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PRONAC 221249Apresentou prestação de contasMecenato

Da Academia Para o Povo, socializando conhecimentos II

INSTITUTO DE PESQUISA E MEMORIA PRETOS NOVOS
Solicitado
R$ 230,0 mil
Aprovado
R$ 230,0 mil
Captado
R$ 230,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações educativo-culturais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural imaterial
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-08-11
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

As obras de revitalização da Região Portuária restauram uma parcela importante do patrimônio histórico earqueológico da localidade, a partir do qual foi criado o Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana. Inserindo-se nesse novo contexto, o IPN (Instituto Pretos Novos) se propõe, através de suas Oficinas, objeto desta proposta, socializar a memória e o patrimônio da Região Portuária com o público interessado e dar visibilidade às iniciativas patrimoniais constituídas em seu entorno. Com isso, pretende valorizar a dimensão histórica e criar elos de entendimento entre o passado, o presente e o futuro de umaregião que tanto se dinamiza. O valor histórico e cultural do presente projeto é incomensurável.

Sinopse

Oficinas de História – IPN Trata-se de oficinas gratuitas realizadas ao vivo on-line, ministradas por professores de História, Arqueologia, Geografia e Antropologia. Seu intuito é o de divulgar o conhecimento sobre a história da Zona Portuária, com ênfase na história dos afro-brasileiros e dos indígenas na localidade. Cada modalidade de oficina será oferecida uma vez, em dia útil, com duração de 2h / 3h cada uma. Totalizam 20 oficinas no ano. OBS: As oficinas são serão virtuais. A experiencia em 2020/21 observamos que as oficinas ao vivo e on-line atende o público outros municípios, estados e fora do país. Oficinas Circuito de Herança Africana - IPN O Projeto Circuito de Herança Africana (presencial) não se constitui em um roteiro turístico, mas em uma atividade de Educação Patrimonial. Cada um dos pontos indicados remete a uma dimensão da vida dos africanos e seus descendentes na Região Portuária. Contada através de seus lugares de memória. Cada Passeio Aula terá um dinamizador (Guia) para realização da atividade, com previsão de 2h horas de duração. O projeto oficinas de história e a Céu Aberto - Memorial Pretos Novos – “Resgatar a Cultura de um Povo é Preservar a Memória de um País” apresenta o resultado dos seis anos de projeto Total de Oficinas do período = 364 Total de participantes nas oficinas = 9.270 Público alvo e resultados esperados Total previsto nas 80 participante por oficina online e 50 participantes por oficina presencial. O nosso público é composto de estudantes do ensino fundamental, médio e universitário (das redes públicas e privadas), professores, pesquisadores, moradores do entorno e da cidade, empresários e comerciantes locais, artistas, agentes culturais, turistas, profissionais do turismo e interessados em geral. O projeto prevê a multiplicação do conhecimento histórico e arqueológico da região, contribuindo para o processo de capacitação e geração de renda de guias de turismo, artesãos, fotógrafos, artistas plásticos, entre outros.

Objetivos

Objetivo Geral O Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, instituído como Ponto de Cultura desde 2009, localiza-se sobre o Sítio Arqueológico Cemitério dos Pretos Novos, na Zona Portuária. O antigo cemitério de africanos cativos recém-chegados e ainda não comercializados, chamados de Pretos Novos, funcionou entre as últimas décadas do século XVIII e as primeiras do XIX. Sua importância é única por ter sido uma das raras necrópoles que abrigava essencialmente africanos. Desde que foi criado, em 2005, o IPN se empenha em divulgar a memória deste cemitério e dos que ali foram enterrados, bem como a história dos africanos escravizados e de seus descendentes. É com esse intuito que promove regularmente atividades culturais de essência afro-brasileiras e oferece gratuitamente a um público amplo, as oficinas sobre a história e cultura dos afrodescendentes e da região portuária. A seriedade do seu trabalho levou a um reconhecimento por parte do Estado, que o tornou Ponto de Cultura desde 2009 e que lhe concedeu, através do IPHAN, o prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, no quesito "Preservação de sítio arqueológico". Mais recentemente, outros sítios arqueológicos foram encontrados no local: um "sítio de contato" entre índios tupinambás e europeus, do século XVI, e um sambaqui pré-histórico, onde foram enterrados indígenas caçadores-coletores do período neolítico. Tais descobertas levaram à necessidade de inclusão das oficinas sobre a história e a cultura indígenas. Incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura;XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;XIII - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais, além daquelas já tombadas como patrimônio cultural imaterial;XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; Objetivos Específicos - Produto Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra: Oferecer o total de 20 ações educativas/oficinas/aulas gratuitas de História _ IPN ONLINE em um ano. Trata-se de oficinas gratuitas realizadas ao vivo ON-LINE, ministradas por professores de História, Arqueologia, Geografia e Antropologia. Seu intuito é o de divulgar o conhecimento sobre a história da Zona Portuária, com ênfase na história dos afro-brasileiros e dos indígenas na localidade. Oferecer o total de 120 ações educativas/oficinas/aulas gratuitas de História _ IPN PRESENCIAL em um ano. Trata-se de oficinas gratuitas realizadas AO AR LIVRE. O Circuito de Herança Africana visa sensibilizar aos participantes em relação à memória e ao patrimônio da Zona Portuária, revelando aspectos hoje pouco conhecidos da história da cidade.

