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A proposta é de fomento aos processos de pesquisa e criação artística do Grupo de Dança Primeiro Ato, consequentemente o desenvolvimento de uma programação cultural anual. O projeto permitirá um ambiente produtivo para novos espetáculos, formação e continuidade da circulação do repertório.Na programação dez apresentações de repertório em diversas cidades brasileiras, uma delas na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança 2023. Produção da ação de artes integradas Garimpo da Artes, convidando artistas plásticos, músicos e bailarinos. E a contrapartida socialserá o Primeiro Ato é na Escola, oficinas de dança livre paraescolas públicas da rede de ensino.
O Grupo de Dança Primeiro Ato, sob a direção de Suely Machado, realiza um trabalho em dança contemporânea diverso e singular. Desde o seu início, em 1982, tem por objetivo investigar e ampliar o universo da dança em espetáculos expressivos através de processos colaborativos de pesquisa, encenação e produção entre bailarinos, coreógrafos, artistas plásticos, arquitetos, músicos, videoartistas, atores. A participação ativa dos bailarinos no processo de criação, como coautores dos espetáculos, traz um resultado consequente para o desenvolvimento do processo criativo. Suely Machado, como diretora-encenadora, analisa cada cena dentro do todo, lapida, dá tempo e clareza à obra, traz a assinatura do Primeiro Ato a cada espetáculo criado. Esta clareza na direção confere à estrutura uma linguagem que caracteriza o Primeiro Ato como um grupo que subverte padrões e conceitos, sem perder suas origens. Passeia por temas polêmicos, ao mesmo tempo em que brinca com o imaginário, sendo o humor a mola-mestra da maioria de seus espetáculos. O grupo investe no diálogo das artes e não se prende apenas aos palcos, mas equilibra os espaços privilegiados com a força caótica das ruas. Em 2013, o grupo foi condecorado com a Ordem de Mérito Cultural pelo Ministério da Cultura pelas relevantes contribuições à cultura brasileira. Além do grupo, família Primeiro Ato é composta também pelo Centro de Dança e por ações especiais, como o projeto Dançando na Escola e Garimpo das Artes. Espetáculo PASSAGEM (Rua): O espetáculo surgiu de uma reflexão e angústia da diretora Suely Machado sobre o ser humano, o que veio ao encontro de uma pesquisa do bailarino e coreógrafo Alex Dias em seu curso de formação sobre o caminhar. Assim, Passagem tem como ponto central a influência do olhar no caminhar e convida o público a enxergar a sua própria cidade, o seu lugar. Por ser executado em ruas, praças ou ambientes de trânsito de pessoas, o grupo utiliza a possibilidade das direções que esses ambientes permitem, como círculos, perpendiculares, horizontais, e essas direções vão criar os encontros, que são passageiros e não têm permanência. FICHA TÉCNICA Direção: Suely MachadoCoreografia: Alex DiasBailarinos/co-criadores: Alex dias, Camila Félix, Dalton Correia, Marcela Rosa, Marcella Gozzi, Robert Henrique.Figurinos: Pablo RamonTrilha sonora: Vivaldi – As quatro estações Espetáculo TERREIRO ( Palco) Terreiro propõe encontros que constroem a trajetória e bagagem do Primeiro Ato: a dança, o canto, a música, a poesia, as artes visuais e os artistas vindos de vários cantos, com suas crenças e devoções, formando esse rosto brasileiro. Grupo e artistas convidados se entregam ao risco do inusitado na difícil tarefa de mixar diferenças. Juntos, eles fazem esse Terreiro, uma homenagem do Primeiro Ato aos artistas anônimos da arte popular, que constroem com alegria e devoções os festejos e crendices que inspiraram essa obra. FICHA TÉCNICA Concepção, encenação e Direção coreográfica: Suely MachadoCoreógrafos convidados: João Paulo Gross e TitaneDireção vocal e musical: TitaneFigurino: Pablo RamonConfecção de figurino: Luci Freire e EdnaraBotrelIluminador: Leonardo PavanelloAssistente e operador de luz: Abel CatarinaCenário e objetos de cena: Suely Machado e Pablo RamonSonorização: Fabrício Galvani e Tomás SáEdição de trilha: André Cabelo e Fabrício GalvaniMasterização: Fabrício GalvaniFotografia: Chris BirchalIdentidade visual: Reciclo ComunicaçãoAssessoria de imprensa: Infinita ComunicaçãoAssistente de Direção: Marcela RosaArtistas colaboradores: Alex Dias, Ana Virginia Guimarães, Carlos Antônio, Danny Maia, Lucas Resende, Marcela Rosa, MarcellaGozzi, Pablo Ramon, Suely Machado, Vanessa LigaBailarinos convidados: Ruan Lopes, Titane e Sofia SousaBailarina convidada que acompanha o processo: Luana MagalhãesMaitre de Ballet: Bettina BellomoCoordenação financeira: Jacqueline Costa
