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A presente proposta é um projeto de manutenção de parte das atividades do projeto Conexão do Bem, que há mais de 10 anos realiza cortejos musicais e teatrais em hospitais da rede pública de saúde. Essa será a quarta edição do projeto Novos Territórios, cuja realização foi bem sucedida nas edições anteriores. Pretende-se realizar cortejos mensais em hospitais públicos, durante 6 meses.
A Conexão do Bem é um movimento criado em 2012 que usa a arte para regenerar a saúde. O espetáculo "Novos territórios" foi criado num formato de cortejo que combina música e teatro para permitir a acessibilidade de pacientes hospitalizados e inspirar o resgate da energia vital dentro do hospital. O espetáculo/cortejo, que tem a duração de aproximadamente duas horas e meia, percorre diversas áreas do hospital e é construído de forma que possibilite a interação de todos aqueles que frequentam o ambiente hospitalar, independente da faixa etária ou classe social, seja paciente, acompanhante, médico, enfermeiro, técnico ou profissional de limpeza. A música e o teatro surgem como instrumento de horizontalização das relações e de expressão individual e coletiva.
O projeto social Conexão do Bem é um movimento artístico que realiza cortejos musicais e teatrais em unidades hospitalares da rede pública de saúde do Rio de Janeiro. O objetivo principal do grupo é usar o teatro e a música como ferramenta para restaurar a saúde e democratizar o acesso à arte e cultura na cidade. Dando prosseguimento ao sucesso das primeiras edições do Novos Territórios, a Botão Cultural e a ONG Conexão do Bem vêm, através do presente projeto, propor a continuidade do trabalho com a realização da 4ª edição do Novos Territórios. Serão ao todo 9 meses de produção do projeto, considerando 1 mês de pré-produção, 6 meses de produção e 2 meses de pós-produção. O objetivo principal do projeto é realizar apresentações mensais gratuitas em 6 unidades de saúde (sendo 4 delas na cidade do Rio de Janeiro, 01 em Niterói e 01 em Itaguaí), durante 6 meses, totalizando 36 intervenções artísticas em 6 unidades hospitalares da rede pública do Estado Rio de Janeiro (1 visita em cada hospital por mês). Para essa edição do Novos Territórios o cortejo contará (para além dos 5 atores/músicos da Conexão do Bem) com 2 artistas convidados, que participarão de 2 de cortejos mensais cada um. Em outras visitas o projeto já contou com a presença de George Sauma, Letícia Colin, entre outros. Uma intervenção artística do grupo é um cortejo itinerante de aproximadamente 2 horas e meia de duração, que acontece em (quase) todos os ambientes do hospital. São pequenas apresentações musicais/teatrais em sequência, que vão ocupando os ambientes, podendo ser nos quartos, corredores, triagem, ambulatórios e até nos elevadores. Cada pequena performance busca incluir o espectador na encenação deixando-o à vontade para cantar junto e/ou responder a uma dinâmica de jogo teatral junto dos atores-músicos. Normalmente os artistas iniciam as apresentações, cada um com o seu instrumento, tocando e cantando um número musical/teatral ensaiado, sempre atentos à possível participação dos espectadores que vão encontrando pelo caminho. O cortejo é uma performance viva, sempre disponível a se (re)adaptar e a receber interferências de novos participantes. Para manter essa vivacidade sempre presente, o coletivo mantém um cronograma de ensaios constantes para fomentar a criação e incrementar cada intervenção com novos jogos e/ou músicas. O público alvo principal do projeto abrange todos os envolvidos na estrutura hospitalar, sem segmentação de classe social ou faixa etária, incluindo pacientes, seus/suas acompanhantes, médicos(as), enfermeiros(as) e equipe técnica de apoio (segurança, limpeza, administrativo e afins). Portanto, são OBJETIVOS GERAIS do projeto 1. Utilizar a arte como ferramenta para a saúde social, física e mental, seja com fins terapêuticos, paliativos ou de bem estar; 2. Fomentar uma reflexão sobre humanização do ambiente hospitalar e a interferência da arte