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Contando Pirarucus é uma exposição que apresenta a Amazônia e a poética beleza do conhecimento tradicional associado das populações autóctones na contagem dos peixes,tecnologia social sofisticada que envolve conhecimento científico e saberes locais e que apenas os povos da floresta conseguem realizar com maestria. Estará centrada em comunidades ribeirinhas, ao longo dos Rios Jutaí, Tefé e Solimões que ocupam ambientes lacustres, onde gostam de viver os pirarucus, e apresentará seus modos de vida, anciãos, a transmissão de saberes locais aos mais jovens, a importância das mulheres e seus conhecimentos da natureza.
Contando pirarucus, é uma exposição que representará 5 cidades da região Norte do país - Ilha do Marajó, Jutaí, Manaus, Santarém e Tefé, dos Estados do Amazonas e Pará, apresentando a Amazônia e a poética beleza do conhecimento tradicional associado das populações autóctones na contagem dos peixes, tecnologia social sofisticada que envolve conhecimento científico e saberes locais e que apenas os povos da floresta conseguem realizar com maestria. Nossa história é centrada em comunidades ribeirinhas, ao longo dos Rios Jutaí, Tefé e Solimões que ocupam ambientes lacustres, onde gostam de viver os pirarucus, e apresentará seus modos de vida, a transmissão de saberes locais aos mais jovens, a importância das mulheres e seus conhecimentos da natureza. Estas comunidades descendem de brancos, negros, mulatos e cafuzos que imigraram do Nordeste no séc XIX, no ciclo da borracha, e se misturaram com etnias ameríndias locais, tais como os Cambeba, Carapanã, Kanamari, Katukina, Kokama, Macu, Miranha, Mura, Ticuna, entre outros. São os chamados caboclos amazonenses, que aqui tratamos por ribeirinhos ou beiradeiros. Além dos ribeirinhos, estas comunidades indígenas também participam intensamente do manejo do pirarucu e formam uma cultura singular que resiste à homogeneização de modos de vida ocidentais. Ao mesmo tempo, absorvem tudo o que a comunidade científica pode lhes ensinar. Assim, mantêm um modo de produção autônomo, comunitário e familiar. A pesca do pirarucu, nos ensina a importância da sustentabilidade demonstrando que tem como intrínsecos os aspectos sociais, culturais e ambientais. Ambientada pelos rios, cantos e depoimentos da vida na Amazônia, cuja natureza toma dimensões míticas no imaginário popular, a exposição oferece inadiável reflexão: cultura e natureza, sociedade e meio ambiente são modos de uma mesma realidade. Para que a humanidade persevere é preciso tratar a natureza como a nossa casa, extensão de nossas vidas. Classificação indicativa etária: Livre
OBJETIVO GERAL O Projeto apresenta os saberes dos povos tradicionais da Amazônia, seus modos de vida, seus anciãos, a transmissão de saberes locais aos mais jovens, a importância das mulheres e seus conhecimentos da natureza, dos pescadores, dos contadores do número de peixes, dos organizadores da economia comunitária, tendo a contagem do pirarucu como exemplo de coevolução. A pesca do pirarucu, nos ensina a importância da sustentabilidade demonstrando que tem como intrínsecos os aspectos sociais, culturais e ambientais. Ambientada pelos rios, cantos, depoimentos da vida na Amazônia, a exposição oferece inadiável reflexão: cultura e natureza, sociedade e meio ambiente são modos de uma mesma realidade. Para que a humanidade persevere é preciso tratar a natureza como a nossa casa, extensão de nossas vidas. Este projeto dialoga com os incisos II, III, IV e XV do Art. 2Ëš do Decreto 10.755/21: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;Ao apresentar grupos III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;Ao trazer ao público as expressões da cultura imaterial do Norte do país, refletidas nos saberes tradicionais dos povos autóctones. IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial;Dando visibilidade ao manejo do Pirarucu e as relações entre os povos que tem permitido a preservação da espécie. XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federalEm especial, este projeto contribui com as metas relacionadas ao mapeamento da diversidade cultural e a proteção e valorização dos conhecimentos e expressões das culturas populares e tradicionais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto: Exposições de Arte - Realizar 01 exposição multimídia de fotografias e projeções, além de material usado na pesca e artesanatos indígena que estará em cartaz por 45 dias, aberta a visitação durante 6 dias por semana (terça a domingo) com entrada franca; - Produzir textos de 10 convidados para a exposição e canais digitais; - Realizar 90 visitas à exposição para um total de 2.225 crianças e jovens de escolas públicas e projetos sociais. *Texto complementar foi anexado no campo Documentos Proposta
