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PRONAC 221082Apresentou prestação de contasMecenato

Livro Caminhando pela Rota Jaguara

HOLOFOTE COMUNICACAO E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 298,5 mil
Aprovado
R$ 298,5 mil
Captado
R$ 150,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

50.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
MG
Município
Itabirito
Início
2025-01-06
Término
2025-12-31
Locais de realização (3)
Barão de Cocais Minas GeraisItabirito Minas GeraisSanta Bárbara Minas Gerais

Resumo

O presente projeto propõe a organização e publicação de um livro com registros em textos e fotos contando as experiências de um viajante pela Rota Turística Jaguará. Um roteiro de 130 km em Minas Gerais, que inicia na comunidade de Acuruí, no município de Itabirito, passando por Ouro Pretoaté o Santuário do Caraça em Santa Bárbara. Nos relatos teremos os causos populares, as personagens típicas das localidades situadas no roteiro, fatos históricos, registros do patrimônio histórico, cultural e paisagístico dos Parques: Serra do Gandarela e Serra do Caraça. Toda a tiragem será distribuída gratuitamente. Como contrapartida, serão realizadas palestras em Escolas Públicas das cidades envolvidas.

Sinopse

A estrutura do livro terá como roteiro de viagem a Rota Jaguara, seu traçado e geográfico e suas comunidades como percurso a ser apresentado textualmente e em imagens fotográficas. O livro deverá conter, em forma de “narrativa de viagem”: Relato etnográfico sobre as comunidades visitadas pelo projeto; Dados e informações sobre as condições atuais da rota no que se refere às suas expressões culturais, sociais e ambientais; Relato contando sobre as experiências vividas, as dificuldades enfrentadas no caminho, os “causos” e histórias dos moradores. Um roteiro de 130 km em Minas Gerais, que inicia na comunidade de Acuruí, no município de Itabirito, passando pelos distritos de Barão de Cocais até o Santuário do Caraça, em Santa Bárbara. A viagem pega parte do trecho da Estrada Real, saindo da Ponte Ana de Sá até Acuruí. A região é marcada pela história do período colonial brasileiro e oferece vestígios da exploração do ouro. Do Acuruí segue até Brumal, distrito de Santa Bárbara, passando por todos os vilarejos. Vai ainda mostrar a história das ruinas e causos populares, rotina dos moradores, o dia a dia das pessoas do vilarejo. O leitor tornar-se “tripulante”, passando por cidades e distritos, conversando com pescadores, agricultores, mestres de cultura popular, crianças, conhecendo suas histórias, experiências culturais e sua realidade social. Com isso, fazer com que o leitor perceba a importância de ser protagonista da história da sua localidade. Esse livro vai realizar a divulgação de um importante e pouco conhecido trecho da Estrada Real, a via que, no período colonial, ligava, o Porto da Estrela, no fundo da baía de Guanabara, a Vila Rica de Ouro Preto, realizando um registro da cultura antiga e atual dos povoados que integram a chamada Rota do Jaguara, no roteiro que se inicia no Acuruí, distrito de Itabirito, até Brumal, distrito de Santa Bárbara, no interior de Minas Gerais. Por meio da divulgação dos atrativos artísticos culturais existentes na Rota do Jaguara, estimular o empreendedorismo cultural na região, com destaque para atividades relacionadas gastronomia e ao artesanato, dentre outras, possibilitando geração de renda à população.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Editar e publicar o livro-reportagem "Caminhando pela Rota Jaguara". O livro vai possibilitar que o leitor se torne "tripulante" de um percurso por uma das rotas turísticas mais lindas de Minas Gerais, ainda desconhecida por maior parte da população, inclusive moradores da região. Dessa forma, esse projeto atende os incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XII - apoiar as atividades culturais de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não; XIII - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais, além daquelas já tombadas como patrimônio cultural imaterial; OBJETIVOS ESPECÍFICOS a. Produto Livro: Realizar a pesquisa e produzir um livro registro da Rota do Jaguara, destacando, em linguagem acessível ao público de todas as idades, os monumentos e atrativos culturais (patrimônio material) de cada localidade que integra esse roteiro, e também as histórias, lendas, costumes e hábitos dos moradores dos povoados (patrimônio imaterial), para preservação da identidade dos habitantes dessa região. Será realizada a impressão de 2.000 unidades bilíngue (português e inglês), que serão distribuídas gratuitamente, de modo a divulgar os atrativos locais para fomentar o turismo e possibilitar geração de renda para melhoria da qualidade de vida dos moradores dessas localidades. b. Contrapartidas Sociais: Realizar 3 (três) palestras como contrapartida social em escolas públicas de Itabirito, Barão de Cocais e Santa Bárbara, tendo como total de público mais de 150 pessoas.

