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PRONAC 221832Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Festival Path 2022

CARDUME COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 3,54 mi
Aprovado
R$ 3,54 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Classificação

Área
—
Segmento
Ações educativo-culturais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
IV.Festivais
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2022-04-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Por meio apresentações em formatos de debates, entrevistas, oficinas e palestras tratando de assuntos relacionados a economia criativa e assuntos da atualidade correlatos, o Path tem como principal objetivo de gerar conexões de valor propondo inovações na forma de pensar e agir com conexões potentes e experiências memoráveis em cima de assuntos envolvendo temáticas a cultura, entretenimento e economia criativa.

Sinopse

Os temas das palestras partem de conceitos da economia criativa, devendo ser considerada a intersetorialidade dessas ações educativas, de modo a promover articulações para instigar o desenvolvimento e aprimoramento cultural, bem como incentivo de deselvolvimento das políticas de preservação e valorização da cultura, do patrimônio cultural, turismo, meio ambiente, educação, saúde, desenvolvimento urbano e outras áreas correlatas. A proponente apresenta anexado documento contendo o nome, currículo e temática a ser tratada pelos palestrantes/apresentadores que farão parte do Festival Path 2022, sendo uma listagem não exaustiva, considerando que os demais palestrantes serão determinados na fase de pré produção do projeto. ITEM Proposta 354212 - Festival Path 2022 MINI BIO TÍTULO SINOPSE Lista dos temas e um resumo do conteúdo das palestras seguido de um breve currículo dos palestrantes 1 Vivi Duarte "Vivi Duarte: CEO Plano Feminino Maria Carolina Thompson: Mediadora" Viviane Duarte nasceu e cresceu na periferia da cidade de São Paulo. Usava sacola de plástico nos pés para andar na rua em que morava. Quando estava quente, a sacola a protegia do calor infernal. Quando chovia, evitava escorregões no mar de lama que se formava. Aprendeu a negociar acompanhando a mãe e a avó materna, que vendiam doces e roupas para sobreviver. Quem é você na fila do Pão? "A vida de Viviane não é um conto de fadas, mas, como sempre estudou e teve foco e perseverança, conseguiu o seu objetivo. Mais conhecida como Vivi, ela seguiu um caminho que está levando milhares de meninas a vislumbrarem um futuro diferente. Formada em Comunicação e já com um filho no colo, começou trabalhando em agências e acabou criando a sua própria, Plano Feminino, com um objetivo: apresentar uma propaganda diferente da narrativa usual, sexista e machista. Foi pioneira nisso, mas não parou aí. Inquieta, criou, em 2016, o Plano de Menina, uma ONG voltada para meninas periféricas que não têm condições de conseguir um bom emprego. O instituto capacita as meninas por meio de cursos e de palestras e as conecta a vagas e oportunidades em multinacionais – são centenas de contratadas que mudam a história delas e a de suas famílias. Quem é você na fila do pão? não é uma biografia – apesar de a autora usar a sua própria história como exemplo. Este livro é um manual de desenvolvimento repleto de orientações, dicas, conselhos, explicações e exemplos práticos de como fazer para crescer e aparecer. Um guia para quem quer fazer a diferença no seu mundo e no mundo das pessoas à sua volta" 2 "Fernando GaviniGiovana Pinheiro" Giovana Pinheiro: Sócia Diretora do Olimpíada Todo Dia. Fernando Gavini: Sócio Diretor do Olimpíada Todo Dia "Giovana: Giovana Pinheiro Jornalista de corpo, alma e coração – diploma também. Vive a Olimpíada Todo Dia. Encontrou no esporte o propósito da vida empreendedora. Contar histórias é sua principal missão. Acumula passagens pela Rádio Gazeta AM, TV Gazeta, UOL Esporte e Rede Globo. Cobriu os Jogos Pan e Parapan-Americanos de Lima 2019 e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio 2020. Não nega uma conversa olho no olho. Já diria o ditado: seja legal, o mundo é uma cidade pequena!Fernando: Sempre fui apaixonado por esporte. O sonho era ser atleta. Na escola, joguei futebol, futsal, handebol e fiz atletismo. O mais perto que cheguei de ser um esportista foi jogar um Campeonato Paulista pelo Guapira, do Jaçanã, clube da zona norte de São Paulo. Tinha apenas 15 anos. Tive a honra de enfrentar Corinthians, Portuguesa, Ponte Preta, Bragantino, entre outros. Mas foi naquele mesmo ano de 1992 que descobri que não era aquele o caminho a ser seguido. Encantado com o que via na abertura da Olimpíada de Barcelona - o show, os maiores atletas do mundo e a pira sendo acesa por meio de um arco e flecha - resolvi que ia me dedicar a ser jornalista. Se não como atleta, estaria nos grandes eventos para contar a história de cada um deles. Fiz faculdade na Cásper Libero, trabalhei no jornal A Gazeta Esportiva, no site do Milton Neves, na Starmedia, na Agência Estado, no Agora São Paulo, no Terra, na TV Gazeta e na ESPN. Fui a oito países. Conheci 18 estados do