| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 44705886000144 | BRB CORRETORA DE SEGUROS S.A. | 1900-01-01 | R$ 685,8 mil |
O produto principal visa à realização de 14 oficinas sobre técnicas de produção audiovisual, para jovens entre 18 a 29 anos. Como produtos secundários, serão produzidos: 08 workshops/cursos - que darão suporte aos conteúdos das oficinas, como forma complementar de conteúdo audiovisual.
Este item não se aplica ao projeto em questão por não tratar de um espetáculo. No entanto, os produtos audiovisuais frutos desse processo, ainda não têm sinopse definida, porque serão desenvolvidos dentro do processo de criação, na decorrência do projeto. Os produtos serão de criação coletiva. O texto será elaborado pelos alunos no decorrer do curso, o qual será condizente com a realidade do local. Os temas trabalhados serão os seguintes: - Violência (urbana, sexual, sentimental, etc.) - Ecologia (reciclagem, desperdício, desmatamento, etc.) - Problemas sociais (trabalho, educação, drogas, preconceito, etc.) - Família (relacionamento, economia doméstica, planejamento, etc.) - Sexualidade (gravidez na adolescência, DST, anticoncepcionais, etc.) - Escola (conteúdos, professores, carreira, etc.) - Amigos (influências, diferenças, etc.) - Cidadania (conscientização, estrutura política, Leis, etc.)
1. Objetivos geraisO principal resultado que pretende-se alcançar com a realização do projeto é o incentivo a produções culturais audiovisuais gratuitas, pautadas em uma realidade periférica, com formação para jovens entre 18 a 29 anos, como forma de fomentar produções audiovisuais locais. Além de: * Incentivar produções culturais gratuitas que possam circular nas comunidades;* Gerar emprego e renda;* Propiciar vivências, despertar reflexões e disseminar informações sobre acessibilidade e inclusão nos produtos culturais;*Estimular processos de inclusão nas favelas e comunidades de modo a contribuir para a democratização do acesso à cultura em comunidades que durante muito tempo viveram (ou vivem) em situação de exclusão e violência, presencial e virtualmente;* Aprimorar linguagens artísticas que vinculadas à ampla oferta de acessibilidade na comunicação, contemplem a inclusão de pessoas com deficiência, na produção e no acesso à cultura;* Fazer Cultura enquanto expressão simbólica, de cidadania e economia, e como importante fator na construção e na constituição de um sujeito autônomo;* Possibilitar uma nova forma de educação popular a este público com o intuito de torná-los cidadãos críticos, conscientes de seus direitos e deveres. Atendendo dessa forma, o Art. 2º do Decreto 10.755-021,na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal; e XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. 1.1. Objetivos Específicos 1.1.1. Produto principal Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual Oficinas de formação para jovens relacionadas a produção de conteúdo audiovisual. Duração: 48h aula, 3 meses de duração; Público alvo: jovens entre 18 a 29 anos; Atendimentos: 30 jovens por oficina, serão 2 ciclos de oficinas de 3 meses cada, com chamamento para turmas diferentes para cada ciclo. Serão ao todo, somados os dois ciclos, 14 oficinas, totalizando 420 atendimentos; Quantidade de oficinas: 14 oficinas divididas em 02 ciclos de 3 meses cada, em cada ciclo serão ministradas as oficinas: 1. Introdução ao audiovisual; 2. Produção cinematográfica; 3. Direção de fotografia; 4. Direção e roteiro; 5. Atuação; 6. Direção artística; 7. Captação de áudio. Em cada um dos dois ciclos de oficinas de 3 meses, serão produzidos 02 curta-metragem e 04 videoclipes. 