Apresentação: "Assim, recordavam que tinham de estar menos estáticos e evocavam, então, o menor dos grandes segredos da vida: que nada está fixo ou imóvel, que tudo flui, que tudo muda. A vida é na realidade uma linda dança daqui para lá, viver e crescer, semear e colher, ser e saber. Cada coisa tem sua estação e cada estação tem sua dança, e cada dança é uma forma de sentir e mostrar o mistério." Alain Allard O Grupo de Dança Primeiro Ato completa quarenta anos de ação continuada, vivenciando um novo processo criativo, partindo de um lugar primordial, quem somos e como estamos, de como ressignificar a existência desses 40 anos de persistência, resistência e insistência nesse caminho que inclui a formação, criação, produção, circulação e fruição da arte da dança. Um percurso de muitos, de um coletivo de diferentes e diferenças. Existir é concretude, memória é bagagem construída na pele, no corpo, na trajetória de todos e de todas as coisas, formando um corpo social, depositário de nossas emoções, sensações e subjetividades. A proposta é o desenvolvimento de uma programação cultural com os trabalhos e frentes artísticas que o Grupo de Dança Primeiro Ato criou ao longo dos seus quarenta anos de trajetória. O Grupo vem nos últimos anos ressignificando seu modo produtivo e de permanência das atividades, o elenco, direção e produção, trabalham de acordo com os projetos aprovados, por contrato, numa construção cooperativa e coletiva. Neste formato foi possível seguir resistindo, criando e aprimorando o fazer artístico. No entanto, ocorre destacar, que a instabilidade dentro do campo da dança provoca vazios criativos e interrupção do cuidado físico e técnico que é visivelmente um desafio para que usa o corpo como instrumento de trabalho. Os recursos oferecidos pelo patrocínio permitirá um ambiente produtivo para novos espetáculos, formação e circulação do repertório. O elenco trabalha diariamente de 14hs às 18hs, alternando ensaios, laboratórios e aulas de dança clássica, entre outras linguagens necessárias à formação do bailarino. Na execução do projeto as ações centrais são: · Produção e realização do Garimpo das Artes no Espaço Primeiro Ato Jardim Canadá, uma exposição de artes integradas que convida artistas plásticos, músicos, bailarinos, coletivos de teatro. São dois dias de exposição, sábado e domingo com programação com 15 artistas convidados. · Produção da apresentação do Grupo de Dança Primeiro Ato na Campanha de Popularização do Teatro e Dança 2023. · Circulação de repertório, duas apresentações em Belo Horizonte, duas apresentações em São Paulo, uma apresentação no Espirito Santo e mais três apresentações em três cidades escolhidas no interior de Minas. Serão escolhidos um espetáculo para o palco e um espetáculo para apresentações na rua. Objetivo geral: · Criar uma programação cultural de circulação dos trabalhos artísticos do repertório do Grupo de Dança Primeiro Ato. Objetivos específicos: Produto principal: Espetáculo de Artes Cênicas · Realizar 10 apresentações do Grupo de Dança Primeiro Ato. · Alcançar aproximadamente 10 mil pessoas ao fim de toda programação proposta. · Qualificar e capacitar técnica e artisticamente 10 bailarinos. Trabalho semanal, segunda a sexta, 4 horas diárias, 80 horas mensais. Serão aulas de clássico, contemporâneo e laboratório de improvisação teatral. · Gerar trabalho e renda criando 150 postos de trabalho direto e mais de duzentos postos indiretos. · Promover formação de novas plateias e intensificar o papel de formadores de opinião, através das 10 apresentações do Grupo de Dança Primeiro Ato. · Promover bate papo com o público após as apresentações em teatro (em 6 das 10 apresentações), com a presença da Direção artística e bailarinos. · Disponibilizar nas redes sociais registros de 100% das ações promovidas pelo grupo. Produto secundário: Exposição de Artes · Contratar artistas e profissionais da cultura para integrar a programação do Garimpo das Artes, cerca de 15 profissionais ao todo. O Garimpo das Artes ocupa um final de semana, sábado e domingo de 10hs às 20hs. Produto secundário: Contrapartida social Contrapartida social (formativa) exigida pela Lei Rouanet: Ação: Primeiro Ato é na escola Ementa: oficinas de dança livre para escolas públicas do bairro jardim canadá em Nova Lima, alunos e professores ocuparão o galpão do Primeiro Ato, em atividades de contraturno. * Realizar um curso livre com uma grade de formação com carga horária de 40 horas, atendendo a 300 crianças e adolescentes. Segue em anexo o conteúdo programáticos das oficinas. Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura;
