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A proposta do artista mineiro Rogério Delayon é uma releitura inédita e inusitada , uma seleção de onze músicas de Nelson Cavaquinho, relidas pela ótica do blues, do rock, do jazz, que como o samba, possuem raízes africanas e afroamericanas. Na produção do album a escolha particular pelo formato vinil, porém,sem perder o elo com a atualidade,será produzido, também, no formato digital e CD. Serão 200 vinis, 1000 CD's, 1 Live de lançamento e 5 shows em cinco capitais brasileiras. Público estimado de mais de cinco mil pessoas.
São músicas do Nelson Cavaquinho, que ainda estão sendo avaliadas na escolha do repertório, por precisar considerar a possibilidade de uma releitura que atenda ao gosto do público e atenda ao interesse do artista.
Apresentação: "Faço músicas para tirar as coisas de dentro do coração e foi assim desde o dia em que fiz meu primeiro samba…" (Nelson Cavaquinho ) O projeto "Nelson Cavaquinho em todos os tons" é uma homenagem ao artista que fez da música popular sinônimo de identidade nacional, dentro de uma estrutura musical tradicional, Nelson Cavaquinho introduziu marcas bastante peculiares. Cantando a realidade local, tangenciando o universal, traduzindo sentimentos humanos com simplicidade, como se, por meio da música, ele pudesse adiar a hora da morte. Nascido em 1910, com um repertório de mais de 600 composições (a maioria delas inéditas ou esquecidas, pois dificilmente o músico as escrevia, preferindo guardá-las na memória), Nelson Cavaquinho criava de madrugada, nas mesas dos bares, com o violão e um copo de cerveja ou cachaça. Na década de 50, alegando que o cavaquinho era muito pequeno, o trocou pelo violão, mas não abandonou o modo de tocar com o polegar e o indicador que sempre impressionou músicos de renome. Como compositor era marcante a melancolia e a morte era tema muito frequente. "Sou um homem que está muito perto da fatalidade. Minhas músicas, por isso, falam sempre em morte e em Deus, não faltando os amores fracassados". Faleceu em 1986 aos 74 anos. ( Revista Itaú Cultural, 2020). A proposta do artista mineiro Rogério Delayon é uma releitura inédita e inusitada , uma seleção de onze músicas de Nelson Cavaquinho, relidas pela ótica do blues, do rock, do jazz, que como o samba, possuem raízes africanas e afroamericanas. Na produção do album a escolha particular pelo formato vinil, a oportunidade de resgatar a memória afetiva de uma época que a dinâmica (o tempo) da feitura de um disco permitia criar mais lembranças em cada etapa. Com a globalização e as novas tecnologias passou-se a ter rapidez e facilidade na produção do disco, assim, os encontros não duram tanto e acontecem virtualmente, de forma hibrida, favorecendo um distanciamento físico entre aqueles que integram esta dinâmica. Porém, a ideia é resgatar antigos hábitos sem perder o vínculo com o presente, assim, o album será produzido, também, no formato digital e CD. O resultado desta criação inédita será apresentado em um Show por cinco capitais brasileiras, com músicos convidados, duração de noventa minutos, em um cenário que conversa musicalmente com a proposta do artista Rogério Delayon, elementos cênicos que proporcionam esta atmosfera do rock, do blues, que além de ser um dos estilos mais ouvidos no mundo carrega a característica de compor a identidade particular daqueles que vivem este gênero musical, é uma ideologia de vida. Vale destacar que foi na década de 50 que o rock ganha notoriedade pelo seu elemento mais marcante que é a guitarra. As cidades escolhidas para receber o show são Rio de Janeiro, berço do samba e cidade natal de Nelson Cavaquinho, Belo Horizonte, São Paulo, Manaus, Brasília capital do rock. Objetivo geral: * Gravação, edição e masterização de album musical instrumental com onze músicas de Nelson Cavaquinho, numa releitura através do rock, do blues e suas vertentes. * Show de lançamento e circulação, perfazendo cinco apresentações em capitais brasileiras. Objetivos específicos: * Homenagear este grande artista Nelson Cavaquinho criando novos registros de suas músicas, preservando a memória imaterial. * Difundir o trabalho artístico e singular de Rogério Delayon como multinstrumentista. * Impressão de 250 vinis do album e 1000 CD's. * Realizar cinco shows em cinco cidades diferentes. * Realizar uma live de lançamento do album no formato digital. * Criar aproximadamente 50 postos de trabalho direto e mais de 150 indiretos, gerando renda e sustento para profissionais do setor cultural. * Realizar uma aula encontro com duração de 60 minutos com alunos da rede pública de ensino , em cada uma das cidades, no espaço de realização dos Shows. Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; No projeto apresentado a proposta vai de encontro aos incisos citados, por promover a música instrumental, promover artistas de renome que fizeram o país ser reconhecido internacionalmente pela produção musical e ainda criar postos de trabalho, gerar emprego e renda.
