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PRONAC 221619Projeto em execução - Encerrado prazo de captaçãoMecenato

Arte e Cultura no Parque das Andorinhas

HOLOFOTE COMUNICACAO E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 497,1 mil
Aprovado
R$ 497,1 mil
Captado
R$ 270,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

54.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
MG
Município
Itabirito
Início
2023-02-06
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Ouro Preto Minas Gerais

Resumo

O projeto "Arte e Cultura no Parque das Andorinhas" consiste em atividades artísticas e área de lazer aos moradores de Ouro Preto e também aos turistas, sendo mais um atrativo para a cidade, de forma a contribuir para a ampliação do número de visitantes e frequentadores do Parque das Andorinhas, que abriga a nascente principal do Rio das Velhas. Na programação do parque, teremos Choro das Andorinhas, Andorinha Instrumental, Música Regional, Teatro das Andorinhas e Canto da Andorinha. Como contrapartida social, serão realizadas 7 (sete) oficinas de arte e cultura para crianças das escolas públicas.

Sinopse

Este projeto promove inclusão social e cultural na medida em que oferece espetáculos gratuitos, a uma população que dificilmente teria condições financeiras de frequentar um teatro convencional, música instrumental ou o canto coral e em um parque próximo a ela, com acesso livre. E descentraliza a produção artística tirando das salas de espetáculos, na região central. Além disso, o parque se localiza em local de fácil acesso de carro, ou por transporte coletivo, existindo ponto de ônibus na entrada do local. O parque trata-se de um local muito amplo, que oferece infraestrutura ideal para o lazer de toda família, com segurança. A divulgação será ampla em Ouro Preto e cidades da região, pois assim, mais pessoas terão a oportunidade de conhecer e participar do projeto. O horário e dia de realização, aos sábados, facilita o translado do público de suas casas até os locais do evento e vice versa, possibilitando a reunião de amigos e famílias em torno da boa diferenciado. O Parque Natural Municipal da Cachoeira das Andorinhas foi criado em 1968 e abrangia uma área de um quilômetro de raio tendo como ponto central a própria cachoeira das Andorinhas. Em 2005, a Câmara Municipal de Ouro Preto aprovou o projeto de Lei 69⁄05 estabelecendo novos limites para a Unidade de Conservação (UC), que também passou a ser denominada de Parque Natural Municipal das Andorinhas (PNMA). Atualmente o Parque abrange uma área total de 557 hectares, e tem, entre outros, o objetivo de resguardar e proteger a flora, a fauna e demais recursos naturais (Lei 69, art. 4º, 2005). Na área do Parque estão localizadas diversas quedas de água, e dentre elas, a de maior destaque e que dá nome ao Parque que é a Cachoeira das Andorinhas. Segundo relato de moradores este nome deve-se ao fato da ocorrência de uma grande quantidade de andorinhas que se deslocam para o vale encaixado da cachoeira na época de reprodução, construindo assim seus ninhos nas fendas dos afloramentos rochosos presentes na paisagem da cachoeira. Essas quedas de água, conjunto de grande beleza cênica, são engrandecidas pela moldura da serra de Ouro Preto e do Veloso, com uma vista panorâmica da cabeceira do Rio das