O Grupo de Dança Primeiro Ato tem em seu repertório 21 espetáculos, o primeiro estreou em 1988, ano da assembleia constituinte, ano da promulgação da constituição brasileira que nos rege até os dias atuais. A resistência como marca registrada, em um contexto político de governos de direita e esquerda, altos e baixos, mas sem deixar a desejar na qualidade de seus espetáculos, com uma assinatura singular que o destaca na cena contemporânea de dança. O fazer artístico onde desistir nunca foi uma opção, usando a dança como instrumento de comunicação com o mundo. Obras que levaram ao palco reflexões sobre comportamento, sobre estética, sobre coletividade, processos identitários, amor, poesia, com leveza e bom humor. Nesta trajetória a muitas mãos, o grupo sempre foi um espaço democrático de partilha de conhecimento, oportunizando formação para as mais diversas áreas da cultura, bailarinos, professores de dança, coreógrafos, produtores e gestores, um efeito multiplicador que espalhou pelo Brasil e pelo mundo um pouco da história do Grupo de Dança Primeiro Ato, é o fio quase imperceptível que liga um ponto ao outro e vai produzindo alteridade, patrimônio material e imaterial. A história do Grupo que se mistura com a história da artista mineira Suely Machado, que em 2015 retornou aos palcos no espetáculo premiado TRÊS LUAS inspirado em Hilda Hist, com trilha sonora de Zeca Baleiro . Ao longo de quatro décadas de trabalho foram muitas parcerias, assim, a trajetória de 40 anos tecidos na pele, requer destacar que sem as parcerias que foram se solidificando , não seria possível permanecer criando, dançando, emocionando e formando novas gerações de artistas. O que estamos propondo é a continuidade, condições mínimas para permanecer trabalhando, a consistência artística é possível por tantas histórias contadas, não somos os mesmos, os corpos não são os mesmos, mas o que une nunca foi alterado. A paixão pela criação do gesto como mola propulsora que gera vida, porque movimento é vida, sem movimento não há vida, não há arte. A pandemia nos mostrou que mesmo no isolamento é necessário se mover para que a pulsão criativa continue a existir e persistir, a vida é breve, a arte é longa. O Primeiro Ato convida a todos a tecer de forma afetiva, juntos, na pele que habitamos, um clichê almodovariano,tecer o amor e a esperança de novas histórias. O grupo zela permanentemente para que seus projetos e espetáculos tenham qualidade técnica e artística, dando à cidade de Belo Horizonte grandes obras , sucesso de público, que se somarmos de forma estimativa o público alcançado em quarenta anos, chegaremos ao significativo número de quase um milhão de pessoas, uma obra a cada dois anos, atravessando gerações, pais assistiram os espetáculos quando ainda eram jovens e hoje levam seus filhos ao teatro para assistirem juntos. Por esta trajetória, pela necessidade de continuidade de um trabalho tão primoroso, que representa Belo Horizonte , nosso Estado e o Brasil, é seguro pedir a aprovação deste projeto. E ainda, para deixar claro, infelizmente mesmo com tanta história, lutamos pela sobrevivencia da mesma forma que aqueles que estão iniciando, temos que comprovar experiência, temos que provar que somos capazes, e ano a ano conquistar os recursos necessários, já que os editais são anuais. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Passagens aéreas: Os beneficiários estão todos na ficha técnica do projeto, bailarinos e direção artística. As demais passagens serão para equipe técnica a ser contratada, um técnico de luz e um técnico de som. Quanto à necessidade questionada na diligência de 05/10 . O Grupo de dança Primeiro Ato possui 7 bailarinos no seu elenco principal, os espetáculos escolhidos para circulação (motivo do deslocamento) possuem exatamente 7 bailarinos em cena. A direção artística viaja para coordenar ensaios, dar condicionamento e preparação física e artística aos bailarinos. A produção é responsável pela logística, pelo acompanhamento de montagem e desmontagem dos espetáculos e coordenar equipe técnica. Viajam também dois técnicos que são responsáveis pela operação do espetáculo, visto que os técnicos nos teatros apenas montam, não operam. Beneficiários das passagens áereas, bem como a hospedagem. * Suely Santos Machado (Diretora artística) * Marcela Rosa (bailarina) * Alex Dias (bailarino) * Marcela Gozzi (bailarina) * Robert Henrique (bailarino) * Dalton Wallison (bailarino) * Uziel da Silva (bailarino) * Camila Félix (bailarina) * Técnico de luz ( a contratar) * Técnico de som ( a contratar) * Produtor ( a contratar)
Observação: O projeto foi desarquivado e uma nova diligência (05/10) pediu para corrigir o número de beneficiados na contrapartida, que passamos para 550, 10% do valor total dos beneficiários da soma dos produtos. * Colocar os beneficiários das passagens aéreas e hospedagem no campo "outras informações" , que foi feito conforme solicitado. * Retirar a palavra "manutenção" do resumo do projeto , visto que não é plano anual, foi feita a correção conforme solicitado. *Estou registrando aqui, para gerar um pdf antes de enviar ao Ministério e nos resguardar de um novo arquivamento sem motivo.
