Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.
O projeto consiste na circulação do espetáculo "Pega a visão", que tem a dramaturgia, direção e execução da Triope- Produção Teatral, produtora cujos integrantes assumem as funções de coordenação, direção e gestão do projeto. O espetáculo mescla Teatro e dança, utilizando uma estética voltada ao público adolescente, com recursos de linguagem, dança e ritmos que se aproximam e despertam a identificação deste público, simbolizando e propiciando reflexões acerca de situações comuns vividas nesta fase, com foco no uso e experimentação de drogas lícitas e ilícitas.
O espetáculo teatral Pega a Visão conta a história de 06 adolescentes que se reúnem para o ensaio de uma peça com o tema uso de drogas na adolescência, com o objetivo de participarem de um concurso sobre o tema, promovido pela escola onde estudam. Durante os ensaios, eles conversam sobre seus sonhos, problemas e expectativas de vida e conforme a trama se desenrola, eles percebem que a realidade vivida por eles e a história encenada se assemelham, resultando na identificação com alguns personagens, o que os conduz a refletirem sobre suas atitudes perante a vida. O espetáculo mescla Teatro e dança, com coreografias criadas para expressar os sentimentos vividos pela personagem principal, Nina, que é encenada pelo grupo de adolescentes, que passa por uma transformação pessoal a partir do momento em que, levada pelo desejo de ter a amizade de Lari, fez uso experimentação de bebida alcóolica e outras drogas. O cenário da peça é leve e versátil, para que possa se adaptar a espaços sem palco, mas sem perder a qualidade da criação artística, que atrai e desperta a atenção e interesse do público para os recursos utilizados em cena. Ao final de cada espetáculo,os atores interagem com o público sobre a peça e sobre o tema abordado, deixando que o público se expresse livremente , pois o público jovem tem muita curiosidade sobre a criação do espetáculo e gosta de se aproximar dos atores, principalmente do ator cujo personagem lhe causou maior identificação.
Objetivo Geral Realizar um total de 60 (sessenta) apresentações do espetáculo"Pega a Visão", todas gratuítas, conduzindo essas apresentações para qualquer espaço, mesmo sendo fora do convencional e com prioridade para o público adolescente e com menor acesso à cultura , promovendo desta forma o incentivo à ampliação do acesso da população à fruição e a produção dos bens culturais( inciso V- artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021). Objetivos Específicos ESPETÁCULO ARTES CÊNICAS - Realizar 60 (sessenta) sessões do espetáculo Pega a visão gratuitamente para o público -Espetáculo teatral com duração de 45 minutos e 15 minutos de bate papo com o público após o término da apresentação. -Realizar o projeto durante 24 meses, totalizando 60 (sessenta) apresentações da peça Pega a Visão em até 18 meses ( etapa de produção). - Realizar no período de 18 meses, 03 turnês de apresentações, com intervalo de 02 meses entre cada turnê. Cada turnê tem a duração de 4 meses, com 20 apresentações para cada turnê, sendo 05 apresentações em cada mês. As turnês de apresentações podem ser alteradas após a captação de recursos, totalizando o número de apresentações em menor período de tempo. - Democratizar o acesso ao teatro, realizando o espetáculo em locais não convencionais de Teatro e garantindo esse bem cultural a um público menos favorecido do acesso.(Art. 1 lei Rouanet - Lei 8313/91- inciso I). - Utilizar cenário leve, criativo e ágil para facilitar transporte e se adaptar a espaços não convencionais -Utilizar figurino criativo e prático para que possa ser feito as trocas em cena e que também desperte uma identificação com o público alvo, público adolescente. O figurino é uma comunicação não verbal com o público, causando uma aproximação do público com o espetáculo, por meio do estímulo visual. - Despertar no público adolescente o interesse pelo Teatro, conduzindo este público a participar da história e de refletir sobre o tema que é encenado e incentivando para o ingresso ao fazer teatral. -Propiciar um bate-papo ao término de cada espetáculo, respondendo as perguntas relacionadas a montagem da peça, bem como sobre o tema que foi apresentado, despertando também a reflexão crítica neste debate e o interesse pelo Teatro - Registrar a realização das apresentações por meio de fotografias e filmagens. - Divulgar o projeto por meio de jornais, TV e redes sociais, por meio do trabalho de uma assessoria de imprensa, contratada pelo projeto.
