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O projeto se destina à elaboração e publicação do livro de arte A Igreja de Nossa Senhora do Brasil e seu Retábulo Barroco, de autoria de Maria Cecília Naclério Homem que se propõe a reconstituir a história da Igreja de Nossa Senhora do Brasil, um exemplar curioso de persistência cultural do Ecletismo na arquitetura religiosa paulistana, em sua modalidade específica do estilo Neocolonial brasileiro. Um encontro com a autora e o editor faz parte da programação de lançamento da publicação.
O objetivo deste livro é reconstituir a história da Igreja de Nossa Senhora do Brasil, que se situa na Praça do mesmo nome, no bairro do Jardim América, Cidade de São Paulo. Trata-se de um exemplar curioso de persistência cultural do Ecletismo na arquitetura religiosa paulistana, em sua modalidade específica do estilo Neocolonial brasileiro. Observaremos como esse projeto procura se harmonizar com o passado mediante a inserção de uma peça autêntica do barroco paulista, datada da primeira metade do século XVIII. Trata-se de um retábulo pro veniente da antiga matriz de Santana de Mogi das Cruzes, São P aulo, para a qual foi realizado. Apesar de ter servido de altar colateral, estamos diante de uma preciosidade daquele estilo que segue os modelos e os cânones eruditos de sua época, quando estava em voga o estilo joanino (1720 -1760). Hoje, essa talha, que foi devidamente adaptada para servir de altar -mor, abriga, em seu trono, uma versão europeizada da imagem de Nossa Senhora do Brasil. Da mesma forma, o templo restaura ainda, outras modalidades artísticas do período colonial, tais como azulejaria e pinturas, desenvolvidas em torno de temas ligados à nossa tradição religiosa e à história do país, bem como em torno dos tipos populares e regionais que compõem a etnia nacional.
OBJETIVO GERAL O projeto visa a edição e publicação de um livro de arte, com textos e imagens, devido à sua importância como ícone na história da cidade de São Paulo, possui a Igreja Nossa Senhora do Brasil. Observaremos como esse projeto procura se harmonizar com o passado mediante a inserção de uma peça autêntica do barroco paulista, datada da primeira metade do século XV III. Trata-se de um retábulo proveniente da antiga matriz de Santana de Mogi das Cruzes, São P aulo, para a qual foi realizado. Apesar de ter servido de altar colateral, estamos diante de uma preciosidade daquele estilo que segue os modelos e os cânones eruditos de sua época. Hoje, essa talha, que foi devidamente adaptada para servir de altar-mor, abriga, em seu trono, uma versão europeizada da imagem de Nossa Senhora do Brasil. Da mesma forma, o templo restaura ainda, outras modalidades artísticas do período colonial, tais como azulejaria e pinturas, desenvolvidas em torno de temas ligados à nossa tradição religiosa e à história do país, bem como em torno dos tipos populares e regionais que compõem a etnia nacional. Com a publicação, pretende-se ampliar o conhecimento acadêmico e popular sobre características Arquitetônicas e a história dessa edificação tão representativa e seu lugar na memória cultural paulistana. Segundo o Art. 2º do Decreto 10.755, de 2021, na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; XII - apoiar as atividades culturais de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não; XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. OBJETIVO ESPECÍFICO Produto LIVRO: produzir, publicar e distribuir 1.000 exemplares do livro "A Igreja de Nossa Senhora do Brasil e seu Retábulo Barroco" de autoria de Maria Cecília Naclério Homem. - a publicação é resultado de pesquisa inédita e registros imagéticos de detalhes arquitetônicos bem como obras de arte que compõe o conjunto. Produção do audiobook da publicação. Realização de palestra, com presença da autora, no Museu de Arte Sacra de São Paulo para alunos e professores de escolas públicas de São Paulo. CARACTERÍSTICAS DO LIVRO Miolo: 304 páginas Formato fechado: 23 x 27 - Formato aberto: 46 x 28 em Cores: 4 x 4 cores Papel: Couchê empastado (capa dura) 4 x 0 com hot stamping + verniz localizado Miolo: papel couchê 150g, 4x4 cores, verniz de máquina, alceado e costurado
