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"Mulheres no café" é o projeto de um média-documentário de 20 minutos em formato 4K que aborda a atuação feminina naprodução de cafés especiais no Estado de São Paulo, por meio da história de uma empreendedora que há anos vem mobilizando e fortalecendo outras mulheres de várias cidades no Circuito das Águas Paulista, região turística composta por 9 municípios.
“Mulheres no café” é um média-documentário que fala sobre o protagonismo feminino na produção cafeeira do interior de São Paulo. A partir da história de uma paulistana de 59 anos, que se mudou para uma estância turística do Estado e passou a se dedicar ao agronegócio depois da aposentadoria, mudando não só a própria perspectiva como a de dezenas de mulheres ao seu redor, o filme traz à tona a discussão sobre o patriarcalismo, o machismo e a importância de se reconhecer o papel feminino num dos setores de maior destaque da economia brasileira. Por meio de cenas das particularidades da rotina da produção do café especial, a narrativa destaca a presença feminina nas mais diferentes etapas do café, expõe a força e determinação de mulheres que até então viviam escondidas nesse setor e entrelaça exemplos de cafeicultoras que decidiram se conectar para conquistar visibilidade e reconhecimento. Classificação Livre.
O OBJETIVO GERAL Abordar por meio de uma produção audiovisual a história de protagonismo feminino na produção de cafés especiais no Estado de São Paulo atendendo aos seguintes objetivos da LEI DE INCENTIVO Á CULTURA: (artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021)I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Produzir um média-metragem de 20 minutos;- Promover o acesso gratuito ao material em plataforma virtual (Youtube);- Divulgar a produção em diferentes suportes de mídia.
Falar sobre o tema da mulher na cafeicultura conforme projeto aqui proposto, é reforçar o debate sobre equidade de gênero, reconhecer os papeis e lugares que há anos mulheres vêm ocupando sem os devidos créditos e abrir mais caminhos para novas gerações de mulheres, contribuindo para a observação de preconceitos e um olhar mais apurado para a diversidade.Além disso, apresentar o contexto do café no cenário do Estado de São Paulo, é a possibilidade de difundir realidades presentes no terceiro maior produtor brasileiro, atrás apenas de Minas Gerais e Espírito Santo. A produção do café foi uma das principais responsáveis pelo desenvolvimento do Estado, já que introduziu a ferrovia em São Paulo, construída para escoar o principal produto de exportação brasileiro. Escolher um recorte para contar histórias de paulistas que se destacam no café é valorizar quem está por trás desse importante pilar econômico de São Paulo. O Mecanismo de Incentivo à Projetos Culturais é de fundamental importância para o financiamento deste projeto que atende os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Será atendida a seguinte finalidade do Art. 3° da referida norma: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obrasde reprodução videofonográfica de caráter cultural
Minutagem: 20 minutos
MEDIDAS DE ACESSIBILIDADEAcessibilidade Física: Não se aplicaAcessibilidade auditiva: Versão com legendagem descritivaAcessibilidade visual: Versão com audiodescriçãoAcessibilidade cognitiva: Versão com alerta de conteúdos sensíveis
Como medida de democratização de acesso, no que se refere ao cumprimento do Art 24 da IN 01 de 04 de Fevereiro de2022, este projeto atenderá aos seguintes incisos: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
MARCELA VARANI/Campinas, Brasil, 1985.Função no projeto – DiretoraJornalista, documentarista, roteirista, diretora audiovisual, formada em Comunicação Social – PUC Campinas-SP, tem 18 anos de experiência em telejornalismo, atuando na produção, edição, reportagem e apresentação, na Eptv, uma das principais afiliadas da Rede Globo no Brasil. Tem especialização em projetos de cinema pela Fundação Getúlio Vargas e formação livre em roteiro, direção de fotografia e produção executiva pela Academia Internacional de Cinema. Há 4 anos se divide entre o trabalho diário de jornalista e o de documentarista. Neste período, pela produtora NuOlhar filmes, sediada em Campinas - SP, codirigiu e coproduziu 12minidocumentários, 2 temporadas de websérie (Sim, diabético – 2019/2021) e 3 curta-documentários: “Minha Dança” (2020), que acompanha a jornada de