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Esta proposta tem como objetivo realizar a difusão de dois espetáculos de repertório da Cia. Do Abração: "JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO" e "O MÁGICO DE OSS" que são direcionados ao público da primeira infância com temas que sensivelmente contemplam a fruição de crianças, pais, tutores e o público em geral. Como contrapartida serão oferecidas oficinas e debates como formação de plateia.
SINOPSE DO ESPETÁCULO “JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO” A Cia do Abração traz a releitura do clássico João e o Pé de Feijão, inspirada no original inglês de Joseph Jacobs, contextualizando-o na cultura brasileira das festas populares de São João, para ressaltar temas como a preservação do meio ambiente e a valorização de virtudes humanas, das produções artísticas e culturais, como caminho expressivo de possibilitar a renovação e recriação de nossas histórias, em busca de sempre novas “estórias Em nossa versão, o protagonista João do Fubá, jovem menino, da zona rural brasileira, em meio à fome e à seca que assolam seu povo e sua vila, vai ao mercado, à mando de sua mãe, vender a vaca da família. No caminho encontra Ararin, um velho pássaro, que lhe propõe trocar a vaca por 3 feijões mágicos. Ao aceitar, João do Fubá embarca em uma aventura pelos céus, em busca de escapar da realidade em que vive: da seca e da fome. Nas alturas, conhece uma nova amiga, uma galinha, que o presenteia com um ovo de ouro, mas que de nada serve, pois nem nas vendas estão tendo alimentos para oferecer. Em nova tentativa de trazer comida para casa, João sobe mais uma vez ao pé de feijão e lá descobre a beleza da arte da Viola Mágica. O encantamento foi tanto, que nosso protagonista decide tocar a viola para sua vila toda sentir na alma o que ele acabara de presenciar. A arte traz de volta a esperança por dias melhores, e a natureza, de emocionada, enche as nuvens que transbordam em uma linda chuva de recomeço. A cidade por fim pode comemorar a festa de São João, e nosso João do Fubá passa a se chamar João do Pé de Feijão. SINOPSE DO ESPETÁCULO “O MÁGICO DE OSS” A Cia. do Abração propõe a releitura do clássico “O Mágico de Oz”, para ressaltar temas como a construção da identidade e o caminho a se trilhar em busca da sabedoria e de reconhecimento das ações para a valorização de virtudes humanas. Na nossa história, a protagonista, Doroti, uma menina egoísta e dominadora, briga com seus amigos e se sente incompreendida por seus avós. Em um ataque de fúria, a menina egoísta que acredita que a vida que leva é sem graça e sem cores, se vê abduzida por um furacão que a transporta para um lugar mágico e colorido. Na jornada psicodélica de Doroti, ela encontra um espantalho sem cérebro, um homem de lata sem coração e um tigre covarde. Todos se unem para encontrar o único que poderá dar-lhes o que cada um necessita: o poderoso Mágico de OSS, o único capaz de dar um cérebro, um coração, coragem e o caminho de volta para casa. Porém, em nossa história, toda esta viagem, todos estes encontros, tudo foi apenas projeção do subconsciente de Doroti que, com a viagem, transcendeu suas fraquezas e conquistou virtudes. O ambiente cênico propõe alusões à cultura oriental, conferindo uma atmosfera mística ao mesmo tempo em que um grande quebra cabeças tridimensional, calcado em cores primárias, de uma forma brincante, vai construindo os espaços do subconsciente da personagem central Doroti. SINOPSE DEBATE/CONVERSA Momento de conversa com o público após a apresentação teatral. Pois a pesquisa da linguagem cênica da Companhia do Abração se encaminha, ao longo dos anos, na procura de uma relação entre teatro e criança, sedimentada na busca por novas sensibilidades a partir de experiências teatrais que dialoguem com a sensibilidade de cada um, fazendo do teatro, um momento onde crianças e adultos possam partilhar com igual interesse e emoção de um mesmo espetáculo. Propomos pensar a relação teatro-criança, tendo o universo lúdico da criança como paradigma para um teatro que ora denominamos de Teatro para Crianças de Todas as idades. SINOPSE OFICINA TEATRAL Público alvo: crianças e/ou pais, educadores e tutores de crianças na primeira infância. A criança aprende pelo exemplo e não pelo discurso. Quer coisa mais bonita do que o encontro humano do artista e arte educador com a delicadeza de uma criança? Quer força maior? É preciso promover a delicadeza do encontro da criança com o educador e deste com sua própria criança. Para promovermos este encontro, precisamos entender a inteligência inata que promove e produz a sensibilidade para ressignificação da realidade. À inspiração que leva as crianças a observar poderia chamar-se de “inteligência de amor”, conforme entende Maria Montessori (1972). É decerto uma forma de amor a capacidade de observar de modo vivo e minucioso aqueles aspectos do ambiente que para nós adultos são completamente insignificantes e sem vida. A criança faz de seu olhar o que chamamos de “olhar estrangeiro”, que vê o mundo com interesse de desvendar e entender o novo. Ou, reinventar e ressignificar infinitamente uma realidade. Assim, a Cia. do Abração aposta na fusão do teatro com as formas animadas, a dança e a mímica, e acima de tudo, no teatro como instrumento transformador. Com esta oficina iremos propor uma vivência que vá para além da intelectualização de como é ser criança, iremos propor uma experiência sensorial com os educadores procurando despertar seus sentidos, fazendo-os redescobrir a brincadeira e os tornando verdadeiros brincantes.
