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BRASIL SEM PONTO FINAL

ZUZA ZAPATA ARTE E PRODUCAO LTDA
Solicitado
R$ 455,3 mil
Aprovado
R$ 414,4 mil
Captado
R$ 455,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 455,3 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Macaé
Início
2023-01-02
Término
2023-12-31
Locais de realização (11)
Manaus AmazonasBrasília Distrito FederalVitória Espírito SantoSão Luís MaranhãoCampo Grande Mato Grosso do SulBelo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáJoão Pessoa ParaíbaBelém Pará

Resumo

Este projeto é a circulação do espetáculo "Vírgula", escrito e dirigido pelo dramaturgo e antropólogo Paulo Emílio Azevedo. Orientado pela perspectiva de um Brasil sem haver ponto final, tal circulação se propõe a atravessar o país dançando o infinito de cada região. Durante a circulação será realizada também Oficinas de Dança chamada de"Corpo-memória".

Sinopse

Corpo, palavra, gesto, movimento, verbo, dança, musicalidades, pantomima e tantas outras formas de representar a cultura do nosso país. Amparado por essas gramáticas de comunicação e expressão da diversidade humana, este projeto tem por objetivo a circulação do espetáculo “Vírgula”, escrito e dirigido pelo dramaturgo e antropólogo Paulo Emílio Azevedo. Orientado pela perspectiva de um Brasil sem haver ponto final, tal circulação se propõe a atravessar o país dançando o infinito de cada região. É importante ressaltar que toda a extensão do projeto tem por preocupação o diálogo com as culturas locais, no intercâmbio de ideias e abertura de novos espaços de cidadania.

Objetivos

Objetivos Geral: Realizar a circulação do espetáculo "Vírgula", tendo por objeto a apresentação de espetáculos, atividades formativas e bate papos para público diversificado. O projeto também tem por objetivo, segundo artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivo específico: Produto Companhia de Dança: Circular por 11 cidades; Realizar 22 apresentações do espetáculo "Vírgula", 2 por cidade. Produto Contrapartidas Sociais: Realizar 11 oficinas de dança "Corpo-memória. Ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar um curso investigação cênica da dança com carga horária de 50horas/aula e emissão de certificado.

Justificativa

O nosso país e cada cultura que o constitui é infinito na sua grandeza, justamente porque segue em processo de construção, no meio, no entre, no percurso e na biografia de cada cidadão. Comentar a criação de novos espaços de cidadania, nos quais podem se revelar e afirmar identidades através do corpo, são formas outras de valorizar e preservar o patrimônio imaterial do nosso povo: os costumes, as línguas, os hábitos e as memórias; essencialmente, as vírgulas que nos atravessam e permitem pausas para contemplar a beleza dessa diversidade cultural. Amparado por esta epígrafe, a justificativa traz em consideração cinco aspectos: 1º - Abrangência e intercâmbio cultural: uma vez compreendido por um lado as dimensões desse país chamado Brasil e, por outro a imensa gama de culturas que o atravessa, não há como recusar a ideia de percorrer maior número possível de lugares que compõe essa travessia. Portanto, estar nas cinco regiões é promover intercâmbios com diferentes matrizes culturais e, também dialogar com um sentido mais amplo das motivações em fazer arte. Arte como tear, compor-se com os tecidos de cada povo na continuidade de nossos corpos. 2º - Democratização e acessibilidade: além de se imaginar a perspectiva inclusiva, compreende-se que é papel de um projeto cultural afirmar o princípio de isonomia na qual pressupõe-se a igualdade de todos para o direito. O direito do acesso, o direito a usufruir de bens culturais, o direito de ver quando não se pode ver, de ouvir quando não se pode ouvir, de chegar quando tantas vezes barreiras não permitem tal chegar. Neste viés, trata-se de uma política de acessibilidade, jamais pautada no favor, tampouco na dó, porém no reconhecimento do direito de sentir, do agir e gozar do direito de viver a arte na veia. Logo, cada detalhe descrito sobre tal política do acesso é sinônimo de dignidade. 3º - Exequibilidade: um projeto desta envergadura e dada a abrangência do mesmo não pode correr o risco de ser apenas alentador na sua ideia e pífio na sua execução. É por conta desta preocupação que ele foi pensado nos mínimos detalhes para que pudesse outrora ser operacionalizado dentro de um panorama concreto, adequado no seu orçamento e real nas suas atividades e ações imaginadas. Sendo assim, ele é viável, versátil, pleno e, sobretudo, exequível. 4º - Experiência da equipe: todavia, para ser operacionalmente concreto deve estar liderado por uma equipe, cujo os profissionais tenham a devida capacidade técnica, artística e de gestão para executá-lo. Neste sentido, tal equipe se destaca em princípio pela presença do autor da obra, Paulo Emílio Azevedo, que durante aproximadamente três décadas têm consolidado uma metodologia e uma proposição conceitual, consistente, dando-lhe uma série de prêmios em diversos editais pelo país, além de uma quantidade significante de publicações por suas pesquisas e feitos. Junto a ele, soma-se um elenco de tamanha qualidade artística, tendo a maioria dos profissionais uma carreira que transbordou as fronteiras brasileiras. Por fim destaca-se a direção técnica de Filipe Itagiba que coordenou turnês nacionais e internacionais em diferentes modelos e tamanhos e equipamentos culturais; não obstante, o know how do proponente no que concerne aos trâmites burocráticos-legais, envolvendo um design de gestão informatizado, atualizado e de extrema versatilidade em seu funcionamento. 5º - Qualidade da obra: "Vírgula" já recebeu três prêmios em editais para seu processo de criação e apresentação, entre eles o prêmio Funarj e o prêmio Foca de cultura da cidade do Rio de Janeiro. Porém, além dos prêmios, a obra vem recebendo uma enxurrada de críticas positivas, inclusive sendo comparada em uma delas à estética do cineasta Fellini, e, também suscitada como uma possível nova linguagem para as conexões entre dança e teatro. Desse modo, compreendemos a importância de estar atuando com este espetáculo num maior número de lugare, a fim de estender ao grande público as investigações dispostas na pesquisa cênica, bem como o exercício de representar e dialogar com a emoção que vem nascendo na plateia em cada apresentação deste espetáculo. O projeto se justifica ainda, baseado no Art. 1º da Lei 8313/91, por: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Com isso, atende os seguintes objetivos do Art. 3° da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.

