Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 221506Apresentou prestação de contasMecenato

OFICINAS CULTURAIS - Forma��es e atividades educativas do Instituto RB

INSTITUTO RICARDO BRENNAND
Solicitado
R$ 500,0 mil
Aprovado
R$ 500,0 mil
Captado
R$ 500,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
04270778000171SANTANDER CORRETORA DE SEGUROS, INVESTIMENTOS E SERVICOS S.A.1900-01-01R$ 500,0 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ação educ-cult inc seminár, congresso, palestras
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2023-02-01
Término

Resumo

Este projeto consiste na realização de oficinas culturais de formação e educação nas artes, tendo como parâmento a visão da cultura global e a interatividade com o acervo do Instituto Ricardo Brennand. O projeto prevê ainda a realização de contrapartida social, voltada para alunos e professores de escolas públicas da região.

Sinopse

Oficinas e Palestras: MÓDULO I - PEÇA A PEÇA Surgiu com o intuito de provocar no público um olhar crítico sobre o acervo do museu e sobre a obra de arte em geral. A cada edição mensal, o Peça a Peça promove diálogos sobre um tema específico a partir de uma obra previamente escolhida pelo público, dentre três selecionadas do acervo. A programação inclui palestra envolvendo o tema da edição; leitura de obra com a compreensão do contexto artístico, histórico e social relacionado à peça eleita, oficinas com atividades artísticas ou/e atração cultural. Classificação etária livre MÓDULO II - CIME (Cinema, Museu e educação) É um projeto que associa uma produção audiovisual, geralmente um curta-metragem pernambucano, com algum tema ou peças do acervo do museu, para visita e debate. Acontece uma vez por mês, e temos um desdobramento, que ocorre com a comunidade do entorno do museu, o CiME na Praça. Classificação etária livre MÓDULO III - ENCONTRO DE ARTE E EDUCAÇÃO Encontro voltado para professores, pesquisadores, estudantes e agentes culturais que desenvolvem projetos na área de arte-educação. Tem o formato de palestra e aborda temas pertinentes à história da arte, educação, patrimônio, museologia, bem como questões de acessibilidade, inclusão e democratização em espaços culturais. Classificação etária livre MÓDULO IV - PONTES Articulação com utilização de práticas educativas no trabalho de integração entre o museu e a comunidade da Várzea. Por meio de atividades educativas e patrimoniais, e o desenvolvimento de ações conjuntas com os grupos comunitários e escolas, sobretudo. A ação continuada se desenvolve em três etapas: Visita do Educativo do Instituto RB ao grupo da comunidade participante da ação, com o intuito de coletar efornecer informações e promover diálogos, para um trabalho em conjunto. Seguido de visitação do grupo ao Instituto com mediação nas exposições e trabalho conjunto para o trabalho compartilhado, com o Educativo do Instituto RB. Por fim, temos a participação do grupo em algum dos eventos promovidos pelo setor Educativo do Instituto RB para apresentar o processo e o resultado do trabalho. Classificação etária livre MÓDULO V - MEDIAÇOES A Ação Educativa realiza mediações para público geral nos finais de semana em horários programados para público espontâneo, com grupos de até 50 pessoas. O agendamento dos grupos educacionais permite que eles possam realizar a visita com uma pessoa do Educativo, propondo conexões entre o acervo do Instituto RB com conteúdo do currículo escolar. Classificação etária livre MÓDULO VI - FORMAS DE OLHAR Curso em formato de extensão, que propõe formar, discutir e ampliar o olhar para o mundo das artes em geral. Considerando que a arte não é apenas ''sentimento sem mediação'' e que esta mediação pode ocorrer através da Filosofia, História, Antropologia e de Teorias e Críticas de Arte, o curso em caráter interdisciplinar e com o olhar multifacetado propõe contribuir sempre a partir das experiências uma nova crítica para o olhar. Nessa edição pretendemos trabalhar com o conceito de imagens sobreviventes. Classificação etária livre MÓDULO VII - PARA LER O Para Ler é um curso que se propõe a trabalhar uma obra, o pensamento de um autor ou uma corrente teórica filosófica. O curso tem por objetivo ajudar professores, profissionais de museus, artistas e estudiosos para se aprofundar e conhecer as ferramentas e conceitos fundamentais na área da cultura e da educação. Nessa edição pretendemos trabalhar com as biografias, escritos e manuscritos mais importantes desse período abordando sobre a história cultural na idade do ouro. Classificação etária livre

