| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 04895728000180 | EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 230,1 mil |
| 46743943000105 | REDECARD SOCIEDADE DE CREDITO DIRETO S.A. | 1900-01-01 | R$ 230,0 mil |
Este projeto pretende dar continuidade ao Festival Cultural Ancestral Berê Xikrin: Kwyrykangô, trata-se de uma festa tradicional que reúne as aldeias Xikrins da Terra Indígena Trincheira Bacajá, onde ressalta-se a troca de saberes entre os guardiões do conhecimento e os mais jovens, no intuito de fortalecer os relacionamentos, as técnicas e criar mecanismos de diálogos e apoio à toda comunidade. Os produtos que compõe a proposta são: Produto Festival / Mostra; Produto Oficina / Workshop / Seminário áudio visual; Produto Exposição de artes; Produto Documentário.
Festival / Mostra - O povo Xikrin da Terra Indígena Trincheira Bacajá. possui uma ampla e complexa rede de rituais gerenciadores de suas vidas que envolvem diferentes aspectos da sua cultura, indo desde o processo de formação da pessoa Xikrin à expedições de caça, além da construção de casas, pintura corporal, danças, cantos, nominação masculina e feminina, etc. Esse festival visa ampliar o acesso à estes conhecimentos mantendo viva a cultura e o patrimônio destes povos. A festividade contará com comidas típicas indígenas, apresentações de dança, apresentações de canto, artesanatos, pinturas corporais e oficinas. Tudo para que a comunidade indígena do povo xikin, possa manter viva sua cultura. Por ser uma festa cultural indígena, sabemos que em seu cardápio diário estão alimentos próprios do cultivo local, e são esses alimentos que serão servidos nos banquetes das festas, como: inhame, banana, abobora macaxeira, cará, batata, milho, tucupí, óleo de coco babaçu, dentre outros. As apresentações de danças folclóricas típicas indígenas da comunidade serão realizadas dentro do festival, como parte do ritual. Oficinas de contrapartida social - Serão realizadas durante o projeto e haverá registro audiovisual, que será distribuído à professores e alunos da rede pública de ensino, para que possam participar remotamente via internet, devido às restrições de acesso ao local da festividade. Este projeto é exclusivo para os indígenas da Terra Indígena Trincheira Bacajá.
OBJETIVO GERAL Realizar o FESTIVAL CULTURAL BERÊ XIKRIN: KWYRYKANGÔ, tradicional festa das aldeias da Terra Indígena Trincheira Bacajá, na cidade de Anapu /PA. A realização do festival objetiva fortalecer as raízes culturais do Povo Xikrim, da região por meio de apresentações multiculturais de nativos com dança, canto, pintura corporal, gastronomia dentre outras ações, atendendo ao artigo 2, do decreto 10.755 em seus incisos: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; XIII - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais, além daquelas já tombadas como patrimônio cultural imaterial. OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) Produto Festival Mostra: Realizar um evento com diversas apresentações de dança e música, 3 oficinas de troca de saberes, 1 exposição de artesanatos, vestimentas, pinturas corporais e artefatos, estes produtos atenderão em média 500 indígenas e 1 documentário registrando todo o evento atenderá em média 5000 educandos da rede pública de ensino. (Não é possível mensurar a quantidade de apresentações de dança e música, pois, cada aldeia se prepara e apresenta no momento do evento de forma aleatória e espontânea). b) Produto Oficina / Workshop / Seminário áudio visual: realizar durante 3 dias, as seguintes oficinas: Oficina de Pintura e Artefatos Artesanais do Povo da etnia Xikrin da Terra Indígena Trincheira Bacajá; Oficina de Danças e Cantos do Povo da etnia Xikrin da Terra Indígena Trincheira Bacajá. (não é possível mensurar o número de pessoas que serão beneficiadas pelas oficinas, pois não há inscrições ou regras, é uma troca de saberes em que os mais velhos ensinam para os mais jovens e os participantes são convidados ou se dispões espontaneamente à participarem). c) Produto Exposição de artes, vestimentas e pinturas corporais durante todo o evento, terá como público os participantes da festividade, em média 500 pessoas. d) Produto Documentário: será produzido 1 documentário para registrar toda a festividade. Posteriormente este documentário será exibido para 5 escolas da rede pública de ensino há em média 5000 crianças e adolescentes.
