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"O Treinamento de Tainá" é uma peça teatral musical, imersiva, em mapping, para crianças entre 5 e 9 anos, que pretende envolvê-las no tema da preservação da Amazônia. O espetáculo musical considera um cenário inflável, com diferentes seções, onde as crianças entram e ficam completamente cercadas de projeções em mapping da Floresta Amazônica e que dão vida ao espetáculo. Os atores (vestidos de bonecos) guiam as crianças enquanto contam a história através de músicas e coreografias.
“O Treinamento de Tainá” é uma peça teatral musical, imersiva, em mapping, para crianças entre 5 e 9 anos, que pretende envolvê-las no tema da preservação da Amazônia. O espetáculo musical, criado por Gustavo Colombo, Claudio Barros e Roberta Carvalho, considera um cenário inflável, onde as crianças entram e ficam completamente cercadas de projeções em mapping, que dão vida ao espetáculo. O cenário possui mais de uma seção e as crianças avançam por ele cena a cena, descobrindo a cada música e seção um novo ambiente da Floresta Amazônica. Os atores (vestidos de bonecos) guiam esse percurso, enquanto cantam e contam a história. Tainá é uma menina indígena que treina com a Mestra Aí, uma antiga e sábia bicho preguiça, para ser a nova Guardiã da Amazônia. Neste dia de treinamento, a Mestra ensina para Tainá que ela deve prestar atenção aos sons da floresta e ouvir os espíritos dos antigos (o público), que a protegem. E o exercício de Tainá será encontrar três pedras especiais, escondidas na floresta. Em cada uma das três aventuras para encontrar as pedras, as crianças ajudam ativamente: na primeira, puxam cipós para libertar o urubu-rei Pepe, que está com o bico preso numa árvore. Na segunda, repetem passos de uma dança ancestral, seguindo luzes do chão, para guiar a pequena ouricinha Suri de volta a um local seguro. E na terceira, as crianças lançam “flechas encantadas” para libertar o macaquinho Catu, que está embolado em cipós. No final, elas ajudam Tainá a encontrar seu arco, que foi perdido ao longo da história. Simbolicamente, na peça, as crianças serão como os “espíritos dos antigos”: Tainá não as vê, mas conta com a ajuda delas para realizar as missões. A proposta é empoderar os pequenos espectadores para a tarefa de proteger a Amazônia. Serão realizadas 120 sessões do espetáculo, em áreas abertas onde o inflável possa ser montado, no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. No Rio, idealizamos a realização no Parque Madureira e/ou na Quinta da Boa Vista. Em São Paulo, no Ibirapuera, Parque da Água Branca e/ou Parque da Juventude. E em BH, no Parque da Pampulha e/ou no Parque das Mangabeiras. Dessa forma acreditamos que estaremos ampliando o acesso ao espetáculo e promovendo o acesso a cultura enquanto tratamos de um tema importante, a preservação da Floresta Amazônica.
Objetivo Geral Inciso do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão. O "Treinamento de Tainá" tem como objetivo valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão. Dessa forma o projeto pretende levar ao público infantil, e seus familiares, um espetáculo musical, consciente e positivo, que será disponibilizado integralmente de forma gratuita em três grandes capitais. O espetáculo pretende mostrar a importância dos povos nativos e sua cultura, através da representação de Tainá, uma menina indígena, e também do cuidado e preservação com a natureza. Ao transportar o público para dentro da floresta, o espetáculo aproximará as crianças e seus familiares da Floresta Amazônica, um dos patrimônios nacionais, e da cultura indígena, através das músicas e sonoridades tradicionais. Objetivos Específicos • Produto Espetáculo Musical: realizar 120 apresentações teatrais do espetáculo "O Treinamento de Tainá", com entrada gratuita, distribuídas entre 3 capitais brasileiras. • Produzir um cenário inflável, dois bonecos de vestir e empacotar o espetáculo "O Treinamento de Tainá" para a circulação nas capitais. • Produzir o cenário virtual para projeção em mapping no cenário inflável. • Ter 6.000 crianças atendidas nas sessões gratuitas; • Promover o acesso de crianças com deficiências auditivas e visuais, com disponibilidade de interpretação em LIBRAS ao vivo e audiodescrição em todas as 120 sessões.