Objetivo GERAL O objetivo principal é estimular e motivar a sensibilidade e o desenvolvimento intelecto-cognitivo das crianças através da arte e a cultura e assim fomentar e difundir o teatro para crianças da primeira infância no Brasil, através da difusão de espetáculos consagrados do repertório da companhia curitibana Cia. Do Abração. Promover a formação de plateias, através de debates que visam uma reflexão abrangente a partir da obra assistida e oficinas teatrais. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 2º do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais queformam a economia da cultura; OBJETIVOS ESPECÍFICOS No produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS • Realizar 18 apresentações com ingressos gratuitos. Atingindo um público de 3.600 pessoas, desta forma, democratizar e difundir a arte e a cultura produzida pela Cia. Do Abração, alicerçadas sobre princípios da arte-educação. O público espontâneo será comprovado através de borderô e o público de escolas será comprovado através de declarações das escolas ou das Secretarias Municipais de Educação; · Sensibilizar o público com valores que possibilitem a reflexão sobre temas que propiciem a formação de novas sensibilidades e discernimentos. · Documentar em audiovisual o Projeto e disponibilizar na internet. · Registrar fotograficamente o projeto para fins de divulgação e registro histórico. · O projeto irá adotar protocolo de medidas de segurança para toda a produção do projeto e para prevenir a COVID-19, tais como aferição de temperatura, exames de testagem e uso de materiais de higiene, como ALCOOL EM GEL e MÁSCARAS, cujo custeio está previsto em material de consumo. No produto CONTRAPARTIDA · Promover 09 debates a serem realizados após as apresentações, propondo um espaço onde crianças e educadores possam discutir sobre os conteúdos da obra assistida. Atingindo um público de 900 pessoas. O público de escolas será comprovado através de declarações das escolas ou das Secretarias Municipais de Educação; · Ofertar 09 oficinas de Teatro para pais, educadores e tutores da primeira infância "A Arte de Brincar", (minuta da oficina em informações adicionais) fundamentada no exercício lúdico da animação de objetos e da contação de histórias, oportunizada em 10 vagas cada, atingindo, diretamente, 90 pessoas em 09 oficinas. O público será comprovado através de lista de presença ou através de declarações das escolas ou das Secretarias Municipais de Educação.
