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PRONAC 221297Apresentou prestação de contasMecenato

CABOCLOS DA AMAZÔNIA - ITINERÂNCIA NO SUDESTE

ALAN ISIDIO DE ABREU PRODUCOES E EVENTOS
Solicitado
R$ 499,0 mil
Aprovado
R$ 513,9 mil
Captado
R$ 499,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 499,0 mil

Eficiência de captação

97.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-02-13
Término

Resumo

Caboclos da Amazônia é uma exposição que mostra o modo singular e típico de viver da população amazônica. O projeto é fazer a itinerância da mostra no Sudeste, em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Vila Velha (ES) ou Belo Horizonte (MG) em 2023. A mostra foi realizada em Belém, Marabá e Canaã dos Carajás (PA). Fazem parte da mostra: - vídeo instalação que transporta o visitante à floresta amazônica; exposição dos signos comunicantes do caboclo, com ênfase nos abridores de letras, artistas que pintam os nomes nos barcos; - 87 fotos de exemplos da arquitetura cabocla; - retratos do interior das casas amazônicas com a explosão de suas cores; - instalações com objetos que retratam o olhar puro do caboclo como o carrinho de raspa-raspa; - vídeos que retratam a atmosfera da cena musical paraense, seus ritmos e movimentos. O projeto oferece visitação gratuita e inclui visitas guiadas para estudantes e professores da rede pública de ensino, com troca de ideias e explicações sobre o tema.

Sinopse

A exposição "Caboclos na Amazônia” apresenta propostas de moradia, objetos, móveis, música e imagens em geral que fazem parte do modo de viver dos habitantes de uma camada mais simples da população amazônica, um povo que criou intuitivamente uma bela identidade local. São expostas cerca de 400 peças entre objetos, pinturas, fotografias. Conceitualmente, a mostra está dividida em cinco áreas: LETRAS - Um espaço dedicado aos signos comunicantes do caboclo amazônico, com ênfase nos “abridores de letras”, como são conhecidos os artistas que pintam os nomes nos barcos. Uma gente simples, autodidata e que sem se dar conta criou uma tradição tipicamente ribeirinha, uma forma de cultura itinerante. Mostramos o trabalho de alguns desses artistas, cada um com seu estilo próprio, muitasvezes seguindo tradições familiares de diferentes cidades da região. Falamos ainda dos pintores de letras urbanos. ARQUITETURA - Reconhecer a arquitetura popular, cuja origem é o olhar espontâneo do caboclo, é uma iniciativa inédita e válida. As casas se inserem em paisagens amazônicas deslumbrantes e quase sempre harmoniosas nesse contexto. As cores e os grafismos dos balcões nas casas das vilas de pescadores são originais, com um resultado estético extraordinário e uma forte influência dos desenhos marajoaras. Em geral, as casas estão suspensas em decorrência das variações das marés. Nesse espaço apresentamos diversos exemplos da arquitetura cabocla. OBJETOS - O design dos objetos é um resultado das necessidades do caboclo, é um olhar “puro”, onde o grande mérito está na simplicidade da função e da forma. É importante resgatar essas peças cada vez mais raras e valorizar algo que sempre passou despercebido ao olhar brasileiro, tal como canoas, remos, engenhocas adaptadas para servir alimentos regionais e utensílios do dia a dia, além dos objetos de devoção. INTERIORES - Na contramão da decoração residencial no Brasil, onde o minimalismo associado a cores neutras predomina nos projetos de interiores, a casa do caboclo é uma explosão de cores, objetos e móveis kitsch. O exagero associado ao total descompromisso com qualquer tendência resulta em imagens únicas e surpreendentes. MÚSICA - O último espaço da exposição é um convite à celebração. As festas de aparelhagem consistem numa grande performance sonora fundamental à cena tecnobrega que acontece na periferia de Belém e no interior do estado do Pará. A aparelhagem em si já é um elemento escultórico instigante, onde os DJs comandam a festa. Cada festa tem aparelhagem e estilo característicos, onde centenas ouaté milhares de pessoas se aglomeram em frente à aparelhagem para dançar e participar desse movimento incrível. São três vídeos falando dos ritmos paraenses e um vídeo de 5 minutos, mostrando uma festa, com depoimento dos participantes.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a itinerância da exposição CABOCLOS DA AMAZÔNIA na região Sudeste do Brasil, para mostrar os signos identitários amazônicos da arquitetura, design e música, em três cidades: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Vila Velha (ES) ou Belo Horizonte (MG). A exposição tem espaços temáticos que reúnem cerca de 400 peças que reproduzem a atmosfera típica das regiões ribeirinhas. São objetos e reproduções artísticas do cotidiano do "caboclo" amazônico como o assoalho alto para fugir da maré cheia, o colorido das salas, o carrinho de raspa-raspa passando na rua e as pinturas de embarcações. A proposta pretende valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão e estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira. O importante é viabilizar esta expressão cultural da região amazônica e sua difusão em escala nacional, especialmente na região Sudeste. Objetivos específicos: 1. Receber um público visitante de cerca de 6.000 pessoas;2. Realizar visitas guiadas por profissionais para estudantes e professores de escolas públicas;3. Colaborar para divulgação da arte, artesanato e design amazônico;4. Apresentar a tradição ribeirinha amazônica em seus diferentes aspectos: a vida cotidiana, o "morar", seus objetivos decorativos, suas formas de diversão, entre outros;5. Colaborar para a formação de público para exposições. Teremos um Livro de Registro de Público, que poderá servir para avaliar o número de visitantes. As visitas guiadas serão fotografadas e filmadas para comprovar o alcance dos resultados.