Objetivos

SÃO OBJETIVOS DESTE PROJETO: ESPECÍFICOS: 1) Realizar ações de formação e de educação nas artes, para 4.000 pessoas, de forma gratuita, ações estas divididades nos seguintes módulos: MÓDULO I - PEÇA A PEÇA Surgiu com o intuito de provocar no público um olhar crítico sobre o acervo do museu e sobre a obra de arte em geral. A cada edição mensal, o Peça a Peça promove diálogos sobre um tema específico a partir de uma obra previamente escolhida pelo público, dentre três selecionadas do acervo. A programação inclui palestra envolvendo o tema da edição; leitura de obra com a compreensão do contexto artístico, histórico e social relacionado à peça eleita, oficinas com atividades artísticas ou/e atração cultural. Serão 10 edições no ano, cada uma com capacidade para 100 pessoas. MÓDULO II - CIME (Cinema, Museu e educação) É um projeto que associa uma produção audiovisual, geralmente um curta-metragem pernambucano, com algum tema ou peças do acervo do museu, para visita e debate. Acontece uma vez por mês, e temos um desdobramento, que ocorre com a comunidade do entorno do museu, o CiME na Praça. Serão 08 edições no ano, cada uma com capacidade para 100 pessoas. MÓDULO III - ENCONTRO DE ARTE E EDUCAÇÃO Encontro voltado para professores, pesquisadores, estudantes e agentes culturais que desenvolvem projetos na área de arte-educação. Tem o formato de palestra e aborda temas pertinentes à história da arte, educação, patrimônio, museologia, bem como questões de acessibilidade, inclusão e democratização em espaços culturais. Será 01 edição no ano, com capacidade para 100 pessoas. MÓDULO IV - PONTES Articulação com utilização de práticas educativas no trabalho de integração entre o museu e a comunidade da Várzea. Por meio de atividades educativas e patrimoniais, e o desenvolvimento de ações conjuntas com os grupos comunitários e escolas, sobretudo. A ação continuada se desenvolve em três etapas: Visita do Educativo do Instituto RB ao grupo da comunidade participante da ação, com o intuito de coletar efornecer informações e promover diálogos, para um trabalho em conjunto. Seguido de visitação do grupo ao Instituto com mediação nas exposições e trabalho conjunto para o trabalho compartilhado, com o Educativo do Instituto RB. Por fim, temos a participação do grupo em algum dos eventos promovidos pelo setor Educativo do Instituto RB para apresentar o processo e o resultado do trabalho. Serão 02 edições no ano, cada uma com capacidade para 50 pessoas. MÓDULO V - MEDIAÇOES A Ação Educativa realiza mediações para público geral nos finais de semana em horários programados para público espontâneo, com grupos de até 50 pessoas. O agendamento dos grupos educacionais permite que eles possam realizar a visita com uma pessoa do Educativo, propondo conexões entre o acervo do Instituto RB com conteúdo do currículo escolar. Serão 40 edições no ano, cada uma com capacidade para 50 pessoas. 2) Realizar ações de formação e de educação nas artes, para 400 pessoas, ações estas divididades nos seguintes módulos e cobrança de ingressos: MÓDULO VI - FORMAS DE OLHAR Curso em formato de extensão, que propõe formar, discutir e ampliar o olhar para o mundo das artes em geral. Considerando que a arte não é apenas ''sentimento sem mediação'' e que esta mediação pode ocorrer através da Filosofia, História, Antropologia e de Teorias e Críticas de Arte, o curso em caráter interdisciplinar e com o olhar multifacetado propõe contribuir sempre a partir das experiências uma nova crítica para o olhar. Nessa edição pretendemos trabalhar com o conceito de imagens sobreviventes. Serão 02 