1.1.2. Curso / Oficina / Estágio Cursos de curta duração que são complementares às oficinas, chamados de cursos de verão. Serão definidos durante as oficinas, entre os instrutores e equipe técnica. Quantidade: 16 cursos; Duração: 3h aula por curso; Público alvo: jovens entre 18 a 29 anos; Atendimentos: 30 jovens por oficina, totalizando 480 atendimentos; 2. Metas gerais qualitativas 1. Incentivar produções culturais gratuitas que possam circular nas comunidades; 2. Gerar emprego e renda; 3. Propiciar vivências, despertar reflexões e disseminar informações sobre acessibilidade e inclusão nos produtos culturais; 4. Estimular processos de inclusão nas periferias e comunidades de modo a contribuir para a democratização do acesso à cultura em comunidades que durante muito tempo viveram (ou vivem) em situação de exclusão e violência, presencial e virtualmente; 5. Aprimorar linguagens artísticas que vinculadas à ampla oferta de acessibilidade na comunicação, contemplem a inclusão de pessoas com deficiência, na produção e no acesso à cultura; 6. Fazer Cultura enquanto expressão simbólica, de cidadania e economia, e como importante fator na construção e na constituição de um sujeito autônomo; 7. Possibilitar uma nova forma de educação popular a este público com o intuito de torná-los cidadãos críticos, conscientes de seus direitos e deveres; 9. Sensibilização da comunidade quanto à importância da expressão artística para o pleno desenvolvimento humano e do seu forte poder transformador com as atividades culturais para formação de plateia; 10. Valorizar a cultura nacional e local com base no resgate de valores históricos e sociais. 3. Comprovações Fichas Será realizado o formulário de inscrição online, como única forma de seleção a idade e a quantidade de vagas. Será passado lista de presença diária nas turmas em todas as aulas. Relatório trimestral Será produzido trimestralmente, relatório de comunicação e de cumprimento do objeto (com fotos. Alcance de resultados Os produtos finais, 01 curta-metragem e 02 videoclipes por ciclo de oficinas, é a maior comprovação do alcance de resultados. será produzido em conjunto com todas as sete turmas de audiovisual, cada turma com papel efetivo e técnico para a produção dos vídeos.
A Lei de incentivo a cultura é um mecanismo essencial para realização desse modelo de projeto, que necessita de um aporte de recursos maior, porque trata de várias atividades simultâneas ao longo de 14 meses. Por ser um formato de incentivo que possibilita a isenção fiscal a quem apoia a proposta, é quase que a única alternativa possível para realização de projetos neste formato. O presente projeto justifica-se porque se encaixa nos objetivos postos pela lei de incentivo a cultura, Art. 1º da lei nº 8313/91. I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Justifica-se também porque tem objetivos em consonância do Art. 3° da da Lei 8313/91, que são eles: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Além disso justifica-se porque em questão territorial a Ceilândia, cidade na qual sediará o projeto, foi criada como forma de afastar a população das "invasões" localizadas no berço do Planalto Central para lugares mais afastados do centro. A sigla CEI, que significa Campanha de Erradicação de Invasões, junto à palavra "lândia" que significa cidade, formaram o nome da cidade satélite do Distrito Federal. Até 1989, Ceilândia era considerada uma grande "favela" da cidade de Taguatinga. A partir daquele ano, Ceilândia passou a ser a IX Região Administrativa do Distrito Federal. É a maior periferia do Distrito Federal e, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a 43ª cidade mais populosa do Brasil com 494 mil habitantes. Como toda a periferia brasileira, sofre com a falta de políticas públicas de cultura, e consequentemente, com a escassez de equipamentos públicos direcionados ao fazer cultural. O DF também se destaca por ser o Estado da Federação com a segunda maior desigualdade de renda. A cidade não possui um teatro ou centro cultural público. Esta realidade não é muito diferente em toda a região que o projeto abrangerá. São raros os prédios públicos destinados à produção teatral, em sua maioria, consistindo em projetos de iniciativas sociais que estão em crescente nesse cenário. Ainda que seja uma cidade com importância histórica, é o local que mais abrigou nordestinos no DF na época da construção de Brasília, a cidade sofre com a escassez de meios de transportes e a falta de estrutura. Quanto aos equipamentos culturais, a cidade dispõe de somente 2 bibliotecas públicas. Como as iniciativas culturais são muito esparsas e raramente conseguem se