| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| ***666748** | FABIO LUCHETTI | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 33164021000100 | TOKIO MARINE SEGURADORA S.A. | 1900-01-01 | R$ 90,0 mil |
| ***657877** | LUIZ FELIPE MILAGRES GUIMARAES | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| ***465577** | NEY FERRAZ DIAS | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| ***405558** | LUIZ ALBERTO POMAROLE | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
O projeto propõe a realização de uma exposição de artes coletiva, acompanhada de atividades de contrapartidas sociais para contribuir com o desenvolvimento e formação de artistas e educadores e auxiliar o contato com arte e cultura para estudantes e professores.
JARAGUA 1135M é uma proposta de exposição coletiva que traz os artistas Ulysses Boscolo, Alexandre Ignacio Alves, Gabriela Sacchetto, Ana Takenaka, Raphael Gianinni e Mariana Serri. Tendo o Pico do Jaraguá como o ponto de conexão entre os artistas, este local que é um marco de nossa cidade - com 1.135 metros de altura, é a região mais alta de São Paulo e serve como um ponto de fuga para os olhares dos artistas que de suas janelas refletem suas impressões, poéticas e memórias. Aquarelas, desenhos, gravuras, pinturas e encausticas, são as técnicas que este seleto grupo de artistas utilizam para traduzir em linha reta este pico que guarda nossa cidade. Em inúmeras visitas a ateliês de artistas em São Paulo, Laerte Ramos, curador deste projeto, nos conta como em suas pesquisas era constante a imagem do pico em cada vista dos estúdios visitados, refletindo sobre a paisagem que muitas vezes eram retratadas pelos artistas. O mesmo pico, a mesma forma, é repetida por seis artistas que dentro de cada laboratório de maturação de seus processos técnicos e conceituais nos refletem diferentes horizontes. Um documentário será realizado a fim de contar curiosidades do Pico do Jaraguá, além de apresentar os artistas e suas produções, traçando paralelos de suas técnicas, poéticas, habilidades e vistas de suas janelas. Outros experimentos em vídeos serão proporcionados aos artistas como trajetos de seus espaços de trabalho ao pico, visitas ao Pico do Jaraguá com os artistas e oficinas práticas com os artistas neste mesmo local, se apresentando como um marco zero deste projeto.A exposição tem sua classificação indicativa livre, e atende a todas as idades. Serão realizadas visitas direcionadas a crianças com oficinas para o público infantil, assim como visitas especiais com público 60+, adolescentes e adultos principalmente de escolas públicas. Cada visita guiada é uma experiência única, proporcionando ao público reflexões de nossa paisagem paulista, de visões e poéticas de seis artistas convidados de um lugar precioso que nos observa a 1.135 metros. Vale lembrar que teremos um vídeo documentário apresentando a exposição com uma fala do curador, permitindo que a exposição ganhe um acesso remoto equivalente a uma visita física.
Objetivos geraisO projeto tem como objetivos gerais:l Promover e estimular a produção de arte contemporânea criando novas oportunidades de diálogo e exposição para artistas emergentes; l Ser um polo agregador entre o circuito de arte e o público geral, proporcionando a fruição de arte contemporânea para diversos públicos.I Colaborar com a formação de artistas, educadores, alunos e professores, diversificando-se as situações de aprendizagens. Indicamos abaixo os incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, em que o projeto é fundamentado:II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Objetivos EspecíficosO projeto tem como objetivos específicos:A) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES- Realizar uma exposição coletiva de arte contemporânea dos artistas Ulysses Boscolo, Alexandre Ignacio Alves, Gabriela Sacchetto, Ana Takenaka, Raphael Gianinni e Mariana Serri, com duração de 30 dias, (segunda a sábado), com entrada gratuita e classificação livre, alcançando um público aproximado de 500 pessoas;- Estimular o desenvolvimento dos artistas participantes que realizam trabalhos em diversos suportes e formatos dentro da arte contemporânea, através de apoio à produção e exposição das obras;- Produzir um vídeo documental da produção dos artistas como material de divulgação para o público, mediadores, escolas e agentes do mercado de arte;- Produzir um vídeo-visita com o curador possibilitando visita a distância;- Atender 200 crianças/adolescentes e professores da rede pública de ensino através de 08 visitas mediadas e atividades sobre arte contemporânea a partir das obras apresentadas na exposição (25 participantes em cada uma); B) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: realizar durante 7 meses 15 atividades sobre arte contemporânea a partir do conceito e obras apresentadas na exposição, totalizando 94h/aula divididas nas atividades abaixo- Atender 90 pessoas entre artistas, arte educadores e pesquisadores através de 03 atividades de contrapartidas sociais (30h/aula), com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento e estímulo da produção de arte contemporânea, com emissão de certificado de participação de curso livre;- Atender 60 pessoas entre professores, educadores e pesquisadores através de 02 atividades de contrapartidas sociais (16h/aula), com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento, investigação e expansão do ensino de arte contemporânea para profissionais atuantes de qualquer nível de ensino, com emissão de certificado de participação de curso livre;- Atender 290 pessoas/público geral através de 10 atividades de contrapartidas sociais (48h/aula) como programação paralela da exposição, abordando a arte contemporânea a partir das obras apresentadas; - Auxiliar na formação de arte para professores e alunos;- Democratizar e universalizar o acesso à arte e a cultura através de atividades gratuitas.
