| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 61409892000173 | CBA Companhia Brasileira de Alumínio | 1900-01-01 | R$ 701,2 mil |
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 450,0 mil |
| 23025711000116 | Cia Itaú de Capitalização | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
| 45762077000137 | Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados | 1900-01-01 | R$ 310,4 mil |
| 49475833000106 | Biolab Sanus Farmacêutica Ltda. | 1900-01-01 | R$ 270,0 mil |
| 01425787000104 | REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 07256507000150 | Itauseg Participações S.A | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 04272637000198 | AGEO NORTE TERMINAIS E ARMAZENS GERAIS S.A | 1900-01-01 | R$ 125,0 mil |
| 03798096000173 | AGEO TERMINAIS E ARMAZENS GERAIS S.A | 1900-01-01 | R$ 75,0 mil |
| 62180047000131 | Safra Distr. de Titulos e Valores Mobiliários Ltda | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
Este Plano Anual tem por objetivo a manutenção e a realização das atividades culturais museu público municipal MuBE - Museus Brasileiro da Escultura e Ecologia, durante o ano de 2023. Parte importante deste projeto é a manutenção do edifício-sede do MuBE, uma das principais obras do consagrado arquiteto Paulo Mendes da Rocha, vencedor de todos os maiores prêmios da arquitetura muncial como o Pritzker em 2006, Leão de Ouro da Bienal de Arquitetura de Veneza e do Prêmio Imperial do Japão em 2016. A manutenção e a restauração deste importante marco da arquitetura brutalista é uma das principais missões do MuBE, garantindo assim que as gerações futuras possam usufruir deste importente bem cultural. Este projeto incluir ainda as principais atividades realizadas pelo MuBE, para que este relevante patrimônio cultural que é o museu possa ser usufruido em toda a sua potência pela sociedade. Entre as quais, estão as exposições de artes visuais, com entrada gratuita, com obras encomendadas de artistas e selecionadas de diversos acervos nacionais e/ou internacionais, coleções públicas e privadas, além de atividades correlatas de arte educação, também gratuitas, garantindo a todos o enriquecimento artístico e cultural da população.
EXPOSIÇÕES: 1. Exposição sobre arte rupestre e o sítio arqueológico da Serra da Capivara e outros no território brasileiro, em diálogo com a arte moderna e contemporânea e arquitetura. Nesta exposição, que ocupara as áreas internas e externas do Museu, partindo do acervo e das produções encontradas em sítios arqueológicos brasileiros, será possível trazer para o público um diálogo entre arte rupestre, arquitetura moderna e arte contemporânea, mostrando traços de similaridade e distanciamento. 2. Exposição Individual de Ascanio MMM O Projeto "Ascânio MMM" no MuBE, propõe uma grande exposição individual histórica deste importante artista nascido em Portugal, em 1941, e radicado no Brasil, para onde se mudou em 1959 e fixou raízes, tendo produzido um legado com profunda potência em termos formais, conceituais e construtivos, perfazendo 60 anos de trajetória artística. A produção de Ascânio acompanha a missão do museu em desbravar o campo escultórico enquanto natureza experimental e de relevância na história da arte brasileira desde a metade do século XX e aponta um caminho da problemática do espaço, fazendo parte de uma segunda geração construtiva, muito além das vanguardas europeias, consolidando uma arte brasileira em diálogo constante com a arquitetura. A arte pública é também uma relevante relevante da obra de Ascânio. Esta exposição ocupará todas as áreas expositivas do MuBE, que incluem a parte interna e externa do Museu e contará ainda com um forte programa educativo. 3. Exposição individual de Amelia Toledo Amelia Amorim Toledo (São Paulo, São Paulo, 1926 - idem, 2017). Escultora, pintora, desenhista, designer, é uma das mais importantes e completas artistas brasileiras do séc XX. Em sua formação frequenta o ateliê de Anita Malfatti (1889-1964), em São Paulo, no fim dos anos 1930. Entre 1943 e 1947, estuda com Yoshiya Takaoka (1909-1978) e, em 1948, com Waldemar da Costa (1904-1982). Nesse mesmo ano, trabalha com desenho de projetos no escritório do arquiteto Vilanova Artigas (1915-1985). Em 1958, frequenta a London County Council Central School of Arts and Crafts, em Londres. De volta ao Brasil, em 1960, estuda gravura em metal com João Luís Oliveira Chaves (1924), no Estúdio/Gravura. Obtém, em 1964, o título de mestre pela Universidade de Brasília (UNB). Desde a metade dos anos 1960, leciona na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie e na Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo, e na Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), no Rio de Janeiro. Durante sua vida, a artista dedica-se também à pintura a óleo e aquarela e ao design de jóias. Realiza obras para diversos espaços públicos, como o projeto cromático, 1996/1998, para a estação Arcoverde do metrô do Rio de Janeiro. Em 1999, é realizada exposição retrospectiva de sua obra na Galeria do Sesi, em São Paulo, e, em 2004, é publicado o livro Amélia Toledo: As Naturezas do Artifício, de Agnaldo Farias. Amélia Toledo participou de diversas edições da Bienal de São Paulo, e em seu currículo constam ainda importantes exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Esta exposição ocupará todas as áreas expositivas do MuBE, que incluem a parte interna e externa do Museu e contará ainda com um forte programa educativo. 4. Exposição individual de jovem artista mulher escultora Esta exposição tem como objetivo trazer para o espaço museológico a destaca produção de artistas mulheres que trabalhem no campo da escultura. Ainda e definição da artista participante, um dos nomes estudados é de Rebeca Carapiá (Salvador, BA, 1988). Rebeca vive e trabalha em Salvador, BA, e foi indicada ao Prêmio PIPA nas edições de 2021 e 2022. Artista visual formada pela Universidade Federal da Bahia, Rebeca Carapiá nasceu na Cidade Baixa, na cidade de Salvador. Se interessa pelas relações produzidas entre a linguagem, o conflito, o corpo e o território, onde cria e organiza um conjunto de práticas e reflexões através de diferentes plataformas de exibição, formação e experimentação artística. Através de esculturas, cobre sobre tela, desenhos, instalações, gravuras, textos e objetos, sua pesquisa busca criar uma cosmologia em torno dos conflitos das normas da linguagem e do corpo, além de ampliar um debate geopolítico que envolve memória, racismo ambiental, economias da precariedade, tecnologias ancestrais, dissidências sexuais e de gênero e as relações de poder entre o discurso e a palavra. Outro nome sendo pesquisado para esta exposição é o da artista Solange Pessoa, cujo trabalho no campo da escultura é bastante reconhecido e atualmente pode ser visto na Bienal de Veneza. 5. Exposição coletiva explorando o olhar da arte sobre a paisagem e o meio ambiente Cumprindo a missão do MuBE de Museu da Escultura e Ecologia, esta exposição pretende trazer para o público de São Paulo um forte diálogo entre a arte e as questões ambientais, tendo como centro de diálogo e expressão um dos mais importantes biomas brasileiros 6. Exposição "Arte ao ar livre" - 3a Edição O MuBE inaugurou em 2020 a série de exposições "Arte ao Ar Livre", com a mostra “O ar que nos une”. Esta série pretende trazer para o Museu a discussão sobre arte pública e a interação do Museu com a Cidade. A arquitetura proposta por Paulo Mendes da Rocha para o MuBE permite explorar, de forma única, questões como o Museu, a cidade e seus limites através da arte. Ocupando a área mais nobre do Museu, a área expositiva externa, em sua segunda edição, "Arte ao Ar Livre" terá o prazer de apresentar ao público um importante recorte de artistas contemporâneos brasileiros que pensam o espaço e a escala. Sendo sua apresentação no MuBE uma oportunidade perfeita de diálogo entre a arte e a arquitetura de Paulo Mendes da Rocha.