Produto principal: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade visual: Placas indicativas táteis nos espaços fechados. Rubrica na planilha: Sinalização ( verba para produzir os mapas táteis) e audio descrição. Acessibilidade intelectual: um profissional será capacitado para auxiliar pessoas com limitações intelectuais, como autismo, sindrome de down. Rubrica na planilha: Assistentes ( formado em educação especial) Acessibilidade auditiva: Interprete de libras. Rubrica na planilha: Interprete de libras Acessibilidade física: Serão realizados em espaços que possam receber cadeirantes ou outras limitações físicas. Rubrica na planilha: não tem porque o Grupo irá escolher espaços adaptados e de faço acesso. Produto secundário: EXPOSIÇÃO ( Garimpo das Artes ) Acessibilidade visual: Placas indicativas táteis nos espaços fechados. Rubrica na planilha: Mapa tátil ( verba para produzir os mapas táteis) e audio descrição. Acessibilidade intelectual: um profissional será capacitado para auxiliar pessoas com limitações intelectuais, como autismo, sindrome de down. Rubrica na planilha: Assistentes ( formado em educação especial) Acessibilidade auditiva: Interprete de libras. Rubrica na planilha: Interprete de libras Acessibilidade física: Serão realizados em espaços que possam receber cadeirantes ou outras limitações físicas. Rubrica na planilha: não tem porque o Grupo irá escolher espaços adaptados e de faço acesso. Produto: Contrapartida social ( oficinas de dança) Acessibilidade visual: Placas indicativas táteis nos espaços fechados. Rubrica na planilha: material de apoio pedagógico ( verba para produzir os mapas táteis) e audio descrição. Acessibilidade intelectual: um profissional será capacitado para auxiliar pessoas com limitações intelectuais, como autismo, sindrome de down. Rubrica na planilha: Assistentes ( formado em educação especial) Acessibilidade auditiva: Interprete de libras. Rubrica na planilha: Interprete de libras Acessibilidade física: Serão realizados em espaços que possam receber cadeirantes ou outras limitações físicas. Rubrica na planilha: não tem porque o Grupo irá escolher espaços adaptados e de faço acesso.
Na programação as ações são gratuitas ou preços populares, valor máximo de R$ 30,00 ( inteira), R$ 15,00 ( meia-entrada). Contrapartida social ( formativa) * Serão ministradas oficinas de dança para escolas públicas da rede de ensino de Nova Lima (região metropolitana de Belo Horizonte) Primeiro Ato na escola: O espaço do Primeiro Ato no Jardim Canadá em Nova Lima atende crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social, oferecendo bolsas de estudo em dança, assim, serão feitas parcerias com escolas públicas locais para que este espaço seja usado como contraturno, oferecendo por um tempo determinado, na carga horária exigida, oficinas de dança clássica e jazz. Ampliando o alcance e será possível realizar sem interrupções. · O processo como um todo terá uma carga horária de 40 horas. 300 alunos (as) atendidos. PLANO PEDAGÓGICO – ATIVIDADE FORMATIVA Proposta: * Serão ministradas oficinas de dança em escolas públicas da rede de ensino de Nova Lima (região metropolitana de Belo Horizonte) Primeiro Ato na escola: O espaço do Primeiro Ato no Jardim Canadá em Nova Lima atende crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social, oferecendo bolsas de estudo em dança, assim, serão feitas parcerias com escolas públicas locais para que este espaço seja usado como contraturno, oferecendo por um tempo determinado, na carga horária exigida, oficinas de dança clássica e jazz. Ampliando o alcance e será possível realizar sem interrupções. · O processo como um todo terá uma carga horária de 40 horas. Ementa: A dança utiliza o corpo e como ele se movimenta para ser a expressão de si mesmo e das emoções que atravessam nossa vida nas experiências da dinâmica social. O curso visa maximizar a habilidade e criatividade tão presente na infância e adolescência para criar novos movimentos. Módulo I: Espaço, musicalidade e consciência corporal, o aluno e/ou aluna são levados a se localizar no espaço, com sua força, equilíbrio, dimensão afetiva e interativa. Módulo II: Flexibilidade, ritmo, coordenação motora grossa e fina, o aluno e/ou aluna experimental as potencialidades a arte de se movimentar (cinesia). Módulo III: Introdução à técnica de dança, passando pelo clássico e danças urbanas, ou seja, usar o que do cotidiano da realidade destes alunos para criar