Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Projeto consiste na montagem e itinerância do espetáculo teatral "Ana e a tal felicidade". A peça teatral conta a história de Ana, uma menina que cresce em meio à realidade limitada de uma pequena cidade do interior, mas sonha em fugir daquele destino, seguir para a capital, estudar e tornar-se uma jornalista reconhecida. A peça é baseada em um romance do livro homônimo da autora e produtora Cris Pimentel. Como ação formativa cultural, o Projeto vai realizar debates e bate-papos para estimular a reflexão a respeito do tema da peça teatral para alunos e professores da rede pública de ensino.
“Ana e a Tal Felicidade" nos apresenta uma mulher real. No palco, podemos encontrar uma mulher que questiona suas dores e que, angustiada, está em busca de um acerto de contas com o passado e de uma perspectiva de futuro, inclusive amoroso. Através da personagem, muitas mulheres aparecem, além de se verem, refletirem sobre o combate à violência contra a mulher.
O principal resultado esperado/previsto do Projeto é que mais pessoas frequentem o Teatro (formação de plateia no segmento das artes cênicas). O projeto pretende obter os seguintes resultados: 1. Formar plateia no segmento teatral; 2. Democratizar o acesso à produção teatral; 3. Conscientizar o público sobre o tema que será abordado na peça; 4. Estimular o hábito de frequentar o teatro; 5. Desenvolver o senso crítico do público e o gosto pelas artes cênicas; 6. Trazer reflexão sobre o tema da peça teatral; 7. Aproximar o público do segmento cultural; 8. Promover o desenvolvimento e a difusão de produções nacionais; 9. Gerar empregos e valorizar o mercado de trabalho para artistas e técnicos locais; 10. Promover o enriquecimento cultural do público. O Projeto vai alcançar os resultados através da realização das atividades culturais listadas abaixo: - Realizar 24 sessões, em 06 cidades do Brasil da peça teatral Ana E A Tal Felicidade; - Produzir a montagem da peça teatral com duração de cerca de 01:00h cada sessão; - Promover 12 bate papos/palestras para cerca de 300 estudantes e professores da rede pública de ensino. OS OBJETIVOS GERAIS do Projeto são: A proposta se enquadra expressamente nos objetivos elencados no art. 2° do Decreto 10.755 de 2021, de maneira integral, transcritos abaixo: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; Os OBJETIVOS ESPECÍFICOS do Projeto são: - Produzir a montagem de uma peça teatral com duração de cerca de 1:00h cada sessão; - Realizar a itinerância da peça teatral por 06 cidades do Brasil (São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Rio de Janeiro); - Realizar 04 sessões da Peça Teatral em cada uma das 06 cidades do Brasil, totalizando 24 sessões; - Promover 12 bate papos/palestras para cerca de 300 estudantes e professores da rede pública de ensino para demonstrar a importância do segmento teatral na transformação social e cultural das pessoas (Ação Formativa Cultural); - Realizar a avaliação de resultados através dos seguintes documentos: fotos, vídeos, matérias de jornais e revistas, links de sites, dentre outros. - Comprovar o alcance dos resultados através dos seguintes documentos: Borderôs, contrato de locação do teatro, relatório detalhado com as informações sobre a execução do Projeto, dentre outros.
A Peça Teatral "Ana e a tal Felicidade" é a adaptação de um livro de sucesso, um projeto independente, sendo ainda mais importante o apoio da Lei nº 8.313/91 para seu pleno desenvolvimento, além disso o Projeto vai: - Promover o desenvolvimento e a difusão de produções nacionais; - Gerar empregos, incentivar, manter, ampliar e valorizar o mercado de trabalho para artistas e técnicos locais; - Investir no processo de educação dos sentidos e na fruição artística dos espectadores brasileiros; - Incentivar e fomentar as artes cênicas e a dramaturgia nacional; - Criar a estrutura necessária, através da forma e do conteúdo, para aproximar o público do espetáculo, fazendo com que a plateia se identifique com a personagem e a narrativa; - Promover ações que visam atingir em torno de até 300 pessoas presenciais (ou mais, dependerá do número de cadeiras do teatro), distribuídas em alunos e professores de instituições públicas de ensino de qualquer nível e moradores das localidades onde o espetáculo será apresentado. Estes encontros serão filmados e disponibilizado gratuitamente na internet para o público em geral, atingindo assim, milhares de pessoas. A proposta se enquadra expressamente nos objetivos elencados no art. 1° da Lei nº 8.313/91, sendo: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Para atingir esses objetivos, conforme a legislação, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: (...) e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; (...) (...)
