| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 900,0 mil |
| 10215988000160 | COMPANHIA DE LOCACAO DAS AMERICAS | 1900-01-01 | R$ 600,0 mil |
| 10957035000177 | ATMOS CAPITAL GESTAO DE RECURSOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 34151100000211 | SOTREQ S/A | 1900-01-01 | R$ 417,5 mil |
| 43815158000122 | BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
Exposição móvel em praças públicas transportada por um caminhão baú que se transforma em galeria com obras de arte.Produção de um vídeo sobre as exposições, com captação de imagens em todas as cidades.
EXPOSIÇÃO ARTES E CIÊNCIAS OBRAS à serem desenvolvidas VIK MUNIZ - UMBIGOS Cada umbigo é um domínio singular, que assinala uma identidade única. Seu umbigo carrega mais características específicas de você do que sua digital! Local de altíssima concentração bacteriana, o umbigo, marca de sua origem, é a matriz do seu ser. Vik Muniz capturou a essência de personalidades brasileiras em seu lugar mais íntimo, o umbigo de Camila Pitanga, Carolina Solberg, Daisy Santos Soares, Heberth Sobral, Mariana Ximenes e Olivia Lopes Ghivelder. Walmor Corrêa -PIKAIA O Pikaia gracilens é um animal marinhoextinto que viveu há 505 milhões de anos, no período Cambriano. Media em torno de 5 cmde comprimento. Ele é um dos primeiros seres a possuir um cordão nervoso paralelo ao tubo digestivo e é, assim, considerado um ancestral de todos os atuais animais vertebrados. Seu sistema bucal, que o conectava com o mundo exterior, foi pioneiro. Pode-se imaginar poeticamente que o Pikaia inventou o beijo, esse momento em que são trocados oito milhões de bactérias – por segundo! – entre os corpos envolvidos no encontro dos lábios e bocas. O artista Walmor Corrêa, que sempre desenhou seres imaginários, nos oferece a imagem do beijo imaginário da Pikaia, na forma de cartazes e adesivos. Suzana Queiroga -PLACAS DE PETRI As placas de Petri, usadas para cultivar bactérias em laboratórios, são a inspiração paraa artista Suzana Queiroga criar uma experiência tridimensional dos nossos corpos se entrelaçando com camadas de culturas bacterianas, em escala humana. Com suas cores, formas orgânicas e volumes, a instalação põe em justaposição duas escalas diametralmente distintas – a macroescala em que vivemos e a microescala ondevivem as bactérias. Jaider Esbell - Tapete de micélios Micélio é o conjunto de filamentos que constitui a parte vegetativa dos fungos, se espalhando no subsolo, por vezes em grandes extensões. Ele também é a inspiração da obra de Jaider Esbell que ocupará o chão das praças onde se instalará o Caminhão. O micélio é como se fosse a internet da natureza – conecta as plantas entre elas opera como uma interface entre as plantas e o solo, e tem o poder de expandir a consciência humana. A interação entre fungos e bactérias é uma das mais antigas colaborações – e competições – da natureza, e uma das maiores promessas da Ciência contemporânea está em desvendar o potencial transformador dos fungos. EXPOSIÇÃO ARTES E MEIO AMBIENTE VIVIAN CACCURI - SESMARIA SISTEM Vivian Caccuri cria ficções para debater as raízes históricas da atual população de mosquitos americanos. Sesmaria Soundsystem, um sistema de som modelado puramente a partir de rapadura obtida da cana-de-açúcar, é um grande esforço técnico da equipe de Vivian para reinterpretar derivados da cana em mídia de reprodução de som. O período de desenvolvimento dos primeiros modelos durou aproximadamente seis meses de tentativa e erro, em um processo que combinou a observação da química da rapadura, as restrições do áudio e os desafios da conservação, devido ao quão impermanente esse material pode ser em um ambiente tropical como o Rio de Janeiro. RICARDO CARVÃO - ÁRVORES Tríptico - Série Tubismo Título: Desmatamento O artista plástico Ricardo Carvão Levy compõe a própria obra como espelho da vida. A inspiração pode vir do entorno, de formas orgânicas da natureza ou ainda dos materiais que segue encontrando e transformando em escultura. O tríptico sem título da Série Tubismo, criado em 2015 a partir de material reutilizado (um único tubo de aço carbono) - dispondo como técnica apenas cortes e dobras, sem retirar ou acrescentar matéria - chama o espectador à reflexão sobre a importância da preservação ambiental.
