| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 92715812000131 | Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 92889070000160 | Savar Ve?culos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 106,9 mil |
| 61418042000131 | CIRURGICA FERNANDES - COMERCIO DE MATERIAIS CIRURGICOS E HOSPITALARES - SOCIEDADE LIMITADA | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 84683481000177 | CIA Latino Americana de Medicamentos | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 08108006000199 | Ravas Retífica e Distribuidora de Peças Automotivas Ltda. | 1900-01-01 | R$ 28,7 mil |
| 92665611000177 | DIMED S.A Distribuidora de Medicamentos | 1900-01-01 | R$ 25,0 mil |
| 07045622000185 | DISTRIBUIDORA DE COMBUSTIVEIS SAVAR LTDA | 1900-01-01 | R$ 4,7 mil |
| 14928557000100 | CNHI COMERCIO DE PECAS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 474,65 |
| ***842550** | MARCELO DALL ALBA | 1900-01-01 | R$ 300,00 |
O projeto Doutorzinhos consiste em apresentações cênicas de doutores-palhaços e doutoras-palhaças nas instituições de saúde de Porto Alegre, colaborando efetivamente na recuperação clínica de pacientes. Além das intervenções artísticas, denominadas de visitas hospitalares, serão realizadas atividades de formação, capacitação e aperfeiçoamento técnico para voluntários e voluntárias que atuam no Projeto Doutorzinhos. Como ação de Complemento da Ampliação do Acesso serão oferecidos oficina de palhaço e palestras gratuitas para estudantes de escolas públicas e particulares.
Sinopse de Obra As intervenções artísticas ocorrem a partir do improviso da dupla e trio de palhaços com o público. Essa intervenção não possui um texto especifico, mas um trabalho permanente de qualificação que permite que seja realizada com qualidade estética. Por conta disto que os profissionais (atores/atrizes) contratados trabalham na capacitação e no aprimoramento técnico. Por este motivo não há necessidade de autorização ou direito autoral.
Objetivo Geral: O projeto Doutorzinhos tem como objetivo, promover apresentações cênicas de palhaços e palhaças que fingem serem médicos, para pacientes que fingem acreditar. Essas apresentações, denominadas de visitas hospitalares, acontecem pelos projetos inscritos desde 2015, e são essenciais para pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde. Ainda, como objetivo geral, realizar atividades de formação, capacitação e aperfeiçoamento técnico dos voluntários que atuam no Projeto Doutorzinhos. A primeira e única pesquisa científica do Brasil realizada por uma ONG de voluntários, intitulada "Doutorzinhos: a percepção dos profissionais da enfermagem acerca do impacto das visitas no ambiente hospitalar", realizada entre abril de 2019 e fevereiro de 2020, confirmaram que, 81,3% dos profissionais da saúde acreditam que nossas visitas facilitam no manejo e nas relações entre pacientes e os profissionais. Ainda, 85,4% acreditam que as visitas hospitalares dos Doutorzinhos favorecem a adesão do paciente ao tratamento e repercute diretamente na sua recuperação e melhora clínica. Portanto, estas apresentações cênicas visam dar continuidade aos projetos anteriores, com o objetivo continuar melhorarando a saúde e a qualidade da vida das pessoas internadas em hospitais e instituições que trabalham com pessoas com necessidades especiais (deficiências físicas e intelectuais), da cidade de Porto Alegre. Com a formação continuada do corpo de voluntários, vamos ainda auxiliar as pessoas que querem desenvolver um trabalho assistencial, comunitário e de grande valia para melhorar a vida das pessoas do seu entorno. Nossas ações enquadram-se no artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021 nos seguintes itens: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Objetivos Específicos: 1.Promover 600 intervenções artísticas com o uso da linguagem do palhaço, com o propósito de possibilitar o acesso à arte em ambiente hospitalar. 