edições no ano, cada uma com capacidade para 100 pessoas e vagas assim distribuídas: 50% bolsistas (sem cobrança de qualquer valor) 25% Ingressos com preço à R$ 200,00 (inteira) 25% Ingressos com preço à R$ 100,00 (meia) MÓDULO VII - PARA LER O Para Ler é um curso que se propõe a trabalhar uma obra, o pensamento de um autor ou uma corrente teórica filosófica. O curso tem por objetivo ajudar professores, profissionais de museus, artistas e estudiosos para se aprofundar e conhecer as ferramentas e conceitos fundamentais na área da cultura e da educação. Nessa edição pretendemos trabalhar com as biografias, escritos e manuscritos mais importantes desse período abordando sobre a história cultural na idade do ouro. Serão 02 edições no ano, cada uma com capacidade para 100 pessoas e vagas assim distribuídas: 50% bolsistas (sem cobrança de qualquer valor) 25% Ingressos com preço à R$ 200,00 (inteira) 25% Ingressos com preço à R$ 100,00 (meia) 3) Realizar Oficinas para alunos e professores de escolas públicas de Recife, denominada "Meu acervo afetivo". GERAIS: - Disseminar de forma democrática o acervo do Instituto Ricardo Brennand; - Educar pessoas em geral no mundo das artes e em parte da história da humanidade; - Art. 2º Na execução do PRONAC, teremos: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira - mostraremos a influência das invasões de povos diferentes na colonização do Brasil e como isto influenciou nossa sociedade de forma cultural; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais - 95% das vagas, serão ofertadas de forma gratuita; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade - através da oferta das oficinas e palestras deste projeto; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura - a divulgação boca a boca do resultado deste projeto, levando 4.400 pessoas às instalações do Instituto Ricardo Brennnand acarretará com certeza em um multiplicador institucional, formentado a visitação de novas pessoas ao local, incentivando a sua manutenção, preservação de seu acervo e empregos diretos e indiretos; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural - através da oferta das oficinas e palestras deste projeto; XII - apoiar as atividades culturais de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não - O Instituto Ricardo Brennand é um espaço cultural sem fins lucrativos inaugurado em 2002, que salvaguarda um valioso acervo artístico e histórico originário da coleção particular . Possui uma das mais modernas instalações museológicas do Brasil, abrangendo um complexo de edificações constituído pelo Museu Castelo São João (museu de armas brancas), Pinacoteca, Biblioteca, Auditório, Jardins das Esculturas e uma Galeria para exposições temporárias e eventos. O Instituto Ricardo Brennand custodia um acervo de caráter museológico, bibliográfico e arquivístico. Na Biblioteca José Antônio Gonsalves de Mello estão recolhidos itens documentais de fundos diversos, como é o caso da documentação proveniente do musicólogo Jaime Cavalcanti Diniz e dos documentos provenientes do historiador José Antônio Gonsalves de Mello. Entre as espécies documentais, a biblioteca reúne documentos musicográficos, cartas, fotografias, discos, mapas etc. O fundo que corresponde às atividades de Jaime Diniz, por exemplo, permite, ao ser disponibilizado à pesquisa, a ampliação das investigações de caráter musicológico, com fontes que remetem, em parte, às práticas musicais da América portuguesa, ou seja, ao período colonial. XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal; e XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo.