Justificativa

A história do povo escrita em livros registra a continuidade histórica do bem e sua relevância nacional para a memória, a identidade e a formação da sociedade brasileira. De acordo com o IPHAN, a patrimonialização dessas culturas tem como preocupação primordial assegurar que os conhecimentos culturais de um grupo ou comunidade sejam transmitidos de geração em geração e constantemente recriados por essas comunidades e grupos em função de seu ambiente, de sua interação com a natureza e de sua história, gerando um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo assim para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana. O que antes poderia ser pensado como memórias do grupo que davam sustentação a um estilo local de vida, de expressões ou como lembranças que ancoravam uma tradição regional, após a publicação do livro se torna experiências a serem difundidas para outras pessoas e para futuras gerações. O registro da história do povo em um livro faz com que a nação se reconheça como pertencente a esses locais, construindo uma história que pertence a todos. Buscando preservar essas memórias locais, o livro possibilita a continuidade histórica desses saberes, modos de viver e fazer, que enquanto memórias dos grupos se enraizavam nos espaços a que pertenciam e nas relações afetivas que a mantinham. O livro como testemunha do passado. Para chamar a atenção das pessoas e encantá-las com algo inovador ou surpreendente, as histórias são ferramentas fundamentais porque geram emoção, identificação e envolvimento. Com a mudança no comportamento do consumidor, a popularização do turismo de experiência, o uso do storytelling aumentou nos últimos anos. O storytelling tem o poder de informar, persuadir, emocionar, promover apoio e iniciativas na sociedade. Em essência, o storytelling é uma forma de narrativa, isto é, de contar as ocorrências cotidianas. Especificamente no contexto do turismo, o storytelling recebeu maior atenção dos pesquisadores como um meio eficaz de comunicar e, deveras, proporcionar experiências turísticas. O storytelling é considerado uma ferramenta poderosa na propagação de valores e de significados reais para as experiências vivenciadas. O cinema e a literatura são pródigos em produzir fenômenos turísticos por meio do storytelling. Basta ver o que ocorre com alguns filmes de Woody Allen, que costuma localizar seus filmes em diversas cidades, como fez em Londres (Match Point), Espanha (Vicky Cristina Barcelona), França (Meia Noite em Paris), Itália (Para Roma com amor) e, é claro, Nova Iorque. Todas estas narrativas, obviamente, serviram para posicionar estes lugares na parte de cima das prateleiras da maioria dos sonhos de viagem de muita gente. Turismo e histórias se retroalimentam. Você conta uma história mostrando um destino e, se ela o toca de alguma forma, automaticamente ele passa a interessá-lo. Foi assim com a Plataforma 9¾ da Estação de Kings Cross, em Londres, inspirada nos livros de Harry Potter e que atrai turistas o ano inteiro. Ou com as locações de Game of Thrones, que transformaram a vida de pacatos vilarejos no interior da Espanha e da Croácia e movimentaram a economia local, com a chegada de uma legião de fãs da série. A solicitação de apoio a este projeto junto ao Ministério do Turismo, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o país. Esse projeto justifica a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por atender o inciso do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. No Artigo 3º da mesma lei, cumpre os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Especificação técnica