Para a circulação da peça são necessários recursos provindos por meio de incentivo fiscal, para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso à esse bem cultural e ao pleno exercício dos direitos culturais (conf. art. I-inciso I- Lei 8313/91). O projeto Pega a visão tem a proposta de viabilizar o acesso gratuito ao teatro, atraindo principalmente o público adolescente ao teatro, com a montagem de um espetáculo que se aproxima do universo do adolescente, retratando seus interesses, sonhos e expectativas para o futuro, os relacionamentos com amigos e família, bem como as consequências geradas pelo bulling, pelo uso de drogas e as doenças sexualmente transmissíveis, utilizando recursos da dança para simbolizar e expressar as sensações e sentimentos vividos pelos personagens. Além de promover a arte e propiciar a diversão, prazer e entretenimento, a peça deve conduzir a reflexão sobre os temas, que serão também debatidos com o público ao final do espetáculo, associando ao que foi apresentado em cena com a realidade vivida pelos adolescentes, abrindo também para um diálogo sobre a montagem da peça, que gera muita curiosidade dos adolescentes e que favorece um despertar para o Teatro. É um espetáculo que agrada a todos os públicos, principalmente o público jovem e adolescente, pela sua estética e linguagem que aproxima e provoca a identificação do público, propiciando diversão, lazer e entretenimento. As apresentações serão todas gratuitas e abertas ao público em geral, (conf. art. 3-inciso IV-item a- Lei 8313/91), com a classificação indicativa a partir de 12 anos de idade, em cidades a serem definidas no início da fase de préprodução do projeto, com prioridade de se apresentar em locais alternativos, fora do espaço convencional, onde o acesso ao teatro é mais restrito, comparado às grandes capitais e para um público adolescente, que não encontra muitas opções atrativas que o fazem viver a experiência e hábito de ir ao Teatro. Além da estética utilizada na peça, o tema uso de drogas e bullyng, são temas relevantes e considerados como um problema de saúde pública em nosso país. O bullyng é responsável por índices de suicídio, evasão escolar, depressão e outros graves problemas, sendo importante que o assunto seja abertamente discutido com os jovens e o Teatro é um instrumento ideal pelo seu potencial conscientizador e transformador. O espetáculo se caracteriza como um teatro inovador em sua estética, ágil, dinâmico e contemporâneo, promovendo ideias e formas de perceber e entender o tema dramatizado. Para garantir a acessibilidade para as pessoas com necessidades especiais, os lugares na frente ficam garantidos e para orientar estas pessoas, integrantes da equipe técnica do espetáculo estarão disponíveis para desempenhar esta função. As apresentações do espetáculo Pega a Visão ocorrerão com prioridade em cidades do interior, com poucos habitantes, onde o acesso ao Teatro é menor, podendo contemplar vários municípios, após a captação do recurso financeiro e distante da cidade sede dos integrantes da Triope- Produção Teatral, Ribeirão Preto. O projeto necessita prever em seu orçamento o deslocamento dos atores e cenário para atingir esse objetivo.