Justificativa

Conforme critérios da Lei 8.313, este projeto se justifica, pois: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá o seguinte objetivo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: oferta de palestras e oficinas culturais. Temos ainda: O Instituto Ricardo Brennand- IRB- é um espaço cultural sem fins lucrativos inaugurado em 2002, que salvaguarda um valioso acervo artístico e histórico originário da coleção particular do industrial pernambucano Ricardo Coimbra de Almeida Brennand. A história de criação do IRB, porém, começa muito antes, na época da infância do seu fundador. "Ainda criança, ganhei um canivete do meu pai. O que seria um brinquedo para qualquer menino de minha idade veio a despertar em mim uma vocação de colecionador"- contava Ricardo Brennand, que passou a reunir, de forma apaixonada, os mais diferentes exemplares de armas brancas, produzidos por exímios artesãos, todos ligados diretamente à história do Ocidente e do Oriente. E assim se iniciava a jornada de um dos maiores colecionadores da região, que muitos anos depois conseguiu realizar o sonho de construir um castelo para abrigar seu acervo, e para dividir com o público, a contemplação e a vivência da sua coleção. A memória é a própria identidade em ação e assim também funcionam as memórias das instituições culturais, sempre num embate entre o esquecer e o lembrar, o dizer e o silenciar, o visível e o invisível... O filósofo e historiador Paul Ricoeur já dizia que a conservação de si através do tempo implica a interdição do esquecimento. Não satisfazer os caprichos da memória é expor-se ao risco do próprio esquecimento. Desta maneira, o Instituto Ricardo Brennand nasceu a partir do desejo de perpetuação da memória de uma coleção constituída pelo colecionador Ricardo Brennand (falecido em 2020) ao longo de mais de 75 anos. Localizado nas terras do antigo engenho São João, no bairro da Várzea, em Recife, o IRB ocupa uma área de 77.603 m² cercada por uma reserva de mata atlântica preservada. Possui uma das mais modernas instalações museológicas do Brasil, abrangendo um complexo de edificações constituído pelo Museu Castelo São João (museu de armas brancas), Pinacoteca, Biblioteca, Auditório, Jardins das Esculturas e uma Galeria para exposições temporárias e eventos. Tem como missão a preservação, a difusão e o acesso à cultura e herança material e imaterial, visando a promoção do capital humano e cultural; estimulando assim a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, como indica o inciso VIII do Artigo 1º da Lei 8313/91. Ao longo dos seus quase 20 anos de trajetória tornou-se referência nacional como espaço cultural. Com mais de 50.000 peças entre pinturas, esculturas, armarias, livros e objetos, com destaque para as coleções do pintor Frans Post, o primeiro paisagista das américas e a coleção dos pintores viajantes do Oitocentos Brasileiro, o instituto é considerado um dos mais importantes equipamentos culturais de Pernambuco, tendo em 2016 recebido a comenda da Ordem do Mérito Cultural (MinC) e por três anos (2014, 2015 e 2017) considerado pelo site de turismo Trip Advisor o melhor museu da América do Sul. Em 2017, foi uma das três instituições brasileiras selcionadas pelo Prêmio Montblanc de la Culture Arts Patronage, criado pela Fundação Cultural Montblanc para homenagear os patronos das artes atuais e seus projetos culturais, sendo o único representante da região Nordeste nesta importante premiação. O IRB abriga um relevante acervo memorial do país contribuindo com um sério trabalho de Arte/Educação e Educação Patrimonial. Promove exposições nacionais e internacionais, publicações periódicas, formação de plateia (cursos, palestras, oficinas e