no tratamento de pacientes; 3. Colaborar diretamente com a democratização de acesso à arte e cultura; 4. Valorizar a arte como locomotiva para a transformação das relações humanas dentro e fora do ambiente hospitalar, transformando-a em instrumento fundamental para a prática da cidadania; 5. Ampliar, aprimorar e fortalecer o trabalho de pesquisa de linguagem realizado pelo grupo; 6. Incluir o(s) espectador(es) no jogo cênico, oferecendo a todos o lugar da cena como possibilidade de se expressar artisticamente; 7. Posicionar-se de forma responsável a favor da saúde pública de qualidade; 8. E, principalmente, colaborar com a efetiva melhora no quadro clínico e na qualidade de vida de pacientes, profissionais da saúde, acompanhantes, doadores de sangue, visitantes, funcionários e prestadores de serviço. O projeto pretende, portanto, realizar cortejos teatrais e musicais gratuitamente em unidades de saúde publicas do Rio de Janeiro. Entende-se que a proposta atende aos incisos listados abaixo do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. PRODUTO PRINCIPAL _ RIO DE JANEIRO: Realizar 24 intervenções artísticas gratuitas (4 por mês) em 4 hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro, RJ. Pretende-se alcançar 250 pessoas por cortejo, portanto 6.000 pessoas no total. 2. PRODUTO PRINCIPAL - NITERÓI: Realizar 06 intervenções artísticas gratuitas (1 por mês) em 1 hospitail público da cidade Niterói, RJ. Pretende-se alcançar 250 pessoas por cortejo, portanto 1.500 pessoas no total. 3. PRODUTO PRINCIPAL - ITAGUAÍ: Realizar 06 intervenções artísticas gratuitas (1 por mês) em 1 hospital público da cidade Itaguai, RJ. Pretende-se alcançar 250 pessoas por cortejo, portanto 1.500 pessoas no total.
A Conexão do Bem é um projeto de caráter artístico, cultural e social que tem como objetivo fomentar a expressão artística em locais com escassez da mesma. Para além disso, buscar através da manifestação artística _ de e baseada em produtos culturais nacionais e estrangeiros _ meios de proporcionar cura e qualidade de vida. O trabalho realizado pelo grupo incentivou a criação de um setor de humanização no hospital HEMORIO em 2013 que, desde então, é considerado fundamental no tratamento ao usuário do serviço de saúde. A Prefeitura e Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro também reconheceu a ação do Conexão do Bem como uma "prática, atividade e projeto nos campos da cultura, da arte, da comunicação e do conhecimento que promove transformações nos territórios em que são realizados" e, por isso, o projeto recebeu a chancela de Ação Local nos anos de 2015 e 2016. Atualmente, grupo é conhecido por desenvolver um trabalho de Cortejo Hospitalar cujo conceito busca ser uma forma de intervenção alternativa à figura do palhaço, com o objetivo máximo de inspirar as pessoas a viver. Nesses anos de atividade _ e a partir da pesquisa desenvolvida nesse período (principalmente no hospital base do projeto, o HEMORIO) _ o grupo aprimorou suas intervenções e aprendeu todos os pré requisitos e demandas da área da saúde, desde como lidar com os pacientes e prestadores de serviço a fatores técnicos do cotidiano hospitalar. Hoje o coletivo atende vários hospitais da cidade e conta em seu currículo com um certificado de reconhecimento da Secretaria de Saúde do Governo do Rio de Janeiro, da Fundação Saúde e do próprio Hemorio, pelo trabalho no Hemorio e por sua importância social em campanhas de doação de sangue no Estado do Rio de Janeiro. O presente projeto visa dar à Conexão do Bem meios para custear parte de suas atividades de 2023, possibilitar que o trabalho continuado que o coletivo vem desempenhando desde 2012 não seja interrompido e expandir as atividades para fora da cidade do Rio de Janeiro. Para além disso, vale mencionar o sucesso das primeiras edições do Novos Territórios. A 1ª edição se estendeu por 2019 e 2020, e contou principalmente com a expansão das atividades da Ong Conexão do Bem a 3 novos hospitais (Hospital Federal do Andaraí, Hospital Federal de Bonsucesso e Hospital Estadual da Criança). Na primeira fase