Justificativa

A pertinência da exposição CABOCLOS DA AMAZÔNIA é seu foco numa região cuja importância é inquestionável: a Amazônia. Apresentar objetos criados pela população ribeirinha, sem formação técnica tanto em arte quanto em arquitetura, levanta questões como a conceitos de design e decoração, a criação de utilitários bastante específicos para a população ribeirinha, o conceito de moradia onde as cores e os grafismos das pinturas das casas se combinam com a exuberância da floresta. A arquitetura e o design, bem como o artesanato estão presentes na história do Homem desde o início. Havia a necessidade de se proteger das mudanças do tempo e dos perigos como animais, em uma casa ou qualquer tipo de habitação. Como não haviam máquinas, era preciso produzir objetos manualmente e de forma a atender às necessidades utilitárias de cada comunidade. As diversas culturas e povos podem ser caracterizados pelos seus fazeres e habilidades manuais. O que mostra a exposição são os fazeres e habilidades amazônicas, região onde 70% da população é urbana e a maioria vive em condições precárias, desempregados, sem saneamento básico. Sem alternativas ou canais para comercializar os frutos do seu trabalho extrativista, as populações rurais se tornam vulneráveis às ações predatórias e migram para as periferias das cidades. Os jovens vão buscar na cidade novo paradigma cultural globalizado e encontram o desemprego e a violência. Por isso se diz que o problema ambiental tem forte origem social. 84% da madeira extraída ilegalmente da Amazônia é destinada ao mercado nacional, principalmente São Paulo. Existem na Amazônia cerca de 5 mil espécies de árvores maiores que 15 cm de diâmetro. A diversidade de árvores na Amazônia varia entre 40 e 300 espécies diferentes por hectare. Na América do Norte a proporção é de 4 a 25 espécies por hectare. A Amazônia é, também, a principal fonte de madeira de florestas nativas do Brasil. O setor florestal contribuiu com 15% a 20% do Produto Interno Bruto (PIB) dos estados do Pará, Mato Grosso e Rondônia. Os métodos tradicionais de extração de madeira causam grande desperdício de árvores com valor comercial para cada árvore extraída. O manejo florestal reduz a perda em quase 50%. Caboclos da Amazônia evidencia que as dificuldades que impediriam a beleza na vida dos ribeirinhos amazônicos, na maioria das vezes, trabalha no reverso, levando-os à busca de casas lindas externa e internamente, onde a profusão de cores imita a diversidade da natureza local. Os barcos que trafegam nos rios amazônicos são pintados artesanalmente por artistas e abridores de letras que escrevem os nomes excêntricos nos barcos. E a música? O projeto apresenta a trilha sonora que embala a cultura amazônica, com ritmos diversos como carimbó, guitarrada e festa da aparelhagem. Através de videos com profissionais da área, é apresentado o caminho percorrido para chegarem nos sons tão familiares para os amazônidas. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art. 1ª da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto atende ao seguinte objetivo do Art. 3º da lei 8313/91:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Estratégia de execução