desenvolver, devido à carência de incentivos nesta área, é pela necessidade de geração de renda imediata que os artistas e agentes da cultura do município são levados a abandonar as suas habilidades culturais. O projeto CINE DE EXPRESSÃO justifica-se pois busca ampliar as possibilidades de acesso aos meios de produção, de modo a contribuir com a política de descentralização da cultura no Distrito Federal. Oferece, portanto, espaço de formação cultural, algo extremamente raro e de alto custo para jovens, principalmente de baixa renda. Ademais, o projeto fomenta as diversas formas de criação artística envolvidas na expressão urbana, destinando espaços para concepção e difusão de obras. Todas as ações educativas almeja ultrapassar a dimensão de ?transmissão de saberes?. Serão espaços de promoção do diálogo, propiciando reflexões e debates sobre expressões culturais e valores presentes nas comunidades onde serão realizadas. A intenção não é ?ensiná-los? elementos externos ao contexto em que estão inseridos, mas trabalhar a partir daquilo que faz parte do cotidiano desses sujeitos, valorizando suas trajetórias e características. No Cine de Expressão, todas as pessoas que participaram das oficinas profissionalizantes terão a oportunidade de colocar em prática seus novos conhecimentos. Isto se dará na produção do curta-metragem e dos videoclipes. Em resumo, esta iniciativa configura-se em uma rara oportunidade de um projeto nesta cidade, que é considerada a mais pobre da região, de mudar sua imagem construída na mente de seus próprios habitantes, tornando-a referência pela cultura, promovendo o desenvolvimento econômico, empoderamento e a conquista da cidadania.
O projeto em questão não se enquadra no Art. 15, alíneas ‘a’. ‘b’, ‘d’, ‘e’ ou ‘h’, da IN 02/2019. No entanto, em seus produtos secundários, que serão os produtos finais das oficinas de audiovisuais propostas, serão realizados 02 curtas-metragens e quatro videoclipes. Esses produtos audiovisuais, frutos desse processo, ainda não têm sinopse definida, porque serão desenvolvidos dentro do processo de criação durante as oficinas de audiovisual. Os produtos serão de criação coletiva. O texto será elaborado pelos alunos no decorrer do curso, o qual será condizente com a realidade do local. Os temas trabalhados serão os seguintes: violência (urbana, sexual, sentimental, etc.) - ecologia (reciclagem, desperdício, desmatamento, etc.) - problemas sociais (trabalho, educação, drogas, preconceito, etc.) - família (relacionamento, economia doméstica, planejamento, etc.) - escola (conteúdos, professores, carreira, etc.) - amigos (influências, diferenças, etc.) - cidadania (conscientização, estrutura política, Leis, etc.). A classificação etária indicativa, conforme normas do Ministério da Justiça, será de 12 anos.
1. Introdução ao audiovisual 1.1. Objetivo Oficina voltada, principalmente, para o ensino sobre som e filmagem. O objetivo da oficina é passar aos participantes o conhecimento necessário para a realização de uma produção audiovisual. Desde o conhecimento básico sobre a câmera, a organização da produção, a filmagem e noções básicas edição do produto. A oficina será realizada com ensinamentos teóricos e exercícios práticos, estimulando a criatividade e interatividade aos participantes. 1.2. Metodologia Serão ministradas aulas presenciais. A metodologia aplicada vai mesclar a teoria com a prática, levando em perspectiva a experiência de profissionais locais, que possam trazer a relação do que pode ser adaptado para realidade local, em termos de técnicas e equipamentos. 2. Direção e roteiro 2.1. Objetivo Nesta oficina, a direção e o roteiro serão os componentes mais explorados. Oficina voltada, principalmente, para o ensino sobre direção e roteiro. O objetivo da oficina é passar aos participantes o conhecimento necessário para formação de diretores e roteirista, que darão suporte a criação de produtos audiovisuais de diversas categorias. Desde o conhecimento básico sobre conceitos de direção, preparação, importância da roteirização, noções de enquadramento fotográfico, luz, ambientes internos, externos e composição de cenário. A oficina será realizada com ensinamentos teóricos e exercícios práticos, estimulando a criatividade e interatividade aos participantes. 