| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33541368000116 | Companhia Hidro - Elétrica do São Francisco CHESF | 1900-01-01 | R$ 276,0 mil |
Este projeto tem como objetivo promover a inclusão de pessoas com deficiência visual e auditiva em museus de Maceió desprovidos de acessibilidade, através da preservação do acervo cultural e da modernização e equipagem desses espaços, utilizando o aplicativo TATU _ previamente desenvolvido pela UFAL _ para prover a acessibilidade em museus, disponibilizando visita guiada e conteúdo acessível através de audiodescrições, audioguias e vídeos em Libras.
O Museu dos Esportes Edvaldo Alves Santa Rosa - Dida conta com medalhas, taças, fotografias e objetos referentes aos esportes; o Museu de História Natural - Sala de Geologia possui exposição de espeleotemas de cavernas do Brasil e de minerais e sua relação com o cotidiano da nossa espécie, além de várias rochas de diferentes tipos; o Centro de Cultura e Memória do Judiciário reúne documentos e fotografias que contam mais de 300 anos de história da Justiça alagoana; no Memorial à república são encontradas bandeiras, quadros e exposições; O acervo do Museu de Arte Sacra Pierre Chalita abrange pinturas, esculturas, desenhos, gravuras, objetos decorativos e um núcleo substancial de arte sacra; o Museu do Comércio de Alagoas possui escrivaninhas, máquinas de escrever, livros de estatística do porto, balanças de medidas, máquinas de calcular, balança de pesar algodão, prensa, tipografias, baús, livros de registro e outros; O museu de Tecnologia do Século XX conta com máquinas de escrever, computadores, impressoras, câmeras fotográficas e outros equipamentos tecnológicos do Século XX; O memorial à Rainha Marta possui objetos que retratam a carreira da jogadora, como fotos, troféus, chuteiras e camisas; Na Casa Jorge de Lima o acervo conta com objetos de mobília do poeta, como sua escrivaninha e seu busto, e também, versos ilustrados de seus poemas.
O objetivo geral do projeto é promover a inclusão de pessoas com deficiência visual e auditiva em 7 museus de Maceió, através da democratização do acesso aos equipamentos culturais e disponibilização de acervos acessíveis mediante o uso da tecnologia. Sendo assim, as ações previstas no projeto enquadram-se nos seguintes incisos do artigo 2º do Decreto 10.755, de 2021: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal; e XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei no 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. Desta forma, mediante a disponibilização do acervo digital acessível nos museus, estaremos ampliando o acesso aos bens culturais desses espaços fomentando a visitação do público com deficiência visual e auditiva anteriormente excluído devido à falta de acessibilidade. O resultado do projeto também atende ao princípio constitucional da igualdade previsto no artigo 5º da Constituição Federal de 1988, que estabelece que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Além disso, a proposta também encontra-se alinhada aos objetivos do Plano Nacional de Cultura, dentre os quais destacam-se o objetivo de "universalizar o acesso à arte e à cultura". O projeto possui ainda os seguintes OBJETIVOS ESPECÍFICOS: a) Produto PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL: Produzir acervo digital acessível para as principais obras de 7 museus de Maceió, aproximadamente 107 obras, mediante a produção de mídias de audiodescrições, audioguias e vídeos em Libras. A fase de pré-produção/preparação consiste em desenvolver pesquisa, conduzida por historiadores e museólogos, sobre os acervos a fim de produzir material que servirá como fonte para a tradução para Libras e a elaboração do roteiro de audiodescrição. Em seguida, na fase de produção/execução, devem ser