OBJETIVO GERAL Com base no art. 13 da Lei º 11.904 de 2009, os museus públicos são instituições museológicas vinculadas ao poder público, situadas no território nacional. Assim sendo, o MuBE configura-se como museu público municipal uma vez que foi criado, por meio da Lei nº 10.254 de 1986, para gerir a concessão do terreno da prefeitura, especificamente para a construção e gestão do museu. Desse modo, o MuBE, associação civil de natureza cultural, sem fins lucrativos, é gerido por instituição permanente e dará, em seu Plano Anual de 2023, continuidade às ações que vem realizando há mais de 25 anos. Como museu, a principal atividade do MuBE é a realização de exposições de artes visuais nacional e internacional, que têm como objetivo principal fomentar a produção artística, mostrar e divulgar as obras e, principalmente, proporcionar o contato direto com trabalhos de arte, pois esse é o momento em que se efetiva a educação e a transmissão do conhecimento ao público, um dos objetivos primordiais do MuBE, garantindo assim a democratização do acesso a bens culturais relevantes. Destaca-se ainda que a obra de arte mais importante do MuBE é o seu próprio edifício-sede. Projetado por Paulo Mendes da Rocha em 1987, foi considerado pela revista Artsy uma das 10 obras da arquitetura brutalista mais importantes do mundo. E seu jardim, projetado por Roberto Burle Marx, completa o destaque dessa obra arquitetônica. Por isso, um dos principais objetivos do MuBE é a restauração, conservação e manutenção desse importante bem cultural que são seu edifício-sede e seu jardim e, por isso, os custos e despesas ligados a esse fim estão incluídos neste projeto. Quanto às atividades, as exposições de arte moderna e contemporânea são os balizadores temáticos de todas as atividades do museu, dessa forma, estão alocados no orçamento todos os custos com profissionais, serviços especializados de terceiros, materiais, serviços de apoio e estrutura física do espaço que permitem a realização das atividades com a máxima qualidade e melhor emprego dos recursos obtidos. As exposições planejadas de arte nacional e internacional serão realizadas nos espaços expositivos próprios do museu, formados pela Grande Sala, Pinacoteca, Espaço de Convivência e Jardim. Cabe ressaltar ainda que, seguindo a linha curatorial, o MuBE começou a construir um importante acervo de obras-projeto, cujas despesas também estão alocadas nesse Projeto. Mais detalhes seguem abaixo. Em concordância com o artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, o projeto se fundamenta pelos incisos aqui transcritos: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articule as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Dentro do Produto PLANO ANUAL serão realizados: 1. EXPOSIÇÕES GRATUITAS Em 2023 serão realizadas as seguintes exposições, que têm todas, entrada gratuita para o público: 1.1. Exposição sobre arte rupestre e o sítio arqueológico da Serra da Capivara e outros no território brasileiro em diálogo com a arte moderna e contemporânea e arquitetura (DURAÇÃO 2 MESES) 1.2. Exposição Individual de Ascanio MMM (DURAÇÃO 2 MESES) 1.3. Exposição individual de Amelia Toledo (DURAÇÃO 2 MESES) 1.4. Exposição individual de jovem artista mulher escultora (DURAÇÃO 2 MESES) 1.5. Exposição coletiva explorando o olhar da arte sobre a paisagem e o meio ambiente (DURAÇÃO 2 MESES) 1.6. Exposição "Arte ao ar livre" - 3a Edição (DURAÇÃO 2 MESES) 1.7. Espaço de Convivência - Design brasileiro (DURAÇÃO 2 MESES) 2. AÇÕES EDUCATIVAS GRATUITAS Ligado às exposições, de modo a torná-las acessíveis e visando a formação de público, o MuBE promoverá ações educativas, todas gratuitas, que são estruturadas para atender o público agendado e espontâneo. 2.1. Mensalmente, o Educativo do MuBE receberá gratuitamente, no mínimo, 2 grupos agendados de até 40 pessoas para visitas ao museu, que duram em média 1 hora e 30 minutos. O Programa de Visitação oferece visitas mediadas para grupos escolares de educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, universitários, grupos de terceira idade, instituições de educação não formal, projetos sociais e qualquer outro grupo que esteja interessado nas exposições. As visitas mediadas são realizadas pelos educadores do MuBE. 2.2. Oficinas de final de semana - Aos sábados e domingos, 1 vez por mês, das 11h às 12h30 e das 14h30 às 15h30, na área externa do MuBE, será montada uma oficina livre e gratuita em diálogo com as exposições em cartaz. Podendo ser desenho, frotagem, aquarela ou outra técnica. 