Justiticativa: "Quando o tempo avisarQue eu não posso mais cantarSei que vou sentir saudadeAo lado do meu violão e da minha mocidade." Nelson Cavaquinho Antes de defender a aprovação do projeto aqui apresentado , é preciso citar este grande artista Nelson Cavaquinho, com suas história, sua memória e tamanha relevância na música brasileira, com o respeito e sem a pretensão de estar à sua altura, reproduzir sua obra antes de ser uma responsabilidade ímpar, é um dever para o patrimônio cultural material e imaterial do Brasil, para que outras e outras gerações conheçam e reconheçam o significado da sua existência humana e artística. Nelson Cavaquinho compôs choros notáveis, como Caminhando, 1963 (com Nourival Bahia), mas a maior parte de sua obra se concentrou no gênero samba-canção - também conhecido nos anos 1940 como "samba de meio de ano", por se alternar com a música de Carnaval, que então movimentava a indústria fonográfica. Com ênfase musical na melodia, o gênero samba-canção apresentava (e apresenta) outras propostas poéticas, ligadas às questões existenciais, aspecto perceptível na obra de Cavaquinho. No entanto, especializar-se no gênero foi menos uma imposição mercadológica que uma opção pessoal do compositor, posto que a fama maior só chegou nos anos 1960, quando o cenário da música popular se encontrava bastante alterado. Note-se que ele se propôs a tocar somente suas composições, embora conhecesse o repertório de sua época - não por desprezo aos outros, mas por reconhecer seu lugar na música brasileira. Nos anos 1960, pelo sucesso do Zicartola, restaurante de Cartola e Dona Zica, e com o movimento de "ida ao povo", pelo Centro de Cultura Popular da União Nacional dos Estudantes (CPC/UNE), a obra de Cavaquinho e seus pares alcançou um lugar respeitável, num momento em que a noção de "popular" e de "identidade nacional" passava por transformações significativas. A música popular brasileira virou sigla - MPB - e sinônimo de "defesa do nacional", englobando tanto a música de Cavaquinho, que, como observa o etnomusicólogo Carlos Sandroni, é lida numa chave "folclórica", tanto quanto a bossa nova. Diante deste contexto cultural e artisticamente rico, Rogério Delayon que na atualidade ocupa com destaque a cena musical, músico, compositor e instrumentista, apaixonado por vinis, resolve resgatar canções numa releitura instrumental e correr o Brasil fazendo esta mais que merecida homenagem a Nelson Cavaquinho, que se estivesse vivo completaria 112 anos. Um show que leva para a cena o samba com a pegada do rock. Delayon já atuou e segue atuando ao lado de grandes artistas, entre eles Zeca Baleiro, Zizi Possi, Vanessa da Mata, Vander Lee, Beto Guedes, Sandy e Júnior, Paulinho Moska, Luiz Melodia, abriu shows internacionais, abriu o show da banda Deep Purple e do guitarrista Steve Vai com a Banda Joker. Participou do Festival "Todos os Cantos do Mundo" com o cantor Zeca Baleiro e o grupo Vartinna (Finlândia). Dividiu o palco com o guitarrista Paul Gilbert no Workshop da Laney. Abriu o show da Banda R.E.M. com o cantor Wilson Sideral. Dirigiu a gravação de álbuns musicais reconhecidos nacional e internacionalmente. Recentemente lançou o single duplo "Na mosca" e "Trupica" (Quae Music), faixas do álbum "Meu tempero", lançado agora em junho. É o primeiro trabalho solo e autoral do elogiado produtor, que passou a ocupar o centro do palco também como vocalista. O fomento e incentivo ao projeto se justifica por difundir a música instrumental, por gerar emprego e renda, por proporcionar condições de circulação de artistas mineiros contemporâneos que além de preservar a memória cultural seguem produzindo novos trabalhos. A estimativa é que o projeto alcance um público de mais de cinco mil pessoas diretamente e mais de vinte mil indiretamente nas plataformas digitais e redes sociais. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)
Passagens aéreas, beneficiados: Rogério Reis Pinto e seus três músicos detalhados na ficha técnica. 1 Roadie 2 técnicos ( luz e som) - a contratar 1 Produtor - a contratar IMPORTANTE: Todas as solicitações da diligência de 19/07/2022 foram sanadas, podendo acontecer equivocos na interpretação, mas todas foram respondidas. Deixo aqui registrado para que o projeto não seja prejudicado como vem acontecendo com outros proponentes que acabam tendo seus projetos arquivados mesmo tendo respondido a diligência.