o interesse em técnicas mais avançadas e eruditas. Módulo IV: Intermediário de dança, introdução de técnicas de improvisação e contato. Duração: carga horária total 40 horas. Público: Jovens adolescentes do ensino médio da rede pública / Serão cinco meses de curso, com certificação ao final. O cronograma será dividido em 20 sábados, cada oficina terá duração de duas horas. Captação de público: O Grupo de Dança Primeiro Ato ensaia no espaço do Primeiro Ato Centro de Dança, que é uma escola por onde passam vários públicos, inclusive gestores escolares. Será realizada uma força-tarefa de busca ativa na rede pública de ensino de Nova Lima, estabelecendo parcerias. Ministrantes: Professores do Centro de Dança Primeiro Ato e convidados que estejam dentro da proposta dirigida por Suely Machado. Observação: Estamos alterando a carga horária das oficinas e concentrando em uma única escola para atender a nova normativa. I) Informar como serão distribuídos os produtos culturais resultantes do projeto, respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2022: b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; II) TRANSCREVER qual inciso/medida do art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo será adotada no projeto: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre;
Suely Santos Machado ( Diretora artística, bailarina e proponente) Suely Machado é cofundadora do Grupo de Dança Primeiro Ato, assina os espetáculos como coreógrafa e/ou Direção artística. Neste projeto é a gestora financeira, faz a direção de cena e atua como professora de dança contemporânea na preparação dos bailarinos. Formação acadêmica: Graduada em Psicologia (Licenciatura e Bacharelado pela PUC - MG), com especialização em Coreoterapia e Psicomotricidade e no curso de extensão em Pedagogia do movimento para o ensino da dança (Escola de Belas Artes – UFMG). Bailarina e coreógrafa formada em Dança Moderna participou de cursos com expoentes da dança nacional e internacional: Pedro Pederneiras (1973 a 1977); Hugo Travers (1975); Graça Salles (1978); Fred Romero (1979); Isabel Santa Rosa (1981) Hector Zarasp, Rodrigo Pederneiras e Luiz Arrieta (1982); David Mundim e Jairo Sette (1983); Ismael Guiser e Yoko Okada (1984); Bettina Bellomo (desde 1985); Tica Lemos (1995); Suzana Yamauchi e Sônia Mota (1996); Luiz Damasceno (1997); Osman Kelili (1999 e 2000); Josef Nadj (2001); Sônia Mota (2003); Rose Akras (2006, 2007,02008, 2009 e 2010), Curso de direção cênica com Aderbal Freire-Filho, Curso de Eutonia, Encontro Prático de Verão com Dudude Hermann e Katie Ducke (2020). Experiência profissional: Fundadora do Grupo de Dança Primeiro Ato e do 1º Ato Centro de Dança em 1982, sendo diretora desde então. Dirige o projeto “Dançando na Escola” na Escola Estadual D. Augusta desde 1998. Em 2010 criou e dirige o 1º Ato, no Jardim Canadá/Nova Lima. Presidiu a Associação Mineira de Dança Artística e Acadêmica - UNIDANÇA, durante 16 anos. Representante de Minas Gerais na Associação de Produtores do MERCOSUL. Membro da comissão de seleção da Bolsa Vitae no período 2003/04. Jurada em diversas categorias do Festival Internacional de Dança de Joinville/SC em 2006, 2007, 2008, 2011, 2012, 2013 e 2014. Conselheira do Festival Internacional de Dança de Joinville/SC no biênio 2008/2009. Atua como jurada técnica no quadro “Dança dos Famosos” do Programa do Faustão na Rede Globo de Televisão desde 2011.Direção Coreográfica:Dirigiu e/ou produziu os espetáculos do Grupo de Dança Primeiro Ato: Bons Motivos - 1982, Três Ave-Marias e um Pai Nosso - 1985, Ilusões - 1987, Confidências para uma Terceira Pessoa -1988, Quebra-Cabeça-1989, ISSO Aqui não é Gotham City - 1992, Tigarigari -1993, O Cavaleiro de Copas - 1994, Desiderium -1996, A Breve interrupção do Fim em parceria com Gerald Thomas - 1997, Beijo nos Olhos... na Alma...na Carne...