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PRONAC 220987Apresentou prestação de contasMecenato

Projeto EcoMúsica

ECHO PROMOCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 478,7 mil
Aprovado
R$ 267,4 mil
Captado
R$ 150,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

56.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-01-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (2)
Florianópolis Santa CatarinaAracaju Sergipe

Resumo

Readequação à realidade de execução: Considerando o montante parcial captado, iremos realizar um concerto com a Orquestra Sinfônica de Sergipe, Coro Sinfônico da Orquestra Sinfônica de Sergipe, um vídeo e uma master class para estudantes de música. Caso haja mais captação de recursos, da ordem de R$ 150 mil a R$ 200 mil, iremos realizar em Florianópolis um concerto, um vídeo e uma master class com o pianista Fábio Caramuru.

Sinopse

Os concertos musicais e os vídeos EcoMúsica não têm os seus programas definidos a priori. O repertório é decidido a partir da pesquisa a ser realizada pelo compositor. O mesmo acontece com a temática das master classes.

Objetivos

Objetivos gerais Realizar de forma descentralizada uma série de concertos e vídeos EcoMúsica pelo Brasil, com uma variedade de atrações nacionais e internacionais. O projeto atende de maneira integral aos seguintes incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; IX - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países; X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Objetivos específicos Readequação à realidade de execução: Dois concertos e duas master classes gratuitos, em Aracaju (Orquestra Sinfônica de Sergipe) e Florianópolis (com Fábio Caramuru e artistas convidados a determinar) - Estimativa de público média por concerto - 900 pessoas, total - 1800 pessoas. Estimativa de público por master class gratuito - 20 alunos. Realização de dois vídeos EcoMúsica com Fábio Caramuru e artistas convidados a determinar. Cada evento terá um programa impresso e divulgação na internet e também por meio de assessoria de imprensa Como resultados, o projeto deverá propagar o intercâmbio de artistas e audiência de forma descentralizada pelo país. As master classes possibilitarão um aperfeiçoamento didático de alunos e professores de música. Os resultados serão avaliados contabilizando-se a quantidade de público presente aos eventos. Haverá um press clipping, registro fotográfico e material gráfico que atestarão a realização bem como os resultados dos eventos.

Justificativa

A novidade da ecomúsica como procedimento de criação e o seu papel na conscientização sobre questões relativas à preservação do meio ambiente Ecomúsica é compor e interpretar tendo como ponto de partida os sons coletados na natureza, que integram a obra e caracterizam a sua essência, sendo, portanto, indissociáveis da composição. A criação musical acontece em total simbiose com esses sons ou também com sons associados a imagens, no caso dos vídeos. Por isso, acredito que a exposição à ecomúsica tende a estimular a percepção e a presentificação do intérprete-criador e da audiência. Frequentemente, quando converso com alguém sobre a ecomúsica, constato que, embora a ideia seja simples, representa algo novo, sendo que muitas vezes me deparo com uma certa dificuldade para que compreendam esse conceito musical racionalmente. Por outro lado, tenho constatado inúmeras vezes que o ouvinte, independentemente de entender a ecomúsica, invariavelmente se sente tocado por ela. Diferentemente dos procedimentos com os quais a audiência já está familiarizada em casos similares, nos quais os sons gravados simplesmente inspiram, ambientam ou ilustram uma música, como descrevi anteriormente, na ecomúsica, por outro lado, as amostras de sons da natureza fundamentalmente representam o princípio gerador da obra. A EcoMúsica como estímulo para o músico criador e consciente e para instigar a audiência Finalmente, gostaria de ressaltar que enxergo o Projeto EcoMúsica como pioneiro e inovador graças a uma abordagem única e inédita. Pretendo intensificar a propagação da ideia e compartilhá-la com outros músicos mundo afora, instigando-os a desenvolver sua capacidade de percepção dos sons e imagens da natureza e transmiti-las por meio de suas próprias linguagens, aos seus respectivos públicos. Nos concertos ao vivo e nos comentários que tenho recebido sobre as gravações de áudio e de vídeo, posso constatar que plateias e ouvintes demonstram emoção e entusiasmo. Acredito que isso aconteça principalmente porque a comunicação é viva (sempre conectada ao momento real) e verdadeira (expressa o universo do compositor/intérprete). A experiência EcoMúsica estimula intensamente os sentidos de quem interpreta e consequentemente de quem a ouve e/ou assiste, lidando, assim, com aspectos profundos da percepção musical. Com esperança, vislumbro um mundo no qual haverá um número crescente de intérpretes- criadores a serviço de uma música cada vez mais viva, estimuladora do prazer sensorial das plateias e dos ouvintes, buscando, ao mesmo tempo, conscientizar as pessoas para a importância inescapável e inadiável de preservarmos nossa frágil natureza. Trata-se de um perfil de projeto que não se enquadra na categoria "comercial", necessitando, portanto, de incentivo fiscal para a sua realização. Nossos patrocinadores habituais nos têm informado ao longo dos anos que a aprovação na lei de incentivo é condição necessária para que eles apoiem nossos projetos. Séries de concertos descentralizadas são muito raras no Brasil. Habitualmente, ocorrem séries estáveis quase sempre no eixo Rio/São Paulo e em grandes salas, como Sala São Paulo, Teatros Municipais e Sala Cecília Meireles. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Serão atendidos os seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