Brasil. Pisei em mais de 100 estádios. Realizei muitos sonhos, vivi muitas experiências e contei muita história. Mas ainda há muito mais o que realizar e com o que sonhar.Por conta desses sonhos, criei em setembro de 2016 o Olimpíada Todo Dia, que inicialmente era um blog pessoal. Em pouco tempo, no entanto, ele foi crescendo com mais pessoas se juntando ao projeto, novos sócios, investidores e parceiros. O blog se transformou num portal e hoje é uma plataforma de conteúdo, referência no Brasil em esporte olímpico e paralímpico, que ataca em todas as áreas: texto, vídeo, podcas, redes socias, etc." Regenerando a forma de ver os esporte Olímpico e Paraolímpico Fernando Gavini e Giovana Pinheiro apresentam o Olimpíada Todo Dia na palestra do Path Amazônia 2021, com o tema regenerando a forma das pessoas olharem para os esportes olímpicos e paralímpicos aqui no Brasil. A ideia do papo é compartilhar um pouco do início desse veículo de comunicação que nadou contra a correnteza da comunicação tradicional. Encontrou na igualdade e na horizontalidade uma forma nova de comunicacar o tema. Através de distribuição de conteúdo 360°, eles compartilham também a experiência de ter passado 60 dias no Japão na cobertura do maior evento esportivo do mundo, dessa vez no meio da pandemia, os Jogos Olímpicos e Paralimpicos de Tóquio 2020 3 João Farkas Fotografo Graduado em filosofia pela Universidade de São Paulo, é fotógrafo profissional desde 1979, com especialização na School of Visual Arts e no International Center of Photography de Nova Iorque (1980-1981).Ganhou o prêmio Abaeté (1987) e a Bolsa Vitae de Artes/Fotografia (1987). Vive em São Paulo. A relação entre homem e natureza, característica da fotografia de João Farkas, o fotógrafo e autor dos livros fotográficos “Pantanal” e “Amazônia Ocupada”, contou ao Path Amazônia, sobre sua experiência fotografando os contrastes relacionados à ocupação dos biomas amazônico e pantaneiro. "A relação entre homem e natureza, característica da fotografia de João Farkas, o fotógrafo e autor dos livros fotográficos “Pantanal” e “Amazônia Ocupada”, contou ao Path Amazônia, sobre sua experiência fotografando os contrastes relacionados à ocupação dos biomas amazônico e pantaneiro. Em sua conversa no Path Amazônia, João Farkas contou um pouco sobre esses trabalhos e o que aprendeu em mais de dez anos fotografando a floresta amazônica, além de sua vivência com as belezas e contrastes do centro-oeste brasileiro. Cada trabalho produzido por Farkas segue um objetivo que integra outras pessoas ao seu redor, desde moradores das regiões, até sua relação com os fotografados." 5 Tia Dag Tia Dag: Pedagoga e Presidente da Casa do Zezeinho André Luiz dos Santos Menezes: Mediador Dagmar, também conhecida como Tia Dag, iniciou sua trajetória com atividades voluntárias durante os anos 1970. A princípio, seu trabalho era dedicado a acolher filhos de refugiados políticos de zonas de conflito e das ditaduras da América Latina em abrigos localizados em bairros da zona Sul da cidade de São Paulo. Formada em pedagogia, Dagmar já tinha experiência em atender crianças com traumas circunstanciais antes de se dedicar à ONG. Hoje, coleciona livros e prêmios sobre sua pedagogia do ArcoÍris, estando considerada inclusive entre os 100 brasileiros mais influentes pela Revista Época. ANDRÉ LUIZ - 6 Rafael Maretti Fundador da Base Colaborativa "RAFAEL MARETTIÉ FUNDADOR E PRESIDENTE DA BASE COLABORATIVA. FEZ DIREITO NA GV E TRABALHOU COMO ADVOGADO CONSULTIVO NA ÁREA DE PROJECT FINANCE. EM 2009 FUNDOU A BASE COLABORATIVA E EM 2013 LARGOU TUDO PARA SE DEDICAR INTEGRALMENTE. HOJE FACILITA O PANAPANà (VIAGEM DE IMERSÃO DE AUTOCONHECIMENTO) E AS TURMAS DE TEORIA U. É TAMBÉM JOVEM TALENTO DA ARYMAX, GLOBAL SHAPER DO FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL, FELLOW DA AVENUES E CO-CRIADOR DA VIRADA POLÍTICA E DO MOVIMENTO POR UMA CULTURA DE DOAÇÃO." BASE COLABORATIVA - UMA COMUNIDADE DE AGENTES DE TRANSFORMAÇÃO O Rafael conta da história da Base e alguns dos principais elementos que fizeram ela ser eleita uma das principais comunidades da América Latina. Além dos projetos sociais inovadores, o foco na qualidade das relações, no desenvolvimento interno e na consciência coletiva, marcam essa jornada que já tem 10 anos. No final ele faz uma meditação para que todos possam, mais do que entender, sentir essa transformação. 