| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 09095183000140 | Energisa Paraíba - Distribuidora de Energia S.A | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 13009717000146 | BANCO DO ESTADO DE SERGIPE S/A | 1900-01-01 | R$ 90,0 mil |
| 11224696000156 | CONSTRUTOR DE VENDAS SA | 1900-01-01 | R$ 36,9 mil |
| ***840795** | ALESSIO DE OLIVEIRA REZENDE | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***972405** | DEBORA CARDOSO CAVALHER REZENDE | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***155039** | SUSIELLYN HIROMI KOHMOTO | 1900-01-01 | R$ 700,00 |
| ***492405** | NOEMI LEITE LIMA | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***964695** | ERIKA DE LIMA CUNHA | 1900-01-01 | R$ 400,00 |
| ***876174** | João Ferreira da Silva | 1900-01-01 | R$ 295,00 |
| ***923085** | CRISTIANE ARAUJO SANTANA | 1900-01-01 | R$ 100,00 |
| ***563075** | Leila Santana Cruz | 1900-01-01 | R$ 1,00 |
O Orquestra Jovem é um projeto sócio educacional que tem por missão oferecer formação musical e artística de excelência de música clássica, erudita e popular, através da realização de aulas de instrumentos de cordas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo), teoria musical, canto coral, musicalização, percussão e instrumentos de sopro (flauta doce, flauta transversal, flautin, clarinete, oboé e fagote), além da realização de apresentações musicais, proporcionando desenvolvimento pessoal e criando oportunidades de profissionalização, através da inclusão social por meio da arte, cultura e educação a crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social.
Recitais, visitas e participações especiais Como parte integrante do ensino e evolução de seu conhecimento e ascensão sociocultural e de alguma forma incentivar os alunos a se expressarem perante o público, são organizados encontros presididos por convidados externos à OJSE, como os já realizados com a participação do maestro Helder Trefzger da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, o violoncelista francês Antoine Gramont, a maestrina Mônica Gardini, o maestro Marcos Araújo e ainda com mais de 8 participações de alunos destaques da Orquestra Jovem de Sergipe em concertos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE). Desta forma, são organizados recitais e pequenas apresentações nos quais os alunos interpretavam as peças aprendidas na sala de aula para os colegas e também para a comunidade escolar, realizadas no espaço do Colégio Vitória de Santa Maria e no auditório do CRAS do 17 de Março.
Objetivo Geral Promover a inclusão social, cultural e econômica de 280 crianças, adolescentes e jovens, através da realização de aulas de música clássica, atuando na formação de cidadãos conscientes e criativos, expandindo sua percepção intelectual e de incentivo ao acesso a outras expressões artísticas, cumprindo a previsão do inciso VI do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021 "fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade"; Objetivos Específicos Realizar formação na área de música clássica e popular, buscando desenvolver e potencializar a musicalidade, a percepção musical e o desenvolvimento do trabalho em equipe para 280 crianças, adolescentes e jovens, com idades entre 06 (seis) e 18 (dezoito) anos, ocupando-os com atividades lúdicas e educativas, através da oferta de aulas de música durante 10 (dez) meses nas comunidades periféricas do Santa Maria e 17 de Março. No produto "Instrumento Musical - Aquisição" adquirir 10 novos instrumentos, com o objetivo de ampliar as turmas e possibilitar a expansão de alunos que já estão no projeto possam iniciar o aprendizado em outros instrumentos, bem como realizar a compra de materiais para a sua manutenção e boa utilização como palhetas, arcos e breu e contratar serviço de manutenção de instrumento, para garantir sua conservação e funcionamento. No produto "Apresentações musicais" - realizar ao longo da execução do projeto 20 (vinte) apresentações musicais, para proporcionar acesso à cultura tanto dos jovens envolvidos, como da comunidade em geral, através de apresentações em locais públicos como universidades, museus e parques, de forma gratuita. No produto "Apresentações musicais" - levar moradores da comunidade e familiares dos alunos às apresentações públicas do "Orquestra Jovem", em locais representativos da Grande Aracaju, como teatros, através da locação de 6 (seis) ônibus, com o objetivo de incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, conforme o inciso V, art. 2, do Decreto 10.755, de 2021, além de estimular o orgulho da comunidade por sua produção local. No produto "Contrapartida Social" - realizar 4 (quatro) Master Class, com ministrantes convidados, de forma prioritariamente presencial, com acesso gratuito, com foco em atingir 160 participantes que sejam interessados no tema, que façam parte de alguma escola de música, mas que não sejam alunos do projeto, totalizando 27 horas de carga horária. No produto "Contrapartida Social" - Realizar 3 (três) oficinas de música, sendo elas percussão, musicalização e coral, em escola pública, para alunos e professores, com foco de atingir 90 (noventa) participantes, com ou sem contato anterior com o aprendizado de música, contemplando também o público da terceira infância, totalizando 19 horas de carga horária. No produto "Contrapartida Social" - Realizar 46 horas de atividades formativas.
