| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 77911261000198 | INDUSTRIA DE COMPENSADOS GUARARAPES LTDA | 1900-01-01 | R$ 225,5 mil |
| 08810422000134 | Guararapes Painéis Ltda. | 1900-01-01 | R$ 164,1 mil |
| 90810706000101 | Fertipar - Fertilizantes do Paraná Ltda. | 1900-01-01 | R$ 145,0 mil |
| 76630573000160 | CIA DE CIMENTO ITAMBÉ | 1900-01-01 | R$ 18,3 mil |
| 14877413000163 | BRASIL MINERACAO E TRANSPORTES LTDA. | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| 11333298000178 | Durli Logística Ltda. | 1900-01-01 | R$ 8,0 mil |
| 75635573000190 | Tic Posto | 1900-01-01 | R$ 6,0 mil |
| 77184745000182 | Tic Transportes Ltda. | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| 81894297000188 | Posto Maru S.A | 1900-01-01 | R$ 2,3 mil |
| 80200819000131 | Posto da Cidade Industrial Ltda | 1900-01-01 | R$ 1,6 mil |
| 02351006000139 | Greca Distribuidora de Aslfaltos Ltda | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
O Projeto "Todas as Cores do Pequeno Cotolengo", visa oportunizar a montagem de uma exposição de Artes Visuais e sua itinerância, com obras que retratarão o codidiano de pessoas com deficiência mental. As obras serão criadas a partir das atividades formativas de Artes Visuais, a serem desenvolvidas junto às pessoas com deficiência mental, que vivem em regime de internato na instituição assistencial Pequeno Cotolengo - Dom Orione. Todas ações artísticas terão acesso gratuito, tanto para os alunos selecionados pela instituição para as atividades formativas, como para o público visitante às exposições. As mostras poderão ocorrer de forma presencial ou virtual, frente às restrições da pandemia Covid-19 e devido ao alto risco de contaminação dos deficientes atendidos pela instituição.
Não procede.
OBJETIVO GERAL: Através das exposições de Artes Visuais, com obras produzidas por alunos do projeto Todas as Cores do Pequeno Cotengo, oferecer ao público visitante, presencial ou virtual, obras que retratarão o cotidiano do deficiente mental, através da pintura nos mais diversos suportes. A proposta democratiza o acesso às ações culturais, trabalhando toda eficiência e talendo artístico do deficiente mental, fomentando as atividades culturais pedagógicas do Pequeno Cotolengo, realizadas na instituição através da Lei Federal de Incentivo à Cultura desde o ano de 2008. O projeto visa atender diretamente 140 pessoas com deficiência mental, em oficinas de artes visuais, desenvolvendo as atividades técnicas necessárias para o ensino pedagógico artístico e a consequênte concepção das obras. Serão seis exposições com acesso totalmente gratuito do público. O projeto visa também o registro videográfico das ações culturais pedagógicas, objetivando a multiplicação das ações em outros centros de atendimento ao deficiente mental, incentivando o desenvolvimento artístico, garantindo o direito individual ao aprendizado cultural, possibilitando assim o exercício pleno da cidadania, prioritariamente à pessoa com deficiência mental. Publico previsto 2.300 pessoas. Diante das atividades formativas de pintura, as exposições de artes visuais do Projeto Todas as Cores do Pequeno Cotolengo e em atendimento ao Art. 2º do Decreto 10.755, de 2021: Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Produto: Exposição de Artes Visuais - Promover ações culturais que permitam a liberdade de expressão e a manifestação de diferentes formas de arte, estimulando e desenvolvendo a criatividade, a capacidade e as habilidades artísticas, procurando expressar valores, crenças e hábitos tanto no aluno deficiente mental, quanto no público presente às exposições; - Proporcionar condições técnicas e de acessibilidade para 06 exposições