7 "Tom Almeida,AnaMiLuciana Branco" Tom Almeida: Fundador do movimento inFINITO. Luciana Branco Diretora de Criação AnaMi: Jornalista "Tom Almeida: Fundador do movimento inFINITO, especialista em Luto, Diretor do Death Over Dinner Brazil e idealizador do Festival inFINITO, Cineclube da Morte, A Morte no Jantar, Death over Drinks, Jornada Eduardo Alferes de Cuidados Paliativos. É colunista do Podcast FINITUDE e co-autor do livro ""Luto por perdas não legitimadas na atualidade"" que concorre ao prêmio Jabuti 2021.Tom é Empreendedor Social, ativista, palestrante, facilitador, conector, comunicador e cozinheiro. Luciana Branco é diretora de criação e fundadora do hub de comunicação criativa, que atente grandes marcas e experiências culturais relevantes. Apaixonada pelo caminho do autoconhecimento, é autora do podcast O que sei de mim, no qual promove conversas com terapeutas que já a conduziram por sua trilha de cura emocional e espiritual. É pós-graduada em Neurociências na Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, em São Paulo, dedica-se diariamente ao trabalho voluntário como monitora da jornada de meditação e neurociências DESPERTA! A cura pelo coração, criada em parceria com Ivo Machado e Camila Holpert. ANA MICHELLE SOARES ou AnaMi, como gosta de ser chamada, é jornalista, escritora e ativista social. Paciente de câncer de mama em tratamento contínuo desde 2011, AnaMi é autora dos livros “Enquanto eu respirar” e “Vida Inteira”, publicados pela editora Sextante. Além de autora do perfil @paliativas no Instagram, onde desmistifica o conceito de “cuidados paliativos”, transformando a finitude na mais importante ferramenta de autoconhecimento que existe. Acredita que legado é crescer como ser humano e entre uma quimioterapia e outra coordena o projeto “Casa Paliativa” que auxilia pacientes com doenças graves a encontrarem seu espaço de legado, vida, sagrado e dignidade." Regeneração: Na vida e na morte Dois anos depois da primeira participação no Festival Path, um encontro de vanguarda volta a tomar o palco do festival. Tom Almeida, fundador do revolucionário Movimento inFINITO, que promove conversas sinceras sobre a vida e a morte, AnaMi, autora do canal @Paliativas e dos livros “Enquanto eu respirar” e “Vida Inteira" e Luciana Branco, autora do podcast O que sei de mim, sobre autoconhecimento, conversam sobre o sentido da regeneração na vida, na morte e depois dela. 8 Henri Zylberstajn Fundador do Instituto Serendipidade Henri Zylberstajn é empresário e empreendedor social, casado com Marina, com quem tem 3 filhos - Nina (8), Lipe (5) e Pepo (3). Assim que seu caçula nasceu com síndrome de Down, ele e sua família se engajaram na causa de pessoas com necessidades diferenciadas. É fundador do Instituto Serendipidade, organização social que atua com inclusão de pessoas com deficiência intelectual, sobretudo na apresentação do tema e na defesa dos benefícios que a inclusão oferece a todos que com ela se envolvem e cofundador da Escola de Impacto, iniciativa que estimula a cultura ESG e o protagonismo socioambiental entre jovens brasileiros. Serendipidade: como felizes descobertas ao acaso podem transformar a vida das pessoas e das empresas Sobre a sinopse, sem assistir o conteúdo é mais difícil de cria-la, vocês não têm alguma sugestão para dividir conosco? Assim já vemos com o Henri. 9 Daniel Caballero Artista visual Daniel Caballero é artista visual e pesquisador de São Paulo, cidade onde reside e trabalha. Sua relação pessoal com a cidade, é o campo de experimentação onde atua como observador ativo. Participou de variadas exposições das quais destacam-se as individuais “Game over ou A extinção do Brazil” ( 2018) e “Terra non Descoperta” ( 2015), ambas na Galeria Virgilio em São Paulo,”Tóxico Trópico” ( 2015 ) na Galeria Carlos Carvalho em Lisboa, coletivas recentes como “Três paisagens” ( 2019 ) na Casa de Cultura do Parque em São Paulo, e ‘Ambiental” ( 2019 ) no MuBE, e a 2ª Trienal Frestas (2017) do SESC Sorocaba.Também é autor do livro Guia de Campo dos Campos de Piratininga ou O que sobrou do Cerrado Paulistano ou Como fazer seu próprio Cerrado Infinito. Seu trabalho se manifesta em diversas mídias, que vão de suportes tradicionais como desenho, instalação ou video, a ações fora do espaço expositivo institucional, tentando novas formas de E idealizador do projeto Cerrado Infinito, uma recriação da paisagem vegetal originária da cidade de São Paulo, e que ocupa uma praça pública desde 2015, promovendo ações descolonizadoras com a participação de outros artistas e pesquisadores, subvertendo o olhar urbano para o campestre. engajamento da obra e o espectador. Campo de resistência : A arte ruderal do Cerrado Infinito Daniel Caballero nos convida para uma caminhada descolonizante pelos extintos Campos de Piratininga, paisagem pré-colonial da cidade de São Paulo, trazida de volta para o cotidiano pelo Cerrado Infinito, projeto de arte, que estabeleceu á partir de um apurado estudo botânico e um sem fim de ações coletivas, um território de retomada dessa vegetação na cidade, criando debates e reflexões sobre o passado e futuro desse importânte bioma 10 "Leo Farah Kenia Maria " Leo Farah: Capitão dos Bombeiros Kenia Maria: Atriz e escritora Theo Prado: Mediadora "Leo Farah - BIO - Capitão do Corpo de Bombeiros Militares/MG, licenciado desde janeiro 2021. Mestre em Engenharia Geotécnica e Especialista em Gestão de Desastres Naturais no Brasil, Chile e Japão. Co-fundador da HUMUS, associação sem fins lucrativos para prevenção e capacitação de comunidades em áreas de risco, além de resposta e ajuda humanitária em emergências relacionadas a desastres naturais. Criador e instrutor de cursos e treinamentos para lideranças e equipes de alta performance em organizações públicas e privadas de diferentes segmentos. Palestrante, consultor e autor, já tendo publicado