1.1 Intervenções Artísticas _ Visitas Hospitalares As visitas hospitalares são realizadas por elenco formado de voluntários que buscam ressignificar o ambiente hospitalar através da arte. As intervenções artísticas ocorrem em hospitais e em instituição de reabilitação para crianças com deficiências múltiplas, localizados em Porto Alegre. As intervenções acontecem sempre em duplas ou trios de voluntários que atuam no Projeto Doutorzinhos. Uma vez por semana, cada uma das duplas ou trios deve visitar o mesmo hospital, no mesmo dia da semana e horário. Os doutores-palhaços visitam unidades de internação, ambulatórios, emergências, unidades de terapia intensiva e espaços de recreação, respeitando as rotinas da instituição. Cada intervenção consiste no jogo cênico, no improviso e no brincar. É a partir da permissão do paciente que a intervenção inicia. Cerca de 5000 pessoas entre pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde serão diretamente beneficiados a cada mês, totalizando mais de 50 mil pessoas beneficiadas ao longo de toda a execução do projeto. 2. Aperfeiçoar e aprimorar o trabalho do voluntário no uso da linguagem do palhaço para que atuem com excelência, humanizando o ambiente hospitalar; 2.1 O projeto prevê o aperfeiçoamento dos voluntários que atuam no Projeto Doutorzinhos por meio de preparação técnica permanente. Serão mais de 240 encontros de aprimoramento. Essas atividades acontecem de forma coletiva ou em duplas, e asseguram a qualificação do trabalho artístico e humanizado. Estas atividades acontecem todos os dias, agendadas previamente. Elas são ministradas por profissionais da arte da palhaçaria, que já desenvolvem esse trabalho com o elenco, e irão beneficiar e capacitar os mais de 70 voluntários do projeto. Além disso, receberemos profissionais especializados, com larga experiência na palhaçaria, que contribuirão ainda mais na qualificação do trabalho de levar a arte, a cultura, o amor e o cuidado para os hospitais. 3. Formar novos doutores-palhaços para atuação em hospitais e instituições de saúde; 3.1 Serão realizadas duas edições do Curso de Formação para Novos Doutorzinhos, com duração de 80 horas cada, para que pessoas interessadas possam atuar no ambiente hospitalar. O programa de voluntariado ocorre em parceria com a AVESOL (Associação de Voluntariado e da Solidariedade) que garante toda a regulamentação legal do trabalho. Serão oferecidas 20 vagas por curso de formação. 4. Contrapartida Social: Promover 1 oficina de palhaçaria e 4 palestras gratuitas sobre a importância papel do voluntariado na sociedade, para mais de 500 jovens estudantes da rede pública e particular de ensino, com divulgação direcionada a este público e contato prévio com escolas.
JUSTIFICATIVA Em 2006, Mauricio Bagarollo, fundador e presidente da ONG Doutorzinhos, deu início a um trabalho pioneiro na cidade de Porto Alegre. Provocar uma transformação em hospitais da cidade humanizando as práticas hospitalares e gerando efetivo impacto a pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde, através da figura do palhaço. A ideia consiste na utilização na paródia do palhaço que se caracteriza como um "médico" para crianças que fingiriam acreditar nessa figura inusitada no contexto hospitalar. Assim nasceu a ONG Doutorzinhos que há 16 anos leva a arte para hospitais de Porto Alegre. Nesse período, conforme o trabalho ia apresentando resultados no impacto social, outros hospitais passaram a convidar a ONG para atuação em suas unidades. Hoje são 11 hospitais e uma instituição para crianças com deficiências múltiplas. De pouco mais de 1000 pessoas impactadas mensalmente durante o ano de 2006 a 2008, hoje a ONG, com seus 70 voluntários, impacta cerca de 5 mil pessoas por mês, incluindo pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde dessas instituições. As intervenções nos hospitais acontecem sempre em duplas e trios de voluntários que participam da ONG Doutorzinhos. Uma vez por semana, cada uma das duplas e trios devem visitar o mesmo hospital, no mesmo dia da semana e horário. As intervenções cênicas em ambiente hospitalar possibilitam que crianças e adultos vejam pela primeira vez a arte do palhaço e uma esquete teatral. O hospital, então, passa a ser um espaço de acesso à cultura, permitindo o riso e a alegria, através da arte. Os voluntários fazem intervenções teatrais com a linguagem do palhaço baseadas em técnicas