O kwyrykangô, ou festa da mandioca, de origem Juruna, é um ritual dos Kayapó-Xikrin que dançam e cantam por vários dias como rito de fertilização do solo para o plantio da semente da mandioca. No processo de execução do projeto serão realizadas reuniões com as comunidades que compõem as aldeias do povo Xikrin, com o intuito de definir as melhores ações para os preparativos e organização do ritual. Buscamos com esse projeto, manter viva a cultura e as tradições dos povos indígenas que têm se tornado um grande desafio. Este projeto visa, por meio das festas culturais, fortalecer a cultura indígena própria do povo Xikrin e aflorar nas crianças e jovens indígenas dessa etnia a sua cultura tradicional, através de oficinas onde os mais velhos ensinam os mais jovens, técnicas da sua cultura e tradição. As oficinas que serão oferecidas são: Oficina Cultural Tradicional do Povo da etnia Xikrin da Terra Indígena Trincheira Bacajá; Oficina de Pintura, Artefatos e Artesanais do Povo da etnia Xikrin da Terra Indígena Trincheira Bacajá; Oficina de Danças e Cantos do Povo da etnia Xikrin da Terra Indígena Trincheira Bacajá. Além disso, serão realizadas apresentações artísticas, onde eles colocarão em prática aquilo que aprenderam, além de ser uma chance desses povos, que estão divididos em dezesseis aldeias, se encontrarem e poderem passar uns para os outros aquilo que tem de conhecimento sobre a sua cultura. O povo indígena tem vivenciado ao longo dos anos a transformação da sua identidade cultural, sobretudo com a aproximação do homem branco. Os Xikrins da Terra Indígena Trincheira Bacajá autodenominam-se Mẽbengôkre, assim como outros povos chamados de Kayapós. Tal denominação refere-se ao local de origem desses povos, provavelmente a região entre os rios Araguaia e Tocantins e quer dizer "gente do buraco d’água ou gente da água grande". A oralidade dos povos Xikrin do Bacajá marca a cisão com o grupo ancestral por volta do início do século XVIII na região entre os rios Araguaia e Tocantins. O povo Xikrin do Bacajá possui uma ampla e complexa rede de rituais gerenciadores de suas vidas que envolvem diferentes aspectos da sua cultura, indo desde o processo de formação da pessoa Xikrin à expedições de caça, além da construção da casa do meio, pintura corporal, danças, cantos, nominação masculina e feminina, etc. Para manutenção dessa rede é necessária uma série de ações e comportamentos fundamentais que se expressam nos rituais, dado que neles são revelados os valores mais profundos de um povo e onde os sujeitos expressam aquilo que os tocam mais intensamente e onde os valores do grupo são revelados. Propor a realização deste encontro através da Lei Federal de Incentivo à Cultura é uma busca-se pelo fortalecimento sociocultural e pela preservação da cultura do povo indígena Xikrin do Bacajá, sendo a Lei a única forma de manter viva tais manifestações artísticas e práticas culturais. Visto que, por se tratar de um projeto de grande porte a cada ano se torna mais difícil e financeiramente inexequível a realização deste grande evento, pela escassez de recursos financeiro que circundam entre as aldeias e pela alta vulnerabilidade econômica em que as mesmas se encontram. Desejamos que a troca de experiências dos mais velhos para os mais jovens, e vice-versa, assim como pelo encontro das aldeias pertencentes a etnia Xikrin para realização I FESTIVAL CULTURAL BERÊ XIKRIN: KWYRYKANGÔ não morra. O projeto se enquadra no Art. 1° da Lei 8313/91, nos seguintes incisos: · II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; · III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; · IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional _ pois valoriza a cultura brasileira, compondo grande parte da sua programação os modos de fazer arte da comunidade local e nacional; · V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; · VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; · VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; · IX - priorizar o produto cultural originário do País. Considerando a aplicabilidade do Art. 3°, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto compromete-se a: II - fomentar à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estimular ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Além disso, a realização e continuidade deste projeto são essenciais para mostrar a importância da proposta numa região cujo povo é menos assistido. Reviver hábitos e costumes indígenas a partir de festejos, jogos, artesanatos, cantos, danças, culinária entre outros, é essencial para que o povo Xikrin mantenha sua identidade, dando oportunidade aos mais jovens aprenderem sobre suas tradições com os mais experientes, assim como permitir que os mais velhos resgatem a essência de identidade coletiva, ensinando as futuras gerações sobre sua história e seus costumes. Nesse sentido, o ritual da mandioca kwyrykangô, representa um evento importante para produzir a identidade coletiva do povo Xikrin, na vez que possibilita o encontro de parentes da Terra Indígena Trincheira Bacajá, em que todos: homens, mulheres, crianças e velhos, se voltam para a realização desta grande festa. Esta que é permeada por diversos ritos que promovem em seus participantes um estado liminar para, em seguida trazê-los de volta construídos de novas posições sociais. O público alvo são as famílias indígenas Xikrin da Terra Indígena Trincheira Bacajá. Todas as etapas desta festividade serão registradas em um documentário que será ofertado para ser reproduzido nas escolas públicas municipais e estaduais do estado do Pará. O documentário é a forma encontrada para solucionar o fato de que a tribo onde o evento acontece se encontra em um local de difícil acesso ao público em geral, tornando o evento algo mais intimista, realizado para os indígenas. Outro objetivo do documentário é registrar esse ritual ancestral e compartilhá-lo com outras regiões do estado, para que se resgate e valorize nossa cultura.
