Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 221088Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A EMA GEMEU: Arqueologia, Patrimônio e Carnaval.

ADCE PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 638,9 mil
Aprovado
R$ 638,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
II.Eventos literários
Ano
22

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2022-09-08
Término
2023-09-08
Locais de realização (2)
Olinda PernambucoRecife Pernambuco

Resumo

Produzir o livro: A EMA GEMEU: Arqueologia, Patrimônio e Carnaval, sobre a história do bloco de Carnaval "A Ema Gemeu",nascida na cidade de Olinda, Pernambuco, a partir das ações de Educação Patrimonial em uma área pioneira e importante para a arqueologia no Brasil, nos Estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco. O livro terá acessibilidade em audiodescrição das imagens que comporão a edição, os vídeos do projeto e ação de webnários/palestras terão acessibilidade em libras, retratando as experiências do início da arqueologia no Brasil lançados e disponíveis no canal YouTube. As contrapartidas sociais serão realizadas por meio de rodas de conversas e vivências de pintura rupestre ministradas por profissionais da área, voltadas para escolas públicas, universidades e poder público.

Sinopse

O Livro a Troça Carnavalesca A Ema Gemeu conta a história de uma troça do carnaval de Olinda que nasceu de uma experiência única que foi o programa educacional aplicado entre o ano de 1995 e 1999, na área arqueológica do Seridó. O Seridó abrange partes contínuas dos Estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Esse programa que hoje seria denominado de Educação Patrimonial, foi aplicado em 12 municípios e cidades dessa região onde se localizam dezenas de sítios pré-históricos de pintura rupestre, visando o envolvimento da população na preservação desse Patrimônio Nacional. Esse programa foi desenvolvido e dirigido pelo Núcleo de Estudos Arqueológicos – NEA, do Departamento de História da UFPE. O livro registrará a execução desse programa de educação que envolveu uma equipe de arqueólogos e artistas plásticos atuando simultaneamente em 12 municípios da região, grupo que se intitulou de Grupo Ema, por ser a ema, que já foi endêmica na caatinga, bioma dentro do qual está o Seridó, um animal endêmico, e, portanto, a ave mais representada na pintura rupestre do Seridó. Em 1997, às vésperas do carnaval, os componentes em confraternização em Olinda resolveram transformar o grupo em uma Troça carnavalesca, divulgando assim de uma forma não acadêmica, mas de aspecto mais popular, não só o trabalho que estava sendo executado, mas, principalmente, a existência daquele patrimônio arqueológico único e a necessidade da sua preservação, conclamando a população a se engajar nisso. Os artistas, naquela confraternização carnavalesca decidem, cada um, pintar um painel para a Troça, utilizando o papel craft e as tintas e pigmentos utilizados nas oficinas de releitura das pinturas rupestres executadas nas escolas das cidades do Seridó que participaram do programa executado pelo NEA com a participação de 30 artistas do Recife e Olinda. O livro registrará toda essa experiência praticada desde o Seridó pelo Grupo Ema, passando pela sua transformação na Troça Carnavalesca E A Ema Gemeu, através de fotos, vídeos, depoimentos, como também registrará o acervo de estandartes de papel que continuou a receber, a cada ano, novos estandartes produzidos por outros artista que nem chegaram a participar daquela experiência no Seridó, mas que se incorporaram à Troça. A cada ano, na concentração para a saída da Troça E A Ema Gemeu às ruas de Olinda, um grupo que cresce a cada ano, se pinta uns aos outros, o corpo todo, para carregar o andor com uma ema de papel que guiará a Troça pelas ruas e ladeiras de Olinda. Além de ser registrado esse momento através de fotos dos anos passados, pretendemos fazer um ensaio fotográfico sobre essa pintura corporal e sobre o acervo de roupas dos portas estandartes masculinos e femininos, sendo que, seguindo a tradição do carnaval brasileiro de portas estandartes vestidos à moda barroca, na Troça E A Ema Gemeu os seus portas estandartes masculinos e femininos vestem roupas e perucas barrocas, de papel. Ao mesmo tempo em que esse livro registrará o percurso de 25 anos da Troça, inevitavelmente por partir de seu nascedouro que aconteceu numa experiência única de expansão científica de entrega a uma determinada população, e na tentativa de extrapolação de disseminação a informação através de uma festa de massa – O Carnaval, a narrativa desse livro não terá como não se referir o tempo todo à própria história da arqueologia brasileira, implicando em duas narrativas paralelas, no entanto, perfeitamente separadas, uma, a história e registro da Troça, no que consiste o livro e a outra, referenciais à história da arqueologia brasileira, expressa nas notas em pé de página. (Classificação indicativa etária: Livre). PUBLICAÇÃO: De 1.000 exemplares e de 500 catálogos.