de palhaçaria e improviso, criando um jogo com a sua dupla e o espectador. A ONG Doutorzinhos, uma instituição sem fins lucrativos e qualificada como OSCIP, tem reconhecimento social e mantem-se relevante com seu trabalho artístico realizando projetos pela Lei de Incentivo à Cultura, do Programa Nacional de Apoio à Cultura, desde 2015. Reconhece-se a importância da lei de incentivo à cultura ao promover a capacitação artística e a ampliação de intervenções com a linguagem do palhaço à pacientes, familiares e profissionais de saúde. O aumento significativo de beneficiários nas intervenções, de 1.000 para 5.000 por mês, evidencia a excelência do trabalho que só pode ter a sua continuidade por meio de incentivo fiscal. O impacto além de cultural e social, apresenta resultados terapêuticos aos pacientes em tratamento de saúde. Nos últimos cinco anos, foram mais de 500 mil pessoas e isso só foi possível por meio de incentivados pessoas físicas e jurídicas que tem acreditado cada vez mais no nosso trabalho. É por conta disto que solicitamos apoio ao Ministério do Turismo, via lei de incentivo, a fim de promover a arte da palhaçaria em locais de pouco ou nenhum acesso à cultura. de acordo com o artigo o Art. 1º da lei 8.313/91, o projeto enquadra-se II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; de acordo com o Art. 3º da lei 8.313/91 e projeto prevê os seguintes objetivos II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Outras informações 1. A proponente ONG Doutorzinhos não será remunerada. A remuneração será pelos serviços realizados pelo responsável legal Mauricio Perondi Bagarollo. As funções são: Coordenador Artístico, curador dos instrutores e Treinamento (curso de formação de novos doutorzinhos e oficina para jovens). 2. Esse projeto somente terá início após a entrega da prestação de contas do projeto ‘Doutorzinhos, PRONAC 204047, prevista para dezembro de 2022. 3. profissionais que irão se deslocar com os bilhetes aéreos, utilizarão os valores de refeição e algum valor de deslocamento local. Todos eles chegarão um dia antes para poder dar entrevistas e fazer a divulgação. 3.1- Marcelo Marcon é formado em gestão de saúde pública, pesquisador na promoção de alegria e construção de relações saudáveis em ambientes hospitalares, através da figura do palhaço. Miniutrará oficina e palestras como convidado- virá de SP 3.2- Raul Figueiredo - formador do elenco dos doutores da alegria que fará oficina para os Doutorzinhos- ministrante de oficina e palestra- virá de SP outros dois profissionais também representativos na arte da palhaçaria estão sendo sondados pelo diretor artístico e ainda não foram definidos. Por esse motivo não podemos elencar todos os ministrantes/ palestrantes
PRODUTO: ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS CAPACITAÇÃO E QUALIFIÇÃO ESTÉTICA DAS APRESENTAÇÕES CÊNICAS 1. CURSO DE FORMAÇÃO PARA NOVOS DOUTORZINHOS Serão realizadas duas edições do curso de formação para novos Doutorzinhos, em parceria com a AVESOL (Associação do Voluntariado e Solidariedade). Vagas: 25 (por edição) Carga-horária: 72 horas Projeto pedagógico/ Metodologia: Serão realizados encontros teóricos (12 horas) e aulas práticas (60 horas). A técnica desenvolvida nesta formação baseia-se na construção do clown, pois trabalha com a presença cênica, o improviso, o contato direto com o público, o estado de vazio, a escuta do parceiro, a manipulação de objetos, o ritmo, e principalmente o universo pessoal de cada indivíduo. É imprescindível que o clown esteja desligado de preocupações cotidianas, para que possa direcionar o olhar para seu interior e sua percepção corporal. Vivenciar, penetrar no ambiente. Envolver-se em todos os níveis: intelectual, físico e intuitivo. Conteúdos: DESINIBIÇÃO (arte e criatividade do corpo; entendendo e aceitando o jogo que se dá no cotidiano; enfrentando situações de exposição máxima; cenários de exposição; desinibição x ludicidade; jogos individuais, em dupla e grupo para potencializar a criatividade e desinibição.) TÉCNICAS TEATRAIS (princípios do teatro; técnicas de interpretação; conhecimento do corpo e mente; movimento em cena; experimentação da voz; estímulos visuais e auditivos; situações de palco; imaginação, criação, observação e agilidade mental.) IMPROVISO (princípios da improvisação; pensamento criativo; reorganização do cotidiano; o elemento surpresa; criação do absurdo; jogos contraditórios; aceitação x racionalização; recriação da realidade.) JOGOS DE PALHAÇO (a história do palhaço; corpo cômico; o estado de graça; triangulação e foco; palhaço augusto x palhaço branco; trabalhando no erro; movimento, ação-reação e exagero; comédia física; gags e humor verbal; iniciação na mágica e musicalidade lúdica; nascimento do palhaço). 