OBJETIVO GERAL Atendendo ao artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, transcritos abaixo: Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Contribuir para a formação de novas plateias e para a formação de uma sociedade mais informada sobre criação artística através dos temas abordados, arte e ciência e arte e meio ambiente. III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; Apresentar de forma lúdica e artística, um conjunto de conhecimentos científicos e questões ambientais , que fazem parte do dia a dia. IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; Os visitantes poderão interagir com parte das obras, conduzidos por um grupo de arte educadores, além de assistir a vídeos , filmes e depoimentos diversos, assim como, fazer passeios virtuais a diversas exposições organizadas sobre estes temas em variadas instituições culturais de diferentes países. V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Exposição itinerante e totalmente gratuita com convite para escolas públicas oferecendo transporte e lanche. VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Aumentar o conhecimento e a intimidade das crianças com as artes e as ciências e criar a consciência das questões ambientais urgentes, como o aproveitamento do lixo, a reciclagem, a coleta seletiva dos detritos entre outras ações que podem fazer parte do dia a dia de todos VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Proporcionar, de forma lúdica, interativa e divertida, a ampliação cultural aproximando o público dos artistas e suas obras. Estimular a experimentação de sentimentos, emoções e percepções que se manifestam por meio da arte. XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Promover o trabalho de artistas que utilizam os temas ciência e meio ambiente em suas obras. XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; Proporcionar uma experiência sensorial através da participação e interatividade do público com as obras, sendo um facilitador para compreensão dos conteúdos propostos. Aumentar o conhecimento e a intimidade das crianças com as artes e as ciências e criar a consciência das questões ambientais urgentes, como o aproveitamento do lixo, a reciclagem, a coleta seletiva dos detritos entre outras ações que podem fazer parte do dia a dia de todos Na exposição teremos suportes de mesas e bancadas, puffs e tapetes, criando um circuito de experiências e obras interativas criadas por artistas convidados de acordo com os temas propostos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS EXPOSIÇÕES Serão 2 exposições, com a curadoria de Marcello Dantas e Luiz Alberto Oliveira e sobre os temas Arte e Ciência e Arte e Meio ambiente. As exposições terão a duração de 4 meses em São Paulo, 2 meses em Belo Horizonte e 3 dias em Betim, em um caminhão que será transformado em galeria de arte. Os 6 artistas já escolhidos são: Jaider Esbell, Suzana Queiroga, Vik Muniz, Walmor Côrrea, Ricardo Carvão e Vivian Caccuri. A curadoria irá escolher mais 2 artistas. Parte das obras estarão dentro e no entorno do caminhão-galeria em mesas e bancadas, criando um verdadeiro centro cultural nas praças públicas. Haverá tótens para pesquisas virtuais sobre as obras de artistas que abordaram esses temas em seus trabalhos, sendo o exemplo mais emblemático, Leonardo da Vinci, conhecido como o artista inventor. O público atingido é inestimável, uma vez que são passantes e por isso, um público espontâneo, além dos alunos convidados das escolas públicas. As praças escolhidas à princípio são: São Paulo - 4 meses: Parque Villa-Lobos - Zona Oeste Parque Ibirapuera - Zona Sul Parque da Luz - Zona Centro Parque da Juventude - Zona Norte Belo Horizonte - 2 meses:Praça Estação, Praça da Assembléia, Praç Duque de Caxias, Praça da liberdade, Praça do Papa e Parque Municipal Betim - 3 dias: Praça Milton Campos Serão convidadas escolas públicas para visitação que receberão lanche e transporte. BH: Serão 8 ônibus por semana, 2 por dia, por 8 semanas totalizando 64 visitas com 40 alunos cada - Serão atendidos 2.560 alunos em Belo Horizonte SP: Será 1 ônibus por dia, 4 dias por semana num total de 16 semanas totalizando 128 dias com 40 alunos cada - Serão atendidos 5.120 alunos em São Paulo VÍDEO Será produzido um vídeo que conterá entrevistas com os artistas e curadores além da filmagem e entrevistas dos alunos da rede pública que serão convidados, sobre a experiência na visita à exposição.