O projeto busca atingir como objetivo o que prevê a alínea c, do inciso I, do Art 3º da Lei 8313/91, que é a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos, garantindo o incentivado a formação artística e cultural dessas crianças, adolescentes e jovens. Além do disposto na alínea a, do inciso IV, do Art 3º da Lei 8313/91, que é distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, pois as apresentações da orquestra são realizadas de maneira gratuita para o público em geral. Dessa forma, o projeto se enquadra ainda nos dispostos do inciso I do Art 1º da Lei 8313/91, que é contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Bem como o inciso VIII do Art 1º da Lei 8313/91, estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Iniciado em março de 2014, o Projeto Orquestra Jovem de Sergipe ocupa o tempo ocioso de crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social dos Bairros Santa Maria e 17 de Março, bairros esses, marcados por altos índices de violência e exclusão social. Ampliando e estimulando o conhecimento dos bens e valores culturais, por meio da disseminação da música e da educação musical, tanto na comunidade local quanto no público em geral, permitindo uma maior visibilidade do talento dos jovens sergipanos que fazem parte da Orquestra Jovem de Sergipe. Recentemente foi iniciado um processo de inserção de outros naipes (sopros), que de forma gradativa transformou a Orquestra Jovem numa orquestra completa. Foi inserido os nstrumentos da família das madeiras (clarinetes, oboé e fagotes). Bem como ampliação de outros naipes, mediante a oferta de curso no turno da manhã. Restruturamos o número de outros naipes, para então formar este novo curso. 45 violinos, 28 violas, 20 violoncelos, 10 contrabaixos, 8 flautas doces, 10 flautas transversais, 8 clarinetes, 3 fagotes, 3 oboés, 40 alunos de percussão, 50 de musicalização e coral com 55 vozes. Totalizando 280 alunos e alunas. Além das apresentações completas da orquestra, são montados pequenos grupos com formações de quintetos, coro, entre outros. Possibilitando mais acesso cultural para o público em geral, bem como novas possibilidades de aperfeiçoamento das aulas através do estímulo e desafio que essas apresentações representam para todos os alunos. A possibilidade de captação de recursos via dedução fiscal para a realização desse projeto, permite que a instituição possa sensibilizar possíveis patrocinadores, para que seja possível manter o polo Santa Maria/17 de Março e em novas edições ampliar ainda mais sua atuação cultural para outros bairros da capital que também apresentem índices de baixo desenvolvimento econômico e cultural. Garantindo assim a amplitude das suas ações e contribuindo, através de diferentes atividades artísticas culturais e educacionais, para a valorização e promoção da difusão cultural no estado de Sergipe.
A Contrapartida Social será a realização de atividades formativas denominadas masterclass e oficinas. A ação educativa denominada MasterClass e será realizada prioritariamente presencialmente e gratuitamente, destinadas a alunos e professores de instituições de ensino, principalmente públicas, e visam conscientização para a importância da arte e da cultura por intermédio do produto cultural do projeto. Serão ministradas por professores convidados. O público alvo será estudantes e professores de instituições públicas de ensino, em sua maioria, das redes de ensino público municipal, estadual e federal, como prevê o parágrafo 2º do Art. 22 da Instrução Normativa n. 02/2019 - 50% (cinquenta por cento). 1. Masterclass de Violino, com a professora Suellen Cristina Mendonça Lima, bacharel em música da Unicamp e mestrado pela Universidade do Novo México nos EUA, atual Violinista da Sinfônica de Goiás. O masterclass será realizado de forma on-line com temática “Violino e consciência corporal”, onde será ressaltada a importância da relação entre o instrumento e o corpo. Para isso, a principal ferramenta abordada será a Técnica de Alexander. Serão divididos em 3 módulos (1 por mês), composto de 03 horas da cada módulo. Carga horária total de 9 horas. Os módulos serão disponibilizados não apenas para alunos do projeto, como também aberto a toda a comunidade de forma geral, mediante inscrição prévia. Pretende-se atingir 60 pessoas com esta ação. 2. Masterclass de Clarinete, com o professor Felipe Freitas, Bacharel em música pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e mestrado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atualmente é doutorando do programa de Pós-Graduação em música da UFBA e músico da Orquestra Sinfônica de Sergipe. O masterclass será realizado de forma presencial (Instituto Rahamim), com o tema: “Estratégias de improvisação por meio de cantigas de capoeira na iniciação em clarineta”. Será realizado em 1 encontro, num período de 3 horas. Pretende-se atingir 20 alunos de escolas públicas. 