2. ATIVIDADES DE APERFEIÇOAMENTO TÉCNICO Serão realizadas atividades permanentes que aprimoram o trabalho na arte da palhaçaria, utilizando ferramentas do próprio corpo e outras habilidades sensoriais e sonoras. a) ENCONTROS DE DUPLAS Nesses encontros são trabalhadas as necessidades de cada dupla e trio que atua no hospital. Conteúdos: estado de palhaço, improviso, gags e preparação de esquetes. Carga-horária: 2 horas Vagas: 2 a 3 vagas por encontro, conforme arranjo de trabalho no hospital. b) CLOWNSULTAS São encontros coletivos que abordam e exploram no elenco as experiências no hospital através de vivências de improviso e jogos cênicos. Conteúdos: princípios da improvisação; jogos contraditórios; aceitação x racionalização; recriação da realidade; corpo cômico; triangulação e foco; gags e humor verbal. Essas atividades ocorrerão 1 vez por mês com carga-horária média de 3 horas. Vagas: até 20 vagas em cada clownsulta. 3. PLANO DE OFICINA COM INSTRUTORES CONVIDADOS - com curadoria Serão realizadas quatro oficinas com convidados selecionados pelo curador para trabalhar as técnicas na linguagem do palhaço. Vagas: 20 a 25 vagas por oficina Carga-horária: 12 horas cada oficina projeto pedagógico/ Metodologia e Conteúdo: As oficinas têm por objetivo, através de exercícios específicos, tornar conscientes as características individuais que promovem o riso. Para que cada palhaça e palhaço tenha seu “banco de dados engraçados” (mecanismos espontâneos, autênticos nas ações consigo mesmo, com o outro e com o público) devidamente pesquisados e registrados. O perceber o público,a pausa,trabalhar a presença. Obs.: Levando em consideração a pandemia de Covid-19, as atividades formativas poderão ser hibridas, portanto no formato presencial e virtual, esta será garantida com a divulgação específica para cursos profissionais e graduação de artes cênicas, em parceria com insituições as quais os profissionais são associados. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 1. OFICINA “CLOWN PARA CURIOSOS” Será realizada uma 1 oficina de palhaço, intitulada CLOWN PARA CURIOSOS, para estudantes de escolas públicas e privadas ou instituição do social do terceiro setor (estudantes de baixa renda). Público- alvo: jovens, entre 13 e 18 anos, advindos de comunidades populares de Porto Alegre e Região Metropolitana. Vagas: 25 vagas Carga-Horária: 18 horas Ministrante: Mauricio Bagarollo Projeto pedagógico/ Metodologia: A oficina é composta de 6 encontros. Os exercícios a serem desenvolvidos visam mostrar sua natureza ingênua, livre dos comportamentos socialmente padronizados, direcionando um olhar sublime para si e para os demais, para que seu clown se estabeleça não só como figura engraçada, mas principalmente e essencialmente humana. A técnica desenvolvida nesta formação baseia-se na construção do clown, pois trabalha com a presença cênica, o improviso, o contato direto com o público, o estado de vazio, a escuta do parceiro, a manipulação de objetos, o ritmo, e principalmente o universo pessoal de cada indivíduo. É imprescindível que o clown esteja desligado de preocupações cotidianas, para que possa direcionar o olhar para seu interior e sua percepção corporal. Experienciar, penetrar no ambiente. Envolver-se em todos os níveis: intelectual, físico e intuitivo. Conteúdos: Arte e criatividade do corpo; entendendo e aceitando o jogo que se dá no cotidiano; desinibição x ludicidade; jogos para potencializar a criatividade e desinibição; princípios do teatro; movimento em cena; estímulos visuais e auditivos; situações de palco; imaginação, criação, observação