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PRONAC 221546Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Silêncio Branco - Circulação

Ginga Companhia de Dança
Solicitado
R$ 459,1 mil
Aprovado
R$ 459,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 15,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
MS
Município
Campo Grande
Início
2023-01-10
Término
2024-01-10
Locais de realização (5)
São Luís MaranhãoCampo Grande Mato Grosso do SulCuritiba ParanáBelém ParáSão Paulo São Paulo

Resumo

O Projeto prevê a manutenção e circulação nas cinco (5) regiões do país do espetáculo da Ginga Cia de Dança, "Silêncio Branco". Obra que coloca foco nos crescentes casos de feminicídios e outras formas de violências contra a mulher. A violência contra as mulheres muitas vezes acontece de forma velada e não denunciada, o ciclo das violações se nutre pelo silêncio e pelas negligências alheias.Desta forma propomos dez (10) apresentações sendo duas (2) em cada cidade contemplada; Campo Grande - MS, Belém - PA, São Luís - MA, São Paulo -SP e Curitiba-PR. Oferecendo ainda oito (8), rodas de conversas e a realização dequatro (4) ensaios abertos.

Sinopse

Silêncio Branco, o espetáculo que marcou os 35 anos da Companhia colocando em cena o feminicídio e outras formas de violência impostas ao universo feminino. “Silêncio Branco”, trata de um tema social tão difícil quanto urgente: a violência contra a mulher. Sendo o feminicídio a expressão mais nua do término da violência doméstica, o mutismo da vítima grita por socorro, mas os ouvidos surdos são inacessíveis. Perceber uma mulher em situação de violência requer o "silêncio" da alma diante dos barulhos do machismo e suas omissões. Quantos questionamentos habitam nosso pensamento e quantas perguntas bailam sozinhas sem respostas? O momento que o silêncio fala e as mulheres são mortas. O espetáculo “Silêncio Branco”, busca levar ao espectador a constante necessidade de se debater o tema e tornar palpável ao público suas dimensões. Desnaturalizando práticas, enraizadas nas relações pessoais e que contribuem para a perpetuação de mortes anunciadas.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto "Silêncio Branco" - Circulação, tem como objetivo a manutenção regular das atividades da Ginga Cia de Dança, propondo a manutenção do espetáculo e corpo artístico. Para a circulação do espetáculo "Silêncio Branco", nas cinco regiões do país, sendo apresentado nas seguintes cidades do país ( Campo Grande - MS / Belém - PA / São Luís - MA / São Paulo - SP / Curitiba - PR), Além de valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão, além de estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira, viabilizando a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional. Promovendo a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imateria e incentivando a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, além de fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade. Objetivo Específico: | Realizar ações para manutenção do espetáculo "Silêncio Branco"em um período de 12 meses; | Realizar apresentações do espetáculo em cinco (5) regiões brasileiras | Realizar dez (10) apresentações de espetáculos em teatros, sendo duas em cada cidade, com entrada gratuita | Realizar oito (08) rodas de conversas com o público espectador da obra | Realizar quatro (4) Ensaios abertos - Alunos da rede Pública de Ensino | Realizar reserva de lugares para estudantes da rede pública nas apresentações do espetáculo na ordem de 20% | Realizar doze (12) Horas semanais de aulas / ensaio, no período de 12 meses