do projeto, em 2019, foram realizadas 9 intervenções presenciais, 3 em cada hospital. Na segunda fase, em 2020, foi necessária uma readequação para adaptar as intervenções para formato virtual (por conta da pandemia do coronavírus). Nessa nova etapa foram produzidos 12 videoclipes, de dezembro de 2020 a março de 2021, que foram enviados semanalmente aos mesmos 3 hospitais participantes. A 2ª edição do Novos Territórios realizou 24 intervenções _ também em formato virtual, devido à pandemia do coronavírus _ em 4 hospitais da rede pública localizados no estado do Rio de Janeiro. E, por fim, a 3ª edição está prevista para o segundo semestre de 2022 com a volta dos cortejos presenciais nas unidades atendidas pelo projeto. Através desse ininterrupto trabalho de pesquisa desenvolvido, a Conexão do Bem acredita que está colaborando para a democratização da arte e da cultura, reativando em suas performances as potencialidades de se viver em sociedade e valorizando essas experiências como instrumentos fundamentais para a prática da cidadania. Para além disso, o grupo acredita estar desempenhando um papel ativo junto ao serviço público de saúde, seja auxiliando no processo de cura, seja despertando o interesse, por parte da população, da necessidade de se ter um serviço público de qualidade. Finalmente, afirmamos que as ações planejadas estão alinhadas e enquadradas nos termos da Lei 8.313/91, Art. 1º, nos incisos abaixo especificados: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. E, através dos objetivos descritos no presente projeto, pretende-se alcançar aqueles descritos no art. 3º da mesma lei, nos incisos e alíneas abaixo especificados: Inciso II, alínea C: realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Inciso II, alínea E: realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e Inciso IV, alínea A: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
O presente projeto prevê a realização de cortejos teatrais e musicais nas seguintes cidades: Rio de Janeiro, Niterói e Itaguaí. A sede e toda a infraestrutura de produção do projeto está localizada na cidade do Rio de Janeiro, que é próxima das 2 outras cidades atendidas. Dessa forma, não serão necessários gastos com passagens, pois todo o transporte da equipe poderá ser feito com a contratação de vans. Informações relevantes sobre a divulgação do projeto: · Os principais meios de divulgação do projeto serão as redes sociais da Conexão do Bem: facebook, instagram e youtube. Nelas, serão feitas postagens de conteúdo exclusivo do projeto com as logos dos patrocinadores; · Ao menos um cortejo por mês terá o acompanhamento de 1 fotografo e 1 videografista, responsáveis por fazerem registro fotográfico e em vídeo das intervenções. Esse material irá compor parte do conteúdo das redes sociais e newsletter, bem como relatórios de conclusão na prestação de contas; · Será produzido também 1 banner, a ser positivado na frente do hospital em dias de cortejo; · Durante os cortejos, todos os integrantes da equipe técnica/produção estarão usando camisas com as logos do projeto. Os artistas também estarão uniformizados quando não estiverem com os figurinos dos cortejos; · Será produzida 1 newsletter mensal informando todas as atividades realizadas pela Conexão do Bem no projeto. Esse newsletter é distribuído para todo o mailing de contatos do coletivo, que inclui seguidores cadastrados, apoiadores, patrocinadores e hospitais; · O projeto conta também com assessoria de imprensa para matérias em jornais, rádios e TVs.
OS CORTEJOS MUSICAIS Os cortejos são performances ao vivo realizadas de forma itinerante pelos hospitais contemplados seguindo o perfil técnico abaixo: · Integrantes da equipe: 5 artistas integrantes da Ong Conexão do Bem, 1 artista convidado (acompanham 2 cortejos por mês cada um) e 1 produtor(a) · Técnicos: 1 fotógrafo(a) e 1 videografista (Acompanham o cortejo 1 vez por mês) · Duração média: 2 horas e 30 minutos · Público: 250 pessoas alcançadas por cortejo, portanto 9.000 pessoas atingidas no projeto todo · Gênero: Performance teatral e musical · Valor do ingresso: Gratuito dentro dos hospitais · Público alvo: Pacientes, acompanhantes, médicos, enfermeiros e equipe de apoio (segurança, limpeza, administrativo e afins) dos hospitais