visitas mediadas), conservação e restauro, além de empréstimo de obras para mostras, a exemplo da 23ª Europália na Bélgica. Dentre suas exposições, destacam-se: "Albert Eckhout volta ao Brasil 1644/2002", que inaugurou a pinacoteca no ano de 2002, recebendo mais de 160 mil (cento e sessenta mil) visitantes; e a exposição permanente de "Frans Post e o Brasil Holandês", aberta desde 2003, reunindo um conjunto inédito, que corresponde a 10% das obras do artista. Aberto ao público de terça a domingo, o IRB oferece visitas monitoradas para favorecer uma série de canais de reflexão e de informações, contribuindo para que o público possa aumentar o conhecimento e o interesse pela arte; facilitando a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (como determina o inciso I do Artigo 1º da Lei 83113/91). A visitação atende grupos de: escolas - da educação infantil ao ensino médio; instituições de ensino superior, grupos de terceira idade, grupos ligados a organizações não-governamentais, além da população em geral. Desde a sua fundação, o Instituto Ricardo Brennand- IRB- aplica uma política de democratização de acesso, oferecendo entrada gratuita a toda à população na última terça-feira do mês (com exceção dos meses de janeiro, julho e dezembro). Tem acesso gratuito diário, bastando apresentar documento de identificação comprobatório: crianças até 07 anos de idade, membros do ICOM, taxistas e guias de turismo, que estiverem acompanhando grupos de visitantes. No ano de 2019, dos 160.442 visitantes, 41.137 tiveram acesso gratuito (mais de 25%). Esta proporção foi seguida, mesmo nestes dois anos, onde o plano de convivência com a pandemia da Covid 19, fez com que o museus tivesse que fechar as portas por muitos meses. Em 2020, dos 48.183 visitantes, foram 5.596 gratuidades. Já neste ano de 2021, mesmo com períodos fechado e restrições de público estabelcidas pelo plano de retomada, recebemos até agosto 44.055 visitantes, dentre os quais 8.814 tiveram acesso gratuito. Desta forma,o IRB corrobora com os objetivos do inciso II do Artigo 3º da Lei 8313/91, contribuindo com a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, por meio de sua programação anual, que contém diversas ações educativas, de pesquisa e artísticas. Tudo isso, guiados pelo desejo de universalizar o acesso à arte. Mas para manter uma estrutura do porte do Instituto Ricardo Brennand, os custos são multo altos, e fica inviável aumentar o percentual de gratuidade, sem patrocínio ou incentivo. É neste sentido, que o mecanismo de mecenato via isenção fiscal apareceu como uma estratégia fundamental para podermos manter e até aumentar as ações gratuitas e de formação de plateia do museu. A captação de recursos via Lei de Incentivo à Cultura, trouxe ao Instituto o atendimento a um número maior de estudantes, e também a possibilidade de investir em acessibilidade, com contratação de serviços permanente de libras; e audioescrição para boa parte das atividades educativas e culturais realizadas durante sua programação, além de ampliação da sinalização em braille. No contexto atual, o IRB, apesar de receber um grande número de visitantes, ainda não é uma insstituição auto sustentável. A renda gerada com a venda dos ingressos não é suficiente para a manutenção e melhorias nas instalações, adaptações de acessibilidade e realização das ações planejadas. O museu ainda depende parcialmente do financiamento do seu conselho diretor. A proposta é que por meio da aprovação e captação via Lei de Incentivo, o Instituto Ricardo Brennand possa conquistar sua autonomia, sendo auto sustentável, e assim, podendo manter seu plano de democratização de acesso e sua rica programação artística e pedagógica durante todo o ano.