de Artes Visuais, a serem realizadas durante o período de execução do projeto, promovendo e incentivando o desenvolvimento cultural em um ambiente assistencialista e também a uma ampla camada da população, possibilitando que um número expressivo de cidadãos tenha acesso à produção artística de pessoas com deficiência mental, atendidos pela Instituição Pequeno Cotolengo;Montagem de 01 Exposição de Artes Visuais com a itinerância da mesma em 06 espaços diferentes e alternativos de Curitiba-Pr. - Proporcionar à comunidade loco-regional, às pessoas do estado do Paraná e de todo Brasil o acesso livre e gratuito às manifestações culturais e ao trabalho de produção dos artistas deficientes mentais que, através da sua arte, expressarão o cotidiano, seus sentimentos e inquietações, em obras que farão parte das exposições realizadas pelo projeto. Os locais onde ocorrerão as exposições, assim como os municípios contemplados, somente serão definidos na fase de Pré-produção do projeto, podendo ainda serem virtuais devido à decretos municipais e estaduais, em relação a Pandemia COVID-19, expedidos durante o período de execução do projeto;Público - 2.300 pessoas de todas as idades e classes sociais presentes às exposições de Artes Visuais. - Estimular a criação de novos núcleos de produção cultural, principalmente núcleos com foco na pessoa com deficiência, incentivando diretamente a participação de pessoas portadoras de deficiência mental, ampliando seu universo e favorecendo as diversas abordagens para a sua inclusão na sociedade, servindo de referência para o fomento cultural deste público; - Estreitar a relação entre protagonistas do projeto Todas as Cores do Pequeno Cotolengo e a sociedade, possibilitando, ao final dos períodos expositivos, uma interatividade entre estes dois personagens, artístas e visitantes, capaz de viabilizar a inclusão do deficiente na sociedade, através de ações que permitam a criação de vivências afetivas, para a construção de uma consciência cidadã, através da Arte;Criar ambiente favorável a interatividade dos alunos com o público em 06 esposições de Artes Visuais. - Fomentar a formação de plateias, através do envolvimento de outras instituições assistenciais, com foco no público deficiente. Produto: Curso / oficina / Estágio - Incentivar ações e atividades culturais destinadas à formação e ao aprendizado de informações e técnicas de pintura, utilizando suportes como telas, tecidos, madeiras, gesso entre outros, possibilitando a 140 deficientes mentais, atendidos da Instituição Pequeno Cotolengo - Don Orione, de expressarem sua arte, garantindo a eles o exercício pleno da cidadania e divulgando sua criação artística em exposições de artes visuais voltadas ao público em geral;Participação de 140 Deficientes Mentais em atividades formativas de Artes Visuais, utilizando várias técnicas de pintura e nos mais diversos suportes. - Registrar em vídeo, todo trabalho de desenvolvimento artístico realizado pela Insitutição Pequeno Cotolengo, junto aos deficientes mentais atendidos pela instituição, seu ambiente familiar, seus estímulos educacionais, seus relacionamentos interpessoais, assim como as técnicas de abordagens dos profissionais do projeto, buscando estimular a participação do aluno nas ações do projeto e seu desenvolvimento quanto cidadão capaz e produtivo;Gravação e edição de imagens, registrando em vídeo as ações culturais do Pequeno Cotolengo - Exibição durante as 06 exposições previstas na proposta, em meios de comunicação em ações de divulgação do projeto e ainda disponibilizar o material no YOUTUBE, como fonte de pesquisa para profissionais da área e para outros centros de atendimento ao deficiente mental.