produzidas as mídias de audioguias, audiodescrições e vídeos em Libras as quais serão disponibilizadas no aplicativo TATU. Assim, pretende-se manter disponível no aplicativo todo o conteúdo acessível referente ao acervo de cada museu, tais como fotos, vídeos em Libras, audioguias e audiodescrições, a fim de assegurar sua preservação através de serviços de hospedagem e plataformas utilizadas pelo aplicativo Tatu. Os itens deste produto na fase de pré-produção/preparação podem ser verificados através dos seguintes meios: relatório de pesquisa dos acervos e relatório fotográfico de visita aos museus. Os itens da fase de execução podem ser medidos através de indicadores tais como número de mídias de vídeo/áudio inseridas na base de dados do aplicativo. b) Produto MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAIS: Implantar o funcionamento do aplicativo Tatu em 7 museus de Maceió para promover a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva utilizando dispositivos bluetooth (beacons). Para implantar a solução de acessibilidade promovida pelo app TATU faz-se necessário elaborar um estudo técnico detalhado dos espaços que irão receber os beacons. Esse estudo permitirá conhecer a disposição física das peças do acervo e como o aplicativo deverá ser ajustado para obter uma melhor acurácia do reconhecimento da proximidade de um usuário com deficiência visual durante sua navegação indoor. Inicialmente, na fase de pré-produção/preparação serão levantadas informações sobre os 7 museus de Maceió onde pretende-se implantar a solução de acessibilidade do app TATU, os quais são listados a seguir: Museu dos Esportes Edvaldo Alves Santa Rosa - Dida, Museu de História Natural - Sala de Geologia, Centro de Cultura e Memória do Judiciário, Museu do Comércio de Alagoas, Museu de Tecnologia do Século XX, Memorial Rainha Marta e Casa Jorge de Lima. Para este objetivo, serão realizadas visitas aos museus com a finalidade de coletar informações relevantes para a implantação do aplicativo TATU bem como conhecer o funcionamento da visitação pública e obter informações sobre os acervos. Na fase de produção, serão executados todos os passos para disponibilizar o acervo acessível no aplicativo tatu bem como divulgar a implantação do aplicativo nos museus a fim de atrair o público com deficiência e demais interessados através da divulgação em perfis de mídias sociais e demais plataformas de comunicação, as quais são mantidas pelas instituições responsáveis pelos espaços, além de participar de eventos da área para a promoção do funcionamento do aplicativo nos museus. Outro passo importante desta fase é desenvolver um plano de ação para entregar ao responsável pelo museu de modo a garantir o funcionamento do aplicativo após a execução do projeto. Os itens deste produto podem ser verificados e medidos através dos seguintes meios: relatórios técnicos de funcionamento dos beacons e testes do aplicativo, programação de evento e número de postagens realizadas.
De acordo com o último censo, cerca de 13 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, o que corresponde a 6,2% da população. Em Alagoas, o censo revelou que cerca de 18 mil alagoanos possuem deficiência visual e 5 mil possuem deficiência auditiva. Atualmente, as pessoas com deficiência que residem em Alagoas possuem enorme dificuldade para acessar os equipamentos culturais do Estado, haja vista que boa parte dos espaços culturais não possuem acessibilidade, principalmente para o público com deficiência visual (audiodescrição) e auditiva (Libras). O aplicativo Tatu favorece o acesso à cultura para o público em geral, pois dinamiza o acesso e a experiência de todos que desejarem visitar o museu presencialmente ou virtualmente, permitindo a inclusão de pessoas com deficiência visual e