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PRONAC 221124Apresentou prestação de contasMecenato

Uma historia que não se conta: Ernesto e Eu

RENAN GUSTAVO PARMA DOS REIS 07390862947
Solicitado
R$ 212,8 mil
Aprovado
R$ 212,8 mil
Captado
R$ 212,8 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
PR
Município
Maringá
Início
2023-01-01
Término
2024-09-30
Locais de realização (1)
Maringá Paraná

Resumo

A presente proposta prevê a circulação do solo "Uma história que não se conta: Ernesto e Eu", espetáculo bilingue (português, libras) em 10 cidades do interior do estado do Paraná, sendo uma apresentação por cidade. Todas as apresentaçõesterão entradas gratuitas.

Sinopse

"Uma história que não se conta: Ernesto Eu" é um solo infantil bilíngue - português e libras - de classificação livre, com duração de 40 minutos. A peça abre diálogo com o público sobre o direito de existir da forma como somos sem qualquer tipo de preconceito. A montagem é sensível a questões interpessoais, levando em consideração as próprias percepções das crianças sobre a tristeza, o bullying, o sentimento de perda e solidão, assuntos que foram trabalhados em oficina durante o processo de montagem. O espetáculo não fala da pandemia ou do processo de isolamento, mas esses temas atravessam a peça e se encontram sedimentados na estética. A personagem narradora está em seu quarto de infância sozinha em busca de lembranças que o ajudem a contar a história de Ernesto e ao mesmo tempo mantem relacionamento com o mundo exterior por meio da janela do quarto. Oportunizar essa experiência teatral para as crianças em meio a contemporaneidade, na qual o individualismo é incentivado em detrimento da pluralidade, é de extrema importância para revertemos essa onda de intolerância, ódio e preconceito que vigoram atualmente no Brasil. A arte humaniza, nos sensibiliza ao mesmo tempo que nos conecta, eleva nosso senso de coletividade uma vez que juntos partilhamos a vivência cênica que esse trabalho tem por objetivo oportunizar.

Objetivos

Objetivo Geral: - Adaptar o espetáculo solo "Uma historia que não se conta: Ernesto e Eu" produzido em versão online para a presencial e fazer um circuito de 10 apresentações pelo estado do Paraná, priorizando cidades com poucas ações artísticas e culturais. O solo "Uma historia que não se conta: Ernesto e Eu" é uma peça bilingue em que o ator fala ao mesmo tempo o texto em português e em libras. - Facilitar o acesso de todos a espetáculos de teatro; - Contribuir com a agenda cultural do estado do Paraná, inclusive do interior; - Divulgar e apoiar o trabalho de profissionais das artes cênicas e do teatro da região; - Permitir acessibilidade por meio do serviço de interpretação de Libras; - Contribuir para o desenvolvimento da cadeia produtiva artística paranaense ao gerar empregos diretos e indiretos; O projeto tem como objetivo também o Art. 2º do Decreto 10.755, de 2021 nas seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Objetivo específico - Realizar 10 apresentações teatrais do espetáculo "Uma historia que não se conta: Ernesto e Eu." É esperado um público total de 1000 pessoas ao término do projeto.

Justificativa

Oportunizar uma experiência teatral de qualidade estética e com tamanha importância temática é extremamente valido na pós-pandemia. Durante o período de quarentena as crianças tiveram seu aspecto social prejudicado, não foram as aula, perderam contato com os amigos, deixaram de brincar ao ar livre, atividades que promovem o desenvolvimento dos pequenos e também, por natureza, o contado com outro. As consequências desse período para formação emocional das crianças ainda deverá ser estudado pelos especialistas, mas no geral percebemos crianças tristes, intolerantes e solitárias. Temas centrais do espetáculo "Uma história que não se conta: Ernesto e Eu" O espetáculo também é bilingue, o ator da peça é fluente em libras e já tem no currículo outros trabalhos tanto com intérprete, como na formação de crianças surdas. Por isso, desde o início da concepção da história, todo o texto foi construído para que tivesse uma ótima sinergia com a língua de sinais e permitisse que o ator pudesse falar ambas as línguas ao mesmo tempo de forma natural. Possibilitando uma maior compreensão para o público infantil surdo, além da interação entre platéia de ouvintes e surdos. O espetáculo foi construído pensando na pluralidade da infância, seus vários contextos socioeconômicos. Em vários momentos durante o processo de montagem as crianças contribuíram para a criação do espetáculo por meio de encontros no formato online para realização de oficinas, contações de historias e outras atividades pré-estabelecidas durante o processo de ensaio. Tudo isso para chegar em um peça que foge das formulas tradicionais e já estabelecidas como próprias e de boa recepção ao publico infantil e que muitas vezes infantilizam e subestimam a criança. A criança precisa ser educada emocionalmente só assim ela saberá como lidar com os seus sentimentos e melhorará sua percepção de mundo, bem como sua capacidade de empatia. Por muito tempo permaneceu o conceito de que a criança deve ser protegida, mas uma criança que sabe identificar e lidar com a solidão, tristeza, angustia, raiva, entre outros, são crianças saudáveis psicologicamente e terão menos chances de salientar os altos índices de depressão e suicídio infantil. O projeto justifica-se, portanto, pois usa da linguagem estética do teatro para tratar de temas delicados e necessários ao publico infantil, e nosso momento histórico, polarização social e discursos de ódio bem como o uso inevitável e cada vez mais frequente das tecnologias, pede por esse dialogo. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