Para adiar o fim do mundo, palavra de ordem do indígena Aílton Krenak, é preciso, por um lado, lutar pelas florestas, plantar e cuidar dos sistemas agroflorestais, por outro, contar histórias. Contar histórias para mostrar os diferentes modos de vida, lutar contra a homogeneização que violenta a diferença, que destrói a vida. Contar histórias para manterem vivos antepassados, todo e qualquer ser vivo, animais humanos ou não, ecossistemas, a vida. Ambientada pelos rios, cantos, depoimentos da vida na Amazônia, cuja natureza toma dimensões míticas no imaginário popular, a exposição apresenta a transmissão dos saberes da contagem dos pirarucus como uma coevolução, resultado da relação de trocas entre ribeirinhos e peixes: a interrelação simbiótica, o entrelaçamento de ciclos e ritmos, o enredamento de suas vidas. O homem moderno imagina a evolução como competição mas Darwin já destacava a importância da cooperação e da colaboração no processo de evolução. A Amazônia dá razão a Darwin. Sem cooperação não só não teríamos chegado até aqui mas ainda poderíamos - e podemos- colocar em risco nosso próprio futuro na Terra. O pirarucu foi a principal fonte de proteína da população nativa por milhares de anos. Sem a proteína dos peixes eles não teriam sobrevivido. Por outro lado, devido à sobrepesca do século passado por colonizadores o pirarucu praticamente foi extinto, mas uma prática que reuniu a sabedoria local e o conhecimento científico trouxe de volta essa espécie de 165 milhões de anos, e ainda garante a autonomia de comunidades em uma simbiose entre florestas rios peixes e homens que é um exemplo para o planeta. A Amazônia possui cerca de três mil espécies de peixes e o pirarucu é uma das mais visadas por pescadores. O peixe é a base alimentar do amazônida, sua principal fonte de proteínas por milênios. Daí a natural relação entre peixes, humanos, floresta e rios. Uma coevolução, todos dependendo de todos, cada um colaborando com os outros. O peixe é um dos principais fatores para que o animal humano tenha habitado a floresta tropical nos últimos onze mil anos. Quando o ciclo econômico da borracha esgotou-se na Amazônia, na primeira metade do século XX, povos da floresta que eram obrigados a se submeterem ao mercado internacional, se viram forçados a, instantaneamente, procurarem novas formas de sobrevivência. Iniciou-se um ciclo de extração desenfreada de recursos naturais, especialmente peles de animais e pescaria, o que levou à quase extinção de muitas espécies, incluindo o pirarucu, em rios amazônicos. Algumas comunidades se viram forçadas a mudar seu regime alimentar, uma vez que a principal fonte de proteínas vinha dos peixes amazônicos. No fim do século passado, diante da dramática situação, biólogos e ribeirinhos se uniram para compartilhar conhecimentos científicos e saberes locais a fim de recuperar populações de espécies _ entre elas o pirarucu _ e recuperar modos tradicionais de alimentação e de vida. Os povos autóctones desenvolveram uma refinada técnica de contagem de indivíduos adultos de pirarucu para, assim, calcularem, simultaneamente, como assegurar a perpetuação e crescimento do número de pirarucus e possibilitar a alimentação e geração de renda dos ribeirinhos. O Manejo Comunitário do pirarucu por meio da contagem possui uma série de significados e vivências ontologicamente estruturadas no dia-a-dia e na identidade dos pescadores, e é uma tecnologia social que envolve conhecimento cientifico e saberes locais _ formando um saber de grande importância no equilíbrio ambiental da pesca do pirarucu, nos ensina a importância da sustentabilidade socioeconômica e ambiental (sempre entrelaçado ao conhecimento tradicional associado intrínseco à técnica da contagem). Na verdade, o Manejo Comunitário demonstra que só há sustentabilidade quando ela é social, cultural e ambiental. Contar Pirarucus é uma tecnologia sofisticada que apenas os povos da floresta conseguem realizar com maestria. Ela revela uma lição para a humanidade: cultura e natureza, sociedade e meio ambiente são modos de uma mesma realidade. Para que a humanidade persevere é preciso tratar a natureza como a nossa casa, extensão de nossas vidas. Eis a lição da ecologia científica e de saberes autóctones. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para permitir a captação de recursos e viabilidade financeira do projeto, contribuindo com a geração de emprego e renda, e, consequentemente, colaborando como medida indutora para o desenvolvimento e dinamização do setor cultural. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art.1Ëš da Lei nËš8.313/91 III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Pois a exposição estará centrada em comunidades ribeirinhas e suas manifestações culturais, seus saberes e fazeres. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;Pois o projeto estimula a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;Pois traz ao público as expressões da cultura imaterial do Norte do país, refletidas nos saberes tradicionais dos povos autóctones, como modos de vida, anciãos, a transmissão de saberes locais aos mais jovens, a importância das mulheres e seus conhecimentos da natureza. O projeto atende aos seguintes incisos e alíneas do Art.3Ëš da Lei nËš8.313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Pois o referido projeto realizará uma exposição composta por fotografias, projeções, vídeo mapping e recursos sonoros, além de material usado na pesca e artesanatos indígenas. II - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; Pois o referido projeto realizará uma exposição que estará centrada na Amazônia, nas comunidades ribeirinhas, em seus modos de vida, anciãos, a transmissão de saberes locais aos mais jovens, a importância das mulheres e seus conhecimentos da natureza. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Pois o referido projeto realizará uma exposição com entrada franca.
