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PRONAC 221081Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Operação de Riso

KLEBER LUIZ BRIANEZ
Solicitado
R$ 224,9 mil
Aprovado
R$ 224,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Performance de Circo, Clown e Ilusionismo
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
Santo André
Início
2023-01-01
Término
2025-10-20
Locais de realização (1)
São Caetano do Sul São Paulo

Resumo

Atividade de palhaçaria em hospitais públicos de São Caetano do Sul.

Sinopse

O projeto Operação de Riso pretende levar a arte do palhaço à três hospitais, além de unidades básicas de saúde, por meio de intervenções e visitação. O intuito é o de criar um momento de descontração e alegria na rotina das pessoas que se encontrem no local da apresentação, levando um pouco da magia e do encanto que acompanham os palhaços, criando momentos de interação entre o artista e o público, o palhaço e o paciente.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O projeto Operação de Riso pretende levar a arte do palhaço a hospitais criando um momento de descontração e alegria na rotina das pessoas que se encontrem no local da apresentação, levando um pouco da magia e do encanto que acompanham os palhaços, criando momentos de interação entre o artista e o público, o palhaço e o paciente. O projeto atende ao inciso VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021 levando atividade cultural para pessoas sem mobilidade por conta da hospitalzação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: realizar apresentações de palhaçaria em três hospitais e unidades basicas de saúde de São Caetano do Sul, duas vezes por semana com duração de 3 horas cada, por 6 meses. Essas visitas são feitas por dois atores, preferencialmente um homem e uma mulher, para que a aproximação com o paciente seja facilitada. Quanto às apresentações fora do hospital (Ubs’s e Casas de Apoio), estas ocorrerão duas vezes por mês, na última semana de cada mês, em entidades a serem escolhidas, podendo ser apresentada por mais de uma vez no mesmo espaço, com duração de 30 minutos cada uma. Aprofundar as pesquisas que já são realizadas acerca do universo do palhaço. O grupo deseja aprofundar suas pesquisas sobre o universo do palhaço com a supervisão e auxilio de profissionais capacitados que acompanharão o grupo durante todo o processo. Para tanto, serão realizadas durante os seis meses de projeto encontros semanais com estes profissionais, de 4 horas cada. Cada integrante do grupo fará um relatório mensal sobre o trabalho, que será lido e discutido em reuniões. O objetivo desta reunião é a troca de experiências entre os atores e o relato dos fatos que mais marcaram aquele mês. Capacitar atores para desenvolverem o trabalho com a orientação de profissionais experientes.

Justificativa

O Grupo Operação de Riso é formado por profissionais formados em artes cênicas, que pesquisam a linguagem do palhaço desde 1998. O palhaço é um treinamento para o ator. É um trabalho que lida especificamente com o olhar. Do contato com o artista e sua platéia. Contato vivo, pulsante, verdadeiro. E, baseando suas ações na certeza do poder transformador que a arte possui, o grupo com este trabalho, esta pesquisa, este palhaço, explora outros tipos de público, buscando outros olhares, outras relações, uma outra experiência, um outro ambiente. Neste caso, um hospital. Uma experiência que não é a de fazer um espetáculo onde o público vem até o teatro, mas onde o teatro vai até o público. Onde as pessoas não pagaram para ver aquilo, nem sabem o que vai acontecer. Onde, muitas vezes, o público é composto apenas de uma pessoa. O elemento surpresa existe o tempo todo. Esta proposta está contemplada no Art 3o da lei 8313/91 Inciso II a, que estabelece o papel da lei como incentivadora no fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. Esta proposta está contemplada no Art. 1º da Lei 8313/91 Inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - A equipe será composta por 4 atores profissionais. Cada um, com sua função específica dentro do grupo. Nestes seis meses do projeto, dois atores trabalharão fixos no hospital. Os outros dois atores participarão dos treinamentos e das apresentações mensais, nas instituições escolhidas. A produção e a coordenação do projeto ficam a cargo dos fundadores do mesmo. Esta proposta está contemplada no Art 3o da lei 8313/91 Inciso II a, que estabelece o papel da lei como incentivadora no fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. Por fim, o projeto é marcado pela forte preocupação de contrapartida social, uma vez que são utilizados recursos públicos, sendo assim, esta proposta também se destina a promover acessibilidade e democratização dos resultados à população em geral e oferecer uma contrapartida que consiste na formação artística de alunos da rede pública de ensino no que diz respeito à poética do projeto.