Visto que o projeto é totalmente gratuito, está dispensado de prever a contrapartida, conforme §5º do artigo 25 da IN 01/2022

Especificação técnica

Os concertos serão realizados pelo pianista Fábio Caramuru e artistas convidados a determinar, em cidades brasileiras a determinar. As master classes serão ministradas por Fábio Caramuru terão a duração de 120 minutos cada

Acessibilidade

Produto Contrapartidas sociais não são exigidas, pois os produtos são gratuitos. Produto Apresentações musicais: Serão plenamente atendidos os itens contidos no artigo 27, inciso 2, do decreto 5761/06. Todos os locais de realização dos concertos possuem rampas e elevadores de acesso para facilitar a locomoção de pessoas com deficiência física. Os ingressos serão gratuitos e também serão distribuídos a estudantes de música e associações de ensino musical para crianças e jovens carentes. Por se tratar de espetáculos musicais, não cabem medidas. Por outro lado, espetáculos musicaias são apropriados para deficientes visuais, pois esses podem ouvir. No tocante ao Art. 21. da IN nº 05/2017, serão atendidos os itens: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 Espaços de apresentação, pessoas com deficiência visual e espectro Somente serão escolhidos espaços para realização das apresentações musicais que atendam às necessidades de pessoas com dificuldade de locomoção: - Espaços que contem com rampas de acesso para cadeirantes. - Possibilidade de entrada de carros para embarque e desembarque de pessoas com dificuldades de locomoção (deficientes, idosos, grávidas). - Existência de banheiros adaptados para pessoas com necessidades especiais. - As apresentações musicais são acessíveis a pessoas com deficiência visual e também adequadas para público que se enquadre no espectro autista.Não há custos com ações de acessibilidade no orçamento analítico do projeto, pois as medidas que serão adotadas não representam custos para o projeto além daqueles que estão discriminados na planilha. Vìdeo O produto artístico Vídeo EcoMúsica promove uma percepção sinestésica por parte da audiência, no caso, aspectos os visuais das imagens amalgamadas com os sons musicais dialogando com os sons dos animais.Considerando que o produto vídeo requer capacidade visual de sua audiência, procuraremos suprir essa lacuna garantindo que os aspectos sonoros explorados no vídeo, que aliás representam seu princípio genético, tragam elementos suficientes para instigar auditivamente os portadores de deficiência visual.Na descrição de cada vídeo, nas redes sociais, há um texto explicativo, com texto simples e acessível, para que deficientes visuais entendam o contexto. Nos vídeos do projeto, em cada descrição serão incluídas a hashtag #pracegover e #paracegover - recurso utilizado por diversas instituições respeitadas por todo o Brasil. Em seguida, o conteúdo do vídeo será descrito textualmente da esquerda para a direita e de cima para baixo. Serão descritas, textualmente, cores, imagens, cenas do vídeo, em linguagem simples e acessível, para que o maior público possível, com necessidades especiais, tenha maior acesso. Os principais elementos do vídeo serão explicados textualmente, localizando as cenas localmente, geograficamente e mencionando o significado da importância da preservação da natureza. As principais características naturais e musicais do vídeo também serão explicitadas, bem como informações sobre os artistas participantes.Os vídeos são apropriados para o público dentro do espectro autista. Não há custos com ações de acessibilidade no orçamento analítico do projeto, pois as medidas que serão adotadas não representam custos para o projeto além daqueles que estão discriminados na planilha.