Somente após a infância ser descoberta é que se passou a associar a criança ao brincar. Desde então a brincadeira passou a assumir um papel fundamental na cultura da infância. O historiador Huizinga ressalta que a dimensão lúdica (Homo Ludens), presente nos jogos e brincadeiras, é tão importante quanto à dimensão da razão (Homo Sapiens) para a história da civilização humana, pois "o brincar e o jogo são as bases fundamentais para a construção da experiência humana e desempenham funções expressivas no processo de socialização e produção de cultura. " (DANTAS, 2017, p.15). O projeto busca difundir um espetáculo que, em seu processo de criação, foi construído a partir de brincadeiras muito comuns às crianças, partindo da premissa de que o ato de brincar faz parte do comportamento do ser humano e não deve ser visto como algo banal, sem importância, mas sim com algo sério que é capaz de promover experiências enriquecedoras para o desenvolvimento humano. Este projeto de difusão de dramaturgia própria irá percorrer vários Estados e cidades do Brasil. Temos visto que o teatro para crianças acabou sendo incorporado por um mercado de entretenimento, de consumo voraz, levando às crianças o que há de pior em questões estéticas, em formação de valores e sensibilidades. Neste caso, o teatro dirigido à infância ficou sob a influência de uma circulação e difusão, em maioria, exercido por produtores itinerantes que veem no teatro apenas uma possibilidade rentável, de um teatro que equivocadamente traz conteúdo com uma suposta função pedagógica, entendendo-se aqui a acepção mais pobre deste significado. O teatro perde, assim, uma de suas maiores funções: a de provocar reflexões para formação de novas sensibilidades. O teatro, quando proporciona espetáculos motivadores e desafiadores, se torna ferramenta poderosa para o intelecto-cognitivo, para construção da autonomia, para compreender e coordenar diferentes pontos de vista, auxiliar na postura crítica, curiosa, questionadora e reflexiva da criança. A arte teatral é muito além de um entretenimento, é fundamental para a articulação do raciocínio lógico e do pensamento abstrato. Atuar na formação de crianças é promover a cidadania com responsabilidade social, dando a elas possibilidades de formação intelectual e emocional, para que estas tenham condições de construir discernimentos para uma positiva transformação social. Portanto, o teatro para crianças deve ser pensado com muita responsabilidade, tanto pelo poder público como pelos seus agentes artísticos, para que seus reflexos cheguem à população: crianças, pais e educadores. Assim, sentimos a necessidade de promover este espaço, onde se pode mostrar, refletir e repensar esta linguagem, mantendo uma pesquisa contínua sobre o teatro para crianças no Brasil. Desta forma, a Céu Vermelho Produções Artísticas - avoca, para si, o empreendimento de viabilizar a difusão da produção artística de sua parceira Cia. do Abração. Assim, com esta proposta, queremos abrir espaço e meios para compartilhar experiências e conhecimentos com arte educadores, produtores, criadores artísticos e plateias, e também difundir e circular o pensamento artístico-cultural gerado, buscando articular um fluxo contínuo de produções por estas cidades. Projeto este que teria muito menos alcance e visibilidade sem o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. No Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. No Art. 3° da da Lei 8313/91, atenderemos os seguinte objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
CONCEPÇÃO CÊNICA DO ESPETÁCULO JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO A Cia do Abração traz a releitura do clássico João e o Pé de Feijão, inspirada no original inglês de Joseph Jacobs, contextualizando-o na cultura brasileira das festas populares de São João, para ressaltar temas como a preservação do meio ambiente e a valorização de virtudes humanas, das produções artísticas e culturais, como caminho expressivo para possibilitar a renovação e recriação de nossas histórias, em busca de sempre novas “estórias''. A proposta estética do espetáculo inspira-se no pintor italiano, radicado no Brasil, Alfredo Volpi, conhecido pela sua iconografia pautada nas bandeirinhas das festas populares brasileiras e elementos de palhas, da cultura cabocla. Para a sonoridade, a inspiração foram as modas de viola caipiras e músicas do cancioneiro popular. Em cena, o menino João, que vive com sua mãe em um sítio de algum interior do nosso Brasil, vive com algumas dificuldades. Na terra árida as sementes não vingam. É um momento onde o mundo pede socorro ao homem! João poderia ter qualquer nome, essa história poderia se passar em qualquer lugar do Brasil, pois vemos hoje a triste notícia em que famílias brasileiras começaram a passar fome. Em busca da solução da fome, sua mãe manda o menino vender a