Objetivos

Objetivo Geral: Produzir o livro: A EMA GEMEU: Arqueologia, Patrimônio e Carnaval, contribuindo para o reconhecimento e a valorização do patrimônio arqueológico do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco e do conhecimento técnico-científico dos registros de pintura rupestre da pré-história no Brasil. Conforme o Art. 2º do Decreto 10.755, de 2021. I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; XII - apoiar as atividades culturais de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não e XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. Objetivos Específicos: - Produto LIVRO: Produzir, publicar e distribuir 1000 (um mil) exemplares do livro: A EMA GEMEU: Arqueologia, Patrimônio e Carnaval; - Produto VÍDEO: Produzir 01 (um) vídeo documental do projeto (captar imagens, editar e finalizar) reproduzido em 150 cópias; - Produto CATÁLOGO: Edição e produção de 500 catálogos para lançamento e apresentação do livro; - Produto PALESTRAS: Promover 05 (cinco) webnários/palestras sobre as experiências do início da arqueologia no Brasil, com convidados dos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco. - Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Realizar 03 (três) rodas de conversas acompanhada da dinâmica de 03 (três) vivências de pintura rupestre.

Justificativa

Seguem os motivos para a realização deste projeto bem como a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais. Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 a proposta se enquadra: - I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais; - V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; - VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; - VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória; Os objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91 serão alcançadas com o projeto: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: - b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: - d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: - b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: - c) ações não previstas nos incisos anteriorese consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura,consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. O projeto se enquadra nos Incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91: - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;-promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações e priorizar o produto cultural originário do País. Atende ao Artigo 3º da Lei 8313/91 quanto ao Fomento à produção cultural e artística, mediante a edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, pela distribuição gratuita e pública de livros de valor cultural e artístico. A Troça a Ema Gemeu surge no carnaval de 1977 em Olinda, de um grupo de arqueólogos e estudantes de arqueologia e história, mais artistas plásticos que voltavam de uma temporada de atividades no Seridó nos sertões do Rio Grande do Norte e Paraíba, mas principalmente no Rio Grande, atividades que hoje se denominariam de educação patrimonial. A microrregião do Seridó é um reduto de um programa de investigações arqueológicas do Núcleo de Estudos Arqueológicos _ NEA, da Universidade Federal de Pernambuco desde a década de 70. Até a década de 1970 as pesquisas arqueológicas no Brasil e no Nordeste, eram incipientes e se resumiam na prática ao reconhecimento, catalogações e registros de sítios arqueológicos encontrados, notadamente de pinturas rupestres, por serem os mais evidentes e de conhecimento da população que os indicavam onde estavam, afora pesquisas feitas por arqueólogos isolados em algumas universidades, com grupos de alunos, que já se configuram como investigações com regularidade, mas ainda centradas na figura do arqueólogo professor de universidade que produziam um conhecimento que ficava restrito à sua transmissão na sala de aula, e a um ou outro artigo publicado na revista daquele departamento daquela instituição, e à exposição do material recolhido em um espaço permanente do laboratório ou de museus. E, a