A deficiência mental é caracterizada pela redução da capacidade mental (QI). A capacidade de quem tem problemas mentais é considerada abaixo do padrão considerado normal para a idade, quando se trata de crianças e, quando falamos em adultos, dizemos que a capacidade intelectual é considerada inferior à média da população. O Relatório Mundial sobre Deficiência elaborado pela Organização Mundial da Saúde e lançado na Organização das Nações Unidas, tem como mensagem central que: "Possibilitem à pessoa com deficiência o acesso a todos os serviços, sistemas e políticas destinados ao público em geral." Pra isso toda a sociedade deve trabalhar para que as pessoas com deficiência possam gozar de seus direitos como cidadãos, sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades. Favorecer a compreenção do estudante da Classe Especial, com deficiência intelectual, num processo de aprendizagem no contexto de inclusão cultural é fundamental. As Artes Visuais, em especial a pintura, é conteúdo obrigatório no ensino das artes nos diversos níveis da educação básica regular e discussões nas diversas esferas educacionais, órgãos governamentais, nos diversos encontros e publicações da Associação Brasileira de Educação, discutem a sua implementação, tratam dos objetivos, estratégias e metodologias a serem aplicadas como uma educação cultural inclusiva, com foco no estudante com deficiência intelectual. Contudo, em uma instituição para atendimento a pessoas com deficiência, acreditamos que seja necessário ressignificar o lugar das instituições especializadas neste paradigma da inclusão e compreendê-las no percurso para o advento das políticas voltadas a uma educação na perspectiva inclusiva: em outras palavras, a escolarização da pessoa com deficiência é processo histórico em curso, mas é preciso reconhecer que este processo foi desencadeado pelas escolas de Educação Especial e pelas instituições que as fundaram e mantiveram. Essas instituições tiraram as pessoas com deficiência das margens da sociedade quando protagonizaram sua escolarização e promoveram sua visibilização, fruto da luta da sociedade civil em torno do objetivo de compreender as pessoas com deficiência como sujeitos capazes de aprender e viver com autonomia. A deficiência intelectual, nesta perspectiva, ainda se constitui um impasse para o ensino adequado na perspectiva inclusiva, por vários motivos. Há dificuldade em estabelecer diagnósticos precisos desse tipo de deficiência a partir de causas orgânicas e, quando diagnosticada, outra dificuldade se interpõe: a de avaliação da inteligência por meio de categorizações ou tipologia. Não há um padrão único de pessoa com deficiência intelectual, um checklist possível, um rol inquestionável de características que possam enquadrar as pessoas com deficiência intelectual em uma categoria uniforme. As classificações (leve, moderado, severo e profundo), postas pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais _ Quarta e Quinta Edição, 1994 e 2014, respectivamente e 18 outros documentos usados para classificação das deficiências, não bastam para explicar indivíduos singulares e suas histórias de vida complexas, nem para orientar sobre suas possibilidades e capacidades. Em meio às questões postas quanto ao tratamento conferido à deficiência intelectual, mesmo nas políticas de inclusão, enxergamos na Arte-Educação, especificamente por meio das artes visuais, uma perspectiva de educação emancipadora por possibilitar a tais alunos espaço para construir e expressar sua compreensão sobre si e sobre o mundo, demandando-lhes reflexão e análise e ampliando suas efetivas capacidades para além de uma abordagem apenas terapêutica. Além do mais, a Arte-Educação é uma abordagem que emancipa, também, o professor, pois demanda deste que, na interação o aluno, (re)construa seu olhar sobre si, sobre o mundo e sobre novas formas de aprender, abrindo espaço para melhor compreensão do ser humano com deficiência intelectual a partir de suas capacidades e habilidades e não apenas da deficiência, fomentando, deste modo, práticas pedagógicas inclusivas. Se o destino de um quadro consistisse apenas em afagar o nosso olho e o da música em provocar emoções agradáveis ao nosso ouvido, a percepção dessas artes não apresentaria nenhuma dificuldade e todos, com exceção dos cegos e surdos, estariam igualmente chamados a perceber essas artes. Entretanto, os momentos de percepção sensorial das estimulações são apenas os impulsos primários necessários para despertar uma atividade mais complexa e em si carecem de qualquer sentido estético. ‘Distrair os nossos sentimentos’, diz Christiansen, ‘não é o objetivo final da intenção artística’. O principal na música é o que não se ouve, nas artes plásticas o que não se vê nem se apalpa.