2.2. Metodologia As oficinas serão uma mescla de teoria e prática. Como serão dados dois conteúdos correlatos na mesma oficina: direção e roteiro. O conteúdo será sempre adaptado para explorar, quase que de forma simultânea, as características comuns e essenciais de cada uma dessas áreas. Serão produzidos estudos de caso sobre adaptações cinematográficas e audiovisuais de grandes obras da história do cinema, sem deixar de lado os premiados produtos audiovisuais do DF, em particular da cidade de Ceilândia - local de realização das oficinas. 3. Atuação para Audiovisual 3.1. Objetivo O objetivo da oficina de atuação para Audiovisual é analisar e refletir sobre os aspectos técnicos e artísticos que compõem a linguagem do cinema a partir da perspectiva do ator. O ator é peça central na narrativa cinematográfica: os elementos estéticos e estilísticos dialogam com ele, criando nuances, pontuando e intensificando sua performance dentro de todo o contexto narrativo. 3.2. Metodologia A oficina fornece instrumentos para que o ator tenha a compreensão prática e teórica da relação entre diretor e ator num set de filmagem. Faz uma análise introdutória das escolas de interpretação dentro do contexto histórico do cinema e seus desdobramentos e, parte de exercícios práticos para apresentar ferramentas e métodos para que os alunos possam encontrar sua forma de construir seus personagens, além de apreenderem como conduzir e proteger o seu espaço criativo. O aluno também estuda as etapas de trabalho e o processo de realização de um filme, no que diz respeito ao trabalho do ator, dando destaque para a construção da unidade mínima de um filme: a cena. 4. Direção de fotografia 4.1. Objetivo O objetivo do curso de fotografia é desenvolver um olhar estético, artístico e crítico no campo da fotografia através de pesquisas temáticas, com recursos técnicos básicos, linguagem visual na produção fotográfica, noção de edição em laboratório digital e produção contextualizadas. Pensaremos a fotografia dentro do audiovisual. O diretor de fotografia leva para o público toda o contexto imaginado na pré-produção, através de técnicas como iluminação, lentes, filtros, movimentos de câmera, enquadramento, cor e exposição. 4.2. Metodologia A metodologia do curso inclui aulas expositivas e práticas, com data show, exibição de vídeos e visitas de profissionais nas aulas. Haverá também o momento de visita à exposição (1 por mês) e saídas fotográficas. Com a intenção de mediar conhecimentos básicos sobre histórico da fotografia, será apresentada a vida e obra de fotógrafos nacionais e internacionais. Buscando diariamente a análise crítica e técnica das obras fotográficas e auto avaliação dos trabalhos realizados no curso. Sempre vinculando os exercícios dos módulos ao tema trabalhado.. Ex: produzir um ensaio fotográfico sobre empreendedorismo ou um ensaio de moda com artigos de cooperativas de costureiras da comunidade; Orientar a criação e organização de portfólio virtual (CD ou DVD) e propor a criação de coletivos de fotografia formado por ex-alunos. 5. Produção cinematográfica 5.1. Objetivo Apresentar ao aluno o que faz um produtor audiovisual no mercado. Explicar as principais fases do processo de desenvolvimento do produto audiovisual. O objetivo é que os alunos aprendam a formatar projetos que possam, de fato, ser viabilizados. Aprendam como funciona um pitching, como deve ser a formatação e apresentação de um projetos, legislações básicas, elaboração de cronograma, orçamento, plano de financiamento e plano de negócios. 5.2. Metodologia Teremos uma etapa teórica para explicar conceitos e algumas legislações. Também teremos um bate papo com profissional do mercado para troca de conhecimentos sobre a áreas e ser ensinado como se deve agir em um pitching. A produção cinematográfica é bastante teórica mas vamos mesclar a teoria com a prática, pois a turma vai estar envolvida no projeto de produção de 01 curta-metragem e 02 videoclipes. Com produtos em linguagens diferentes, podemos explorar melhor as várias vertentes de uma produção audiovisual e explorar melhor seus desafios. 