O Museu de Arte Sacra de São Paulo, "uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e encanto da sociedade", como define ICOM, vê na edição e publicação do livro A Igreja de Nossa Senhora do Brasil e seu Retábulo Barroco mais uma oportunidade de disseminar tradições, gerando conhecimento e valorização da multiculturalidade no mundo. O projeto de publicação busca, em sua abordagem, focalizar a importância do conhecimento histórico, cultural e religioso, assim como suas tradições. A Igreja Nossa Senhora do Brasil, apressadamente taxada de barroca - quando na verdade sua fatura é neocolonial - figurou e figura até o presente como um dos mais representativos templos católicos da dita modernidade. Um conjunto de elementos desvendados na publicação, discrimina o tempo cultural de sua realização, revelando o contexto socioeconômico que presidiu a edificação e a especialidade de seu retábulo, mas não só: são analisadas, em profundidade, a estética apurada de evocação colonial; sua localização urbana em área "higienizada"; a evocação do reverenciado passado arquitetônico barroco, as técnicas construtivas empregadas; sua oportuna implantação no cruzamento de ruas que conformavam o desenho de uma praça pitoresca; assim como foi assinalado o desejo dos moradores do bairro que ansiavam por uma igreja para chamar de sua. E mais: foram desvendados os tantos detalhes de seu interior, miscelânea de representações decorativas, assim como a curiosa instalação da Capela de Malta, enigmática naquele espaço clerical e muito mais. Logo, o "monumento", referência inicialmente do bairro Jardim América e mais tarde lugar pertencente aos moradores dos vários "bairros jardins" lá implantados, tornou-se símbolo eloquente de trato arquitetônico qualificado, disputado para cerimônias litúrgicas de toda ordem, desde batizados, crismas, missas de sétimo dia, missas de formatura e como corolário de representações, os enlaces matrimoniais, ali notabilizados por sua pompa e opulência. Não obstante a aura de templo magnificado na Capital, pouco ou quase nada se sabia das circunstâncias de sua concepção e construção. As informações disponíveis até então, não dão conta de ilustrar a magnitude e riqueza que presidiram não apenas a edificação, mas a dimensão que representou na história da cidade, do quadro da arquitetura nacional, dos embates entre as tantas correntes estilísticas que nortearam sua construção. Construção que se estendeu por vinte anos, de 1940 a 1960, a partir da iniciativa do Banco Comercial do Estado de São Paulo que, aos poucos, adquiriu os terrenos necessários da Prefeitura, então de posse da Companhia City, contando com as benesses dos paroquianos, vizinhos, beneméritos. A despeito de sua importância, não se tinha até aqui a noção da plêiade de profissionais que nela atuaram, hoje consagrados pela historiografia, particularmente da história da arquitetura e da arte. A autora, em suas pesquisas, faz uso de metodologia científica, recorrendo às mais dispersas e diversas fontes, atenta aos depoimentos, assim como às inovadoras práticas da narrativa histórica. Buscou fontes primárias manuscritas de arquivos paroquiais, difíceis de serem localizadas, fontes secundárias de gama diversificada, depoimentos de contemporâneos e/ou realizadores da obra, inclusive do próprio arquiteto Bruno Simões Magro, do engenheiro Gomes Cardim e do pintor Antonio Paim Vieira, assim como de executores não só da obra inicial como de suas adaptações e reformas posteriores. Moto contínuo, levar o conhecimento histórico, cultural, visual e artístico a todos os públicos assim como a disseminação da beleza cultural no mundo. A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. A venda desse tipo de livro não é comercialmente viável e deste modo, não conseguimos pagar o custo de sua produção. Este projeto se justifica pois, conforme Lei 8.313 ele: Art. 1º O projeto apresentado se enquadra nos insicos abaixo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá o seguinte objetivo: I - fomento à produção cultural e artística, mediante: desenvolvimento de livro físico e audiobook. Podemos ainda dizer, que este projeto é um projeto democrático pois doará 100% dos exemplares impressos possuindo também sua versão em audiobook.
não se aplica
LIVRO Miolo: 304 páginas Formato fechado: 23 x 27 - Formato aberto: 46 x 28 em Cores: 4 x 4 cores Papel: Couchê empastado (capa dura) 4 x 0 com hot stamping + verniz localizado Miolo: papel couchê 150g, 4x4 cores, verniz de máquina, alceado e costurado PALESTRA A autora abordará conhecimentos e vivências através de um formato de palestra que será oferecida nas dependências do Museu de Arte Sacra de São Paulo e em outros espaços parceiros, de acesso gratuito para a Formação de Plateia. Serão doados exemplares gratuitamente ao público presente nas datas das palestras de Formação de Plateia, que fomentará temas como importância da edificação para a arquitetura, cultura e marco de fé. Esse formato possibilitará ainda mais o livre acesso ao fomento à cultura.