O projeto se enquadra no Art. 1o da Lei 8313/91 nos incisos abaixo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Aumentar o conhecimento e a intimidade das crianças com as artes e as ciências e criar a consciência das questões ambientais urgentes, como o aproveitamento do lixo, a reciclagem, a coleta seletiva dos detritos entre outras ações que podem fazer parte do dia a dia de todos. Um exemplo de como as artes plásticas trata o tema é a série de trabalhos do artista VIK MUNIZ realizada no lixão de Gramacho. Estas obras causaram imenso impacto. O documentário "Lixo Extraordinário", de sua autoria, foi indicado ao Oscar de melhor documentário. __________________________________________________________________________________________________________________ O projeto atende ao Art. 3° da Lei 8313/91 nos incisos abaixo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Os visitantes poderão interagir com parte das obras, conduzidos por um grupo de arte monitores, além de assistir a vídeos , filmes e depoimentos diversos, assim como, fazer passeios virtuais a diversas exposições organizadas sobre estes temas em variadas instituições culturais de diferentes países. e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: Com o convite para Escolas Públicas, pretende também desenvolver a compreensão, desde a infância, da importância da arte como elemento cultural da sociedade que permite a expressão de seus valores, sentimentos e identidade, contribuindo assim para o entendimento e valorização das expressões culturais. a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O projeto pretende despertar no público, através de sua participação, a relação entre arte, pessoas e emoções e proporcionar um espaço de diálogo, com troca de ideias, afetos, e expressão de sentimentos entre as pessoas.
Detalhamento passagens: 8 passagens aéreas trecho RJ/SP/RJ Coodenadora geral - Lilian Fernandes - 2 idas à SP - ida para inauguração - 1 passagem Coordenadora do projeto - Renata Lima 2 idas à SP - 1a visita técnica a montagem do caminhão e 2a para inauguração - 2 passagens Curador - Luiz Alberto Oliveira - ida para inauguração - 1 passagens Artistas: Suzana Queiroga, Vik Muniz e Walmor Corrêa - 3 passagens - ida para inauguração 4 passagens aéreas SP/MG/SP Produtora executiva - Ruby Nunez 1 idas à BH para inauguração - 1 passagem Curadores - Marcello Dantas e Luiz Alberto Oliveira - para inauguração - 2 passagens 8 passagens aéreas trechos RJ/MG/RJ Coodenadora geral - Lilian Fernandes - 2 idas à MG para inauguração de BH e de Betim - 2 passagens Coordenadora do projeto - Renata Lima 2 idas à MG - 1a visita técnica a montagem do caminhão e 2a para inauguração - 2 passagens Curador - Luiz Alberto Oliveira - para inauguração - 1 passagemArtistas: Suzana Queiroga, Vik Muniz e Walmor Corrêa - 3 passagens - ida para inauguração
Declaramos que o projeto BUSÃO DAS ARTES - SÃO PAULO E MINAS GERAIS é uma produção independente pois proponente não acumula a função de expositor e comercializador dos produtos ou obras de arte ou peça; Declaramos que o projeto BUSÃO DAS ARTES - SÃO PAULO E MINAS GERAIS é uma produção independente pois proponente não detêm a posse ou propriedade dos espaços das exposições ou eventos - serão realizados em praças públicas. Exposição Artes e Ciências - projeto curatorial Somos indivíduos humanos. Temos aspectos em comum – a disposição dos membros no corpo, a postura ereta, a destreza de mãos e pés, a agilidade da língua – que nos induzem a um reconhecimento mútuo como pessoas.Mas somos humanos também em um outro aspecto – o de sermos constituídos por multidões. Mais precisamente, nossos corpos são agregações compostas por cerca de 100 trilhões (100.000.000.000.000) de células em cujo núcleo há DNA de Homo sapiens, e esse fato nos define como humanos. No entanto, em nossos corpos habitam até o dobro (200.000.000.000.000) de células de organismos não humanos (principalmente bactérias). Em torno