PRODUTO PRINCIPAL: Cortejos Musicais ACESSIBILIDADE FÍSICA: O trabalho da Conexão do Bem foca seu compromisso justamente com a acessibilidade das pessoas a arte e cultura. Todas as apresentações são itinerantes e acontecem dentro dos hospitais, visitando os pacientes e acompanhantes em seus leitos. Portanto, o espetáculo é levado até o público que se encontra no hospital e está impossibilitado de se locomover, seja por enfermidade temporária, ou condição permanente de saúde. Para além disso, os hospitais atendidos pelo projeto também contam com soluções de acessibilidade física, tais como rampas de acesso e elevadores, garantindo acesso a quaisquer portadores de deficiência. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica. DEFICIENTES AUDITIVOS: Com relação ao conteúdo, o projeto visa desenvolver (e já desenvolve desde 2012) atividades de acessibilidade individuais e personalizadas para cada paciente atendido. Os cortejos são ações praticamente individuais e intimistas de interação artística com os pacientes. Deficientes auditivos e/ou visuais são sempre convidados a participar da ação performática, que dura em média 3 minutos dentro de cada quarto do hospital. A atividade por si já é inclusiva em seu conteúdo, possibilitando a todos que participem e interajam em igual proporção, sendo deficientes ou não. Além disso, por tratar-se de um cortejo performativo, sua dinâmica é facilmente mutável, e busca sempre se ajustar ao jogo estabelecido com o público e promover interações diferentes com cada um. Sendo assim, do encontro com deficientes auditivos, nascerá uma interação mais cênica e de jogo visual do que musical. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Elenco Principal e Elenco Coadjuvante DEFICIENTES VISUAIS: Do encontro com um deficiente visual, nascerá uma interação mais musical e sensorial do que visual. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Elenco Principal e Elenco Coadjuvante PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Da mesma maneira que ocorre no encontro com pessoas com deficiência auditiva ou visuail, ao encontrar uma pessoa com alguma sindrome ou outra deficiência que gere limitações aos conteúdos, nascerá uma interação artística personalizada (como cantar as músicas mais baixo, usar apenas um instrumento, fazer interações mais calmas e com menos estímulos) possibilitando a participação do espectador, caso ele assim deseje. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Elenco Principal e Elenco Coadjuvante
Ao ocupar uma unidade hospitalar pública, o projeto atinge parcelas da população que estão em vulnerabilidade social, e com dificuldade ao acesso a manifestações artísticas e culturais, seja por dificuldade de locomoção, renda familiar reduzida, ou pouco tempo reservado ao lazer. O projeto leva teatro e música para dentro do hospital, geralmente espaços desprovidos de arte, auxiliando a garantia do direito de todos ao acesso à cultura. Para além disso, os cortejos são gratuitos e contemplam todas as pessoas que estão presentes no hospital público, desde profissionais terceirizados até pacientes (crianças e adultos) e seus acompanhantes, incluindo também médicos, enfermeiros e quaisquer outros profissionais que trabalhem nos hospitais. O projeto atende, assim, pessoas de diferentes contextos sociais e econômicos. Acreditamos, portanto, que o projeto tem grande responsabilidade social e ações de ampla democratização de acesso. Por ser totalmente gratuito e acontecer de forma itinerante dentro dos hospitais públicos, entende-se que a distribuição dos produtos respeita as exigências do artigo 23 da IN 01/2022, inclusive nos quesitos que envolvem disponibilização de transporte, pois são os artistas que se deslocam até o publico diretamente dentro dos hospitais. Vale ressaltar que o cortejo pode ser acompanhado por representantes de patrocinadores, incentivadores e doadores. Ainda por ser totalmente gratuito, entende-se que o projeto atende ao inciso VII do art. 24 da IN nº 01/2022, conforme abaixo: INCISO VII - comercializar além do previsto na alínea "e", inciso I do artigo 22 desta Instrução Normativa, no mínimo dez por cento em valores que não ultrapassem o preço do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; fazendo o uso deste mecanismo;