Fundado em 2017, o Instituto Adelina realiza eventos interdisciplinares, que promovem e difundem proposições artísticas e formativas. Em seu programa, destacam-se exposições de artistas contemporâneos, cursos de extensão, oficinas práticas de formação livre, além de visitas a ateliês e exposições. Pretende firmar-se como um espaço de acolhimento e pesquisa da obra de artistas originários ou residentes na América Latina, assumindo, em sua programação, ações como residências, bolsas de produção a artistas em meio de carreira e ateliês de acompanhamento de projetos, oferecidos a artistas em formação.O Instituto Adelina está entre os mais ativos espaços destinados à difusão da arte atual. De direito privado, sem fins lucrativos, sua finalidade é de fortalecer, difundir e promover a produção artística contemporânea. Neste quadro, a exposição justifica-se pela importância e qualidade da pesquisa curatorial, com a relevância do projeto ocorrer devido ao olhar dos artistas que refletem uma paisagem de seu tempo. O projeto proporciona a ativação da memória de um local que ainda recebe pouca visitação do público ao Parque do Jaraguá, e que possui uma área indígena preservada que merece atenção e cuidados. Dar protagonismo ao Pico do Jaraguá, utilizando artistas como interlocutores de suas paisagens é uma ferramenta de ativação eficiente. O projeto é inédito e proporciona atividades e oficinas ao público que afloram urgências do meio ambiente e sua preservação. O Instituto Adelina também defende a formação em arte para colaborar com o desenvolvimento humano, crítico e intelectual de artistas, professores, pesquisadores, estudantes e público em geral, com a intenção de oferecer formas de exercício de cidadania com atividades relevantes. Para os artistas apresentar formas de pensar e relacionar a sua produção no mundo. Para os professores, auxiliar com o currículo de arte das escolas públicas para tornar acessível o contato com a arte. Para estudantes e pesquisadores, propor discussões acerca de suas pesquisas a fim de promover o desenvolvimento e contatos com outras pesquisas de modo a enriquecer, conectar e compartilhar conhecimento. Para o público geral, gerar consciência da produção artística brasileira e latina, para valorização e construção de repertório.Produzir meios para a difusão de leituras inéditas da produção artística é como o Instituto Adelina pretende contribuir com a historiografia da arte contemporânea brasileira e seu processo de internacionalização. Tratam-se de ações cuja intenção visa garantir o acesso às linguagens transdisciplinares da arte atual. Dessa forma, se faz essencial a organização de projetos como este em que as relações culturais possam transitar do espaço doméstico ao público e ao regional, abarcando questões comuns e possíveis de serem tocadas pela ação artística propriamente dita, na qual o público tem a oportunidade de fruir as produções e ações artísticas desenvolvidas. Indicamos abaixo os incisos do Art. 1° da Lei 8313/91 em que o projeto se enquadra:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; No mesmo sentido os objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91 alcançados pelo projeto são:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
AÇÃO EDUCATIVA O objetivo principal deste projeto é a execução de um Programa de Ação Educativa com visitas mediadas, para o público agendado e espontâneo, à exposição Jaraguá 1135M, com oficinas e vivências artísticas no ateliê, para alunos de escolas públicas do ensino fundamental e médio (a partir dos cinco anos), organizações sociais, crianças, jovens, adultos, idosos e público especial, com a intenção de atender a públicos com diferentes perfis e apoio aos professores e educadores de instituições formais e informais com formações em arte educação, artistas e pesquisadores.Toda a programação será baseada nas palavras-chaves que norteiam a exposição: Paisagem – arte contemporânea – território – memória – meio ambiente – preservação – educação. As ações têm como objetivo estabelecer um diálogo sobre Arte Contemporânea, desmistificando esse universo e tornando-a acessível.As atividades propostas são formas de envolver o público com jogos, atividades plásticas e expressivas, realizadas com base nas características dos grupos e das obras apresentadas, com a intenção de criar situações de aprendizagem por meio das experiências vivenciadas