única vaca magra que ainda lhes restava. No caminho do mercado, João encontra Ararin, um velho pássaro, que lhe propõe trocar a vaca por 3 feijões mágicos. Ao aceitar, João do Fubá embarca em uma aventura pelos céus, em busca de escapar da realidade em que vive: da seca e da fome. Assim, nosso João do Fubá encontra um caminho para tirar os pés do chão, através de um pé mágico de feijão. Lá em cima encontra Amarelinha, uma galinha que lhe dá de presente um ovo de ouro. A solução de seus problemas! Mas do que adianta ter ouro em abundância em um mundo sem natureza? O menino e sua mãe logo percebem que não adianta ter dinheiro em uma terra devastada. A triste realidade fez seu pé grudar naquele chão. Mas A vontade de tirar os pés do chão é tão forte no menino João, que ele ganha forças para subir no pé de feijão mágico pela segunda vez. E lá se encontra com a arte. Através de uma viola mágica, ele escuta o som da canção que alimenta a sua alma, sua sede cessa, seu coração acalma. João desce o pé de feijão pela última vez e traz consigo a viola pendurada, de barriga ainda vazia, mas de alma lavada ele agora quer alimentar a alma de todos. São João de emocionado, quase não crê no que vê, bagunça as nuvens e faz chover. Parece história de contos de fadas, não é? Mas isso pode estar acontecendo com muitos Joãos ou Marias pelo nosso Brasil, pois quando tiramos os pés do chão, sem deixar de prestar atenção em tudo que está acontecendo embaixo, temos o caminho de reflexão proposto pela arte. Nossa vista clareia e a solução não tarda a chegar! A trilha sonora é original, com canções compostas especialmente para o espetáculo. Os atores tocam, cantam e dançam. CONCEPÇÃO CÊNICA DO ESPETÁCULO: O MÁGICO DE OSS Originalmente escrito pelo norte-americano L. Frank Baum, há mais de um século, este conto já teve diversas versões, na literatura e cinema. Ao longo dos anos, “O Mágico de Oz” transcendeu sua condição de literatura para se firmar como um poderoso arquétipo cultural de pelo menos três gerações de crianças e adultos e teve um impacto duradouro na cultura e comportamento social após diversas gerações. A imagem de Dorothy com seus amigos (o Homem de Lata, o Espantalho e o Leão) em uma estrada de tijolos amarelos tornou-se uma complexa associação de simbolismos. Muito do impacto dessa história estaria nas raízes do Ocultismo. Baum era um reconhecido membro da Sociedade Teosófica de Madame Blavatski e um profundo conhecedor das escolas herméticas e esotéricas. Como um bom teosófico, Frank Baum certamente baseou o argumento dessa busca dos personagens em uma frase de Madame Blavatski: “não há perigo que a intrépida coragem não consiga conquistar, não há prova que a pureza imaculada não consiga passar, não há dificuldade que um forte intelecto não consiga superar”. “Não há lugar melhor do que em nosso lar”, ou seja, tudo que precisamos já está dentro de nós mesmos. Foi necessária toda uma jornada em busca da ilusão do Mágico/Deus/ Oz para criar o desencanto e a transformação final dentro de si mesma. Também fica evidente em “O Mágico de Oz” o Princípio da Correspondência da Filosofia Hermética, presentes na Antiguidade tanto na Astronomia como na Alquimia: “O que está em cima é como está em baixo, e o que está em baixo é como está em cima”. A casa de Dorothy antes e depois da jornada são mundos espelhados e invertidos, em uma correspondência espiritual. Na nossa história, o trio de amigos de Dorothy, em sua casa, formará, mais tarde, o trio de companheiros de jornada da protagonista. Oz, em nossa versão OSS é o Plano Astral da humanidade onde estão expressos de forma arquetípica os conflitos e batalhas no mundo físico. Os conflitos e buscas do Homem de Lata, do Tigre e do Espantalho correspondem aos mesmos dilemas e personalidades apresentadas no espelhamento das relações de Doroti com seus amigos. ESTÉTICA DE O MÁGICO DE OSS: O ambiente cênico propõe alusões à cultura oriental, conferindo uma atmosfera mística ao mesmo tempo em que um grande quebra cabeças tridimensional, formado por 12 cubos, calcados em cores primárias, de uma forma brincante, vai construindo os espaços do subconsciente da personagem central Doroti. Nesta escolha, para compormos os elementos cenográficos, buscamos nas obras de Mondrian a nossa inspiração. A combinação de linhas e ângulos retos junto a cores primárias e puras, provocaria um equilíbrio dinâmico em busca da "beleza universal". A concepção do figurino vai buscar sua inspiração no vestuário oriental, estilizando-o e mesclando-o em grafismos de Mondrian. A trilha sonora é composta por músicas originais, inspiradas em sonoridades orientais, mesclando-as a ritmos e melodias brasileiras. Este espetáculo de linguagem estética simples, criativa e poética, pode ser apresentado em qualquer espaço físico disponível. É a nossa forma de irmos contando estórias para que