Estratégia de execução

ENCONTRO DE ARTE-EDUCAÇÃO Bruno Brulon Soares Trecho: Rio de Janeiro – Recife (ida e volta) Motivo da viagem: Evento presencial – Translado do professor palestrante do encontro de arte-educação Eduardo Dimitrov Trecho: Brasília – Recife (ida e volta) Motivo da viagem: Evento presencial - Translado do professor palestrante do encontro de arte-educação 10° FORMAS DO OLHAR (Imagens sobreviventes) George Didi-Huberman Trecho: Paris – Recife (ida e volta) Motivo da viagem: Evento presencial – Translado do Professor palestrante para o curso Formas do olhar 17° PARA LER (A história cultural do século do ouro) Fernando Bouza Álvares Trecho: Madrid – Recife (ida e volta) Motivo da viagem: Evento presencial – Translado do Professor palestrante para o curso Para Ler

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

A acessibilidade deste projeto se dará da seguinte forma: NAS OFICINAS/PALESTRAS: ACESSIBILIDADE FÍSICA: o local onde acontecerão as oficinas, terão necessariamente, rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: teremos intérprete de libras (despesa incluída na planilha de oficina - Interprete de Libras); DEFICIENTES VISUAIS: teremos narrador de audiodescrição (despesa incluída na planilha de oficina - Audiodescrição); ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: neste caso teremos monitor especial que será selecionado de acordo com a necessidade da pessoa assistida (despesa incluída na planilha de oficina - Assistentes). NA CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: as escolas onde acontecerão as palestras, terão necessariamente, rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc; DEFICIENTES AUDITIVOS: teremos intérprete de libras (despesa incluída na planilha de contrapartida social - Intérprete de Libras); DEFICIENTES VISUAIS: teremos narrador de audiodescrição (despesa incluída na planilha de contrapartida social - Audionarração); ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: neste caso teremos monitor especial que será selecionado de acordo com a necessidade da pessoa assistida (despesa incluída na planilha de contrapartida social - Assistentes).

Democratização do acesso

A Democratização deste projeto se dará: 1) Serão distribuídos os produtos culturais resultantes do projeto, respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2022: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados. Neste caso, teremos 95% das vagas/ingressos oferecidos gratuitamente. b) Transporte gratuito para alunos e professores de escolas públicas; c) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais). Neste caso, teremos 2,5% dos ingressos com preço de R$ 200,00 e 2,5% com preço de R$ 100,00. 2) Incisos/medidas do art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo serão adotada no projeto: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) cinco palestras de pelo menos uma hora de duração com lista de participação para projetos exclusivamente educativos; b) sessões de cinema abertas em zonas periféricas com ação educativa para a formação de plateias; c) monitoria guiada em espaços culturais voltada para pessoas atendidas por políticas assistenciais do governo federal, para acesso e conhecimento aos bens patrimoniais; d) bolsas de estudo, estágio ou trainee a estudantes da rede pública de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais.