na visita conduzida pelo educador, que direcionará o diálogo da mediação, fazendo leitura de imagem e estimulando o grupo para que possam explorar as obras e seus aspectos técnicos, formais e contextuais.Nas ações formativas o objetivo é contribuir para a pesquisa de artistas, estudantes e pesquisadores que se interessam em compartilhar, conhecer e se desenvolver nos eixos abordados da exposição. VISITAS MEDIADAS O Instituto Adelina se responsabilizará pela concepção e coordenação global do projeto, desenvolvimento conceitual do programa e o controle de todas as operações, do início ao fim, tais como: gerenciamento técnico, elaboração e acompanhamento de cronograma, contratação de transporte e alimentação, bem como professores e/ou arte-educadores responsáveis por ministrar vivências e oficinas. VISITAS ESPONTÂNEASQuem chega nos espaços expositivos também necessita de atenção. Então, sempre há educador/a disponível para tirar dúvidas, apresentar, conversar, trocar para todos os visitantes que queiram. Seja criança, adulto, idoso, a ideia é deixar o visitante à vontade e permitir o contato com as obras e experiência com o espaço. AÇÕES EDUCATIVAS FORMATIVASA fim de proporcionar acesso a conhecimento de arte contemporânea, experiência estética de seu país, tratando também de memória e território. Oferecer cursos gratuitos sobre os temas foi uma demanda do público que achamos pertinente e de encontro a democratização de acesso à conhecimento de qualidade. Todos os cursos serão gratuitos e destinados aos públicos específicos. Por ser on-line permitem acesso a pessoas de qualquer lugar do Brasil.A descrição completa das atividades segue no projeto pedagógico em anexo.
Tendo como valor essencial a difusão e promoção de práticas interdisciplinares da arte contemporânea, o Instituto Adelina preserva sua missão e vocação de espaço inclusivo, facilitando a participação em seu programa artístico e educativo. Em nosso breve percurso, buscamos, por meio de nossa equipe, estabelecer contato com instituições experientes no assunto, de modo que orientação social, deficiência física, auditiva ou visual e condições psíquicas e sociais não limitem nossa atuação. A proponente terá o cuidado de aplicar o programa observando as necessidades do público e possibilitando o acesso necessário. Produto: EXPOSIÇÃO DE ARTESAcessibilidade física – Os espaços parceiros onde acontecerão as ações possuem condições para receber o público cadeirante e pessoas com mobilidade reduzida, com rampa de acesso, espaço para circulação e banheiro adaptado.Item da planilha orçamentária - custeadas com recursos próprios Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos - estão previstas visitas educativas mediadas por intérprete de Libras, por meio de agendamento prévio. Serão disponibilizados registros audiovisuais da exposição com legendagem aliada à janela de Libras para pessoas surdas e ensurdecidas. Item da planilha orçamentária – intérprete de libras; Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais – Serão disponibilizados registros audiovisuais da produção dos artistas com audiodescrição para pessoas cegas ou com baixa visão. O texto da exposição será impresso em Braile para pessoas cegas ou com baixa visãoItem da planilha orçamentária – audiodescrição; impressão em braile; Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos - desenvolvimento de conteúdo acessível quando da participação de deficiente.Item da planilha orçamentária – consultor de acessibilidades Produto: CONTRAPARTIDAS SOCIAISAcessibilidade física/item da planilha orçamentária – Os espaços parceiros onde acontecerão as ações possuem condições para receber o público cadeirante e pessoas com mobilidade reduzida, com rampa de acesso, espaço para circulação e banheiro adaptado.Item da planilha orçamentária - custeadas com recursos próprios Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos – Tradução simultânea por intérprete de Libras nas atividades previstas, quando da inscrição de deficiente auditivo. Item da planilha orçamentária – intérprete de libras Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais – desenvolvimento de conteúdo acessível nas atividades previstas, quando da inscrição de deficientes visuais. Item da planilha orçamentária – consultoria técnica Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos - desenvolvimento de conteúdo acessível quando da inscrição de deficiente.Item da planilha orçamentária – consultoria técnica