Justificativa

A Região Portuária é aberta ao futuro, mas contém uma importante dimensão histórica que não pode ser esquecida. Nas últimas décadas do século XVIII e nas primeiras do XIX, a localidade atuou como um importante complexo relacionado à escravidão. Neste período, o Rio de Janeiro foi o mais importante porto de desembarque de africanos do Brasil e do mundo. Pelo Cais do Valongo passaram algumas centenas de milhares de cativos, que eram postos em quarentena no Lazareto e, em função da sua sorte, eram enterrados no Cemitério dos Pretos Novos ou vendidos no mercado de escravos da Rua do Valongo. Com o fim da escravidão, a região atraiu uma enorme quantidade de negros, vindos de todas as partes do país, e passou a ser conhecida como Pequena África, termo cunhado pelo músico e artista visual Heitor dos Prazeres. Suas ruas, praças e largos foram palco de importantes manifestações culturais e religiosas: rodas de samba, ranchos carnavalescos, cultos de matriz africana e capoeira. A região também abrigou conhecidas revoltas populares, como a da Chibata e a da Vacina. O Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN) foi criado a partir da descoberta do sítio arqueológico do Cemitério dos Pretos Novos. Desde sua criação, o IPN tem por missão divulgar a história do cemitério e dos que ali foram enterrados. O IPN entende que um museu é um espaço aberto e democrático, em constante diálogo com o seu entorno, a cidade e os diversos territórios que se conectam com ele e contribuem para a construção da cidadania. Suas atividades têm por principal objetivo estimular o conhecimento, a reflexão e a fruição do patrimônio histórico e cultural, sobretudo o que se relaciona à Zona Portuária e às culturas indígenas e afro-brasileira. Para tanto, oferece projeto Da Academia Para o Povo, socializando conhecimentos II, atrai um amplo público com as oficinas realizadas ao vivo e on-line em nossa rede. Assim, desfaz as fronteiras entre o seu espaço físico circundante e investindo na educação patrimonial. O IPN entende que o seu papel é divulgar a história e valorizar as ricas memórias da Região Portuária, que contribuem para um maior entendimento da História do Brasil. Acredita que suas atividades pedagógicas não podem se restringir ao seu espaço físico interno, uma vez que os sítios históricos e arqueológicos da região portuária formam um complexo: mantêm estreita relação entre si e não podem ser pensados isoladamente. As Oficinas de História no IPN e as Oficinas de História a Céu Aberto pretendem socializar o conhecimento sobre a história e o patrimônio da localidade e oferecer uma visão da sua complexidade. Com isso, o IPN procura dar visibilidade e dinamismo ao Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana, criado pela Prefeitura através do Decreto nº 34803, de 30 de novembro de 2011. O Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos acredita que todo patrimônio, seja ele histórico ou cultural, precisa encontrar ressonância junto à população para que seja valorizado e respeitado como tal. Para tanto, precisa ser conhecido e socializado. As Oficinas de História no IPN online e as Oficinas de História a Céu Aberto presenciais vêm contribuindo para esta socialização, atraindo um amplo público composto de alunos do ensino médio e superior, professores, profissionais do turismo, moradores da localidade e da cidade, turistas e outros interessados. O IPN aposta na democratização do conhecimento como uma forma de inclusão social e por isso acredita que as oficinas devem ser gratuitas e abertas a todo e qualquer interessado, independentemente de sua classe social. Munido deste objetivo, o IPN pretende estimular a reflexão e a valorização das memórias representativas da diversidade étnica e sociocultural no Brasil. O projeto Da Academia Para o Povo, socializando conhecimentos II contribuem para a promoção da educação, da cidadania, da inclusão social, da valorização da diversidade étnica e sociocultural, da identidade cultural, do turismo, da Zona Portuária, do Rio de Janeiro, do patrimônio histórico e arqueológico, da responsabilidade social, da consciência política e histórica, da dignidade humana, entre outros. Incisos do Art. 1º e do Art. 3ª da Lei 8313/91, serão alcançados por este projeto: Art. 1º: todos I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º: III d e IV b III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Estratégia de execução

Resultados esperados - Apresentar elementos da cultura afro-brasileira à população do Estado do Rio de janeiro - Sensibilizar à população do Estado do Rio de janeiro para a implementação da Lei 11.645/08 que no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena” - Ampliar o acesso à história e memória da escravidão no Rio de Janeiro; - Difundir as culturas afro-brasileiras, indígenas e africanas; - Valorizar o patrimônio histórico e arqueológico regional e nacional; - Proporcionar a educação patrimonial aos alunos à população do Estado do Rio de Janeiro - Ampliar o acesso à história e memória da escravidão no Rio de Janeiro; - Difundir as cultura afro-brasileira e africanas na Região Portuária do Rio de Janeiro, visto que os passeio–aulas ocorrerão em seu território. - Valorizar o patrimônio histórico e arqueológico regional e nacional na Região Portuária do Rio de Janeiro.