partir de então, no NEA, a Ema gera os seus ovos, os ovos da Ema _ Rhea Americana, ave endêmica dos pampas do sul, dos cerrados do Planalto Central e da Caatinga nordestina, e presente massivamente na pintura rupestre da região. Portanto, é na década de 70, a partir dessas pesquisas arqueológicas que se firmam as bases da arqueologia brasileira, e se estabelecem os pressupostos teóricos que nortearam desde então o desenvolvimento de uma arqueologia brasileira. As imagens, supostas cópias de pinturas rupestres existentes em abrigos sob rochas no Seridó, até então nunca citadas ou conhecidas além daquelas cópias nas páginas de um manuscrito encadernado, eram surpreendentes, pois se fossem verdade, se existissem, representariam uma grande descoberta, e por isso teríamos que mudar de rota, do Vale do Catimbau no Sertão Pernambucano, onde anteriormente o professor Marcus Albuquerque já tinha identificado painéis rupestres e estávamos começando pesquisas pelo NEA, para a direção rumo ao Seridó, o que efetivamente foi feito, dando início ao salto metodológico, que se pode denominar ideológico do NEA, afinal decidiu-se ir ao Seridó constatar a existência, ou não, daqueles desenhos que nos pareciam muito fantasiosos, pois até a aquela data, nada se sabia de algo parecido com aquelas imagens em pintura rupestre no Brasil. Existiam, se contavam aproximadamente em uma dúzia os arqueólogos no pais, presos a salas de aulas que faziam excursões esporádicas mais, na verdade, de reconhecimento e registros de sítios, e de prospecções arqueológicas pontuais, com exceção da arqueóloga Niède Guidon, brasileira radicada na França, que se estabelece no Sudeste do Piauí na cidade de São Raimundo Nonato, também em busca de averiguar surpreendentes pinturas rupestres, incitada a ir vê-las por um prefeito daquela cidade, que a procurou na USP onde ela era professora, quando era professora e já desenvolvia pesquisas arqueológicas. Ao se observar as pinturas já catalogadas e classificadas de lá, da Serra da Capivara, e as ainda supostamente existentes no Seridó, ficou clara a premência de uma investigação sobre as pinturas do Seridó, pois em se constatando a veracidade da sua existência, surpreendentemente aquele grupo pré-histórico teria migrado da Capivara para lá, o que sugeriam os seus registros gráficos, se configurando, portanto, como uma subtradição, a subtradição Seridó da tradição gráfica, ou de pintura classificada como Tradição Nordeste, para as pinturas pré-históricas executadas nos abrigos sob rocha da Serrada Capivara. A partir daí, tendo se fixado na região do Seridó, desde os anos 70, o NEA, dado ao seu inevitável envolvimento com as populações dos municípios e cidades do Seridó, desenvolveu para essas populações, notadamente a escolar, o projeto que na época não se denominava de Educação Patrimonial, pois ainda não se usava essa denominação, tendo essa ação se consistiu, no que pouco tempo se enquadraria numa nova conceituação surgida, a de Ciência expandida, que é a prática da ciência extrapolando os limites acadêmicos dentro dos quais a produção científica sempre existiu aprisionada. Para a execução desse grande programa percebido depois como sendo de Educação Patrimonial, surgiu então o Grupo Ema que se transforma depois, com término do programa no Seridó, na Troça Carnavalesca E A Ema Gemeu, com sede no Sítio Históricos de Olinda e hoje, existente há 25 anos.

Estratégia de execução

Vale ressaltar que para a realização de todas as ações do projeto, deveremos atender às normas de saúde com relação à Covid-19 no sentido de aglomeração de pessoas, distanciamento e materiais de higiene nos locais dessas ações, respeitando os decretos estadual e nacional. As oficinas, rodas de conversa que acontecerão na região metropolitana do Recife, no estado de Pernambuco, havendo somente a necessidade de deslocamentos locais da equipe e dos convidados. O Webinário será realizado em estúdio, na cidade do Recife, com transmissão em tempo real juntamente com as cidades de Natal, no Rio Grande do Norte e João Pessoa, na Paraíba para o mundo.