- 1999, Sem Lugar - 2002, Mundo Perfumado - 2004, Geraldas e Avencas - 2007, Adorno – 2010, Pequenos Atos de Rua – 2012 e Só um pouco A.Normal – 2013, Insthabilidade, 2014, Três Luas, 2015, Passagem e Terreiro, 2016.Outros Trabalhos:Vôo de um Pássaro - Espetáculo Cênico Musical Pio de Trombone -1987, em 2014 dirigiu e coreografou o espetáculo Jogos Cotidianos com a Cia Mitzi Martuzzi, em Vitória/ESEm 2013 – concebeu, coreografou e dirigiu “Esquizóides Terrestres” em Ribeirão Preto/SP para a ONG Finac-Finoca. Em 2017 coreografou e dirigiu a Companhia de Dança Sesiminas para uma performance coreográfica apresentada na abertura do Minas Trend em Belo Horizonte/MG.Bailarina:Como bailarina, de 1980 a 1988, participou de Singular Bells de Rodrigo Pederneiras, Bons Motivos, Dança Dos Signos de Oswaldo Montenegro e Núcleo Artístico, Três Ave-Marias e um Pai-Nosso, de David Mundim, Vôo de um Pássaro - Espetáculo Cênico Musical Pio do Trombone e Confidências Para Uma Terceira Pessoa, Três Luas em 2015, Terreiro em 2016.Teatro:No teatro trabalhou com os diretores Aderbal Freire-Filho na preparação corporal dos atores na peça “Cãocoisa e a coisa homem” (2003) e com Carlos Gradim, coreografando e fazendo a direção corporal do elenco no musical “Os Saltimbancos” (2010), e Horácio (2013) no Rio de Janeiro e Belo Horizonte.Música:Fez direção de shows musicais como: “Algum Alguém” e “Doces Cariocas” com Lula Ribeiro e Pierre Aderne.Ministra os workshops Preparação Cênica e Dança Contemporânea, Oficina Criação do Gesto e Oficina Preparação Corporal para Atores em diversas cidades brasileiras, em todas as turnês do Grupo de Dança Primeiro Ato no Brasil e também no exterior Oficinas: Ministra “Oficinas do Gesto” há mais de 20 anos, nas turnês que o Grupo de Dança 1º Ato faz por todo o Brasil e atualmente ministra a Oficina “Da consciência e prática da presença à criação e dramaturgia do gesto” para bailarinos, atores, estudantes e publico interessado.Desenvolveu um trabalho para professores e gestores da Rede Pública de Vitória/ES a convite da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo.Participou do projeto SESC Dramaturgias em 2019, realizando oficinas nos estados do Ceará (Fortaleza, Crato e Juazeiro do Norte) e Roraima (Boa Vista). Publicou três (3) artigos para o livro “Seminários da Dança” - Festival Internacional de Joinville, um (01) artigo para Revista Humus e um artigo para o livro “Primeiro Ato 30 anos” Alex Dias Mendes Moreira (bailarino) Formação acadêmica UNIVERSIDADELicenciatura em dança pela Universidade Federal de Minas Gerais.DANÇAFormação livre com renomados professores no Brasil e no exterior.MÉTODOFELDENKRAISFormação certificada pelo Feldenkrais Guild of North America International Experiência profissional: Alex Dias é licenciado em dança pela Universidade Federal de Minas Gerais. É educador somático formado no Método Feldenkrais, com certificação concedida pelo Feldenkrais Guild of North America, uma organização membro da International Feldenkrais Federation. É artista da dança, atuando como dançarino, professor e coreógrafo. Trabalha há mais de 20 anos junto ao Grupo de Dança Primeiro Ato em Belo Horizonte, com o qual desenvolveu as coreografias dos espetáculos Mundo Perfumado (2004), Adorno (2010), InstHabilidade (2014) e Passagem (2016). Trabalhou como professor de dança e ensaiador da Cia. SESC de Dança em Belo Horizonte (2018-2019) e como professor convidado da Cia. de Dança do Palácio das Artes (2020), também em Belo Horizonte. Desenvolve o projeto Corpo Móvel, no qual pesquisa as interfaces entre dança e Método Feldenkrais, olhando para o movimento como potencializador do desenvolvimento pessoal e artístico. Com esse projeto foi aprovado no Chamamento Público para ocupação do Galpão 6 da FUNARTE MG dentro do Projeto Laboratório da Cena FUNARTE – FUNARTE MG 2015. É integrante do coletivoFeld enkrais BH e da Rede Feldenkrais Brasil. Foi jurado de dança contemporânea, balé clássico e jazz no Festival de Dança de Joinville nos anos de 2009, 2010, 2011 e 2012, tendo participado também da comissão de júri do mesmo festival, indicando bailarinos para os prêmios especiais, como para outros concursos como o Prix de Lausanne e o Youth America Grand Prix. Estudou com grandes nomes da dança e da Educação Somática no Brasil e no exterior, entre os quais se destacam Bettina Bellomo, Graça Salles, Maria Clara Sales, Suely Machado, Dudude Herrmann, Arnaldo Alvarenga, João Saldanha, Denise Stutz, Denise Namura e Michael Bugdahn, Frey Faust, Michael Vernon, Johnny Seitz,Paulo Caldas, Rose Akras, Jerry Karzen, Ruty Bar, Anna Maria Caponecchi. Participou dos projetos audiovisuais Lacuna (2010), InstHabilidade Estado Permanente (2020), Passo Poema (2021) com o Grupo de Dança Primeiro Ato. Em 2020 e2021 participou de várias lives, como convidado, para conversar sobre o Método Feldenkrais e dança. Atualmente trabalha na direção de proporcionar ao aluno, seja dançarino ou não, autonomia em seus movimentos e desejos. Nessa busca dedica-se ao ensino do Método Feldenkrais para crianças e