Especificação técnica

- As visitações ao hospital serão realizadas duas vezes por semana, com duração de 3 horas cada visita, por um período de 6 meses. Essas visitas são feitas por dois atores, preferencialmente um homem e uma mulher, para que a aproximação com o paciente seja facilitada. - Quanto às apresentações fora do hospital (Ubs’s e Casas de Apoio), estas ocorrerão duas vezes por mês, na última semana de cada mês, em entidades a serem escolhidas, podendo ser apresentada por mais de uma vez no mesmo espaço, com duração de 30 minutos cada uma. - O grupo deseja aprofundar suas pesquisas sobre o universo do palhaço com a supervisão e auxilio de profissionais capacitados que acompanharão o grupo durante todo o processo. Para tanto, serão realizadas durante os seis meses de projeto encontros semanais com estes profissionais, de 4 horas cada. - Cada integrante do grupo fará um relatório mensal sobre o trabalho, que será lido e discutido em reuniões. O objetivo desta reunião é a troca de experiências entre os atores e o relato dos fatos que mais marcaram aquele mês. - A equipe será composta por 4 atores profissionais. Cada um, com sua função específica dentro do grupo. Nestes seis meses do projeto, dois atores trabalharão fixos no hospital. Os outros dois atores participarão dos treinamentos e das apresentações mensais, nas instituições escolhidas. A produção e a coordenação do projeto ficam a cargo dos fundadores do mesmo.

Acessibilidade

O Projeto visa atender às normas de acessibilidade e para tanto a realização dos espetáculos e por acontecer no sistema de saúde, automaticamente atende às normas e Leis vigentes no país no sentido de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, nos termos da Lei n° 13.146, de 6 de julho 2015 segundo a qual é instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania e ainda conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Neste sentido, é previsto o completo acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida aos espaços expositivos. O projeto também prevê: INTERVENÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos. (ESPAÇOS HOSPITALARES ACESSÍVEIS) DEFICIENTES AUDITIVOS: sessões com tradução de libras (PLANILHA: INTÉRPRETE DE LIBRAS) DEFICIENTES VISUAIS: sessões com audiodescrição (PLANILHA: AUDIODESCRIÇÃO) OUTRA (acessibilidade para espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos): apoio pedagógico (PLANILHA: MEDIADOR)

Democratização do acesso

Este projeto prevê a democratização do acesso à produçao artística financiada, atendendo aos seguintes incisos do Art. 24 da IN 01/2022 do Ministério da Cidadania: INTERVENÇÃO II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;