Beneficiários das passagens aéreas: Nome: Cristina de Sousa Pimentel Função: Diretora de Produção, Direção Musical e responsável pela empresa proponente deste projeto. A presença da diretora de cenas é necessária em todas as cidades onde a peça teatral será realizada, uma vez que esta é a profissional responsável pela produção do espetáculo junto a equipe técnica e artística; analisando e planejando as necessidades de montagem; controlando o andamento da produção, dando cumprimento a prazos e tarefas. Nome: Maria Carol Leguede Função: Diretora de Cenas A presença da diretora de cenas é necessária em todas as cidades onde a peça teatral será realizada, uma vez que esta profissional irá dirigir os movimentos que acontecerão nas cenas do espetáculo. Nome: Cleia Thomas Função: Direção Cênica e Visagismo A presença da diretora de cênica é necessária em todas as cidades onde a peça teatral será realizada, uma vez que esta profissional irá dirigir a montagem e produção do espetáculo, conduzindo os processos de cenografia, sonoplastia, ambientação e figurinos. Nome: Sthephanie Serrat Função: Atriz A presença da atriz é necessária em todas as cidades onde a peça teatral será realizada, uma vez que esta profissional irá realizar a atuação em cena. Nome: Charles Asevedo Função: Ator A presença do ator é necessária em todas as cidades onde a peça teatral será realizada, uma vez que este profissional irá realizar a atuação em cena.
Nome: Ana Molinari Função: Iluminadora luminadora Cênica, Ana Luzia Molinari de Simoni, atua na área de teatro e show há 14 anos. Ja trabalhou em inúmeros teatros em grande parte do país. Por volta de 200 operações de luz, mais de 300 montagens com Aurélio de Simoni, Maneco Quinderé, Renato Machado entre outros iluminadores renomados. Faz a concepção de luz dos espetáculos de algumas companhias, e outras produções teatrais e musicais. Foi indicada ao Prêmio Shell de teatro 2017 e 2019, ao Botequim cultural 2019, ao Prêmio CBTIJ de teatro infantil 2016 e 2018, no qual venceu, e ao Zilka Salaberry 2018. Durante 8 anos foi técnica em iluminação do Teatro Poeira, trabalhando com grande nomes da iluminação nacional. Hoje em dia, trabalha criando suas próprias concepções de luz para as artes propostas. Criação de luz de inúmeros espetáculos entre eles: Infância, Tiros e Plumas- Sesc Ginástico; Orlando Silva – Nada Além – Sesc Copacabana; Os Inadequados – Teatro Ipanema; Aquele que nasceu – Sesc Copacabana; Um Sonho para Melies – Oi Futuro Ipanema; Mata Teu Pai – Teatro Sérgio Porto; O Abacaxi – CCBB RJ; A Menina e a Árvore – Sesc Tijuca; LTDA – Teatro Eva Hertz; Era uma vez um Tirano – Teatro Eva Hertz; Pelos 4 Cantos do Mundo – Teatro Ipanema; A Última peça – Sesc Pompéia; or favor venha voando – CCBB; Homem Feito – Sede das Cias; Os Impostores – Sesc Ginástico; SuelenNaraIan – Teatro dos 4 e Saia – Teatro Sesi. Nome: Bia Junqueira Função: Figurino e Cenografia Artista multidisciplinar, diretora de arte, cenógrafa, curadora, consultora e diretora artística. Viveu onze anos na França, onde trabalhou com grandes nomes da cena europeia Bob Wilson, Tadeuz Kantor, Patrice Chéreau, Joseph Svoboda e na Ópera de Paris. Desde seu retorno, é sócia diretora da Arquitetura do Efêmero atuando nas artes cênicas, audiovisual e em exposições. Vem representando