Em conformidade com os artigos 23 e 24 da IN nº 01/2022 da SECULT/MTUR, indicamos abaixo as medidas adotadas na proposta para ampliação do acesso a todos os produtos culturais cadastrados no plano de distribuição: - Para garantir a democratização do acesso às atividades culturais propostas, o projeto garante gratuidade em todas as ações. II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; XIV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente:- Exposição on-line em vídeo documental com acesso via site e redes sociais permitindo que públicos geograficamente distantes possam dispor da exposição e seus desdobramentos.- Conforme apontado previamente, o Instituto promove ações educativas e oficinas, em parceria com a rede pública de ensino, garantindo o acesso gratuito às diferentes práticas artísticas;- Temos o compromisso com a execução de programas de introdução ao repertório, linguagens e história da arte ao público em geral;- As atividades educativas, realizadas com sua rede de parceiros, atendem diferentes interesses atuais no que concerne à democratização, acolhendo a diversidade e múltiplas camadas da sociedade. Estabelece, com isso, parcerias com centros de atenção psicossocial, escolas públicas, clube de idosos e estudantes em geral.- Atividades on-line sobre arte contemporânea e seus desdobramentos para o público geral. Para ampliar o alcance do conteúdo gerado, todas as atividades serão registradas em audiovisual e disponibilizadas gratuitamente para acesso no canal de Youtube do Instituto Adelina.- Atividades sobre arte contemporânea em parceria com a rede pública de ensino, garantindo o acesso e a participação em diferentes práticas artísticas e o compromisso com a execução de programas de introdução ao repertório, linguagens e história da arte ao público em geral;- Todas as ações serão amplamente divulgadas via assessoria de imprensa e redes sociais permitindo o usufruto do público em geral.
Gestão administrativa/técnico-financeira (Trabalho voluntário, não será remunerado pelo projeto)Fabio Luchetti - Diretor presidente do Instituto Adelina, é graduado em Administração de Empresas pela Faculdade de Administração e Ciências Econômicas Santana, de São Paulo, e especializado em Museologia, Curadoria e Colecionismo pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Coordenação financeira (será remunerada dentro dos custos vinculados de Administração do Projeto)Laura Arbex - Diretora do Instituto Adelina, é graduada em Secretariado Executivo pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e especializada em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São Paulo. Diretoria JurídicaJuliana Burkhart - Graduada em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto. MBA em Direito Empresarial pela FGV. Advogada especialista em Direito Contratual pela Escola Paulista de Direito. Coordenador do projetoBruna Sizilio - Graduada em Artes Plásticas pela Universidade São Judas Tadeu, atua na área cultural desde 2005, tendo trabalhado como produtora de exposições e projetos socioculturais na Galeria Marta Traba da Fundação Memorial da América Latina, Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Jornada da Longevidade e Projeto Transformações: arte urbana e cidadania. Atualmente é coordenadora dos núcleos de residência e produção do Adelina Instituto. Coordenador de programaçãoGabriela Conceição é graduada em Artes Plásticas na Universidade São Judas Tadeu e pós-graduada em "Arte e Educação: teoria e prática" na Universidade de São Paulo. Com Licenciatura em Artes Visuais no Instituto Nacional de Educação e Qualificação Profissional. Pós-graduanda de Comunicação nas Organizações pela Universidade Anhembi Morumbi. Atuou em Ação Educativa na Pinacoteca por mais de 7 anos e como educadora no Museu da Imagem do Som e na Oca, localizada no Parque do Ibirapuera. Atualmente é responsável pelo Educativo do Instituto Adelina, instituição na qual colabora desde 2017. CuradoriaLaerte Ramos, atua há vinte e cinco anos como artista no circuito cultural de arte contemporânea, é diretor da produtora Studium Generale desde 2014 e curador, onde organiza projetos a fim de disseminar cultura em suas inúmeras linguagens e possibilidades. Com foco em jovens artistas emergentes, desenvolve projetos de curadoria, orientações de pesquisa e