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O presente projeto visa a produção de Espetáculos de Artes Cênicas intituladas "Opera para todos" com acesso gratuitas, contribuindo para a democratização do acesso a produtos culturais de peças clássicas, desmistificando a ligação do clássico ao luxo. Usufruindo de espaço, instrumentos e técnicas que dão ênfase a qualidade da música erudita. O projeto também prevê a realização de oficinascom estudantes e professores do ensino público, visando a abordagem de temas relacionados a popularização do acesso cultural.
O Japão era um país quase totalmente isolado do resto do mundo, até que por volta de 1870 um presidente americano mandou uma expedição de reconhecimento a Sua Majestade Imperial, cujo intuito era forjar laços de amizade com o Império do Sol Nascente. Nas décadas que se seguiram, vários oficiais da marinha americana visitaram o Japão e contraíram matrimônios temporários com jovens japonesas. A história de Cio-Cio-San (Butterfly, ou Borboleta), portanto, se baseia em fatos, e descreve as trágicas consequências de um desses matrimônios contraídos com leviandade. Ato I Benjamin Franklin Pinkerton, oficial da marinha dos Estados Unidos em Nagasaki, acaba de fazer um excelente negócio: comprou não somente uma casa na colina, com vista para o mar e o porto de Nagasaki, mas também leva de brinde uma gueixa, Cio-Cio-San, garota de apenas quinze anos de idade, que irá morar com ele na casa. Goro, o agente imobiliário e matrimonial, mostra a Pinkerton sua nova casa, quando chegam Suzuki, sua nova serva, aia de Butterfly, e Sharpless, cônsul dos Estados Unidos em Nagasaki. Pinkerton oferece um uísque ao amigo, e explica a ele o negócio que acaba de fazer. Sharpless o adverte, porém, de que seria um grande pecado machucar os sentimentos da garota, que parece acreditar na seriedade desse casamento e está perdidamente apaixonada por ele. Pinkerton, numa atitude discriminatória e ignorante, ergue um brinde ao dia em que se casará de verdade com uma esposa americana. Chega Butterfly com suas amigas, que cantam um hino à beleza da paisagem e à ternura das garotas do Japão, enquanto Cio-Cio-San canta seu amor por Pinkerton. Chegam convidados, os parentes todos de Butterfly, com exceção do tio, um monge budista que se opõe a esse casamento. Butterfly, porém, confessa que visitou a missão americana em Nagasaki e se converteu à religião de Pinkerton - prova da sinceridade dos seus sentimentos. A cerimônia de casamento de Butterfly e Pinkerton é interrompida pela chegada do tio bonzo, que ficou sabendo que Butterfly havia renunciado à fé dos seus antepassados, e lança uma maldição contra ela. Butterfly chora, mas é consolada pelo marido. Os convidados se retiram, e Butterfly e Pinkerton estão finalmente a sós. A noite cai. Segue-se um dueto de amor entre ambos. Ato II Pinkerton regressou aos Estados Unidos; prometeu, porém, que voltaria "quando os pintarroxos fizerem os seus ninhos." Já se passaram três anos. Butterfly chora, e Suzuki reza o tempo inteiro, ajoelhada diante da imagem do Buda. Suzuki diz a Butterfly que suspeita que seu marido não voltará mais. "Não se preocupe,minha amiga Suzuki,pois meu bem amado voltará.Será que você não tem fé?", responde Butterfly. Ela chora, mas não perde a esperança: Un bel dì vedremo - um belo dia veremos um fio de fumaça no horizonte - o navio de Pinkerton! Chega Sharpless, que traz uma carta de Pinkerton para Butterfly, cujo objetivo é prepará-la para o golpe que ela vai receber, ao saber que ele se casou com uma americana. Butterfly lhe pergunta quando fazem seus ninhos na América os pintarroxos. "Não sei," responde Sharpless, "nunca estudei ornitologia." Logo após chega Goro, trazendo um novo candidato à mão de Butterfly: o Príncipe Yamadori, homem rico e perdidamente apaixonado por Butterfly. Butterfly o repele com zombarias, reafirma que está casada com Pinkerton, e manda o príncipe e o insolente nakodo embora de sua casa. Sharpless começa a ler a carta, mas não consegue terminar a leitura, porque Butterfly o interrompe o tempo todo com manifestações de carinho e fidelidade ao marido, e ele também não tem coragem de revelar-lhe a rude verdade. Num gesto brusco, ele fecha a carta, a põe de volta no bolso, e pergunta a ela o que ela faria se ele não voltasse. Voltaria a ser gueixa, responde Butterfly; ou, melhor ainda - "me mataria." Sharpless pede a ela que pare de alimentar ilusões e aceite a proposta do rico Yamadori. Sentindo-se ultrajada, Butterfly mostra a ele o filho que ela teve com Pinkerton, cuja existência tanto o cônsul como Pinkerton ignoravam. Sharpless promete escrever a