os livros: ""Além da Lama"" (2019) e ""Líder, um Especialista no Impossível"" (2020). Kenia Maria - Atriz, escritora, roteirista e Ialorixá, Kenia Maria é Defensora dos Direitos das Mulheres Negras pela ONU Mulheres Brasil e tem sua trajetória de vida marcada pela valorização da cultura e da arte negra em contraponto ao racismo e às desigualdades de gênero. Tem se dedicado à literatura negra infantil e à defesa das religiões de matriz africana. Criadora e roteirista da primeira web série protagonizada por negros no Brasil (“Tá Bom Pra Você? ""), desenvolveu recentemente o quadro ""Pai on-line"", no programa ""É de casa"", da TV Globo. É também colunista da Vogue Gente.Vencedora do prêmio Faz Diferença, do Jornal o Globo, integra a lista dos 100 negros mais influentes do mundo, segundo o Mipad, a premiação mundial para afrodescendentes chancelada pela ONU. Como palestrante, realiza apresentações em diversas instituições do Brasil e exterior, destacando-se TEDx SaoPaulo e a Universidade Columbia."Fazendo a diferença Papo entre convidados sobre causas sociais, sua importância e como elas fazem a diferença na sociedade e nas empresas e os impactos que isso reflete no mundo11 Kaka Werá Autor, ativista, professor "Autor, ativista, professor, conferencista e terapeuta há mais de 25 anos, Kaká Werá é um facilitador de processos de autoconhecimento, auto-liderança e desenvolvimento pessoal, utilizando os fundamentos da sabedoria milenar da Tradição Tupi, a qual possui notória experiencia e vivência. Entre suas formações, destaca-se a de Liderança Pública pela Fundação Lemmann através da RAPS (Rede de Apoio a Política para Sustentabilidade), Empreendedor Social pela Ashoka. Master Coaching certificado pela BCI (Behavioral Coaching Institute) e Formação Holística de Base pela Unipaz, onde atua como facilitador e membro da Cátedra de Saberes Indígenas. KAKÁ WERÁ é, desde criança, um apaixonado pela literatura e considera esta a sua forma de expressar, despertar reflexões e sensibilizar as pessoas para os valores contidos nas sabedorias ancestrais. É autor de diversos livros, dentre eles os mais recentes são: A Águia e o Colibri (2019), escrito em parceria com Roberto Crema, com o Selo Arapoty e O Trovão e o Vento, pela Ed. Polar (2016). Sua produção literária iniciou com o título Todas as Vezes que Dissemos Adeus (1994), em seguida veio Terra dos Mil Povos (1997), traduzido para o francês e o alemão e Fabulosas Fábulas de Iauaretê (1999), que receberam vários prêmios e recomendações nacionais e internacionais, dentre eles do Programa Nacional do Livro Didático (2010), do Catálogo de Bolonha na Itália (1998, 2008) e foram considerados Altamente Recomendados pela Fundação Nacional do Livro. Ainda publicou Tupã Tenondé (2001) e em 2018 colaborou com a criação da Coleção Tembetá, da Editora Azougue, que reuniu as biografias de líderes indígenas brasileiros, sendo um dos títulos destinado a seu nome. Kaká Werá também escreveu duas peças de teatro premiadas, Morená (2010) e O Menino Trovão (2012), que já foram encenadas por companhias de teatro no Brasil e em Portug" Sonhar: seus propósitos e seus desafios "Em conversa com o Path Amazônia, Kaká Werá compartilha sua visão sobre nosso planeta como morada, que seus parentes, das mais variadas etnias e origens, chamam de Mãe Terra. O escritor, ambientalista e conferencista indígena brasileiro do povo tapuia, destaca diversos aspectos nesse encontro, levando em consideração a nossa origem e a importância de reconhecermos nossa origem, nos identificando com o lugar de onde viemos. Segundo o fundador do Instituto Arapoty, que difunde as tradições indígenas para jovens e ajudando aldeias a trabalhar de forma sustentável,um dos grandes desafios da sociedade atual é justamente ter rompido com suas raízes. Kaká Werá também discute o comportamento humano em explorar exacerbadamente nossos recursos naturais, entre outros pontos relacionados à preservação. "12 Marko Brajovic Arquiteto e Designer " Como as formas são geradas na Natureza, como os animais constroem, as sementes crescem, se desenvolvem e florescem, os vegetais evoluem em estruturas leves e até mesmo flutuam, as espécies colaboram e os organismos criam construções e sistemas sociais complexos? E, finalmente, como os humanos se relacionam e coevoluem com os processos dinâmicos da biosfera e de toda a vida em que interage. Essas e muitas outras questões inspiraram projetos de Marko Brajovic nas últimas duas décadas entre a A mata Atlanitica e a basia Amazonica.Marko Brajovic é arquiteto e designer formado pelo Instituto Universitario di Architettura di Venezia (Itália) com mestrado em Arquitetura Genética (BioDigital) pela UIC e DigitalArts pela UPF, ambos em Barcelona (Espanha).Em 2005 fundou em São Paulo (Brasil) o Atelier Marko Brajovic, escritorio premiado internacionalmente com prática transdisciplinar e projetos nas áreas de arquitetura, urbanismo, design de produtos e exposições, educação e direção criativa. Marko Brajovic também é codiretor da Architectural Association Visiting School Amazon e fundador da plataforma Design by Nature." O que é arquitetura em essência e como ela se relaciona com nosso reino ecológico? A palestra apresentada a edicao Parth Amazonia 2021, Marko Brajovic compartilhará brevemente sua filosofia, inspirações e processos criativos por trás de projetos inspirados na Natureza e culturas indígenas, em diferentes escalas, formatos e regiões. Além disso, tambem os projetos em andamento do hotel Mirante do Madada, o museu de ciências MuCA, a Biblioteca Flutuante Mamori, as Biofábricas e as Escolas Comunitárias do Rio Negro, atualmente em exibição na 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza no pavilhão principal de Giardini como “Amphibious - vivendo entre as águas e terra na Amazônia ”. 