A relevância deste festival dá-se desde os primeiros dias de preparação. Logo que iniciam toda a aldeia se une para a preparação da “Casa do Guerreiro”: refazem o piso do salão, cobrem de palha, fazem danças e rituais, servem as refeições na intenção de preparar o local para o festival. A Casa do Guerreiro tem um grande significado para eles, é onde eles tomam todas as decisões importantes para toda a aldeia. É ali também onde acontecem a maior parte dos rituais do festival, dentro ou em torno dela. Nos primeiros meses da execução às reuniões, encontros e debates entre as lideranças, os anciões: mulheres, homens, para tratar dos critérios de realização do evento: quem vai puxar os cantos, danças, como organizar a logística: alojamento, banheiros, transporte para receber os participantes de outras aldeias, materiais para confecção de artesanatos. Esta preparação já se caracteriza como um ritual, eles se utilizam de rituais e buscam seus conhecimentos ancestrais para fazerem com que o evento do festival seja preparado. Existe também um ritual de caça e pesca, com duração de 10 dias, em que os participantes ficam na mata e exploram seus sentidos, suas habilidades, e inclusive são renomeados, de acordo com a experiência vivida ali. Enquanto os homens se encontram no ritual de caça, as mulheres trabalham na roça, colhendo os alimentos, lenha, e preparando o ambiente para a grande festividade. A chegada da caça e pesca se caracteriza em um ritual de recepção, neste momento eles se apresentam para todos com seu codinome e o significado de tal. Os animais trazidos são preparados por mulheres selecionadas, e as pessoas que podem comer não são todos, são membros também selecionados dessa etnia como anciãos por exemplo. É importante ressaltar que os animais caçados não tem função de alimentar à todos os participantes, sua função não é alimento físico, mas sim, um ritual cultural. Onde os convidados e demais participantes assistem à este momento. O ponto culminante da festividade dura 3 dias: No primeiro dia eles vivenciam diversos momentos como: preparação dos alimentos, confecção de objetos de adorno, pintura corporal, raspagem da cabeça, escolhem uma criança para representar a toda a comunidade e adornam a criança com pinturas corporais e adereços, eles também celebram e rememoram aos seus antepassados e entes já falecidos. No segundo e terceiro dia eles iniciam as danças, cada dança tem um significado e remete à algo importante para eles. A Associação proponente é quem irá administrar os recursos, dar todo o suporte às tribos, realizar compras, alugar equipamentos, e se comprometer com toda a execução e logística do evento. Por se tratar de nativos indígenas, não haverá pagamento para apresentações de dança, canto e pintura corporal e não haverá apresentações contratadas, portanto não incidirá em custos de contratação de artistas, visto que, não é aconselhável essa introdução financeira sem procedimentos adequados na comunidade indígena. Desta forma, ao nosso ver, não se faz necessário criar um produto separado no Salic para Apresentações de Artes Cênicas, já que serão voluntárias. A iniciativa do projeto é de custear a logística, o transporte, confecção de vestimentas, contratação de equipes de coordenação e apoio técnicos, aquisição ou aluguel de equipamentos e alimentação de equipe e dos participantes convidados do festival. Nossa intenção é de divulgar esses costumes e valorizar o povo indígena, não através do dinheiro, mas através da visibilidade e compartilhamento em todo território nacional, mantendo assim nossa ancestralidade e tradição de uma ação cultural importantíssima para nosso povo indígena. PASSAGENS AÉREAS As passagens aéreas orçadas neste projeto são previsões de viagens que podem ser necessárias por Joseane Nogueira, Coordenadora de Comunicação que reside em Minas Gerais, e possíveis contratados para área de filmagem do documentário, que prevê-se que possam vir a ser profissionais de São Paulo.