O espetáculo Pega a Visão, ao se apresentar em outros municípios, não sendo a cidade de Ribeirão Preto-SP, cidade sede dos integrantes do projeto, terá despesas com hospedagem, alimentação e transporte para profissionais que assumirem as funções abaixo relacionadas: - 02 Ator/bailarinos -02 Atrizes -01 Ator/sonoplasta -01 Diretor Artístico -01 Diretor Geral -01 Fotógrafo -01 Assessor de imprensa
O espetáculo Pega a Visão tem a classificação indicativa a partir de 12 anos e duração de 50 minutos e um bate papo com o público de no máximo 15 minutos após o término de cada espetáculo, buscando atingir o público adolescente, entre 12 a 18 anos, com o objetivo de levar a Arte e o Teatro para espaços não convencionais, mas também conscientizar e refletir sobre os riscos da experimentação de drogas na adolescência. O espetáculo teatral "Pega a Visão" procura se aproximar do público adolescente através dos recursos da dança e ritmos musicais, figurino e cenário, que são bem representados e conhecidos do público adolescente, despertando o interesse e a reflexão crítica sobre o tema
Produto: Espetáculo de Artes Cênicas I – ACESSIBILIDADE FÍSICA: As apresentações teatrais serão todas realizadas em equipamentos públicos municipais que estiverem disponíveis para as apresentações, possuindo ou não palco, no caso de municípios que não possuem espaços de Teatro. Será dada atenção e prioridade para as situações onde estes equipamentos públicos não forem dotados de acessibilidade arquitetônica, como rampas de acesso, barras laterais, banheiros adaptados, buscando alternativas de garantir minimamente esta acessibilidade, como exemplo, disponibilizando locais à frente do palco e destinando pessoas da equipe de produção para conduzir a pessoa com deficiência física até o assento. II – ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO-Deficiência auditiva As apresentações teatrais serão todas realizadas com a presença de um Intérprete de Libras para pessoas com deficiência auditiva. ìtem na planilha orçamentária- 21
O espetáculo "Pega a Visão" tem a proposta de viabilizar o acesso gratuito ao teatro, atraindo principalmente o público adolescente ao teatro, com a montagem de um espetáculo que se aproxima e simboliza o universo do adolescente e sua relação com as drogas lícitas e ilícitas, utilizando recursos da dança e ritmos musicais que são populares a este público, numa estética inspirada na cultura do hip hopAs 60 (sessenta) apresentações da peça serão todas gratuitas, de classificação acima acima de 12 anos, sendo distribuídos da seguinte forma:-Até 5% dos ingressos de cada apresentação distribuídos para patrocinadores-Até 5% dos ingressos de cada apresentação distribuídos para a divulgação - 90% dos ingressos de cada apresentação para distribuição em instituições escolares (públicas e privadas), escolas de teatro, Ongs sociais e culturais (Artigo 21- inciso I ) espetáculo permitirá a captação de imagens para veicular por redes públicas de televisão e outras mídias;(Art. 21- inciso IV)
A Triope- Produção Teatral, responsável pela execução do projeto Pega a Visão- Circulação, tem como integrantes profissionais graduados em Artes Cênicas, Thiago Fabril e Richard de Barros, como também uma integrante formada em Serviço Social, Elaine Barros. O elenco da peça são contratados pela produtora (segue abaixo o currículo de todos artistas).O proponente ,Thiago Fabril de Oliveira ( pessoa jurídica), assume no projeto a função de Coordenador Artístico e participa de todas as etapas e do processo decisório do projeto, sendo o responsável pelas atividades técnico-financeira. Thiago