Especificação técnica

LIVRO - CAPA DURA com Capa + 200 páginas. Tiragem 1.000 unidades. Formato Aberto: 570x285 mm Fechado: 285x285 mm Capa Dura Cola: HotMelt - Costurado Capa: (610x330) Impresso a 4x1 cores (ACMPxP).Papel Couche Fosco IMUNE 150 gr/m2. Laminação Fosca na frente Reforço: (460x292) Sem Impressão Papelão 1320 gr/m2. Corte/Vinco Guarda: 8 pag.Impresso a 4x4 cores (ACMPxACMP).Papel Couche Fosco IMUNE 170 gr/m2. Laminação Fosca na frente, Vincado Miolo: 84 pag.Impresso a 4x4 cores (ACMPxACMP).Papel Couche Fosco IMUNE 170 gr/m2. Vincado Miolo: 8 pag.Impresso a 4x4 cores (ACMPxACMP).Papel Couche Fosco IMUNE 170 gr/m2. Verniz Base D'agua Fosco Total Frente/Verso, Vincado Arquivo fechado pelo cliente, com emissão de provas digitais de alta. CATÁLOGO - Tiragem 500 unidades Formato fechado: 23,0(largura)x40,0(altura) cm Nº. de páginas: 60 + capa. CAPA em 4x4 cores, CARTÃO SUPREMO 250 gr. PÁGINAS em 4x4 cores, OFF-SET 120 gr. Saída em CTP: Por conta da editora ARTE FINAL: por conta do cliente. OBS: Capa sem orelhas, com laminação fosca. Grampeados. Com ISBN (Código de Barras). DVD: tiragem - 150 unidades - Impressão de capa conforme identidade visual do projeto e tamanho da caixa padão e contra capa com as logos. - Impressão do miolo: conforme identidade visual do projeto.

Acessibilidade

LIVRO: Acessibilidade para pessoas cegas ou com baixa visão (visual): Audiodescrição - As imagens contidas no livro terão audiodescrição para atender pessoas com deficiência visual.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Item 20 - audiodescrição VÍDEO DOCUMENTAL DO PROJETO: Acessibilidade para pessoas surdas ou ensurdecidas (auditivo): Libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Item 5 - Intérprete de libras. WEBNÁRIOS/PALESTRAS: Acessibilidade para pessoas surdas ou ensurdecidas (auditivo): Libras - Nas ações de webnário/palestras, haverá tradução simultânea em Libras. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Item 15 - Intérprete de libras. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Todas as ações da contrapartida social terão acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzidas por meio da escolha de locais com rampas e corrimão. - RODAS DE CONVERSAS COM VIVENCIAS DE PINTURA RUPESTRE Acessibilidade para pessoas surdas ou ensurdecidas (auditivo): Libras ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Item - 52 Intérprete de libras.

Democratização do acesso

I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Como serão distribuídos os produtos culturais resultantes do projeto, respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2022: b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; d) até dez por cento para distribuição gratuita promocional pelo proponente; g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 100,00 (cem reais). II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; c) 05 (cinco) palestras de pelo menos uma hora de duração com lista de participação para projetos exclusivamente educativos; d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre; X - produção de conteúdo para lives, webinários, educação à distância para plataformas públicas ou colaborativas de ensino de economia criativa, produção cultural empreendedorismo e sustentabilidade cultural com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas; A democratização de acesso se dará por meio de rodas de conversas sobre as experiências do início da arqueologia no Brasil com realização devivencias de pintura rupestres e rodas de conversas para escolas públicas, universidades e poder público, ministradas por profissionais da área. Esta ação de democratização de acesso será presencial e terá tradução em libras para para pessoas surdas ou ensurdecidas.