o Brasil na Quadrienal de Praga e recebendo prêmios, como por ex. “na solidão dos campos de algodão” dir. Caco Ciocler que aconteceu no espaço externo do Centro Cultural dos Correios, da Casa França Brasil e do CCBB, “Santa” dir. Guilherme Leme, “Santa Joana dos Matadouros” dir. Marina Vianna e Diogo Liberano, …e seu último prêmio foi pelo espetáculo “eu, Moby Dick” com dramaturgia de Pedro Kosovski e dir. Renato Rocha pelo Prêmio Cesgranrio deTeatro em janeiro de 2020, também indicado pelo Prêmio APTR desse ano. No CCBB fez a cenografia/instalação do espetáculo “Tropa” dir. Cesar Augusto. Lecionou na École Supérieure du Spectacle-Paris, coordenou e ministrou cursos na Fundação Getulio Vargas, Funarte, SP Escola de Teatro, Academia Internacional de Cinema (AIC) e atualmente na EBAC – Escola Britânica de Artes Criativas. Jurada do Prêmio Shell de Teatro de 2013 a 2019. Curadora no festival online. Nome: Renata Mizrahi Função: Direção Artística e Dramaturgia Formada em Artes Cênicas na UNIRIO, estudou roteiro na EICTV em Cuba e na Oficina de Autores da TV Globo. Trabalhou como roteirista na Conspiração Filmes e na TV Globo. No teatro ganhou o Prêmio Shell por Galápagos. Ganhou os prêmios Zilka Salaberry 2010 e 2012 pelos infantis. Joaquim e as Estrelas e Coisas que a Gente Não Vê. Foi indicada a melhor texto por: Marrom, Nem Preto Nem branco? Melhor adaptação por Nadistas e Tudistas e pela adaptação por Ludi Na Revolta da Vacina. É finalista do Prêmio Cabíria 2020 para argumento de Longa Infanto – Juvenil por Rodante. Na TV, escreveu a segunda temporada de Homens São de Marte (GNT). Formatou e escreveu Tem Criança Na Cozinha (Gloob) que ganhou o prêmio Comkids e foi indicado ao Emmy Kids. Escreveu Minha Estupidez (GNT), Vai que Cola, A Vila (Multishow), entre outros. É autora e roteirista do Tele Filme inédito Maria, com direção de Iberê Carvalho (TV Globo/ Globo Filmes). No cinema ganhou prêmio de Melhor roteiro no Festival de Triunfo pelo filme Amores de Chumbo, direção de Tuca Siqueira. É autora e roteirista do longa Os Sapos, que está em pré-produção, baseado na sua peça homônima, direção de Clara Linhart. Nome: Marcia Saban Função: Produtora Artista, Bailarina, Maítre de dança, Coreógrafa, Produtora Cultural. Formada em Ballet Clássico e Danças Acadêmicas na cidade de Porto Alegre/RS; Foi Membro da ASGADAM (Associação gaúcha de dança); Ao longo de sua carreira coreografou e produziu diversos espetáculos, participou de festivais, apresentações e cursos de especialização em Ballet Clássico, Dança Contemporânea e Jazz; Como Bailarina, atuou durante oito anos, no Ballet de Câmara de Porto Alegre; Fundou o “Adagio Cia de Dança” de Porto Alegre, onde atuou por 9 anos como produtora, coordenadora e coreógrafa; Fundou a “ Gaya Cia de Dança” Cia de dança da cidade de Cidade de Balneário Camboriú– SC onde permaneceu por dois anos como diretora , coreógrafa e produtora; Desde sua fundação em 2004, é Diretora do INSTITUTO NACIONAL DE ARTE E CULTURADANSER, sediado em Niterói. Em 2016 fundou o Projeto Danser (escola Popular de dança). Projeto de dança para crianças e jovens de baixa renda moradoras de Niterói. Por esse projeto em 2020 ganhou o prêmio Erika Ferreira de criação e desenvolvimento pela Lei Aldir Blanc. Nome: Alessandra Costa Função: Assessoria