o espetáculo tem duração aproximada de 40 minutos

Acessibilidade

Acessibilidade Física: O local de realização das apresentações será adequado para receber pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, com assentos reservados, banheiros adaptados e rampas de acesso. Acessibilidade visual: Todas as divulgações em redes sociais terão versões para leitores de tela e após o espetáculo faremos um tuor tátil pelo cenário e o público cego poderá tocar o figurino, durante o período de circulação do espetáculo será disponibilidado uma versão online do espetáculo com audiodescrição. Item do orçamento: Audiodescrição. Acessibilidade auditivda: as divulgações em redes sociais terão versões com interprete de libras e todas as apresentações terão interpretes. Item do orçamento: Interprete de libras Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes e doenças que geram limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Caso haja público que necessitem desta acessibilidade a produção fará uma mediação, meia-hora antes do início do espetáculo para apresentar as variações de iluminação, variações sonoras que possam gerar desconforto a pessoas com espectros ou síndromes, bem como um bate papo sobre o conteúdo e a linguagem artística usada no espetáculo, essa mediação e bate-papo também contará com interprete de libras. Item do orçamento: Mediador

Democratização do acesso

O plano de distribuição da proposta está de acordo com os incisos do art. 23 da Instrução Normativa 01/2022, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos. Em complemento, será adotada a seguinte medida de ampliação do acesso prevista no art. 24: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; (TODOS AS ENTRADAS SERÃO DISPONIBILIZADAS DE FORMA GRATUITA).