Velhas e o contato entre os biomas da mata atlântica e do cerrado, um belo exemplar do patrimônio natural, histórico, cultural, paisagístico e turístico. O entorno sul do Parque configura-se em uma região urbanizada, sendo os bairros Morro São Cristóvão, Morro São Sebastião, Morro da Queimada, Morro São João, Morro Santana, Antônio Dias, Piedade e Taquaral limítrofes à unidade. Entender a composição social dos bairros e seus costumes permite um conhecimento maior sobre as manifestações e tradições que formam o patrimônio do Parque Natural Municipal das Andorinhas. É possível concluir que o processo histórico de ocupação do entorno do Parque, assim como os aspectos ambientais presentes em sua área são de extrema relevância estadual e federal, destacando a necessidade de uma gestão e preservação adequada e sob um processo contínuo.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Desenvolver uma agenda de atividades socioculturais para compor o calendário do Parque Municipal Natural das Andorinhas em Ouro Preto. A iniciativa promove a cultura e auxilia a classe artística da região por meio de eventos que incentivem a formação de público voltado para diversos tipos de segmentos musicais. Oferece a possibilidade de grupos apresentarem um leque diferenciado de linhas musicais, pincelando do jazz, música regional ao canto coral. Promove o acesso gratuito às apresentações mensais do projeto, possibilitando momentos de lazer e contato com novas manifestações culturais para diversas classes sociais da região. Oferecendo a oportunidade de contato com o público, o projeto incentiva o desenvolvimento do trabalho produzido pelos grupos musicais envolvidos. Com as apresentações garantidas para todo o ano, o parque poderá se tornar referência cultural na região, incentivando a utilização permanente do espaço para novas demonstrações culturais. Dessa forma, esse projeto atende os incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021 descritos abaixo: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; OBJETIVOS ESPECÍFICOS a. Produto Festival/Mostra: Realizar um evento no Parque das Andorinhas, com música instrumental, música regional (forró, samba, maracatu, entre outros), canto coral, apresentação teatral e feira de gastronomia e artesanato, tendo como total de público mais de 6 mil pessoas; b. Produto Apresentação Musical: Difundir o chorinho pelo projeto "Choro das Andorinhas", com apresentação de 9 atrações; c. Produto Apresentação Musical: Difundir a produção musical instrumental e música regional brasileira (forró, samba, maracatu, entre outros), com apresentação de 10 grupos, dando visibilidade à artistas/grupos conhecidos ou artistas/grupos em crescimento profissional, tendo sempre como referencial artística, contribuindo para a formação de público para apreciação e consumo cultural; d. Produto Apresentação Musical: Difundir o canto-coral, pelo projeto "Canto da Andorinha", com apresentação de 19 corais; e. Produto Espetáculo de Artes Cênicas: Propiciar ao público contemplação de apresentações teatrais gratuitamente, pelo projeto "Teatro das Andorinhas", com apresentação de 19 grupos teatrais; f. Produto contrapartida: Promover o projeto "Asas de Andorinhas", em sete sábados, com oficinas de arte e cultura, tendo como total de público mais de 200 pessoas.