transformação de uma nutricionista que decide se dedicar à dança, vencedor, em 2022, na categoria curta-documentário internacional no “Baños de Agua Santa Internacional Film Festival, no Equador, e melhor montagem de documentário, no Festival Internacional de Curtas de Bangalore, na Índia; “Arte em mim” (2022), que retrata o impacto da pandemia nas vidas de duas artistas anônimas do Interior de São Paulo e esteve, juntamente com “Minha dança,” na seleção oficial de Bangalore e no Festival “Near Nazareth”, em Israel e “Eu nunca vouesquecer”(2020), curta-documentário realizado com entrevistas e direção à distância, trazendo o olhar de profissionais da saúde sobre a pandemia. ANA PAULA PINHEIROFunção no projeto – Roteiro e produção executiva Formada em Comunicação Social – Universidade Estadual Paulista - Unesp – Campus Bauru, tem 17 anos de experiência no telejornalismo, tendo passado pela produção, edição, reportagem e apresentação, na Eptv, uma das principais afiliadas da Rede Globo no Brasil, incluindo participações em jornais Estaduais e Nacionais e Globo News. Entre os projetos documentais dos quais fez parte na Tv estão - "Ribeirão Preto - 150 anos - História de Coragem", que uniu jornalismo e dramaturgia. Na produtora NuOlhar filmes, sediada em Campinas-SP, há 4 anos se dedica à produção devídeos humanizados e documentais. Neste período, codirigiu e fez a coprodução executiva de 2 temporadas de websérie (Sim, diabético – 2019/2021) e 3 curta-documentários - “Minha Dança” (2020), que acompanha a jornada de transformação de uma nutricionista que decide se dedicar à dança, vencedor, em 2022, na categoria curta-documentário internacional no “Baños de Agua Santa Internacional Film Festival, no Equador, e melhor montagem de documentário, no Festival Internacional de Curtas de Bangalore, na Índia, “Arte em mim” (2022), que retrata do impacto da pandemia nas vidas de duas artistas anônimas do Interior de São Paulo e esteve, juntamente com “Minha dança,” na seleção oficial de Bangalore e no Festival “Near Nazareth”, em Israel e “Eu nunca vou esquecer”(2020), com entrevistas e direção à distância, trazendo o olhar de profissionais da saúde sobre a pandemia. ERIKA DE FARIAFunção no projeto – Direção de fotografiaFormada em Letras e Comunicação pela Mackenzie com pós-graduação em Cinema e Literatura pela Puc, trabalha há 11 anos com fotógrafa still, com publicações em periódicos como Revista Trip, Mensch, Bazaar, Pais e Filhos e diversas publicações independentes. Seus trabalhos são voltados em grande parte ao tema do universo feminino e diversidade, tendo participado de campanhas para Avon, Spotify, Facebook, Quem Disse Berenice, Unilever, MAC. No audiovisual documental, como diretora de fotografia, assina o média-metragem “Bernardo na vida, BMO na batalha”- selecionado para o In Edit – Festival Internacional de documentário musical e para o Festival Los Angeles Brazilian Film Festival, a websérie “Sim, diabético”, que já está em sua segunda temporada, em um dos maiores canais sobre o tema no Brasil. O curta-documentário Minha Dança – 2020, em que também assina a fotografia, foi vencedor, em 2022, na categoria curta-documentário internacional no “Baños de Agua Santa Internacional Film Festival”, no Equador, e esteve na seleção oficial de 2022 dos festivais “Near Nazareth”, em Israel e no “11th Bangalore Shorts Film Fest”, na Índia. Érika assina a direção de fotografia adicional do longa-metragem “UÝRA – A retomada da Floresta” com estreia em 2022, na seleção oficial do Frameline46 San Francisco International LGBTQIA+ Film Festival. PATRÍCIA SOUZA S. LIMAFunção no projeto – Pesquisa e ProduçãoProfissional com mais de 30 anos de experiência na área do audiovisual, atuando na produção, coordenação e viabilização de projetos em renomadas produtoras cinematográficas e emissoras de televisão. Dentre os projetos em que trabalhou destacam-se os documentários de longa-metragem “Eu, Eu, Eu José Lewgoy” e “Mamonas Para Sempre”, produções da Tatu Filmes; “Panorama Histórico Brasileiro”, série documental produzida pelo Instituto Itaú Cultural e o documentário vencedor do Prêmio Petrobras de Jornalismo 2014 “Caminhos da Reportagem: Cinema Brasileiro: Luz, Câmera, Verba!”, categoria Reportagem Cultural Emissoras de Televisão, realização da TV Brasil/EBC.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com o tipo de pessoa , o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.