de um quilo, um quilo e meio de nosso peso na balança corresponde a esses componentes inumanos de nosso ser, sem os quais não seríamos funcionalmente completos, e não poderíamos sobreviver. Nossa individualidade tem assim uma dupla dimensão: pertencemos a um ambiente,e somos um ambiente. Somos parte de um entorno dinâmico de matérias e organismos, um ecossistema, a partir do qual nos sustentamos, pois é pela integração a esse sistema que respiramos e nos nutrimos, produzimos artefatos e resíduos, conversamos e socializamos. Mas cada um de nós é também um ecossistema em si próprio, igualmente dinâmico, e inteiramente singular – os conjuntos de micro-organismos convivendo em cada um de nós, os nossos microbiomas, têm distribuições únicas de espécies, sendo bem mais distintos entre si que nossas impressões digitais. O conceito central aqui é, então, o reconhecimento de que pertencemos externamente a um ecossistema, e somos internamente um ecossistema. Somos indivíduos porque somos divíduos, porque somos muitos. A Biologia contemporânea reforça, e amplia, essa visão profunda de nós mesmos.A proposta do Busão Arte & Ciência é abrir possibilidades de compreensão das dimensões infinitesimais do universo das bactérias a partir de experiências criadas por artistas visuais. Podemos explorar a interação com as bactérias em nossos corpos, tanto as benéficas quanto as perigosas, a relação com os resíduos que juntamente produzimos, analisar as aberturas entre os mundos bacterianos exterior e interior, e entender como os vírus, fungos e bactérias que nos habitam tanto estabelecem quanto ultrapassam as fronteiras entre as espécies.No contexto atual, entender a dimensão diminuta das manifestações da vida biológica é também entender como elas se relacionam com a dimensão maior da nossa existência; todos os seres vivos estão profundamente interligados,e suas existências se definem pelas linhas de fronteira e de intercâmbio entre cada ser. O meio ambiente é assim, sobretudo, um espaço de trocas bacterianas.Esta exposição é uma maneira que encontramos de apresentar esses múltiplos seres que constituem, conosco, o que cada um de nós é.O projeto atravessará as cidadse de São Paulo, Belo Horizonte e Betim carregando uma multidão invisível aos nossos olhos. Em 8 experiências artísticas, percebemos o mundo compartilhado com bactérias e outros seres microscópicos essenciais para nossa existência. Revelando- as, revelamos a nós mesmos. O divertido será descobrir que essa multidão nos torna únicos.Nossa viagem começa pelo umbigo. Já parou pra pensar quantos micro-seres moram lá? Exposição Arte e Meio Ambiente - projeto curatorial De acordo com Luiz Alberto Oliveira, o eixo comum que liga as duas etapas do projeto é o conceito de diversidade: “Na primeira etapa, o projeto apresentou a diversidade interna que nos constitui, tratando de nossa bioflora ao falar de fungos e bactérias. Nessa renovação do projeto, abordamos a diversidade do mundo externo e tudo aquilo que assimilamos dele. Vamos pensar criticamente sobre nossa prática de retirar e processar elementos do meio ambiente, devolvendo a ele os resíduos deste processamento. É preciso questionar essa economia e fazer uma reflexão acerca do uso de tudo aquilo que nos é comum, reavaliando a circulação dos bens naturais que nos sustentam”. "Nós não apenas pertencemos a um ecossistema, como cada um de nós é em si um ecossistema. O projeto traz a proposta de funcionar como uma espécie de realfabetização sensorial e cognitiva, para apresentar um conceito original do século XXI: a diversidade integra unidades”, avalia Marcello Dantas. “Em razão da pandemia de Covid- 19, as pessoas acabaram aprendendo mais sobre uma série de processos não perceptíveis a olho nu, mas que mudam o curso da história. É preciso inocular na cabeça da população a consciência sobre essas dinâmicas e usar a arte como plataforma para entender as forças que estão em constante relação”, afirma o curador.
