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O presente projeto visa realizar uma exposição fotográfica que estabelecerá relações entre o Brasil do início do século XX e o Brasil da atualidade, tomando a instalação da infraestrutura de comunicações, os telégrafos no passado e a rede de internet 5G no presente, bem como realizar duas palestras culturais sobre o tema e publicar um ebook digital como material de apoio aos professores do ensino público como contrapartida social, mesmo o projeto sendo disponibilizado de forma totalmente gratuíta.
Exposição composta de painéis apresentando textos explicativos e imagens fotográficas reproduzidas em tamanho grande, em uma ambientação alusiva às paisagens dos locais representados pelas fotos. Essas, tanto podem ser registros históricos das expedições responsáveis pela instalação das linhas telegráficas, que hoje estão sob a guarda de instituições como o Museu do Índio, Museu Histórico Nacional e Instituto Fiocruz (todas localizadas no Rio de Janeiro), como imagens mais recentes, do acervo pessoal do fotógrafo Mario Friedlander (que reside no Mato Grosso). Estima-se, após a realização da pesquisa, a seleção e reprodução de 30 imagens históricas e 30 recentes, conforme orçamento apresentado.
OBJETIVO GERAL A exposição visa apresentar ao público em geral diálogos e confrontos entre dois tempos e estabelecer conexões entre passado e presente por meio de imagens fotográficas históricas e atuais. O projeto em tela está alinhado com os incisos I ao IV do artigo 2º do Decreto 10.755, descritos abaixo: "Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - Promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; (...)" OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Produto: 01 (uma) exposição fotográfica pelo período de 40 dias, e atingirá 1.966 (um mil, novecentos e sessenta e seis) pessoas; - Produto: 02 (duas) ações educacionais formadas por 2 (duas) palestras culturais com duração de 4h cada, atinentes a contrapartidas culturais e pela publicação de um ebook digital a ser disponibilizado aos professores da educação básica como material de apoio, atinente a contrapartida cultural.
O presente projeto visa difundir o patrimônio iconográfico conservado por instituições públicas brasileiras, reunindo e divulgando documentação bibliográfica e iconográfica que farão o público perceber a relevância do tema. A mostra será constituída por registros de instituições brasileiras que guardam imagens das Comissões Construtoras de Linhas Telegráficas lideradas por Cândido Rondon entre os anos de 1907 e 1916. Esta exposição será apresentada ao público, especialmente estudantes das redes pública e privada, com o objetivo de proporcionar reflexão acerca do passado e do futuro do país, além da oportunidade de conhecer parte de um precioso acervo iconográfico das primeiras décadas do século XX, provavelmente desconhecido de grande parte do público a ser atingido pela mostra. Este poderá ainda contrastá-las com imagens do fotógrafo e ambientalista Mario Friedlander, que vem registrando os mesmos locais do Cerrado e da Amazônia por onde passaram aquelas comissões. A exposição se justifica pela temática e pela oportunidade de dar acesso aos paranaenses a imagens pertencentes a acervos de outras localidades do país. Além disso, as fotografias selecionadas para a mostra passarão por tratamento e restauração, e uma cópia delas será entregue às instituições que as guardam, o que contribuirá para a sua preservação e incentivo de caráter histórico cultural. Salientamos que a presente proposta oferece um produto cultural e está em consonância com o Art. 1° da lei 8.313 nos seguintes itens: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto em cena também atende ao Art. 3° da Lei 8.313/1991, que dispõe que: "para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: (...) II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;" IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
A necessidade de adquirir passagens aéreas no presente projeto, se dá por conta de os organizadores do projeto residem em locais distantes daquele em que o projeto será executado, o projeto será executado na cidade de Curitiba/PR, e a coordenadora do projeto e responsável pelo projeto museográfico, Cláudia Vada, reside na cidade de São Paula/SP e o fotógrafo artístico reside em Cuiabá/MT. Ainda, os profissionais terão que se deslocar até a cidade de Rio de Janeiro/ RJ, pois as principais instituições detentoras dos acervos iconográfico e documentais, onde serão realizadas as pesquisas finais, encontram-se na cidade do Rio de Janeiro (Museu do Índio e FIOCRUZ), e a curadora e produtora executiva, Vitória Rodrigues e Silva, reside em Curitiba. Logo, os profissionais não poderão executar o presente projeto sem a prevermos rubrica destinada a locomoção.