6. Captação de áudio 6.1. Objetivo O técnico de som é responsável pela captação dos ruídos e diálogos da produção. Sendo, junto com o diretor de fotografia, peça-chave para a construção da atmosfera pensada na pré-produção. Aqui, serão ensinadas as várias faces dessa parte da produção, como desenho de som, som direto, dramaturgia sonora, edição de som, ambientes, efeitos, foley e mixagem. 6.2. Metodologia A captação de áudio é bastante teórica, vamos mesclar a teoria com a prática, pois a turma vai estar envolvida no projeto de produção de 01 curta-metragem e 02 videoclipes. Com produtos em linguagens diferentes, podemos explorar melhor as várias vertentes da captação de áudio e seus desafios. 7. Direção artística 7.1. Objetivo Diretor de Arte é o responsável por criar o conceito visual de um filme e orientar sua equipe para a execução desse projeto. A direção de arte abrange toda a parte estética do filme, desenvolvendo uma unidade visual para a narrativa e atuando em estreita parceria com a equipe de direção de fotografia. 7.2. Metodologia Serão exposto, como estudos de caso, processos criativos de filmes com diferentes estéticas, bem como suas possíveis fontes de referências. Propõe-se aos alunos um novo olhar sobre a obra audiovisual e sua construção, sobre a coerência entre as escolhas estéticas e narrativas e a funcionalidade da Direção de Arte.
1. Produto: festival 1.1. ACESSIBILIDADE FÍSICA. O local de realização, a Praça do Cidadão em Ceilândia Norte, atende às prerrogativas da lei no quesito acessibilidade física, como: vagas em estacionamento reservadas e sinalizadas para idosos e portadores de necessidades especiais e rampas de acesso. Em relação aos banheiros, serão locados banheiros adaptados PNE - Portadores de Necessidades Especiais, o projeto também prevê equipe de brigadistas. 1.2. DEFICIENTES AUDITIVOS. 1.2.1. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: todas as rodas de bate-papo e debate; 1.2.2. Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE: os curtas e videoclipes produzidos nas oficinas serão legendados. 1.3. DEFICIENTES VISUAIS. 1.3.1. Serão realizadas duas sessões com audiodescrição, referente aos dois curtas-metragem que serão exibidos durante o festival; 1.3.3. Medidas de promoção para acesso ao conteúdo. Serão transmitidas as principais rodas de bate-papo via internet e com ampla divulgação. Será produzido material em vídeo de pós-evento com legendas. Será permitida a captação de conteúdo durante todas as rodas de bate-papo e palestras. Todas as medidas de acessibilidade serão amplamente divulgadas no material de divulgação. 2. Produto: Curso / Oficina / Estágio. 2.1. ACESSIBILIDADE FÍSICA. O local de realização, o Galpão Cultural, fica na Praça do Cidadão em Ceilândia Norte, e atende às prerrogativas da lei no quesito acessibilidade física, como: vagas em estacionamento reservadas e sinalizadas para idosos e portadores de necessidades especiais, rampas de acesso, piso tátil, banheiro adaptado PNE - Portadores de Necessidades Especiais. 2.2. DEFICIENTES AUDITIVOS. 2.2.1. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: ficará disponível profissional intérprete em libras, para atender alunos com necessidades especiais que possam vir a se inscrever. A informação estará disponível em material de divulgação e no formulário de inscrição. 2.3. Medidas de promoção para acesso ao conteúdo. Será permitida a captação de conteúdo, gravação em vídeo das aulas e a utilização do conteúdo será de livre acesso. Todas as medidas de acessibilidade serão amplamente divulgadas no material de divulgação. 3. Produto: Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual - Produto Principal 3.1. ACESSIBILIDADE FÍSICA. O local de realização, o Galpão Cultural, fica na Praça do Cidadão em Ceilândia Norte, e atende às prerrogativas da lei no quesito acessibilidade física, como: vagas em estacionamento reservadas e sinalizadas para idosos e portadores de necessidades especiais, rampas de acesso, piso tátil, banheiro adaptado PNE - Portadores de Necessidades Especiais. 