EXPOSIÇÕESO projeto atende ao artigo art. 21 da IN no 05/2017 inciso I por ser gratuito e em praças públicas. O Caminhão/baú terá rampa de acesso ao espaço expositivo. AS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE SERÃO ADOTADAS PARA 100% DAS SESSÕES/AULAS/APRESENTAÇÕES ACESSIBILIDADE FÍSICA: O Caminhão terá rampas de acesso ao espaço expositivo (caçamba) esta ação está prevista na rubrica de montagem. Todas as praças selecionadas têm acessibilidade facilitada e teremos monitores para ajudar. EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE AO CONTEÚDO: PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Será oferecido serviço de intérprete de libras Belo Horizonte: Serviço de intérprete de libras item da planilha Valor: R$15.000,00São Paulo: intérprete de libras item da planilha Valor R$30.000,00Betim: intérprete de libras item da planilha valor R$ 750,00 PARA DEFICIENTES VISUAIS: Será oferecido serviço de áudiodescrição Valor na planilha:R$4.000,00Todas as obras do acervo expositivo são sensoriais e interativas, adaptadas à deficientes visuais e auditivos que poderão interagir com as mesmas. VÍDEOS RJ, SP e MGACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS E AUDITIVOS AO CONTEÚDO: PARA DEFICIENTES VISUAIS: item da planilha audiodescrição Valor: R$1.500,00PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:item na planilha Intérprete de Libras R$2.000,00 Legenda descritiva R$2.000,00 ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Áudiodescrição para deficientes intelectuais - item da planilha valor: R$1.200,00
EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS O projeto atende ao artigo 21 da IN de abril de 2019 inciso I por ser gratuito e em praças públicas. Serão convidadas escolas públicas para visitação e serão atendidas cerca de 7.680 (5.120 em SP e 2.560 em MG) crianças que receberão lanche e transporte para visitação ao caminhão/galeria. VÍDEOS Atendendo ao art. 24 da IN no 01/2022 inciso II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; Os vídeos que serão produzidos serão divulgados gratuitamente pela internet com intérprete de libras e audiodescrição, além de legenda descritiva.
Coordenação geral - Proponente - Lilian Pieroni Fernandes - Carioca DNA Coordenação do projeto - Das Lima Artistas: Vik Muniz, Jaider Esbell, Ricardo Carvão, Walmor Corrêa, Vivian Caccuri e Suzana Queiroga e mais dois artistas que serão selecionados pela curadoria. Curadores - Marcello Dantas e Luiz Alberto OliveiraProdução executiva - Nuñez e Nuñez Gestão de Projetos Releases: CARIOCA DNA - LPF EVENTOS - proponente e coordenação geral A Carioca DNA - LPF Eventos -realiza projetos educativos e culturais com olhar para meio ambiente, ciência e tecnologia, buscando promover a inclusão social, mais alcance à cultura e estímulo à prática da cidadania. Planejamento, produção, coordenação em projetos artísticos, culturais, sociais e ambientais. Prospecção, captação e colaboração junto a patrocinadores Projetos educativos me culturais com olhar patra o meio ambiente. Transformar sonhos em ideias, projetos e projetos em realizações. Conectando talentos, inspirações e recursos.Projetos realizados:Revitaliza Rio - Parque da Catacumba e Portão do Parque Guinle - Recuperação desses dois espaços públicos através de Leis de Incentivo e patrocínios de empresas privadas. DAS LIMA - coordenação do projeto A Das Lima nasceu em 2001, com o propósito de criar e realizar projetos culturais em diversos segmentos. Música, artes visuais, recuperação e intervenção em espaços públicos com interesse cultural e edição de livros de arte têm sido nossas principais atividades.Utilizamos as leis de mecenato municipal, estadual e federal como ferramenta para captar recursos e viabilizar a realização dos projetos. Temos um grupo de empresas parceiras, com