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O projeto "De Frente para os Rios" tem por objetivo a edição de um livro, com fotografias artísticas do fotógrafo Ricardo Abrahão, sobre os rios mais importantes dos 8 biomas da América do Sul, realizando expedições para documentar a valorização dos rios através da relação das pessoas e retratando as interações que elas têm com os rios que atravessam as regiões onde vivem.
O livro “De Frente para os Rios” terá a seguinte estrutura editorial: I – Prefácio Texto escrito por autor convidado do projeto, versando sobre a importância do mesmo para o público II – América do Sul - Nossos rios e nós 1 - Amazônia 2 - Caatinga 3 - Cerrado 4 - Mata Atlântica 5 - Pantanal 6 - Pampas 7 - Patagônia 8 - Andes III – Bibliografia, Créditos e Ficha Técnica
Objetivos gerais: - Ampliar o conhecimento da população sobre o processo criativo fotográfico - Difundir conhecimento sobre a Fotografia Público impactado: Direto: 3.500 pessoas Indireto: 50.000 pessoas (através da divulgação, redes sociais e disponibilização do livro nas bibliotecas e escolas públicas de todo o país) O projeto atende os incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, a seguir transcritos: Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura;VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; Objetivos específicos: - Pesquisar, produzir, publicar e distribuir 2.500 exemplares do livro "De Frente para os Rios" - Distribuir 500 exemplares de forma gratuita - Realizar um curso de fotografia de 40 horas/aula com emissão de certificado.
Um dos fatos que permitiu a humanidade se tornar gregária e prosperar foi a relação com os rios como fontes de recursos para atender as necessidades básicas _ beber, alimentar, cultivar e até mesmo nas interações socioculturais, lazer, ambientais e desenvolvimento econômico. Na arquitetura das cidades históricas é possível perceber a relação de valorização das pessoas com os rios através das posições dos casarões que tinham as portas e janelas principais voltadas com a frente para o rio. Ao longo dos anos a sociedade foi desviando o olhar e voltando as costas para os rios. E o que deixa de ser visto passa a não ser conservado. Com o aumento da população, surgimento de novas cidades e outras formas de produzir através das indústrias, a utilização dos recursos dos rios levaram a reduções no volume e qualidade da água, assim como a sua biodiversidade, colocando em colapso os ecossistemas naturais de água doce. Até que ponto, social e culturalmente, essa mudança de relação nos afeta enquanto personagens residentes a estas margens? Esse tem sido um dos grandes questionamentos do fotógrafo Ricardo Abrahão que, durante toda a sua vida teve uma relação intensa com os rios: nos tempos de criança brincando e passeando pelas margens do rio, atravessando a ponte no caminho da escola, estudando e fazendo pesquisas de campo durante a faculdade, ou também percorrendo em trabalhos fotográficos para a conservação dos rio Doce, os rios foram seus cenários, convivendo com a dinâmica das cheias nas enchentes em períodos de chuva ou andando pelas pedras do fundo do rio durante a seca. O mineiro Ricardo Abrahão, músico de espírito, fotógrafo por paixão e biólogo por formação, desde 2008 trabalha a frente de projetos de conservação ambiental pelos grandes biomas brasileiros. Em 2014 fundou o Instituto Pelo Bem do Planeta na região do rio Doce para realizar projetos socioambientais que geram transformações positivas através de ações que buscam reduzir riscos e mitigar impactos ambientais promovendo a conservação dos rios. Nos tempos de faculdade teve as primeiras experiências em trabalhar com a água em estações de tratamento de água, programas de mestrados e em projetos socioambientais de conservação do rios. Nessa época começou explorar o universo da água através da fotografia. Com uma câmera Sony digital de bolso e um celular Nokia, fazia fotos de reflexos sobre a água, rios e lagos, as gotas de chuva e as nuvens. Nesse momento construiu o olhar atento para fotografar a água e suas formas, principalmente, a chuva. Desde então rios, nuvens, chuvas, tempestades qualquer fonte e forma da água por onde seus olhos apontavam, seriam registrados em fotografia. E assim foi feito imagens das formas da água em viagens a trabalho pela região Amazônica, Pantanal, Mata Atlântica, Cerrado e Semiárido brasileiro e alguns países por onde passou, sempre com a curiosidade de registrar pessoas, cenários, manifestações culturais e singularidades de cada uma das paisagens. Desde então já participou em diversas exposições, mas sua