3.2. DEFICIENTES AUDITIVOS. 3.2.1. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: ficará disponível profissional intérprete em libras, para atender alunos com necessidades especiais que possam vir a se inscrever. A informação estará disponível em material de divulgação e no formulário de inscrição. 3.2.2. Medidas de promoção para acesso ao conteúdo. Será permitida a captação de conteúdo, gravação em vídeo das aulas e a utilização do conteúdo será de livre acesso. Todas as medidas de acessibilidade serão amplamente divulgadas no material de divulgação. Itens na planilha orçamentária:11 - Intérprete de LIBRAS (Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual)12 - Legenda descritiva (Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual)20 - Diretor de Acessibilidade (Festival/Mostra - Audiovisual)33 - Intérprete de LIBRAS (Festival/Mostra - Audiovisual)54 - Intérprete de LIBRAS (Curso / Oficina / Estágio)46 - Serviço de audiodescrição (Festival/Mostra - Audiovisual)
1. Plano de Distribuição detalhado, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, de acordo com art. 20 da IN n° 2 de 2019. 1.1. Produto - Curso / Oficina / Estágio Serão 480 vagas. a) 100% (cem por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. 1.3. Produto Principal Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual Serão 420 vagas. a) 100% (cem por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. 2. Em complemento, adoção de medidas de ampliação do acesso, de acordo com art. 21 da IN n° 2 de 2019. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Atividades realizadas pelo proponente: Coordenadora Pedagógica- Natália Botelho Especialista em Políticas Públicas, Infância, Juventude e Diversidade e Pedagoga, ambas pela Universidade de Brasília (UnB). É Produtora Executiva na Rede Urbana de Ações Socioculturais (RUAS) e Programa Jovem de Expressão. Curriculo resumido 10 anos de experiência no Terceiro Setor, atuando em cargos de coordenação de comunicação, gestão de projetos e atualmente presidente da REDE URBANA DE AÇÕES SOCIOCULTURAIS. Projetos sociais focados em produções culturais e esportivas com foco na juventude da periferia. Atuação em projetos de empreendedorismo social, saúde, prevenção a violência e drogadição e projetos de empoderamento juvenil. 2. Coordenador do projeto - Antônio de Pádua Oliveira Sá Responsável pela coordenação geral do projeto, é um dos responsáveis legais da organização proponente: Instituto de Referência da Juventude. Entre suas atribuições, será o responsável por todas as decisões operacionais do projeto. Curriculo resumido Entre Fevereiro de 2018 e Junho de 2019, atuou na área de gestão e administração financeira de projetos culturais do Fundo de Apoio à Cultura/SECULT-DF, LIC e Lei Rouanet na produtora Desvio Produções como Produtora Assistente, tendo realizado acompanhamento de todo o processo financeiro de projetos como: Plano das Artes, Dragão Floresta Abundante, Prêmio de Arte Contemporânea Transborda Brasília, Ciclo de Formação Técnica em Exposições, bem como produção executiva dos espetáculos Mimosa, Merda!, Entre Quartos e Inquietações. Entre Fevereiro e Maio de 2019, foi produtora local e tutora do projeto Usina de Projetos Culturais. 3. Coordenação de Oficinas - Rayane Soares Curriculo resumido Rayane Soares, Pedagoga, especialista em Gestão de Projeto e integrante Programa Jovem de Expressão como Coordenadora, o projeto é localizado na Ceilândia-DF, onde vem atuando pelo asseguramento dos direitos da Juventude periférica. 4. Coordenadora de comunicação - Dayana da Silva Curriculo resumido Moradora da cidade de Ceilândia, 23 anos, Publicitária, estágio realizado na Empresa Brasil de Comunicação (EBC), colaboradora no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2011, participou do grupo cultural Cerrado Otaku e do projeto Fest Dance. Hoje sou Auxiliar de Comunicação no Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime e Repórter do Portal Ceilândia e Produtora do Festival Elemento em Movimento e Praça Ibero-Americana da Juventude.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.