Ficha técnica

RENAN GUSTAVO PARMA DOS REIS (PROPONENTE) FUNÇÕES: DIRETOR GERAL E ATOR Integrante da CIA FORFÉU de 2009 até 2019, onde participei como ator de várias montagens de espetáculos. Ministrante de oficinas de iniciação teatral para novos integrantes do grupo.Responsável pelas aulas teóricas de História do Teatro Mundial e Brasileiro para turmas mais avançadas da Cia Forféu. Desde 2018, trabalho dentro da companhia em projetos que envolvem Libras e profissionais surdos. Os trabalhos envolvem interpretação e tradução, oficinas e aulas em Libras, atuação e produção cultural bilíngue. FORMAÇÃO ACADEMICA- Graduado Letras Português - UEM - Maringá 2017- Graduado 2ª Licenciatura Letras Libras Faculdade EficazCurrículo Lattes acesso em: http://lattes.cnpq.br/3368061225581554 FORMAÇÃO TÉCNICA- Capacitação de Tradução e Interpretação FENEIS e Instituto Libras Plena (Cursando,previsão finalização 2023) Cursos livres- Oficina Fora da Caixa 2.0 – Acessibilidade Criativa para Projetos Culturais –, realizada pela VouSer Acessibilidade. Fevereiro de 2021- Oficina – O Teatro no Contexto Atual. 2º Trama Festival. Julho de 2020- Curso “Pedagogia dos Saraus” com Rodrigo Ciríaco – Convite à Literatura da Secretaria Municipal de Cultura de Maringá, 2020.- Curso de extensão “Formação de Mediadores de Leitura” pela Fundação Demócrito Rocha em parceria com a UANE (Universidade Aberta do Nordeste) - 2019 - Curso livre “Curso básico de Historia em Quadrinhos” pela Fundação Demócrito Rocha em parceria com a UANE (Universidade Aberta do Nordeste). - 2019- Oficina “O ator inventivo” – Luciano Wieser / Grupo de Teatro de Pernas pro Ar – 3ª Só em Cena – Mostra de Solos e Monólogos - Maringá - 2018- Oficina de Vivência com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz - Atriz Tânia Farias – Projeto de Formação e Capacitação de Artistas – Maringá – 2015- Oficina de Figurino - com Paulo Vinicius - Projeto de Formação e Capacitação de Artistas – Maringá – 2015- Oficina de "A voz do ator/cantor", com Babaya - Módulo I – Noções de fisiologia da voz - Módulo II – Exercícios de técnica vocal, resistência corporal e vocal - Módulo III– Interpretação - Projeto de Formação e Capacitação de Artistas – Maringá – 2015 - Oficina “O Ator e o Espaço”- atriz Thais Pimpão (Cia Tijolo)- Projeto de Formação e Capacitação de Artistas – Maringá – 2015- Participante do Núcleo Dramaturgia SESI - Teatro Guaíra em Maringá – ministrado por Mauricio Arruda de Mendonça (Londrina) – 2015- Introdução aos jogos de Coro e Corifeu - Flávio Amado - Circuito SESI - 2013 - Workshop Preparação para o Ator - Anselmo Vasconcelos - Festival de Cinema / Maringá - 2012- Oficina produção áudio visual, produção de roteiros e filmagem de curta metragem - Maringá - 2012- Oficina de Performance - Flávio Amado - Aldeia Cultural SESC – 2012 - Oficina Prêt-à-Portet, ministrada por Emerson Danesi – CPT-SP - 2012- Oficina Indivíduo Corpo Coletivo - André Hideki Hosoi e João Paulo Simão, o Grupo Barbatuques - 2012- Oficina Construção de Personagem com elementos da Peça Luiz Antonio Gabriela da Cia. Mungunzá de Teatro – 2012- Oficina Máscara Neutra - Flávio Amada - Teatro Calil Haddad - 2010- Módulo Commedia Dell'Arte - TUM - UEM - Maringá – 2009 ÁREAS DE PESQUISA:- Ensino de literatura, mediação e formação de leitores:- Disciplina: Literatura Juvenil: Arte e Indústria Cultural. Programa de Pós-Graduação em Letra (aluno não regular, 2020).- Participante do Grupo de Crítica Literária Materialista UEM - CNPq – coordenado pelo professor Dr. Alexandre Villibor Flory. –ingresso 2015- 2 (duas) pesquisas realizadas pelo programa PIC (Programa de Iniciação Científica) da UEM, com tema Teatro Dialético ambas orientadas pelo professor Dr. Alexandre Villibor Flory - Período 01/08/2014 – 31/07/15: Teatro Dialético em comparação: Os Azeredos mais os Benevides, de Vianninha, e Sociedade Mortuária, da Cia do Latão. - Período 01/02/2017 – 31/01/2018: “O Testamento do Cangaceiro”, de Chico de Assis: Contribuições e desafios para a criação de um teatro épico brasileiro.- Libras:- Participante do grupo de estudo de gramática da Libras ofertado pela Sigma Cursos com coordenação da Prof. Doutora Ronice Muller de Quadros TRABALHO/APRESENTAÇÕES- Atuação no espetáculo "500 anos do Brasil" - Apresentado no FERA (Festival de arte da rede estudantil) realizado pelo governo do estado do Paraná - 2007- Atuação no espetáculo "A Bruxinha que era boa" - apresentado no primeiro Festival de Teatro do Estudante de Maringá, alem de algumas apresentações em escolas municipais de Maringá e Sarandi. - 2009- Produção do espetáculo "O Pequeno Príncipe" - apresentado no segundo Festival de Teatro do Estudante de Maringá - 2010- Atuação no espetáculo "Quando o Universo Conspira" - apresentado no quarto Festival de Teatro do Estudante de Maringá - 2012- Ator no curta-metragem “O que os Clowns fazem na noite?” - 2012 – Apresentado no 9º Festival de Cinema de Maringá.