Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Propõe-se a realização de concertos didáticos em homenagem ao Pixinguinha, visando proporcionar a sociendade tocantinense, especialmente, alunos da rede básica de ensino, a fruição e o acesso ao gênero musical choro.
Propõe a realização de uma série de 5 (cinco) concertos didáticos em 5 (cinco) cidade do Tocantins, com o intuito de divulgar a trajetória do choro - um dos gêneros musicais mais característicos da cultura brasileira e, consequentemente, estimular nos ouvintes o gosto pela produção musical instrumental brasileira.
Objetivo Geral Realizar a circulação do projeto Vou vivendo - Concertos didáticos em homenagem ao Pixinguinha, como forma de fomentar e divulgar a produção musical instrumental brasileira, através do gênero musical choro. Objetivos específicos Realizar concertos didáticos em 5 cidades tocantinenses; Alcançar uma média de 200 espectadores por cidade durante as apresentações, totalizando pelo menos 1.000 pessoas ao longo da temporada; Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira através da encomenda de 10 arranjos musicais de obras do renomado compositor Pixinguinha.
O choro é um gênero musical genuinamente brasileiro, resultante da apropriação de alguns elementos da música europeia, como as danças de salão (sobretudo a polca), hibridados com elementos da cultura afro-brasileira (o contorno rítmico do lundu). Um importante nome relacionado à prática do choro no Brasil foi o músico Alfredo da Rocha Viana, conhecido pela alcunha de Pixinguinha, que como protagonista do grupo "Os Oito Batutas", já no início da década de 1920, realizou excussões pela Europa e Argentina. A viagem do grupo à Paris se configuraria em muito mais do que uma série de apresentações expositivas dos gêneros brasileiros. A interação cultural provocada pelo contato com outra realidade sócio-cultural provocou mudanças significativas no "jeito" de compor e tocar o gênero choro empregado por Pixinguinha. Uma das mudanças significativas foi propiciada pela inserção do saxofone na formação instrumental, como instrumento solista. Uma marca importante desse compositor associada ao saxofone foi a improvisação, uma performance que trouxe também outra textura estética para o choro. Sobre a improvisação de Pixinguinha, CAZES (1999, p. 44) [1] afirma que, "uma audição atenta às gravações de choro da fase mecânica surpreende por aspectos como a quase total falta de improvisação. Só dá para sentir o calor da improvisação quando toca o Pixinguinha, com ele tudo é mais vivo mais alegre, mais rítmico". Neste sentido, esta proposta está concatenada aos incisos II "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" e IX "priorizar o produto cultural originário do País" do Art. 1º da Lei 8313/91, através da realização de uma série de 5 (cinco) concertos didáticos em espaços públicos de 5 (cinco) cidades tocantinenses, com o intuito de divulgar a trajetória do choro - um dos gêneros musicais mais característicos da cultura brasileira e, consequentemente, estimular nos ouvintes o gosto pela produção musical instrumental brasileira. Outro ponto importante a ser considerado é o significativo papel sócio-cultural envolvido na elaboração desta proposta, uma vez que a partir das exposições práticas e teóricas inseridas no contexto dos recitais propostos, questões tais como: influência dos ritmos africanos e europeus na música brasileira; preconceito enfrentado por músicos negros no início do século XX, por parte de diversos grupos sociais; dificuldades encontradas por músicos relacionados às vertentes da "música popular" em ter acesso às salas de concertos. Essas são algumas das questões a serem abordadas nos concertos didáticos propostos. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Por fim, a relevância dos concertos didáticos propostos também se justifica pela importância histórica e sócio-cultural que esse gênero musical tem apresentado para o fomento e desenvolvimento da cultura brasileira. Nesse contexto, considerando ainda a obrigatoriedade do ensino da música nas escolas brasileiras de ensino formal, julgamos ser suma importância que os alunos dessas unidades escolares vivenciem a experiência de interagir com instrumentos e um repertório musical que, embora esteja na base da nossa cultura há tanto tempo, ainda seja tão distante da realidade cotidiana de muitos. [1] Cazes, Henrique: Choro - Do quintal ao Municipal. Rio de Janeiro. Editora 34, 1999.
Durante os concertos didáticos serão expostas questões técnicas, inerentes a idiomática dos insturmentos inseridos no grupo e a sua reação com o universo do gênero musial choro. Também serão consideradas questões referentes ao contexto histórico e social, a exemplo, da relação do grupo "Os oito Batutas" e o panorama musical brasileiro do inicio do século XX.
APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Caderias adaptadas e espaços reservados nas primeiras fileiras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.
O acesso aos concertos será gratuito. Visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, o projeto adotara as seguintes medidas, concatenadas ao Art. 28 da IN nº 01/2024: APRESENTAÇÃO MUSICAL III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.