Justificativa

Esse projeto justifica a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por atender os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. E atende o Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas e de música; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A oportunidade de estar em contato com a natureza, em atividades de lazer ativo, passivo ou contemplativo faz a integração do homem com a natureza de forma harmônica. Viver em área urbana com espaços verdes tem efeito positivo duradouro no bem-estar dos habitantes e é capaz de diminuir o estresse e a ansiedade, revelou um estudo recente da Universidade de Exeter, na Inglaterra. A proposta do projeto é de garantir ao grande público o acesso gratuito a uma programação musical de alta qualidade técnica e artística, leque diversificado, indo do jazz à música popular brasileira. Dentro desse contexto criativo, serão convidados artistas de Ouro Preto e região, para formação de público. A meta é inserir no cenário musical mecanismos eficientes para o fortalecimento da música ouro-pretana, promovendo seus valores emergentes e criando oportunidades para os artistas e profissionais da cadeia produtiva. Soma-se a esta proposta o desenvolvido um marketing específico, viabilizando a divulgação dos trabalhos desses artistas ou grupos, ao tempo que também impulsiona a criação de novas plateias e manutenção de projetos deste segmento, e sobretudo, garantir a divulgação das marcas dos patrocinadores em toda a extensão dos acontecimentos relacionados com a realização do projeto. O Parque Natural Municipal das Andorinhas, localizado em Ouro Preto, tem uma área de 557 hectares e abriga a nascente principal do Rio das Velhas. O Parque possui 6,27 km e compõe parte da porção sul do maciço meridional do Espinhaço. Além disso, está inserido entre os dois biomas mais ameaçados no Brasil: Mata Atlântica e Cerrado. Na programação do parque, teremos: - Choro das Andorinhas: apresentação de grupos de chorinho, com o objetivo de promover permanentemente a música brasileira, criando oportunidades para os compositores, além de manter viva a história do chorinho e de seus grandes mestres por meio de releituras. - Andorinha Instrumental: apresentação de grupos de música instrumental, com o objetivo de promover a valorização e a divulgação da música instrumental nos seus inúmeros gêneros e estilos, como jazz, blues, chorinho, rock, bossa nova, música erudita, música experimental, entre outros. - Canto da Andorinha: apresentação de corais, com o objetivo de difundir o Canto Coral. - Teatro das Andorinhas: A arte teatral engloba diversas áreas artísticas, entre elas a dança, a música, as artes plásticas, a literatura e a arte circense. Ao assistir um espetáculo teatral o espectador tem contato com todas estas expressões artísticas, de grande completude. Além disso, diverte e promove consciência crítica, unindo fruição e reflexão. Esse projeto busca a cidadania cultural e ambiental. Ao mesmo tempo possibilita o acesso ao bem cultural qualificado e o divide com consciência ambiental por estar sediado em parques públicos. Também visa a formação de plateias para a cultura, uma vez que as monitorias fornecerão ao público informações sobre outras possibilidades de acessar o bem cultural de maneira gratuita, via folders explicativos do projeto e demais atrações culturais da cidade de Ouro Preto. Além disso promoverá a socialização das artes cênicas, indo ao encontro do público com estéticas teatrais diversificadas. O impacto nos parques reflete nos seus cidadãos frequentadores colaborando para o convívio social. As áreas verdes do parque, nos centros urbanos, são fundamentais para o lazer, entretenimento, educação, fomentadoras do desenvolvimento turístico e cultural de Ouro Preto e contributivas na melhoria da qualidade de vida. Quando o cidadão visita o parque cria novas atitudes e hábitos relativos à educação, asseio, segurança e respeito a patrimônio ambiental e cultural. Para o meio-ambiente, o projeto é benéfico, pois promove a integração dos moradores da região, incluindo os portadores de necessidade especiais pela acessibilidade do local, atraindo mais visitantes e colaborando na transformação da área verde num ambiente de enriquecimento cultural e social. O projeto irá contribuir para a popularização da música instrumental, música erudita e o teatro entre as diversas classes sociais. É comprovado que grande parte da população gosta da música erudita e sua divulgação e facilidade de acesso gera grande sucesso de público, a música vem conquistando cada vez mais adesões e formando plateia, por isso a importância.

Estratégia de execução

A Prefeitura de Ouro Preto, que é responsável pelo parque, e a Fundação Gorceix, atual gestora do parque, tem conhecimento e apoiam a realização deste projeto, como carta de anuência assinada pelo Felipe Vecchia Guerra, secretário de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Tecnologia da Prefeitura de Ouro Preto. As atrações serão escolhidas a partir de edital de seleção publicado no site do projeto, com seleção realizada por Gilson Fernandes, coordenador geral do projeto, com vasto conhecimento no setor cultural.