(VYGOTSKY, 2010, p. 333) Trabalhos sobre deficiência e arte, a exemplo dos livros Armazém de imagens: ensaio sobre a produção artística da pessoa com deficiência de Lúcia Reily (2001), A pessoa com deficiência dialogando com a arte de Emílio Figueira (2014), e da Tese de Livre docência Deficiência, vida e arte de Ligia Assunção do Amaral (1988), apontam para o poder das artes, em específico das artes visuais, em, ao acionar o imaginário, provocar nos participantes diálogos reflexivos sobre si e fazer emergir bem como (re)construir percepções de mundo. Segundo Vygostsky (1997, p. 33-40) o desenvolvimento do indivíduo se dá através da relação com o outro, com o mundo e é nessa relação estreita professor/aluno que se busca construir um trabalho pedagógico coletivo com base nas percepções e observações do professor sobre o aluno. Todas as Cores do Pequeno Cotolengo, buscará a inclusão de deficientes mentais atendidos pela instituição Pequeno Cotolengo _ Don Orione, em atividades artísticas de pintura, oportunizando a sua inclusão cultural e o fomento das Artes Visuais no ambiente assistencialista, em um processo que possibilitará a esses deficientes o exercício pleno da sua cidadania, assim como uma autonomia de criação capaz de prepara-los para um processo de produção, motivo pelo qual é necessário o incentivo fiscal, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Serão 06 exposições de Artes Visuais, em obras construídas a partir das interações professor/aluno, em um processo pedagógico específico para o público atendido e desenvolvido por profissionais capacitados ao exercício da educação especial. Todas as Cores do Pequeno Cotolengo prevê ainda a gravação e edição das imagens do processo educativo da instituição, das abordagens culturais, o meio social em que os alunos vivem, as oficinas de Artes Visuais, entre outras atividades da instituição que capacitam o deficiente mental ao exercício da sua cidadania, registros que serão transformados em um vídeo a ser utilizado em várias mídias para divulgação das ações do projeto, assim como a ser exibido ao público presente às exposições realizadas. A importância deste Projeto para a pessoa com deficiência é inicialmente possibilitar a sociedade um olhar além da deficiência e o reconhecimento da potencialidade destas pessoas, trabalhando de forma criativa o seu desenvolvimento. De modo especial, trabalhar com alunos deficientes da instituição Pequeno Cotolengo, tem permitido que estes intensifiquem suas relações com a sociedade e trabalhem na criação de suas obras, são artistas em um momento único: no ato de criar, porém absorvendo desta criação artística lições que garantirão seu desenvolvimento emocional, físico e artístico. A realização do projeto Todas as Cores do Pequeno Cotolengo - Don Orione, se enquadra dentro de finalinades previstas em Lei, assim como atende aos seguintes objetivos: Em conformidade com o Art. 1° da Lei 8.313/91, o projeto "Todas as Cores do Pequeno Cotolengo" se enquadra nas seguintes finalidades: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 2° O Pronac será implementado através dos seguintes mecanismos: III - Incentivo a projetos culturais. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 3° desta lei, o projeto "Todas as Cores do Pequeno Cotolengo", atende aos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Destinação do Bem Patrimonial Adquirido: Conforme Artigo 49 do Estatuto Social da Entidade, em caso de extinção do PEQUENO COTOLENGO DO PARANÁ - DOM ORIONE, o eventual patrimônio remanescente (patrimônio líquido) será destinado à outra pessoa jurídica de igual natureza, cujos objetivos estatutários sejam condizentes com os da entidade extinta, à escolha da Assembléia Geral ou, na falta desta, para outra entidade pública. RESPOSTA DILIGÊNCIA DATADA EM 20/06/2022 - Em referência ao item ANEXAR DOCUMENTOS > PROPONENTE e também ao item OBSERVAÇÕES > 18) IMPORTANTE, os quais solicitam: 1- ANEXAR DOCUMENTOS > PROPONENTE: C) Comprovante de inscrição e situação cadastral no CNPJ atualizado. ATENÇÃO: O CNPJ deve conter códigos de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAEs) EXCLUSIVAMENTE CULTURAIS (§2 do artigo 2º da IN 01/2022) e deve possuir o CNAE correspondente ao segmento da proposta de acordo com o anexo VIII da IN 01/2022. 