auditiva. Segundo Wagner et. al, as barreiras enfrentadas pelas Pessoas com Deficiência (PcD) em sua vida diária podem interferir ou prejudicar no desenvolvimento ocupacional, cognitivo e psicológico do sujeito, contribuindo para a sua exclusão social [2]. Portanto, é importante facilitar o "ir e o vir" das PcD, oferecendo recursos para que estas pessoas vivam de forma independente e participem de todos os aspectos da vida em sociedade em condições similares aos indivíduos sem deficiência. Nesse contexto, o Brasil dispõe de legislação que tem como referência a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ex. Decretos nº 3.298/99 e nº 5.296/04; Leis nº 10.048/00 e nº 13.146/15) e busca assegurar "o acesso, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, ao meio físico, ao transporte, aos sistemas e tecnologias da informação e comunicação, bem como a outros serviços e instalações abertos ao público ou de uso público, tanto na zona urbana como na rural". Apesar dos avanços legais e da crescente conscientização da importância da acessibilidade, diversos desafios ainda são enfrentados pelas PcD em diferentes situações. Acessar os equipamentos culturais, por exemplo, é um desses desafios e demanda atenção, pois, "no contexto dos princípios da dignidade humana, da igualdade, da cidadania e da democracia, o turismo acessível e inclusivo é um meio de garantir às PcD o direito ao lazer e à cultura, dentre outros" [1]. De acordo com Malheiro e Benatto, as pessoas com deficiência atualmente formam um grande mercado consumidor, havendo a necessidade de proporcionar condições especiais para as pessoas com deficiência nas relações de consumo [3]. Com a Lei Brasileira de Inclusão 13.146/15, o Código de Defesa do Consumidor sofreu alterações ampliando as garantias deste público em diversos setores: sites, TV, telefonia, comércio e tecnologia. O Estado de Alagoas atrai turistas de todo o mundo por suas belezas naturais, sendo bastante famoso por suas praias, mas também por sua história e por sua cultura. Entretanto, seus espaços de cultura e lazer ainda carecem de acessibilidade, principalmente para o público com deficiência visual e auditiva. A proposta de implantação do aplicativo TATU em 7 museus de Maceió busca a inclusão desse público além de fomentar o turismo acessível na cidade. Sendo assim, ESTA PROPOSTA ENQUADRA-SE NOS SEGUINTES INCISOS DO ART 1º DA LEI 8313/91: "I - CONTRIBUIR PARA FACILITAR, A TODOS, OS MEIOS PARA O LIVRE ACESSO ÀS FONTES DA CULTURA E O PLENO EXERCÍCIO DOS DIREITOS CULTURAIS", "VI - PRESERVAR OS BENS MATERIAIS E IMATERIAIS DO PATRIMÔNIO CULTURAL E HISTÓRICO BRASILEIRO;" E "VIII - ESTIMULAR A PRODUÇÃO E DIFUSÃO DE BENS CULTURAIS DE VALOR UNIVERSAL, FORMADORES E INFORMADORES DE CONHECIMENTO, CULTURA E MEMÓRIA;". Através da expansão do aplicativo TATU na cidade de Maceió, implantando-o em 7 museus da cidade pretende-se promover a acessibilidade de surdos e cegos nesses espaços DE MODO A ALCANÇAR OS SEGUINTES OBJETIVOS ART 3º DA LEI 8313/91 "III - PRESERVAÇÃO E DIFUSÃO DO PATRIMÔNIO ARTÍSTICO, CULTURAL E HISTÓRICO", ATRAVÉS DA DISPONIBILIZAÇÃO DO ACERVO DE MUSEUS DE FORMA VIRTUAL UTILIZANDO O APLICATIVO TATU E TODA SUA ESTRUTURA E "IV - ESTÍMULO AO CONHECIMENTO DOS BENS E VALORES CULTURAIS". O aplicativo Tatu representa uma iniciativa inovadora no Brasil e seu desenvolvimento foi custeado com recursos oriundos do Ministério do Turismo e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal), o trabalho foi realizado na Universidade Federal de Alagoas por uma equipe multidisciplinar coordenada pelo Prof. Dr. Fábio Coutinho e formada por pesquisadores e técnicos qualificados em diferentes áreas de conhecimento tais como Computação, História, Turismo, Museologia, Letras-Libras e Linguagem. O aplicativo teve