Justificativa

A proposta de criação de circulação e manutenção do espetáculo "Silêncio Branco", com a problemática de violência contra a mulher leva-se em conta a constante necessidade de se debater e tornar palpável ao público em geral tais situações. Buscando conhecer sua dimensão e desnaturalizar práticas, enraizadas nas relações pessoais e que contribuem para a perpetuação de mortes anunciadas. Desta forma a intenção é subsidiar através da dança contemporânea uma discussão necessária, imprescindível, por parte da sociedade civil, dos movimentos sociais, das organizações de direitos humanos, dos pensadores e produtores de cultura, levando em consideração de que o direito à vida e a cultura é um bem fundamental, sem o qual nenhum outro direito é possível. A violência contra a mulher não é um fato novo. Pelo contrário, é tão antigo quanto a humanidade. O que é novo, e muito recente, é a preocupação com a superação dessa violência como condição necessária para a edificação de nossa sociedade. Na proposta de circulação do espetáculo "Silêncio Branco" ao edital Vale buscamos minimizar as limitações quanto a informação e acessibilidade sobre o tema, principalmente no que tange o incentivo para que as mulheres não se calem e não se submetam as violências domesticas e assédios de todos os tipos. Lembrando que atualmente existem leis que as protegem de forma bastante ampla contra seus agressores; Lei Maria Penha - Lei 11.4340/2006 Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. E Lei do Feminicídio - Lei 13.104/2015 A lei transforma em crime hediondo o assassinato de mulheres por razões da condição do sexo feminino. Assim sendo a presente proposta se torna bastante interessante não só do ponto de vista cultural, pois ira corrobora diretamente na disseminação de informações importantes para segurança, saúde e educação do público geral. Por fim, citando o Art. 1º da Lei 8313/91, entendemos que sua execução contribui para facilitar a todos o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. Apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores do estado de Mato Grosso do Sul. Protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura naciconal e reserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, que estão em pleno acordo com Art. 1º da Lei 8313/91. Além do Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)

Estratégia de execução

Abaixo relação dos beneficiários das passagens aéreas e hospedagem solicitadas na proposta. Bem como suas funções exercidas. 1. FRANCISCO DE ASSIS SOUZA SILVA - Diretor / Corógrafo 2. ANA CAROLINA BRINDAROLLI – Bailarina/Intérprete 3. BRENDON FEITOSA BUENO SILVA – Bailarino/ Intérprete 4. FRANTIELLY ICASSAT - Bailarina/Intérprete 5. DIÓGENES ANTONIO SILVA - Bailarino/ Intérprete 6. MARIA FERNANDA FIGUEIRÓ - Bailarina/Intérprete 7. PATRICIA SIGNORETTI - Bailarina/Intérprete 8. TANARA MACIEL - Bailarina/Intérprete 9. ESPEDITO PEDRO DA SILVA - Iluminador 10.HALISSON NUNES - Assistente de produção/ Palco A equipe acima descrica é composta por profissionais fundamentais para execução do projeto de circulação proposto sem os quais não seria possivel a execução do mesmo.

Especificação técnica

CIRCULAÇÃO ESPETÁCULO Circulação do espetáculo "Silêncio Branco", que conta com 50 minutos de duração, por cinco capitais Brasileiras contemplando as cinco regiões do país. Em cada cidade serão duas (2) apresentações e desta forma serão dez (10) apresentações, durante a circulação do trabalho. A Cia ainda ira promover ao final das apresentações um bate papo com o público interessado na discussão que o espetáculo levou para cena. Desta forma serão dez (10), encontros com o público, para tratar das mais diversas formas de violências impostas ao feminino. MANUTENÇÃO ESPETÁCULO Serão realizadas aulas de dança contemporânea duas (2), vezes por semana, completadas com encontros e ou outra atividade necessária para aperfeiçoamento, estudo e pesquisa da Cia. Reservando sempre espaço para ensaio do espetáculo, ajuste e aperfeiçoamento da obra. Dentro da manuetenção serão realizados quatro (4) ensaios abertos, junto a estudantes da rede pública de ensino bem como reservando para estes 20 % dos lugares disponiveis no teatro durante as apresentações locais em Campo Grande - MS.