3. Masterclass de Fagote, com o professor Luiz Henrique Oliveira, Bacharel em Fagote pela Universidade Estadual do Pará (UEPA), atual primeiro Fagote da Orquestra Sinfônica de Sergipe. O masterclass será realizado de forma presencial (Instituto Rahamim), com o tema: “a base do Fagote”. Neles serão abordados os primeiros passos no instrumento, como a postura e também um módulo específico sobre a confecção de palhetas. Serão divididos em 3 Módulos, 1 a cada trimestre, com duração de 4 horas em cada módulo. Carga horária total de 12 horas. Pretende-se alcançar um público de 20 alunos, aberto a escolas, projetos sociais, igrejas, entre outros. 4. Masterclass de percussão, com o professor Odílio Uerlei Martins Saminêz, Graduado em Licenciatura em Música pela Universidade de Sergipe (UFS). Atualmente é professor e coordenador do Grupo de Percussão do Conservatório de Música de Sergipe. O masterclass será realizado de forma presencial (Espaço Cuidar) com o tema: “Percussão”. Será realizado em 1 encontro, num período de 3 horas. Pretende-se atingir 60 alunos, aberto a alunos do projeto, escolas públicas, projetos sociais, igrejas, entre outros. 5. Oficina de percussão, em escola pública, com carga horária de 7h, 30 vagas , faixa etária dos alunos de 7 anos aos 16 anos. A oficina será ministrada por Kelvin Cruz, professor da Orquestra. 6. Oficina de musicalização, em escola pública, com carga horária de 6h, 30 vagas, faixa etária dos 6 anos aos 9 anos. A oficina será ministrada por Carol Freitas, professora da Orquestra. 7. Oficina de coral, em escola pública, com carga horária de 6h, com 30 vagas, faixa etária dos 10 aos 16 anos. A oficina será ministrada pela Professora Ada Lacerda. Total de público esperado na masterclass: 160 alunos. Total de público esperado nas oficinas: 90 alunos. Todos os professores são convidados e participam de forma gratuita.Apesar da CONTRAPARTIDA SOCIAL ser dispensada para projetos de acesso inteiramente gratuitos, como é o caso do Orquestra Jovem, onde desde o acesso ao curso, quanto o acesso da população aos produtos é interamente gratuito, compreendemos a importância de ampliar o acesso da população a atividades formativas.
No planejamento geral do projeto estão previstas rubricas destinadas à acessibilidade como as contratações de intérprete de libras e narrador de audiodescrição. Essas medidas estão previstas tanto no produto principal "Curso / Oficina / Estágio", que é a realização do curso em música, quanto nas apresentações musicais e na contrapartida social. As demais medidas de acessibilidade, como adequação dos espaços, já foram realizadas, tal como rampa de acesso, salas adaptadas, banheiros adaptados, ou são viabilizadas através de parceria com instituições especializadas, sem custos previstos no projeto.. Produto "Curso / Oficina / Estágio"Acessibilidade física: Os locais onde a Orquestra Jovem de Sergipe realiza suas atividades são dotados de medidas de acessibilidade, como rampas de acesso, sinalização e banheiro adaptado, deste modo, o projeto é apto a receber alunos com deficiência de mobilidade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Prevemos a contratação de intérprete de libras para o projeto e para as apresentações musicais. Acessibilidade para deficientes visuais: Através de parceria com entidade que atende deficientes visuais, buscaremos implementar oficinas de musicalização para atender os assistidos. Outras: No projeto recebemos dois alunos com autismo, auxiliando na integração social. Nos produtos "Apresentações Musicais": Acessibilidade física: Os locais onde a Orquestra Jovem de Sergipe realiza suas apresentações são dotados de medidas de acessibilidade, como rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados e sinalização. Acessibilidade para deficientes auditivos: Em nossas apresentações teremos a participação de um intérprete de libras, para facilitar o entendimento dos deficientes auditivos. Acessibilidade para deficientes visuais: Realizamos parceirias com entidades como a ADEVISE – Associação dos Deficientes Visuais de Sergipe, com o intuíto de levar a experiência musical, em seus espacos, a portadores de deficiência visual. No produto "contrapartida social": Acessibilidade física: as atividades fomativas serão realizadas em espaços dotados de medidas de acessibilidade, como rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados e sinalização. Acessibilidade para deficientes auditivos: As masterclass terão interpréte de libras.