Ficha técnica

Instituto Ricardo Brennand: PROPONENTE - Exercerá e receberá pela rubrica COORDENAÇÃO GERAL e tomará as principais decisões executivas e financeira do projeto. O Instituto Ricardo Brennand é um espaço cultural sem fins lucrativos inaugurado em 2002, que salvaguarda um valioso acervo artístico e histórico originário da coleção particular do industrial pernambucano Ricardo Coimbra de Almeida Brennand. Localizado nas terras do antigo engenho São João, no bairro da Várzea, ocupa uma área de 77.603 m² cercada por uma reserva de mata atlântica preservada. Possui uma das mais modernas instalações museológicas do Brasil, abrangendo um complexo de edificações constituído pelo Museu Castelo São João (museu de armas brancas), Pinacoteca, Biblioteca, Auditório, Jardins das Esculturas e uma Galeria para exposições temporárias e eventos. O Instituto Ricardo Brennand custodia um acervo de caráter museológico, bibliográfico e arquivístico. Na Biblioteca José Antônio Gonsalves de Mello estão recolhidos itens documentais de fundos diversos, como é o caso da documentação proveniente do musicólogo Jaime Cavalcanti Diniz e dos documentos provenientes do historiador José Antônio Gonsalves de Mello. Entre as espécies documentais, a biblioteca reúne documentos musicográficos, cartas, fotografias, discos, mapas etc. O fundo que corresponde às atividades de Jaime Diniz, por exemplo, permite, ao ser disponibilizado à pesquisa, a ampliação das investigações de caráter musicológico, com fontes que remetem, em parte, às práticas musicais da América portuguesa, ou seja, ao período colonial. Nara Neves Pires Galvão - Antropóloga, Doutoranda em Antropologia (UFPE), com Mestrado (2017) também pela Universidade Federal de Pernambuco. Foi bolsista Capes no período do mestrado. Graduada em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pernambuco (2001). Produziu o documentário "Santos e Terreiros: o Candomblé em Pernambuco" em 2001. Atuou na análise de projetos culturais da Fundação de Cultura Cidade do Recife (Prefeitura da Cidade do Recife) - 2001-2002. Tem experiência na área de Gestão e Produção Cultural. Foi membro do Conselho Consultivo e é atualmente Coordenadora Geral do Instituto Ricardo Brennand, Recife-PE. Coordenou importantes exposições a exemplo de Frans Post e o Brasil Holandês, Michellangelo, Eliseu Visconti, Odorico Tavares, Botero: dores da Colômbia, Guararapes: sob o imaginário da fé, entre outras. Foi bolsista do programa de aperfeicoamento profissional da Fundação Rotária na área de museus e artes em 2005, no estado de Nova Iorque - EUA. Organizaou o I Colóquio Internacional sobre o Brasil Holandês: História, Memória e Patrimônio Compartilhado, bem como livro de mesmo nome. Ministrou palestras sobre Gestão da Cultura, Políticas Culturais e Perfil Curatorial do Instituto Ricardo Brennand para alunos do departamento de museologia e antropologia da Universidade Federal de Pernambuco entre outras atividades. Leonardo Dantas Silva - Pesquisa e Documentação Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco. Conferencista no Brasil e no exterior, colaborador em diversas revistas e jornais, vem se firmando no ambito editorial e da pesquisa histórica, sendo responsável pela editoração e publicação de 377 títulos, pertinentes aos estudos sociais nas áreas do Norte e Nordeste do Brasil, 51 dos quais de sua autoria e/ou por ele organizados, no período compreendido entre 1975 e 2015. Criador da Fundação de Cultura Cidade do Recife (1979), ex-diretor da Editora Massangana da Fundação Joaquim Nabuco (1987-2003), sócio do Instituto Histórico, Artístico e Geográfico Brasileiro, membro efetivo do Conselho Estadual de Cultura de Pernambuco e Conselheiro e Coordenador de pesquisas do Instituto Ricardo Brennand. Hugo Coelho Vieira - Pesquisa e Documentação Doutor em História pela Universidade Federal de Pernambuco com bolsa pela CAPES com o Projeto de Pesquisa "Entre o lucro, a espada e a coroa: as relações e trajetórias da elite ibérica na circulação dos militares no Atlântico Sul, de 1630 a 1670". É professor de história com graduação em Licenciatura em História e Mestrado em História Social da Cultura Regional pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), onde desenvolveu o projeto: "O Teatro da Guerra e a Invenção do Brasil Holandês: o esforço das duas coroas na retomada pela capitania de Pernambuco, de 1630 a 1635". Pesquisador do Instituto Ricardo Brennand e membro do Grupo de Estudos em História Social e Cultural (GEHISC). Tem experiências na área de História, com ênfase em História da Colônia e do Império, com estudos específicos sobre o Brasil neerlandês trabalhando com os seguintes temas: Brasil Holandês; Guerra de Pernambuco; Guerra de Resistência; Período Filipino; Militares, Trem Militar, Arsenal de Guerra, Mediações Culturais e Pesquisa Histórica em Museus. Ruth de Fátima Gouveia Gabino- Coordenação da Ação Educativa: Pós-Graduada em História das Artes e das Religiões pela UFRPE (2003 – 2004); com graduação em Licenciatura em Educação Artística/ Habilitação em Artes Plásticas pela UFPE (1998 – 2002). Tem experiência profissional com educadora, tendo atuado no Museu do Estado de Pernambuco, de 2003 a 2006; e está no setor Educativo do Instituto Ricardo Brennand desde 2002.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-01-31
Locais de realização (1)
Recife Pernambuco