Especificação técnica

O Parque Natural Municipal das Andorinhas (PNMA), onde fica a nascente do Rio das Velhas, está sob o gerenciamento da Fundação Gorceix, por meio do Departamento de Meio Ambiente (DEMAM). O projeto é resultado de um convênio entre a Fundação Gorceix e a Prefeitura Municipal de Ouro Preto, cujo público alvo é o visitante do Parque os moradores de Ouro Preto, em especial dos bairros limítrofes. IMPACTO AMBIENTAL O Parque Natural Municipal das Andorinhas foi criado não só para preservar a bela natureza, mas também para proteger as nascentes mais altas do Rio das Velhas, um afluente importante do Rio São Francisco, e manter a biodiversidade da fauna e flora local. A bacia hidrográfica do Rio das Velhas está inserida em sua totalidade no estado de Minas Gerais, passando em 51 municípios e possui área de 29.173 Km². Seus quase 800 km de extensão torna o rio das Velhas o maior afluente do rio São Francisco. Na área do Parque estão localizadas diversas quedas de água, e dentre elas, a de maior destaque e que dá nome ao Parque que é a Cachoeira das Andorinhas. Por isso, o Plano de Manejo do Parque Natural Municipal das Andorinhas (PNMA) foi elaborado em parceria com órgãos responsáveis, organizações especialistas em meio ambiente, comunidade científica e moradores no intuito de, além de atender aos requisitos da lei de número 9.985/2000, proteger a biodiversidade e geografia do local que sofrem com a expansão urbana e atividades ilegais. Neste contexto é que se destaca a importância ecológica e econômica desta bacia justificando mais uma vez a elaboração deste plano de manejo que tem como foco a cabeceira desta bacia. O manejo e gestão adequados se tornam necessários para a conservação dos recursos naturais e a sustentabilidade ambiental, econômica e social, em especial para o Parque Natural Municipal das Andorinhas, uma vez que a região foi caracterizada como sendo de importância biológica extrema para o bioma da Mata Atlântica e para a conservação da biodiversidade em Minas Gerais. Portanto, fica evidente, mais uma vez, a importância do Parque Natural Municipal das Andorinhas no contexto da paisagem regional, para a manutenção da biodiversidade e também da qualidade de vida para os moradores locais e de todo o Estado, uma vez que o Parque abriga importantes nascentes de afluentes do rio das Velhas. Assim, o plano de manejo é de extrema importância, não só para a conservação das inúmeras belezas naturais nele existentes e para a conservação das águas da cabeceira do rio com significativa relevância para a captação de água para abastecimento da RMBH, como também para se apresentar como um marco e exemplo para toda a conservação da bacia. Nunca houve e não é possível que a música, dança e o teatro possam causar impactos ambientais, pois a proposta do evento é acontecer em local apropriado, com controle do volume do som, coleta seletiva. O público receberá um flyer que trará informações sobre responsabilidade e cuidados ambientais. O projeto tem o total apoio da Prefeitura de Ouro Preto em sua realização; pois vem suprir a proposta de ter uma programação cultural nos parques públicos, portanto não há impacto ambiental, conforme a carta de autorização expedita pela Secretaria de Meio Ambiente, já que o local e data será definido pelos próprios administradores dos parques, ou seja, um trabalho total de parceria entre a produção e os parques públicos.

Acessibilidade

O Parque Natural Municipal das Andorinhas conta com infraestrutura que privilegia a acessibilidade a deficientes físicos uma vez que as instalações possuem rampa de acesso e banheiro destinado a deficientes. O acesso às apresentações do "Arte e cultura no Parque das Andorinhas" são totalmente gratuitas. Deverão atingir todos os perfis de público, desde crianças pequenas a idosos e pessoas portadoras de deficiências físicas. PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: O evento será realizado no Parque das Andorinhas, de forma que tenha acessibilidade física. Haverá ainda cadeiras para assistir aos espetáculos. Item da planilha orçamentária: Locação de cadeiras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia) e audiodescrição das cenas que ocorrerão durante as apresentações (incluindo os diálogos, as movimentações dos atores e as mudanças de cenário). Item da planilha orçamentária: Narrador de Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Profissionais Intérpretes e tradutores em Libras capacitados para inclusão de ouvintes nos contextos da Cultura Surda e acesso dos Surdos em produções culturais em linguagem fonética. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitoria especializada inclusiva. Item da planilha orçamentária: Monitores PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL Idem ao Produto Festival/Mostra, pois os mesmos contratados ficarão ao longo do dia atendendo todos os espetáculos, que não vão ocorrer de forma simultânea, realizando assim economia nos gastos de contratação. PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNCIAS Idem ao Produto Festival/Mostra, pois os mesmos contratados ficarão ao longo do dia atendendo todos os espetáculos, que não vão ocorrer de forma simultânea, realizando assim economia nos gastos de contratação. PRODUTO CONTRAPARTIDA ACESSIBILIDADE FÍSICA: A palestra será realizada no próprio parque, tendo salas específicas para tal atividade, de forma que tenha acessibilidade física. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia). Item da planilha orçamentária: Narrador de Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Profissionais Intérpretes e tradutores em Libras capacitados para inclusão de ouvintes nos contextos da Cultura Surda e acesso dos Surdos em produções culturais em linguagem fonética. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitoria especializada inclusiva. Item da planilha orçamentária: Monitores