Fabril de Oliveira, nome artístico Tim Fabril- Proponente do projeto Função no projeto- Coordenador Artístico Thiago Fabril de Oliveira, produtor cultural em Ribeirão Preto e São Carlos. Com formação em Artes Cênicas pelo C. Univ. Barão de Mauá em 2005, Pós-Graduação em Gestão Cultural pelo C. Univ. Senac em 2016. Em parceria com Elaine Ribeiro de Barros, fundaram em 2011 a Triope Produção Teatral, que até 2020 atuava com o nome Grupo Protegendo a Infância. Atua na produtora como gestor, ator e diretor teatral em diversos projetos realizados ao longo desses anos. Em 2018 e 2019 coordenou artisticamente e produziu o projeto “Drogas: Quem Dança é Você”, que circulou por 23 cidades de São Paulo e Mato Grosso, com apoio das leis de incentivo Proac-ICMS e Lei de Incentivo à Cultura (antiga Rouanet). Nesse ano (2021), a Triope, com apoio da Lei de Incentivo à Cultura, desenvolve o projeto “Drogas: Quem Dança é Você – Circulação”, em formato online, com transmissão de 12 apresentações para as cidades de Sorriso, Sinop, Nova Maringá e Itanhangá, no Estado de Mato Grosso. Ao final de 2015, cria o projeto Lab.ArtGame, com o objetivo de desenvolver atividades de produção, formação e difusão da cultura dos videogames. Inicia suas atividades no CEU das Artes de Ribeirão Preto, com a Oficina Máquina do Tempo. Em março de 2016, um dos projetos do Lab.ArtGame foi aprovado no Proac ICMS, na categoria Projetos Especiais. No mesmo mês, lançou em parceria com Renato Alves a versão em português do game Coming Out Simulator, criado por Nicky Case. Com o título Saindo do Armário (https://labartgame.github.io/saindodoarmario.github.io/), o jogo conta a história de como Case assumiu para seus pais que era gay, e pede ao jogador que viva essa experiência. Através desse game, Tim foi convidado para participar de um painel sobre Diversidade e Inclusão nos Games, no BIG Festival, na cidade de São Paulo, e contar um pouco sobre o projeto e a tradução do jogo Saindo do Armário. Em setembro o Lab.ArtGame foi selecionado no Proac Edital de Aprimoramento Artístico, proporcionando uma residência artística com a ARSGAMES na Cidade do México durante 15 dias em abril de 2017, realizando o projeto em Ribeirão Preto, no Centro Cultural Palace e no Centro Municipal de Arte Cultura (CEMAC) em São Carlos, com uma oficina cultural e 5 edições do evento ApertaStart. Em 2018, o Lab.ArtGame realiza o projeto ApertaStart - Mostra da Produção de Games do Estado de SP, com apoio da Secretaria da Cultura do Estado de SP, por meio do edital de Economia Criativa. Com público de aproximadamente 3.300 pessoas e mais de 110 horas de atividades propostas nas cidades de Ribeirão Preto e São Carlos, o projeto realizou oficinas, palestras e exposições de jogos produzidos por coletivos, estúdios e desenvolvedores solos que têm sede em São Paulo. Em parceria com o grupo FoG, da USP de São Carlos, realizou sua primeira GameJam dentro do Campus da USP, com o objetivo de criar um game em 48 horas. O Lab.ArtGame, em 2020 foi selecionado em dois editais culturais da Lei Aldir Blanc: Proac LAB, edital de fomento e licenciamento com o desenvolvimento do projeto Lab.Talk – Games, Cultura e Sociedade, que contará com entrevistas de parceiros e especialistas sobre o videogame e suas potencialidades; e com o projeto Lab.ArtGame, no Inciso II da Lei Aldir Blanc, no município de São Carlos. Ainda no setor teatral, trabalhou como arte-educador na Escola de teatro TPC, em Ribeirão Preto, de 2009 a 2014, ensinando interpretação teatral, dirigindo diversos espetáculos, onde destacam-se "Um Amor para Recordar (2012)", "Dom Quixote (2012)", "655321 (2011)" e "O Diário de Anne Frank (2010)". Como ator participou em "Histórias de Lenços e Ventos (2010)", "Bodas de Sangue (2010)", "Auto da Compadecida (2012/13)". Entre 2006 e 2008, recém-formado, trabalhou em São Paulo como contrarregra, assistente de produção e direção em espetáculos teatrais realizados por Produtoras e Companhias de Teatro, como por exemplo: "Dúvida" (2006), com direção de Bruno Barreto, "O Sol Nasceu Para Todos" (2007), Cia de Inventos e Eventos Culturais e "Noé Noé" (2008), com direção de Ivaldo Bertazzo. Links para os trabalhos desenvolvidos por Tim Fabril: Facebook/triopeteatral Instagram/triopeteatral Facebook/labartgame Instagram/labartgame Na imprensa Festival Tanabata 2018 Cemac recebe oficinas gratuitas ApertaStart leva games e cultura para São Carlos RENAN EICHEL - Função no projeto- Ator DRT: 37.100/SP Ator e arte educador formado pelo Curso em Arte Dramática do SENAC – Ribeirão Preto. Começou no teatro em 2008 ingressando os seguintes trabalhos: “Hamlet-Espectro de Si Mesmo”,(2011), “Quem Roubou Meu Sapatinho” (2013), “Dom Chicote Mula Manca"” ( 2013), “Mundolino" (2015) e participou do Teatro de Caixeiros com a peça de Lambe-Lambe, “ O Encontro”. ” – (2015) . Frequentou as seguintes oficinas: Teatro de Formas Animadas (Dino Bernardi), A Menor Máscara (Ésio Magalhães – Barracão/SP), Treinamento Técnico para Ator (Jesser de Souza- Lume/SP), Energia e Ação (Naomi Silman – Lume/SP) e A Relação Entre Ator e Bonecos (Pigmalião - Escultura que Mexe) . Produtor executivo e coordenador geral no edital PROAC - (2017): “1º Festival de Teatro Lambe - Lambe de Ribeirão Preto”. Amanda Pereira- Função no projeto- Atriz/ Bailarina CPF:335.105.658-35 Rua Jose Sareta n 155 – Nova Aliança CEP:14026593 Ribeirão Preto SP Iniciou seus estudos em dança em São José do Rio Preto, onde representou a cidade como ginasta em campeonatos regionais e estaduais. Em 2016 começou a integrar a ONG “FINAC – Finoca Almeida Cunha”, de Ribeirão Preto, onde teve regularmente aulas com Patty Brown, e Renata Celidonio, permaneceu por 5 anos até o fechamento em 2020. Participou do espetáculo “Esquizóides Terrestres” dirigido por Suely Machado e com música original de André Mehmari(2016) . Participou o projeto “Dança 1,2,3”, realizado pelo Sesc Ribeirão Preto e MuDança Ribeirão (2016 e 2017). Participou do projeto “Dança em dobro” realizado pelo Sesc Ribeirão Preto como bailarina na performance “Quieto desespero” dirigida por Letícia Iarossi, com provocações de Fernando Martins. Nesse mesmo ano participou como performer do “Nosso terreiro” dirigido por Ana Clara Joly. (2017). Foi bailarina e coreógrafa da performance "Desejo Veemente" no Sesc Ribeirão Preto e bailarina e assistente coreográfica no projeto "Drogas, Quem Dança é Você", realizado pelo ProAC. Participou da residência "Intercâmbio em Artes Cênicas Dança" com Eduardo Fukushima e Beatriz Sano, realizado pelo Sesc Paraty (2018). Participou de "Repertórios Coreográficos” de Liliane de Grammont. Nesse mesmo ano foi bailarina e assistente coreográfica no projeto “Drogas, Quem Dança é Você”, realizadopela Rouanet. Participou do projeto “Dança em Dobro”, realizado pelo Sesc Ribeirão Preto, como coreógrafa e bailarina na performance “Constante Volátil” com provocação de Liliane de Grammont (2019). Participa como bailarina no espetáculo “Brasa”, realização do ProAC Expresso Neste mesmo ano é coreografa na “Feira do Livro Internacional de Ribeirão Preto: Revolução Poética- Festival de ideias “(2021) Rayana Rodrigues - Função no projeto- Atriz Rayana Rodrigues (0052281/SP) mora em Ribeirão Preto, é atriz há 