NSA
EXPOSIÇÃO ARTÍSTICA Acessibilidade física: Rampas de acesso e guias táteis – instaladas no local da mostra. Item PO: A.R.T de Execução Acessibilidade Auditiva: NSA Item PO: NSA Acessibilidade Visual: Por meio de podcasts (via celular) serão apresentados os temas relevantes de cada núcleo da exposição Item PO: Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A acessibilidade visual será garantida por meio podcasts (via celular) serão apresentados os temas relevantes de cada núcleo da mostra Item PO: Audiodescrição
EXPOSIÇÃO ARTÍSTICA O acesso à exposição será gratuito, oferecendo oportunidades de participação dos alunos e público interessado. Além disso, atendendo a Instrução Normativa n° 01/2022, art. 24 tais como: II - Disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, solam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
Proponente / Gestor/ Coordenador: responsável por todo o processo decisório do projeto: Claudia Vada Souza Ferreira - Graduada em licenciatura plena em História pela PUC-SP, tendo cursado pós-graduação na mesma área e instituição, construiu toda sua trajetória profissional na capital paulista, na área de museus. Essa trajetória foi iniciada ainda durante o curso de graduação, no Museu da Casa Brasileira (1981- 1992), um dos museus sob responsabilidade da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Inicialmente atuou no serviço de monitoria, passando em seguida à função de pesquisadora de acervo e participante da organização e produção das exposições permanentes e temporárias. Após concurso, ocupou a Chefia Técnica, assumindo a responsabilidade pelo serviço de tombamento, documentação do acervo e elaboração de exposições. Nos três últimos anos na instituição, foi Diretora Técnica, sendo uma de suas atribuições coordenar as edições do “Prêmio MCB para Design”, importante premiação na área. Por curto espaço de tempo foi Técnica Especializada de Apoio ao Ensino e Pesquisa (Museus - Área Educacional) da Estação Ciência da USP (1992-1994), tendo aprofundado a experiência na coordenação da equipe do programa educacional. Em seguida, foi selecionada para ser a Coordenadora de Acervo (1994-2007) na Fundação Maria Luisa e Oscar Americano, função na qual elaborou e implantou os Programas de Documentação, Conservação e Segurança do Acervo, incluindo a responsabilidade pelo acompanhamento das obras cedidas por essa prestigiosa instituição para mostras internacionais, além de coordenar diversas exposições temporárias. Como Gerente Cultural (2008-2013) da mesma Fundação, foi responsável pela elaboração e coordenação de toda a programação da instituição, o que incluía a coordenação dos projetos incentivados junto ao MinC e ProAC. Nos últimos anos, assessorou projetos na área cultural e atualmente desenvolve o projeto ACERVO PRHOSA, de incentivo à leitura junto à comunidade frequentadora da Praça Horácio Sabino, na cidade de São Paulo. Vitória Rodrigues e Silva – Curadora e Produtora Executiva Com 40 anos de vida profissional, Vitória Rodrigues e Silva é historiadora com larga e diversificada experiência. Ainda como estudante de graduação na PUC-SP, começou sua carreira no setor artístico-cultural, trabalhando no Museu de Arte Sacra de São Paulo (1981-1987), onde chegou a ocupar a Chefia Técnica, depois de desenvolver ações especiais de atendimento ao público escolar e, já concursada, realizar trabalhos pesquisa e conservação do acervo. Em paralelo a essa atividade, começou a lecionar História em colégios da rede particular da capital paulista (1982- 1996), experiência ampliada posteriormente com trabalhos na área editorial de obras escolares. Ao mesmo tempo que atuou como editora da área de Ciências Humanas (1996 – 2003), lecionou em cursos superiores dedicados à formação de professores de História. Pouco antes de concluir o doutorado (2007) na USP, mudou-se para Curitiba, onde assumiu posições de gestão na área editorial e depois em um centro de pesquisas educacionais em uma instituição universitária. Em 2015 passou a desenvolver atividades de assessoria e consultoria por meio da Fundamento Assessoria, sempre na interface entre as áreas educacional e editorial. Ao longo desse tempo, escreveu e publicou livros infantis e para jovens. Mário Friedlander - fotógrafo especializado A atuação como ambientalista e conservacionista teve início na juventude, em 1982, colaborando em diversos projetos tanto públicos como do terceiro setor. Em 1985 começou suas atividades como fotógrafo e cineasta profissional, especializando-se em documentar a natureza, patrimônios arqueológicos e culturais do Mato Grosso e da Amazônia, bem como populações tradicionais dessas mesmas regiões. Atuou em dezenas de projetos culturais, incluindo publicações nacionais e internacionais, por meio dos quais se tornou referência na área. É reconhecido por associar profundo conhecimentos históricos, geográficos, antropológicos e ambientais a um olhar sensível e enorme refinamento estético, eternizado pelas lentes que o captura e registra. É também um andarilho contumaz, que já percorreu vastas extensões do nosso país e grandes porções da América do Sul. Paulista de nascimento, fincou raízes no Mato Grosso, mas se reconhece como um homem sem fronteiras. Nova NOTA: os demais profissionais/serviços para o desenvolvimento do projeto serão definidos quando o projeto captar recurso.
PROJETO ARQUIVADO.