e agilidade mental; princípios da improvisação; criação do absurdo; jogos contraditórios; aceitação x racionalização; recriação da realidade; história do palhaço; corpo cômico; o estado de graça; triangulação e foco; palhaço augusto x palhaço branco; trabalhando no erro; movimento, ação-reação e exagero; comédia física; gags e humor verbal; nascimento do palhaço) 2. PALESTRA "PALHESTRA" Serão realizadas até 4 palestras para instituições educacionais ou de saúde públicas localizadas na cidade de Porto Alegre. Há, ainda a possibilidade de contemplar escola privada com caráter filantrópico. Público- alvo: estudantes, professores e profissionais da saúde Vagas: 250 vagas por palestra Carga-Horária: 2 horas Ministrante: Mauricio Bagarollo Objetivo: promover vivência na arte da palhaçaria através de conhecimento teórico e prático. Projeto pedagógico/Metodologia: Metodologia: a palestra será expositiva seguida de participação da plateia em dinâmica de experimentação da comicidade. Desse modo, terá uma parte teórica e uma parte prática, a fim de que a experiência do humor possa ser vivenciada pelo público beneficiado. Conteúdos: a) arte da palhaçaria; b) a arte da palhaçaria em ambiente hospitalar; c) o voluntariado e a palhaçaria.
Acessibilidade Como medida de acessibilidade, instituída no Art. 22 da Instrução Normativa Nº 1, de 04 de feveiro de 2022, o projeto prevê apresentações artísticas com a linguagem do palhaço que envolvem música e estímulos sensoriais. As visitas ocorrerão semanalmente em Instituições de crianças e adolescentes com deficiências múltiplas, com um variado espectro de patologias como: paralisia cerebral, lesões medulares, síndromes genéticas, malformações congênitas e entre outras. Esses quadros neurológicos implicam em complicações associadas, tais como: deficiência mental, auditiva, visual, sensorial e motoras. Além das intervenções artísticas nestas Instituições, informamos que o projeto atenderá pacientes com as mais variadas patologias, deficiências e baixa mobilidade nos hospitais parceiros. Desse modo, garantimos que todos os locais de realização (hospitais) possuem acessibilidade à cadeirantes. A fim de assegurar a qualidade técnica das apresentações cênicas para este público, os profissionais contratados realizam uma preparação especifica para que os voluntários possam realizar apresentações com uma linguagem mais sensível e que contemple estímulos sensoriais. SEM CUSTOS ADICIONAIS PORQUE SÃO PARTE INTRÍNSECA DO PROJETO A) ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Acessibilidade física: Todas as instituições atendidas possuem acessibilidade física com rampas de acesso e elevadores para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade, POIS TODAS AS INSTIUIÇÕES SÃO RECEBEDORAS DE PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS Acessibilidade para deficientes visuais: As intervenções para deficientes visuais envolvem a música e estímulos sensoriais, tais como táteis e olfativas. Acessibilidade para deficientes auditivos: As intervenções cênicas são realizadas para atender as diferentes deficiências, para os surdos serão promovidas ações que despertem os sentidos visuais e sensoriais, tais como táteis e olfativas. SEM CUSTOS ADICIONAIS PORQUE SÃO PARTE INTRÍNSECA DO PROJETO B) CONTRAPARTIDA SOCIAL: SEM CUSTOS ALÉM DOS JÁ PREVISTOS NO PROJETO Acessibilidade física: Asseguraremos que as instituições beneficiadas a serem selecionadas para a Contrapartida Social possuam rampas para garantir a acessibilidade física de cadeirantes. Acessibilidade para deficientes visuais: Asseguraremos que os participantes da oficina e das palestras que possuírem deficiência visual, sejam contemplados com atividades que envolvem a música e estímulos sensoriais, tais como táteis e olfativas. Acessibilidade para deficientes auditivos: Asseguramos que os participantes da oficina e das palestras que possuírem deficiência auditiva, sejam contemplados com atividades que envolvam a música e os sentidos visuais e sensoriais, tais como táteis e olfativas. c) OFICINAS/WORKSHOP: SEM CUSTOS ALÉM DOS JÁ PREVISTOS NO PROJETO Acessibilidade física: Asseguraremos que os