Pinkerton para revelar a ele a existência desse seu filho, e se retira. Lá fora, Suzuki golpeia Goro, acusando-o de espalhar calúnias a respeito do filho de Butterfly, dizendo que ninguém sabe quem é o pai do garoto. Ouve-se um tiro de canhão vindo do porto. Um navio guerra! Butterfly olha com seus binóculos e lê o nome do navio: é o Abraham Lincoln, o navio de Pinkerton. Suzuki e Butterfly decoram a casa com flores primaveris, para aguardar a chegada de Pinkerton (Scuoti quella fronda di ciliegio, o famoso Dueto das Flores). Sem poder dormir, Butterfly esperará a noite toda pelo marido. Ato III Butterfly, que não dormiu a noite inteira, canta uma cantiga de ninar para o filho, que adormece nos seus braços. Suzuki aconselha a ela que durma também; quando Pinkerton chegar, ela virá despertá-la. Exausta, ela por fim cai no sono. Falta pouco para amanhecer quando batem à porta; Suzuki vai atender, são Sharpless e Pinkerton. Pinkerton, ao ver todas as flores e ao ouvir de Suzuki como Butterfly o esperou todos esses anos, é tomado de um súbito remorso. De repente, Suzuki nota uma mulher no jardim, e pergunta quem é ela. Sharpless não aguenta mais essa farsa e conta-lhe toda a verdade. Suzuki leva as mãos ao rosto e diz: "Santas almas! Para a pequena, o sol se apagou!" Sharpless pede a Suzuki que vá ao jardim falar com Kate Pinkerton. Enquanto isso, este último, possuído por um remorso avassalador, por fim reconhece que foi naquela casinha pequenina que ele conheceu a verdadeira felicidade (Addio, fiorito asil). Pinkerton sai correndo; ele não tem coragem de enfrentar a jovem cuja vida ele destruiu. Butterfly desperta e, ao sair do quarto onde estava dormindo, entra na sala e se depara com Sharpless, Suzuki, e uma mulher estranha. Suzuki chora. Num instante, Butterfly compreende tudo. "Não! Não me digam nada. Eu já sei. Aquela é a mulher de Pinkerton?" Kate pede a ela que lhe entregue o seu filho. "Serei como uma mãe para ele." Butterfly promete que o entregará dentro de meia hora. Sharpless e Kate se retiram, e Butterfly pede a Suzuki que vá buscar seu filho. Enquanto isso, ela retira de um baú um punhal, com o qual seu pai havia cometido seppuku, também conhecido como hara-kiri, um suicídio ritual japonês, e lê a inscrição: "Com honra morre aquele que não mais com honra viver pode." Suzuki volta com o garoto, e Butterfly pede a ela que a deixe a sós com ele. Ela beija ternamente o seu filho, e pede-lhe que nunca se esqueça da sua mãe japonesa. Venda os olhos do menino, dá-lhe uns brinquedos para que brinque, e enfia a faca no ventre. É o fim.
OBJETIVO GERAL Promover a democratização do acesso e a diversidade cultural por meio de apresentação de Espetáculos de Artes Cênicas em 2(duas) cidades do Estado de São Paulo. O projeto em tela está alinhado com os incisos do artigo 2º do Decreto 10.755, descritos abaixo: "Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; (...)" OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produzir 03 (três) Espetáculos de Artes Cênicas, com entrada gratuita sendo 2 deles na cidade de Ribeirão preto/SP e 1 na cidade Batatais/SP, sendo que as rubricas para apresentação na cidade de Batatais foram lançadas na mesma planilha de Ribeirão preto visto a contratação do mesmo profissional para os 3 eventos.
O presente projeto apresenta como proposta a produção de três Espetáculos de Artes cenicas. A cidade, assim como a região onde está inserida, carecem de diversidade e manifestações culturais, limitando o acesso da população a eventos e opções culturais. Além disto, democratizar a cultura erudita e difundi-la proporciona às populações mais carentes a oportunidade de acesso a peças clássicas, desmistificando a ligação do clássico ao luxo. Os ensaios abertos a comunidade também são ferramentas de aproximação da população e especialmente as crianças com menos acesso à cultura musical erudita. Assim sendo, tomamos a iniciativa de fazer diferente. Nosso propósito é fazer música, mas não somente isto, é levar esta música a todas as pessoas, a todos os gostos, promovendo a inclusão social e cultural. Todo nosso trabalho será apresentado ao público de forma totalmente gratuita. Ademais, salientamos que a presente proposta oferece um produto cultural e está em consonância com o Art. 1° da lei 8.313 nos seguintes itens: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto em cena também atende ao Art. 3° da Lei 8.313/1991 para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Por se tratar de um produto a ser disponibilizado de forma inteiramente gratuita, esta proposta não prevê ações de contrapartida social, em conformidade com a IN 01/2022, art. 25 §5.