elas nunca se acabem, cumprindo com o nosso papel, enquanto cidadãos, para a democratização da arte e da cultura, promovendo a sua acessibilidade. EXPERIÊNCIA DE TEATRO PARA CRIANÇAS DE TODAS AS IDADES NA CIA. DO ABRAÇÃO A noção “teatro para todas as idades” vem sendo investigada pela Cia. do Abração com o intuito de se promover um teatro sem fronteiras de idades. Onde se possa dialogar com o estado mais sensível de cada um. A reflexão da importância do afeto e do amor, por meio de brincadeiras comuns à criança, tão escassas no universo “adulto”, é o objetivo da busca estética e pedagógica da Cia. do Abração, por um “teatro para todas as idades”. Um teatro que dialogue com o mais humano e sensível de cada um. Um teatro que se comunique com a criança que há de sobreviver, apesar da inexorabilidade do tempo. A produção de novas dramaturgias, desenvolvida pela Cia do Abração, está alicerçada sobre princípios da arte-educação e da criação coletiva, onde todos os profissionais envolvidos pesquisam sobre o assunto e estão cientes do papel que ocupam como formadores de opinião. Os temas abordados nos seus espetáculos versam, preferencialmente, sobre alguma obra ou patrimônio cultural relevante. Acessibilidade e democratização da arte e cultura. A obra artística como essência de um processo de culturalização evolutivo e não mero produto de consumo de mercado. A ressignificação da realidade filtrada pelo olhar amoroso e brincante da criança. Estas são as bases filosóficas do teatro para crianças de todas as idades da Cia. do Abração. BENEFICIÁRIOS DAS PASSAGENS A equipe das viagens ainda será definida, sendo ela composta de 4 atores e 2 técnicos.
O Projeto engloba 18 apresentações teatrais, 09 debates e 9 oficinas, em 9 cidades, de 5 Estados Brasileiros: Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Bahia e Santa Catarina. 1- Espetáculo teatral JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO e/ou O MÁGICO DE OSS DURAÇÃO: 50 MIN QUANTIDADE DE APRESENTAÇÕES PARA ESCOLAS: 09 QUANTIDADE DE APRESENTAÇÕES ABERTAS AO PÚBLICO: 09 TOTAL DE APRESENTAÇÕES: 18 2- Debates sobre Espetáculo teatral JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO e/ou O MÁGICO DE OSS DURAÇÃO: 1 HORA QUANTIDADE DE DEBATES PARA ESCOLAS: 09 CARGA HORÁRIA TOTAL: 9 HORAS 3- Oficinas teatrais DURAÇÃO: 3 HORAS QUANTIDADE DE OFICINAS: 9 CARGA HORÁRIA TOTAL: 27 horas
Os espaços a serem escolhidos para a realização do evento irão oferecer fácil locomoção para a acessibilidade física. Haverá tradução simultânea de Libras, em todas as apresentações. No total serão 18 sessões com tradução simultânea. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os teatros onde será realizada a circulação terá facilitação de acesso Item da planilha orçamentária: locação de espaço. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Haverá uma visita sensorial guiada no cenário, após a apresentação, a convite da produção, sempre que houver pessoas com deficiência visual na plateia. Item da planilha orçamentária: Será contratada recepcionista para auxiliar estes grupos durante a visita. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê tradução simultânea em LIBRAS em todas as apresentações; Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Serão contratadas recepcionistas para auxilar estes grupos; Item da planilha orçamentária: Recepcionista. CONTRAPARTIDA SOCIAL 1. Debate ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os teatros onde será realizada a circulação terá facilitação de acesso. Item da planilha orçamentária: locação de espaço, na planilha orçamentária Espetáculos de Artes Cênicas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Esta ação, tecnicamente, não dificulta o acesso a deficientes visuais Item da planilha orçamentária: Não haverá custos adicionais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê tradução simultânea em LIBRAS nesta ação Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Serão contratadas recepcionistas para auxilar estes grupos. Item da planilha orçamentária: Recepcionista, incluída na planilha orçamentária Espetáculos de Artes Cênicas. 2. Oficina ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os teatros onde será realizada a circulação terá facilitação de acesso. Item da planilha orçamentária: locação de espaço, na planilha orçamentária Espetáculos de Artes Cênicas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Esta ação, tecnicamente, não dificulta o acesso a deficientes visuais Item da planilha orçamentária: Não haverá custos adicionais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê tradução simultânea em LIBRAS nesta ação Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Serão contratadas recepcionistas para auxilar estes grupos. Item da planilha orçamentária: Recepcionista, incluída na planilha orçamentária Espetáculos de Artes Cênicas.