13 Marco Mazzola Produtor Musical Realizador da Noite Brasileira no Festival de Jazz de Montreux e produtor musical dos maiores nomes da MPB. Criatividade na Produção Musical A história da Produção Musical na MPB. 14 Connie Lops Produtora de Festivais Realizadora do Festival Back2Black e empresária de grandes nomes da música brasileira. Criatividade na Cultura Negra A história de Back2Black e a influência da cultura africana na música e nos costumes brasileiros. 15 Arnaldo Antunes Artista e Compositor Cantor e Compositor de grandes sucessos da música brasileira A inovação na Composição Musical Discutir o processo de criação de composições musicais. 16 João Marcelo Bosco Produtor e Empresário na Musica Brasileira "João Marcello Bôscoli (Rio de Janeiro, 17 de junho de 1970) é um produtor musical e empresário brasileiro. É filho da cantora Elis Regina e do compositor Ronaldo Bôscoli e meio-irmão dos cantores Maria Rita e Pedro Mariano.Atualmente, apresenta diariamente o programa ""Sala de Música"" na rádio CBN.[1" A história da Musica Brasileira e sua diversidade Axé, Forró, Rock, Samba, Funk, … Todas as formas e seus altos e baixos. 17 Mariana Aydar Cantora e Compositora "A trajetória musical de Mariana Aydar teve início em 2000, aos 20 anos, quando começou a cantar profissionalmente como backing vocal de Miltinho Edilberto, cujo repertório era basicamente de forró. Logo depois, comandou sua primeira banda, Caruá, também de forró, durante três anos. Foi backing vocal no trio elétrico de Daniela Mercury, no carnaval de 2004. Em paralelo, integrava a banda do compositor paulistano Dante Ozzetti.Em 2004, após anos de estudo no Brasil e na Berklee School of Music, em Boston, morou em Paris por um ano. Lá conheceu Seu Jorge, que a convidou para abrir os shows na turnê européia.De volta ao Brasil em 2005, passou a investir no disco de estréia, Kavita 1, lançado em setembro de 2006.Mariana, que estudou violoncelo, violão e canto, já esteve no palco com Seu Jorge, Elba Ramalho, Dominguinhos, Arnaldo Antunes, Toni Garrido, Samuel Rosa, Daniela Mercury, Céu, João Donato, Leci Brandão, Ivan Lins, Vanessa da Mata, Emílio Santiago, entre outros." As etapas no desenvolvimento música no som, notas e sotaques regionais 18 Frejat Canto e Compositor Roberto Frejat (Rio de Janeiro, 21 de maio de 1962) é um cantor, compositor, produtor e guitarrista brasileiro,[1][2] notório por ser o principal parceiro de Cazuza em composições da banda Barão Vermelho e também na carreira solo do amigo, além de compor com/para outros artistas do cenário musical brasileiro.[3] O Rock Brasileiro A construção na década de 80 para um declinio nos tempos atuais. 19 Luiz Calainho Produtor Musical Luiz André Buono Calainho (Zurique, Suíça) é empresário e produtor cultural, residente no Rio de Janeiro desde os três anos de idade. Foi vice-presidente da Sony Music Entertainment e, em 2000, criou a L21 Participações, holding que atua nas áreas de arte, mídia e entretenimento, cujos negócios incluem o portal Vírgula, a rádio Mix Rio FM, a rádio SulAmérica Paradiso,[1] a feira de arte ArtRio e a produtora de musicais Aventura Entretenimento[2]. Em 2017, foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural, na classe Comendador[3]. A evolução e o conceito musical nos anos 2000 E evolução rápida de musicas e estilos musicais que estão impactando os mais diversos tipos de públicos dentro de uma sociedade, desde crianças como gêneros. 20 Jayme Monjardim Diretor de TV Jayme estudou cinema durante na Itália, onde fez parte da equipe de Michelangelo Antonioni. Começou profissionalmente no final da década de 70, dirigindo curtas-metragens documentários e sendo assistente de direção de Francisco Ramalho Júnior em Paula - A História de uma Subversiva e Filhos e Amantes. Iniciou sua carreira na televisão no início dos 1980 na Rede Bandeirantes, onde conduziu um especial sobre a mãe, a cantora Maysa, e a série infantil Braço de Ferro (1983), escrita por Marcos Caruso. No ano seguinte, transferiu-se para a Rede Globo, na qual passou a codirigir telenovelas, como Partido Alto, Roque Santeiro e Sinhá Moça. Sua primeira direção-geral ocorre em Direito de Amar, telenovela de época de Walter Negrão, exibida na faixa das 18 horas. Em 1989 é contratado pela extinta Rede Manchete, dirigindo o grande sucesso Pantanal, de Benedito Ruy Barbosa. O Impacto nos costumes socio culturais das novelas brasileiras Como analisar atos e formas de agir que possam impactar a vida de todos os telespectadores. 