2.3. Visita guiada sobre a arquitetura do MuBE, 1 vez por trimestre, em uma 5a feira, às 15h, para até 20 pessoas por vez, com 1h de duração. 2.4. Atividades online Série de atividades online de arte educação, por vídeo, disponibilizadas gratuitamente na internet, nas redes sociais do MuBE, ampliando o alcance e diversificando o público beneficiado. São elas: a. Ateliê a distância - Realização de pelo menos 1 vídeo de arte educação a cada trimestre, através da série "Ateliê a distância do MuBE". Nesse vídeo há sempre a apresentação de uma obra ou de um artista e uma proposta de atividade de oficina ou ateliê de arte educação que reflita sobre o trabalho/artista escolhido como tema. Cada vídeo tem duração média de 2 minutos, postado no Instagram do MuBE. b. Conhecendo o artista - Realização de pelo menos 1 episódio por trimestre da série de vídeos "Conhecendo o artista" sobre a trajetória de artistas que já expuseram no Museu. Cada vídeo tem duração média de 2 minutos, postado no Instagram do MuBE. CURSOS GRATUITO O MuBE promove anualmente um curso de história da arte presencial, inteiramente gratuito, para público geral, com turma de 100 pessoas, e um curso sobre história da arquitetura, online, inteiramente gratuito, para público geral, também com 100 vagas. Cada um dos cursos têm carga horária média de 6h e dão direito a certificado de participação. ACERVO O Setor do Acervo do MuBE é responsável pela gestão da documentação e conservação da coleção de esculturas e de obras-projeto, iniciada a partir de 2016. Para isso é crucial a participação do setor de acervo, nas funções abaixo descritas nas obras da coleção do Museu e nas obras de coleções de terceiros em exposição temporária no MuBE: a. Conservação do acervo e das obras expostas: a.1. Conservação _ Higienização a.2. Manutenção de Obras de Arte do Jardim das Esculturas a.3. Documentação das obras do acervo b. Conservação das obras expostas: b.1. Conservação _ Higienização (vistoria diária e higienização semana) b.3. Controle da Documentação das obras de terceiros em exposição temporária no MuBE. BIBLIOTECA A Biblioteca, ainda em formação, é especializada em arte contemporânea e é fonte de informações primárias na elaboração de diversos materiais impressos e audiovisuais. Tem por objetivos preservar, organizar e disponibilizar o acervo bibliográfico, sendo disponibilizado ao publico no espaço no Espaço de Convivência do MuBE, uma área reservada à leitura onde estão sempre disponíveis também livros infantis, além dos livros sobre arte e arquitetura, para que o público possa ler e consultar. A biblioteca conta com cerca de 50 títulos infantis e 100 títulos de arte e arquitetura atualmente, mas está em crescimento. Funcionamento de 3a a domingo, de 11h às 17h, gratuita. TEATRO ABERTO NA MARQUISE Neste espaço são realizadas experimentações das artes visuais no campo da performance e da expressão corporal, como a atividade de yoga gratuita aos sábados pela manhã, com duração de 1 hora, pelo menos uma vez por mês. Produto CATÁLOGOS A. 5 catálogos, sendo para cada uma das principais exposições, sendo impressas, na média, 1.000 unidades de cada catálogo -28X23 cm, 4X4 cores, miolo couchê fosco 170g, capa couchê fosco 250grs. Distribuição gratuita. Produto BEM IMÓVEL MARQUISE - MANUTENÇÃO E TROCA DOS APARELHOS DE APOIO O principal marco do premiado edifício-sede do MuBE, é sua marquise. Da forma como foi construída, ela necessita de uma manutenção que inclui a troca de seus aparelhos de apoio a cada cerca de 25 anos. Com a chegada do período desta manutenção, contratamos uma empresa especializada no assunto para a realização de laudo técnico das condições da marquise em 2019. Devido à pandemia, essas manutenções foram postergadas para 2023 e, por isso, incluídas neste projeto. MANUTENÇÃO E IMPERMEABILIZAÇÃO DO EDIFÍCIO O edifício-sede do MuBE é uma das principais obras do consagrado arquiteto Paulo Mendes da Rocha, vencedor de todos os maiores prêmios da arquitetura mundial como o Pritzker em 2006, Leão de Ouro da Bienal de Arquitetura de Veneza e do Prêmio Imperial do Japão em 2016. A Manutenção e a restauração desse importante marco da arquitetura brutalista é uma das principais missões do MuBE, garantindo assim que as gerações futuras possam usufruir desse importante bem cultural. Estão previstas neste projeto, as manutenções de impermeabilização pontuais feitas anualmente nas lajes de grande extensão.