Democratização do acesso

Cota de ingressos gratuitos para estudantes, idosos e instituições beneficentes. Além disso, o projeto adotará as seguintes medidas de democratização de acesso a suas atividades, conforme o disposto no artigo 30 da Instrução Normativa no. 1 de 2013: permitirá a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizará sua veiculação por redes públicas de televisão; realizará, paralelamente, master classes gratuitos a alunos de música pelos músicos convidados. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

Fábio Caramuru - Direção artística O pianista e compositor Fábio Caramuru (1956) destaca-se pela diversidade de suas atuações como artista, idealizador e diretor de múltiplos projetos musicais. Nos últimos anos, vem consolidando sua carreira artística, dedicando-se principalmente à obra de Tom Jobim e também ao seu instigante projeto autoral EcoMúsica. Fábio foi o último aluno brasileiro da célebre pianista Magda Tagliaferro (1893-1986), em Paris, como bolsista do governo francês a convite da pianista, na década de 1980. Estreou como solista da OSESP, em 1977, tocando o Concerto para piano e instrumentos de sopro de Stravinsky, até então inédito no Brasil. Ganhou diversos prêmios no Brasil, destacando-se o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1991. Apresenta-se regularmente no Brasil, Estados Unidos, Ásia e Europa, em recitais solo e com orquestra. É mestre pela ECA–USP. Em 2007, participou de diversos eventos comemorativos em razão dos 80 Anos do nascimento de Tom Jobim, tendo sido solista da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo - OSUSP, na Sala São Paulo, e da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, no Teatro São Pedro. É fundador e sócio da empresa Echo Promoções Artísticas. Como curador e produtor cultural vem organizando projetos em instituições como Fundação Magda Tagliaferro, Espaço Cultural Correios, Orquestra Sinfônica da USP, unidades da Caixa Cultural, Centro Cultural Banco do Brasil etc. Em unidades do CCBB, realizou os projetos “Divas” (2006), “Líricas & Populares” (2007) “Pocket Trilhas” (2008), e, em unidades da Caixa Cultural, os projetos “Concertos Magda Tagliaferro” (2011), “Nas trilhas da Atlântida” (2013), “Tom Jobim, 20 anos de saudade” (2014), “Virtuoses do piano brasileiro” (2015), “Concertos Afro-Brasileiros”, em parceria com a Professora Ligia F. Ferreira (2016) e “Tom Jobim Instrumental” (2019). Na música erudita, destacam-se: sua participação na gravação da obra “Das Lied von der Erde” de Gustav Mahler, em versão camerística de Arnold Schoenberg (Editora Algol); a realização do ciclo “Dichterliebe” opus 48 de Schumann, com o tenor Fernando Portari, na Sala São Paulo; recitais com repertório franco-brasileiro ao lado da cantora Magda Painno, em São Paulo, na FMUSP, no SESC e em Belo Horizonte, no Palácio das Artes; solista da OSUSP no Concerto para dois pianos e orquestra de Poulenc, na Sala São Paulo, registrado e transmitido pela TV Cultura; solista do Concerto para Piano e Instrumentos de Sopro de Stravinsky, com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sob regência de Ligia Amadio; solista do Concerto para piano de Ravel, com a Orquestra Sinfônica de Londrina, sob regência de Elena Herrera. Após