Locais onde a exposição será realizada na Região Sudeste: Rio de Janeiro (RJ) - CRAB - O Centro de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB) é um equipamento do SEBRAE, localizado na Praça Tiradentes (Centro), cujo intuito é valorizar e qualificar a atividade de artistas e artesãos de todo o país, promovendo a reflexão cultural e a aproximação comercial. Além de expor o artesanato brasileiro em toda a sua diversidade, o novo espaço abriga um auditório para debates e seminários, uma lojaconceito e um restaurante que serve pratos típicos da gastronomia brasileira. São Paulo (SP) - O Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, dedica-se às questões da morada brasileira pelo viés da arquitetura e do design. Ao longo de mais de cinco décadas de existência, tornou-se referência nacional e internacional nessas áreas. A programação do MCB contempla exposições temporárias e uma agenda com base em debates, palestras e publicações que contextualizam a vocação do museu para a arquitetura e o design, contribuindo na formação de um pensamento crítico. Vila Velha (ES) - O Museu Vale é um museu situado às margens da baía de Vitória no bairro de Argolas. Encontra-se instalado no prédio original da Estação Pedro Nolasco, que foi construído para atender à Estrada de Ferro Vitória a Minas em 1927. O acervo histórico está distribuído no edifício sede nas Salas da Construção, Manutenção e das Estações. Além disso, a Sala da Maquete é outro destaque da exposição permanente sobre a Estrada de Ferro Vitória a Minas. O Galpão de Exposições, antigo armazém de cargas com 800m, restaurado e transformado em galeria abriga as grandes mostras de arte contemporânea e um espaço de debates de arte. Obs.: No caso de não conseguirmos agendamento no Museu Vale ou outro local em Vila Velha ou Vitória (ES), vamos fazer a exposição em lugar adequado em Belo Horizonte (MG). No Rio de Janeiro e em São Paulo, caso não seja possível fazer nos lugares indicados, encontraremos outros locais com características apropriadas e adequados à exposição, inclusive com as mesmas condições de acessibilidade. ATENÇÃO: Informar no campo OUTRAS INFORMAÇÕES os beneficiários das passagens/hospedagens/diárias/viagens (nome e/ou função no projeto). Resposta: Os beneficiários das passagens/hospedagens/diárias são: diretor: Carlos Alcantarino produtor: Maria Alice Silvério Outros beneficiários com diárias de alimentação são os monitores, a serem escolhidos em contratado em cada uma das cidades onde se realizarão as exposições. Outros beneficiários com passagens, hospedagens e diárias são os Abridores de Letras, os quais serão escolhidos à época da exposição.

Especificação técnica

Exposição - a exposição ocupará os espaços adequando o projeto expográfico, elaborando desenhos técnicos específicos para cada um dos locais. A exposição estará 4 semanas em cada um dos locais: o CRAB - Centro de Referência do Artesanato Brasileiro, no Rio de Janeiro (RJ); o Museu da Casa Brasileira, em São Paulo (SP) e no Museu Vale, em Vila Velha (ES). Caso algum desses lugares não esteja disponível, encontraremos outros lugares adequados e compatíveis.