Será produzido um documentário de em média 1 hora, sobre a festividade.
Produto Oficina / Workshop / Seminário áudio visual: Acessibilidade física: Dentro da Aldeia Kranh já conta com banheiros e espaços públicos adequados e de fácil acesso para receber pessoas com deficiência física, porém, com o grande número de participantes, serão construídos novos banheiros. Acessibilidade para deficientes visuais: Na planilha orçamentária como “áudio descrição”. Acessibilidade para deficientes auditivos: Na planilha orçamentária como “interprete de libras”. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idioma dos conteúdos: será contratado monitor especializado em acompanhamento deste público em especifico. Na planilha orçamentária como “monitor”. Produto Exposição de artes: vestimentas e pinturas corporais durante todo o evento: Acessibilidade física: Dentro da Aldeia Kranh já conta com banheiros e espaços públicos adequados e de fácil acesso para receber pessoas com deficiência física, porém, com o grande número de participantes, serão construídos novos banheiros. Acessibilidade para deficientes visuais: Na planilha orçamentária como “áudio descrição”. Acessibilidade para deficientes auditivos: Na planilha orçamentária como “intérprete de libras”. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idioma dos conteúdos: será contratado monitor especializado em acompanhamento deste público em especifico. Na planilha orçamentária como “monitor”. Produto Documentários: que irão registrar toda a festividade: Acessibilidade física: Não se faz necessário. Acessibilidade para deficientes visuais: Na planilha orçamentária como “áudio descrição”. Acessibilidade para deficientes auditivos: Na planilha orçamentária como “intérprete de libras”. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idioma dos conteúdos: será contratado monitor especializado em acompanhamento deste público em especifico. Na planilha orçamentária como: não se faz necessário. ACESSIBILIDADE FÍSICA AO LOCAL DO EVENTO Quanto à acessibilidade física ao local de realização do evento é muito importante ressaltar que o Festival ocorrerá em Terra Indígena. Este fato, naturalmente, restringe o acesso do público em geral. Deve ser ressaltado também que o público participante deste evento é em sua grande maioria, em média 85%, indígena da Terra Indígena Trincheira Bacajá, desta forma, o acesso correspondente à este item relaciona-se à participação das demais aldeias da Trincheira Bacajá até a Aldeia Kranh, que receberá o evento. Neste sentido, ressalta-se que o trajeto das demais aldeias até a Aldeia Kranh ocorrerá por meio das estradas existentes e por meio das rabetas(EMBARCAÇÃO) para percurso por meio do Rio Bacajá. O projeto será realizado na região central da comunidade, com fácil acesso à portadores de deficiência física e com ambientes sinalizados indicando desníveis e obstáculos e contará com equipe indígena orientada para prestar esclarecimentos e o apoio necessário. A produção desse projeto compromete-se a realizá-lo em espaços que possuam medidas de acessibilidade que assegurem manutenção da saúde física e conforto à pessoa com deficiência. O projeto contribui para proporcionar condições de acessibilidade as pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741, de 1° de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Com a aprovação do projeto buscar-se-á apoio da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) para tradução em libras e áudio descrição do material áudio visual produzido a ser distribuído para as escolas públicas da região de Anapu, Altamira e municípios vizinhos. Serão produzidos vídeos documentando a festividade. Estes vídeos serão publicados em redes sociais, sites, mídias locais e principalmente, serão disponibilizados para escolas públicas municipais e estaduais do estado do Pará. Nestes vídeos será realizado o trabalho de tradução em libras e audiodescrição. No orçamento como: Intérprete de libras e Audiodescrição. Mesmo que aconteça ancestralmente e em Terra Indígena, o festival se trata de um produto cultural, desta forma, seguindo a orientação da Lei nº 13.146, de 2015, no artigo 43, inciso III, que diz que todos os produtos culturais devem “III - assegurar a participação da pessoa com deficiência em jogos e atividades recreativas, esportivas, de lazer, culturais e artísticas, inclusive no sistema escolar, em igualdade de condições com as demais pessoas.” Desta forma, a equipe diretora deste projeto se compromete à realizar todos as adaptações, assim como realizar a contratação dos devidos profissionais para assegurar que as pessoas com deficiência possam aproveitar do festival em igualdade de condições com as demais pessoas. Para o público de educandos e educadores das escolas publicas municipais e federais do Pará, será realizado o trabalho de tradução da língua indígena para o Português e também a tradução em libras e áudio descrição.