dedicar-se por muitos anos ao repertório tradicional e brasileiro, sobretudo a arranjos e gravações da música de Tom Jobim, Caramuru passou a desenvolver também, desde o ano de 2003, um trabalho autoral diferenciado, com o lançamento do CD Moods Reflections Moods. Entre 2004 e 2012, trabalhou com o contrabaixista Pedro Baldanza, intensificando e aprimorando seu trabalho autoral. O CD do Duo Caramuru-Baldanza, Bossa in the Shadows, produzido por Heiner Stadler, do selo Labor Records, de Nova York, é uma coletânea de composições e improvisações originais. Ao longo de sua carreira, Caramuru tem realizado uma série de apresentações inovadoras, incluindo concertos com a Orquestra Jazz Sinfônica, como solista e arranjador de temas de música para cinema dos compositores Richard Rodgers e Nino Rota, no Auditório Ibirapuera, recital de música brasileira na Universidade de Toronto, apresentação em Nova York, no prestigiado Zinc Bar. Realizou dois concertos no Europalia International Arts Festival, Bélgica, como solista da Brussels Phillharmonic Orchestra, em Bruxelas e em Leuven (gravado em vídeo e disponível no Youtube), além de shows de Jazz em importantes casas da Europa, como o Jazz Club Moods em Zurique, apresentações como solista da Orquestra do Teatro São Pedro, em São Paulo, e sua participação no Festival Internacional de Jazz de Havana, Cuba. Em 2013,apresentou-se na Bélgica (Club Reserva de Gent) e em São Paulo (Memorial da América Latina). Desde 2013, vem se dedicando intensamente ao projeto autoral “EcoMúsica”, baseado na interação entre música e sons da natureza brasileira em seus diversos ecossistemas, bem como ao duo “Brasil em Dois Pianos”, ao lado do pianista e arranjador Marco Bernardo, com quem realizou o projeto “Brasil em Dois Pianos – Turnê Nacional” (Correios), além de diversos concertos na Sala São Paulo e na série Instrumental SESC Brasil. Em 2015, foi curador do projeto “Virtuoses do Piano Brasileiro”, na Caixa Cultural São Paulo, além de ter lançado uma nova etapa de seu instigante projeto EcoMúsica: o CD autoral “Conversas de um piano com a fauna brasileira”. Em 2016, destacaram-se o lançamento do videoclipe Cigarra, o concerto Radamés encontra Jobim, na Sala São Paulo, a curadoria do projeto Concertos Afro-Brasileiros, na Caixa Cultural São Paulo, e a realização de dois “Concertos EcoMúsica” no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, por ocasião dos 208 anos da instituição. Em setembro, ocorreu o lançamento de uma edição no Japão do CD EcoMúsica | Conversas de um piano com a fauna brasileira, pelo conceituado selo japonês Flau – flau.jp – com distribuição para Ásia, Europa e América do Norte. O sucesso foi tão significativo que o selo Flau agendou uma série de concertos para divulgar o álbum em diversas cidades do Japão, sendo que tal turnê ocorreu entre abril e maio de 2017. Outros eventos de 2017 foram o concerto Tom Jobim 90 Anos, em 19 de março, na Sala São Paulo, o Concerto EcoMúsica, em 8 de abril, no Auditório Ibirapuera, o lançamento de seu CD duplo “Tom Jobim by Fábio Caramuru” e “Dó Ré Mi FonFon” pelo selo Flau (Japão), sua turnê “EcoMúsica Japan Tour”, em oito cidades japonesas, nos meses de abril e maio. Realizou ainda diversas apresentações um unidades do SESC e