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais onde a exposição vai ser realizada nas três cidades: São Paulo - Museu da Casa Brasileira; Rio de Janeiro - CRAB (Centro de Referência do Artesanato Brasileiro) e em Vila Velha, o Museu Vale, são totalmente acessíveis para portadores de necessidades especiais, idosos e cadeirantes, contando com rampas, elevadores e banheiros adaptados.. Item da planilha orçamentária: não existem custos para estas medidas já que os três locais onde a exposição será realizada têm todos os equipamentos para o acesso confortável para todos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Na sala Letras, existem letras com detalhes em alto relevo, para compreensão do trabalho artístico por pessoas com deficiências visuais. Item da planilha orçamentária: A produção das Letras está inserida nas rubricas Cenografia/material/confecção, incluída nas rubricas: 14 (Vila Velha), 33 (Rio de Janeiro) e 48 (São Paulo) Para ficar mais claro: JUSTIFICAR como medida para deficiente visual, as rubricas que se referem :“rubricas Cenografia/material/confecção, incluída nas rubricas: 14 (Vila Velha), 33 (Rio de Janeiro) e 48 (São Paulo) Resposta: A medida para acessibilidade consiste em disponibilizar letras (confeccionadas em madeira com reentrâncias e saliências para que sejam sentidas pelas mãos dos deficientes visuais para que eles possam compreender o seu significado). Estas letras são confeccionadas pelos "abridores" de letras que confecionam as letras e os paineis da sala de Letras, por isto seu custo está incluído na rubrica Cenografia/material/confecção. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todos os vídeos são legendados e estão programadas quatro visitas guiadas em cada uma das cidades, num total de 12, com a presença de Intérprete de Libras. Item da planilha orçamentária: rubricas Intérprete de Libras - 21 (Vila Velha), 39 (Rio de Janeiro) e 55 (São Paulo) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não foram inseridas medidas para promover a acessibilidade ao conteúdo dos produtos às pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas deles. ARGUMENTO: Inserimos acessibilidade de conteúdo e de mobilidade, no campo correto, detalhadamente e, quando necessário, com o numero do item orçamentário ao lado. Ressaltando que nos baseamos na IN 2/2022 para este item e copio abaixo o que diz na IN: "XVIII Medidas de Acessibilidade ao Conteúdo: São as medidas para a compreensão das ações culturais de todos os produtos do projeto. O proponente deve também estar a tento em garantir o acesso aos conteúdos culturais às pessoas portadoras de deficiência(s), pessoas Surdas, Cegas ou com baixa visão, que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos. São consideradas, dentre outras as algumas Medidas de Acessibilidade ao Conteúdo como a contratação de profissionais qualificados e habilitados para a comunicação, interpretação e tradução em LIBRAS entre pessoas Surdas e ouvintes, suportes em braille, Audiodescrição, visita sensorial, legendagem descritiva, W3C." As medidas já previstas são compatíveis com as características do projeto, não cabendo outras. ATENÇÃO: a) AS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DEVEM SER ADOTADAS PARA 100% DAS SESSÕES/AULAS/APRESENTAÇÕES etc. b) Os custos com ações de acessibilidade devem estar sempre previstos no orçamento analítico do projeto, mesmo que estes sejam oriundos de Recursos Próprios. Resposta: As medidas de acessibilidade serão adotatas em 100% das visitas guiadas e seus custos estão previstos no orçamento do projeto.

Democratização do acesso

Produto - Exposição de Artes Registros audiovisuais da exposição serão disponibilizados nos sites do proponente e do curador da exposição. Todos os produtos resultantes da execução do projeto serão doados a escolas públicas. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;

