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O projeto Arte de Incluir prevê a realização de aulas de dança e de teatro, com metodologia preparada especialmente para jovens com síndrome de Down, prevendo ainda uma montagem pedagógica de um espetáculo final com estes alunos.
Serão formadas quatro turmas, sendo duas de dança e duas de teatro. Dança 1 1 turma com 15 alunos Faixa etária: acima de 15 anos Duração das aulas: 4 meses Carga horária: 2 encontros de 1h por semana, totalizando 2h semanais, 8h mensais e 32h de curso no total. Metodologia: Consciência corporal, resistência física e flexibilidade. Esses são alguns dos assuntos que são abordados nas aulas dinâmicas de movimento. O professor prepara as aulas de acordo com o nível da turma e vai criando desafios, exercícios e atividades para movimentar o corpo. A aula normalmente é composta por alongamento, exercícios técnicos e coreografia, onde a cada aula vai sendo construída e passada para o aluno. Dança 2 1 turma com 15 alunos Faixa etária: de 7 a 14 anos Duração das aulas: 4 meses Carga horária: 2 encontros de 1h por semana, totalizando 2h semanais, 8h mensais e 32h de curso no total. Metodologia: Consciência corporal, resistência física e flexibilidade. Esses são alguns dos assuntos que são abordados nas aulas dinâmicas de movimento. O professor prepara as aulas de acordo com o nível da turma e vai criando desafios, exercícios e atividades para movimentar o corpo. A aula normalmente é composta por alongamento, exercícios técnicos e coreografia, onde a cada aula vai sendo construída e passada para o aluno. Teatro 1 1 turma com 15 alunos Faixa etária: acima de 15 anos Duração das aulas: 4 meses Carga horária: 2 encontros de 1h por semana, totalizando 2h semanais, 8h mensais e 32h de curso no total. Metodologia: Nas aulas de teatro o aluno aprende sobre interpretação e improviso com jogos teatrais. De forma lúdica vamos construindo o trabalho em equipe e desenvolvendo a criatividade, transportando o aluno para várias realidades cênicas e realizando exercícios que desenvolvem o corpo, a voz e a interpretação. Teatro 2 1 turma com 10 alunos Faixa etária: de 7 a 14 anos Duração das aulas: 4 meses Carga horária: 2 encontros de 1h por semana, totalizando 2h semanais, 8h mensais e 32h de curso no total. Metodologia: Nas aulas de teatro o aluno aprende sobre interpretação e improviso com jogos teatrais. De forma lúdica vamos construindo o trabalho em equipe e desenvolvendo a criatividade, transportando o aluno para várias realidades cênicas e realizando exercícios que desenvolvem o corpo, a voz e a interpretação. Ensaios No mês que antecede o espetáculo final, serão realizados ensaios semanais, com 2 encontros de 1h por semana. Os grupos serão formados e montados a partir da experiência das turmas acima e da direção artística do espetáculo.
Objetivo Geral Promover a inclusão de pessoas com síndrome de Down por meio da cultura, com aulas de dança e teatro com metodologia específica para este público. Objetivos Específicos Criar quatro turmas de aulas de dança e teatro para 55 alunos no total Produzir e apresentar um espetáculo final para 1800 espectadores Este projeto atende às seguintes finalidades previstas no Artigo 2º do Decreto 10.755/2021: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade.
A cultura é um importante agente de aproximação e construção de identidade de diversos grupos sociais. Isso gera quebra de silenciamento, promoção de protagonismo, elevação da autoestima; e como ganho secundário, abre portas no mercado de trabalho para jovens e adultos. Reconhecer-se como parte do mundo do trabalho fortalece o sentido de cidadania, que no caso de pessoas com síndrome de Down, é fundamental para entrada na vida adulta, para mudança positiva de atitude e para aumento da autonomia. Além disso, a relação com a arte - desde a fruição artística, passando pela arteterapia e pela formação profissionalizante e produção nas linguagens artísticas, desempenha papel fundamental na construção das subjetividades e na manutenção da saúde mental de pessoas que vivem ou não com deficiências físicas e intelectuais. É importante ressaltar que o projeto não envolve apenas a pessoa e a empresa. Tanto a família, a escola, a sociedade e as instituições precisam caminhar juntos na defesa da inclusão efetiva. E o projeto Arte de Incluir integra esse projeto maior de criar espaços seguros e adaptados para convivência compartilhada entre pessoas com e sem Síndrome de Down, de forma inclusiva, na perspectiva metodológica de que todos têm a ensinar e a aprender, de forma horizontal. O artigo 27 da convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência estabelece que todos têm direito a oportunidades iguais de trabalho. Isso norteia a proposta do projeto, que busca garantir que jovens e adultos de diferentes perfis, histórias de vida, contextos sociais, visões de mundo e experiências de corpo, se conheçam, dialoguem, falem, ouçam, aprendam, ensinem e ampliem suas oportunidades de fruição artística, construção de conhecimento e inserção no mercado de trabalho. Ao longo dos meses de convivência, a existência ou não de deficiências vai deixar de ser uma linha de divisão e passar a ser um terreno fértil de possibilidades. O Arte de Incluir é um projeto com foco na integração da sociedade com pessoas com Síndrome de Down, contemplando a diversidade grupos sociais, favorecendo a democracia cultural e o acesso à arte e cultura de forma ampla e irrestrita, promovendo a inclusão social, de acordo com o preconizado no artigo 1º, na lei 8313: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto também encontra-se de acordo com o Artigo 3 da Lei 8.313/91, que prevê que serão alcançados : II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Neste sentido, o projeto tem ainda um forte potencial de formação e valorização profissional dos agentes envolvidos no projeto, a partir da geração de conhecimento, emprego e renda, oferecendo oportunidades de trabalho, fortalecendo o cenário artístico, valorizando os saberes e a mão de obra local. Este aspecto está alinhado ao artigo I da lei 8313: V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e IX - priorizar o produto cultural originário do País.