seu desenvolvimento finalizado em março/2020 tendo produzido 4 protótipos e testado in loco em 3 ocasiões, incluindo um teste com 6 usuários cegos que obteve resultados satisfatórios de acordo com os testadores. O lançamento do app ocorreu em outubro/2020 e encontra-se disponível para Android (https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.turismo.apptatu) e para iOS (https://apps.apple.com/br/app/id1534009670). Em que pese o recente fechamento dos museus devido à pandemia (alguns museus ainda encontram-se fechados), o aplicativo Tatu já possui mais mil downloads desde seu lançamento. Cabe ressaltar ainda que o aplicativo encontra-se registrado junto ao INPI (Proc. Nº BR512020001032-6) sob titularidade da Universidade Federal de Alagoas e que recebeu a chancela da equipe técnica do Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES-RJ) e do Núcleo de Acessibilidade da UFAL. REFERÊNCIAS [1] Kiefer, Sandra Filomena Wagner, and Maria de Carvalho. "TURISMO ACESSÍVEL E INCLUSIVO _ UMA REALIDADE POSSÍVEL." Anais do I Simpósio Internacional de Estudos sobre a Deficiência-SEDPcD/Diversitas/USP Legal. São Paulo:[sn] (2013). [2] Wagner, Luciane Carniel, et al. "Acessibilidade de pessoas com deficiência: o olhar de uma comunidade da periferia de Porto Alegre." 23. ed. Ciência em Movimento, 2010: 55-68. Disponível em: https://www.metodista.br/revistas/revistas-ipa/index.php/RS/article/view/94 Acesso em 9 jul. 2020. [3] MALHEIRO, Emerson Penha. BENATTO, Pedro Henrique Abreu. As pessoas com necessidades especiais como consumidores. Revista de Direito Privado. vol. 70/2016. p. 123-133. Out/2016.
Viagem ida e volta de Maceió a São Paulo para participação na Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (Reatech Brasil 2023), com o objetivo de apresentar os resultados do projeto para o público-alvo presente no evento e discutir possíveis melhorias para o funcionamento do aplicativo Tatu nos museus. Beneficiários das passagens: coordenador do projeto e membros da equipe responsáveis pela implantação do aplicativo nos museus. Link para o vídeo de demonstração da utilização do aplicativo e para documento de divulgação do projeto - https://drive.google.com/drive/folders/13WBkVE-A9LUjS7CTILzgmWKOS7xbW_Kl?usp=sharing A seguir, listamos algumas ações que objetivam difundir o uso do aplicativo Tatu nos museus contemplados nesta proposta. Inicialmente, o projeto prevê a colaboração da Universidade Federal de Alagoas com algumas instituições parceiras que irão contribuir com algumas etapas de trabalho, dentre as quais destacam-se a divulgação do projeto entre os associados e nas plataformas de mídias sociais e a realização de visitas técnicas para testar o funcionamento do aplicativo nos museus. Alguns exemplos desses colaboradores são: ACAL - Associação de Cegos de Alagoas, a Escola Estadual de Cegos Cyro Accioly (em Maceió-AL), a Associação dos Surdos de Alagoas, e o CAS - Centro de Atendimento às Pessoas com Surdez. Quando o aplicativo estiver funcionando nos 7 museus elencados nesta proposta, pretende-se promover um evento para divulgar o lançamento nesses novos espaços. Assim, serão convidados representantes da universidade, autoridades locais, órgãos de imprensa, responsáveis pelos museus e patrocinadores do projeto. Além disso, os patrocinadores terão espaço no aplicativo para a divulgação de sua marca como reconhecimento deste apoio. Essa divulgação também poderá ocorrer tanto no site oficial do projeto quanto em suas mídias sociais com impulsionamento e também nos espaços dos museus contemplados
Os vídeos acessíveis produzidos terão, em média, de 30 a 180 segundos e serão disponibilizados em 720p, em mp4. As mídias de áudios acessíveis terão, em média, de 15 a 360 segundos e serão disponibilizadas em 175 kbps, em mp3.