Ficha técnica

ADCE Produção Cultural Ltda.ME -Funções:Produção Executiva e Gestão Administrativa Financeira em projetos de 2028/2022.Criação,elaboração, produção e gestão de projetos culturais.Atua nas áreas de assessoria e consultoria cultural para atores,produtores,prefeituras,empresas de produção cultural e secretarias de cultura e turismo de diversos municípios de Pernambuco.Elaboração,Produção Executiva e Administrativa de projetos elaborados e aprovados pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura–FUNCULTURA-2004/2022;livro Bacamarte Pólvora e Povo-2003;livro Cinemas do Recife- 2014;exposição Ouvi Dizer-2015;FTB–Festival de Teatro Brasileiro–Cena Baiana–etapa Pernambuco;apresentações do Grupo Musical Instrumental SAGRAMA do Recife/PE no SESC-SP-na Mostra Nordestina no Anhembi–SP/2008 e na Rota Luiz Gonzaga-Triunfo/PE–2008;show da cantora Liv Moraes na Festa da Vitória Régia-Recife e no de Carnaval em Águas Belas,PE.;Mostra de Sapateado–O Brasil sapateia aqui no Recife/2009;Arco Íris–A Magia das Cores/2009;Festival de Literatura e Mídia Digital-edital 2009 Correios-Recife/PE.;Curadoria, organização,produção executiva-Pernambuco em Mini Quadros-Centro Cultural Correios-Recife/2011;Espetáculo Noite Feliz em Gravatá/PE-2017/2019;Frevo no Ar-Recife/2018;VIV’ARTE-2018/2019;projetos de restauro e adequação etapas I/V Casa de Câmara e Cadeia-Brejo da Madre de Deus/PE-208/2018;projetos de restauro e adequação etapas I/III Museu Histórico do Brejo da Madre de Deus/PE-2004/2010;Frevo-Patrimônio Imaterial da Humanidade-Ações de Salvaguarda 2014/2016;Produção e Gestão Administrativas Financeira de diversos projetos aprovados em editais e fundos-2017/2022.Em execução projetos aprovados e captados na Lei Rouanet. CECÍLIA CANUTO de SANTANA:Funções:Coordenação Geral e Pesquisa. Produtora cultural e graduada em História (Unicap).Atua na formulação,coordenação e prestação de contas de projetos culturais e editoriais.Capta recursos para projetos de pesquisa,restauro de acervos documentais e bibliográficos em parcerias com instituições nacionais e internacionais como o Instituto Cooperação Internacional-ICEI.Atuou em projetos de fotografia,festival internacional de música-MIMO;na exposição coletiva:Olinda Patrimônio Cotidiano-Memória Coletiva dos seus Moradores,na Salvaguarda do Maracatu Leão Coroado:150 anos de História e Tradição;na exposição de Xilogravura religiosa pela Comissão Pernambucana de Folclore.Participa na coordenação de equipes e elaborou conteúdos e lançamento de projetos editoriais,do Catálogo Instantâneas da África;do Livro:Salvaguarda do Maracatu Leão Coroado:150 anos de História e Tradição;pesquisa oral e organização do livro:Olinda Patrimônio Cotidiano–Memória Coletiva de Seus Moradores;realizou inventários,pesquisa histórica,processos de tombamento.Atuação:coordena o projeto:Preservação da Biblioteca Colonial do Convento de São Francisco de Olinda;é representante da sociedade civil no Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural de PE no segmento:Comunidades tradicionais e/ou religiosas,costumes,saberes e formas de expressão;Atuou no Festival Nacional São João na Rede;fez assessoria técnica na implementação da Lei 14.017 Lei de Emergência Cultural (Aldir Blanc) em Vicência,Barreiros,Carpina,Lagoa do Carro,Pesqueira e Jaqueira/PE.Curso de Restauro em papel-UFPE;Curso de Restauro em papel-CEPE;Curso de ARQUEOLOGIA E PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO DO NORDESTE BRASILEIRO-Museu Câmara Cascudo–UFRN;Mini Cursos de Elaboração e Produção de Projetos–MINC;Pós Graduação em Gestão e Produção Cultural–FAFIRE.Gestão,Conservação e Restauro Documental:2006/2008–Arquivo Público Municipal de Olinda-Estagiária;2008/2009–Faculdade de Direito do Recife/Hemeroteca-Técnica de Restauro;2010/2011;Biblioteca de Obras Raras-Restauradora-2008/2015-Arquivo Público Municipal de Olinda-Técnico Documental;2014-Projeto:Preservar e Divulgar a Memória Documental de Dom Helder Câmara,aprovado no edital da Petrobrás Cultural/2013-Técnico de Restauro;2014/2015-Projeto Resgate Documental