conexões entre artistas, resultando em exposições e mediações que envolvem arte. Através da sua produtora desenvolve documentários a fim de aproximar o público das pesquisas de arte contemporânea com as obras, facilitando o acesso a arte e sua compreensão. Em sua pesquisa pessoal, promove projetos com xilogravura, serigrafia, performance, desenho, videoarte, fanzine, escultura e cerâmica/porcelana. Participou da EXPO MILANO em 2015 representando seu país no pavilhão brasileiro com o projeto CASAMATA, anteriormente realizado no Octógono da Pinacoteca, em São Paulo. Realizou residências na Cité dês Arts na França, no EKWC na Holanda, na Bordallo Pinheiro e Vista Alegre em Portugal, na Beyeler Foundation na Suíça e na TPW/Jingdezhen na China. Em 2018 curou a mostra SCAPELAND - Território de Trânsito Livre" com 54 artistas no Memorial da América Latina em São Paulo que contava com um módulo especial de performance. Em 2019 trabalhou como curador na mostra "Compreensão do AR (ou E=M2)" do artista plástico falecido Egídio Rocci (1960 - 2015) e da mostra "Onde a Distância do Horizonte se Perde”, da artista Ana Takenaka, sendo esta última um programa de residência do coletivo Piratininga.Em 2019 ganha o 1° Prêmio Adelina de Curadoria com a exposição AMAZONA, com as artistas Renata Cruz, Hadna Abreu e Laura Gorski.Em 2020, Ramos recebe o prêmio Marcantônio Vilaça – FUNARTE, com a mostra póstuma de Egídio Rocci, que será doada por completo para o acervo do Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba – MACS, em São Paulo. Participou por três anos como orientador convidado no grupo de artistas em formação na OMA Galeria em São Bernardo do Campo.Atualmente é diretor do “AR: Acervo Rotativo”, que consiste na construção de um acervo público, independente, itinerante e sem sede fixa, com o intuito de disseminar a arte peças 5 regiões do país focando instituições carentes e tornando possível intermediar obras, artistas e público de uma maneira eficaz e menos custosa ampliando seu alcance devido ao formato das obras até 5x5cm, ou até 5x5x5cm. ArtistasAlexandre Ignácio Alves - Formação: Fundação Armando Álvares Penteado / Licenciatura em educação artística (1998/2) - Artista visual paulistano, realizou mostras coletivas e individuais dentro e fora do Brasil, expondo em instituições como o SESC, Museu Afro Brasil, Memorial da América Latina entre outras. Em seu trabalho, a pintura tem se afirmado como o principal campo de interesse, detendo-se na exploração de um motivo clássico do gênero pictórico, o retrato, acenando com novas possibilidades de interpretação para o mesmo. Ana Takenaka (São Bernardo do Campo - SP ,1987), vive e trabalha em São Paulo. Graduada bacharel em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo em 2013, participa de exposições desde então no Brasil e exterior. Tem como inspiração os universos do desenho, gravura, papel e das crianças, para as quais a artista desenvolve projetos que estimulam a sensibilização, autonomia e ludicidade a partir de práticas artísticas como a marcenaria e gravura. Entre suas exposições recentes destacam-se a individual: “Onde a distância do horizonte se perde”, curadoria de Laerte Ramos, Atelier Piratininga (2019); e coletivas: “Entre a Terra e o Mar”, curadoria de Julie Dumont, Quadra Arte, Rio de Janeiro; “92 Annual International Competition”, The Print Center, Philadelphia, EUA (2018); “Prix Dacos”, Musée de la Boverie, Liège, Bélgica (2018); e “11e Biennale de Gravure”, Musée de la Boverie, Liège, Bélgica (2017). Em 2017 frequentou o Atelier A14 de gravura, em Milão, Itália, e fez estágio no moinho papeleiro de Cappellades (Molí Paperer de Capellades), Barcelona, Espanha. Gabriela Sacchetto é Artista visual e educadora, mestre em poéticas visuais pela ECA-USP. Desenvolveseu trabalho artístico principalmente dentro do campo da pintura, do desenho e da gravura. O desenho de observação desempenha um papel importante no processo de construção dos trabalhos, que têm a paisagem como deflagradora dos processos artísticos. Participou de diversas exposições, dentre as quais se destacam: “Triangular - arte deste século”, na Casa Niemeyer em Brasília; “Scapeland: Território de Trânsito Livre”, no Memorial da América Latina em São Paulo; “Entre um passo e outro”, na Galeria Eduardo Fernandes em São Paulo; “Barrer todo con agua”, na galeria do Instituto Superior de Artes de Havana em