Acessibilidade

Os espaços de convivio social são adaptados para que todas as pessoas possam ter mobilidade e acesso, e no projeto não será diferente. As aulas de dança, acontecerão na sede da Cia que é adaptada para atender a pessoas com deficiência. É neste mesmo espaço que acontecerão os ensaios abertos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Para a circulação dos espetaculos faremos uma campanha de comunicação inclusiva com videos com audiodescrição, além de disponibilizar a gravação de espetáculos do repertório da Cia. com audiodescrição para serem entregues e posteriormente exibidos nas instituições participantes. Item planilha orçamentária: Serviço de Audiodescrição Consultor de acessibilidade - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Para a circulação dos espetaculos nas cidades, faremos uma campanha de comunicação inclusiva com com legendas, além de disponibilizarmos um interprete de libras para as apresentações, caso haja necessidade; Item da planilha orçamentária: Serviço de consultor de acessibilidade ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS: A equipe do projeto é multidiscplinar, composta por arte educadores, artistas, professores, pedagogos, psicologos que acompanham todas as ações realizadas, fazendo com que todas as ações sejam pensadas para que o publico com deficiência ou sindrome possa participar, limitando e fazendo pesquisas prévias nos locais das apresentações para identificarmos as especificidades e possamos reconstruir as propostas, caso seja necessário. Item da planilha orçamentária: Consultor de acessibilidade PRODUTO: Ensaios abertos/ Rodas de Diálogos Acessibilidade física: O projeto fará uma circulação por 04 estados do Brasil, além de Mato Grosso do Sul e Campo Grande. Nas cidades visitadas as oficinas serão realizadas em espaços públicos ou indicados pela produção local. Sabe-se que o poder público está adaptando os espaços de convívio social para que todas as pessoas possam ter mobilidade e acesso, e no projeto não será diferente. Já os esnsaios abertos, serão realizados em espaços adaptados para pessoas com deficiência, rampas de acesso, banheiros adaptados, corrimão, estacionamentos e etc. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Para a realização das oficinas, faremos uma campanha de comunicação com com legendas, além de disponibilizarmos um interprete de libras para as oficinas, caso haja necessidade; além de contar no material de divulgação vagas para pessoas com deficiência auditiva. Item da planilha orçamentária: Intérprete de LIBRAS / Serviço de consultor de acessibilidade ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS: A equipe do projeto é multidiscplinar, composta por arte educadores, artistas, professores, pedagogos, psicologos que acompanham todas as ações realizadas, fazendo com que todas as ações sejam pensadas para que o publico com deficiência ou sindrome possa participar, limitando e fazendo pesquisas prévias nos locais das apresentações para identificarmos as especificidades e possamos reconstruir as propostas, caso seja necessário. Item da planilha orçamentária: Consultor de acessibilidade Todas as atividades propostas se basearam no artigo Art. 21 e contempla as seguintes ações: I - doar, além do previsto na alínea a, inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público feminino.

Democratização do acesso

TODAS AS AÇÕES SERÃO OFERECIDAS GRATUITAMENTE PARA A POPULAÇÃO. Art. 24 Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): I - doar, além do previsto na alínea a, inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários, Através da realização de seis (6) Ensaios abertos, bem como com a reserva na ordem de 20% dos espaços oferecidos no teatro no dia das apresentações em Campo Grande -MS, exclusivamente ao publico infanto juvenil. VI - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao parágrafo único do art. 22, desta Instrução Normativa, ou além do previsto; VII - comercializar além do previsto na alínea e, inciso I do artigo 22 desta Instrução Normativa, no mínimo dez por cento em valores que não ultrapassem o preço do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; fazendo o uso deste mecanismo; VIII - ações culturais de contrapartida com foco na promoção e a participação de pessoas com deficiência e de idosos em concursos de prêmios no campo das artes, cultura e das letras; IX- ações de incentivo à leitura com formação e doação de acervos de livros em braile; X - produção de conteúdo para lives, webinários, educação à distância para plataformas públicas ou colaborativas de ensino de economia criativa, produção cultural empreendedorismo e sustentabilidade cultural com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas; XI - criação de sistemas de informação e mapeamento aderentes à economia criativa, produção cultural empreendedorismo e sustentabilidade cultural com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas; XII - criação e implementação de sinalizadores e divulgadores de ícones da memória local conforme regramento do Manual de sinalização de patrimônio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas; XIII - criação e implementação de sinalizadores e divulgadores de ícones da memória local georreferenciados por aplicativos ou gameficação com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas; e XIV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente.