A proposta se enquadra no Art. 1° da Lei 8313/91, de acordo com os Incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta ainda se enquadra no Art. 3º da Lei 8313/91, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, da seguinte forma: II- fomento à produção cultural e artística, mediante: e - realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a - construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; O MuBE é um museu público municipal(*) criado pela Lei nº 10.254, de 23 de dezembro de 1986 pelo Município de São Paulo (cópia em Documentos Anexados) e gerido por associação sem fins lucrativos cuja finalidade é exclusivamente a gestão das atividades do Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia. O objetivo do museu é contribuir para a formação cultural da população e a democratização do acesso à cultura. Com espaços generosos e toda a infra-estrutura necessária, o MuBE está apto a organizar grandes eventos que expressam tendências da cena artística contemporânea brasileira e internacional, dentre os quais não estão somente as exposições, mas também palestras, cursos e ações de arte educação que ampliam a percepção artística e cultural da população e garantem, assim, a manutenção deste importante marco arquitetônico que é nosso edifício-sede, preservação de patrimônio cultural e educação artística a seus frequentadores. O MuBE inscreve-se na história cultural a partir do conceito criado por Paulo Mendes da Rocha para o projeto do Museu. Uma maquete do MuBE, assim como as plantas e seu projeto original, fazem parte do acervo do MoMA de Nova York. Criado em 1986 por iniciativa da Prefeitura de São Paulo, sua construção, que levou cerca de 9 anos, sendo o MuBE foi inaugurado em 1995 e desde então contribui de forma ativa para a cultura brasileira. O edifício-sede do MuBE é um icônico e premiado projeto do grande arquiteto Paulo Mendes da Rocha e está rodeado por um belo jardim projetado por Roberto Burle Marx, na região central da cidade. Possui duas galerias internas e uma grande área externa para exposições, espaço de convivência, teatro ao ar livre, auditório, ateliês, restaurante e jardim. Através da RESOLUÇÃO 42/CONPRESP/2018 (cópia em Documentos Anexados) o MuBE foi tombado, sendo considerado patrimônio cultural material. O tombamento é o instrumento de reconhecimento e proteção do patrimônio cultural material, realizado pela administração pública municipal. O MuBE atingia um público médio, antes da pandemia, de cerca de 100 mil pessoas, entre estudantes, interessados nas artes e em aproveitar o seu jardim e o público geral de São Paulo e de outras regiões do país e do exterior. As exposições realizadas recentemente no MuBE estão entre as mais visitadas e bem avaliadas, sendo uma referência no cenário cultural e artístico do país nas questões da arte tridimensional. O MuBE acredita ainda na importância de investir na formação cultural e artística e considera a arte um dos elementos fundamentais para a educação. Ao longo de seus 15 anos de existência, o Educativo do MuBE tem gerado uma significativa transformação social e uma ressignificação do espaço museológico. O Educativo do MuBE é responsável pela formação de público do museu, viabilizando o acesso às exposições e seus conteúdos, oferecendo ações que mesclam diversas linguagens e abordagens, abrangendo todos os perfis de visitantes, dentre os quais: estudantes, profissionais, idosos, crianças, grupos escolares, famílias, instituições, projetos sociais, instituições de saúde, pessoas com deficiência, pessoas em situação de vulnerabilidade social, bem como qualquer grupo ou pessoa interessados em nossa programação. É importante mencionar, ainda, a coleção que o MuBE começa a construir e sua relevância para as artes plásticas e a importância em torná-la acessível ao público em geral. Com a coleção de obras-projeto, o MuBE estará prestando um excelente serviço às artes ao preservar, mostrar e estudar um meio muito relevante para a arte contemporânea e que poucos museus têm em seus acervos. O Setor do Acervo do MuBE é responsável pela gestão da documentação e conservação da coleção, visando sempre o cumprimento da missão do Museu de colecionar, estudar, incentivar e difundir a arte moderna e contemporânea, tornando-a acessível ao maior número de pessoas possível. A equipe técnica contratada é responsável pelo acompanhamento e produção das exposições do Museu, incluindo empréstimos das obras das exposições temporárias, bem como pelas atividades de acompanhamento de obras durante a coleta, montagem e desmontagem das exposições, e conservação e documentação dessas obras. Quando o MuBE solicita obras para participar de exposições temporárias, em caráter de empréstimo, a equipe do acervo acompanha todo o processo, que tem início na documentação e estabelecimento das condições de empréstimo, preparação das obras para a exposição, indicação de restauro se necessário, montagem especial quando necessário, bem como acompanhamento da obra na montagem, durante a exposição e em sua desmontagem e devolução. Nas exposições temporárias nos espaços expositivos do Museu, a equipe do Acervo de prestadores de serviço também é responsável pela preparação técnica das obras, laudos e, durante todo o período da exposição, faz a vistoria, higienização, monitoramento e supervisão das condições ambientais. Junta-se a essa equipe algumas vezes, restauradores especializadas que cuidam principalmente da higienização de obras mais delicadas participantes das mostras do museu. As atividades relativas à conservação justificam-se pela necessidade que as obras têm de cuidados preventivos frequentes para que se mantenham em bom estado de conservação, garantindo a sobrevida e integridade física e estética da obra de arte, bem como de restauro em casos extremos.(*) Nos termos do art. 32 do Decreto n° 8124, de 17 de outubro de 2013 e arts. 13 a 15 da Lei n° 11.904, de 14 de janeiro de 2009.