Por se tratar de uma proposta que tem como foco a acessibilidade, este tema norteia todas as etapas deste projeto. Faz-se importante mencionar que a equipe do projeto é formada por pessoas com deficiência, além de pesquisadores e profissionais que lidam com a temática da acessibilidade. Assim, a implantação do aplicativo TATU nos espaços culturais indicados nesta proposta, permite prover acessibilidade a esses ambientes desprovidos de equipamentos culturais acessíveis ao público com deficiência visual e auditiva. Para viabilizar a apreciação desses espaços, o aplicativo TATU possui uma usabilidade específica para pessoas com deficiência visual, disponibilizando uma visita guiada, que oferta conteúdo em audiodescrição. Similarmente, os visitantes com deficiência auditiva dispõem de vídeos em Libras sobre o acervo do local. Esses recursos estão entre os mais adequados para vencer a barreira comunicativa existente no acesso à informação por surdos e cegos. Do ponto de vista da dinâmica da interação do usuário com o ambiente, o aplicativo mostra-se como um meio adequado para permitir a autonomia do usuário, disponibilizando as informações para o visitante à medida que ele interage com o local. Por fim, vale ressaltar que é de responsabilidade dos mantenedores das atrações turísticas manter a acessibilidade física dos locais, seguindo a legislação vigente. PRODUTO: MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAIS Este produto garantirá a equipagem dos museus com dispositivos tecnológicos, os quais auxiliarão seus visitantes na experiência do museu. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Todos os museus já possuem rampas de acesso. Além disso, nesta proposta, em cada museu, será colocado um mapa tátil em braille para auxiliar a locomoção dos visitantes com deficiência visual o qual será produzido juntamente de outros banners utilizando o orçamento de divulgação do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A implantação do aplicativo Tatu no museu permitirá que todas as obras sejam disponibilizadas com recursos de acessibilidade para visitantes com deficiência visual utilizando mídias de audiodescrição e de audioguia. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: No aplicativo Tatu, todas as obras estarão disponibilizadas com mídias em Libras. PRODUTO: PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL Este produto garantirá a preservação, por meio digital, do acervo dos museus, ao mesmo tempo que disponibilizará o acervo de maneira acessível por meio do aplicativo Tatu; ACESSIBILIDADE FÍSICA: Todos os museus já possuem rampas de acesso. Além disso, neste proposta , em cada museu, será colocado um mapa tátil em braille para auxiliar a locomoção dos visitantes com deficiência visual o qual será produzido juntamente de outros banners utilizando o orçamento de divulgação do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: No aplicativo Tatu, todas as obras estarão disponibilizadas com mídias de audioguia, de audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: No aplicativo Tatu, todas as obras estarão disponibilizadas com mídias em Libras.
Os produtos culturais desta proposta estarão disponíveis no aplicativo TATU distribuído gratuitamente para dispositivos Android (https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.turismo.apptatu) e também para dispositivos iOS (https://apps.apple.com/br/app/id1534009670). Considerando o art. 24 da IN nº 01/2022, será adotado o seguinte inciso: “II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição;” Pretende-se ampliar o acesso aos produtos culturais para além do uso do aplicativo nos museus, disponibilizando parte do acervo de forma acessível nas mídias sociais oficiais do projeto.