inquietação de registrar o hoje, para que o amanhã não apague o passado, está cada vez mais latente, daí a necessidade de criar o projeto "De Frente para os Rios", fixando num livro a relação que nós hoje, em início de século, temos com o nosso entorno natural, através de uma narrativa fotográfica que trará a reflexão sobre a valorização dos rios conectados com a forma com que as pessoas se relacionam com estes. O projeto do livre "De Frente para os Rios" percorrerá diferentes realidades para retratar as diversas formas com as quais as pessoas se relacionam com os rios. O fotógrafo pretende percorrer rios dos diferentes biomas da América do Sul: Amazônia, Pantanal, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pampas, Andes e Patagônia, num total de 8 biomas que contarão uma importante história visual desta parte do Continente. As viagens de expedições serão organizadas por região/bioma a ser percorrido, possibilitando a produção dos materiais fotográficos e audiovisuais. Ao final, o projeto culminará na edição de um livro. Nos documentos anexos ao projeto inserimos um PDF com mais informações sobre o projeto, que poderão contribuir para a melhor compreensão do projeto. Relativamente ao enquadramento da presente proposta nos objetivos e finalidades da Lei 8.313/91 (arts. 1° e 3°), cumpre informar os motivos que nos levam a considerar a mesma plenamente enquadrada nos requisitos, da seguinte forma: 1) Na redação do Art. 1°, lê-se: a. "I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" _ O presente projeto visa ampliar o acesso a uma obra que resgata, histórica e visualmente, a relação de pessoas e comunidades com os principais rios e biomas da América do Sul; b. "III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores" _ O projeto cumpre exatamente a premissa de retratar manifestações culturais em comunidades ribeirinhas, bem como difundir a obra artística do fotógrafo Ricardo Abrahão; c. "VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações" - O projeto tem precisamente o enfoque de dar a conhecer as culturas dos outros países da América do Sul, vizinhos de nossas fronteiras e também biomas; d. "VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória" _ Através do livro e conteúdo das mídias sociais, pretendemos contribuir para a difusão dos bens culturais e históricos do Brasil e América do Sul e, desta forma, contribuir para o estímulo da produção local, dado que o projeto pretende ter um alcance e difusão significativos no país inteiro. 2) Já na redação do Art. 3° encontramos o seguinte embasamento para o caráter cultural do projeto: a. "I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil" - O projeto tem prevista toda a estrutura necessária para a realização de pesquisa de campo e viabilizará as expedições para que o fotógrafo e artista possa desenvolver seu trabalho artístico. b. "II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes" _ O projeto pretende exatamente fomentar a edição de obras artísticas; c. "IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos" _ A publicação do livro "De Frente para os Rios" é essencial para ampliar e estimular o conhecimento dos bens culturais existentes às margens desses rios; d. "IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural" - Prevemos a doação de 500 exemplares para bibliotecas públicas de todo o Brasil; e. "V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais" _ Todo o projeto será desenvolvido por pessoas relacionadas com cultura e com elevado histórico de compromisso para com a difusão cultural. Reiteramos que acreditamos que o presente projeto tem um caráter cultural relevante, dado que fomenta a pesquisa, o trabalho autoral de artes visuais, preserva o presente para memória futura e amplia conhecimento, gerando difusão de conteúdos relevantes da cultura tradicional e contemporânea brasileira.
O projeto prevê a execução de um plano de divulgação que passe pelas mídias digitais, através da criação de redes sociais onde será feita a divulgação do projeto, como forma de expandir sua atuação e de engajar o maior número de público possível, além de prever assessoria de imprensa e mídias impressas. Também, dentro da divulgação prevista, as redes sociais servirão para acompanhar todo o processo de expedições, registros in loco, detalhes sobre a visão do fotógrafo e demais informações que permitam o engajamento do público com o projeto. O proponente do atual projeto será remunerado pelas rubricas: “Coordenação Editorial” e “Administração”. Os beneficiários das passagens aéreas, diárias e hospedagens serão o fotógrafo e seu assistente de fotografia.