2.000 Livros com costura - Formato 22x31,5cm Capa/rvest: 50x36cm, 4x1 cores, Tinta Escala em Couche Liso. 150g. Prep. Arquivo Aberto. Prova Digital Epson. Prova. Papelão: 2 folhas, 22x31,5cm, sem impressão em Papelao Paraná. Proteção: 2 folhas, 22x31,5cm, sem impressão em Offset 150g. Lombada:22mm, Laminacao Fosca, Nº Lados: 1(Capa/rvest), Verniz UV localiz, número de lados 1(Capa/rvest), Dobrado (Miolo), Intercalação (Miolo), Costurado(Miolo), Lombada Quadrada PUR(Miolo), Vinco(Guardas), Colar(Guardas), Laminacao brilho, Nº Lados: 1(Proteção), Shrink Individual.

Acessibilidade

PRODUTO LIVRO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Não há previsão de lançar a publicação em Braille neste primeiro momento, face ao elevado custo que representa tal processo, entretanto, será produzida a versão livros falado (gravação do livro por ledores sem dramatização e trilha sonora) em podcasts, com a disponibilização gratuita em plataformas de streaming, proporcionando acesso da obra (cujo produto original foi a publicação de um livro impresso) aos portadores de deficiência visual. Item da planilha orçamentária: Estúdio de gravação ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplicar, por se tratar de um livro. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplicar, por se tratar de um livro. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não se aplicar, por se tratar de um livro. PRODUTO CONTRAPARTIDA ACESSIBILIDADE FÍSICA: A palestra será realizada em uma escola, de forma que tenha acessibilidade física, como rampas, piso tátil, elevadores e barras laterais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Monitoria especializada inclusiva. Item da planilha orçamentária: Monitores ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Profissionais Intérpretes e tradutores em Libras capacitados para inclusão de ouvintes nos contextos da Cultura Surda e acesso dos Surdos em produções culturais em linguagem fonética. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitoria especializada inclusiva. Item da planilha orçamentária: Monitores

Democratização do acesso

Toda a tiragem do produto terá distribuição gratuita, conforme plano de distribuição contido no projeto, sendo garantida a entrega em todos os municípios visitados pelo projeto, por meio de instituições culturais e educacionais públicas e privadas, bibliotecas e espaços culturais de acesso público, além de pessoas citadas na publicação, como mestres de cultura popular e artistas locais. Conforme o artigo 30 da Instrução Normativa 11/2024, os livros serão distribuídos da seguinte forma: - Distribuição gratuita de 70% da tiragem com caráter social ou educativo para escolas e bibliotecas públicas, museus, faculdades, equipamentos culturais; - Distribuição gratuito de 10% da tiragem para incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; - Distribuição gratuita de 20% da tiragem de forma promocional. Nestes percentuais, sete (7) exemplares serão destinados ao Ministério da Cultura para composição de seu acervo e três (3) exemplares destinados ao Depósito Legal na Fundação Biblioteca Nacional. O livro será disponibilizado gratuitamente para download na internet, assim como o audiobook também será disponibilizado, dividido em capítulos/podcasts.