do SESI, no estado de São Paulo. Em agosto, lançou o projeto “EcoMúsica Rio”, com o videoclipe “Tico-tico”, filmado no alto do Forte do Leme, além de três concertos na cidade do Rio de Janeiro, com a participação do coro de estudantes da Dupla Escola do Caju. Em abril de 2018, lançou o álbum “EcoMúsica | Aves”, em um concerto na Sala São Paulo, além do videoclipe “EcoMúsica | Bem-te-vi”. Em maio, o álbum foi lançado também no Japão pelo selo Flau. Lançou também, com direção de Otavio Dias, os videoclipes “EcoMúsica | Harpia”, filmado nas Cataratas do Iguaçu, (tendo como convidado especial o dançarino Ismael Ivo), “EcoMúsica | Araras”, filmado no ‘Parque das Aves’, em Foz do Iguaçu, e o videoclipe “EcoMúsica | Hidorigamo”, tendo como convidada a ceramista HidekoHonma. Realizou, ainda, um concerto intitulado “EcoMúsica | Brasil-Japão”, no Auditório Ibirapuera, como parte das comemorações dos 110 Anos da Imigração Japonesa no Brasil. Recebeu o prêmio “Mestres da Criatividade”, concedido pelo jornalista Gilberto Dimenstein, do portal “Catraca Livre”, pela realização do videoclipe “EcoMúsica | Harpia”. Em 2019, Fábio prosseguiu ampliando e divulgando o “Projeto EcoMúsica”, realizando concertos no SESC, Fundação Japão, bem como no Canadá, tendo sido convidado para celebrar o Quinto Aniversário do “Café & Cultura Toronto”, no mês de maio, naquela cidade. Em 2020, o músico realizou um concerto do duo Brasil em Dois Pianos, com o pianista Marco Bernardo, na Sala São Paulo, uma apresentação no projeto SESC ao Vivo, além de lançar quatro novos vídeos EcoMúsica, com destaque para o “Amazônia EcoMúsica Uirapuru”. Entre setembro de 2020 e abril de 2021, apresentou uma série de 26 programas semanais na Rádio Cultura FM de São Paulo, intitulada “Tom Jobim por Fábio Caramuru e Babu Baía”. Em 2021/2022 lançou os vídeos EcoMúsica Quero-quero e EcoMúsica Tangará, com a cantora Vânia Bastos. Alexandre Barros - Produção executiva, adminsitração técnico-financeira É sócio da Echo Promoções Artísticas Ltda, criada pelo pianista Fábio Caramuru, e desde 2007 atua como coordenador de produção executiva na empresa. Possui experiência na concepção e realização de variados projetos culturais, patrocinados por empresas via Lei Rouanet e ProAC, bem como na criação de projetos para concorrências em licitação (Caixa Econômica Federal, Correios, Banco do Brasil etc.), incluindo prestação de contas e preparação de documentação. Atua na área de captação de recursos dos projetos da Echo Promoções Artísticas, tendo obtido, anualmente, desde 2010, recursos para a as turnês nacionais do Concurso Rainha Elisabeth da Bélgica. Coordenou a produção executiva da Orquestra Sinfônica da USP, realizando mais de 100 concertos em diversas salas de espetáculos do estado de São Paulo. Realiza campanhas em redes sociais para divulgação de eventos culturais e campanhas em grandes portais UOL etc. Vem coordenando a produção dos vídeos da série EcoMúsica, criada por Fábio Caramuru, tendo auxiliado na criação e lançamentos de vídeos da série gravados no Rio de Janeiro, Cataratas do Iguaçu e, recentemente, durante a pandemia, um vídeo em homenagem à floresta amazônica, tendo obtido apoio institucional do Greenpeace.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.