A SOPRO PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS, proponente do projeto Contanto Pirarucus, declara que o projeto cultural é uma produção independente pois o proponente não acumula a função de expositor e comercializador dos produtos ou obras de arte ou peça; bem como não detêm a posse ou propriedade dos espaços das exposições ou eventos. PRODUTO EXPOSIÇÕES - Passagens aéreas Trechos: 7 passagens - Rio de Janeiro X Amazonas (Manaus)7 passagens - Amazonas (Manaus) X Rio de Janeiro 7 passagens - Rio de Janeiro X Amazonas (Jutaí)7 passagens - Amazonas (Jutaí) X Rio de Janeiro 7 passagens - Rio de Janeiro X Amazonas (Tefé)7 passagens - Amazonas (Tefé) X Rio de Janeiro 7 passagens - Rio de Janeiro X Pará (Santarém)7 passagens - Pará (Santarém) X Rio de Janeiro 7 passagens - Rio de Janeiro X Pará (Belém/Ilha de Marajó)7 passagens - Pará (Belém/Ilha de Marajó) X Rio de Janeiro Beneficiários: Equipe de pesquisa e produção de conteúdo (fotos, vídeos, textos) composta por 2 Pesquisadores, 01 fotógrafo, 01 consultor, 01 profissional de captação de imagem e vídeo, 01 produtor e 01 curador/coordenador.
PRODUTO EXPOSIÇÃO Exposição multimídia, com uso de imagens de grandes dimensões, projeções audiovisuais que objetivam fazer o espectador se transportar a Amazônia, seus sons, rios, ventos, cantos e diálogos, oferecendo uma experiência significativa e contextualizada da importância e riqueza dos saberes tradicionais que compõem a identidade cultural brasileira. A mostra será composta por fotografias, projeções, vídeo mapping e recursos sonoros, além de material usado na pesca e artesanatos indígenas. Com duração de 45 dias, é prevista para ser realizada no Rio de Janeiro. A curadoria será compartilhada entre Emanuel Castro e um curador convidado, e contará com textos escritos por 10 relevantes convidados. Programa educativo: Com uma abordagem direcionada a crianças e jovens, arte educadores farão a recepção de grupos em visitas à exposição. Público previsto: 2250 pessoas em 90 grupos.
EXPOSIÇÃO Acessibilidade física: A definição do espaço no qual a exposição será realizada (em prospecção) terá como premissa a acessibilidade física garantindo recursos como rampas ou elevadores e banheiros adaptados. Acessibilidade para pessoa com deficiência visual: Será disponibilizada audiodescrição sobre os setores da exposição, bem como sobre os elementos que compõem esses espaços, sendo eles vídeos, textos, objetos ou obras. Item orçamentário: Audiodescrição Acessibilidade para pessoa com deficiência auditiva: Serão disponibilidas legendas dos vídeos ou sons que compõem o projeto expositivo e intérpretes de libras em visitas educativas. Item orçamentário: Legendagem e Intérprete de libras Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos:A equipe de monitores contará com profissional especializado para suporte ao público com TEA. Item orçamentário: Monitores
Democratização de Acesso Em atendimento ao Art. 23 da IN nËš1/22 informamos que todos os produtos serão gratuitos. Ampliação de acesso São previstas as seguintes medidas de ampliação de acesso, em atendimento ao Art.24 da IN nËš1/22 II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; Serão disponibilizados registros da exposição e das ações educativas na internet de forma gratuita, acompanhado com libras digital e audiodescrição. Inciso IV, alínea g g) bolsas de estudo, estágio ou trainee a estudantes da rede pública de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais. Será contratado estagiário pertencente a rede pública de ensino.