Ficha técnica

. Kleber Brianez (Dr. Nérdolino Wasowsky) – Coordenador Geral e Ator . Lígia Campos (Dra. Pafúncia Maionese) - Coordenadora Artística e Atriz . Rani Guerra (Dr. Batatinha) - Ator . Gislaine Pereira (Dra. Elisa Betana) - Atriz Kleber Brianez (Dr. Nérdolino Wasowsky) – Coordenador Geral e AtorDr. Nérdolino WasowskyAtor, formado pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul no curso de Habilitação Profissional de Técnico de Ator. Estudou com profissionais renomados, dentre eles, Bete Dorgam, Cristiane Paoli Quito, Ésio Magalhães, Dagoberto Feliz, Silvia Leblon, Doutores da Alegria e com Philippe Gaulier, na França. Integra, desde 2007, o "Programa Palhaços em Rede", oferecido pelos Doutores da Alegria. Foi vencedor de dois Prêmios FEMSA Coca-cola 2013, na Categoria Especial e Prêmio Crystal Eco de Sustentabilidade, pelo espetáculo Esparrama Pela Janela, do Grupo Esparrama. Com este mesmo Grupo, do qual é sócio-fundador e ator, foi contemplado em 2014 com o Edital Rumos Itaú Cultural, pelo projeto “Janelas do Minhocão”. Integrou, de 2009 a 2012, a Cia. Circo de Bonecos, onde pesquisou e praticou a linguagem do Palhaço e do Teatro de Animação, sob a direção e coordenação de Cláudio Saltini. Recebeu em 2011 o Prêmio FEMSA Coca-cola de melhor trilha sonora, com o espetáculo Circo de Pulgas, da Cia. Circo de Bonecos e com esta mesma Cia. participou do FITO (Festival Internacional de Teatro de Objetos) em Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis, Campo Grande, Brasília, Curitiba e Recife. Esteve em cartaz em 2013 e 2014 com o espetáculo que discute o bullying: E AGORA COMO FAZ? (Proac ICMS e Lei Rouanet), inspirado na obra de Eva Furnari. Além de atuar nessa produção também desenvolveu o roteiro e o texto, em parceria com Raul Figueiredo, artista formador dos Doutores da Alegria. É palhaço desde 1998 e trabalha com humanização hospitalar desde 2002. Em 2005, juntamente com Ligia Campos, fundou o Grupo Operação de Riso. Lígia Campos (Dra. Pafúncia Maionese) - Coordenadora Artística e AtrizDra. Pafúncia MaioneseAtriz formada na Fundação das Artes de São Caetano do Sul e com licenciatura plena em Artes pela FAINC. É sócia fundadora grupo Operação de Riso, que leva a linguagem do palhaço aos hospitais públicos e privados da Grande São Paulo. Por esta ação o Grupo Operação de Riso recebeu dois importantes prêmios do governo federal: I e II Prêmio Cultura e Saúde. Pôde realizar um intercâmbio com o grupo Le Rire Médicin e curso com o mestre Phillipe Gaullier, na França. Atuou durante três anos na Cia. Circo de Bonecos, onde pesquisou a linguagem da manipulação de bonecos, objetos e do teatro infantil. Atualmente integra o Grupo Esparrama que tem em seu repertório os espetáculos “2po4” e “Esparrama pela Janela”, este último ganhador de 2 prêmios FEMSA Coca Cola pela Direção e Prêmio Especial Sustentabilidade e um prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro na categoria Ocupação de Espaço. Rani Guerra (Dr. Batatinha) - AtorDr. BatatinhaAtor, palhaço e Cantor Lírico formado pelo Conservatório de Tatuí (SP) CDMCC. É membro fundador do Grupo Esparrama, onde desenvolve suas pesquisas de palhaço e música. O grupo conta com dois espetáculos em repertório: “2POR4” e “Esparrama Pela Janela” que foi destaque de crítica e público em 2013/2014 em São Paulo, recebendo dois prêmios FEMSA (nas categorias Revelação e Sustentabilidade) e o prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro na categoria Ocupação de Espaços. Foi integrante da Cia. Circo de Bonecos por oito anos, até 2012, onde foi co-criadores dos seguintes trabalhos: 2010 - “Circo de Pulgas” (prêmios FEMSA de melhor espetáculo, ator e trilha sonora); 2008 - “Circo de Bonecos” (2 indicações no prêmio FEMSA); 2006 - “Guarda Zool” (Prêmio APCA de melhor direção, Coca-Cola Leva ao Teatro e 4 indicações para o Prêmio FEMSA), todos estes espetáculos com recomendações e reconhecimento dos principais críticos e jornais da cidade de São Paulo. Como preparador vocal destacam-se a participação nos seguintes projetos: preparador vocal da Turma 56 da EAD-USP direção Bete Dorgam, projeto especial de intercâmbio Cia do Miolo-SP e Grupo NATA-BA – “Exu, A Boca do Universo”; “Em Caso de Emergência Quebre o Vidro” da Cia do Miolo, Trilogia Inventiva- “Bandido é quem anda em Bando” e “Azar do Valdemar” da Cia. dos Inventivos; projeto “Barricada – Teatro de Feira” do grupo Estudo de Cena; “Opereta o Pequeno Príncipe” e “Opereta Pedro e o Lobo” – Festival de Inverno de Campos do Jordão. Como Diretor Musical: “Des’agua” e “Foi tudo por Terra” Coletivo ALMA e o musical “Quem bebeu o Leite” Grupo Inkethus. Como ator destacam-se também suas participações em Arena Conta Danton da Cia. Livre, “Descalabro” e “A Peleja” da Trupe Pau a Pique e “Antígona” do CDMCC. Integra o Grupo Operação de Riso desde 2012. Gislaine Pereira (Dra. Elisa Betana) - AtrizDra. Elisa BetanaAtriz formada pela Universidade São Judas Tadeu. Como palhaça, concluiu o Programa de Formação de Palhaços para Jovens dos Doutores da Alegria em 2011. Fundadora da Trupe DuNavô em 2011, que recebeu o incentivo do Edital VAI por 3 anos consecutivos o que permitiu ao grupo uma intensa pesquisa sobre o palhaço e sua relação com a rua a montagem do espetáculo “Refugo Urbano”. Em sua formação como palhaço teve contato com grande mestres como Ésio Magalhães, Palhaço Chacovachi (Argentina), Dagoberto Feliz e Thaís Ferrara. Integra a companhia Vai Antônio, onde a pesquisa sobre o melodrama resultou no espetáculo “Mi corazon sufre” contemplado pelo ProAc Primeiras obras. Com o Grupo Pandora de Teatro, atuou no espetáculo “Cimento Perus”, projeto incentivado pela Lei de fomento ao teatro na cidade de São Paulo. Em 2013 passa a lecionar teatro na Escola de Artes César Antônio Salvi em Osasco. Atua no Grupo Operação de Riso desde 2013. E em 2014 estreia pela primeira e segunda vez, concomitantemente, como mãe de Beatriz e Pedro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.