beneficiários terão garantido rampas para acessibilidade física de cadeirantes. Acessibilidade para deficientes visuais: Asseguraremos que os participantes da oficina/workshop que possuírem deficiência visual, sejam contemplados com atividades que envolvem a música e estímulos sensoriais, tais como táteis e olfativas. Acessibilidade para deficientes auditivos: Asseguramos que os participantes da oficina/workshop que possuírem deficiência auditiva, sejam contemplados com atividades que envolvam a música e os sentidos visuais e sensoriais, tais como táteis e olfativas. ______________________________________________ Na formação de voluntários é onde são ministradas aulas e treinamento para atuação com pessoas com todos os diferentes tipos de deficiência (auditiva, visual, motora, cognitiva, intelectual). Os atores que dão o treinamento são capacitados à treinarem os voluntários (após a formação dos mesmos) para todas as situações de atendimentos especiais, pessoas com necessidades especiais. Todas as ações contêm acessibilidade na forma possível do projeto. Não se trata de proporcionar audiodescrição ou mesmo tradução de libras, mas de mímica e experiência sensorial, que fazem parte das apresentações. Os voluntários com necessidades especiais também são treinados dentro das suas limitações para o atendimento ao público alvo do projeto. Em todas as visitas, que acontecem dentro dos hospitais e instituições especiais, são atendidos pacientes com deficiência auditiva, visual, motora, intelectual e de cognição, na forma da nossa proposta. Não é permitido a entradas de pessoas além do estritamente necessário dentro dos hospitais, neste sentido profissionais de libras e audiodescrição seriam risco aos pacientes e a eles próprios. A solução é o treinamento e formação dos profissionais do projeto para interagirem e solucionarem os atendimentos com pessoas com necessidades especiais da forma mais criativa, espontânea que lhes é ministrado durante o período de formação. Não há rubricas específicas no projeto para tais ações de acessibilidade porque o projeto todo é pensado com acessibilidade dirigido especialmente para pessoas com necessidades especiais e os custos da acessibilidade estão nos valores dos profissionais e dos fornecedores.
Visando assegurar a ampliação do acesso, conforme previsto no Art. 23 da Instrução Normativa Nº 1/2022, as atividades previstas serão oferecidas gratuitamente. TODAS AS ATIVIDADES SERÃO GRATUITAS - o que garante o livre acesso a todos, especialmente ao público alvo do projeto que são pessoas hospitalizadas ou que frequentam casas de reabilitação por necessidade especial. A) ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS (Produto Principal) SEM CUSTOS ALÉM DOS JÁ PREVISTOS NO PROJETO Distribuição 100% gratuita INTERVENÇÕES ARTISITICAS – VISITAS HOSPITALARES E EM INSTITUIÇÕES REABILITADORAS- SEM CUSTOS ALÉM DOS JÁ PREVISTOS NO PROJETO O projeto Doutorzinhos realizará intervenções artísticas, denominadas visitas hospitalares em 13 instituições parceiras em Porto Alegre. Das 13 instituições de saúde beneficiadas, 11 atendem pacientes do SUS e convênios e 2 atendem apenas pacientes com convênios. Das intervenções artísticas realizadas, 70% ocorrem para pacientes de instituições de saúde públicas ou filantrópicas conveniadas com o SUS. O acesso às intervenções artísticas é amplo à pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde e equipe administrativa dos hospitais. O projeto é realizado de forma permanente e sem distinção de classe social, gênero, etnia, nacionalidade ou credo. Estima-se realizar até 700 apresentações (visitas hospitalares) e atingir até 60 mil pessoas, entre pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde. A comprovação de meta dá-se pelos relatórios diários preenchidos após as visitas, por meio de formulário Google Docs. Além disso, a intervenção cênica é declarada e assegurada pelas instituições parcerias, por meio de declarações. As instituições beneficiadas são: Hospital da Criança Santo Antônio, Hospital Santa Rita, Hospital São José, Hospital Santa Clara, Pavilhão Pereira Filho, Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre, Hospital