Para atender às orientações do art. 23 da IN nº 01/2022, o projeto assume que realizara às seguintes medidas de democratização do acesso conforme o inciso I: b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; c) a eventual transferência de quantitativos não utilizados previstos na alínea "b" do inciso I será permitida em até cinco por cento para distribuição gratuita por incentivadores patrocinadores em quantidade proporcional ao investimento efetuado, conforme art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; d) até dez por cento para distribuição gratuita promocional pelo proponente; Todos os produtos que serão executados através deste projeto serão destinados gratuitamente ao público alvo. Também atenderá ao art. 24 da IN nº 01/2022, no que estabelece os incisos: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários. Será produzido documentário registrando toda a festividade e o mesmo será destinado às escolas públicas municipais e estaduais do estado do Pará, direcionado ao público infantil e infanto juvenil gratuitamente. A assessoria de comunicação fará o devido convite e autorização às mídias locais para fruição, fotografia e registro audiovisual do evento, tal qual, a sua veiculação e divulgação.
BEP KAMATI XIKRIN – REGISTRO GERAL: 4240524 Coordenador Geral. Bep tem experiência em organização dos eventos nos territórios indígenas em gestão financeira e tem fluência como tradutor da língua indígena. Neste projeto atuará como Produtor Executivo e desempenhará as seguintes atividades: 1 - Assistente Financeiro.2 - Tradutor da língua indígena. 3 - Coordenação geral de todas as etapas do projeto. 4 - Coordenação de todos as pessoas da equipe. ROBSON SANTOS DA CONCEICAO – CPF: 00225300290. Produtor Executivo. Robson tem experiência na área de gestão de projetos. Já coordenou a logística dos grupos técnicos responsáveis pelos programas do plano básico ambiental da UHE BELO MONTE, como programa de patrimônio cultural material e imaterial das Terras Indígena Tricheira Bacaja, da etnia Xikrin. Se tornou o representante da associação perante o município e perante o relacionamento dos Xikrins com as outras aldeias e comunidades. Coordena as atividades, organiza os eventos, faz a logística e monitora o andamento das ações. Neste projeto atuará como Produtor Executivo e desempenhará as seguintes atividades: 1- Fazer a comunicação com os membros da equipe 2- selecionar pessoal para agregar na equipe 3- definir o cronograma do evento, alinhado com os demais membros da equipe 4- definir o modelos de convites e convidados alinhado com os demais membros da equipe. SILVIA SANTOS COELHO - CPF: 279.368.478.39. Produtora Executiva Coordenadora Cultural com experiência em projetos culturais e artísticos. Ressalta-se sua experiência na Coordenação da ABEX – Associação Bebô Xikrin do Bacajá dos projetos culturais O kwyrykang realizado na aldeia Patkrô (2016) e aldeia Krimey (2017) e na Coordenação do projeto Cultural associação Bere Xikrin do Bacajpa aldeia Kran (2019). Neste projeto, enquanto Produtora Cultural desempenhará as seguintes funções: 1- Coordenar toda a logística dos participantes, oficineiros e rituais do evento. 2- Realizar a aquisição de materiais e equipamentos do projeto. 3- alinhar as metodologia das oficinas com os demais membros da equipe. JOSEANE NOGUEIRA LUIZ – CPF: 076.624,426-16 Coordenação de Comunicação Formada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto há 11 anos, Joseane se especializou em produção e gestão cultural. Já aprovou e captou recursos para diversos projetos em lei de incentivo à cultura, assim como, já idealizou eventos e projetos como: I, II e III FITIL – Festival Itinerante de Teatro Infantil, Circulação Poemas e Grinaldas pela Estrada Real, I, II e III Sarauê do Garoto Cidadão – Fundação CSN, dentre outros. Atualmente Joseane é funcionária da Fundação CSN, e realiza um importante trabalho como mentora e professora de produção cultural para artistas, educadores, esportistas e produtores. Neste projeto, desenvolverá as seguintes funções:1 - Coordenação de comunicação.2 - Coordenação de toda a equipe que fará a comunicação do evento; 3 - Contato entre empresa, coordenação do projeto e Secretaria especial de Cultura.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.