e Produção Formada em Jornalismo pela Faculdade Pinheiro Guimarães. Especializada em Redação Oficial, pela Fundação João Goulart; Marketing Cultural, pelo Senac-Rio; Aplicação de Mídia Training, pela Faculdade Integradas Hélio Alonso; Gestão para Profissionais de Comunicação (Planejar e Executar) e Gerenciamento de Crise, ambos pela Faculdade Integradas Hélio Alonso. Com 17 anos de experiência no mercado, passou pela Distribuidora de Filmes S/A – RioFilme, responsável pela distribuição de: Barra 68, Um copo de cólera, Meu nome é Dindi, Cleópatra, Amarelo Manga, Cartola, Madame Satã, Filhas do Vento, 5x Favela – Agora por nós mesmo, entre outros. Em 2010, trabalhou na Kassu Produções, realizando a assessoria de diversos trabalhos no segmento cultural, como: Entre o corpo e o azul e Samba e Suor Brasileiro, ambos em São Paulo; divulgação de espetáculos teatrais de grande destaque nos cenários cariocas e paulistas, como: Quase Normal; Nem um dia se passa sem notícias suas; Baby – O Musical; Raimunda, Raimunda; Conversando com mamãe e Estranho Casal. Dentre as atividades exercidas, havia organização de coletivas de imprensa, confecção de notas e releases, atendimento aos clientes da empresa (Roberto Carlos, Jorge Ben Jor e Teatro Oi Casa Grande), clipping, relatório e plano de mídia. No ano de 2012, desempenhando o trabalho de Assessoria de Imprensa, Relações Públicas e Gerenciamento de Crises, passa a responder pelos projetos da Paso D’Arte e Cia Epigenia. De agosto de 2019 a fevereiro de 2020, trabalhou na Assessoria de Imprensa do projeto de reestruturação do Cais do Valongo e, ainda em 2020 esteve na Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, respondendo pela assessoria de imprensa, no período de julho a dezembro. Em 2021, respondeu pela Assessoria de Imprensa do Instituto Marielle Franco no projeto “Julho das Pretas” que envolvia o lançamento da websérie “Para Onde Vamos?”, da HQ Marielle Franco – Raízes e do livro ““A Radical Imaginação Política das Mulheres Negras Brasileiras” e também atuou no lançamento do livro “Monocontos – Histórias para ler e encenar” do roteirista Elísio Lopes. É responsável pela Assessoria de Imprensa do Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul desde 2018, responde pelo Boteco Seu França, do diretor, dramaturgo, roteirista e cientista social, Rodrigo França e pelo ator e empresário Fabrício Boliveira. Além dos clientes citados acima, é responsável pelos projetos da Diverso SA, Lúdico Produções e tem, ao longo da carreira, trabalhos como: Documentário “Cauby – Começaria Tudo Outra Vez”, Musical “Agnaldo Rayol – A Alma do Brasil”, Musical Infantil “Forró Miudinho”, Documentário “Cidade de Deus – 10 Anos Depois”. “RACE”, Peça teatral “Mercedes”, 20º Festival de Teatro do Rio, Peça teatral “Estes Fantasmas”, Projeto CCC – Faixa Amarela, Projeto “Quanta Energia!”; Peça teatral “Oboró – Masculinidades Negras” e o musical “A Vida Não É Um Musical – O Musical”. Nome: Sthephanie Serrat Função: Atriz Participou de espetáculos como “Hair”, com direção de Charles Möeller e Claudio Botelho, em 2010, “Os Dois Cavalheiros de Verona”, de William Shakespeare, com o Nós do Morro, e “Refluxo”. Em 2013, faz parte do elenco de “Rock in Rio – O Musical”, de Rodrigo Nogueira, com direção de João Fonseca. Em 2014, interpreta a chacrete Loura Sinistra em “Chacrinha, o Musical”, com texto de Pedro Bial e direção de Andrucha Waddington. Nome: Charles Asevedo Função: Ator Ator, Produtor, diretor e professor. Formado pela UNI-Rio em Artes Cênicas/1996, MBA – Produção Executiva de Cinema e TV (FGV) – 2007, vem trabalhando com Artes Cênicas há 22 anos. Alguns trabalhos: Ator e produtor de A Mentira (2007) – Prêmio de teatro FUNARTE; Olho de Vidro; Lado B; Pluft, o Fantasminha; O Pequeno Mozart.