[Remuneração do proponente]Luísa Mello (Sócia administrativa SOPRO)Função no projeto: Gestão administrativa do projeto (Rubrica: Custos Administrativos) Graduada em Psicologia pela University College London e especialista em Psicologia Clínica pela PUC Rio, atuou ao longo de mais de 30 anos de carreira no Brasil e no exterior, com foco na interface entre Psicanálise e Cultura.Em 2020 criou a SOPRO com o objetivo de realizar projetos de Arte e Cultura, atuando desde então na administração da empresa e no gerenciamento de seus projetos. SOPRO A SOPRO foi criada com o objetivo de realizar projetos que promovam o diálogo entre a Arte e Cultura, as mais diversas expressões do conhecimento, e questões sociais e ambientais, reunindo diversos e representativos profissionais como colaboradores com experiências na sua área de atuação: pesquisa, registros, exposições, obras de arte. Nos seus 2 anos de atividades realizou 9 projetos de construção, organização e socialização de histórias de vidas e de territórios, registrando a memória, os saberes e fazeres de diferentes pessoas e seus territórios, e também ações ligadas a curadoria e obras de arte, como URUCUM de Rafael BQueer, que hoje integra a Coleção do Museu de Arte do Rio- MAR. Nesse período também participou de editais, sendo selecionada pelo edital APEX- Brasil, no qual realizou a pesquisa, roteiro e filmagem para documentário na região Amazônica sobre a sustentabilidade do couro do Pirarucu. Emanuel Mello Mattos de CastroFunção no projeto: Coordenador Geral e curador Formado em Jornalismo pela UFRJ e em Filosofia pela PUC-RIO realiza de 2014 até a presente data as pesquisas QUILOMBOLAS do RIO TROMBETAS; POVOS KAXUYANA E TUNAYANA; OS MUNDURUKU E OS RIBEIRINHOS DO TAPAJÓS; A TERRA PRETA DOS ÍNDIOS NA AMAZÔNIA E O DESMATAMENTO; A SIMBIOSE ENTRE POVOS AUTÓCTONES E PEIXES AMAZÔNICOS. Possui mestrado em Filosofia, na PUC, com ênfase em Ética e Perspectivismo, onde é doutorando em Filosofia Ambiental. Sua pesquisa é sobre o Antropoceno e seus impactos, especialmente na Amazônia, onde morou e visita com frequência para estudar a catástrofe climática em comunidades indígenas e quilombolas. É professor de Filosofia em cursos pré-vestibular para negros e carentes, um movimento pela democratização de acesso ao ensino superior. Background de trabalho em audiovisual, com mais de 30 anos como produtor, editor, diretor e ombudsman da TV Globo. André da Costa CastroFunção no projeto: Coordenação de pesquisas e direção de imagens Atua como diretor de fotografia na realização de curta metragens, documentários e videoarte das áreas cultural, artística, e socioambiental. É Diretor dos episódios da série Diálogos da SOPRO, que promove entrevistas com pensadores da atualidade que refletem sobre o mundo moderno, reunindo os campos da cultura, arte, filosofia, Antropologia e biologia. Assina a videoarte da obra URUCUM de Rafael Bqueer. No campo das Artes Cênicas foi ator nas peças O Milagre do Santinho desconfiado e O ovo de Colombo, ambas indicadas ao prêmio Zilka Salaberry de Teatro.Tem formação na ILSC Vancouver Canadá sobre História mundial, Questões Contemporâneas e Problemas Sociais Globais. Tatiana RichardFunção no projeto: Coordenação Executiva Gestora Cultural com foco na área de planejamento e políticas públicas para o setor coordenou diversos programas e projetos em instituições culturais do terceiro setor e públicas. Dentre suas atividades profissionais destacam-se as funções de coordenadora internacional do Instituto Arte Viva (Brasil, Argentina e Espanha), Gerente de Desenvolvimento do Museu de Arte Contemporânea de Niterói-MAC, Superintendente da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Coordenadora Executiva do Programa Educativo do CCBB, Coordenadora de Desenvolvimento do Museu do Pontal. Nos projetos realizados destacam-se o planejamento e a implementação de mais de 30 exposições nacionais e internacionais contando com a parceria de Instituições como o Museu Pergamon de Berlim, Museu Reina Sofia, MALBA, MoMA, Museu Andry Warhol, Furnas, Funarte, bem como programas educativos como Museus e Escolas em Movimento envolvendo o Ministério da Cultura/IPHAN, Secretarias de Educação e UNESCO, Organizações não Governamentais e oito Instituições Culturais, sendo elas: Museu Histórico Nacional, Museu Nacional de Belas Artes, Museu da República, Museus Castro Maya, Museu do Folclore, Museu de Arte Moderna, Museu do Primeiro Reinado e Museu de Arte Contemporânea de Niterói; Programa Educativo do Museu das Telecomunicações do Oi Futuro e Programa Educativo do Centro Culural Banco do Brasil- CCBB nas suas 4 unidades. Deborah BalthazarFunção no projeto: Produtora Graduada em Produção Cultural e mestranda em Economia e Política da Cultura/UFRGS. Atuou na gestão de projetos e finanças do Museu de Arte do Rio - MAR, e desenvolvendo ações de planejamento e gestão de projetos; monitoramento e controle da execução financeira, indicadores, metas e prestação de contas, com experiência em projetos de grande porte de exposições nacionais e internacionais, e gestão de instituições culturais.
PROJETO ARQUIVADO.