Conforme Instrução Normativa 01, de 4 de fevereiro de 2022, cumprimos com as seguintes medidas de ampliação de acesso: "II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição"” São disponibilizados na Internet vídeos da ORSE. Há um canal no Youtube "Orquestra Jovem de Sergipe", com apresentações, palestras e as MasterClass realizadas integralmente. Na nossa plataforma "Espia a Gente" está disponível o concerto especial de Dia das Crianças e novos conteúdos que serão produzidos serão inseridos nas plataformas. III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; É permitida a captação de imagens, bem como é estimulada a difusão da Orquestra nas mídias.. IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: "b) cursos, masterclasses ou Q&A educacionais de 40 horas/aula com certificado de curso livre" Serão realizadas 04 masterclasses como contrapartida social, aberta à comunidade, prioritariamente alunos de escolas públicas e professores. Serão ofertadas 03 oficinas de iniciação musical, em escolas públicas, aberta à comunidade, prioritariamente alunos de escolas públicas e professores. "g) bolsas de estudo, estágio ou trainee a estudantes da rede pública de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais." O projeto prevê acesso às aulas de música, a alunos de escolas públicas, com toda estrutura para sua permanência (bolsa, instrumento, material). "e) concertos sinfônicos abertos ou sessões de cinema abertas em zonas periféricas com ação educativa para a formação de plateias". São realizados concertos públicos nas comunidades, gerando acesso da população à música clássica, bem como os pais dos alunos são levados a concertos especiais, como os que acontecem nos principais teatros da cidade, com transporte locado no projeto, permitindo que eles tenham acesso, elevação da autoestima e orgulho de seus filhos e fortalecendo as relações familiares.
A equipe fixa do Instituto Banese é responsável pela apresentação e captação de recursos para o projeto junto aos patrocinadores. Gerencia de maneira administrativa-financeira o projeto, bem como é responsável pelo acompanhamento da sua execução, tanto em sala de aula como em suas apresentações, viabilizando todas as demandas para a plena execução do projeto. A equipe do Instituto Banese não é remunerada por essa atividade. Equipe Instituto Banese Ezio Déda - Diretor Superintendente do Instituto Banese É o Diretor Superintendente da instituição, responsável pela apresentação do projeto a patrocinadores e possíveis parceiros do projeto. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Tiradentes (UNIT), pós-graduado em Desenho, Registro e Memória pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Tiradentes. É membro do Conselho Editorial da Editora do Diário Oficial do Estado de Sergipe. Além de curador de diversas exposições, desenvolve projetos museais mesclando linguagens artísticas multidisciplinares e tecnológicas. Desde 2012 é Diretor Superintendente do Instituto Banese, responsável pela gestão do Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda e ainda de projetos realizados pela instituição. Leila Santana Cruz - Diretora Administrativa e Financeira É a Diretora Administrativa e Financeira da instituição e fica responsável por toda a tramitação financeira do projeto, como pagamentos e compra de materiais, bem como a prestação de contas financeira. Graduada em Administração pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) e com MBA em Finanças coorporativas, auditoria e controladoria pela Universidade Tiradentes (UNIT), e pós graduação in company do Banese - MBA em Liderança e Gestão de Pessoas, realizado pela Universidade Tiradentes (UNIT). Formada em Direito na Faculdade Pio Décimo. Atua no Instituto Banese na área administrativa e financeira desde 2012, já foi coordenadora e em setembro de 2017, passou a exercer a função de diretora da mesma área. Gere toda a execução administrativa e financeira do Instituto Banese bem como dos projetos realizados, no que se refere a contratos, pessoal e financeiro. Celiene Lima - Diretora de Programas e Projetos. Responsável pela concepção e acompanhamento de atividades de projetos executados pelo Instituto Banese / Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda, no tocante à realização de atividades culturais e museais. Mestra pelo Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Cinema e graduada em Comunicação Social/Rádio e TV, ambos pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Atuou na área de audiovisual em produtoras e assessoria de comunicação e marketing em órgãos públicos e festival de cinema. Diretora da Aperipê TV, televisão educativa local, filiada