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: as apresentações serão realizadas em locais (teatros) que propiciem acesso fácil para portadores de deficiência física, idosos e gestantes, além de estrutura de banheiros adaptados. Item na Planilha Orçamentária - não há previsão de item específico para acessibilidade de deficientes físicos, tendo em vista que a maioria dos locais de realização possuem a infraestrutura informada. Acessibilidade para deficientes visuais: as apresentações serão realizadas em locais (teatros) que tenham piso tátil para facilitar o deslocamento de deficientes visuais. Item na Planilha Orçamentária - não há previsão de item específico para acessibilidade de deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de libras para deficientes auditivos em uma das sessões da peça (com ampla divulgação para público específico). Item na Planilha Orçamentária – “Intérprete de libras” Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: A proponente informa que, caso haja alguma pessoa com qualquer uma das deficiências indicadas, disponibilizará um monitor especializado para o atendimento. Item na Planilha Orçamentária – “Monitor” CONTRAPARTIDA SOCIAL (PRODUTO CULTURAL SECUNDÁRIO) Acessibilidade física: A proponente vai optar por escolas que possuam uma estrutura necessária para deficientes físicos, como banheiros adaptados, rampas de acesso, elevadores, entre outros. Item na Planilha Orçamentária - não há previsão de item específico para acessibilidade de deficientes físicos, tendo em vista que a maioria dos locais de realização possuem a infraestrutura informada Acessibilidade para deficientes visuais: Por se tratar de debates, em que o conteúdo será passado de forma didática e sonora, a atividade já é inclusiva para deficientes visuais. Item na Planilha Orçamentária - não há previsão de item específico para acessibilidade de deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: A fim de atender deficientes auditivos, teremos a participação de um intérprete de libras nas palestras. Item na Planilha Orçamentária – “Intérprete de libras”. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: A proponente informa que, caso haja alguma pessoa com qualquer uma das deficiências indicadas, disponibilizará um monitor especializado para o atendimento. Item na Planilha Orçamentária – “Monitor” As medidas de acessibilidade serão adotadas em todas as atividades culturais do Projeto. Por fim, a proponente declara que, em respeito ao disposto nos artigos 18 e 19 da Instrução Normativa n.º 02/2019, o proponente se compromete a atender, no que couber, ao disposto na Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), no Decreto n.º 5.296/2015, especialmente as alterações nele introduzidas pelo Decreto n.º 9.404/2018, e na Norma ABNT/NBR9050-15, e suas alterações.