2.500 exemplares 23x31 cm fechado (23x62 cm aberto) 164 páginas + capas Miolo: couche fosco, 150g, 4x4, com verniz Capa: dura, couche brilho, 170g, Bopp fosco, cores 4x0 Guardas: offset, 180g, 4x0 Acabamentos: cadernos costurados e colados, shrink individual Laudas previstas: 30 Imagens previstas: 200 Ilustrações previstas: 8 (1 para abertura de cada um dos biomas)
PRODUTO PRINCIPAL: Livro Acessibilidade física: o lançamento do livro será realizado em local que preveja todas as condições de acesso a um público com dificuldades motoras. Acessibilidade para deficientes visuais: o livro terá uma edição digital, que será inteiramente gratuita, distribuída através da internet, e que será responsiva a softwares de leitura como o Daisy, que permite a pessoas com dificuldades visuais possam ouvir o livro através de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica PRODUTO SECUNDÁRIO: Responsabilidade Social Acessibilidade física: a oficina será realizada em locais que prevejam todas as condições de acesso a um público com dificuldades motoras. Acessibilidade para deficientes visuais: descrição das imagens a serem apresentadas Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras
PRODUTO PRINCIPAL: O livro será distribuído gratuitamente para escolas e bibliotecas do Brasil, na quantidade de 500 exemplares. Sua comercialização será a feita a preços populares e bem abaixo do preço de referência do Vale Cultura (R$ 50,00/unid.), como forma de democratização e ampliação de público, para 10% dos exemplares e os restantes a um preço unitário de R$ 120,00, bem abaixo do preço de mercado de um livro com estas características. Desta forma será feita a seguinte distribuição: Bibliotecas e escolas públicas – 500 exemplares (distribuição gratuita) Patrocinadores – 250 exemplares (distribuição gratuita) Divulgação – 250 exemplares (distribuição gratuita) TOTAL DISTRIBUIÇÃO GRATUITA: 1.000 exemplares Cota de livros a preço popular: 250 exemplares (10%), a R$ 50,00/unid. Em cumprimento do Art. 21 da IN nº 02/2019 o projeto irá adotar as seguintes medidas de democratização do projeto: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; PRODUTO SECUNDÁRIO: Contrapartidas Sociais O projeto irá promover a realização de uma oficina de até 40h, sobre Fotografia, Olhar e Técnica Fotográfica. Além das contrapartidas acima descritas, o projeto compromete-se a doar a uma instituição privada sem fins lucrativos, que tenha por objetivo trabalhar com cultura, educação e ambiente, os equipamentos adquiridos para a realização do projeto, conforme descrito no documento em anexo ao projeto em “outras informações”. Essa contrapartida adicional corresponde a cerca de 10,85% do valor total do projeto. Além de provir uma instituição de equipamentos que permitam a formação de crianças e jovens, a aquisição desses equipamentos significará uma poupança de mais de R$ 50.000,00 ao projeto, caso este optasse pela locação dos mesmos, entendendo-se, por isso, a boa gestão de recursos públicos com a devida eficiência financeira. Em cumprimento do Art. 21 da IN nº 02/2019 o projeto irá adotar as seguintes medidas de democratização do projeto: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
DINA FARIA | COORDENAÇÃO EDITORIAL -> Coordenação editorial e administração (sócia-administradora da empresa proponente) Editora, produtora cultural, jornalista, radialista e escritora desde sempre manteve o seu vínculo à cultura e à comunicação. Organizou e produziu o “Festival Mundial da Juventude ‘98” e foi mentora e produtora do “Festival da Juventude 2001”, ambos em Portugal. Desde 2012 reside em São Paulo (Brasil) e já coordenou e trabalhou em diferentes projetos editoriais: “No Caminho das Águas”, “Espírito Santo – Dr. Arthur Gerhardt”, “Paixão – O Brasil de Todos os Mundiais”, “História Olímpica”, “Felinos – A Luta pela sobrevivência”, “O Segredo do meu sucesso”, “Brasil de Carne e Osso” e “Inglês da Família”. Além disso também foi a coordenadora de projetos culturais como “Virada da Saúde – São Paulo” (2016), co-fundadora do Espaço de Cultura Bela Vista (2015) e “Minha Casa, Minha Cara, Minha Vida”, para a Prefeitura de São Bernardo do Campo (SP). Em 2017 mudou-se para a Paraíba e, desde então, atua no mercado cultural de João Pessoa, tendo já coordenado diferentes projetos culturais como “Mulherio das Letras 2017”, “Natal na Usina 2018”, “São João de Conde 2019”, entre outros. RICARDO ABRAHÃO | FOTÓGRAFO E AUTOR Fotógrafo mineiro que começou seu trabalho pela fotografia autoral, registrando o seu cotidiano de shows e viagens como músico e nas margens do rio Doce. Biólogo por formação, a partir de 2010 começa a realizar expedições de pesquisa pelos biomas brasileiros registrando em fotografia e vídeo a biodiversidade e paisagem desses ecossistemas. 2011 a 2013 – Expedição individual pelos biomas Amazônia, Pantanal, Mata Atlântica e Cerrado registrando a fauna e a paisagem desses biomas dando origem a Exposição “NATUREZA EM ZOOM” realizada em Uberlândia e São Paulo em 2014. 