Não se aplica
Apresentação musical ( produto principal) Acessibilidade física: os espaços escolhidos para os shows são adaptados e seguem a norma de acessibilidade, com espaços para cadeirantes, poltronas para pessoas com obesidade, elevadores e rampas de acesso. Acessibilidade auditiva: Será contratado (a) interprete de libras para acompanhar a produção dos shows. legenda descritiva nos registros enviados para redes sociais. Acessibilidade visual : Mapas táteis nos espaços para facilitar a compreensão da produção do show, localização e programação. Serão produzidos impresses em braile para , caso haja necessidade, seja direcionado para as pessoas com limitações visuais. Acessibilidade intelectual: A equipe de produção é preparada para atender pessoas com sindrome de down, autistmo e outras necessidades de pessoas com deficiência ou limitação intelectual. Rubrica na planilha: produtor com qualificação em educação especial. CD/ VINIL / Lançamento em plataforma digital ( produto secundário) Acessibilidade auditiva: Será contratado (a) interprete de libras para fazer a tradução em libras no album digital, além da legenda descritiva nos registros enviados para redes sociais. Acessibilidade visual : audio descrição para o que for necessário dentro do album digital. Acessibilidade intelectual: A equipe de produção é preparada para atender pessoas com sindrome de down, autistmo e outras necessidades de pessoas com deficiência ou limitação intelectual. Rubrica na planilha: produtor com qualificação em educação especial, que na verdade no caso do produto não será necessário. Contrapartida social ( produto secundário) Acessibilidade auditiva: Será contratado (a) interprete de libras para acompanhar as oficinas. legenda descritiva nos registros enviados para redes sociais. Acessibilidade visual : Mapas táteis nos espaços para facilitar a compreensão da oficina, localização e programação. Serão produzidos impresses em braile para , caso haja necessidade, seja direcionado para as pessoas com limitações visuais. Acessibilidade intelectual: A equipe de produção é preparada para atender pessoas com sindrome de down, autistmo e outras necessidades de pessoas com deficiência ou limitação intelectual. Rubrica na planilha: produtor com qualificação em educação especial.
* garantir a distribuição gratuita de 10% do montante produzido, ou seja, 20 vinis, 200 CD's, que serão distribuídos em centros culturais, escolas de música, conservatórios de música, departamentos de música de universidades públicas em Belo Horizonte. * Garantir 10% dos ingressos de forma gratuita para pessoas com deficiência física, intelectual, auditiva ou visual, até uma hora antes de cada show, podendo sser retirado direto na bilheteria do teatro. * Registro dos shows e edição (15 minutos) para veiculação em redes públicas de televisão ou mídias gratuitas, bem como imagens. Contrapartida social ( formativa) Aula encontro ( carga horária de 40 horas com emissão de certificado de curso livre para os alunos e professores) A contrapartida será realizada em Belo Horizonte com alunos do projeto sócio educativo da SMED ( Secretaria Municipal de educação) núcleo café com dança localizado na rua João de Almeida 333 Estoril. Uma equipe composta por um músico, um produtor e um monitor especializado em educação especial. O curso ministrado no núcleo será: * Cronograma: segunda e quarta, de 10hs às 12hs ( durante dois meses e 15 dias) Módulo I: iniciação ao violão; Teoria musical básica, notas musicais, técnicas para o uso do instrumento e como criar composições melódicas. Módulo II: Guitarra total; voltado para jovens guitarristas em geral. Este curso aborda teoria (Harmonia e Improvisação), técnica avançada, postura profissional e dicas de como conduzir a carreira de músico profissional. Módulo III: prática em conjunto para formação de bandas e grupos musicais. Os alunos que antes estavam separados pelo instrumento, agora estarão juntos para compreender a dinâmica da harmonia musical. I) Informar como serão distribuídos os produtos culturais resultantes do projeto, respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2022: b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; II) TRANSCREVER qual inciso/medida do art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo será adotada no projeto: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre;