Cuba; “38º Salão de Arte de Ribeirão Preto”, no Museu de Arte de Ribeirão Preto, onde foi contemplada com o prêmio aquisição. Mariana Serri Artista plástica formada pela FAAP – Fundação Armando Alvares Penteado, em 2005. Em 2013 apresentou a exposição individual Áporo na Galeria Marília Razuk, em homenagem ao poema homônimo de Carlos Drummond de Andrade, e também à esta palavra. Em 2012 apresentou na Casa das Rosas exposição individual de pinturas realizadas para o livro de poemas Epidermias, em parceria com Ângela Castelo Branco. Em 2010 apresenta exposição individual We live on a mountain na Galeria Virgilio. Expôs em diversas exposições coletivas, dentre as quais se destacam: Além da Forma, com curadoria de Cauê Alves no Instituto Figueiredo Ferraz; Os Primeiros dez anos, no Instituto Tomie Ohtake em 2012, com aproximadamente 50 artistas contemporâneos; Paisagens à margem, no Programa de Exposições do Paço das Artes em 2011, com Lucas Arruda, Mariana Galender e Mariana Tassinari; Projeto Radio visual da 7ª Bienal do Mercosul’ com a obra Aperte o botão ou apresente o seu cartão, realizado em parceria com Lucas Arruda; exposição Incompletudes na Galeria Virgílio em 2010 com curadoria de Mario Gioia; exposição entre 5 paredes em 2008 com Ana Prata; Bruno Dunley e Lucas Arruda; 11ª Bienal de Santos; Programa de Exposições de Ribeirão Preto; 13º Salão dos Novos de Joinville; 37ºAnual de Artes da FAAP, na qual recebeu prêmio pela obra Domingo, 2005, (vídeo, 13’31’’). De agosto de 2000 a julho de 2001 cursou o 3º ano do Ensino Médio com habilitação em Artes-Plásticas na Escola De Wijnpers, em Leuven, na Bélgica. Raphael Giannini vive e trabalha em São Paulo, bacharel em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo possuindo licenciatura pela mesma instituição. Atuou com arte educação em museus e instituições culturais na cidade de São Paulo por cerca de 10 anos, também atuou no ensino regular. A produção autoral se manifesta através do desenho, monotipia e da gravura. Desde 2014 faz parte do Atelier Piratininga onde produz e ministra cursos regulares e oficinas. No Atelier Piratininga também desenvolve projetos e acompanhamento de artistas. Com a produção de gravura em metal já participou de trienais, bienais, exposições e mostras nacionais e internacionais, aleḿ de duas residências artísticas, sendo a primeira no Atelier Piratininga antes de integrar o coletivo e a segunda no Taller Aguafuerte, Santiago, Chile. Ulysses Boscolo Vivendo na cidade de São Paulo, estudou Artes Plásticas na FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) de 1996 a 1999 e cursou o Programa de Mestrado em Artes Visuais pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo) ECA/USP sob orientação do Prof. Dr. Luiz Claudio Mubarac (2010 a 2012). Trabalha com gravuras em metal, xilogravuras, pinturas, objetos e ilustrações de livros com destaque para "Os Irmãos Karamazov", de Dostoievski (Ed. 34 / 2008). Realizou exposições em Nova York pela Galeria Gravura Brasileira, recebeu prêmios de residência artística na15ª Biennale Internationale de La Gravure de Sarcelles e na Cité Internationale des Arts em Paris, FR, através do Programa de Intercâmbio mantido pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), entre outras.Suas obras estiveram representadas pela Galeria Mezanino durante oito anos em parceria com o curador Renato De Cara. Em 2017 é indicado ao Prêmio Pipa. É membro do Atelier Piratininga desde 2010 fundado por Ernesto Bonato, Armando Sobral entre outros gravadores em 1995, onde ministra cursos regulares de desenho e gravura. Assessoria de ImprensaMarmiroli Comunicação - Erico Marmiroli, fundador e CEO, trabalha há 18 anos como assessor de imprensa no mercado cultural de São Paulo. Mestrando em Estética e História da Arte pela USP - Universidade de São Paulo, graduado em comunicação social pela Universidade Católica de Santos (UniSantos). Tem em sua cartela de clientes, empresas/instituições como: Núcleo de Estudos Marcello Grassmann, Fundação Japão em São Paulo, Casa Contemporânea, Adelina Instituto, Galeria Deco, Galeria Mezanino, Galeria Berenice Arvani, Casa Triângulo, Condomínio Cultural, Galeria FitaTape, Galeria nuvem, Programa Novos Curadores, Oficina Cultural Oswald de Andrade, Associação de Correspondentes Estrangeiros (ACE), Jornal de Borda, entre outros.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.