FICHA TÉCNICA: · Idealização: Felipe Haiut · Elenco: Felipe Haiut, Mag Pastori, Laura de Araujo, Nina Costa Reis e Pedro Nego · Direção Artística: Kadu Garcia · Direção de Produção: Juliana Trimer · Coordenação Geral e Gerenciamento admnistrativo financeiro: Bernardo Schlegel · Figurinista: Fernanda Garcia · Designer: Vanessa Tiomno · Registro videografico e edição de vídeos - Avec Filmes Os artistas convidados serão definidos na fase de pré-produção do projeto. Proponente: Bernardo Schlegel Função: Coordenação Geral Função: Gerenciamento Administrativo Financeiro (Atividade não remunerada) Ator e produtor, formado em artes cênicas (Unirio) e publicidade (UFRJ). Abriu a Agência Botão Cultural em 2012, tendo assinado a direção de produção de: “Se Não Agora, Quando? – Temporada Virtual” (Edital SECEC Lei Aldir Blanc, 2021), de Leonardo Hinckel; “Ana Fumaça Maria Memória” (Oi Futuro, 2019), de Marcela Andrade; “A Vida Ao Lado” (Prêmio FUNARTE Tônia Carrero, 2018), de Cristina Fagundes; “Neurótica” (Teatro Miguel Falabella, 2017), de Flávia Reis; “O Cara” (Teatro dos 4, 2016), com Paulo Mathias Jr.; "Hominus Brasilis" (várias temporadas e circulações, 2014-15; indicação ao Shell e Cesgranrio 2015), da Cia de Teatro Manual; “A Flor do Cerrado” (Teatro Maria Clara Machado, 2013), infantil do grupo Creche na Coxia; e “S.” (diversas temporadas 2010-12, 19 prêmios e 30+ indicações em festivais nacionais), de Marcela Andrade. Como ator, participou do Zorra (TV Globo, 2015-20), indicado ao Emmy Internacional 2016 de Melhor Comédia; e Ilha de Ferro (Globoplay, 2018-19). Kadu Garcia Função: Direção Artística Artista fundador do Grupo Roda Gigante, projeto que se dedica à pesquisa nas áreas de Arte, Saúde e Educação, realizando intervenções artísticas e educacionais em hospitais do RJ desde 2009. É assessor em arte-educação no curso de preceptoria da ABEM (Associação Brasileira de Educação Médica). FELIPE HAIUT Função: Idealizador e Elenco Ator e dramaturgo, formou-se em Cinema pela PUC-Rio. É idealizador do Conexão do Bem, movimento artístico que leva teatro e música para hospitais públicos da cidade. Atuou e escreveu a dramaturgia dos espetáculos A Cozinha e A Garagem, do projeto Nómada, que investe em experimentos artísticos vagamundo para site-specific. No cinema, fez os filmes “Aumenta que é Rock n roll” (2019) de Tomás Portella e “Vertigem” (2019) de Carol Jabor. Em 2015 e 2016, foi pesquisador do canal online Rio Live, do apresentador Bruno de Lucca, onde foi roteirista dos programas “Queimou a Largada” e “Acesso Livre”. Durante a pandemia do Covid-19, adaptou e produziu o longa-metragem “A Cozinha” para o cinema sob direção de Johnny Massaro, sendo o primeiro roteiro de longa metragem que assina sozinho. Ainda durante o período, idealizou e colaborou com os episódios do programa “Encontros do Bem”, um projeto de caráter artístico, cultural e social que tem como objetivo a produção audiovisual com foco em saúde e bem estar. Ao longo da vida atuou em 10 filmes curta e longa metragens, em 7 novelas e séries de canais abertos e streaming. JULIANA TRIMER Função: Diretora de Produção Bacharel em artes cênicas pela UNIRIO, seus trabalhos mais recentes como produtora são: SHOW DE VERÃO DA MANGUEIRA (2022), direção de Tulio Feliciano; 2022 (2022) show dirigido por Monique Gardenberg para a HBOMAX; BAILE PARTIMCUNDUM (2021), espetáculo infantil com direção de Renato Machado; ESCUTA QUE LÁ VEM A PEÇA (2021) ; podcast infantil dirigido por Diego de Abreu. Também fez a produção executiva dos espetáculos: UMA FRASE PARA MINHA MÃE(2020), de Ana Kfouri; DOGVILLE(2018-19), de Lars Von Trier e dir. de Zé Henrique de Paula; FIM DE CASO(2019), dir. Guilherme Piva, o infantil