Ficha técnica

Gilson Fernandes Antunes Martins Proponente e coordenador geral Mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Ouro Preto (2021). Bacharel em Gestão de Comunicação Integrada, com habilitação em Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2013) e Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas, pela mesma Instituição (2018). Integrante do Grupo de Pesquisa Convergência e Jornalismo (ConJor) do PPGCom-UFOP. Fundador e gestor cultural da Holofote Cultural desde 2012. É consultor, palestrante e pesquisador na área da indústria criativa. Atuou como Secretário de Turismo, Indústria e Comércio na Prefeitura Municipal de Ouro Preto, em 2015 e 2016, e Superintendente de Atos, Memória e Chancelaria, sendo responsável pelo setor de comunicação, entre 2018 e 2020. Produziu mais 300 shows e espetáculos, dentre eles, Natal de Ouro Preto (2023) com patrocínio da Cemig, Triunfo Barroco (2023) com patrocínio da Cemig, Festival de Popularização do Teatro de Ouro Preto (2022) com patrocínio da J. Mendes, Festival "Ouro Preto Viva" (2020), "Concertos na Casa da Ópera" (2019), com patrocínio da Oi, "Festival Todos os Sons" – Edição Itabirito (2019), com patrocínio da Oi, Turnê "Era Uma Vez Um Carnaval" do grupo Candonguêro (2018), com patrocínio da Claro, "Turnê Boleros – Uma História de Amor" (2017) com patrocínio da Cemig, "Festival Marte" (2017), com patrocínio da Claro, "Festival da Canção Som Plural" (2017), com patrocínio da Oi, "Carnaval Cultura de Ouro Preto" (2016 e 2017), "Carnaval de Brumadinho" (2017), "Carnaval de Itabirito" (2017) e "Aniversário de 304 anos de Ouro Preto" (2015). O proponente será responsável pela gestão de todo o processo decisório do projeto. Receberá pela rubrica de Coordenação Geral. José Carlos Pereira de Oliveira Produção Executiva Graduado em Licenciatura em Educação Artística Habilitação em Artes Plásticas - Escola Guignard – UEMG. MBA em Administração do 3º Setor – Núcleo de Pós Graduação do Pitágoras BH/MG. Proponente e Produtor Executivo do Circuito VDL de Arte e Cultura em suas quatorze edições, e Proponente e Coordenador Geral do Salão de Arte de Itabirito cuja nona edição foi realizada em 2020, ambos projetos de continuidade viabilizados por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Atuou como membro dos Conselhos Municipais: Políticas Culturais; Urbanismo; Patrimônio Histórico e Natural, e também na Comissão Técnica de Análise de Projetos Culturais – CTAP da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Itabirito de 2013 a 2019. Membro da Rede de Articuladores de Cultura do Interior de Minas Gerais. Diretor Municipal de Cultura/Secretaria Municipal de Patrimônio Cultural e Turismo/Prefeitura de Itabirito/MG de 2013 a 2019. Diretor da GPS – Gestão de Projetos Socioculturais. Ubiraney de Figueiredo Silva Coordenação de produção Como músico teve sua carreira artística iniciada como cantor fundador do Coral Canarinhos de Itabirito, onde permaneceu por 34 anos. Estudou violão clássico com o Professor Nelson Pilló. Foi aluno de canto do Professor Eládio Perez Gonzalez da Fundação de Educação Artística em Belo Horizonte. Participou da Fundação de Arte Madrigal Renascentista, onde atuou também como dirigente, entre1986 e 2004, realizando diversas turnês pelo Brasil e Europa. De 2001 a 2003 foi Analista de Projetos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Também foi Delegado da Ordem dos Músicos do Brasil e aluno da Babaya Escola de Canto em Belo Horizonte. Venceu de diversos Festivais da Canção pelo interior de Minas Gerais, participou como solista de inúmeros espetáculos da Escola de Música Pe. Xavier em Itabirito. É Geógrafo e Analista Ambiental, Pós Graduado em Gestão do Patrimônio Cultural, Histórico, Meio Ambiente e Turismo e em Empreendedorismo e Gestão Social. Produtor Cultural, gerenciou por 12 anos o Circuito VDL de Arte e Cultura e também atua na área da gestão pública da cultura, trabalhando por 30 anos como Secretário de Patrimônio Cultural e Turismo dos municípios de Santa Luzia e Itabirito–MG. Tuya Edições Editora A Tuya é um selo editorial de Belo Horizonte/MG que transforma histórias, ensaios, estudos, pesquisas, manuais e todo tipo de linguagem escrita e visual em formato de livro. É formada por Karine Assis, Vinicius Rezende Morais, Lilian Orneles e Matheus Ventura, que acreditam que o livro é uma casa que guarda memórias, afetos e criações, por isso cuidam com zelo de todos os detalhes de sua produção, desde a concepção do projeto editorial até o seu lançamento. Publicar para não se perder, esse é o propósito da Tuya.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.