Acessibilidade física: O lançamento do livro será realizado no Museu de Arte Sacra de São Paulo; o museu possui rampas de acesso, banheiro adaptado, profissionais especializados e demais recursos que garantem a acessibilidade dos Portadores de Necessidades Especiais e Idosos Acessibilidade de conteúdo: a publicação resultante do projeto terá sua tiragem completa distribuída gratuitamente também será produzido e disponibilizado o audiobook do livro através de QR code disponível na versão impressa. Na palestra, com presença da autora, haverá profissional especializado em libras, pertencente à setor Educativo do Museu de Arte Sacra de São Paulo
O produto resultante deste projeto cultural não possuirá valor comercial de venda sendo a totalidade de sua tiragem distribuída gratuitamente A proposta prevê distribuição gratuita de 10% da tiragem para patrocinador, 10% para divulgadores e órgão de imprensa, 20% para bibliotecas, centros culturais, ONG, OCIP e pontos de cultura em todo Brasil, 10% para a população de baixa renda e 06 exemplares para o acervo do Ministério da Cultura. Como consta no Art. 21., em complementação, vamos adotar a seguinte medida de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea A, inciso I do artigo 20, no mínimo, 15% (quinze por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a consulados, centros culturais, universidades, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados, bem como à Igreja Nossa Senhora do Brasil; Conforme Art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo, será adotada: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; ( o total da tiragem será distribuído gratuitamente) VI - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao parágrafo único do art. 22, desta Instrução Normativa, ou além do previsto; ( o total da tiragem será distribuído gratuitamente) VII - comercializar além do previsto na alínea "e", inciso I do artigo 22 desta Instrução Normativa, no mínimo dez por cento em valores que não ultrapassem o preço do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; fazendo o uso deste mecanismo; ( o total da tiragem será distribuído gratuitamente) XIV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente. ( o total da tiragem será distribuído gratuitamente) Contrapartida Social: Palestra (a ser agendada com a autora) Como consta no Art. 21., em complementação, vamos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; A autora abordará conhecimentos e vivências através de um formato de palestra que será oferecida nas dependências do Museu de Arte Sacra de São Paulo e em outros espaços parceiros, de acesso gratuito para a Formação de Plateia. Serão doados nas palestras de Formação de Plateia, exemplares gratuitos aos participantes. Esse formato possibilitará ainda mais o livre acesso ao fomento à cultura.
O proponente será responsável pela gestão administrativa / técnico-financeira do projeto Museu de Arte Sacra de São Paulo - Proponente Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, Organização Social (OS) administrada por SAMAS (Associação Amigos Museu de Arte Sacra), possui 50 anos de atuação cultural ininterruptas, estabelecido na ala esquerda do Mosteiro da Luz, em plena região central de São Paulo, É fruto de uma parceria entre o Governo do Estado de São Paulo e a Cúria Metropolitana e seu acerco, composto por milhares de peças, é resultado da junção da coleção da Cúria e de obras do governo paulista. É uma das principais instituições culturais brasileiras voltadas ao estudo, conservação restauro e exposição de objetos relacionados às artes, com destaque ao segmento sacro e barroco. Com o decorrer das décadas, sua atuação constante e sólida no circuito cultural brasileiro permite que a instituição seja vista não apenas como uma guardiã de peças históricas, mas como um ativo participante da redação da história dos dias atuais, aproximando-se das pessoas, conquistando novos públicos e atuando em vertentes diversas, como cursos, concertos, projeções de cinema, palestras e atuação no universo digital. Realiza exposições presenciais e virtuais com edição de catálogos, além de cursos de formação e extensão nas modalidades presenciais e digitais, de curta e longa duração, sobre temas diversos para diferentes públicos e publicação de livros. Maria Cecilia Naclério Homem - autora Paulistana, Doutora em Estruturas Ambientais Urbanas, pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP e Mestre em História pelo Departamento de História da FFLCH-USP. Possui os diplomas de Bacharel e Licenciatura em Letras Neolatinas pela Universidade de São Paulo. Trabalhou como Pesquisadora do Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP (1974-2008). Vem direcionando seus estudos para o conhecimento do patrimônio histórico e arquitetônico paulista e a necessidade de sua preservação. Foi pesquisadora do Instituto de