Ficha técnica

Ginga Companhia de DançaCriada em 1° de maio de 1986, a Ginga Cia de Dança, inicialmente Grupo Ginga tinha como objetivo dançar mais e livremente, todos os estilos, como forma de divulgar a dança para o máximo de pessoas.Pleiteou e recebeu por três anos consecutivos (88, 89 e 90), auxílio montagem da FUNDACEN (Fundação de Artes Cênicas), órgão da FUNARTE/Rio de Janeiro. Já nesta época realizava anualmente espetáculos próprios em teatros de Campo Grande.Durante 10 anos (1989 a 1999) participou regularmente dos principais festivais de dança do país. Pela sua trajetória em festivais, recebeu mais de trinta prêmios, concorrendo com grupos e companhias de todo o Brasil. Já coreografaram para a Ginga: Mário Nascimento, Tíndaro Silvano e Luis Arrieta.Por meio de projetos culturais, busca recursos para suas produções, via Leis e Fundos de Incentivo, já tendo sido patrocinada pela Enersul – Empresa de Energia Elétrica de Mato Grosso do Sul (2000), pelo Banco do Brasil (2002), pela Brasil Telecom (2001 e 2003) e pelo Fundo Estadual e Municipal de Cultura (2003, 2004 e 2006), FIC entre outros.O espetáculo “Cultura Bovina?” foi selecionado para participar do Projeto Palco Giratório em 2009 e ganhou o Edital de Ocupação da Caixa Cultural, também em 2009, para as cidades de Brasília e Rio de Janeiro.Recebeu o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna com o Patrocínio da Petrobras em 2006 (Campo Grande tem Ginga), 2007 (O Que é Dança) e 2011/2012 (1, 2, 3... 25 Anos! De Ginga Cia de Dança), comemorando 25 anos de atividades em Mato Grosso do Sul.Em 2013, realizou por meio do FIC o projeto Dancidades: dança e cidadania, promovendo uma série de cursos para seus bailarinos e professores que se estendeu à toda comunidade da dança de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul.No ano de 2014, a Cia foi contemplada com o prêmio Celio Adolfo de Incentivo a Dança o espetáculo estreou em março de 2014 em campo grande, passando por Dourados, Ponta Porã e Sidrolândia. Já no ano de 2019, apresentou ao FIC a proposta de criação e circulação do espetáculo “Silêncio Branco”, que teve sua estreia em março de 2022. E já foi apresentado em Campo Grande, Dourados e Corumbá.Chico Neller, natural de campo grande e atua na área da dança há mais de 30 anos à frente da Ginga Cia de Dança, fundada por ele em 1986.Como coreógrafo Chico Neller, conquistou diversos prêmios importantes no universo da dança, dentre eles o de melhor coreógrafo do festival de dança de Joinville no ano de 1997 com a coreografia “Sobre o Solo”.No ano de 1999, criou a Cia do Mato, com o objetivo de reunir bailarinos de diversas escolas ou ex-bailarinos campo-grandenses, para participarem de importantes festivais de dança pelo país.Já no ano de 2002, participa como convidado da noite de gala do 20º Festival de Dança de Joinville, com a coreografia "100 Por Centro", uma homenagem às suas raízes culturais que mescla tradição e contemporaneidade assinada por Chico Neller.Atuou como diretor e coreógrafo do Projeto Dançar, que foi uma parceria da prefeitura municipal de Campo Grande e a Ginga Cia de Dança, no período de 15 anos.Desempenhou também o cargo de coreógrafo da Ararazul Cia de Dança da Universidade Católica Dom Bosco, no período de 04/2004 à 12/2015.No ano de 2009, a Ginga Cia de Dança e contemplada com dois importantes projetos de circulação artística pelo país. O circuito Palco Giratório do SESC e o edital de ocupação da Caixa Econômica, onde a Cia ira se apresentar por mais de 30 cidades brasileiras com a coreografia “Cultura Bovina” do coreógrafo Chico Neller.Hoje atua como professor no Ginga Espaço de Dança (Campo Grande-MS), Projeto Dançar (Campo Grande – MS). Exercendo ainda o cargo de coreógrafo da Ginga Cia de Dança e Cia do Mato e Cia de Dança do Pantanal (Corumbá – MS).Ana Carolina