Blanc do Estado de Minas Gerais. Entre 2015 e 2016 foi Chefe de seção do Patrimônio Historio e Cultural de Pouso Alegre/MG e Coordenadora-geral do CEU (Centro de Esportes e Artes Unificado) do mesmo município, além de Presidente da Comissão de Avaliação de Projetos Culturais da Secretaria de Cultura e Turismo de Pouso Alegre e ex-presidente do Conselho Consultivo Administrativo do CCBT (Centro Cultural Brasil Turquia). Tem experiência de quase de vinte anos em projetos culturais, tanto na parte de elaboração, quanto de produção executiva. Em 2018, fez a produção executiva da Semana de Arte Pouso-alegrense, com mais de 50 eventos culturais por toda a cidade e a temporada de shows do Matuto Moderno convida André Abujamra, na Caixa Cultural São Paulo. Em 2014, fez a produção executiva e coordenação geral do Projeto “Tem viola no Rock”, patrocinado pela Caixa Cultural e realizado em Brasília e Curitiba.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.