à TV Brasil (2008-2011); Foi Analista Técnica em Gestão Cultural no Projeto de Elaboração do Plano Estadual de Cultura de Sergipe, através de convênio firmado entre estados, Ministério da Cultura (MinC) e a Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC/FUNJAB (2012- 2013); Diretora do Núcleo de Projetos e Difusão Cultural - na Secretaria de Estado da Cultura - Secult SE (2013- 2015), atuando na coordenação e execução de projetos e eventos, além da articulação institucional e coordenação dos Pontos de Cultura do Estado de Sergipe. É membro do Conselho Estadual de Cultura. Desde junho de 2015 faz parte do quadro da instituição, tendo atuado como Produtora e Coordenadora de Programas e Projetos, em abril de 2021 assumiu a função de diretora da área. Eduardo Lucas Santos Vieira - Coordenador de Programas e Projetos Arquiteto e Urbanista, formado pela Universidade Tiradentes – Unit (2016). Atua na Concepção e Desenvolvimento de Projetos Arquitetônicos, Urbanísticos, Ambientação, Cenografia e de Museografia para Pessoa Física e Jurídica. Foi membro da equipe executiva do novo conceito das Agências do Banco do Estado de Sergipe - Banese, assim como no projeto do Museu dos Povos Acreanos, no estado do Acre,juntamente com o escritório parceiro Ágora Arquitetos Associados. Equipe Orquestra Jovem Carlos Eder Souza Getirana - Coordenador Geral Atua no desenvolvimento geral das atividades do projeto, atendendo as demandas da equipe no que concerne às atividades cotidianas e nas apresentações em geral, bem como no acompanhamento administrativo do projeto. Assistente social formado pela Universidade Federal de Sergipe-UFS, tem experiência em trabalhos de atendimento social e cultural. Manuella de Miranda Vieira - Coodenadora de Comunicação. Jornalista formada pelo curso de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), em 2016. Técnica em Rádio e TV pelo curso do SENAC Sergipe, em 2019. Experiência em comunicação de projetos sociais desde 2012, com passagens pelo Instituto Recriando, Projeto Japaratuba em Rede e Projeto Orquestra Jovem de Sergipe. Repórter esportiva de rádio desde 2018. Gerenciamento de redes sociais desde 2018. Coordenador Pedagógico e maestro (18 horas) - Marcio Boer Bonifácio Iniciou seus estudos musicais através de sua mãe pianista Ester Mirian Bonifácio e aos 8 anos de idade, sob na classe de violino com o professor Denis Polachini (PR). Tem formação em violino pelo Conservatório Nacional de Lisboa (2009) sob orientação da professora polaca Bogumila Burfin. Nos anos de 2008 e 2009, dando continuidade a seus estudos, participou em diversas atividades, como a participação em cursos de música de câmara no norte de Portugal, sob coordenação do maestro francês Jean Marc Burfin e da professora Bogumila Burfin, bem como em concurso de sonatas realizado na Sala dos Espelhos do Palácio Foz e o 3º Concurso de Sonatas e Sonatinas em Lisboa, onde obteve Menção Honrosa. É Bacharel e Mestre em Arquitetura e Urbanismo desde 2013 pelo Instituto da Universidade de Lisboa (ISCTE-IUL), onde desenvolveu dissertação de mestrado em que abordou a relação entre a música e a arquitetura – “Arquitetura e Urbanismo Musical: Leitura de Lisboa em Si do Compositor Pedro Castanheira”, que foi defendida em 2013 e recebida pela banca examinadora com grande distinção. Novamente no Brasil, em 2014 e 2015, atuou como professor de violino do projeto social “Orquestra Jovem de Sergipe”, bem como músico violinista da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE). Em novembro de 2015, assumiu os cargos de coordenador pedagógico e maestro do projeto “Orquestra Jovem de Sergipe”, desenvolvendo o trabalho com 140 crianças e adolescentes. Professor de Teoria e Grupo de Câmera (15 horas) - Clodoaldo Nunes Silva Natural de Londrina, iniciou seus estudos de teoria, solfejo e regência com o renomado maestro Othonio Benvenuto. Tendo posteriormente aulas de violoncelo com a professora Maria Salete de Carvalho e Joel Costa. Participou do Festivais de Música com orientação dos professores Zigmunt Kubala, Andre Micheletti, Maria Alice Brandão e Guerra Vicente. Fez ainda masterclasses com Hugo Pilger e Ricardo Santoro e Kirill Bogatyrev. Em 2002 em Maringá, atuou em diversos grupos de cordas. Foi professor de violoncelo do Projeto Guri em Maringá de 2003 a 2006 e do curso de iniciação ao violoncelo do Projeto de Extensão da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Em 2007 e 2008 regeu o Coral Santa Cecília da Catedral Metropolitana de Londrina. Formou-se Bacharel em violoncelo em 2014 pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná com a professora Mª Alice Brandão. Atualmente é integrante