Ficha técnica

Proponente / Coordenação administrativa financeira – Alan Isidio de Abreu - dirigente da Alan Isidio de Abreu Produções e Eventos (Aia Produções) A Aia Produções nasceu em 2010 com a missão de produzir e promover espetáculos artísticos e culturais, desde sua concepção até a realização. Também mantém em sua área de atuação a administração financeira de projetos. Em 2019, a empresa expandiu seu ramo de atuação para outros nichos artísticos como exposições, festivais, feiras e atividades esportivas e gastronômicas, sempre mantendo o foco em experiências capazes de criar emoções que marcam a vida das pessoas. Além da produção também presta o serviço de consultoria em patrocínios culturais e artísticos para empresas de diversos ramos de negócio. Em 2022, fez o trabalho de produção local do espetáculo “ALEGRIA DE NÁUFRAGOS” do grupo paraibano Ser Tão Teatro, no Teatro Ipanema. Em 2021, produziu o espetáculo “SUJEITO A REBOQUE” no Teatro PetraGold. Em 2020, produziu o espetáculo de teatro online “AMADO MONSTRO”, classificado no edital da Funarte. Produziu a peça “UMA INTERVENÇÃO”, que fez temporada no Teatro Ipanema e no Teatro XP, no Rio de Janeiro, em 2019. Montou o espetáculo “SILÊNCIO!”, de Renata Mizrahi, indicado a nove prêmios, como Prêmio Shell de Melhor Atriz (Suzana Faini), Prêmio Cesgranrio de Melhor Atriz e Autora e Prêmio FITA em cinco categorias. Estreou em 2014 e permaneceu até 2019 em circulação por diversas cidades. Em 2017, o espetáculo foi LENDA SABIÁ, de André Arteche, no SESC Tijuca. Em 2014, estreou a “CABARÉ FOGUETE - A Insaciável e Umedecida Saga de Ana Foguetinho”, dramaturgia e direção de Ivan Sugahara e Gustavo Damasceno, com várias temporadas (a última em junho de 2017 no Teatro Sérgio Porto) no Rio de Janeiro e apresentações em São Paulo. Em 2013 e 2014, circulou com o espetáculo Infantil “COISAS QUE A GENTE NÃO VÊ”, texto de Renata Mizrahi e direção de Joana Lebreiro, vencedor do Prêmio Zilka Salaberry por melhor texto e atriz, com circulação por dezenas de cidades brasileiras, já assistido por mais de 10 mil pessoas. Ainda em 2013, permaneceu em temporada com o espetáculo O Homem que Queria Ser Rita Cadillac, de Márcio Américo e supervisão de Ricardo Blat; que se apresentou em dez cidades e circulou por SESCs do Estado do Rio de Janeiro. Também em 2013, produziu o espetáculo “Sarau Das Putas”, dramaturgia e direção de Ivan Sugaraha, resultado de uma residência do diretor no Teatro Poeira sobre prostituição. Além de produzir, também é responsável pela administração de espetáculos como “Os Sapos” (Prêmio de Melhor Atriz e Atriz Coadjuvante FITA 2013 e indicado como melhor Texto Prêmio Cesgranrio), de Renata Mizrahi, o espetáculo musical infantil “A Menina Edith e a Velha Sentada”, de Lázaro Ramos, (Prêmio Zilka Salaberry de Direção). Em 2016, foi responsável pela administração de “Os Insones”, de Tony Belotto, direção de Érika Mader, e, em 2017, de “Fauna”, de Romina Paula, direção de Erika Mader e Marcelo Grabowsky. No ano de sua criação, em 2010, produziu dois espetáculos no formato de leitura dramatizada de Jean-Paul Sartre: O Diabo e o Bom Deus e Entre quatro paredes e Tomando chá nas tardes de outono, de Gualdino Calixto. Diretor Geral, direção de arte, concepção e curadoria do projeto - Carlos Alcantarino Carlos Alcantarino nasceu em Belém do Pará em 1958, é Graduado e Mestre em engenharia civil pela PUC/RJ. Designer autodidata, está radicado no Rio de Janeiro onde montou em 1996 o Estúdio Alcantarino, especializado no desenvolvimento de móveis e objetos utilitários, projetos arquitetônicos e cenográficos e consultoria em design. Participou de diversas exposições e ganhou os principais prêmios de design no Brasil e no Exterior.Alguns Projetos e Clientes:· Feira do Empreendedor – Sebrae –PA – 2004 –Projeto cenográfico· Programa de desenvolvimento de distritos industriais - Sebrae-PA , em parceria com a Promos e o BID - 2005 – Direção de criação - Desenvolvimento de mobiliário para associação de moveleiros no Estado do Pará.