O plano de passagens aéreas apresentado é provisório, podendo assim, sofrer alterações pois torna-se impossível uma clara definição das origens e destinos dos profissionais nacionais e internacionais que participarão do projeto. Aproveitamos para informar que os profissinais e artistas que participarão do projeto poderão ser alterados por outros que igual relevância, em conformidade com o projeto curatorial, o que não ocasionará alterações no objeto do Projeto. Encaminhamos anexa a planta baixa do Museu onde encontram-se as áreas expositivas a serem utilizadas nas exposições. Deslocamentos de avião Origem Destino Volta Número de Passagens Valor por passagem Total Exposição arte rupestre SP Petrolina SP 3 2,000.00 6,000.00 Curador, Produtora executiva e conservadora-chefe em visita a FundHAm para exposiçãoExposição arte rupestre Petrolina SP Petrolina 3 2,000.00 6,000.00 Pesquisadores do sitio arqueológicoExposição arte rupestre SP Recife SP 3 2,000.00 6,000.00 Curador, Produtora executiva e conservadora-chefe em visita a sitio arqueológico para exposição para exposiçãoExposição arte rupestre Recife SP Recife 2 2,000.00 4,000.00 Pesquisadores do Sitio ArqueológicoExposição Ascânio RJ SP RJ 2 2,000.00 4,000.00 Ascanio (artista) e AssistenteExposição Ascânio SP RJ SP 3 2,000.00 6,000.00 Curador, Produtora executiva e conservadora-chefe para visita a ateliê de Ascanio para preparaçãoExposição Jovem Escultora BA SP BA 1 2,000.00 2,000.00 ArtistaExposição Jovem Escultora SP BA SP 2 2,000.00 4,000.00 Curador e Produtora executivaExposição Coletiva Meio Ambiente MS SP MS 2 3,000.00 6,000.00 Pesquisadores locaisExposição Coletiva Meio Ambiente SP MS SP 2 3,000.00 6,000.00 Curador e Produtora executivaExposição Arte ao ar Livre RJ SP RJ 2 2,000.00 4,000.00 artistasInstitucional – Visita Instituto Amilcar de Castro MG SP MG 2 2,500.00 5,000.00 Conservador especialista em obra de Amilcar de Castro para Manutenção de obra do artista de 16 m e 25 ton que está no MuBE
Descrição do Catálogo:REVESTIMENTO CAPA: 4 páginas: Formato aberto: 460 x 280 mm; Formato Fechado: 230 x 280 mm; Couche 150 grs a 4 x 0 cores; Laminação Fosca frente, Refile; Empastamento automático; Colagem de guarda (forro); Provas Digitais; 1-REFORÇO CAPA: 4 páginas, Formato 230 x 280 mm; Papelão Cinza 2,20 mm (18) 18 grs (sem impressão) Corte. MIOLO: 130 páginas, formato aberto 460 x 280 mm; Formato Fechado: 230 x 280 mm; Offset 120 grs a 4 x4 cores; Dobra Central, Refile, Provas Digitais. GUARDA: 8 páginas, Formato Aberto 460 x 280 mm, Formato Fechado; 230 x 280 mm; Offset 120 grs a 4 x 4 cores, Dobra Central, Refile, Provas Digitais. ACABAMENTO GERAL: corte, costura, lombada quadrada (PUR), Encaixotar. BEM IMÓVEL - RESTAURO E PRESERVAÇÃO: O edifício-sede do MuBE, projetado por Paulo Mendes da Rocha em 1987, foi considerado pela revista Artsy uma das 10 obras da arquitetura brutalista mais importantes do mundo. E seu jardim, projetado por Roberto Burle Marx, completa o destaque dessa obra arquitetônica. Importante salientar que é prevista uma manutenção nos aparelhos de apoio da marquise do MuBE a cada 25 anos e, por isso, incluímos nesse Plano anual, baseado em laudo técnico realizado pela empresa especializada Falcão Bauer, o orçamento para a realização das manutenções necessárias previstas para 2020. Devido a questões de restrição de orçamento, as manutenções previstas no Plano Anual de 2020 não puderam ser realizadas, sendo então transferidas para 2021 e, por isso, incluídas neste plano anual de 2021.
PRODUTO PLANO ANUAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: No âmbito físico, todos os espaços da instituição são acessíveis. Há rampa para pessoas com deficiência de mobilidade. Elevadores, telefones e banheiros são adaptados às necessidades de mobilidade. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto para adequaçãp de espaço físico uma vez que o local onde a exposição irá acontecer já possui as medidas de acessibilidade conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Haverá textos e legendas em braile e a disponibilidade de audiodescrição detalhando o espaço e as obras expostas. Item da planilha orçamentária: Sinalização e Audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não haverá impactos para deficientes auditivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que o deficiente auditivo se contemple com a exposição assim como os textos explicativos. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que todos se contemplem com a exposição assim como os textos explicativos em português e inglês. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. Os textos explicativos estão contemplados na rubrica de sinalização Acessibilidade Física: Para garantir a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção e tendo como missão tornar a arte acessível ao maior número possível de pessoas, as instalações do MuBE seguem as normas necessárias para o acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, conforme o Art. 48 do Decreto 3.298 de 1999, bem como à Lei 13.146 de 2015, com seus amplos espaços, rampas, banheiros adaptados, passagens para auxiliar a locomoção permitindo o trânsito pelos espaços com conforto e segurança. As atividades do MuBE realizam-se em sua sede, onde os espaços, como descrito acima, são adequados para pessoas com dificuldades de locomoção. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto para adequação de espaço físico uma vez que a sede do museu possui as medidas de acessibilidade conforme descrito acima. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Os educadores/monitores do MuBE são treinados para atender o público com necessidades especiais utilizando procedimentos descritivos que incluem informações sobre as dimensões das obras, descrição das figuras e imagens, sugestões das cores através de recursos que as associem aos fenômenos da natureza, entre outros aspectos relacionados com tipos específicos de necessidades e bastante utilizados para pessoas com deficiência visual. Em todas as exposições, há sempre pelo menos uma obra tátil, para que pessoas com algum tipo de deficiência possam interagir de forma mais intensa com o conteúdo apresentado. Item da planilha orçamentária: Sinalização e Audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Todos os vídeos das exposições onde há falas, contam com legenda em português para permitir que pessoas com deficiência auditiva possam ter acesso ao conteúdo. Nossas exposições contam ainda com áudio-guias disponíveis no aplicativo SoundCloud e que podem ser baixados e utilizados em aparelhos de smartphone, permitindo maior entendimento sobre o que é apresentado nas exposições. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, as obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que todos se contemplem com seus conteúdos, assim como os textos explicativos em português. Item da planilha orçamentária: Os textos explicativos estão contemplados na rubrica de sinalização. PRODUTO CATÁLOGO Acessibilidade Física: Para garantir a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção e tendo como missão tornar a arte acessível ao maior número possível de pessoas, as instalações do MuBE seguem as normas necessárias para o acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, conforme o Art. 48 do Decreto 3.298 de 1999, bem como à Lei 13.146 de 2015, com seus amplos espaços, rampas, banheiros adaptados, passagens para auxiliar a locomoção permitindo o trânsito pelos espaços com conforto e segurança. A atividade de entrega de catálogo realiza-se na sede do MuBE, onde os espaços, como descrito acima, são adequados para pessoas com dificuldades de locomoção. Ademais os Catálogos também serão disponibilizados em formato digital no site da entidade. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto para adequação de espaço físico Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Os catálogos serão produzidos também em versão digital e poderão ser baixados, permitindo a leitura dos programas utilizados por deficientes visuais. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima Acessibilidade para deficientes auditivos: Por se tratar de catálogos com textos e imagens, não havendo conteúdo auditivo, esse produto é intrinsecamente acessível aos deficientes auditivos. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais, uma vez que poderão ler o catálogo bilíngue com textos em português e inglês. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. PRODUTO BEM IMÓVEL - RESTAURAÇÃO / PRESERVAÇÃO Acessibilidade Física: O espaço físico do MuBE garante a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção e tendo como missão tornar a arte acessível ao maior número possível de pessoas, as instalações do MuBE seguem as normas necessárias para o acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, conforme o Art. 48 do Decreto 3.298 de 1999, bem como à Lei 13.146 de 2015, com seus amplos espaços, rampas, banheiros adaptados, passagens para auxiliar a locomoção permitindo o trânsito pelos espaços com conforto e segurança. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: As atividades artisticas, educativas e culturais do Museu são realizadas com com educadores/monitores do MuBE treinados para atender o público com necessidades especiais tanto para deficientes visuais quanto para deficientes auditivos. Os professores e arte-educadores do MuBE realizaram em 2017, em parceria com CNI/SESI/SENAI, curso com ênfase no atendimento e planejamento de ações para inclusão física e sensorial de pessoas com deficiência nas programações oferecidas pelo Museu. O curso foi ministrado pelo professor Claudio Rubino, pós-graduando em Educação Inclusiva pela Unifesp e com experiência de cerca de 15 anos em museus e outros equipamentos culturais. Acessibilidade para deficientes auditivos: As atividades artisticas, educativas e culturais do Museu são realizadas com com educadores/monitores do MuBE treinados para atender o público com necessidades especiais tanto para deficientes visuais quanto para deficientes auditivos. Os professores e arte-educadores do MuBE realizaram em 2017, em parceria com CNI/SESI/SENAI, curso com ênfase no atendimento e planejamento de ações para inclusão física e sensorial de pessoas com deficiência nas programações oferecidas pelo Museu. O curso foi ministrado pelo professor Claudio Rubino, pós-graduando em Educação Inclusiva pela Unifesp e com experiência de cerca de 15 anos em museus e outros equipamentos culturais. Para garantir a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção e tendo como missão tornar a arte acessível ao maior número possível de pessoas, o MuBE considera fundamental que todos que desejam entrar em contato com a arte, independente de sua condição física, social ou psíquica, saibam que esse universo realmente lhes pertence. Com esse intuito, o MuBE promove uma ampla programação acessível, com exposições gratuitas, garantindo que o museu seja um espaço sem barreiras para todos, incluindo os usuários de cadeiras de rodas, contando com amplas rampas e passagens para auxiliar sua locomoção permitindo o trânsito pela exposição com conforto e segurança. A arquitetura do museu e a expografia de cada mostra são pensadas para viabilizar o livre acesso de todos, com conforto, segurança e autonomia. Os educadores do MuBE são treinados para atender o público com necessidades especiais utilizando procedimentos descritivos que incluem informações sobre as dimensões das obras, descrição das figuras e imagens, sugestões das cores através de recursos que as associem aos fenômenos da natureza, entre outros aspectos relacionados com tipos específicos de necessidades. Nossas exposições contam ainda com áudio-guias disponíveis no aplicativo SoundCloud e que podem ser baixados e utilizados em aparelhos de smartphone. Além disso, o MuBE está investindo cada vez mais no desenvolvimento e disseminação de programas pedagógicos de arte educação. Em 2017, realizamos no MuBE, em parceria com a CNI/SESI/SENAI, um curso gratuito para professores e arte educadores, com 200 vagas, visando a formação de formadores. Um dos módulos desse curso, realizado no dia 16 de setembro, foi “Acessibilidade e educação inclusiva” ministrado pelo professor Claudio Rubino, pós-graduando em Educação Inclusiva pela Unifesp e com experiência de cerca de 15 anos em museus e outros equipamentos culturais, com ênfase no atendimento e planejamento de ações para inclusão física e sensorial de pessoas com deficiência nas programações oferecidas. É a partir das discussões apresentadas nesses cursos e seminários que estamos desenvolvendo e aperfeiçoando nossas práticas de acessibilidade e educação inclusiva aplicadas no MuBE.