- Atuação no espetáculo "Quando o Universo Conspira" - apresentado na quarta edição do Festival de Teatro do Estudante de Maringá e posteriormente no Convite ao Teatro da Secretaria de Cultura de Maringá - 2014 e 2015.- Atuação no espetáculo “As Viagens de um Pequeno Príncipe” – Prêmio Aniceto Matti – 2015- Assistente de Produção na Iº Mostra de Teatro Estudantil de Maringá – Lei Rouanet de Incentivo a Cultura – 2015- Assistente de Produção na IIª Mostra de Teatro Estudantil de Maringá – Lei Rouanet de Incentivo a Cultura – 2016- Assistente de Produção na IIIª Mostra de Teatro Estudantil de Maringá – Lei Rouanet de Incentivo a Cultura – 2017- Assistente de produção do Projeto Sentidos e ator na peça “De tudo que é gente” - Lei Rouanet de Incentivo a Cultura – 2017- Produtor do DVD de poesias em LIBRAS “Arte na Palma da Mão” – Prêmio Aniceto Matti – 2018- Oficina de mediação e produção literária para jovens, “(des)Amparo Literário” – Prêmio Territórios Culturais/2018. Execução em junho de 2019- Workshop Literário para crianças, “A sombra de Ernesto” - Prêmio Territórios Culturais/2018. Execução em maio de 2019- Assistente de Produção e professor no projeto “Criança em Cena” – Lei Rouanet de Incentivo a Cultura – edições 2017, 2018 e 2019.- Coordenador do Centro Cultural Arena das Artes. 2018 ANDRESA VIOTTI FUNÇÃO: DIRETORA ARTÍSTCIA Mestre em letras pela Universidade Estadual de Maringá. Graduada em Artes Cênicas pela mesma Universidade. Especialista em Arte, Educação e Terapia pelo Instituto Paranaense de Ensino. Registrada como artista na função de palhaça, sob o número 0028440/PR, em 2014. Integrante do grupo Meu Clown, no qual, atua como atriz e palhaça. Ganhou o prêmio de melhor atriz no V Festival Nacional de Teatro “Carpe Diem”, com a peça Rapsódia Circense, em 2019. Faz parte do Grupo de Estudos e Pesquisa em Palhaçaria, Comicidade e Ludicidade (IFPR). Integrante do Coletivo de Criação em Poéticas Políticas (CCPP). Dirigiu, no Colégio Estadual Jardim Universitário, da cidade de Sarandi, os espetáculos: “A Comédia das Condições Sociais”, “Cabresto Nosso” e “Não me esqueças” que participaram da “2ª, 3ª e 4ª Mostra de Teatro Estudantil de Maringá”, consecutivamente. Dirigiu o espetáculo bilingue “Ernesto e Eu – Uma história que não se conta”, contemplado pelo prêmio Aniceto Matti, em 2021. Ministra a oficina “Teatro em Perspectiva Popular – A poética do Oprimido”. Escreveu o livro “Palhaços e Máscaras – A poiesis na trajetória dramatúrgica do Grupo Meu Clown”. Atualmente é professora de teatro, atriz, palhaça e pesquisadora de teatro brasileiro. ALAN ROGÉRIO GAITAROSSO FUNÇÃO: PRODUÇÃO EXECUTIVA DIRETOR DRT Nº 29158/PRPRODUTOR DRT Nº 19102/PR Graduado em Letras, com especialização em Arte, Educação e Terapia pela Faculdade São Braz de Curitiba (2018) e Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo SENAC (2021). Diretor Executivo do Instituto Cultural Ingá, instituição sem fins lucrativo de fomento e incentivo à cultura, que tem como missão promover e preservar a cultura em suas formas de expressão como instrumento de desenvolvimento humano e social. Diretor geral na Forféu Atividades Artística desde 2013 onde produz diversos projetos culturais ligados à arte-educação e acessibilidade em produção cultural. Foi um dos produtores do projeto “Arte na Palma da Mão” que criou o primeiro DVD de poesia surda de Maringá. Dirigiu e produziu o espetáculo “De Tudo Quando é Gente” (2017), primeiro espetáculo 100% acessível de Maringá, que contou com recursos de audiodescrição, legendas, interprete de libras e turtátil. Produziu durante três anos A Mostra de Teatro Estudantil de Maringá, evento que contou com a participação de grupos de teatro formado por alunos de escolas públicas e privadas de Maringá e região (2015, 2016 e 2017). Coordenador do Espaço Cultural Arena das Artes de Maringá, sede artística da Forféu que recebe apresentações artísticas a preços populares de artistas e diversos segmento e regiões do Brasil, além de oferecer oficinas e cursos de iniciações artísticas a preços populares. CARLA NAREZI GUIZELINI FUNÇÃO: CENOGRAFIA FORMAÇÃO Graduada em licenciatura em artes visuais. Unicesumar, conclusão em 2015. Pós-graduanda em neoropsicopedagogia. Uniasselvi, início em fevereiro de 2017 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL 2016 – 2018 “Criança Em Cena”Produção de cenário e figurino dos espetáculos resultantes das oficinas de teatro, Cia Forféu. Realizado através da Lei de Rouanet de fomento à Cultura. 2017 – “De Tudo Quanto É Gente”Participação na produção de cenário e figurino do espetáculo “De tudo quanto é gente”, Cia Forféu. Realizado através da Lei de Rouanet de fomento à Cultura. 2013 – 2015 – Centro de Ação Cultural, Secretária municipal de cultura.Estágio extracurricular remunerado com duração de dois anos. Principais atividades: Auxiliar e docente em aulas de desenho, pintura em tela, e artesanatos, como, decoupage e biscuit; produção e desenvolvimento pessoal na área; auxiliar na montagem de exposições.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.