Brindarolli da Silva Graduada em Educação Física (licenciatura) (2009 - 2012) pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, especialização em Cinesiologia e Biomecânica do treinamento físico (2018- 2019) pela Universidade Estácio, mestranda em Antropologia Social pela UFMS (2020 - 2022) e acadêmica em Ed. Física (bacharel) pela Universidade Unicesumar (2021 - 2023).Atua na área de pilates certificada pela Escola de Pilates Sul Mato Grossense (2015). Como bailarina fez parte do Projeto Dançar (2010 - 2012), Grupo Bailah (2008 - 2010), Ginga Cia de Dança (2012 e 2021) Cia do Mato (2012 - 2021), Cia Mimulus - BH (2013 e 2014) e Tez Cia de dança (2015 - 2021).Participou de eventos como Dança Campo Grande, Circuito Dança no Mato, Virada Cultural Paulista e Virada Cultural de Belo Horizonte, Imersão em dança no Rio Grande Norte. Foi professora de dança de salão por 5 anos pelo projeto de extensão da UFMS. Atualmente está como bailarina da: 1- Cia do Mato, 2- Ginga Cia. de dança e 3- Tez Cia de Dança. Patrícia de Castro Signoretti pedagoga, educadora física e pós-graduada em dança. Nos últimos anos, integrou comissões de seleção de festivais e prêmios sul-mato-grossenses e atualmente, dá aulas de dança clássica, e administra comércio de artigos para dança. Iniciou seus estudos em dança com Cilene Elesbão, Neide Garrido e Sandra Maria Gomes (MS). Aperfeiçoou-se em cursos ministrados por, entre outros professores, valéria mattos, Mário Nascimento, Carla Reineck, Tíndaro Silvano, Cássia Souza, Regina Sauer, Érika Novachi e Luis Arrieta. Integrou, durante 15 anos, o elenco da ginga cia. De dança. Deu aulas de balé em diversas academias da capital: rádio clube, beatriz de almeida estúdio de dança, ballet Isadora Duncan, no projeto dançar, da ginga, e em escolas de ensino médio e fundamental. Nos últimos anos, integrou comissões de seleção de festivais e prêmios sul-mato-grossenses. Atualmente, dá aulas de dança clássica, e administra comércio de artigos para dança. 1986-1988 Academia Ballet Art Campo Grande – MS Atuou como professora de balé clássico para crianças 1989-1991 Só Dança Auxiliadora Campo Grande – MS Atua como professora de balé clássico e jazz para crianças 1993-1995 Instituto de Educação Harmonia Campo Grande – MS Atua como professora de balé clássico e jazz para crianças 1998 Studio Beatriz de Almeida Campo Grande – MS Atua como professora de balé clássico para crianças 1998-2007 Rádio Clube Campo Grande – MS Atua como professora de balé clássico para crianças e adultos 1998-2002 Projeto Dançar Campo Grande – MS Atua como professora de balé clássico para crianças sob coordenação da Ginga Cia de Dança 2007-2009 Ballet Isadora Duncan Campo Grande – MS Atua como professora de ballet clássico 2009-2013 Beatriz de Almeida Estúdio de Dança Campo Grande – MS Atua como professora de ballet clássico e jazz EXPERIÊNCIA BAILARINA 1978-1985 Ballet Isadora Duncan Campo Grande – MS Apresentações anuais com todos os integrantes da academia Balés de repertório: Paquita, O Quebra-Nozes 1986-1988 Academia Ballet Arte Campo Grande – MS Atuou como bailarina Grupo Garra Ministrou aulas balé clássico para crianças 1989-2003 Ginga Cia. De Dança Campo Grande – MS Dançou coreografias de: Mário Nascimento, Tíndaro Silvano, Luís Arrieta, Chico Neller, Diógenes Antônio Apresentações nos estados de SP, PR, SC, MT e MS 1989 1998 Apresentação nos Festivais de Dança de Joinville 1989 1998 Segundo lugar, festival de dança de Joinville, solo feminino, julho de1998 Apresentação na categoria grupo convidado no XX Festival de Dança de Joinville - julho 2002 Espetáculo “Um Tema para Quatro” Espetáculo “Cem por Centro” Espetáculo “Conceição de Todos os Bugres” Espetáculo “Corpo Latino” Espetáculo “Vem Dançar” Espetáculo “Retratos” Espetáculo “Despalavras”

Providência

PROJETO ARQUIVADO.