A ideia central do projeto já é de persi, calcada na diretriz da democratização do acesso, pressupondo atenção a camadas da população menos assistidas do exercício de seus direitos culturais, como crianças em situação de risco. Para conseguir tal objetivo, também foram pensadas estratégias de divulgação e marketing direcionadas a esta camada da sociedade, além de agendamento prévio com escolas públicas e entidades assistenciais locais. Espetáculo de Artes Cênicas: as 18 apresentações são de acesso gratuito, sendo que 09 serão destinadas para alunos de escolas públicas ou crianças de entidades assistenciais, acompanhadas por seus professores e tutores, durante as apresentações que acontecerão em dias letivos, com a previsão de contratação de ônibus para alunos de escolas públicas. O projeto atende ao artigo 23, da Instrução Normativa nº 01/2022 do Ministério do Turismo/Secretaria Especial de Cultura, pois prevê a doação de 100% de todos os ingressos ofertados, prioritariamente para crianças. Art. 24 da IN 01/2022. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; III – permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários. Contrapartidas Oficinas teatrais e debates: as 09 oficinas e 09 debates, uma em cada cidade do projeto, de acesso gratuito, sendo que serão destinadas para alunos de escolas públicas ou crianças de entidades assistenciais, acompanhadas por seus professores e tutores, durante as apresentações que acontecerão em dias letivos, com a previsão de contratação de ônibus para alunos de escolas públicas. As contrapartidas sociais atendem ao artigo 23, da Instrução Normativa nº 01/2022 do Ministério do Turismo/Secretaria Especial de Cultura, pois prevê a doação de 100% de todos os ingressos ofertados, prioritariamente para crianças. Art. 24 da IN 01/2022. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; III – permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV – além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta IN, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: c) cinco palestras de pelo menos uma hora de duração com lista de participação para projetos exclusivamente educativos. Dessa ação faremos 9 debates ao total; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários.
LETÍCIA GUIMARÃES – COORDENADORA DE PRODUÇÃO – DIRETORA ARTÍSTICA – DEBATEDORA Graduada em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba no ano de 1986. Cursou Mímica Contemporânea com Denise Stoklos, entre o período de l982 a l984. Cursou Extensão Universitária em Arte Educação na USP/SP, entre 1989 e 1990. Em 2001 fez o curso de Direção de Produção Cultural no SATED – PR, para a sua capacitação profissional. Iniciou sua carreira no teatro amador em 1982, tendo fundado três importantes grupos teatrais, nos quais atuava como atriz, produtora e diretora. Trabalhou como assistente de produção no espetáculo protagonizado por Denise Stoklos, ”Um Orgasmo Adulto Escapa do Jardim Zoológico”, em São Paulo. Desde 1987, atua como atriz profissional, na direção e produção cultural, tendo produzido espetáculos teatrais amadores e profissionais, oficinas das diversas áreas artísticas e eventos culturais. Ministrou diversas oficinas de mímica e interpretação. É proprietária da Cia. do Abração, coordena e participa como arte-educadora, diretora e produtora, dentro do Grupo de Pesquisas da Cia. do Abração, de forma sistematizada, diariamente, de Oficinas de Pesquisa e Capacitação Técnica para sua equipe de intérpretes/criadores profissionais, buscando melhorar as suas qualidades corporais, musicais e intelectuais. Produz todas as ações culturais do espaço, com destaque para seus 20 espetáculos de repertório, os quais receberam diversas premiações. BLAS TORRES – DIRIGENTE DA EMPRESA PROPONENTE– TÉCNICO DE ILUMINAÇÃO - PRODUTOR EXECUTIVO