Rogério Reis Pinto ( nome artístico: Rogério Delayon) - ( Será responsável pela gestão do projeto, administração financeira e como artista principal, compositor e interprete) Rogério Reis Pinto, nome artístico, Rogério DELAYON, um nome abrasileirado de LYON que é leão, é um artista singular, de uma trajetória muito significativa para a cena musical mineira e nacional, Diretor musical e multi-instrumentista, atuou ao lado de grandes artistas, entre eles Zeca Baleiro, Zizi Possi, Vanessa da Mata, Vander Lee, Beto Guedes, Sandy e Júnior, Paulinho Moska, Luiz Melodia, abriu shows internacionais, abriu o show da banda Deep Purple e do guitarrista Steve Vai com a Banda Joker. Participou do Festival “Todos os Cantos do Mundo” com o cantor Zeca Baleiro e o grupo Vartinna (Finlândia). Dividiu o palco com o guitarrista Paul Gilbert no Workshop da Laney. Abriu o show da Banda R.E.M. com o cantor Wilson Sideral. Dirigiu a gravação de álbuns musicais reconhecidos nacional e internacionalmente. Delayon lançou o single duplo “Na mosca” e “Trupica” (Quae Music), antecipando duas faixas do álbum “Meu tempero”, que chegará em junho. É o primeiro trabalho solo e autoral do elogiado produtor, que agora se assume como cantor Arthur Augusto de Brito P. de Rezende (músico) Formação acadêmica e artística: produtor musical Dave Stewart (Eurythmics) para tocar com eles em Los Angeles como vencedor do concurso BeMyBand em 2014. Em 2016 retornou aos Estados Unidos para tocar na 10a edição do importante festival “Samba Fest” que acontece anualmente na cidade de Hartford (CT). Outro grande momento de sua carreira foi tocar em um dos principais festivais de jazz do mundo, o Montreux Jazz Festival, na Suiça. Em Julho de 2016 Arthur Rezende tocou com o artista Nil Lus na comemoração dos 50 anos do festival em um evento produzido por ninguém menos que Quincy Jones, cuja apresentação foi no Park Vernex para milhares de pessoas. Em 2003 Arthur Rezende foi premiado no concurso "BDMG Jovem Instrumentista". Este prêmio incluiu seu nome na lista dos bateristas mineiros de maior destaque, o que lhe rendeu participação em projetos culturais realizados pelo BDMG nos anos 2004, 2005 e 2006. Em 2007 Arthur ficou classificado em primeiro lugar no “1º Festival Odery&ModernDrummer” na eliminatória de Minas Gerais, tornando-se finalista em âmbito nacional. No Brasil Arthur já atuou com vários artistas, incluindo os grandes nomes do movimento “Clube da Esquina” como Beto Guedes, Toninho Horta, Flávio Venturini (com o qual gravou o DVD “Não Se Apague Essa Noite” em 2008) além de outros artistas de renome como George Israel (Kid Abelha), Vander Lee, Júlia Ribas, Marina Machado, Kadu Vianna, Pedro Morais, dentre outros. Além de atuar como instrumentista, Arthur é integrante da “PALA Produções” e, junto com os amigos Paulinho Fonseca, Lipe Carvalho e André Bastos, utiliza de seu lado empreendedor para promover eventos relacionados ao universo da bateria. Já realizou Masterclasses e Workshops com Tony Royster Jr., Virgil Donati, Thomas Lang, Thomas Pridgen, Horácio “El Negro” Hernandez, Carlos Balla, Kiko Freitas, Christiano Galvão, André “Limão” Queiroz, Banda Black Machine. Arthur busca nesta ação fomentar o conhecimento e as diversas formas de expressão artística no instrumento, enriquecendo assim a cena instrumental. Outra importante atuação de Arthur Rezende é como professor de bateria, lecionando há 20 anos em seu próprio estúdio, desenvolveu ao longo deste tempo um estilo diferenciado e inovador que atrai alunos de todas as partes do Brasil que buscam aperfeiçoar a conexão artística e técnica com o instrumento. Dentre