21 Miguel Falabela Ator, Escrito e Diretor de TV e Teatro Miguel Falabella de Sousa Aguiar (Rio de Janeiro, 10 de outubro de 1956) é um ator, cineasta, escritor, apresentador, dublador, dramaturgo, roteirista e diretor teatral brasileiro.[3] É conhecido, entre outros muitos trabalhos, por interpretar Caco Antibes na sitcom Sai de Baixo e por apresentar o Vídeo Show por mais de 15 anos. Foi carnavalesco das escolas de samba Império da Tijuca e Rocinha. A globalização dentro do mundo Teatral As adaptações brasileiras feitas em cima de peças da Broadway 22 Gisele Agnelli Socióloga É socióloga, com especialização em ciências políticas, graduada pela PUC-SP, e pós-graduada em Marketing e em Gestão da Informação, ambos pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Mãe de dois, foi executiva de marketing em uma multinacional por 15 anos antes de decidir se dedicar integralmente à luta por direitos das mulheres, educação e controle social da gestão pública. Hoje, a ativista faz parte das seguintes iniciativas: Líder dos Comitês de Combate à Violência contra a Mulheres do #GrupoMulheresdoBrasil. ONG.Fundadora do #VoteNelas. Conselheira do Instituto Política Viva. A PLURALIDADE CULTURAL COMO ELEMENTO DA DIVERSIDADE CULTURAL O que determina a diferença entre diversidade cultural e pluralidade cultural eÌ? que a primeira envolve a identificação de existeÌ‚ncia e pertencimento de culturas de grupos e sociedades que são muÌ?ltiplas, diversas em sua forma de expressão que envolve todo o processo de pertencimento de patrimoÌ‚nio cultural, da criação ateÌ? a fruição. JaÌ? a pluralidade cultural eÌ? um mecanismo de explicitação da diversidade cultural para compreendeÌ‚-la, apontar transformações e oferecer elementos para a valorização e respeito. Desta forma, pluralidade cultural abarca um mecanismo de viabilização, de valorização, de direito aÌ€ voz, do direito a espaços de liberdade de expressão e acesso dos grupos pertencentes as diversas formas de expressão de grupos e sociedades. 23 Sitah Artista visual A artista visual Sitah utiliza a fotografia como ponto de partida para amplificar a voz dos rios, das montanhas, da floresta e dos povos originários, com o propósito de sensibilizar para um urgente resgate de reconexão com a natureza. Especializada em antropologia visual pela Universidade de Barcelona, foi convidada a expor seu trabalho em relevantes espaços culturais pelo Brasil, dentre eles Sesc, Unibes Cultural, Casa Firjan e em edições da Virada Sustentável. DIVERSIDADE CULTURAL NO BRASIL: ENTENDA POR QUE SOMOS UM PAÍS DE MUITAS CULTURAS Atualmente, o Brasil continua sendo um destino bastante procurado para imigração – o que também aumenta nossa diversidade cultural. O Resumo Executivo do Relatório Anual 2020 do OBMigra mostrou que foram registrados mais de 1,085 milhão de imigrantes de 2011 a 2019 no Brasil. O que esses imigrantes trazem de artes visuais para nós.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Por meio apresentações em formatos de debates, entrevistas, oficinas e palestras, o Path tem como principal objetivo de gerar conexões de valor propondo inovações na forma de pensar e agir com conexões potentes e experiências memoráveis em cima de assuntos envolvendo temáticas a cultura, entretenimento e economia criativa. Decreto 10.755, de 2021 Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - 70 apresentações em forma de palestras que partem de conceitos da economia criativa, devendo ser considerada a intersetorialidade dessas ações educativas, de modo a promover articulações para instigar o desenvolvimento e aprimoramento cultural, bem como incentivo de desenvolvimento das políticas de preservação e valorização da cultura, do patrimônio cultural, sustentabilidade consumo, mídias, educação, tecnologia e outras áreas correlatas, respeitando os 13 segmentos da economia criativa: Arquitetura, Artes Cênicas, Audiovisual, Design, Editorial, Expressões Culturais, Moda, Música, Patrimônio e Artes, Pesquisa & Desenvolvimento. - Atividade formativa - Contrapartida social, consistente em palestras que tratarão sobre as novas e futuras formas de produção cultural.

Justificativa

O projeto justifica-se por se enquadrar nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dosdireitosculturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento,cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ademais, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. O Festival Path se justifica por - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura de todos as palestras workshops, palestras, atividades e hackatons. - Promover e estimular a produção cultural e artística sobre conteúdos diversos como empreendedorismo, tecnologia, sustentabilidade, design, transformação social, ativismo, educação, marketing, branding e muitos outros. - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - Fazer distribuição gratuita e pública de ingressos para este evento - Tradução Simultânea para as atividades com língua estrangeira e libras para todos os deficientes auditivos.