Como medida de democratização de acesso e em atendimento ao artigo 23 da IN 01/2022, os ingressos dos espetáculos serão comercializados a preços acessíveis, sem ultrapassar o valor do Vale Cultura, atendendo aos parâmetros percentuais de ampliação do acesso, em plataforma online e em pontos de venda físicos. Para cumprir com os incisos do Artigo 24 da IN nº 01/2022, a proponente irá realizar as seguintes ações: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações;
Nome: Cristina de Sousa Pimentel Função: Diretora de Produção e Direção Musical / Proponente do Projeto Jornalista e Produtora cultural. Sócia nas empresas Notícias de Tudo (desde 2008) e Ametista Produções Artistas (desde 2019). Como jornalista foi repórter e redatora de O Fluminense (Niterói), ValeParaibano (São José dos Campos/SP), O Dia (RJ) e Editora Bloch. No rádio foi produtora de Sidney Rezende (CBN Rio) e da Rádio Globo no programa Haroldo de Andrade. Na TV produziu o programa Liliana Rodriguez (2001 a 2006). Coordenadora dos projetos da Central Única das Favelas- CUFA, como Taça das Favelas (SP-2019) e Taça das Favelas (MG-2020). É autora do livro Ana e a Tal Felicidade e Ana: O Amor pelo Amor, ambos pela editora Sagarana. Idealizou e produziu “Lula Contra o Mau”, Com Mauricio Menezes e o publicitário Lula Vieira (2009/2012), direção de Afra Gomes e Leandro Goulart. Produziu peças para diretores cariocas como Cristina Fagundes, cinco edições do” Clube da Cena”, “Os alunos do Colégio Santa Disciplina”, de Afra Gomes e Leandro Goulart, “Meu Destino é Santarém” (vencedor do edital 2016 – Teatro Municipal Niterói), de Edvard Vasconcellos, “Assassinato no Motel” (2011) de Fernando Ceylão, entre outras peças. Produz desde 2007 o “Plantão de Notícias” – humor no jornalismo com Mauricio Menezes, além de concertos com o Quinteto Lourenço Fernandez, Grupo Octeto Instrumental Brasileiro, rodas de choro sob o comando do maestro Isaías Ferreira, além oficinas, mostras e eventos corporativos. Nome: Carol Araujo Função: Direção Artística Atriz, diretora e produtora. Formou-se pela Casa das Artes de Laranjeiras em 2001. Foi integrante da Cia Ensaio Aberto como atriz e assistente de direção e atriz da Cia “Os Inomináveis”, dirigida por Renato Rocha. Participou da oficina de teatro “Nô Japonês”, ministrada por Maurice Durozier, ator do THÉ TRE DU SOLEIL, e das oficinas Butô, com Tadashi Endo, e Moitará, dentre várias outras oficinas. Fez novelas e minisséries pelas emissoras Globo e Record, atuou em 18 peças e dirigiu mais de 30. Também dirigiu os curtas “E agora” e “Guillermo”, em parceria com a produtora Moinhos de Vento. Este ano gravou uma uma participação no longa Atotô Abaluayé. Desde de 2004 atua no SESC-São Gonçalo (SG)ministrando oficinas de teatro. Em 2012, realizou a produção, direção e curadoria da exposição “Eva Todor – Uma Vida Dedicada a Arte” no SESC-SG. É diretora da Companhia Resenha Teatral, onde desenvolve projetos de espetáculos com multilinguagens artísticas, participou do FRINGE 2018 – Festival de Teatro de Curitiba – com o espetáculo “Meu passado não se apaga- Ubuntu: sou o que sou pelo que somos” e o mesmo foi contemplado pelo edital da FUNARJ 2019 e ficou em cartaz no teatro Armando Gonzaga em Março/Abril de 2019 e na Mostra Regional de Artes Cênicas do SESC SG e Niterói. Em 2019, fez parte do projeto Incubadora do Sesc, dirigindo o espetáculo “O que te causa”. Juntamente com Maria Carol Leguede dá aulas de teatro no Horto do Barreto no projeto Arte de Dançar. Nome: Nina da Costa Reis Função: Direção Cênica Atriz-cantora, diretora e performer. FORMAÇÃO: Artes Dramáticas na UniverCidade desde 2008. É idealizadora e curadora da Ocupação Ovárias, que está no seu quarto ano e foi indicada