Em concordância com o Art. 23, da IN 01/2022, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: PRODUTO - PLANO ANUAL DE ATIVIDADES Todos os ingressos serão 100% distribuídos gratuitamente, não havendo cobrança de ingressos, a serem disponibilizados diretamente na bilheteria do local, cumprindo o quanto previsto no I, art. 24 da IN nº 01/2022: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; PRODUTO - CATÁLOGO Todos exemplares do Catálogo serão distribuídos gratuitamente mediante disponibilização diretamente na bilheteria do local e preenchimento de documento de recebimento pelo beneficiário, cumprindo o quanto previsto no I, art. 24 da IN nº 01/2022: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; PRODUTO - BEM IMÓVEL - RESTAURAÇÃO PRESERVAÇÃO - Não se aplica. Conforme apontado na descrição das atividades realizadas pelo Museu ao longo do ano, é possível perceber que as exposições do museu são gratuitas. Sendo importante mencionar ainda que as atividades promovidas pelo educativo são amplamente democráticas. Além de serem gratuitas, há uma intensa preocupação que um público vasto e representativo das diferentes camadas da sociedade participe e interaja com o museu. Um exemplo, são as parcerias institucionais com escolas públicas e centros de atenção psicossocial que o museu fomenta. Durante os anos percebemos que a maior barreira para o acesso de estudantes de escolas públicas aos bens culturais é o transporte. Por isto, foi incluído neste projeto o custo de aluguel de 25 ônibus para o transporte de estudantes de escolas públicas até o Museu. O MuBE atinge um público médio de 50 mil pessoas por ano, entre estudantes, interessados em arte e em aproveitar seu jardim e o público geral de São Paulo, de outras regiões do país e do exterior. As exposições realizadas recentemente no MuBE, pela nova curadoria, estão entre as mais visitadas e bem avaliadas, começando a se tornar referência no cenário cultural e artístico do país. Para todos os catálogos que forem produzidos, havendo captação de recursos suficiente para tal, serão feitas as distribuições das cotas obrigatórias, conforme detalhado abaixo. Serão impressos em média 1.000 unidades por exposição e serão distribuídos também em média: 5% para patrocinadores (50 exemplares); 10% para divulgação (100 exemplares); Em atendimento ao inciso I do Art. 24 da Instrução Normativa nº 1/2022, 20% dos produtos resultantes do projeto serão doados a beneficiários (200 exemplares por exposição) a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante. A distribuição do catálogo será sem distinção de gênero, condição social, etnia, ou qualquer outra distinção, garantindo assim a democratização do acesso. Em atendimento ao artigo 48, do DECRETO Nº 10.755, DE 26 DE JULHO DE 2021, destinaremos ainda seis exemplares dos catálogos e das publicações produzidas para a Secretaria da Cultura. A seguir a demonstração detalhada da distribuição dos catálogos que forem produzidos. Cada publicação de catálogo seguirá o seguinte plano de distribuição: 20% dist. gratuita para a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante; 5% patrocinadores; 10% divulgação; (06 exemplares) Secretaria da Cultura; 64,4% distribuição gratuita para público em geral Tiragem média por exposição: 1.000 exemplares Em se tratando dos 5 catálogos a serem publicados, o plano de distribuição destes produtos totalizaria: 20% dist. gratuita para a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante; 5% patrocinadores; 10% divulgação; (06 exemplares) Secretaria da Cultura; 64,4% distribuição gratuita para público em geral Tiragem total para as 5 exposições: 5.000 exemplares Quanto ao público, é importante ressaltar que: Estimamos que um público de cerca de 50 mil pessoas passará pelo MuBE em 2023, devido ainda aos efeitos da pandemia. Deste total de pessoas, 100% dos visitantes terá entrada gratuita no Museu. Devido ainda aos efeitos da pandemia, o número alvo de visitantes para 2023 foi reduzido, pois não sabemos ainda quando a situação voltará às condições anteriores ao isolamento social.
Currículo Mube O proponente / representado pela Diretora Executiva do Mube Flávia Velloso será remunerado no item do orçamento Coordenação Geral, e será a responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto. O MuBE, Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, foi criado em 1986, a partir da concessão do terreno na Av. Europa pela Prefeitura de São Paulo, para a SAM - Sociedade dos Amigos dos Museus, para que esta associação construísse e administrasse o MuBE por 99 anos. A SAM, que passou a ter a razão social de Museus Brasileiro da Escultura e Cologia a partir de 2018 é uma instituição permanente, uma associação sem fins lucrativos, tendo o título de OSCIP e cujo principal objetivo é gerir o MuBE para a Prefeitura da Cidade de São Paulo. Para a construção do prédio do Museu foi realizado um concurso que contou com a participação de vários arquitetos de renome e foi vencido por Paulo Mendes da Rocha. Relevante notar que a obra de arte mais importante do MuBE é o seu próprio edifício-sede. Projetado por Paulo Mendes da Rocha em 1987, e inaugurado em 1995, foi considerado pela revista Artsy uma das 10 obras da arquitetura brutalista mais importantes do mundo. E seu jardim, projetado por Roberto Burle Marx, completa o destaque dessa obra arquitetônica. Desde 2016, o MuBE passa por um grande processo de reestruturação institucional, com mudanças em sua governança, com eleição de nova diretoria e conselho. A reestruturação do MuBE atingiu também sua área cultural, com a contratação de um novo curador em 2016, Cauê Alves, que esteve na instituição até 2020. Atualmente, Diego Matos está a frente da curadoria do MuBE e é o responsável pela definição da linha curatorial do Museu e sua programação. Enquanto museu, a principal atividade do MuBE é a realização de exposições nacionais e internacionais de artes visuais. As exposições nacionais e internacionais têm como objetivo principal fomentar a produção artística, mostrar e divulgar as obras e, principalmente, proporcionar o contato direto com trabalhos de arte, pois esse é o momento em que se efetiva a educação e a transmissão do conhecimento ao público, um dos objetivos primordiais do MuBE, garantindo assim a democratização do acesso a bens culturais relevantes. O setor educativo do MuBE tem um papel importante na democratização do acesso, ao mediar o contato do público, tanto agendado quanto espontâneo, com o que é apresentado no museu. Quanto às atividades, as exposições de arte moderna e contemporânea são os principais balizadores temáticos da programação do Museu. As exposições do MuBE são realizadas nos espaços expositivos próprios do museu, formados pela Grande Sala, Pinacoteca, Espaço de Convivência e Jardim e criadas e organizadas pelo próprio MuBE ou em parceria com grandes instituições nacionais e internacionais. Além das exposições principais, adiciona-se ainda os recitais dominicais, que acontecem há mais de 20 anos colaborando para a disseminação da música erudita, os espetáculos de artes cênicas, música e dança no auditório e no teatro aberto. O Diretor da série