Especificação técnica

Para as inscrições, através de formulário em nosso site o interessado preencherá com os seus dados e o nome de interesse da oficina. Será montado um cronograma para cada oficina. As oficinas/aulas serão realizadas virtualmente e presenciais.

Acessibilidade

- Produto Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para os eventos online não se aplica. Os eventos presenciais são circuitos nas ruas do centro da cidade, não se aplicando medidas de acessibilidade pelo projeto.Item da planilha orçamentária: Não há. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Como não se trata de conteúdo exclusivamente textual e ilustrativo, os deficientes visuais podem ouvir as aulas/oficinas/palestra através da linguagem oral.Item da planilha orçamentária: Não há. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Em todas as aulas online e presenciais haverá oferecimento de intérprete de libras para os deficientes auditivos. Prevista oficinas presenciais exclusivas para deficientes auditivos.Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Os palestranstes/professores/guias poderão adequar a aula em caso de pessoas com estes espectros.Item da planilha orçamentária: Não há.

Democratização do acesso

Todos os ingressos do projeto serão totalmente gratuitos. Adotaremos, como forma de ampliação de acesso e divulgação dos resultados do projeto, a seguinte medida: permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

Professores/pesquisadores: - Julio Cesar Medeiros da Silva Pereira - Doutorado em História das Ciências pela Fundação Oswaldo Cruz (2011). Pesquisador do Instituo de Pesquisa e Memória Pretos Novos e coordena o núcleo de pesquisa histórica do Instituo de Pesquisa e Memória Pretos Novos. É professor adjunto de História Contemporânea da Universidade Federal Fluminense (UFF). - JD Lucas - Escritor e professor. Ministra cursos e palestras no campo da Literatura, Humanidades, Mitologia, Cultura de Massas e Imaginário Afro-Brasileiro. - Alfredo Bronzato da Costa Cruz - Doutor em História pelo PPGH/UERJ (2015-2019). Mestre em História pelo PPGH/UNIRIO (2011-2013). Bacharel e Licenciado em História pela PUC-Rio (2005-2009). Bolsista CAPES (2015-2019) e FAPERJ/Nota 10 (2017-2019). Coordenador associado do GT de História das Religiões e Religiosidades da ANPUH-Rio. - Reinaldo Tavares - Doutor e mestre em Arqueologia, arqueólogo, historiador e professor de História. Possui graduação em Licenciatura Plena em História pela Universidade Salgado de Oliveira (2008), Mestrado (2012) e Doutorado em Arqueologia pela UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Museu Nacional (2018). Atualmente é servidor público da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Atua como professor de história / historiador e arqueólogo do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos. - Carla Nogueira Marques Doutora em Políticas Públicas e Formação Humana/ UERJ Mestre em Geografia Humana pelo PPGEO/UERJ Espec. em Políticas Territoriais no RJ. Graduada em Ciências Sociais pela UERJ. Atualmente é pesquisadora adjunta do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos. - Haidar Abu Talib historiador, pesquisador independente, paleógrafo. Participou das subcomissões de temática e relatoria das conferências municipal e estadual de Igualdade Racial. Foi delegado pelo RJ na I Conferência Nacional de Igualdade Racial em Brasília - DF no ano de 2005. - Claudio De Paula Honorato - Doutorando Claudio De Paula Honorato - Mestre em História Social Moderna pela Universidade Federal Fluminense (2008). Diretor de pesquisa Histórica do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos – IPN. Coordenador Geral do Centro de Pós-Graduação, Especialização e Aperfeiçoamento - CEPEA/FEUDUC, Coordenador do curso de Pós-Graduação Latu Sensu em História da África e professor de História da África da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Duque de Caxias - FFCLDC/FEUDUC. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Moderna, História do Brasil Colônia e Império, História da escravidão, da África e do Mundo Atlântico. Proponente: O Instituto Pretos Novos foi fundado oficialmente em 2005, onde realizamos atividades de planejamento estratégico, gestão orçamentária e o desenvolvimento de projetos educativos, pesquisas e cultura, visando a modernização organizacional da instituição, com o propósito de promover a disseminação do conhecimento histórico do Sitio Arqueológico do Cemitério dos Pretos Novos e da Cultura Afro-brasileira. Criamos diversos Núcleos temáticos, como o Núcleo de Pesquisas que é formado por pesquisadores multidisciplinares graduados que dão suporte técnico aos outros Núcleos. O proponente participará na rubrica de Coordenação, Produção e Assistentes, atuando de forma efetiva na gestão de todo o projeto.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.