do naipe de violoncelos da Orquestra Sinfônica de Sergipe, professor de violoncelo e regente da Orquestra Preparatória na Sociedade Filarmônica Nossa Senhora da Conceição (Itabaiana – SE). É professor de Teoria e regente dos grupos de câmera da Orquestra Jovem de Sergipe. Professor de Violino (15 horas) - Alisson Ancelmo No ano de 1998, inicia os estudos de violino com o professor Fabiano Santana Dias - atual Concertino da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE). Entre 2010 a 2013, Atuou como violinista na Orquestra Sinfônica da Universidade de Sergipe (OSUFS) e na Orquestra Filarmônica de Itabaiana, dando continuidade aos estudos de violino nesse referido período com o professor Márcio Rodrigues, Spalla à época da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE). É Bacharel em Engenharia de Petróleo e Gás pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Em 2014 atuou como monitor de violino e a partir de 2017 com professor de violino no projeto social “Orquestra Jovem de Sergipe”. Professor de Violino (15 horas) - Carlos Henrique Santos Santiago Estudou no Conservatório de Música de Sergipe (CMS) durante 11 anos onde atuou como solista interpretando o Concerto em Mi Maior, "La Primavera" e o Concerto em Lá Menor, de Vivaldi. Além disso, também teve aulas de violino com o boliviano Eduardo Campadello e buscou aprimorar a técnica tendo aulas com a violinista romena Ana Guitã. Entre 2009 e 2011 foi músico violinista na Orquestra Sinfônica de Itabaiana com a direção do maestro Ângelo Rafael sendo que no ano seguinte se tornaria Spalla e solista na Orquestra Sinfônica Vale do Cotinguiba (OSVC) com a direção do maestro Ion Bressan. Dando continuidade a carreira musical, atuou como músico violinista na Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) no ano de 2013 onde teve aula com o Spalla à época Márcio Rodrigues e o atual Concertino Fabiano Santana. De 2014 à 2016 assumiu o cargo de músico violinista na Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Sergipe (OSUFS) passando dentro desse período a atuar também como Spalla. A partir de 2016 até os dias de hoje atua como professor de violino no Projeto "Orquestra Jovem de Sergipe". Professor de Violoncelo (15 horas) - Mário Augusto Alves Peixoto Iniciou seus estudos em violoncelo no ano 1999, no “Projeto de Câmara nas Escolas Públicas” (Escola Viva), em Fortaleza (Ceará). Lá teve suas primeiras aulas de violoncelo, com o professor Jorge Lima, e de formação camerística, com o professor Gutemberg Pereira. Entre os anos 2000 e 2003 participou das edições do “Festival Internacional Eleazar de Carvalho”, sob orientação dos mestres Juarez Johnson (BR), Silvia Games (AR) e Rebeca Patterson (USA). Participou também da “Workshop para Violoncelo” ministrado pelo professor Walter Michael Vollhardt (Friburgo/Alemanha). Busca constantemente ter aulas particulares com grandes violoncelistas, como Calin Campos, Paulo Santoro, Fernando Brum, Samuel Oliveira, Francisco Orrú e Antoine Gramont. Participou ainda de diversas masterclass ministradas por nomes importantes do cenário musical: Antônio Lauro Del Claro, Nelson Campos, Pavel Gomziakov e Johannes Gramsch e outros. Em 2003 integrou a equipe da “Filarmônica do Ceará” (músico cache) e em 2004 passou a fazer parte do quadro de músicos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (músico cache), da qual tornou-se músico titular em 2005. Dá aulas particulares desde 2006 a crianças e jovens. Foi professor na escola CAM (Centro de Aprendizagem Musical) em 2016. É professor de violoncelo desde 2014 no projeto social “Orquestra Jovem de Sergipe”. Professor de Contrabaixo (15 horas) - Érik Barbosa Sarmento Iniciou seus estudos musicais no Contrabaixo em 2009 no projeto "Orquestra Vale do Continguiba". A partir de 2010 começou a fazer participação voluntária como contrabaixista da "Orquestra Sinfônica da UFS". Em 2012 Começou seus estudos no curso Licenciatura em Música na UFS, bem como passou a ter aula com Jair Maciel (Chefe de Naipe da Orquestra Sinfônica de Sergipe - ORSSE). Ainda em 2012 passou a fazer estágios regulares na ORSSE. Em 2014 passou a integrar a Orquestra Jovem de Sergipe como Instrutor de Contrabaixo. Em 2015 participou do Festival Internacional de Música de Santa Catarina tendo aula com o Professor Romeno, da Arizona University, Catalin Rotaru, bem como com o Professor francês Thibault Delor. Ainda em 2015 foi aprovado no concurso para contrabaixista efetivo da Orquestra Sinfônica de Sergipe. Em 2016 passou a integrar o quadro de professores do projeto "Orquestra Jovem de Sergipe" e arranjador do mesmo. Professor de sopros (madeiras) (15 horas) - Eder Levy