de recitais do MuBE é o Professor Doutor e consagrado pianista Luiz Guilherme Pozzi. Nos últimos anos foram realizadas importantes exposições com destaque para: "Transparência e Reflexo" (2016); "Pedra no Céu; arte e a arquitetura de Paulo Mendes da Rocha" (2017); "Amazônia: os novos viajantes" (2018); "Regina Silveira: Exit" (2018); "Burle Marx: arte, paisagem e botânica" (2018/2019), "Coleções no MuBE: Dulce e João Carlos de Figueiredo Ferraz - Construções e Geometrias"(2019), "Tony Gragg, espécies raras"(2019-2020), O Ar que nos une (2020), Obras-projeto: novo acerdo MuBE (2020), "Amilcar de Castro: na dobra do mundo"(2021), Por um Sopro de Fúria e esperança (2021) e Frans Krajcberg: por uma arquitetura da natureza (2022). Entre os recitais apresentados semanalmente aos domingos no auditório do MuBE, podemos destacar nomes como Cristina Ortiz (2018) e Cristian Budu (2019), entre outros. Cabe ressaltar ainda que, seguindo a nova linha curatorial, o MuBE começa a construir um importante acervo de obras-projeto, que já conta com mais de 30 obras, através, principalmente da doação de artistas, além das esculturas de seu acervo inicial. FICHA TÉCNICA FICHA TÉCNICA Diretora Geral – FLAVIA VELLOSO Consultora financeira, foi Diretora Estatutária do MASP - Museu de Arte de São Paulo, entre 2014 e 2015, tendo participado ativamente do processo de reestruturação do museu, que é considerado um dos mais importante da América Latina. Entre 2007 e 2013, coordenou o Núcleo Contemporâneo do MAM-SP, responsável pela formação e captação de novos apoiadores do Museu. Com vasta experiência em startups, privatizações e reestruturação de empresas e de instituições do terceiro setor, desde 2016, coordena o processo de reestruturação e as atividades do MuBE - Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia. Desde 2016, chefia e coordena, como Diretora geral, todas as atividades do Museu assim como todas as montagens das exposições do MuBE. Curador-chefe – Diego Matos 2) Curador - Diego Matos (Fortaleza, CE, 1979) é pesquisador, professor e curador. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC), é mestre (2006-2009) e doutor (2010-2014) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU -USP). Em parceria com Márcio Seligmann-Silva, é um dos curadores da exposição permanente MemoriAntonia: Por uma Memória Ativa a Serviço dos Direitos Humanos (Centro Universitário Maria Antonia – USP, 2021). Destaca-se seu trabalho realizado em proximidade com o artista Cildo Meireles, tanto em sua pesquisa de doutorado como na grande exposição do artista no Sesc Pompeia onde atuou como curador, e o livro “Cildo: Estudos, espaços, tempo” (2017) em parceria com Guilherme Wisnik.Foi coordenador de acervo e pesquisa e curador institucional da Associação Cultural Videobrasil (2014-2016). Ao longo de sua trajetória, organizou outras publicações e exposições. Vive e trabalha em São Paulo. Coordenação Educativo – Talita Paes Socióloga, educadora e consultora. Formada em Ciências Sociais e mestre em sociologia pela UFPE. Tem experiência como coordenadora, consultora, supervisora e formadora em instituições culturais, na redação de projetos, formação de funcionários e educadores. Entre as instituições com as quais trabalhou, encontram-se o Instituto Tomie Ohtake, a Fundação Bienal de São Paulo, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu da Imigração, o Sesc SP, o Museu da Língua Portuguesa, o MAB- FAAP, entre outras. Atualmente coordena o núcleo educativo do MuBE - Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia. Coordenação Conservação e Acervo – FLAVIA VIDAL Conservadora e restauradora. Formada em Artes Plásticas pela Universidade São Judas Tadeu - São Paulo (1999), tendo concluído diversos cursos de extensão no Brasil e no exterior tais como: Conservação de Ourivesaria Portuguesa dos Século XVII ao XX e Iconografia - Museu/Biblioteca Condes de Castro Guimarães - Cascais, Portugal (2013); Análises Científicas em Obras de Arte - Templo da Arte - São Paulo - Brasil (2012), Restauro de Telas e Pictóricos - Suporte de Cavalete, Teoria do Restauro, Restauro Conservativo e Restauro Estético da Pintura, com os professores Christiane Andrés e Lorenzo Conte em Firenze - Itália (2004); entre outros. Tendo sido responsável pela conservação das coleções do Jóquei Club de São Paulo, Memorial Jesus Maria José, Ateliê Bia Doria, Museu de Arte Sacra dos Jesuítas (Pateo do Colégio), entre outros. Atualmente é responsável pela área de Conservação e Acervo do MuBE - Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia DETALHE DO MATERIAL IMPRESSO PARA DIVULGAÇÃO BANNERS Banners para divulgação, a serem instalados em 2 locais na sede do MuBE: na Avenida Europa e na Rua Alemanha, para todas as atividades do museu. A. Banner tamanho grande: 4,00 m de largura x 2,20 m altura Impressão colorida digital de alta qualidade sobre lona branca fosca e acabamento com ilhoses. B. Banner tamanho médio horizontal: 2,50 m de largura x 1,00 m de altura Impressão colorida digital de alta qualidade sobre lona branca fosca e acabamento com ilhoses. C. Banner tamanho médio vertical: 1,00 m de largura x 2,20 m de altura Impressão colorida digital de alta qualidade sobre lona branca fosca e acabamento com ilhoses. CARTAZES PARA MOBILIÁRIO URBANO A. Bancas de Jornal – tamanho de 175 x 125 cm, 20 posters para cada exposição principal B. Relógios, sendo 200 cartazes por exposição FOLDERS A. Folder formato até A4 (21x29,7cm) - Folder institucional - apresentação do Museu/mapa/horários/contatos. Impressão 4x4 cor, até 2 dobras, papel reciclado 120g. valor unitário – R$ 1,80 C. Folder formato até A4(21x29,7cm) – Folder exposições, português e inglês. Impressão 4x4 cor, até 2 dobras, papel reciclado 120g. valor unitário – R$ 1,80 D. Folheto Postal - 10 x 15cm – Papel couchê fosco 300g. Custo unitário – R$ 0,50. ADESIVOS EM PS PARA TOTENS A. Impressão digital colorida em adesivo branco fosco aplicado sobre placa de PS, com 0,90 m de largura x 1,70 m de altura, para a parte da frente e para o verso de totem com informações da exposições e programação. Custo unitário: R$ 250 por lado, sendo R$ 500 para frente e verso. São usados 3 totens de sinalização na área interna do MuBE. ADESIVOS PARA IDENTIFICAÇÃO DE VISITANTES A. Adesivo 4,3 cm de diâmetro, refile, couchê adesivo – custo unitário R$ 0,05 CATÁLOGOS A. 5 catálogos, sendo para cada uma das exposições, sendo impressas, na média, 1.000 unidades de cada catálogo - 28X23 cm, 4X4 cores, miolo couchê fosco 170g, capa couchê fosco 250grs. Custo unitário médio de R$ 70,00.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.