adultos com necessidades especiais, assim como para qualquer pessoa que tenha interesse em se autocuidar ROBERT HENRIQUE DE ABREU (bailarino) iniciou seus estudos em dança na Escola Ballet Tailana Martho, em São José do Rio Preto. Participou de vários workshops e oficinas, entre eles: dança contemporânea com Fernando Martins, Técnica Feldenkrais com Alex Dias, Técnica Klauss Vianna com Angel Vianna e Jazz no Projeto Diálogos em Movimento em Belo Horizonte nos anos, 2017 e 2019 com bailarinos e ex-bailarinos do Grupo Raça Cia. de Dança. Em 2016 participou como bailarino convidado do Projeto Instantes, dirigido por Suely Machado e contemplado pelo prêmio FUNART Klauss Vianna 2014. Durante essa residência artística em Belo Horizonte, freqüentou aulas e oficinas de criação do grupo Primeiro Ato, com os professores Alex Dias, Betina Bellomo e Dudude Herman. Atualmente é integrante do grupo Sala B e estagiário no Grupo Primeiro Ato em Belo Horizonte como bailarino. É professor de dança contemporânea no Pas de Quatre Centro de Dança em Contagem, é professor de jazz juvenil na escola Ballet Passo a Passo e já foi professor de jazz infantil no colégio Cecília Meirelesem Belo Horizonte e trabalha como Coreógrafo. Foi integrante da FINAC – Finoca Almeida Cunha, de Ribeirão Preto, como bailarino e ensaiador, uma ONG cujo objetivo é, por meio da dança, formar artistas-cidadãos. Na FINAC, dirigiu os ensaios e freqüentou aulas de artes visuais com professora Ana Clara Joly, aulas de balé clássico com as professoras Andrea Colucci, Patty Browne Renata Celidonio, dança contemporânea e jazz com Andrea Barbosa (Turu).Participou do Projeto Dança 1,2,3, realizado pelo Sesc Ribeirão Preto e MuDança Ribeirão. Em 2017 participou do projeto Dança em dobro realizado pelo SESC Ribeirão Preto com a performance solo, Passar dos dias, como criador e interprete, com provocações de Ana Clara Joly, também nesse mesmo projeto participou como bailarino nas performances, Quieto Desespero, dirigida por Letícia Iarossi, com provocações de Fernando Martins e Nosso Terreiro, dirigida por Ana Clara Joly. Marcela Rosa Quintão (bailarina) TRABALHOS PROFISSIONAIS / Grupo Primeiro Ato : “Confidências para uma 3º Pessoa” - Dudude Hermann/Arnaldo Alvarenga/ Sergio Funari (1988) “Quebra-Cabeça”- Paulinho Polika ( 1989); “Carne-Viva”- Dudude Hermann / Arnaldo Alvarenga ( 1990); “Isso Aqui não é Gothan City”- Paulinho Polika (1992); “Tigarigari” - Sônia Motta (1993); “Cavaleiro de Copas”- Rodrigo Campos ( 1994); “Desiderium”- Tuca Pinheiro ( 1996); “A Breve Interrupção do Fim” – Gerald Thomas e Suely Machado (1997); “Beijo, nos olhos... , na alma..., na carne.... - Tuca Pinheiro ( 1999); Sem lugar - Tuca Pinheiro ( 2002); Mundo perfumado - Alex Dias( 2004) Geraldas e Avencas (2007), Adorno (2010) e Pequenos Atos de Rua (2011), dirigidos por Suely Machado, Pó de Nuvens (2012, dirigido por Denise Namura e Michael Bugdahn, Insthabilidade (2014), coreografado por Alex Dias e dirigido por Suely Machado, em 2015 - Tres Luas, dirigido e coreografado por Suely Machado, em 2016 – Passagem, coreografado pro Alex Dias, dirigido por Suely Machado, Terreiro e Instantes, dirigidos e coreografados por Suley Machado. Professora do 1º Ato Centro de Dança desde 1991 é assistente de direção do Grupo de dança 1º Ato, ministra workshops de dança contemporânea, demonstrando fundamento do trabalho e filosofia do grupo. Marcela Gozzi (bailarina) Formada em Educação Física pela Puc - Campinas/SP.Estudou nas escolas Viva Vida, Centro de Dança Arranhaceus e Ballet e Cia em Campinas-SP. Na cidade de São Paulo estudou na escola Nova Dança -Vila e no Raça Centro de Artes. Seus principais professores:Marina Simões, Viviane Procópio, Daniele Calichio, Raquel Gouvea, Felipe Chepkassoff, Silvana Franzoi, Andrea Pivatto, Armando Aurich, Thelma Bonavita, Dicksson Restel, Vivien Fortes, Adriana Grechi, Toshi Kobayashi, João Piray, Liliane De Grammont, Eduardo Bonnis, Lourenço Homem, Eduardo Menezes, Edson Guiu, Alan Melo, Jorge Pena, Alex Soares, Márcio Rongetti, Edy Wilson, Rosa Antuna, Mario Nascimento, Bettina Bellomo, Alex Dias, Roseli Rodrigues e Suely Machado. Experiência profissionalBailarina e assistente do grupo amador Kadwah, dirigido e coreografado por Edy Wilson, do Grupo Raça - Sp. Em 2009 integrou a Raça Cia de Dança de São Paulo, dirigida e coreógrafa por Roseli Rodrigues, em 2011 sob a direção de Esy Wilson. Em 2012 fez uma turnê com a Cia Druwe, dirigida por Miriam Druwe. Como professora já ministrou workshops de jazz dance e suas vertentes por todo o Brasil. Em 2014 estudou jazz, contemporâneo e danças urbanas em New York e Los Angeles. .Em 2013 integrou a Cia Mario Nascimento em Belo Horizonte, dançando todos os espetáculos da Cia. No final de 2014 passou a integrar o Grupo Primeiro Ato, dançando nos espetáculos: TRES LUAS (2015), dirigido e coreografado por Suely Machado, PASSAGEM (2016) coreografado por Alex Dias e dirigido por Suely Machado, em TERREIRO e INSTANTE, dirigidos e coreografados por Suely Machado e nos espetáculos de repertório do Grupo.