2- OBSERVAÇÕES >18) IMPORTANTE: Os proponentes devem exercer atividades EXCLUSIVAMETNE CULTURAIS, conforme § 2º do artigo 2º da IN 01/2022 § 2º A pessoa jurídica deverá possuir natureza exclusivamente cultural, comprovada por meio da existência dos registros do CNPJ da Instituição, de Código de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), conforme o Anexo VIII. RESPOSTA: Informamos que tais solicitações acima não procedem, uma vez que foi revogada a necessidade de NATUREZA EXCLUSIVAMENTE CULTURAL, conforme INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 2, DE 6 DE JUNHO DE 2022, onde fica estabelecido: O SECRETÁRIO ESPECIAL DE CULTURA DO MINISTÉRIO DO TURISMO, no uso da atribuição que lhe confere o inciso I, art. 25 do Anexo I do Decreto nº 10.359, de 20 de maio de 2020, e tendo em vista a Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, e o disposto no Decreto nº 10.755, de 26 de julho de 2021, resolve:Art. 1º A Instrução Normativa Secult/MTur nº 1, de 4 de fevereiro de 2022, passa a vigorar com as seguintes alterações:"Art. 2º ........................................................................................................................................................................................§ 2º A pessoa jurídica deverá possuir natureza cultural, comprovada por meio da existência dos registros do CNPJ da Instituição, de Código de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), conforme o Anexo VIII. _______________________________________________________________________________________________________ RESPOSTA DILIGÊNCIA DATADA EM 04/10/2022 - No campo "INFORMAÇÕES INICIAIS > DETALHES TÉCNICOS > ETAPAS DE TRABALHO": realizamos o detalhamento do cronograma com período definido em dias, dividos de acordo com as etapas de trabalho: Pré-produção, Execução e Pós-produção, assim como ajustamos o período da pós-produção para 60 dias. Inserimos o cronograma de execução, devidamente atualizado, no campo DOCUMENTOS DA PROPOSTA > CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO ATUALIZADO. __________________________________________________________________________________________________________________ RESPOSTA DILIGÊNCIA DATADA 10/01/2023 - FASE READEQUAÇÃO À REALIDADE DE EXECUÇÃO INCLUÍDAS TODAS AS CERTIDÕES NEGATIVAS SOLICITADAS EM DILIGÊNCIA, NO CAMPO "DOCUMENTOS ANEXADOS".
PROPOSTA PEDAGÓGICA EM ANEXO - INFORMAÇÕES ADICIONAIS
PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA - Rampa de acesso para cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção;- Banheiros adaptados a idosos, cadeirantes e pessoas com deficiência;- Reserva de assentos especiais para idosos, gestantes e pessoas com deficiência. ACESSIBILIDADE AUDITIVA - Utilizaremos a línguagem de sinais ou legendas em todos os vídeos produzidos para divulgação;- Nos locais de realização das Exposições faremos a tradução simultânea, através da linguagem de sinais. Custos previstos em planilha orçamentária: item 2 - Intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE VISUAL - Realizaremos uma exposição de artes com os produtos resultantes das oficinas em uma Associação de Assistência ao Deficiente Visual de Curitiba-PR, que será agendada na fase de Execução do projeto, utilizando a faixa narrativa, audiodescrição. - Disponibilizaremos, em todas as exposições de artes visuais previstas, um vídeo utilizando a audiodescrição, onde demonstrará todo o trabalho de desenvolvimento artístico utilizado para a produção das obras, produzidas pelos alunos deficientes mentais assistidos pelo projeto. Custos previstos em planilha orçamentária: item 4 - Narrador de Audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS - Utilizaremos iluminação local com flexibilização de intensidade nas Exposições de Artes, evitando cores saturadas;- Disponibilizaremos monitores para acompanhamento de pessoas com espectros autistas. Custos previstos em planilha orçamentária: item 19 - Monitores _________________________________________________________________________________________________ PRODUTO: CURSO / OFICINA / ESTÁGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA - Rampa de acesso nos locais de aula, para cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção;- Banheiros adaptados a idosos, cadeirantes e pessoas com