Escudero Marques Iniciou seus estudos em flauta transversal em 1987, com o professor Jean Noel Sagahard na Escola Municipal de Música - SP. Formado em oboé em 2001 pela Escola Municipal de Música – SP, com os professores Benito Suarez Sanchez de oboé, Naomi Munakata de harmonia e o compositor Antônio Ribeiro de harmonia e contraponto entre outros. Em 2001 participou do IX Curso Internacional sobre o método Kodály realizado em São Paulo onde teve aulas com Carlos Miró, László Ördög e Marli Batista Ávila. Formado bacharel em oboé em 2007 na Universidade do Estado de São Paulo (UNESP), com os professores Arcádio Minczuk de oboé e música de câmara, o compositor Edson Zampronha de harmonia superior, Achille Picchi de analise musical, Peter Dauelsberg de música de câmara, Samuel Kerr de prática de regência entre outros. Formado em educação musical em 2018 na Universidade Federal de Sergipe (UFS) onde teve aulas com os professores João Liberato de flauta transversal e flauta doce, Daniel Nery de prática de regência entre outros. Desde 1996 tem se apresentado junto a orquestras e bandas como Orquestra Sinfônica de Santa Catarina, Orquestra Sinfônica de Americana, Orquestra de Câmara L'Estro Armonico, Orquestra de Câmara Paulista, Banda Sinfônica de Diadema, Banda Jazz Sinfônica de Diadema, Banda Sinfônica de Cubatão, Banda Sinfônica do Exército, Orquestra Sinfônica Jovem de Atibaia, Banda Sinfônica Primeiro Movimento. Participou de Master Class com os oboístas Andreas Witman, Alex Klein, Arcádio Minczuk, Kevin Vigneau e os flautistas Jean Noel Sagahard e Anders Ljungar-Chapelon. De 1996 até hoje, tocou sob a regência de maestros como: Roberto Farias, Emiliano Patarra, Benjamin Zander, Lazslo Marosi, Marcos Sadao Shirakawa, Mônica Giardini, Roberto Duarte, Roberto Tibiriça, Roberto Sion, Marcelo de Jesus entre outros. De 1996 até 2009, participou de diversos grupos de câmara como quintetos de sopros, trio de palhetas, trio de oboé, violino e piano, octetos de sopros e um grupo de música barroca. Desenvolveu atividades como professor de flauta, oboé e música de câmara na Casa da Música, mantida pela Prefeitura de Diadema – SP, nos anos de 1999 a 2001. Em 2004 e 2005, foi professor de música e flauta doce nas escolas municipais de Bom Jesus dos Perdões – SP. Desde 2009 toca oboé na Orquestra Sinfônica de Sergipe. Professora de Canto Coral (15 horas) - Ada Alves Da Silva Lacerda Graduada em Letras Português - Licenciatura Plena pela Universidade Tiradentes (2009). Graduada em Música – Licenciatura Plena em Educação Musical (2018) pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Aperfeiçoamento em Pós-Graduação em Pedagogia Musical pela Faculdade Pio Décimo. Formação em curso Básico e Técnico em Piano pelo Conservatório de Música de Sergipe. Desenvolveu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) abordando a criação e desenvolvimento do “Projeto Orquestra Jovem: Uma Experiência no Bairro Santa Maria”. Com experiência e atuação no ensino de Teclado e Órgão (1992 a 2018). Experiência de Ensino de flauta doce aos meninos carentes, pela Prefeitura de Monte Alegre de Sergipe (2008 a 2009). Ministra aulas Particulares de piano, Flauta doce e canto. Participou do coral da UFS (2011 a 2016) com Diversas Apresentações em Aracaju e cidades circunvizinhas. De 2014 a 2017, Atuou como Pianista e Instrutora de Canto Coral e em 2018 assumiu o cargo de Professora, desenvolvendo o trabalho com adolescentes e jovens, no Projeto Orquestra Jovem de Sergipe. Instrutora de Teoria e Canto Coral (11 horas) - Ana Carolina Schmidt Freitas Graduada em Licenciatura em música pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) em 2018 e concludente do último ano do curso técnico de violão clássico no Conservatório de Música de Sergipe. Durante a graduação foi representante de Aracaju no projeto de âmbito nacional “Brasil Musicantes”, coordenado pela Profa. Dra. Marisa Trench Fonterrada. Atua há cinco anos em escolas de ensino regular como educadora musical e na área da musicalização participou de cursos com Margareth Darezzo (SP), Luciana Nagumo (SP) e o integrante do grupo Barbatuques, Maurício Maas (SP). Em 2016, durante o estágio no Programa de Iniciação à Docência (PIBID), organizou o I Festival de Música do Colégio Djenal Tavares de Queiroz no Teatro Atheneu, sob a orientação da Profa. Dra. Maria Joselice e da Profa. Dra. Priscila Gambary. Em setembro de 2018 foi convidada pela coordenadora do Conservatório de Música, Simone Lima, a ministrar a palestra “Práticas musicais com bebês de 0 a 03 anos” e pelo seu orientador, Msc. Alessandro Pereira, a proferir a palestra “Ciranda dos equilibristas: Uma análise de três