ao Prêmio Shell na categoria “Projeto Inovação” em 2019. É idealizadora e artista da ONG Conexão do Bem, atuante desde 2012, que faz teatro e música nos hospitais da rede pública do RJ. DIREÇÃO E CONCEPÇÃO: “Cavalos”, 2019 e 2020. TEATRO- IDEALIZADORA, ATRIZ E CANTORA: peça “Filhos De Medea”, direção Marco André Nunes, Sesc Copacabana, 2019 e peça-show “Ai de Mim”, direção Fabiano de Freitas, Tempo Festival 2017. ATUAÇÃO: “A Porta da Frente” de Julia Spadaccini, vencedor do Prêmio Shell 2013- direção Marco André Nunes, 2013 a 2015; “Boa Noite Professor” direção Julia Stockler e Lionel Fischer, 2016; “Não Me Diga Adeus” direção Gilberto Gawronski,2011e 2012 e outras. PERFORMANCES AUTORAIS: “Studio Cabaret Voltaire”, direção Jefferson Miranda – Tempo Festival 2018 com a performance “Lady Ice, Cidade Iceberg”; “Carne: o que significa construir?”- Ocupação Ovárias 2017; “Atacado” -Teatro Ipanema 2017.Março de 2021: Direção de “Palavras de Mulheres”, e leitura dramatizada da peça “Ana e a tal felicidade”, onde fez a narração de duas personagens. Nome: Maria Carol Leguede Função: Diretora de Cenas Atriz, bailarina, coreografa, diretora de movimento, produtora cultural e executiva. Graduada pela Universidade Estácio de Sá em Letras (Português e literatura) com Pós-graduada em História da África e do Negro no Brasil pela Universidade Cândido Mendes e Extensão em Mitologia Nagô e Ioruba no Colégio Pedro II. Há 7 anos vem realizando parceria com a diretora Carol Araújo em suas oficinas de teatro, inicialmente com produção e há quatro anos com produção, preparação corporal e coreografa, ambas administram e dirigem a Cia Resenha Teatral onde há dois projetos com dramaturgia coletiva de extrema relevância. São eles: “Espetáculo Meu passado não se apaga- Ubuntu(2015 a 2019)” e “O que te Causa?”, que fez parte da Incubadora do SESC SG/2019. Experiência no campo da dança clássica iniciado em 1989 até 1997 (Balé Rosana Maria e Fundação Clovis Salgado em MG). Em 2003 integrou a Cia Sol da dança em Moji-Mirim SP. Iniciou em 2014 estudo e pesquisa sobre o corpo negro. Cursou dança Afro-brasileira com os mestra Valeria Monã, mestre Baba Dofono D’omolu e participou da pesquisa transcultural do artista e pesquisador Anani Sanouvi, ritmo e criação em dança contemporânea. Participou do curso de dança contemporânea ministrada pela mestra Aline Teixeira, professora da UFRJ, e da Oficina Afro Butoh com a renomada atriz e bailarina Cátia Costa. Participou do curso de dança contemporânea com professora Dani Caravelas. Participou da oficina de Técnicas de Acrobacias Aéreas Verticais e Lutas Artísticas na companhia “Ensaio Aberto” no Espaço Utopia. Como atriz atua na Cia Resenha Teatral. Foi integrante da Cia Antuak sob direção de Renato Rocha no espaço Amok. Na TV fez comerciais para Skol, Nova Schin, Água de Cheiro e participações na novela da Rede Globo “Segundo Sol”, e na série “Malhação – Vidas Brasileiras”. Nome: Cleia Thomas Função: Direção Cênica e Visagismo Cléia Tomás é atriz e visagista formada em Artes Cênicas pela UNIRIO, possui especialização em Caracterização Teatral pelo SENAC/RJ e pós graduação em Arte-terapia pela Universidade Cândido Mendes (UCAM). Trabalhou em produções como a ópera A Redenção pelo Sonho, as peças Bola Preta, A Roda da História, Boca de Ouro, O Inspetor Geral e A Saga da Senhora Café. Em cinema, fez a caracterização dos curtas-metragens: Almoço de família. O Bicho Sete Cabeças, Soro Positivo, Prisão e o Evangelho segundo Saramago. É professora de artes cênicas no município do Rio de Janeiro e no de Duque de Caxias. Foi professora de Caracterização Teatral na Escola de Teatro Leonardo Alves e dos projetos Caminho da Cultura e Passageiro do Futuro.
PROJETO ARQUIVADO.