suas principais influencias o músico destaca os bateristas brasileiros: André “Limão” Queiroz, Esdras “Neném” Ferreira, Lincoln Cheib, Mário Castelo, Carlos Balla, Renato Massa e Kiko Freitas. Além dos internacionais: Quest Love, Chris Dave, Nate Smith, Nate Wood, Steve Jordan, Dennis Chambers, Jojo Mayer, Thomas Haake, Dave Weckl, Mike Mangini e Virgil Donati. Com seu trabalho de grande qualidade e alcance, Arthur Rezende despertou o interesse de marcas como a Pearl Drums, Anatolian Cymbals, Aquarian Drumheads, Zokt Pad´s, Kick Control, KA Drums, SolidSound, Tune-Bot e Kick-Port, que atualmente o patrocinam e proporcionam workshops e Masterclasses por todo Brasil Felipe Augusto de Melo Fantoni (músico) Fundador da Leve Music, Felipe Fantoni é Produtor Musical, Baixista, Técnico de Gravação/Mixagem há 20 anos. Já trabalhou com nomes como Renegado, Pato Fu, Vander Lee, Ivete Sangalo, Fernanda Takai, César Menotti & Fabiano, Paula Lima, Toninho Horta, Kadu Vianna, Pedro Morais, Marku Ribas, Júlia Ribas, Gabriela Pepino, Valeria Inês, Fabi Metzker, Marina Araújo entre outros. Cineasta e Bacharel em Cinema e Vídeo, foi Diretor Musical da NATRILHA, especializada em inteligência de Áudio para grandes marcas como Vale, Anglo American, Sebrae entre outras por mais de 12 anos. No cinema já ganhou alguns prêmios de melhor trilha sonora e Sound design em festivais importantes como LAWebfestival, Guarnicé e CINE-PE. Produz assessibilidade para o Governo Brasileiro como TV Cultura, STF, TV Justiça, Comitê Paraolímpico Brasileiro ... entre outros. Lucas Gabriel Rocha De Moro (músico) Centro de Formação Artística - cefar ( 2012-2013)Aulas particulares de piano erudito com a pianista e educadora Ariadne Tenório (2013-2014) .Aulas de piano com Cliff Korman (EUA) e Marcus Abjaud pelo premio Jovem Instrumentista BDMG (2015) Bacharel em Musica Popular-piano na Universidade Federal de Minas Gerais (2017- cursando). Lucas De Moro ,nascido em Belo Horizonte no dia 13 de Março de 1998 é pianista ,arranjador, compositor e produtor musical, começou a tocar piano de forma autodidata aos seis anos de idade.Vindo de uma familia de músicos, começou a se apresentar em shows e fazer gravações cedo, aos 17 anos ganhou o premio Jovem Instrumentista BDMG onde teve aulas com Cliff Korman e Marcus Abjaud ,e no ano seguinte foi o mais jovem semi-finalista do BDMG Intrumental.Apesar da pouca idade ,participa ativamente de gravações e apresentações com músicos referencias da musica brasileira como Toninho Horta, Beto Guedes ,Edu Ribeiro entre outros. Lucas ja tocou/toca e/ou gravou com Beto Guedes,Toninho Horta,Edu Riberio,Andre Limao Queiros,Kiko Mitre,Aloisio Horta, Affonsinho,Bruno Vellozo,Felipe Continentino,Frederico Heliodoro,Breno Mendonça,Felipe Villas Boas e mais…. Atualmente cursa bacharelado em Musica Popular na Universidade Federal de Minas Gerais. Dentre muitos trabalhos ,alguns destaques em apresentações e gravações são:Professor e mentor de piano no seminário Alem das Montanhas em 2020 de Toninho Horta,juntamente com nomes da musica brasileira como Wagner Tiso,Yuri Popoff,Nivaldo Ornelas,Robertinho silva e Toninho Horta. (Adiado por conta da pandemia do novo coronavirus) .Gravação de uma musica inédita de Hermeto Pascoal em Marco de 2020 com Toninho Horta. Convidado para gravação por Beto Guedes em seu estúdio em 2019. Participou do savassi festival pelo Novos Talentos do Jazz com seu quarteto instrumental LDM QUARTETO em 2017. Participou do Musica Nova do Savassi Festival acompanhando o baixista Frederico Heliodoro com participação de Genevievi Artadi (EUA) durante varios shows em 2018. Abriu o show de Andre Mehmari no festival Series BH instrumental com o Quarteto Venue em 2019 . Participa ativamente do festival cultural de Conceição do Mato Dentro, tocando ativamente todos os anos desde 2018. Equipe do projeto: Coordenação de produção / Produtor executivo/ coordenação técnica - são profissionais contratados posteriormente.
PROJETO ARQUIVADO.