Democratização do acesso

Todo o projeto é gratuito, atendendo o artigo 23 da IN 01/2022, com o objetivo de descentralizar a cultura das grandes capitais para uma cidade do interior mineiro, gerando conhecimento e renda, além de realizar a diversificação econômica do município. O projeto atende os seguintes incisos do Art. 24 da IN nº 01/2022 do Ministério da Turismo: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; e ainda oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos para as contrapartidas. Obs.: As atrações serão escolhidas de forma a atender todos os públicos, desde crianças até idosos.

Ficha técnica

Gilson Fernandes Antunes Martins – Proponente e Coordenador Geral Mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Ouro Preto (2021). Bacharel em Gestão de Comunicação Integrada, com habilitação em Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2013) e Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas, pela mesma Instituição (2018). Integrante do Grupo de Pesquisa Convergência e Jornalismo (ConJor) do PPGCom-UFOP. Fundador e gestor cultural da Holofote Cultural desde 2012. É consultor, palestrante e pesquisador na área da indústria criativa. Atuou como Secretário de Turismo, Indústria e Comércio na Prefeitura Municipal de Ouro Preto, em 2015 e 2016, e Superintendente de Atos, Memória e Chancelaria, sendo responsável pelo setor de comunicação, entre 2018 e 2020. Produziu mais 300 shows e espetáculos, dentre eles, Live "Ouro Preto Viva" (2020), "Concertos na Casa da Ópera" (2019), com patrocínio da Oi, "Festival Todos os Sons" – Edição Itabirito (2019), com patrocínio da Oi, Turnê "Era Uma Vez Um Carnaval" do grupo Candonguêro (2018), com patrocínio da Claro, "Turnê Boleros – Uma História de Amor" (2017) com patrocínio da Cemig, "26ª Julifest" (2017), "Festival Marte" (2017), com patrocínio da Claro, "Festival da Canção Som Plural" (2017), com patrocínio da Oi, "Carnaval Cultura de Ouro Preto" (2016 e 2017), "Carnaval de Brumadinho" (2017), "Carnaval de Itabirito" (2017) e "Aniversário de 304 anos de Ouro Preto" (2015). O proponente será responsável pela curadoria das apresentações e pela gestão de todo o processo decisório do projeto. Receberá pela rubrica de Coordenação Geral. Leandro Mateus Silva - Coordenador de produção Ator, diretor, produtor cultural e bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Ouro Preto (2014). Escreveu, dirigiu, produziu e atuou no monólogo humorístico "Testemunhas de Gervásio" (2016 a 2017), com apresentações Teatro Sesi Mariana, Teatro Casa da Ópera, Teatro Municipal Contagem e Teatro Sesi Tiradentes. Produziu os espetáculos "Thiago Comédia em ABSURDO" (2013), "Glauber Cunha em QUER RIR? VENHA!" (2014), "ENQUANTO ISSO APRESENTA" (2014 a 2016), "O Poderoso Negão" (2015), "Eros Prado, O Inconveniente" (2017), "Thiago Carmona e Leandro Mateus" (2017), "Geraldo Magela e Leandro Mateus" (2017), "Masha e o Urso" (2017), "A comédia das Encalhadas" (2018), "A Sogra" (2018), "Os três porquinhos" (2019), "Chapeuzinho Vermelho" (2019), "Stevan Gaipo" (2019) e "Turma do Bolota" (2020). Locutor do Carnaval Patrimônio de Ouro Preto, da Prefeitura Municipal, (2017 a 2020), Locutor do Bloco Cabrobó Ouro Preto (2017 a 2019) e Locutor/Comediante na Rádio Real FM (2014 a 2020). Atualmente, é diretor, ator e editor de conteúdos para internet no portal Enquanto isso em Ouro Preto.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$270.000,00 em 23/03/2026.