métodos brasileiros de violão para crianças sob a perspectiva da educação musical”, a qual foi o tema de seu trabalho de conclusão de curso na Universidade Federal de Sergipe. É professora de teoria musical e preparadora vocal no projeto “Orquestra Jovem de Sergipe” desde maio de 2018. Instrutor de Percussão (11 horas) - Kelvin Silva da Cruz Graduado em Licenciatura em música pela Universidade Federal de Sergipe em 2019. Iniciou os estudos de música aos 9 anos de idade, onde teve o primeiro contato com instrumentos de percussão e aulas particulares. Ao longo dos anos vem se profissionalizando, participando de cursos e palestras. Trabalha como músico e professor de música, atuando no cenário orquestral e popular, realizando shows e gravações com artistas locais, além de workshops de bateria e percussão. Em 2015 realizou workshops de música brasileira em Portugal, e desde então, tem desenvolvido pesquisas sobre a área da percussão, publicando artigos e até um livro voltado para o ensino de bateria em grupo para crianças, pela pró-reitoria de extensão da UFS. No ano de 2016 ingressou em várias orquestras do estado, como percussionista, sendo elas: Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Sergipe e Orquestra Sinfônica de Sergipe (músico convidado). Desde 2017 é professor de percussão no projeto “Orquestra Jovem de Sergipe”. Instrutor de Viola (avançado) (11 horas) – Jeffter Mello Nascido em Aracaju, iniciou o estudo de música em 2013 com o professor Tarcísio Dantas. Seu crescimento musical com a Viola ocorreu ingressando na OSUFS em 2016, junto ao maestro Daniel Nery, participando também em quartetos e quintetos no cenário musical sergipano. Atuou em alguns concertos com a ORSSE, sob regência do maestro Guilherme Mannis e dos maestros convidados Helder Trefzger e Edilson Ventureli, sendo músico estagiário e substituto. Participou de Master Class com o violinista e maestro Jean Reis e foi professor de viola e violino da escola de música Targues, sendo principal viola da orquestra de câmara. Atualmente, é discente na Universidade Claretiano no curso de Licenciatura em música e professor de viola da Orquestra Jovem de Sergipe Monitor de Violino (11 horas) - Emanuel Prado de Oliveira Iniciou seus estudos de violino em 2012 no CMS (conservatório de musica de Sergipe), onde teve como professor Wollner Monte Santo. Em 2013 e 2014 atuou como músico violinista na OSVC (Orquestra Vale do Cotinguiba) sobre a regência do maestro Ion Bressan e teve aula com Marcio Rodrigues spalla da ORSSE (Orquestra Sinfônica do Estado de Sergipe) e Tarcisio Dantas chefe de naipe dos segundos violinos da ORSSE. Em 2015 a 2016 atuou como professor de violino e musicalização na Escola de Música Magia do Som. Em 2016 e 2017 iniciou os estudos de piano com a Professora klese no Conservatório de Música de Sergipe. Neste mesmo ano, atuou como professor de violino e prática de conjunto no IBEM (Instituição Beneficente Emmanuel) e passou a ter aulas de violino com Marcio Boer Bonifácio (Maestro da Orquestra Jovem de Sergipe). Desde 2017 atua como monitor da “Orquestra Jovem de Sergipe”. Monitor de Violoncelo (11 horas) - Clariskennedy dos Santos Monteiro Iniciou seus estudos de violoncelo em 2014 sob orientação do professor Mário Peixoto no projeto Orquestra Jovem de Sergipe, direção do Maestro e violinista Márcio Rodrigues. Neste período também participou de masterclass com o renomado cellista Antônio Lauro del Claro. Em 2015 participou do primeiro ENVISE (Encontro de violoncelos de Sergipe) onde teve aulas com o violoncelista Francisco Orru. Desde 2016 passou a atuar como monitor da classe de violoncelo no Projeto Orquestra Jovem de Sergipe, mantendo aulas regulares de violoncelo com o professor Clodoaldo Nunes. Monitor de Viola (11 horas) – Valfrido Dos Santos Santana Começou os estudos na música no ano de 2002 na igreja com o professor Salatiel. No ano de 2010 decidiu aprimorar seus estudos na música e participou como violinista e professor voluntário na orquestra sinfônica de Itabaiana (OSI). Em 2007 teve aulas com o Márcio Rodrigues, spalla à epoca da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE). Em 2008 participou como violinista estagiário na Orquestra sinfônica de Sergipe (ORSSE). Em 2015 atuou como professor de violino e viola no IBEM (Instituição Beneficente Emmanuel), projeto intitulado: “Solo paganini”. Desde 2015, atua como Monitor de Viola no projeto Orquestra Jovem de Sergipe (ORJE). Em 2018 participou como músico voluntário da orquestra sinfônica da UFS (OSUFS) e em 2019 atua como professor de violino e viola no Instituto federal de Sergipe (IFS).
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.