16 anos e já atuou em 52 espetáculos teatrais. Começou teatro em 2005 na escola livre TPC (Teatro Popular de Comédia - RP/SP). Sete anos depois, integrou o grupo TPC e começou a trabalhar profissionalmente com teatro, circulando com 11 espetáculos contemplados pelo Proac ICMS de 2012 a 2021, pelo Estado de SP. Em 2015 morou em Barão Geraldo/Campinas para se aprofundar nas artes da cena. Fez cursos oferecidos aos alunos do curso de Artes Cênicas da Unicamp, com o Lume Teatro, com o Barracão Teatro e com grupos já formados em Artes Cênicas pela Unicamp. Desde então, vem aprendendo com diversos mestres do teatro e das artes corporais, presencialmente e online. É idealizadora do Núcleo de Pesquisa Farrapiano Teatro que pesquisa e cria diálogos através de diversos gêneros teatrais, relacionando pesquisa e prática acadêmica, teatro popular e filosofia. Apresentam-se em teatros, ruas e espaços alternativos, para todas as idades. É integrante de outros grupos e cias teatrais de Ribeirão Preto, Palhaça-Contorcionista: Kallitéchnis, Educadora Física e Arte-Educadora há 10 anos. AIRTON PEREIRA SILVA- Função no projeto- Ator/ Bailarino Ton Pereira, Ator, bailarino e arte educador. Natural da Bahia , mas cresceu e vive atualmente na cidade de Ribeirão Preto-SP. Em 2012 participa da montagem do espetáculo: Antiperipléia ( espetáculo apresentado no Festival Internacional de Curitiba) Cia. Ribeirão em Cena com direção de Renato Ferreira e Gilson Filho. . Formou-se no curso livre de teatro no ano abril de 2012/Novembro de 2013 , na instituição Ribeirão em Cena. Em 2016 integrou-se ao grupo Além Mar, atual grupo Bugalha, onde realizou um circuito itinerante contador de história “ Lilla e o Segredo da chuva” Cordel pelo Sesc/RP, onde também estreou o espetáculo infantil “ Escada pra Céu”, direção Flávio Racy , Sesc Ribeirão Preto e contemplados com uma circulação. Integrante do coletivo Teatro de Caixeiros , onde participou como ator/ caixeiro e produtor do Primeiro Encontro de Lambe- Lambe na cidade de Ribeirão Preto -SP. Circulando também com a Caixa A Isca , com PROAC circulação .Como bailarino e coreógrafo ,formou-se em clássico e contemporâneo na Ong Finoca Almeida Cunha ( Finac). Trabalhou com mestre da dança como Sueli Machado , espetáculo “Esquizóides Terrestres ( grupo Primeiro Ato) Com Patty Brown, Andrea Barbosa( Turu) Fernando Martins,Édson Fernandes . Oficinas com Makica Gidali e Décio Otero, Ângel Vianna. Bailarino do grupo Alma/ Balé dirigido por Marissol Galo . Coreógrafo do espetáculo projeto social “ “Drogas Quem Dança é Você “. professor de dança rítmicas e coreógrafo na Academia W1nner e ator e coreógrafo no projeto Árvore do Mamulengos, em parceria com os grupo Teatral Bugalha e Cia Vagalume. E estudando artes visuais pelo polo Estácio-Ribeirao Preto . ANNA ISE - Função no projeto- Atriz DRT: 43264/SP - Atriz pesquisadora. Nascida em 22/05/1996. Iniciou experiência com teatro na escola TPC – Teatro Popular de Comédia (2007). Atuou em mais de 50 espetáculos como "A Cantora Careca" (2014); "Calabar - O Elogio da Traição" (2016); "O Despertar da Primavera" (2016); "A Casa de Bernarda Alba" (2020); somando mais de 200 apresentações em Ribeirão Preto e região. Desenvolveu pesquisa sobre Nelson Rodrigues com "Nelson à Flor da Pele", baseado em suas crônicas "A Vida Como Ela É" (2016) e Plínio Marcos com "A Mancha Roxa" (2017), direções de Bolinha Monteiro. Integrou o Grupo de Teatro TPC e participou de circulação pelo ProAC ICMS (2012-2019). Atuou no Grupo Melancia de teatro infantil (2016-2017), com mais de 15 espetáculos com textos de Ademir Esteves. Integrou o