A instituição proponente (Fundepes) será responsável pela gestão administrativa e financeira do projeto, incluindo assessoria jurídica e contábil, aquisição de compras e serviços de PJ, bem como a contratação de pessoal especializado. A seguir, é apresentado um currículo resumido dos principais participantes do projeto. Participantes: - Fábio José Coutinho da Silva (http://lattes.cnpq.br/6352083877939941) Doutor em Engenharia de Sistemas e Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ), possui experiência nas seguintes áreas: desenvolvimento mobile, banco de dados, desenvolvimento e integração de sistemas, computação acessível e computação distribuída. Quando vinculado à Fundação COPPETEC, ligada a UFRJ, atuou como gerente de projetos de desenvolvimento de software. Também tem exercido colaboração com o CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear) desde 2013. Atualmente, é docente no Programa de Pós-graduação em Informática da UFAL e tem desenvolvido diversos projetos na área da acessibilidade e integração e análise de dados, conforme breve descrição a seguir. Desde 2017 coordena o Projeto TATU que busca promover a inclusão e o acesso de pessoas com deficiência visual ou auditiva em museus. Também coordenou os projetos DETECT e IGOV que tiveram a disponibilização de software como um de seus resultados. No projeto DETECT foi desenvolvida a ferramenta FAXT cujo objetivo era facilitar o usuário leigo em programação a extrair dados de redes sociais, especialmente do Twitter, mantendo uma infraestrutura em nuvem computacional. FAXT foi desenvolvida em Python e possui registro de software (BR512016001231-5) pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). FUNÇÃO NO PROJETO: RESPONSÁVEL PELA COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO E PELO ESTUDO TÉCNICO DA IMPLANTAÇÃO DO APLICATIVO NOS MUSEUS. - Jair Barbosa da Silva (http://lattes.cnpq.br/8654129558132481) Doutor em Linguística e professor do Curso de Letras-Libras: licenciatura, da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Alagoas, desde 2013. Tem experiência na área de Letras e Linguística, atuando nos seguintes temas: descrição e análise linguística, topicalização, gramaticalização, gêneros textuais, produção escrita, linguagem oral e escrita, ensino de língua materna e língua de sinais. Atua no Programa de Pós-graduação em Linguística e Literatura da Faculdade de Letras da UFAL, sobretudo, com pesquisas e orientação envolvendo Libras, língua que constitui meu objeto de análise. FUNÇÃO NO PROJETO: RESPONSÁVEL PELA COORDENAÇÃO DA PESQUISA, TRADUÇÃO E PRODUÇÃO DOS VÍDEOS EM LIBRAS. - Greciene Lopes dos Santos Maciel (http://lattes.cnpq.br/3400025373463280) Doutora em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É membro da equipe interdisciplinar do Laboratório de Estudos Museus e Educação (LEME - FaE/UFMG) e do International Council of Museums (ICOM) onde integra o Committee for Education and Cultural Action (CECA). Consultora UNESCO para o Departamento de Patrimônio Imaterial / lPHAN-Alagoas(2012/2013/2014 - 2019/2020). Membro do Conselho de Políticas Culturais do município de Maceió (2013-2014 / 2015-2016). Fez parte do quadro de docentes da Universidade Federal de Alagoas. Possui experiência na área de Educação em espaços escolares e não escolares, atuando nas áreas de Educação infantil, gestão educacional, práticas educativas, educação museal /educação patrimonial. FUNÇÃO NO PROJETO: SUPERVISIONAR E COORDENAR A ANÁLISE DO ACERVO DOS MUSEUS E SUA VISITAÇÃO ACESSÍVEL. - Floripes Teixeira Santos (http://lattes.cnpq.br/8916839816734667) Mestra em Modelagem Computacional de Conhecimento e Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela UFAL, tem experie?ncia na a?rea do urbanismo com e?nfase no turismo de oportunidades. Desenvolveu o projeto de pesquisa com a tema?tica do turismo no projeto de pesquisa desenvolvido no Programa de Cooperac?a?o Te?cnica UFAL-SEBRAE. Tambe?m participou da elaborac?a?o do Inventa?rio Turi?stico da Regia?o das Lagoas do Complexo Estuarino Lagunar Mundau?