de Clinicas, Hospital São Lucas da PUC/RS, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Mãe de Deus, Hospital Beneficência Portuguesa, Clube Social Pertente e Kinder- Centro de Integração da Criança Especial CAPACITAÇÃO E QUALIFIÇÃO ESTÉTICA DAS APRESENTAÇÕES CÊNICAS- SEM CUSTOS ALÉM DOS JÁ PREVISTOS NO PROJETO (Distribuição 100% gratuita) Para a qualificação das apresentações cênicas serão promovidos curso de formação para novos Doutorzinhos (2 edições) e encontros de duplas constantes para criação e ensaios e encontros coletivos, denominados de clownsultas e oficinas. Para a formação de novos voluntários serão promovidas duas edições do curso de formação básica para Doutorzinhos, com duração de 72 horas cada. Em cada edição serão oferecidas 16 vagas. Além da formação básica, faz-se necessária a capacitação do elenco composto por cerca de 60 voluntários que já atuam nos hospitais, a fim de qualificar as intervenções artísticas. Para tanto, serão promovidas oficinas com instrutores que trabalharão técnicas clownescas no contexto hospitalar. Os convidados, representativos em suas áreas, serão definidos pelo coordenador artístico do projeto: Maurício Bagarollo B) AÇÕES DE CONTRAPARTIDA SOCIAL: OFICINA E PALESTRA EM ESCOLAS -SEM CUSTOS ALÉM DOS JÁ PREVISTOS NO PROJETO (Distribuição gratuita) Em conformidade com o Art. 24 da Instrução Normativa Nº 2/2019, será realizada uma OFICINA de palhaço, como AÇÃO FORMATIVA, intitulada CLOWN PARA CURIOSOS, destinada para estudantes de baixa renda. Serão oferecidas de 16 a 20 vagas para jovens entre 13 e 18 anos advindos de comunidades populares de Porto Alegre. A oficina consiste em 6 encontros, com carga-horária de 18 horas, que abordará conteúdos básicos da arte do palhaço. A atividade poderá ser oferecida em espaço da escola ou em instituição do terceiro setor que atenda crianças e adolescentes em contra turno escolar. O objetivo da oficina é dar oportunidade para que estes jovens possam vivenciar a linguagem do palhaço, refletir sobre esta vivência e ser capaz de construir o aprendizado da capacidade cômica, estimular o conhecimento de si através da arte cênica e do palhaço, propor uma reflexão do ponto de vista ético, social, estético e cultural. Além da oficina para estudantes de baixa renda, serão realizadas até 4 PALESTRAS em instituições educativas e/ou da área da saúde de Porto Alegre, como ação específica de contrapartida social. O conteúdo da palestra será: a) arte da palhaçaria; b) a arte da palhaçaria em ambiente hospitalar; c) o voluntariado e a palhaçaria. A metodologia da palestra será expositiva seguida de participação da plateia em dinâmica de experimentação da comicidade. Assim sendo, terá uma parte teórica e uma parte prática, a fim de que a experiência do humor possa ser vivenciada pelo público beneficiado. As oficinas e as palestras poderão ser realizadas em instituições públicas e privadas, respeitando o mínimo de 50% de beneficiários de instituições públicas. META: INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS: até 60.000 beneficiários entre pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde. OFICINAS E CURSOS DE FORMAÇÃO: até 100 vagas (entre os voluntários atuais e os do curso de formação) CONTRAPARTIDA SOCIAL (Complemento da Ampliação de Acesso): 80 estudantes de baixa renda em oficina e até 1.000 jovens nas palestras. Nossas ações de enquadram no art. 24 da IN 01/22 nos itens: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: c) cinco (no nosso caso serão quatro palestrar e uma oficina) palestras de pelo menos uma hora de duração com lista de participação para projetos exclusivamente educativos;