Grupo de Teatro Pepitos e participou de circulação pelo ProAc ICMS com o espetáculo "Nau dos Loucos", de Luís Alberto de Abreu (2018). Atuou no grupo Triupe e participou de circulação através da Lei Rouanet com o espetáculo "Drogas, quem dança é você" (2019). Co-criadora do Grupo Annas que teve sua estreia em 2018 no Festival Águas de Março de Franca/SP com o espetáculo "Os Dragões não conhecem o Paraíso”, de Caio Fernando Abreu. Estudou Canto e Percussão com os professores Luara Pepita e Fábio Evangelista, preparadores musicais do Grupo TPC. Estudou sapateado na escola TPC e ballet contemporâneo no Studio de Dança Luciana Junqueira, onde atuou nos espetáculos “Cinderela”, “Brilhantemente” e "O Rei Leão". Integrou workshop de Laban com Amanda Sabione (2017). Atualmente integra o Grupo TPC com alguns espetáculos em cartaz e o Grupo Triope, em cena com o espetáculo "Pega a Visão". ELAINE RIBEIRO DE BARROS - Função no projeto- Diretora geral e Dramaturga Brasileira, divorciada, 59 anos Rua Benedicita Rodrigues Domingos, 889- Bloco 28- ap. 73 Lagoinha- CEP- 14095050- Ribeirão Preto- SP Contatos: 16- 991459665 (celular) Email: elaine.ribeirobbb@hotmail.com Formação Acadêmica Graduação em Serviço Social pela Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP -Especialização na Área de Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes pelo Instituto de Psicologia – Universidade de São Paulo, ano de 2002 Experiências Profissionais Assistente Social Coordenadora PRONAV/LBA no município de Rondonópolis Período: 1986-1989 Assistente Social naPrefeitura Municipal de Ribeirão Preto- SP Centro de Atendimento à Criança Vitimizada (CACAV) Período: 2002-2003 Assistente Social na Prefeitura Municipal de Sertãozinho Período: 1996 até dias atuais Coordenadora CREAS- Centro de Referência de Assistência Social ATUAÇÃO NA ÁREA CULTURAL Integrante da Triope Produção Teatral Atua na elaboração dos projetos e na dramaturgia Atua na Direção Geral das peças Período: 2011 até os dias atuais -A História de Dinha ; Chega de Tanta Exclusão; Bebida não faz mal a ninguém?; Drogas: Quem dança é você; Casa de Ninguém; Pega a Visão Richard Barros de Olivera- Função no projeto- Diretor Artístico Ator, Diretor e Produtor Cutural - DRT 0040046/SP Formado pelo Instituto Ribeirão em Cena em Ribeirão Preto/SP em 2012 atuou em espetáculos com "O Caminho dos passaros" e "Eles estavam la". Participou do projeto de formação continuada com foco em especialização como diretor teatral, desenvolvendo espetaculos como "Aurora da minha vida" de Naum Alves de Souza. Fundador da Cia Reperesentando a Arte, companhia com sede na cidade de Serra Azul/SP, assinou a direção de aprocimadamente 40 espetáculos, apresentados em mais de 15 mostras municipais, em 350 apresentações e levando ao teatro por volta de 30 mil pessoas. Através do mesmo grupo teve espetáculos premiados13 vezes, sendo "Melhor diretor" em 2009 com a peça " Escola de Magia", "Melhor Plasticidade cenica" com "Fragmentos" em 2013 e "Melhor Cenografia","Melhor Expressão corproal" com "Procura-se um mordomo" em 2015 - Ambos no Mapa Cultural Paulista, festival de teatro do estado de São Paulo. Em 2019, com montagem baseada na obra de Nelson Rodrigues, foi premiado 7 vezes, sendo alguns: "Melhor Diretor", "Melhor Plasticidade Cênica" e "3º melhor espetáculo" em festivais como o 9º Festival de Teatro de Sarapui. Atualmetne conitnua como Arte Educador da Cia Representando a Arte, da Ong Sara (no Projeto Saratimbancos e tambem no CIT), é diretor teatral no grupo Fócu de Teatro, na Cia Vagalume de Teatro e tambem na Triope Produções.
PROJETO ARQUIVADO.