É professora de Jazz do 1º Ato Centro de dança desde 2013, ministra oficinas e worshops de dança (jazz). Dalton Walisson Correia da Silva (bailarino) ex-integrante do Grupo cena 11. Em 2014 e 2015 foi bailarino do Ballet Jovem Palácio das Artes (Belo Horizonte, MG), tendo atuado nas coreografias “Goldberg” e “Impromptu”, de Tíndaro Silvano; “Iungo”, de Adrian Luteji; “Notório”, de Alessandro Pereira (Danish Dance Theater) ” No evento de uma Súbita perda”, de André Mesquita. Integrante da Cia Mario Nascimento desde fevereiro de2016. Participou das montagens de “Garrafa Enforcada” (2016) e “Dança de Brinquedo” (2017). Atua nos espetáculos “Zhu”, “Garrafa Enforcada”, “Parada 7”, “Território Nu” e “Dança de Brinquedo”. Circulou com a Cia MN pelos seguintes festivais e projetos: Dança em Trânsito (Rio de Janeiro, RJ), Mova-se Festival (Manaus, AM e Belém, PA), Conexão Hip Hop (Viçosa, MG), Circulação O Boticário na Dança (interior de Minas Gerais), Festival de dança do Recife (Recife, Pernambuco), Festival de inverno de Bonito (Bonito, Mato Grosso do Sul), e, em Belo Horizonte, Mg, no Verão Arte Contemporânea, Horizontes Urbanos e Simpósio Internacional de Dança. Teve como principais professores: Maria Clara Salles, Leonard Henrique, Michelle Saliba,Marise Diniz, Paulo Buarque Babreck, Gabriela Christófaro, Dadier Aguilera, Inês Amaral, Marcos Elias, EliatriceGichewski, Rosa Antuña e Mário Nascimento. Uziel da Silva Ferreira (interprete de libras ) (2021-2022)Produtor do Concurso: Intérprete de Libras Musical. BH. LMIC. Teatro na Tela, Cia Pierrot Lunar.Intérprete do Prêmio Leda Maria MartinsIntérprete do FENAR - Festival de Arte de Rua de Sete Lagoas Intérprete do festival de teatro: FETO.Intérprete do festival: Curta Dança.Intérprete do teatro: Aqueles Dois, Cia Luna Lunera. Produtor do vídeo dança “Teus Sinais”. BH NAS TELAS. Produtor do vídeo dança “Pedra Lascada”. LAB..Escritor do artigo: Uma análise reflexiva do movimento produzido pelo intérprete tradutor de Libras no palco de teatro. LAB.Produtor do curta-metragem “Teus Sinais”. BH nas Telas 2020. Intérprete do festival: Teatro em Casa.Intérprete do festival:21 anos da Namarra cultural. Intérprete do festival: Teatro em cena.Intérprete do bloco de carnaval “Então Brilha, Outros Carnavais Verão”. Workshop Virtual- Como fazer poesias em Libras, dentro do movimento e ponto de articulação. Plataformas de visualização: Sarau Visual no facebook, instagram e youtube.Ator, intérprete: Terça da Dança. Secretaria Municipal de Cultura. BH Camila Félix ( bailarina) WORKSHOPS E FESTIVAISParticipou do 11º Congresso de Jazz Dance 2019.Curso de Férias da escola de dança ANACÃ-SP (2012 e 2018)2º Encontro de Jazz do Raça Cia de Dança (2017)Puro Jazz (2019) PREMIAÇÕES1º lugar na categoria Solo de Jazz Avançado nos seguintes concursos: Encontro de Inverno BH (2019), Arte Minas BH (2019) e Circuito Mineiro Nova Lima. Coreografia de Marcela Gozzi.Melhor Bailarina no festival Circuito Mineiro Nova Lima (2019). EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Bailarina estagiária no Grupo de Dança Primeiro Ato (2018/2019) Atuou no espetáculo de dança “PASSAGEM”, coreografado por Alex Dias. (2019) Atuou junto ao Grupo Oficcina Multimédia no espetáculo teatral “Boca de Ouro”, dirigido por Ione de Medeiros. Temporada CCBB BH e SESC Santo Amaro SP. (2018) Atriz no espetáculo teatral “Colóquio Sentimental” – Direção: Mônica Ribeiro. Espetáculo integrante da programação do Verão Arte Contemporânea no CCBB BH. (2017) Atriz no espetáculo teatral “Nas Ondas do Rádio” – Direção: Pádua Teixeira. Espetáculo integrante da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança (2016/2017) Atriz no espetáculo teatral “Chico Xavier – No céu da vibração O musical” – Direção: Dilson Mairon e Daniel Kostás. Cine Theatro Brasil Vallourec (Nov/2015)
PROJETO ARQUIVADO.