deficiência;- Reserva de vagas especiais para pessoas com deficiência. ACESSIBILIDADE AUDITIVA - Utilizaremos a línguagem de sinais ou legendas em todos os vídeos produzidos para utilização nas oficinas do projeto;- Utilizaremos textos explicativos, contendo o conteúdo programático das oficinas. Custos previstos em planilha orçamentária: item 16 - Intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE VISUAL - Contratação de profissional especializado em Audiodescrição, para multiplicação junto a professores, para as atividades formativas previstas no Pequeno Cotolengo, visando atendimento adequado a deficientes visuais inscritos no projeto. Custos previstos em planilha orçamentária: item 15 - Audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS - Utilizaremos iluminação local com flexibilização de intensidade nas Oficinas de Pintura, evitando cores saturadas;- Disponibilizaremos monitores para acompanhamento de pessoas com espectros autistas. Custos previstos em planilha orçamentária: item 19 - Monitores
PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES O acesso às Exposições de Artes previstas será inteiramente gratuito. Em atendimento ao Artigo 23 da Instrução Normativa 01/2022, os produtos culturais resultantes do projeto serão distribuidos da seguinte forma: 1) As Exposições de Artes serão realizadas em espaços expositivos de Curitiba e abertos a toda a comunidade; 2) Será contactado o Núcleo da Rede Pública de Ensino do Município, convidando e informando a gratuidade do acesso às Exposições; 3) O transporte público municipal abrange 100% do municipio de Curitiba; 4) Não serão produzidos nem tão pouco confecionados qualquer tipo de ingresso, apenas divulgado em site, redes sociais. Em atendimento ao Artigo 24 da Instrução Normativa 01/2022, a PROPONENTE promoverá a adoção da seguinte medida: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. PRODUTO: CURSO / OFICINA / ESTÁGIO O acesso às Oficinas de Pintura previstas será inteiramente gratuito. Em atendimento ao Artigo 23 da Instrução Normativa 01/2022, os produtos culturais resultantes do projeto serão distribuidos da seguinte forma: 1) As Oficinas de Pintura serão realizadas gratuitamente para internos da instituição assistencial Pequeno Cotolengo - Dom Orione em espaço próprio; 2) Não serão produzidos nem tão pouco confecionados qualquer tipo de ingresso, apenas divulgado as ações em site e redes sociais. Em atendimento ao Artigo 24 da Instrução Normativa 01/2022, a PROPONENTE promoverá a adoção da seguinte medida: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.
COORDENAÇÃO DO PROJETO - ATIVIDADE REMUNERADA PEQUENO COTOLENGO DO PARANA DOM ORIONE - HISTÓRICO DA ENTIDADESão Luis Orione, fundador da Congregação da Pequena Obra da Divina Providência, é também o fundador do Pequeno Cotolengo na Itália, entidade que acolhia pessoas com deficiências. No Brasil, o primeiro foi em 1964 em São Paulo, em 1965 em Curitiba-PR, mas apenas 6 anos após o início das atividades no Paraná, o Pequeno Cotolengo Paranaense tem seu primeiro pavilhão concluído com as primeiras 18 moradoras com deficiências múltiplas acolhidas. Com valores como Fé, doação, voluntariado e solidariedade, hoje o Pequeno Cotolengo é a maior casa de acolhimento de pessoas com deficiências múltiplas do Brasil. Sua atuação é referência no Paraná em acolhimento, acolhendo hoje mais de 200 pessoas e oferecendo mais de 43 mil atendimentos anuais em 13 especialidades da saúde. As atividades de educação são realizadas em nossa Escola Pequeno Cotolengo – Educação Infantil, Ensino Fundamental na Modalidade Educação Especial. MISSÃO: Melhorar a qualidade de vida proporcionando inclusão social à pessoa com deficiência múltipla. VISÃO: Ampliar o impacto social pela excelência no atendimento humanizado e inclusivo. ATRIBUIÇÕES DO PROPONENTE NO PROJETO - PEQUENO COTOLENGO DO PARANÁ - DOM ORIONE, proponente do projeto, será a responsável pela gestão do processo decisório e pela administração técnico-financeira, além de definir de toda a programação artística do projeto, tendo como atividades a serem realizadas: - Realizar pesquisa e contratação de empresas prestadoras de serviço; - Efetuar a administração dos recursos e das ações referentes ao Projeto; - Gerenciar os gastos realizados pela equipe do Projeto; - Organizar e cumprir as ações conforme aprovação do Projeto pela Secretaria Especial da Cultura; - Disponibilizar e zelar pela infraestrutura necessária para as atividades do projeto; - Realizar as ações administrativas que o projeto requer; - Outras ações pertinentes ao Proponente do Projeto. ________________________________________________________ DIREÇÃO: ALESSANDRA DE FÁTIMA MARQUETE KUSSEM * Pedagoga com especialização em Educação Especial e Neuroaprendizagem. Atuou no Ensino regular nas modalidades de educação infantil, Ensino Fundamental e em cursos técnicos do Sistema S * Atualmente atua na Escola Pequeno.Educação infantil Ensino Fundamental na modalidade de educação especial.