A diretoria da Associação Viva Música será responsável pela gestão do projeto de forma voluntária, desenvolvendo as seguintes ações: Etapa 1: Concepção do projeto. • Discussão com os parceiros envolvidos no projeto para estabelecer o cronograma das atividades propostas; • Esclarecimento de dúvidas e debates. Etapa 2: Divulgação do projeto. • Compartilhamento de informações sobre o projeto na mídia local; • Divulgação das atividades na comunidade local; Etapa 3: Avaliação. • Compilação e encaminhamento dos relatório. Nome completo: Bruno Barreto Amorim Campos Função no projeto: Músico instrumentista Currículo resumido: Natural da cidade de Goiânia-Goiás, Bruno Barreto iniciou seus estudos musicais aos 14 anos de idade na Escola de Música da Guarda Metropolitana da cidade de Palmas - TO. Possui Graduação em Música com Habilitação em Composição (2008) e Mestrado em Música (2012) pela Universidade Federal de Goiás, onde estudou harmonia tradicional com Zbigniew Henrique Morozowicz e Günter Bauer; orquestração, contraponto e procedimentos composicionais do século XX com Estércio Marquez Cunha. Durante o período em que residiu em Goiânia (2005-2008), integrou a Banda Pequi (Orquestra de Música Brasileira), e o grupo Choro Universitário. Com a Banda Pequi gravou um CD em 2009, intitulado “Banda Pequi e Nosso Trio convidam Leila Pinheiro”. Ainda na Banda Pequi, dividiu o palco com músicos renomados, dentre eles: Leila Pinheiro, Arismar do Espírito, Thiago do Espírito Santo, Zé Canuto, Ney Conceição, Kiko Freitas, Nelson Faria e Silvio Zalambani. Bruno Barreto fundou e regeu, em 2009, a Orquestra Juvenil Dona Lindu, primeiro projeto de musicalização infantil no Tocantins.Foi professor fundandor do Curso Técnico em Instrumento Musical do Colégio da Polícia Militar de Palmas. Coordenou os eventosCoro Comunitário de Palmas, em 2011; o Primeiro e Segundo Recital da Turma de Instrumento Musical do Colégio Militar dePalmas, em 2010 e 2011. Em 2014 criou a Orquestra Viva Música, com a qual vem desenvolvendo intenso trabalho de formaçãode plateia. Coordenou os projetos I Mostra de Música da UFT, em 2016; II Mostra de Música da UFT, em 2017; Encontro de Corosna UFT, em 2018; I Festival de Arte e Cultura da UFT, em 2018. Bruno Barreto é servidor efetivo da Universidade Federal do Tocantins, onde exerce a função de Diretor de Extensão e Cultura. Também exerce a função de Presidente da Associação Viva Música e maestro do Coral UFT em Canto. No Grupo Reminiscências, atua como diretor artístico e saxofonista. Nome completo: Iogo Landinho Função no projeto: Músico instrumentista Currículo resumido: Possui Médio Técnico em Instrumento Musical - Completo (2016), pelo Colégio da Polícia Militar do Estado do Tocantins. Atualmente cursa Licenciatura em Música- Ensino do Instrumento Musical - Guitarra, pela Universidade Federal do Goiás (UFG). Atua como Professor de violão da escola de extensão - UFT e como Guitarrista e Violonista da Orquestra Jiquitaia. Nome completo: Gutenberg Nicacio Função no projeto: Músico instrumentista Currículo resumido: Natural de Maceió – AL, mudou- se para palmas em 2008. Inicio seus estudos musicais em 1997, onde teve a oportunidade ter aula com grandes clarinetistas do cenário musical brasileiro entre eles: José Vieira (1° clarinetista da Orquestra de câmara da UFAL), Cristiano Alves (professor UFRJ e clarinetista da sinfônica da Petrobrás), Ovanir Buosi (1ªclarinetista da OSESP), Ronaldo Ferreira (professor da UFRN), José Botelho (Portugal), Paulo Sergio (Quinteto Villa-Lobos), Johnson Machado (UFG), Carlos Rieiro (UFPB), Vadim Ivanov (UFAM). Iniciou sua carreira musical como 2° clarinetista da orquestra de câmara da UFAL 2001, Banda Sinfônica do RN 2007, coral de clarinetes da UFRN 2007, Professor de clarinete da Assembléia de Deus Central de Natal – RN 2006 a 2008, 2° clarinetista da Banda Maestro Adelino Porto Nacional – TO, grupo exporão de arraias Palmas-TO. Atualmente é acadêmico do curso de licenciatura em música UAB/UNB- Porto Nacional - TO, professor efetivo de educação musical e clarinete da ETI Padre Josimo Palmas-TO e integrante do grupo de música popular brasileira Reminiscências. Junto com estes grupos participou de shows, máster class, festivais e apresentações em vários estados do Brasil. Nome completo: Matheus Lopes Função no projeto: Músico instrumentista Currículo resumido: percussionista, baterista e estudante do curso técnico de instrumento musical do Colégio da Polícia Militar do Estado do Tocantins. Seu interesse pela música teve início ainda na infância onde estudou teoria musical e prática em bateria no Centro de Criatividade de Palmas, no Espaço Cultural. Após a conclusão do curso, participou de diversas apresentações de artes musicais e de orquestras como a Manancial e Orquestra Sinfônica dos Girassóis e é o atual percussionista da Orquestra Sinfônica da Cidade Amada e do Grupo de Choro Reminiscências.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.