da Província Franciscana de Santo Antônio do Nordeste do Brasil;Província Franciscana de Santo Antônio do Brasil,aprovado no edital Petrobrás Cultural/2013-Conservadora e Historiadora Nível Superior;Inventário do acervo de cartazes produzido pelo arquiteto e artista plástico Petrônio Cunha;Catalogação da Biblioteca de Diogenes Arruda Câmara,custodiado pela artista plástica Tereza Costa Rêgo;2014/2017-Arquivo Publico Municipal de Olinda–Catalogação de acervo-Responsável pelo setor cartográfico permanente da Prefeitura de Olinda/PE. Produção de textos:Catálogo Instantâneas da África/2013;Organização do Livro:Olinda,da Memória da Pessoas-2015/2016.Produção Cultural:2005;2014–Mostra Internacional de Música em Olinda-(MIMO)-Receptivo e Produção;2008–Arte em Toda Parte em Olinda-Exposição A Visão do Artista Popular Sobre a Religião-Produção executiva e curadoria da exposição;2012-Projeto Turismo da Gente;incentivo.m TAM-Coordenação de produção de oficinas de fotografia e grafitagem;2013–25 de Maio Dia Da África-Coordenação Geral e Produção Executiva;2011/2013-Pequeno Encontro da Fotografia-Elaboração e Coordenação de Expedição Fotográfica;2014-Instantâneas da África-Produção Executiva;2014-FREVO-PATRIMÔNIO IMATERIAL DA HUMANIDADE-AÇÕES DESALVAGUARDA-Assistente de Produção Executiva;2017-Coordenadora do Receptivo do MIMO Festival em Olinda;2017-Rede Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda-Coordenação Geral e Produção Executiva. PLÍNIO DE ARAÚJO VICTOR.Funções:Produção dos Textos (autor) e Curador do Livro. Bacharel em História pela UFPE/1979;Licenciatura Plena em História pela UFPE/1979;Pós-Graduação:Mestre em História na UFPE/1996;professor substituto na disciplina de História da Civilização Ibérica–Departamento de História da UFPE/1993.Integrante da Equipe do Levantamento Documental da Igreja Matriz Nossa Senhora dos Prazeres de Maranguape/Paulista-PE/1984/1986,que resultou na publicação do livro Uma Proposta Histórica-Restauração da Matriz de Maranguape.Foi chefe da Divisão de Eventos da diretoria de Cultura da Fundação Centro de Preservação dos Sítios Históricos de Olinda–FCPCHO/1986/1989;Participou da equipe que organizou o I Encontro de Cinema de Animação de Olinda,como chefe da Divisão de Eventos da Diretoria de Cultura de Olinda/FCPCHO/Gerência de Turismo/Gerência de Cultura/LISTEL–Caixa Econômica Federal e ENBRAFILME;Chefe de Museologia do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco-1989/1990.Exerceu o cargo de diretor do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco–MAC/1991;Assessor da Coordenadoria dos Museus do Estadode-1988/1991;Assessoria técnica ao IPHAN,5ª Regional Recife,na área de Arqueologia e Musicologia-1993/1994;Foi Diretor de Preservação dos Sítios Históricos de Olinda,Secretaria do Patrimônio Cultural e Turismo–SEPSCTUR/1995;Diretor de Preservação dos Sítios históricos de. Olinda/1995.Coordenou a Casa de Cultura dos Povos de Língua Portuguesa–PMO/2009.Participou do projeto de concepção e montagem,do Museu do Homem Americano/Fundação Museu do Homem Americano–FUMDHAM/2007.Foi direitor do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco/2001.Participou através do Ido Núcleo de Estados Arqueológicos (NEA) da UFPE e da Missão Franco Brasileira–FUNDHAM,da Propescção arqueológica do sítio Pedra Furada em São Raimundo Nonato/PI/1982,sob orientação da professora Doutora Niéde Guidon;Coordenou prospecções Arqueológicas no Largo do Convento de São Francisco de Olinda-2003/2007;Coordenou prospecções Arqueológicas no complexo de edificações do Convento Carmelita de Olinda-2005/2006;Coordena o projeto de educação patrimonial para a área arqueológica do Seridó RN/PB;Coordena o projeto de escavações e restauração do Forte Santo Inácio de Tamandaré/PE.Projeto de pesquisa Arqueológica no sítio Lajedo do Cruzeiro,Pocinhos-PB-2015-2017.Projeto de Pesquisa Arqueológica no sítio Pedra da Tesoura Boqueirão-PB-2016/2018.PUBLICAÇÕES:Câmara Municipal de Olinda 450 Anos/1998.Olinda 25 Anos Patrimônio da Humanidade/2007.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.