Contrapartida social:O projeto realizará uma série de palestras de formação "A cultura como ferramenta de inclusão e desenvolvimento de crianças com Down", para 200 professores e alunos da rede pública de ensino de Fortaleza, em locais a serem definidos pela Secretaria de Educação.As palestras serão ministradas por 3 integrantes da diretoria da Associação Fortaleza Down (Alessandra Costa, Maria Shirley Chaves Pereira e Lôana Lopes) e serão embasadas na experiência pessoal e nos projetos já realizados, que ajudam a versar sobre o tema a partir das vivências.Devido ao fim do ano, o momento ideal para realização do evento é em fevereiro ou março de 2024.
A seleção dos alunos se dará por meio da entidade proponente, a Fortaleza Down, que atua justamente com o público de interesse do projeto. As aulas ocorrerão na sede da The Biz, escola de artes cênicas localizada em Fortaleza, com toda a estrutura necessária para o aproveitamento metodológico, didático e de inclusão.
PRODUTO CURSO/OFICINA/AULA Acessibilidade física: o projeto será realizado em locais acessíveis Custo: não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: não se aplica pois a metodologia de ensino é voltada a pessoas com síndrome de Down Custo: não se aplica Acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica pois a metodologia de ensino é voltada a pessoas com síndrome de Down Custo: não se aplica Acessibilidade para deficientes intelectuais: o projeto tem no seu escopo principal a acessibilidade para pessoas com síndrome de Down, logo, entendemos que não se aplicam medidas adicionais. Custo: não se aplica PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: o projeto será realizado em locais acessíveis Custo: não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: será feita audiodescrição no espetáculo Custo: Audiodescrição - R$ 3.000,00 Acessibilidade para deficientes auditivos: será feita tradução em LIBRAS da cerimônia Custo: intérprete de LIBRAS - R$ 200,00 Acessibilidade para deficientes intelectuais: o projeto tem no seu escopo principal a acessibilidade para pessoas com síndrome de Down, logo, entendemos que não se aplicam medidas adicionais. Custo: não se aplica
Atendendo ao disposto no Art. 23 e 24 da IN 01/2022, o projeto promoverá as seguintes medidas: DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Todas as aulas do projeto serão gratuitas. No caso do espetáculo, serão distribuídos gratuitamente 45% dos ingressos, e os demais serão comercializados a preços populares. AMPLIAÇÃO DE ACESSO III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
Coordenação geral (responsável pela entidade proponente) Maria Shirley Alves Pereira - proponente (presidente da associação) Remunerado Currículo resumido: Ocupou a secretaria escolar do Instituto Demócrito Rocha, de 1991 a 2008. Trabalhou em eventos e projetos de forma voluntária ou remunerada, entre eles: Arte de Incluir 1a edição (voluntária), aulão de surf inclusivo (coordenação de produção), I Encontro de Acolhimento a Famílias (coordenação executiva), Palestra Musicada com Dudu do Cavaco e Mano Down (coordenação de produção), além de ter sido secretária e atualmente ser presidente da Associação Fortaleza Down. Função: executará as atividades decisórias do projeto, supervisionando pessoalmente as questões financeiras, administrativas e de recursos humanos do projeto. Produção executiva Enter Projetos Incentivados Remunerado Currículo resumido: Fundada em 2016 e especializada em consultoria e gerenciamento de projetos sociais, culturais e esportivos, a Enter é uma empresa responsável por realizar sonhos através do desenvolvimento de ações viabilizadas por Leis de Incentivo Fiscal, apresentando soluções de forma integrada, dinâmica e eficaz para conclusão das etapas necessárias para a evolução do seu projeto. Alguns dos nossos projetos: - Associação Fortaleza Down - Arte de Incluir (PRONAC 200952) A Associação Fortaleza Down promove e coordena ações que visam defender e garantir os direitos de pessoas portadoras da Síndrome de Down, prevenir abusos e ilegalidades, além de prestar apoio