-Manguaba, tem especializac?a?o em Gesta?o Pu?blica com abordagem nas poli?ticas pu?blicas para educac?a?o de surdo. FUNÇÃO NO PROJETO: CONTRIBUIR COM O ESTUDO TÉCNICO PARA A IMPLANTAÇÃO DO APLICATIVO NOS MUSEUS. - Elyva Cesario Espíndola Regis (http://lattes.cnpq.br/5337073751978405) Especialista em Tradução Audiovisual Acessível/Audiodescrição. 2017/2018 - UECE - Universidade Estadual do Ceará; Especialista em Educação Especial - Atendimento Educacional Especializado - 2010/UFC - Universidade Federal do Ceará; Graduada em Pedagogia - 2009/UNOPAR - Universidade Norte do Paraná; Graduada em Administração de Empresas - 2008 FAL (Estácio) Faculdade de Alagoas. Curso de extensão de Arte e Superação da Deficiência – Desafios e Perspectivas UFRJ/2019; de Braille Avançado com o uso de Tecnologias Assistivas pela UFRJ/2018 Braille Básico com o uso de Tecnologias Assistivas pela UFRJ/2017; de Audiodescrição em fotografia, cartaz e outras imagens estáticas pela UFPE. Bem como participação do II ENADES – Encontro Nacional de Áudio-descrição em Estudo/2016 em Maceió e do 3o EIAD – Encontro (Inter)nacional de Audiodescrição/2017 em Recife, participando de cursos e mini-cursos em ambos eventos. Atuação nos campos de Audiodescrição e Educação Especial. Experiência como roteirista de audiodescrição para filmes da produtora ETC filmes ltda./São Paulo em 2017. Palestrante na Semana da Inclusão no Parque Shopping/Maceió em 2018; Ministrante do curso Básico de Audiodescrição para Professores de alunos com Deficiência Visual/SEMED em 2018; Professora do Atendimento Educacional Especializado pela Secretaria Municipal de Educação desde 2006, professora de Ensino Fundamental 2004/2010; professora de Educação Infantil - 2004/2007 Professora de Educação Infantil na rede privada - 2002/2004. FUNÇÃO NO PROJETO: RESPONSÁVEL PELA PESQUISA DO ACERVO DOS MUSEUS VISANDO À ROTEIRIZAÇÃO DE MATERIAL PARA AUDIODESCRIÇÃO. - Fabrícia Barbosa de Omena (http://lattes.cnpq.br/4971396907084180)Jornalista pós-graduada em assessoria de comunicação e marketing. Durante a graduação, foi pesquisadora e produziu trabalhos científicos na área da deficiência visual. Autora de livro que aborda a pessoa cega no ciberespaço, já ministrou palestras na área da deficiência visual, inclusão e acessibilidade. Possui conhecimentos na área de informática, sendo usuária de computador e celular falantes, pois é pessoa com deficiência visual. FUNÇÃO NO PROJETO: DESEMPENHAR O PAPEL DE CONSULTORA DAS AUDIODESCRIÇÕES. - Heloyse Sarah Melo de Lira (http://lattes.cnpq.br/3211514164477660)Graduanda em Letras-Libras pela Universidade Federal de Alagoas - UFAL; Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - Libras. Possui habilidades técnicas em produção, filmagem e edição de vídeos e materiais em Libras. Atualmente é Tradutora-Intérprete de Libras do Projeto Tecnologia Assistiva Aplicada ao Turismo (TATU) da UFAL. FUNÇÃO NO PROJETO: RESPONSÁVEL PELA TRADUÇÃO DAS INFORMAÇÕES DOS ACERVOS DOS MUSEUS PARA LIBRAS E GRAVAÇÃO DOS VÍDEOS.Humberto Meira de Araújo Neto(http://lattes.cnpq.br/5643439482606570)Doutor em linguística (Universidade Federal de Alagoas, 2018), mestre em linguística (Universidade Federal de Alagoas, 2017), pós-graduado em Libras (Universidade Cândido Mendes, 2015). Possui graduação em Jornalismo (Universidade Federal de Alagoas, 2011) e em Letras-Libras (Universidade Federal de Santa Catarina, 2012). Atualmente é Professor Assistente da Universidade Federal de Alagoas, atuando na Faculdade de Letras na área de Língua de Sinais. FUNÇÃO NO PROJETO: RESPONSÁVEL PELA PESQUISA, TRADUÇÃO E PRODUÇÃO DOS VÍDEOS EM LIBRAS.
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.