· Feira Amazontec – Sebrae-PA– 2006 – Projeto cenográfico· Projeto Experiência Design – Companhia Vale – 2007 - Projeto e coordenação – Exposição de moveis e objetos de minha autoria em uma balsa ancorada no porto de Belém, com oficina de design para crianças da rede pública. Site do projeto: www.alcantarino.com· Projeto Cabanos – Companhia Vale - 2008 - Projeto, coordenação e direção de criação – Desenvolvimen to de móveis e objetos a partir do material de rejeito da empresa Albrás.· Projeto Experiência Design – Feira Casa Brasil – Sindimóveis – 2011 – Coordenação e direção de criação . Projeto especial para a feira onde crianças da rêde pública de Bento Gonçalves criaram moveis e objetos utilizando materiais de descarte das empresas locais para expor na Feira Casa Brasil.· Projeto Coletivo - Coca Cola/ Rede ASTA – 2011 - Coordenação do projeto e direção de criação. Desenvolvimento de objetos utilitários a partir de descarte de Coca Cola em 5 comunidades do Rio de Janeiro.· Rede Ipiranga – 2012 – Projeto de objetos utilitários utilizando Lona descartada pelo posto para distribuir como brinde.· Procompi – Firjan – 2013 – Desenvolvimento de moveis para 4 empresas no Rio de Janeiro.· Club Med – Rio de janeiro – 2013 – Projeto de moveis e cenografia para o restaurante.· Butzke - 2014 - desenvolvimento da linha Salinas com móveis para área externa. Produtor Executivo - Maria Alice Silvério Produtora cultural desde 1987, trabalhou em eventos importantes como “100 Anos da Avenida Paulista (SP)”, e produziu mais de trinta espetáculos teatrais, cerca de vinte projetos editoriais e vários projetos em outras áreas.Últimas produções teatrais: Ecos da Inquisição (2010/11), Joaquim e as estrelas (10-13), Ilda e Nicole (10/11), Patagônia (11), Coisas que a gente não vê (12-14), Lar Doce Lar (12), Bette Davis e a Máquina de Coca-Cola (12/13), Sarau das Putas (13), Bisa Bia, Bisa Bel (14-19), No Ar com Lasanha e Ravióli (14), Cabaré Foguete (14-17), Eugênia (15-18), War (15-17), Radiofonias Brasileiras (15-16), A Lenda do Valeda Lua (15-18), A última Revolução possível (17), Meus Duzentos Filhos (18-19), Uma Intervenção (2019), Freud e Mahler (2019), Amado Monstro (2020), Sujeito a Reboque (2021), Alegria de Náufragos (2022).Produções Editoriais:- Bibi, uma vida no Palco, fotobiografia da atriz e diretora Bibi Ferreira (2003); edição em inglês lançada nos Estados Unidos (2014); nova edição revista e atualizada (2021);- Arte Popular in Natura, coleção de cinco volumes sobre artesanato em pedra, barro, fios, fibras e madeira (2007);- Rio de Cantos 1000, livro de arte com fotos de Custódio Coimbra (2009);- José Bechara desenhos, Como piscada de vaga-lume (2010);- De braços abertos Cristo Redentor 80 anos, texto de Lilian Fontes, organização e concepção de Maria Izabel Noronha (2011);- Blocos de Rua do Carnaval do Rio de Janeiro, texto de Aydano André Motta, e fotos de André Arruda e Custódio Coimbra (2011).