Estratégia de execução

O proponente informa que no momento é possível afirmar que as rubricas que já sabe que irá se remunerar é a de Diretor de Produção. No entanto, poderá se remunerar por outras rubricas, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. Informamos que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização. No entanto, desde já informamos que os novos profissionais seguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto. Deslocamentos/hospedagem/diárias: O projeto prevê 35 passagens nacionais e 3 internacionais. As passagens internacionais ainda dependem de confirmação após a efetiva captação do projeto, para definição de possibilidade de pagamento de cachês.Das 35 nacionais, 15 que são da equipe técnia, que ainda não foi definidaDas 20 restantes, teriamos os seguintes palestrantes:- Milton Houton - RJ -SP- Tereza Campelo - RJ - SP - Sonia Guajajara - AM - SP- Sidarta Ribeiro - RJ - SP- Dira Pase - RJ - SP- Benki Ashaninka - PB - SP- Vivi Duarte - RN - SP- Izabela Teixeira - RJ - SP- Deborah Lima - RJ - SP- EMICIDA - RJ - SP- Andre Villas Boas - BA - SP- Thiago Castanho - RJ - SP- Carlos Takahashi - RJ - SP- Adriana Figueiredo - RJ - SP- Sebastião Salgado - RJ - SP- Vik Muniz - RJ - SP- LIlian Schwartz - RJ - SP- Adriana Lima - RJ - SP- Marcelo Melo - BA - SP- Felipe Moura - RJ - SP A proponente está ciente que os deslocamentos devem ser comprovados na prestação de contas, mediante explicação de quem foi o beneficiário da passagem e a função da pessoa no projeto, explicando a necessidade do deslocamento.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

1 - Produto: Palestras/Oficinas/Workshops 1.1 - Acessibilidade Física - Os locais das atividades obedecerão o atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto5761/06, que diz proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei nº 10 741, de 1º de outubro de 2003 e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto 3 298, de 20 de dezembro de 1999, teremos banheiros adaptados e rampas de acesso para este perfil de público (melhor idade, gestantes, obesos e portadores de necessidades especiais). 1.1.1 - Item da Planilha Orçamentária: Locação de Espaço e Banheiro químico para espaço público. 1.2 - Acessibilidade para deficientes auditivos: As atividades terão intérprete de Libras. 1.2.1 - Item da Planilha Orçamentária: Intérprete de libras. 1.3 - Acessibilidade para deficientes visuais: Por se tratar de palestras orais o conteúdo será totalmente inteligível. 1.3.1 - Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica. 2 – Produto Contrapartida Social 2.1 - Acessibilidade Física - Os locais de realização das contrapartidas sociais serão escolas públicas que devem atender ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto5761/06, que diz proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei nº 10 741, de 1º de outubro de 2003 e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto 3 298, de 20 de dezembro de 1999. 2.1.1 - Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica. 2.2 - Acessibilidade para deficientes auditivos: As atividades da contrapartida social terão intérprete de Libras. 2.2.1 - Item da Planilha Orçamentária: Intérprete de libras. 2.3 - Acessibilidade para deficientes visuais: Por se tratar de palestras orais o conteúdo será totalmente inteligível. 2.3.1 - Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica. 3 - Produto: Apresentação Musical (a serem realizadas entre as palestas do produto principal, portanto as medidas de acessibilidade aplicadas são as previstas no produto principal) 3.1 - Acessibilidade Física - Os locais das atividades obedecerão o atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto5761/06, que diz proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei nº 10 741, de 1º de outubro de 2003 e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto 3 298, de 20 de dezembro de 1999, teremos banheiros adaptados e rampas de acesso para este perfil de público (melhor idade, gestantes, obesos e portadores de necessidades especiais). 3.1.1 - Item da Planilha Orçamentária: Locação de Espaço e Banheiro químico para espaço público. 3.2 - Acessibilidade para deficientes auditivos: As atividades terão intérprete de Libras. 3.2.1 - Item da Planilha Orçamentária: Intérprete de libras. 3.3 - Acessibilidade para deficientes visuais: Por se tratar de apresentações musicais instrumentais o conteúdo será totalmente inteligível. 3.3.1 - Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica.

Democratização do acesso

Os locais da realização das atividades serão de fácil acesso ao público, respeitando o artigo 23, da Instrução Normativa N. 01/2022, que visa a ampliação e democratização do acesso. Nass atividades serão cobrados preços populares, de no máximo R$ 50 e R$ 25 (meia entrada) dentro da proporção prevista no mencionado art. 20. Além disto, nos termos da legislação em vigor, asseguramos que no projeto haverá meia entrada (desconto de 50% nos ingressos) a idosos. Também asseguraremos o acesso preferencial de idosos e deficientes físicos, que não precisarão aguardar em filas juntamente com demais visitantes. Desta maneira, está atendido o art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003. Tendo em vista que os locais de realização das atividades já foram definidos (Complexo TIvoli Mofarrej, Maksoud Plaza, Clube Homs e Praça Trianon), sendo espaços públicos de grande fluxo de pessoas, possuindo alvará e AVBC, garantindo as estruturas de acessibilidade que necessárias para assegurar a acessibilidade no projeto, atendendo às necessidade de pessoas com mobilidade reduzida e/ou portadores de deficiência física. Paralelamente, o proponente assegura que pessoas a serviço da produção assistirão as pessoas portadoras de necessidades especiais e IDOSOS que precisarem de auxílio, a fim de garantir que todos os possam usufruir plenamente das atividades, atendendo assim ao disposto no Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, e também no que diz “proporcionar condições de acessibilidade de pessoas idosas, nos termos do Art. 23, da Lei 10741, de 01 de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no Art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999. Se houver necessidade de adaptação das estruturas dos locais (como a instalação de estrutura provisória de rampa, etc), o proponente também tomará as medidas cabíveis para que o espaço seja acessível. Esclarecemos, por fim, que o mínimo de 20% dos ingressos para distribuição gratuita à população de baixa renda, conforme Art. 23 da Instrução Normativa n° 01/2022, está assegurado neste projeto, tendo em vista que já havíamos declarado que 20% do total de ingressos será gratuitamente distribuídos a alunos e/ou professores da rede pública de ensino na cidade de São Paulo. Medida de Ampliação de Acesso Em atendimento o art. 24 da Instrução Normativa n° 01/2022, o projeto disponibilizará na internet o conteúdo das atividades, nos termos do seu inciso III, nos seguintes termos:Art. 24 Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I):II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; A Contrapartida Social que será a participação das atividades para estudantes de escolas públicas municipais e estaduais com acesso gratuito a todos participantes e assim cumprindo artigo 25 da IN nº 01/2022. Serão atingidos público correspondente a 10% do total do produto principal do projeto, sendo que pelo menos 50% será formado por estudantes e professores da rede de ensino pública, cumprindo o quanto previsto no §2° do art. 25 da IN n° 1/2022.

Ficha técnica

Proponente: Gael Comunicação A Gael será a empresa gestora de todas as áreas do Projeto. A proponente informa que no momento não é possível afirmar quais outras rubricas que irá se remunerar. No entanto, poderá seremunerar por rubricas do projeto, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. A proponente será a única responsável pela administração técnico-financeira e por todo o poder decisório do projeto. Gaetano Lops exercerá a função de Diretor Executivo que compreende principalmente gerar negócio, decisões estratégicas, interagir com as diretorias funcionais e definição dos caminhos a serem seguidos, motivando e dando feedback a equipe de gestão. Formado em Administração de Empresas pela Estácio de Sá, tem 25 anos de experiência nas áreas de Branding, Marketing de Entretenimento, Marketing Promocional e Eventos, tendo exercido função nas áreas de comunicação, eventos, patrocínios, publicidade e branding. Responsável pela organização e promoção de grandes eventos, como Reveillon de Copacabana, Red Bull Air Race, Boulevard Olimpico, entre outros. Nos útimos anos Gaetano atuou como VP de Live Marketing da agência Dream Factory, fundou e é sócio da EUAPOIO.ORG e da Gael Comunicação e Marketing. Além disso é sócio e Gestor de Eventos renomados na área da Cultura e Esportes como Rio Montreux Jazz Festival, B2B – Festival Back2Black (maior festival de cultura preta do país), Mobcom, a primeira feira Global de Games Mobile. Gaetano ganhou prêmios importantes como o Prêmio Caboré em 2010, Prêmio Colunistas em 2008, Festival Brasileiro de Publicidade em 2009, também sendo eleito empresário do Ano. Os locais de realização das atividades são: Complexo TIvoli Mofarrej, Maksoud Plaza, Clube Homs e Praça Trianon. No ramo pessoal é casado, pai de 6 filhos, reside em São Paulo e uma das suas principais motivações da vida são as causas e os propósitos sociais. Fábio Seixas fundador do Projeto atuará como diretor criativo e artístico do projeto e suas funções serão principalmente a curadoria de conteúdos, definição de fluxo criativo, criação e finalização de peças, contribuir e difundir a essência do projeto para o mercado, criação e produção de peças publicitárias para divulgação. Eleito em 2014 como um dos 15 mais inovadores do Brasil pela revista proxxima é formado em Produção Multimídia e Web Design pelo Art Institute (EUA), onde recebeu o prêmio pelo melhor portfólio de 2003, tem MBA em Administração pela Universidade Federal da Bahia e especialização em planejamento de comunicação pela Miami Ad School. Ao longo de 16 anos de profissão, Fabio foi sócio-diretor da produtora Digiartes. Além disso, foi um dos sócios/parceiros do evento Pixel Show de design, gestor da área de convergência da DM9DDB e Diretor Executivo da Conspiração Filmes em que foi responsável pelo núcleo de novas mídias, lançamento do longa Os Penetras e pelo movimento que virou o filme #RioEuTeAmo. Na publicidade trabalhou para grandes marcas como Coca-Cola, GE, Unilever, P&G, Ambev, Heineken, Google, Ford, Fiat e Claro. Ganhou prêmios importantes como o Leão de Ouro no Festival Cannes Lions, pela DDB, e o Caboré pela Conspiração, eleita a melhor produtora publicitária do Brasil em 2013. Hoje é sócio fundador do Festival Path, CreativeMornings/SãoPaulo, Path Fest Doc e o Path Cine Clube. No âmbito social é voluntário na ONG Instituto da Criança e no Instituto Gerando Falcões. No ramo da inovação é conselheiro da startup U.sit.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.