Acessibilidade

PRODUTO: Companhia de Dança Acessibilidade Física: Os espaços escolhidos para a realização do espetáculo terão rampas de acesso. Acessibilidade de Conteúdo: audiodescrição durante o espetáculo. Item da planilha orçamentária: Gravação de voz Acessibilidade para Deficientes Visuais: audiodescrição durante o espetáculo. Item da planilha orçamentária: Gravação de voz ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverão dois outros profissionais disponibilizados pela produção do espetáculo: 1) com experiencia na área de psicopedagogia, a fim de estabecer uma relação mais próxima com toda e qualquer pessoa que apresente espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos do projeto e, 2) profissional com experiência em tradução e que domine bem as linguagens artisticas apresentadas. Intem da planilha orçamentária: Consultores PRODUTO: Contrapartidas Sociais Acessibilidade Física: Os espaços escolhidos para a realização do espetáculo terão rampas de acesso. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Interprete de Libras em todas as oficinas Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverão dois outros profissionais disponibilizados pela produção do espetáculo: 1) com experiencia na área de psicopedagogia, a fim de estabecer uma relação mais próxima com toda e qualquer pessoa que apresente espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos do projeto e, 2) profissional com experiência em tradução e que domine bem as linguagens artisticas apresentadas. Intem da planilha orçamentária: Intérprete de libras e Consultores

Democratização do acesso

As oficinas de dança serão gratuitas, como consta no produto CONTRAPARTIDA SOCIAL. Serão disponibilizadas 440 vagas, sendo: 44 para divulgação, 44 para patrocinadores e 352 para a população. Os espetáculos de dança terão 10% dos ingressos a preço popular e 40% serão distribuidos gratuitamente. E, baseado no art. 24 da IN nº 01/2022 o projeto propõe: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações;