as quais mantemos uma relação de transparência e cumplicidade. MARCELLO DANTAS - CURADOR Marcello Dantas é um premiado curador interdisciplinar com ampla atividade no Brasil e exterior. É responsável por inovar o conceito de museologia no país, trabalhando na fronteira entre a arte e a tecnologia em museus, exposições e projetos que enfatizam a experiência e a percepção. Nos últimos anos esteve por trás da concepção de diversos museus, como o Museu da Língua Portuguesa e a Japan House, em São Paulo; Museu da Natureza, na Serra da Capivara, Piauí; Museu da Cidade de Manaus; Museu da Gente Sergipana, em Aracaju; Museu das Minas e do Metal, em Belo Horizonte; Museu do Caribe e o Museu do Carnaval, em Barranquilla, Colômbia. Dantas assinou a curadoria de algumas das exposições com recorde de público dos últimos anos, tais como “Ai Weiwei Raiz”, na Oca, em São Paulo, a maior mostra já realizada sobre a obra do artista chinês, premiada pela APCA como melhor exposição internacional de 2018. Apresentada no ano seguinte no CCBB Rio de Janeiro, foi considerada a terceira mais visitada do mundo em 2019, segundo o “The Art Newspaper”; "ComCiência”, da artista australiana Patricia Piccinini, em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte, sendo a mostra de arte contemporânea mais visitada no mundo em 2016, segundo o mesmo jornal; “Still Being”, do artista britânico Antony Gormley, realizada em 2012 em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, com uma impressionante extensão ao ar livre vista por milhões de pessoas. Grande entusiasta da arte urbana, esteve por trás do evento de arte pública “OiR", no Rio de Janeiro, que contou com quatro edições entre 2012 e 2017, apresentando obras em locais icônicos e ao ar livre de prestigiados artistas como Robert Morris, Henrique Oliveira, Daniel Buren, Brian Eno, AVAF, entre outros. Além de ter curado mostras individuais de alguns dos maiores nomes da cena contemporânea mundial, como Anish Kapoor, Michelangelo Pistoletto, Jenny Holzer, Christian Boltanski, Gary Hill, Laurie Anderson, Tino Sehgal, Peter Greenaway, Rebecca Horn e Bill Viola. Entre seus principais projetos internacionais destacam-se a direção artística do Pavilhão do Brasil na Expo Shanghai 2010, do Pavilhão do Brasil na Rio+20, da Estação Pelé, em Berlim, na Copa do Mundo de 2006 e a Bienal de Vancouver, da qual integra o corpo de curadoria desde 2014. Com vasta experiência também no setor audiovisual, Dantas criou, nos anos 90, a Sala Magnetoscópio, espaço pioneiro de videoarte e exibição de filmes no Rio de Janeiro, e "Evidência - Arte e Cultura Contemporânea em Vídeo”, ciclo de filmes sobre arte contemporânea, no MIS. Seu currículo inclui os prêmios de melhor documentário na Bienalle Internationale du Film Sur L'Art, do Centro Georges Pompidou, em Paris, no FestRio, no International Film & TV Festival of New York, além do prestigioso ID Design Awards Business Week. Marcello Dantas é formado pela New York University, membro do conselho de várias instituições internacionais e mentor de artes visuais do Art Institute of Chicago. Em 2017 foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural pelo Ministério da Cultura do Brasil. LUIZ ALBERTO OLIVEIRA - CURADOR Luiz Alberto Oliveira é doutor em Cosmologia, pesquisador do Instituto de Cosmologia, Relatividade e Astrofísica (Icra-br) e do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CNPF), onde também atua como professor de História e Filosofia da Ciência, bem como no Escritório Oscar Niemeyer. É curador do Museu do Amanhã.Participou das seguintes coletâneas: Tempo e história, A crise da razão, O avesso da liberdade, O homem-máquina, Ensaios sobre o medo, Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo, Mutações: a condição humana, Mutações: a experiência do pensamento, Mutações: elogio à preguiça (ganhador do Prêmio Jabuti), Mutações: o futuro não é mais o que era, Mutações: fontes passionais da violência e Mutações: entre dois mundos. ARTISTAS: Jaider Esbell Jaider Esbell foi um escritor, artista, arte-educador, geógrafo e curador brasileiro e um ativista dos direitos indígenas. Foi um dos destaques da 34a Bienal de São Paulo e um dos artistas macuxis mais renomados de Roraima, trabalhando com a arte a vivência indígena. VIK MUNIZ Vik Muniz é um artista plástico reconhecido mundialmente por criar obras com materiais que comumente vão para o lixo. Assim, ele se diferenciou no universo da arte ao promover discussões sobre o meio ambiente e o consumo dos recursos. Suzana Queiroga Suzana Queiroga de Carvalho e Sousa, mais conhecida como Suzana Queiroga é uma artista visual, pesquisadora e professora luso-brasileira. É formada em Gravura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro e mestre em Artes Visuais pela mesma instituição. Walmor Corrêa Walmor Corrêa é fascinado por anatomia desde a escola, quando se apaixonou por dissecações e desenhos de Leonardo Da Vinci. Mas erraram os professores que apostaram que ele seria um cientista. Ou quase acertaram. O artista de Porto Alegre vem traçando uma trajetória que confronta os limites entre os dois campos de conhecimento ao fantasiar novas espécies biológicas, improváveis dentro do processo evolutivo.Nos últimos cinco anos, ele estudou taxidermia com especialistas da área para criar as 35 bizarras criaturas que misturam corpos de aves e cabeças roedores.Walmor já fez desenhos de sereias e curupiras dissecados, estudando sua possível fisiologia, e criou insetos imaginários e esqueletos, como os de museus de história natural, a partir de híbridos entre mamíferos, aves, peixes e répteis. Vivian Caccuri Mora e trabalha no Rio de Janeiro. Vivian Caccuri utiliza o som como veículo para cruzar experimentos de percepção em questões relacionadas a condicionamentos históricos e sociais. Por meio de objetos, instalações e performances, seus trabalhos criam situações que desorientam a experiência diária e, por consequência, interrompem significados e narrativas aparentemente tão entranhadas como a própria estrutura cognitiva. Vivian já desenvolveu projetos em diversas cidades do Brazil e exterior, incluindo Amazônia, Accra, Detroit, Helsinki, Novo México, Viena, Veneza, Kiev, Valparaíso, Sul da Índia, entre outras. Ao longo de sua carreira, colaborou com diversos músicos como Arto Lindsay (USA/BR), Gilberto Gil (BR), Fausto Fawcett (BR), Wanlov (Ghana) e lançou seu projeto musical Homa em 2016. Seus trabalhos sonoros e composições já foram transmitidas em diversas rádios como Resonance FM (Londres), Kunstradio (Viena) e Mirabilis (Rio de Janeiro). Em Princeton escreveu o livro "O que Faço é Música", investigando os primeiros discos de vinil feitos por artistas plásticos no Brasil, publicado pela 7Letras e vencedor do Prêmio Funarte de Produção Crítica em Música em 2013. Ricardo Carvão Levy nasceu em 1949, em Belém do Pará e, desde cedo, se encantou das artes pré-colombianas: marajoara, tapajônica, etc. Em 1964 mudou-se para Belo Horizonte com a família.Após viagem ao México, voltou a se aproximar da arte pré-colombiana, pela qual se sentiu profundamente tocado decidindo iniciar seu caminho profissional, que desde então, passou a ser a pesquisa tridimensional.O processo criativo, num primeiro momento, partiu de um rigoroso recolhimento em torno dos preceitos geométricos e matemáticos, momento no qual surgiram obras utilizando a sola de couro, procurando enaltecer o material inapto e inóspito. A fase do couro encerrou-se em 1979, quando, após experimentos, adotou o aço como principal matéria- prima e em seguida os mais diversos materiais.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.