Realização de 03 (três) Espetáculos de Artes Cênicas, com representação artistica e instrumental, sendo realizado em duas cidades no estado de São Paulo, todas as apresentações serão com acesso Gratuito e de classificação etaria livre.
Espetáculo de Artes CênicasAcessibilidade física: rampas de acesso, banheiros adaptados e guias táteis – instaladas no local do espetaculo; Item PO: A.R.T de execução Acessibilidade auditiva: legendagem descritiva - garantida por meio de um telão com projeção. Item PO: Legendagem Acessibilidade visual: Audiodescrição - garantida por meio de uma gravação de "pod cast" do espetaculo Item PO: Serviço de audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A acessibilidade visual será garantida por meio da gravação do conteúdo dos espetaculos – Audiodescrição e A.R.T de Execução conforme Art.44 da Lei nº 13.146 de 06 de Julho de 2015. ITEM PO: serviço de Audiodescrição, A.R.T de Execução
Será Realizado 03 (três) Espetáculos de Artes Cênicas com acesso gratuito a toda população. Além disto, o projeto em sena atende a Instrução Normativa n° 1/2022, tais como: III - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos o
Proponente/coordenador/diretor artístico: CLAUDIO FARIA JUNIOR – responsável por todo o processo decisório do projeto, remunerado como coordenador do projeto Claudio fundou a Cia em 2017 através da sua proximidade e admiração com um cantor erudito. Desde então foi em busca de patrocinadores, músicos e cantores para apresentação de grandes óperas e concertos músicas nas cidades do interior de São Paulo como Batatais e Ribeirão Preto. Fez algumas parcerias e com elas apresentou várias obras como: -21 DE MAIO DE 2017 – LA TRAVIATA – TEATRO MUNICIPAL FAUSTO BELINI DEGANI – BATATAIS/SP -20 DE AGOSTO DE 2017 – LA TRAVIATA – TEATRO MUNICIPAL PROFESSORA MARIA JOSÉ BERTRAMI BORDIN – ORLANDIA/SP -15 DE OUTUBRO DE 2017 – LA TRAVIATA – FUNDAÇÃO CULTURAL – SERRANA/SP -29 DE MAIO DE 2018 – LA TRAVIATA – THEATRO PEDRO II – RIBEIRAO PRETO/SP -06 E 08 DE JULHO DE 2018 – TOSCA – TEATRO MUNICIPAL FAUSTO BELINI DEGANI – BATATAIS/SP -03 NOVEMBRO DE 2018 - CONCERTO GALA LÍRICA – FUNDAÇÃO CULTURAL – SERRANA/SP -18 E 19 DE MAIO DE 2019 – L’ELISIR D’AMORE – THEATRO PEDRO II – RIBEIRAO PRETO/SP MAESTRO/DIRETOR ARTISTICO: Reginaldo Nascimento Maestro titular da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto (OSRP). Iniciou seus estudos musicais na Congregação Cristã no Brasil. Estudou na Universidade Livre de Música, em São Paulo. Teve como professores Nadilson Gama, Elina Suris e Claudio Cruz. Como solista e camerista apresentou-se junto à Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, Orquestra de Câmara do SESC Vila Nova, Orquestra Municipal de Barretos, Orquestra do Festival de Prados e Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Em turnê pelos Estados Unidos em 2015, realizou recitais na Tarleton University, Hardin Simmons University, no Texas, e Southern University, em Louisiana. Como regente iniciou sua formação com Claudio Cruz. Participou de masterclasses na Polônia, com o maestro Jonathan Brett, e Hungria com a maestrina Ilóna Meskó. Venceu o segundo prêmio da 2nd Conducting Competition na Hungria, em 2012. É comendador da Ordem do Mérito Carlos Gomes, pela Associação Brasileira de Arte e Cultura. Atuou como regente convidado à frente da Radomska Orkiestra Kameralna (Polônia), MÁV Symphony Orchestra (Hungria), Murmansk Philharmonic Orchestra (Russia), Sonoma County Philharmonic (EUA), Louisiana Chamber Orchestra e Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Foi diretor artístico e maestro titular da Orquestra de Câmara do Conservatório Carlos Gomes, Orquestra Filarmônica Jovem de Ribeirão Preto e da Camerata Jovem Beethoven. Participou como regente assistente do Festival de Inverno de Campos do Jordão em 2011 e como regente da orquestra de câmara do Festival de Música de Curitiba em 2015. Atuou como regente do Festival Fiato ao Brasile, edições em Ribeirão Preto, Brasil, e Faenza, Itália (2017 e 2018). É Cidadão Ribeirão-pretano – título concedido pela Câmara Municipal de Ribeirão Preto. É formado em Música pela Universidade de São Paulo.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.