Ficha técnica

Ficha técnica/Mini currículo dos artistasAmanda Oli: Bailarina e intérprete-criadora. Atua no campo da dança, da danca-teatro e da performance. Apesar da tenra idade habita o palco há mais de vinte anos.Isa Czar: Intérprete-criadora e performer. Tem sua pesquisa de movimentos em Dance Hall. Integra a Cia Gente e o Movimento JamaiCaxias. Estudante de moda.João Victor: Intérprete-criador e performer. Tem sua pesquisa de movimento na dança breakin’ e atualmente estuda as relações entre dramaturgia, breakin’ clown, integra o coletivo Slum Breakers e a Cia Gente.João Alves: Intérprete-criador, bailarino e performer. Tem formação em dança clássica e danças urbanas. É certificado pela metodologia do Espaço (De)formação da Cia Gente. Estudante de moda.Salasar Jr: Intérprete-criador, professor, produtor e performer. Tem sua pesquisa de movimento em danças urbanas. Integra a Cia Gente e dirige o Coletivo New Way.Sarah Melissa: Intérprete-criadora, bailarina e performer. Tem formação em dança clássica e contemporânea. Graduanda na faculdade de dança da UFRJ.Rafael Fernandes: Intérprete-criador e performer. Tem sua pesquisa nas danças urbanas e Le Parkour. Integra os coletivos Cia Esquadra e Cia Gente.Pedro Brum: Intérprete-criador, videomaker e performer. Tem sua pesquisa na dança breakin’, consagrando-se campeão em diversas batalhas, bem como atuando junto a RedBull BC One. Integra a Cia Gente.Vinícius de Oliveira: Intérprete-criador, professor e performer. Tem sua pesquisa situada na dança Krump, vencedor do festival Krump vs Krumpin’ no ano de 2019 (Santos/SP). Integra os coletivos Lords of Krumpin’ e Cia Gente.Mariah Castro: Intérprete-criador e performer. Desenvolve pesquisa na dança Vogue além de atuar diretamente na produção de eventos de valorização do gênero no país. Zulu Gregório:Intérprete-criador e performer. Graduando em Dança pela UFRJ, agitador cultural e tatuador; desenvolve pesquisa de movimento a partir das matrizes afro-caribenhas. FigurinoJoão Alves: Já destacado acimaIsa Czar: Já destacada acima.Assistente de direção e enaiadora:Paula Lopes: Professora, coreógrafa e assistente de direção. Graduada na Faculdade de Dança Angel Vianna (RJ), desenvolve pesquisas no campo do corpo e a sonoridade de movimentosProdução executiva Flavia MenezesFlávia Menezes, formada em Produção e Políticas Culturais. Produtora Cultural, há 25 anos. Atualmente é sócia da articuladora digital Art.Kula, produtora executiva do Projeto: Brasil sem Ponto Final - Zuza Zapata Produções artisticas, e analista de projetos de responsabilidade social do CR Vasco da Gama.Direção técnicaFilipe Itagiba: Expoente no campo da criação, Filipe Itagiba transita nos espaços híbridos das expressões artísticas mesclando imagem, som, movimento e grafismo num único ambiente. Cineasta, técnico de som, designer e atuou em cena no campo da dança-teatro por mais de quinze anos. Coordenou diversas turnês como diretor técnico em apresentações internacionais (Áustria, Alemanha e França, 2009 e Suíça, 2014) e em instituições no país como SESC RJ, SESC SP, Lonas Culturais etc. Filmou e dirigiu diversos vídeo artes com ressalvas para a dança e a poesia, além de documentários no formato curtas e média metragens. Sobre esses, o destaque fica para o filme "TAGARELA", o qual recebeu o prêmio de melhor filme em três festivais internacionais (França e Indonésia e Estados Unidos no People´s em Nova Iorque).Criação e direçãoPaulo Emílio Azevedo: Professor, Pós Doutor em Políticas Sociais e Doutor em Ciências Sociais com especialização em Antropologia do Corpo e Cartografia da Palavra. Coreógrafo, dramaturgo, escritor, e consultor na área de Educação e Cultura, cuja pesquisa tem por objetivo refletir sobre outras formas de comunicação aos diversos protagonismos e redes de sociabilidade na sociedade contemporânea. Suas criações e pesquisas percorreram mais de 30 países pelo mundo. Recebeu diversos prêmios, entre eles ?Rumos Educação, Cultura e Arte? (2008/10) através do Instituto Itaú Cultural e ?Nada sobre nós sem nós? (2011-12) no âmbito da Escola Brasil/MINC. Coordena a rede Cia Gente. Tem vinte livros publicados e sua produção intelectual vem sendo disponibilizada na plataforma da Fundação PAz.Coordenação GeralZuza Zapata: O proponente será responsável por todas as etapas do projeto Dda pré produção à pós produção. Responsável pelos prazos a serem compridos e por toda documentação que envolve o projeto.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

Porto Alegre Rio Grande do Sul
Rio de Janeiro Rio de Janeiro