– Direção Escolar CURSO: O TEATRO NA EDUCAÇÃO: Articulando conteúdo e desejo de expressão dos estudantes.EXPERIMENTAÇÕES DANÇANTES: Processos de criação em Dança.MUSICA NA ESCOLA: Principios básicos em educação musical.BATUQUES E CANTORIAS: Ritmos e vozes do Brasil.FORMAÇÃO DE ESPECTADOR: técnicas e analises de espetáculos.Maquiagem Artistica e caracterização teatral A atuação na direção escolar da Escola do Pequeno Cotolengo, juntamente com a equipe de profissionais planejam e promovem atividades que educam, desenvolvem e estimulam nos alunos o gosto pelas atividades de cunho artístico e cultural. A proposta pedagógica da escola, prevê dentre outras linguagens artísticas: o desenho, a cerâmica, o mosaico e a pintura em tela que originam os cartões de natal e de aniversário como também coral, teatro, dança. É previsto a realização de diversas atividades: exposição dos quadros na amostra cultural, oficinas, coral, grupo cênico. O trabalho pedagógico por meio das linguagens artísticas revela em nosso alunado seu maior atributo: a felicidade de se sentir aceito, produtivo, criativo e incluso pelo viés da arte. _______________________________________________________________ RESPONSÁVEL PELO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO PEDAGÓGICO DE ARTES VISUAIS PARA DEFICIENTES MENTAIS PEDAGOGA: MAGALI ESPINOSA DA SILVA * Pedagoga com especialização em Educação Especial. *Atuou no Ensino Regular em Escolas Municipais. * Atualmente trabalha na Escola Pequeno Cotolengo como Pedagoga. FORMAÇÃO DE ESPECTADOR: técnicas e analises de espetáculos.EXPERIMENTAÇÕES DANÇANTES: Processos de criação em Dança.Teatro com crianças e Adolescentes: abordagens metodológicas.Maquiagem Artistica e caracterização teatral Atua como Pedagoga na Escola Pequeno Cotolengo, e vem contribuir com o desenvolvimento dos alunos juntamente com os professores e demais profissionais buscando promover momentos de crescimento, criatividade e engajamento implementando, planejando, e acompanhando a qualidade e o desenvolvimento do ensino. Organizando e almejando inovar, formar grupos de professores competentes e motivados, tendo como consequência uma instituição de ensino moderna buscando ser referencia em Inclusão significativa com respeito e dignidade das pessoas com deficiência. ________________________________________________________________ PROFESSOR: ROSÂNGELA ALÍPIO Atualmente atua na Escola Pequeno Cotolengo Educação Infantil, Ensino Fundamental na modalidade de Educação Especial – como Professora de Arte. FORMAÇÃO ACADÊMICA:Bacharelado em Artes Cênicas – Faculdade de Artes do ParanáPrograma Especial de Formação Pedagógica em Artes – Educação Artística– Centro Universitário Claretiano ESPECIALIZAÇÃO:Educação Especial – Centro Universitário ClaretianoArte, Educação e Terapia – Faculdade São Braz CURSOSCurso Arte com Papel – CECA GUIDO VIARO - 2019Seminário de Aprendizagem Criativa – FIC – 2017Teatro Infanto-Juvenil: texto, cinema e palco – CECA GUIADO VIARO – 2014Relação entre o jogo, o teatro e o jogo dramático – CECA GUIDO VIARO – 2014 A importância do ensino da Arte em todos os níveis escolares tem o poder de trazer um novo olhar para transformar o mundo pessoal e coletivo dos estudantes, por meio da investigação, reflexão e experimentação, criando novos conhecimentos, transdisciplinando saberes, melhorando seus processos criativos, pensamento crítico, comunicação e cultura de diferentes cosmovisões. __________________________________________________________ RESPONSÁVEL PELA CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO PROJETO PEDAGÓGICO DE ARTES VISUAIS PARA DEFICIENTES MENTAIS PROFESSOR: MICHELY CARLA BOGONI Atualmente atua na Escola Pequeno Cotolengo Educação Infantil, Ensino Fundamental na modalidade de Educação Especial – como Professora de Arte. Formação Acadêmica:Artes Visuais. Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu, - 2011. Com ênfase nas 4 linguagens: Artes Visuais, Teatro, Música e Dança.Pós Graduação Lato Sensu. Especialização em Arte e Educação. Instituto de Estudos Avançados e Pós Graduação. ESAP.Pós Graduação Lato Sensu. Especialização em Educação Especial Inclusiva. Faculdade São Braz.Diversos Cursos e Seminários de Aperfeiçoamento na Área de Educação, com certificação. A Arte e suas linguagens é um facilitador para a pessoa com deficiência compreender, experimentar, absorver o mundo que o rodeia assim como interpretá-lo. Então, as manifestações artísticas, são uma das formas de expressão do homem, podendo expressar a alegria ou de representar e exprimir os sentimentos mais profundos, que transitam do concreto ao mais abstrato permitindo a transmissão de sentimentos, expressão de afetividade e aprendizado. __________________________________________________________ PROFESSOR: PAULO HENRIQUE PIENTA Licenciatura em Educação Artística com habilitação e Música pela Faculdade de Artes do Paraná (2002- Especialista em Educação Especial em Artes Contemporâneas Professor Regente de Música do Coro Cênico do Pequeno Cotolengo. A música é uma das artes que possui uma quantidade de elementos fortes que marcam as mais variadas culturas e histórias, por isso vem sendo utilizada com finalidades diferenciadas no desenvolvimento humano e na relação entre as pessoas. É interessante analisar e observar a música e seus elementos, pois os mesmos ampliam o desenvolvimento global do aluno e possibilitam a prática musical favorecendo a aquisição do conhecimento cognitivo, afetivo, motor e social, proporcionando assim habilidades para o aprendizado educacional. _______________________________________________________________ RESPONSÁVEL PELA CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO PROJETO PEDAGÓGICO DE ARTES VISUAIS PARA DEFICIENTES MENTAIS PROFESSOR: ELIANE DOROCIO ACCORDI Licenciada em Educação Artística – Habilitações: Artes Plásticas e Desenho Especialização em Educação Especial e Inclusão EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Professora de Arte – Escola Pequeno Cotolengo. Educação infantil Ensino Fundamental na modalidade de educação especial. O ensino da Arte, visa ampliar as expressões e linguagens através da dramatização. Sendo esta arte mais uma essência natural para o desenvolvimento. Conteúdo este que é utilizado pelo homem para valorizar e compartilhar suas vivencias e ações do dia a dia. Para propiciar assim aos alunos, a Arte, permite desenvolver e ampliar as potencialidades de sentimentos e expressões, conduzindo assim novos conteúdos entre o real e o imaginário, possibilita adquirirem novas vivencias práticas e de compreensão, assimilando gradativamente o conhecimento cultural. _______________________________________________________________________________ PROFESSOR: ALESSANDRO HISSAO MISOCAMI Licenciado em Educação Fisica -2007 – Centro Universitário Campos de Andrade Especialização em Educação Especial Professor na Escola Pequeno Cotolengo. Educação infantil e Ensino Fundamental na modalidade de educação especial CURSO:CURSO DE EXTENSÃO UNIVERSITARIA: ARTE, EDUCAÇÃO E TERAPIA É interessante analisar e observar a Arte e suas linguagens, pois propiciam e ampliam o desenvolvimento global do aluno e possibilitam a prática artística, explorando vários elementos favorecendo a aquisição do conhecimento cognitivo, afetivo, motor e social, proporcionando assim habilidades para o aprendizado educacional. ______________________________________________________________________________ PROFESSOR: PRISCILA GUIMARAES EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Gerente de Desenvolvimento institucional no Pequeno Cotolengo Paranaense, responsável pelas áreas de parceria com foco na mobilização de recursos estratégicos para manutenção e desenvolvimento da instituição. Formação Acadêmica: Bacharel em Comunicação Social- Jornalismo (1999- 2002 Universidade Positivo) CURSOS:COREL DRAWCORPORATE COMMUNICATIONSMARKETING COMMUNICATIONS _______________________________________________________________________________ Os demais profissionais do Projeto, serão contratados tão logo o mesmo seja aprovado pelo Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura. Contudo, serão considerados os seguintes itens para contratação: - Experiência na área de atuação - Experiência Profissional - Disponibilidade de Carga Horária - Afinidade com o público-alvo do projeto
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.