Ficha técnica ONG DOUTORZINHOS Função: Gestão administrativa e financeira e Gestão de Pessoal. Realizará as atividades bancárias, pagamentos de profissionais, fornecedores e gestão de contas. - Atividades não remuneradas - A ONG Doutorzinhos, fundada em 2006, é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Intereresse Público) que utiliza a figura do palhaço para oferecer a pacientes, acompanhante e profissionais de saúde um local de experimentação da arte e da cultura. É uma instituição que recebe premios de reconhecimento social e artístico: Prêmio Trofeu Solidariedade (2012), Prêmio Destaque Panvel em Cena (2014), Prêmio Top Cidadania (2018) MAURICIO PERONDI BAGAROLLO Função: Coordenador Artístico, treinamento e oficineiro. Funções exercidas pelo responsável legal da ONG Doutorzinhos que será remunerado pelo trabalho prestado para o projeto. Fundador da ONG Doutorzinhos, em 2006, formado pelo "Work of Heart - Establishing Hospital Clown/Healthcare Entertainer Group" e pelos Jogos Clownescos, ministrado pela Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Melissa Dornelles, na Casa de Teatro de Porto Alegre. Pioneiro no trabalho de Doutores-Palhaços em Porto Alegre com o objetivo de levar a arte cênica aos hospitais, trabalhando em conjunto com a equipe multidisciplinar no processo terapêutico de pacientes. DUX PRODUÇÕES Função: Coordenadora do projeto e produtora executiva A Dux Produções foi criada em 2011 para atender projetos específicos de arte, edição de livros e cursos, sob a direção de Dedé Ribeiro e Luiza Pires, ambas produtoras de renome, professoras de produção cultural e proprietárias da Liga Produção Cultural. No final de 2019, as duas empresas se fundiram, com a razão social Dux e o nome fantasia Liga. Entre as realizações Dux estão os Cursos de Gestão e Produção Cultural realizados em duas edições anuais no Centro Histórico-Cultural da Santa Casa, o Livro "Um Estranho Assimilado", do artista Walmor Correa (Lei Rouanet), e o Livro da história do cooperativismo em Santa Catarina. Como Liga, foram mais de 100 projetos desde 2003, em teatro, música, literatura, artes visuais, humanidades e patrimônio. As duas diretoras da Dux desempenharam importantes cargos em Centros Culturais de Porto Alegre (Usina do Gasômetro, Casa de Cultura Mario Quintana) tendo se responsabilizado pela implantação do Santander Cultural, sendo suas primeiras coordenadoras. Posteriormente, desenvolveram políticas culturais de importantes espaços como Centro Histórico Cultural da Santa Casa, Unisinos, Universidade Metodista e Centro Cultural Instituto Ling. www.liga.art.br ELENCO Daniel Gustavo é ator, palhaço e professor, formado em Letras pela UFRGS e pela Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo. Fundador do Grupo Trilho de Teatro Popular. Atual aluno do curso de Licenciatura em Teatro da UFRGS, desde 2008 desenvolve pesquisa da técnica clown. De 2011 a 2016, empreendeu visitas periódicas ao Hospital da Criança Conceição como palhaço visitador e muitas das gags produzidas neste específico ambiente serviram como base para a estreia, em 2013, do monólogo clown O Homem mais sério do mundo. Atualmente, faz parte da Clownperativa, grupo de profissionais em palhaçaria que buscam expandir o poder transformador do palhaço aos mais variados ambientes de trabalho. Atua há 04 anos como preparador dos voluntários e voluntárias da ONG Doutorzinhos onde é também voluntário doutor palhaço. Rafael de Moura, que é artista profissional há mais de 28 anos com registro profissional DRT9288. Premiado com os prêmios Tibicuera e o Snard Azevedo como melhor ator coadjuvante no espetáculo "O menino Maluquinho". Atuou em mais de 20 espetáculos teatrais, dirigiu e produziu inúmeros espetáculos, é autor do livro "Palhaçaria Terapêutica”, compositor e apaixonado pela arte. Atualmente faz parte do elenco do Circo Teatro Girassol, é contratado pela ONG Doutorzinhos há mais de 6 anos como professor de palhaços voluntários. É co-criador da dupla Pinguinho e Serragem e fundador da escola Construindo Seu Clown, formado em PNL, além de ser graduando em Psicologia na PUCRS. Voluntariado- Função: Realização de intervenções cênicas (atividade não remunerada) O elenco é formado por cerca de 60 voluntários (atualmente) que atuam voluntariamente em hospitais. Conforme a Lei nº 9.608, de 18 de fevereiro de 1998, considera-se serviço voluntário, para os fins desta Lei, a atividade não remunerada prestada por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza ou a instituição privada de fins não lucrativos que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência à pessoa.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.