Fez curso de Cinema e Vídeo, no CETC (Centro de Educación Teatral y Cinematográfica) Asunción – Paraguay. Cursou artes cênicas no Instituto Municipal de Artes Escenicas – Asunción. No Paraguai, país de origem, participou também de grupos de teatro como ator, diretor e produtor. Desde 1998, trabalha com cinema em Curitiba/PR tendo desempenhando as funções de diretor, roteirista, produtor, maquinista, e eletricista. Esteve na coordenação do Festival Nacional de Teatro Juvenil, Festival de Teatro Juvenil/Asunción, Acampamento Cultural Juvenil e na coordenação geral do Núcleo Juvenil de Acción Cultural - Asunción. Foi operador de câmera e editor de vídeo na área de Comunicação do Banco Nacional de Fomento, em Assunção, Paraguai. Desde 2004 trabalha como designer gráfico, videomaker, diretor e editor cinematográfico, ator, cenógrafo e cenotécnico na Cia. do Abração espaço de arte e cultura. Em 2010 participa do espetáculo “Sobrevoar” como Cenógrafo recebendo o Troféu Gralha Azul 2010 – Prêmio Governador do Estado – Melhor Cenógrafo. Em 2015 foi indicado nas categorias Melhor Ator e Melhor Cenário ao Prêmio Troféu Gralha Azul com o espetáculo “Kartas de Uma Boneka Viajante”. JULIANA CORDEIRO – ASSISTENTE DE PRODUÇÃO - OFICINEIRA Pós-graduada em Educação Infantil pelo SENAC. Iniciou sua formação em teatro no GRUTA – Grupo de Teatro Amador do Colégio Estadual do Paraná, colégio em que cursou o ensino médio e técnico de comunicação em artes, sob direção de Raquel Mastey. Também é formada no Curso de Licenciatura em Teatro, na Faculdade de Artes do Paraná, atual UNESPAR. Em 2013, cria a Cia Uma da Outra e realiza a peça “TSURU”. No ano de 2014 ingressa na Cia. do Abração, participando dos treinamentos diários de aprimoramento, executa o projeto Difusão em Teatro, pela Fundação Cultural de Curitiba, realizando 23 apresentações da peça “Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos” em escolas da rede pública. Atualmente é coordenadora pedagógica do Curso Livre de Teatro da Cia. do Abração. Além disso, integra o elenco de 15 peças de repertório “Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos”, “A Bela e a Fera”, “O Mágico de Oss”, “O Trenzinho do Caipira”, “Sobrevoar”, “Histórias Brincantes de muitos amigos”, “Kartas de uma boneka viajante”, “Peter Pan”, “Pinóquio”, “Patraca, um palhaço astronauta”, “Alice no País das Maravilhas”, “O Banho”, “Pelas Mãos de Maria ou As Vozes de Simone”, “Sonho de Uma Noite de Verão” e “Alice Não Perde o Trem”. Indicada ao prêmio Governador do Estado do Paraná – Troféu Gralha Azul em 2016, na categoria Atriz Revelação nos espetáculos “Kartas de Uma Boneka Viajante” e “Histórias Brincantes de Muitos Amigos”. E como melhor atriz para crianças pelo espetáculo O MENINO QUE AMARRAVA TUDO em 2019. GRUPO TEATRAL RESPONSÁVEL PELAS APRESENTAÇÕES TEATRAIS - CIA. DO ABRAÇÃO “A CIA. DO ABRAÇÃO iniciou suas atividades em 2001 e desde então, vem produzindo seus próprios espetáculos tendo como proposta principal a pesquisa e produção teatral para todas as idades, esteados em dramaturgia própria e difundidos como espetáculos de repertório. Sua proposta estética está alicerçada na fusão de linguagens artísticas de diversas áreas, elaborada em investigações advindas de processos colaborativos. O resultado pode ser visto em forma de EVENTOS CULTURAIS GRATUITOS e PEÇAS TEATRAIS. Através de seu GRUPO DE PESQUISAS CÊNICAS E DRAMATÚRGICAS mantém um repertório com 22 espetáculos que se utilizam da arte-educação e do teatro para crianças de todas as idades, para tratar de temas que versem, preferencialmente, sobre alguma obra literária ou assunto relevante de arte e cultura. Promove desde 2009, de forma continuada, O PEQUENO GRANDE ENCONTRO DE TEATRO PARA CRIANÇAS – Festival de teatro destinado a crianças e jovens. ”
PROJETO ARQUIVADO.