Estudos Brasileiros da USP. Pela FAU-USP, realizou estágio no Inventário Geral dos Monumentos e Riquezas Artísticas da França, Paris, cujo relatório foi organizado pela Professora e publicado para os alunos em forma de apostila, por essa Faculdade. Como bolsista do Instituto de Cultura Hispânica e da Fundação Calouste Gulbenkian, estudou Geografia, História, História da Arte e da Arquitetura na Universidade Complutense de Madrid e na Universidade de Lisboa, onde também aperfeiçoou seus estudos de Língua e Literatura Espanholas e Portuguesas. Possui também, o Diploma de Língua e Literatura Italiana, pelo Istituto Italiano di Cultura de São Paulo e Diploma Superior de Língua, Literatura e Civilização Francesas pela Universidade de Nancy/França. Além de artigos de sua lavra, salientam-se as obras: Catálogo Vila Penteado, (coordenação e textos de sua autoria e outros autores) São Paulo, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, 1976; Higienópolis: Grandeza e decadência de um bairro paulistano, 1º Prêmio do Concurso Monografias de Bairros, concedido pela Prefeitura Municipal de São Paulo, 1979, publicada pela mesma, em 1980. A Edusp reeditou esta obra em 2011, com título Higienópolis: Grandeza de um Bairro Paulistano. São ainda de sua autoria: O Prédio Martinelli: a Ascensão do Imigrante e a Verticalização de São Paulo (seu Mestrado), O Palacete Paulistano e Outras Formas de Morar da Elite Cafeeira (1897-1918) (Doutoramento), Cozinha e Indústria em São Paulo: do Rural ao Urbano, editado pela Edusp, em 2015 (PRÊMIO JABUTI – 2015-2016, na área de Gastronomia). Tem participado em várias bancas examinadoras de Mestrado e Doutorado, na área de Arquitetura e Urbanismo. Como pós-doutorado, dedica-se ao estudo das tipologias e usos da habitação paulistana durante o ciclo do açúcar paulista e o império do café, com o objetivo de chegar à História do Cotidiano e da Cultura Material. A autora é também, membro do Comité de Civismo e Cidadania da Associação Comercial de São Paulo e da Sociedade de Veteranos de 32- MMDC, do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo; em 30/08/2011, tomou posse na Academia Cristã de Letras, onde ocupa a Cadeira número 25, cujo Patrono é Rui Barbosa; e ocupa a Cadeira 05 da Academia Paulista de História, cujo Patrono é Pedro Taques de Almeida Paes Leme. Pedro Paulo Braga de Sena Madureira – editor Criado no seio de uma família de alto padrão cultural e político, sua formação é de alto ditada, tendo começado a trabalhar como editor de livros no final da década de 1960. Colaborou na elaboração de importantes catálogos editoriais brasileiros, até hoje presentes no mercado, por meio de editoras como Imago, Nova Fronteira, Guanabara e Grupo Siciliano. Seus mestres foram Antonio Houaiss, Aurélio Buarque de Holanda, Francisco de Assis Barbosa, Otto Maria Carpeaux, Pedro Nava, Carlos Lacerda, entre outros. Em 1989, a convite do escritor Fernando Moraes, mudou-se para São Paulo, para assessorá-lo na Secretaria de Estado de Cultura, da qual ele era o titular. Sua formação cultural e profissional e vastíssima, abrangendo literaturas ocidentais desde o mundo greco-latino, passando pelas filosofias da mesma natureza, história da arte, até o estudo das religiões ocidentais e extremo orientais. Ao longo dos últimos cinquenta anos, tem participado de congressos, conferências e palestras no Brasil e na Europa. É membro da Fundação Bienal de São Paulo desde abril de1994, da qual foi vice-presidente por três vezes e hoje é um de seus conselheiros vitalícios. Foi vice-presidente executivo da Brasil Connect Cultura e Ecologia, responsável no ano 2000 pela marcante exposição Mostra do Redescobrimento além de importantes exposições de artistas nacionais e estrangeiros no Brasil, nos Estados Unidos, na França, na Inglaterra, Portugal e China. A partir de 2006, tem ministrado cursos sobre formação do leitor, mercado editorial, relação entre escritor e editor, filosofia ocidental, história, política e sociedade. Silvia U. Balady – Coordenação e Produção Executiva. Produtora e coordenadora de projetos culturais. Especialista em Comunicação e PR de Cultura. Formada em Administração de empresas pela FMU-SP/ USF (University of San Francisco CA/USA). Possui em seu currículo trabalhos como Ernesto De Fiori, Degas – MASP (2005), As Donas da Bola – CCSP (2014). Produção executiva de exposições e serviços de assessoria de imprensa para instituições e galerias de arte, tais como: Museu de Arte Sacra de São Paulo, Museu Afro Brasil, Museu da Cidade/ Casa da Imagem, SESC Piracicaba, Casa de Cultura do Parque, Galeria VilaNova, Bianca Boeckel Galeria, Galeria BASE, Verve Galeria, Gabriel Wickbold Studio&Gallery, Galeria Houssein Jarouche, Galeria Jacques Ardies, LONA Galeria, Galeria Zero, BOSSA Gallery (Miami), 1500 Babilonia Galeria (RJ), Galeria La Photo (RS), entre outras.
PROJETO ARQUIVADO.