ANA FUMAÇA MARIA MEMÓRIA(2019), de Marcela Andrade; A VIDA NÃO É UM MUSICAL – O MUSICAL (2018), dir. Leandro Muniz e João Fonseca, e A VIDA AO LADO(2018), de Cristina Fagundes; AS COISAS, dir. Alexandre Boccanera; NEURÓTICA, com a comediante Flavia Reis; O CARA (2016), com Paulo Mathias Jr.; e HOMINUS BRASILIS (2014-15,), dir. Cia de Teatro Manual, indicada a Melhor Direção no Prêmio Shell 2014 PEDRO NÊGO Função: Elenco Começou a estudar guitarra aos 13 anos na escola de música Villa Lobos. No teatro, participou como músico das peças “Da Carta ao Pai” (2013), “Pesadelo” (2014), "Caranguejo Overdrive" e "Laio e Crísipo" d’Aquela Cia de Teatro (2015/16/17/18/19) “Tripas” (2017/18/19/20), Filhos d Medea (2019). Assinou a Direção Musical dos espetáculos "Pesadelo" (2014), "Tão Tão" do teatro O Tablado (2016) sendo indicado ao prêmio Zilka Salaberry como melhor direção musical, Belchior - O Musical (2019), Isso que você chama de lugar (2019) e Filhos d Medea (2019). Também compôs a Trilha Sonora das peças “Edward Bond para tempos conturbados” (2017), "Vácuo" (2018), "Gravidades" (2018) e A Menina do Kung Fu (2019). No cinema fez a Trilha Sonora do longa “B.O.” (2017) e “Álbum em Família (2021)” que foi selecionado para Mostra Competitiva do Festival de Gramado (2021). Coassinou a produção musical do EP "George Sauma Sozinho" e a direção musical de seu show (2019/20). É integrante da banda Choque do Magriça e sócio-fundador da ONG Conexão do Bem. NINA COSTA REIS Função: Elenco É diretora, atriz-cantora e performer. FORMAÇÃO: Artes Dramáticas na UniverCidade. IDEALIZADORA E CURADORA da Ocupação Ovárias, que está no seu quinto ano e foi indicada ao PRÊMIO SHELL na categoria "Projeto Inovação" em 2019. IDEALIZADORA E ARTISTA da ONG Conexão do Bem, atuante desde 2012, que faz teatro e música nos hospitais da rede pública da cidade do Rio de Janeiro. DIREÇÃO: “Cavalos”, 2019 a 2021; “Palavras de Mulheres”, 2021. TEATRO - IDEALIZADORA, ATRIZ E CANTORA: peça “Filhos D Medea”, direção Marco André Nunes, Sesc Copacabana, 2019 e peça-show “Ai de Mim”, direção Fabiano de Freitas, Tempo Festival 2017. ATUAÇÃO: “A Porta da Frente” de Julia Spadaccini, vencedor do Prêmio Shell 2013- direção Marco André Nunes, 2013 a 2015; “Boa Noite Professor” direção Julia Stockler e Lionel Fischer, 2016. MAG PASTORI Função: Elenco Formada em Teatro na UniverCidade. Atuou em peças como "Confissões de Adolescente" com direção de Matheus Souza, "A menina e o Vento" com direção de Cacá Mourthé, "Vianninha conta o Último Combate do Homem Comum" com direção de Aderbal Freire-Filho, “Quando as Pessoas Andam em Círculos” da Artesanal Cia de Teatro, entre outras. Participou do longa metragem "Confissões de Adolescente" com direção de Daniel Filho, “Aumenta que é Rock´n Roll” com direção de Tomas Portella e estreia prevista para 2019. Trabalhou como assistente de figurino nas peças "Uma Carta Perdida", "O Diabo não pode ser Pop" e “Edward Bond para Tempos Conturbados” e assinou o figurino da peça “Orinoco”. É figurinista do grupo musical e teatral Mulheres de Buço. É sócia-fundadora da ONG Conexão do Bem. LAURA ARAÚJO Função: Elenco Formada em Licenciatura em História na PUC Rio. Trabalha como atriz desde 2002. Foi Professora Assistente no Teatro O Tablado entre os anos de 2008 e 2013. Em 2013, exerceu as funções de Ass. de Preparação de Elenco no filme “Nise- o coração da loucura”, com direção de Roberto Berliner. Integrou o elenco d’Aquela Companhia de Teatro entre os anos 2004 e 2014, nos espetáculos: “Edypop”, “Outside- um musical noir”, “Lobo nº1 [A Estepe]”, entre outros. Assinou a assistência de direção dos espetáculos "A Porta da Frente" de Julia Spadaccini, com direção de Marco André Nunes e "Cara de Cavalo", d'Aquela Cia. de Teatro. Em 2017, dirigiu em parceria com Julia Stockler o espetáculo “Mulheres de Buço- uma peça show” e em 2018 repetiu a parceria desta vez no texto, assim como na direção da peça “Gravidades”, realizada pela Cia. Dupla de 3. Atuou no monólogo “A Fábrica de Cachorros”, com texto de Renata Corrêa em 2018 e 2019.
PROJETO ARQUIVADO.