2014 – Expedição individual pela região central de Minas Gerais, produzindo imagens da biodiversidade e paisagens locais para inserir em estudos de impacto ambiental de uma hidroelétrica; 2014 – Exposição individual “Recicle suas Ideias” no Parque Ecológico da Pampulha em Belo Horizonte durante a Copa do Mundo no Brasil; 2015 – Percorreu toda a região do rio Doce cobrindo o desastre da Samarco, documentando em fotos e vídeos os impactos nas região. 2016, 2017 e 2019 – Percorreu 7 estados e mais de 140 cidade do Brasil como fotógrafo produzindo imagens das atividades do Projeto Douradinho; 2018 e 2019 – Fotografo do Projeto da Terra ao Prato realizado pelo Instituto Pelo Bem do Planeta em Colatina-ES; 2019 – Cobriu o desastre de Brumadinho até a foz do rio Paraopeba produzindo imagens para ONGs brasileiras e internacionais; 2019 – Expedição Rio Doce percorrendo os rios atingidos pelo desastre da Samarco até a foz do rio Doce, o que resultou em relatórios, um mini doc e 11 fotografias expostas na sede da Fundação Renova; 2020 – Expedição independente e individual pelo Semiárido Pernambucano resultando em catálogo de produtos agroecológico para propriedade em Brejo da Madre de Deus e um roteiro agroecológico da região. RODRIGO PADIN | DIREÇÃO DE ARTE Diretor de arte e designer, produziu diferentes trabalhos editoriais: direção de arte, diagramação, tratamento de imagens, produção gráfica e fechamento de arquivos (livro): “Inglês da Família” (British Council), “Em Busca do Presépio Universal” (Museu de Arte Sacra de São Paulo + Metrô São Paulo), “Mosteiro da Luz - 240 Anos” (Museu de Arte Sacra de São Paulo), “O Caminho das Cores” (Abook Editora), “1972-1975 Estudos Cebrap - De Médici a Geisel” (Cebrap), entre outros. Desenvolveu identidade visual, conteúdos para a web, sites e/ou APPs para os seguintes clientes: ClearSale (portal.clearsale.com.br), Gazeta Mercantil Experience Hub (gmehub.com/br/), MR Estúdio Digital (mrestudiodigital.com.br), Studio Novak (studionovak.com.br), Madeireira Caeté (madeireiracaete.com.br) e Casa e Café (casaecafe.com/). MAURÍLIO GARCIA DE ARAÚJO | PRODUTOR GRÁFICO E TRATAMENTO DE IMAGENS Fez graduação em Arte: História, Crítica e Curadoria da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2009). Fez as seguintes formações: consultoria gráfica, fechamento de arquivo e gerenciamento de impressão fine art archival com Bruno Cialone (2002 – 2003); fotografia de grande formato analógica e digital com Miguel Chaves (2002 – 2006); e fotografia e revelação analógica com Aparecido Garcia Barros (1997 – 2001). Especializado em fotografia documental arquivística, consultoria em tecnologia de digitalização de acervos, consultoria organizacional de acervos imagéticos e coordenador de artes visuais. Profissionalmente já desempenhou as seguintes funções: consultor técnico responsável pela implementação do núcleo de fotografia, impressão fine art, montagem, gestão e processamento dos arquivos imagéticos; coordenador do Núcleo de projetos e impressão fine art; gerenciamento e gestão dos processos técnicos e operacionais; acompanhamento e desenvolvimento de produtos; operador de computação gráfica com especialização em tratamento para Banco de Imagem; diretor técnico em computação gráfica, fotógrafo especializado em digitalização de acervos documentais, artísticos, iconográficos e fotográficos, impressão fine art piezography, edição e tratamento profissional de imagem; operador de computação gráfica e laborista analógico e impressor resposável pela revelação cromogênica digital Siena Kodak; laboratorista responsável pela manutenção e revelação de filmes positivos no sistema analógico QLab da Kodak (E-6) e revelação analógica de negativos preto e branco com sistema Ilford; assessor técnico responsável para implantação do centro de digitalização do acervo de iconografia; e assessoria para implantação do centro de digitalização dos acervos de obras, iconográficas: cartografia e fotografia. Trabalhou com as seguintes empresas e artistas: ATELIER ROBERTA GOLDFARB (2018/ 2021 - São Paulo e Lisboa); TODRES GALLERY (2018/ 2020 - São Paulo SP); FINE ART FACTORY (2017/2018 - São Paulo SP); ATELIE MAURA BRESIL (2015/ 2017 - São Paulo SP); MARCOS RIBEIRO ESTUDIO DIGITAL - Getty Image Brasil (2006/ 2009 - São Paulo SP); RCS ARTE DIGITAL (2002/2006/2015 - São Paulo SP); IMAGEM LAB (2000/ 2001 - São Paulo – SP); PROLAB (1999/ 2000 - Campinas – SP). Desenvolveu trabalhos para a FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL – UNESCO: Participação do Fórum Memória do Mundo – RJ; FUNARTE - Centro de Conservação e Preservação Fotográfica – RJ; CINEMATECA BRASILEIRA - São Paulo SP e Fundação Joaquim Nabuco – FUNDAJ - Recife PE. Demais profissionais ainda não foram contratados, pelo que não poderemos, desde já, informá-los.
PROJETO ARQUIVADO.