A Amazônia, patrimônio nacional, ainda é um universo distante para muitas crianças. Com o teatro musical de Tainá, uma nova geração de crianças poderá conhecer o universo mágico da floresta e se familiarizar com ele de forma a facilitar o entendimento da importância do cuidado, proteção e preservação da Floresta Amazônica e da natureza. Também irá apresentar e aproximar o público infantil dos povos originários e nativos, através da personagem principal Tainá, uma menina indígena que traz consigo a importância do respeito ao próximo e a valorização da cultura nacional, visto que ela é uma personagem nascida no cinema, conhecida internacionalmente e que levou a produção audiovisual nacional para outros países. Tendo em vista que esta produção será será de acesso integralmente gratuito, o produto irá valorizar o acesso dessas crianças à produção cultural brasileira. Devido ao valor de produção e com o objetivo de ampliar o acesso a cultura, através de ingressos gratuitos e amplo acesso ao espetáculo, esse produto só poderá ser realizado com o patrocínio incentivado e em parceria com empresas que buscam o mesmo objetivo. Assim o projeto cumpre com os seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;" "VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;" "IX - priorizar o produto cultural originário do País." Além disso, ele está condizente com o objetivo descrito no Art. 3o da mesma lei: "II - fomento à produção cultural e artística, mediante:" c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;"
Tainá e os Guardiões da Amazônia já é uma franquia de sucesso, com carreira de mais de 20 anos. Os personagens do espetáculo “O Treinamento de Tainá” - Tainá, Suri, Pepe e Catu - já são conhecidos do público na série de animação “Tainá e os Guardiões da Amazônia”, que está no ar na Paramount+ e Nick Jr., em toda a América Latina; na Europa, Rússia, China etc. A série foi vencedora no Quirino Awards 2020, na Espanha, como melhor série do ano. A Sincrocine está produzindo atualmente a 2ª temporada da série e um filme de animação para os cinemas, que conta a origem dos “Guardiões da Amazônia” – como Tainá, Suri, Pepe e Catu se conheceram e como se tornaram esse grupo que cuida da floresta. O filme estreará nos cinemas em junho/2023 e apresentará a personagem Mestra Aí, com voz original da Fafá de Belém. O espetáculo “O Treinamento de Tainá” foi criado como um desdobramento deste universo e a proposta é promover sua circulação nos meses de maio, junho e julho/ 2023, junto ao lançamento do filme. Assim, uma produção impulsionará positivamente a outra. Para a Vale, é uma oportunidade de se associar a TAINÁ num momento de extrema visibilidade, com dois lançamentos na mídia. Todo esse projeto é ainda inspirado na trilogia de filmes TAINÁ, exibidos nas TVs de 45 países e premiados em 23 festivais nacionais e internacionais. A marca conta também com 5 livros publicados e com 2 milhões de alunos atendidos em projetos educativos. O valor da marca e da personagem TAINÁ está em sua originalidade; na força e na empatia da protagonista, uma menina indígena, inteligente, corajosa, e amiga de todos os bichos e plantas; nas histórias adequadas ao público-alvo, em que as crianças se veem representadas; na riqueza e importância do cenário – a Floresta Amazônica; e no compromisso com as mensagens de respeito ao meio ambiente e promoção da diversidade. Esses valores são inerentes à marca e à personagem e estão presentes em todos os conteúdos produzidos com a personagem TAINÁ.
“O Treinamento de Tainá” é uma peça teatral musical, imersiva, em mapping. O espetáculo musical considera um cenário inflável, onde as crianças entram e ficam completamente cercadas de projeções em mapping, que dão vida ao espetáculo. O cenário possui mais de uma seção e as crianças avançam por ele cena a cena, música a música. Serão realizadas 120 sessões do espetáculo, em áreas abertas onde o inflável possa ser montado, no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Cada sessão terá 30 minutos de duração e cada dia contará com 05 horários de exibição ao público. O espetáculo musical será disponibilizado de forma gratuita ao público. Além do espetáculo em si, também será realizada uma ação de formação online, no Youtube, sobre produção teatral. Essa atividade será direcionada a jovens que buscam ingressar no setor.
PRODUTO: ESPETÁCULO MUSICAL “O TREINAMENTO DE TAINÁ” ACESSIBILIDADE FÍSICA: O cenário será pensado e executado para que as crianças com deficiências físicas, tanto locomotivas quanto visuais, possam vivenciá-lo em conjunto com as outras crianças. Dessa forma, as seções do cenário contarão espaços amplos para que cadeiras de rodas possam transitar pelo espaço, e os locais de realização do espetáculo também irão contar com rampas de acesso, banheiros para PCD e guias táteis. Item da planilha orçamentária: não possui item orçamentário pois os cenários serão pensados e produzidos de forma que todo o cenário e acesso ao espaço onde acontecerá o espetáculo teatral seja acessível para deficientes físicos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Todas as seções irão contar com audiodescrição. Item da planilha orçamentária: Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DIFICIENTES AUDITIVOS: Todas as seções irão contar com um intérprete de libras ao vivo. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras
O espetáculo “O Treinamento de Tainá” prevê 120 apresentações 100% gratuitas, em três capitais brasileiras, sendo elas, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. As sessões ocorrerão em áreas públicas e de fácil acesso. E de acordo com o Art. 24 da IN nº 01/2022, a medida abaixo também será adotada no projeto: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição;
SINCROCINE PRODUÇÕES CINEMATOGRÁFICAS Empresa proponente que irá realizar toda a gestão do projeto, através da sua sócia-diretora Virginia Limberger, produtora geral do projeto. A Sincrocine ficará responsável por todas as contratações, pagamentos, controle financeiro, decisões criativas, escolha de equipe e aprovação de cenários, figurinos e texto teatral. VIRGINIA LIMBERGER, PRODUTORA E SÓCIA-DIRETORA Formada em Arquitetura, Virginia Limberger atuou na área por 20 anos. Seu início no cinema ocorreu em 1995, como produtora executiva de AS TRANÇAS DE MARIA, dirigido por Pedro Rovai, de quem tornou-se sócia na Sincrocine. Participou da produção da trilogia de longas-metragens TAINÁ. Foi produtora dos dois filmes da franquia QUALQUER GATO VIRA LATA. É cocriadora da série animada TAINÁ E OS GUARDIÕES DA AMAZÔNIA, lançada em 2019. Foi produtora geral da comédia QUEM VAI FICAR COM MÁRIO?, lançada nos cinemas em 2021 e atualmente em exibição na Amazon Prime Video. GUSTAVO DE BRITO COLOMBO, ROTEIRISTA Criador, roteirista e diretor, com destaque para projetos de gênero e infantis. Escreveu para 8 temporadas da série DETETIVES DO PRÉDIO AZUL, ganhadora do prêmio ABRA de Melhor Roteiro Infantil 2018; para as animações TAINÁ E OS GUARDIÕES DA AMAZÔNIA (série e filme); e TRONQUINHO E PÃO DE QUEIJO; para os seriados liveaction QUEIMAMUFA! e SEIS NA ILHA.Criou e escreveu o curta animado MEUS VIZINHOS DE ÁRVORE, finalista no FICI. Entre os trabalhos adultos estão a série IMAGEM VINIL e a micro-série de animação SUPER WRITERS ROOM. Criou e dirigiu o média cyberpunk carioca GAMBIARRA: O HD DE ESPADAS e escreveu a HQ O ACIONISTA. Publicou o conto sequencial DIÁRIO DE UM SURFISTA DE TREM e a série de quadrinhos PRELÚDIOS DO GRANDE MASSACRE DA GLÓRIA no Instagram de Gambiarra. Atualmente desenvolve HQs, um livro de RPG e um livro-jogo virtual para o Universo Gambiarra; o telefilme de comédia TV ABERTA e a série infantil MARCELO, MARMELO, MARTELO. CLAUDIO DE BARROS TAVARES, DIRETOR TEATRAL Claudio Barros é ator e diretor de teatro que durante 10 anos lecionou como instrutor de teatro em várias unidades Maristas (Belém, Maceió, João Pessoa e Fortaleza). Iniciou sua carreira de ator 1976 no Grupo de Teatro do SESC com o espetáculo A Bruxinha que era boa com o personagem Menino Pedrinho; e permaneceu no grupo até 1978, atuando nos espetáculos Três Peraltas na Praça e De frente pro crime. Em seguida protagonizou o espetáculo Os Perigos da Bondade, direção de Geraldo Sales e montagem do Grupo Experiência. Dando continuidade ao seu trabalho, fez a direção e protagonizou o espetáculo A Terra é Azul?, trabalho pelo qual ganhou o prêmio de melhor ator e melhor diretor no Festival Nacional de Teatro de Campina Grande (PB) e no Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa (PR)). Claudio fundou o Grupo Cuíra do Pará e fez sua primeira direção no musical infantil De pé a pé, não vamos a pé. Também no Grupo Cuíra, atuou como produtor, diretor artístico e ator em vários espetáculos como Nunca Houve uma Mulher como Gilda (ator/1995), Palco iluminado (diretor/1997), Convite de Casamento (ator/2000 à 2007), Toda a Minha Vida por Ti (assistente de direção/2001), Hamlet, um extrato de nós (ator/2004), A Cidade do Circo (diretor/2005) e Laquê (direção/2007). Em 2009 estreou o espetáculo Solo de Marajó pelo Grupo Usina, com direção de Alberto Silva Neto, que, em 2019, completou 10 anos de existência em constantes temporadas em várias cidades do Brasil e continua sendo apresentado até hoje. Além de atuar, dirigir e produzir peças teatrais, Claudio também foi preparador de elenco de muitas produções audiovisuais como Brincando nos Campos do Senhor (direção de Hector Babenco), Conspiração do Silêncio (direção de Ronaldo Duque), La Grand Finale (Espanha - direção de Gerardo Olivares), Sol do Meio Dia (direção de Heliane Caffé), a trilogia infantil Tainá (direção de Tania Lamarca, Mauro Lima e Rosane Swartmam), Orfãos do Eldorado (direção de Guilherme Farias) e Pureza (direção de Renato Barbiere). ROBERTA CARVALHO, CENOGRAFIA Desenvolve trabalhos envolvendo vídeo, intervenção urbana, projeção, instalação, audiovisual e interatividade. Ganhou o Prêmio FUNARTE Mulheres nas Artes Visuais (2014) e o Prêmio CCSP de residência Artística (2017). Suas obras integram os acervos do Museu de Arte Contemporânea Casa das 11 Janelas (PA), Museu de Arte do Rio e Museu da UFPA. É idealizadora do Festival Amazônia Mapping e do Festival M.A.N.A.
PROJETO ARQUIVADO.