aos seus familiares. Através do projeto incentivado Arte de Incluir, a associação promove atividades voltadas para o âmbito da educação, arte, cultura, esporte e lazer para um público de 5 a 28 anos. - IPOM (Instituto Povo do Mar) O instituto Povo do Mar, nasceu a nove anos na comunidade do Serviluz em Fortaleza, com o objetivo de transformar vidas. O público beneficiado é composto por crianças, adolescentes e jovens entre 5 e 29 anos, que realizam 1280 horas/aula mensais de atividades extracurriculares nas áreas de educação, esporte, cultura e tecnologia diariamente. Também é disponibilizado um cardápio de lanches balanceados para que os beneficiários tenham uma alimentação saudável e de qualidade. - Seminários de Capacitação de projetos Incentivados Realizados nas cidades de Fortaleza-CE e São Luís - MA, os I e II Seminários de Capacitação de Projetos Incentivados Eneva foram desenvolvidos pela Enter e tiveram como programação do evento a oferta gratuita de workshops e palestras ministradas por profissionais da área, que abordaram, desde o conceito e características legais de projetos incentivados, até sua formatação, beneficiando 148 participantes. - Semana de Artes: A Semana de Artes de São Tomé de Paripe, aconteceu em Salvador, Bahia, no ano de 2019. O projeto levou para crianças, jovens e adultos o acesso à cultura através de uma programação gratuita realizada em escolas e espaços públicos da região. Dentre as atividades propostas, foram difundidas ações de apelo ambiental, oficinas culturais voltadas para inclusão social e empreendedorismo, além de apresentações culturais protagonizadas por artistas, grupos e mestres da própria região. - Corrida Vida Longa A Corrida Vida Longa aconteceu na Praia de Iracema e atendeu um público de 1500 pessoas, dentre idosos, jovens e adultos. Este projeto teve como objetivo divulgar o Estatuto do Idoso e conscientizar as pessoas sobre um envelhecimento saudável na perspectiva de uma vida mais longa e feliz. - I e II Encontro Realizados em três escolas públicas e na Casa José de Alencar/UFC, e tendo como principal objetivo incentivar o hábito recorrente da leitura, os I e II Encontros de Práticas Inovadoras para a Formação de Novos Leitores tiveram como público alvo crianças e jovens residentes de bairros com vulnerabilidade social. O projeto promoveu o intercâmbio de experiências inovadoras na área de incentivo à leitura infanto-juvenil, valorizando as práticas didáticas em escolas a partir do desenvolvimento de oficinas e capacitações para alunos e professores, além de realizar um curso de redação voltado para o Enem em sua segunda edição. Direção artística André Gress Remunerado Currículo resumido: Produtor e Diretor Criativo. Já esteve à frente de grandes espetáculos musicais, dirigiu Cerimônias/ Premiações no Brasil e também projetos inéditos na área de entretenimento envolvendo shows e experiências para o grande público. Dentre os espetáculos que dirigiu, destacam-se nomes como: “Avenida Q” (2015/2016), “A Hora da Estrela - O Musical” (2017), “Godspell” (2018), “RENT” (2019). Como Diretor de Fotografia assinou o projeto “Os Últimos Cinco Anos” (2020) produzido pela Touché Entretenimento. Em 2020 e 2021 assinou a direção do projeto DREAMCAST LIVE produzido pela Lab Cultural. Em parceria com Allan Deberton, criou o projeto “Broadway Brasil” que está em sua quinta edição (https://instagram.com/bdwaybrasil). Trabalhou na equipe RIO 2016 na realização das cerimônias de Abertura e Encerramento das Olimpíadas e Paraolimpíadas. Atualmente representa a organização internacional BROADWAY DREAMS FOUNDATION (BDF) no Brasil, está trabalhando como diretor do espetáculo “Patrulha Canina - O Musical (Paw Patrol Live)” e como Diretor executivo de Criação do Parque Bambolim. Gress também é CEO da The Biz Performing Arts, escola temática de teatro musical que trabalha a capacitação de jovens e adultos através da criação de experiências em apresentações de espetáculos licenciados pela Broadway e grandes títulos nacionais ( http://thebiz.com.br).
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.