- Bibi Ferreira a life on stage, edição revista e atualizada de Bibi Ferreira, uma vida no palco de 2003, traduzida para o inglês (2013).Eventos: - Lançamento da plataforma Manivanet (2018);- Eventos do Mater: encontro de artistas no Teatro Poeira, Teatro XP e Teatro Serrador (2018);- Seu Bené e Dona Maria – organização e produção de curso de artesanato e produção de paneiros em Bragança (PA), com a participação de mais de 200 agricultores (2010-11) - - Experiência Design: Exposição retrospectiva de Carlos Alcantarino em Belém (2007) e Projeto Cabanos – produção de uma linha de produtos pela Cooperativa de Artesãos de Barcarena (PA) com a participação de três escritórios de design de São Paulo e Rio de Janeiro (2007-2009)Documentários:- Seu Bené e Dona Maria e Seu Bené vai pra Itália, direção Teresa Corção; Artesanato In Natura, direção Gloria Mayworm, Professor da Farinha, direção Teresa CorçãoVídeoarte:- G, de Thiago Sacramento Curadora da Sala Letras - Fernanda Martins Fernanda é designer e pesquisadora nas áreas de Tipografia e História do Design, em especial na Amazônia.Professora da Universidade Estácio-FAP. Doutora em História do Design na ESDI/UERJ. Cursou Master em Design Gráfico e Tipografia na Escola de Design da Basiléia, Suíça, e Especialização em Semiótica e Cultura Visual, pela ICA/UFPA. É formada em Artes Plásticas pela ECA/ USP. Atualmente mora em Belém onde é sócia da empresa Mapinguari Design, pela qual desenvolve projetos culturais como o Letras Q Flutuam: mapeamento dos abridores de letras de barcos da Amazônia” e MapinLab, voltado para o fortalecimento da cultura do design, além de projetos de design para a sustentabilidade e design participativo. Projeto Letras que Flutuam foi selecionado no edital Rumos do Itaú Cultural em 2016 que resultou no documentário “Marajó das Letras”, em 2018 recebeu, na Categoria Património Imaterial, o Prêmio Rodrigo de Mello Franco de Andrade do IPHAN e menção na Bienal Intermericana de Diseño em Madrid. Curador de Vídeos e produção musical - Gustavo Godinho Paraense que vive em Belém, é graduado em direito e cursou Film & TelevisionBusiness na FGV-SP. Diretor de cena, diretor de fotografia e produtor, co-dirigiu em 2006 o documentário As Filhas da Chiquita, sobre a festa gay que antecede o Círio de Nazaré, lançado em circuito comercial, exibido no GNT e vencedor do Festival Mix Brasil. Em 2009 dirigiu e roteirizou o documentário Brega S/A , sobre a cadeia econômica do tecnobrega de Belém. O documentário foi lançado diretamente na internet, foi adquirido e exibido na MTV Brasil, no festival InEdit, File Festival, Virada Cultural, entre vários outros.Dirigiu e roteirizou o documentário Energia das Torcidas , exibido na ESPN, sobre torcidas de futebol do Brasil. Fotografou o documentário Terra de Negro , sobre comunidades quilombolas na ilha de Marajó e o curta-metragem de ficção O Afinador , selecionado para mostra especial no Festival de Veneza. Dirigiu, roteirizou e fotografou uma série de 24 mini documentários de branded content para a Petrobrassobre as torcidas dos clubes da série A do Campeonato Brasileiro de Futebol. Dirigiu, roteirizou e fotografou o documentário Paysandu – 100 Anos de Payxão , exibido em circuito comercial, lançado em DVD e VOD. Dirigiu, roteirizou e produziu a série de ficção Konsiderados, filmada na periferia de Belém com um elenco de atores iniciantes da própria comunidade, a ser lançada em 2020. Foi contemplado na chamada Prodecine 01 da Ancine e está dirigindo o documentário Estados Unidos do Brasil , sobre a comunidade brasileira na Flórida. Foi vencedor do II Edital Cultura de Audiovisual e irá dirigir a série documental de 5 episódios Galera da Laje . Foi vencedor do Edital TVs Públicas da Ancine e irá dirigir a série documental Cidades Negras . Atua na área publicitária como diretor de fotografia e diretor de cena. Já trabalhou para clientes como Coca-Cola, Google, Pepsi, TAM, Itaú, Ministério dos Esportes, Fiat, entre outros.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-07-14
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo