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PRONAC 221940Apresentou prestação de contasMecenato

“SÃO PAULO CIA DE DANÇA – Movimentos de Memória, Arte e Educação”

ASSOCIACAO PRO-DANCA
Solicitado
R$ 462,0 mil
Aprovado
R$ 461,3 mil
Captado
R$ 227,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

49.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-01-01
Término
2023-09-30
Locais de realização (6)
Araras São PauloBarueri São PauloGarça São PauloJundiaí São PauloSalto São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

"SÃO PAULO CIA DE DANÇA _ Movimentos de Memória, Arte e Educação" tem como metaviabilizar 08 apresentações de dança da São Paulo Companhia de Dança (SPCD) em 05 cidades do Interior do Estado de São Paulo ea produção de 02 documentários de Dança.

Sinopse

SINOPSE - OBRAS DO REPERTÓRIO EXISTENTE DA SPCD PARTITA (2022) Coreografia, Figurino e Iluminação: Stephen Shropshire Música: Partita, Perihelion I, II e III (Allamande; Sarabande e Gigue) de Margaret Anne Schedel, interpretada por: Schedel e Mikylah Myers “Partita”, terceira criação de Stephen Shopshire, para a São Paulo Companhia de Dança, é inspirada na pintura do artista renascentista Pieter Bruegel (1525-1569) “Landscape with the Fall of Icarus” (1555), em diálogo com o poema homônimo escrito, em 1939, por William Carlos Williams (1883-1963). Com um figurino minimalista, o bailarino explora o espaço cênico e reescreve cada letra dos versos do poeta, em diálogo com os gestos dos outros intérpretes. Uma bailarina, ao canto da cena, soletra o texto completo no ar, que ganha ainda mais potência a cada frase dançada. Sob três movimentos contemporâneos da “Partita, Perihelion”, de Margaret Schedel e Mikylah Myers McTeer, instrumentos como flauta e violino ganham nuances eletrônicas. A peça instiga o espectador a perceber as interpretações e sensações do que se vê no próprio corpo. Uma obra “abstrata e desafiadora, com pessoas normais fazendo coisas extraordinárias”, revela o coreógrafo. DI (2022) Coreografia: Miriam Druwe Música: Choros nº 6, de Heitor Villa-Lobos (1887-1959), interpretada ao vivo pela Orquestra do Theatro São Pedro sob regência musical do maestro Claudio Cruz Cenografia e Figurino: Fábio Namatame, inspirado em obras de Di Cavalcanti (1897-1976) cedidas gentilmente por Elisabeth Di Cavalcanti para esta criação Iluminação: Wagner Freire Di Cavalcanti (1897-1976) inspira esta obra baseada na imaginação e no lirismo das telas deste grande nome das artes visuais do país, em diálogo com o Choros nº 6, de Villa-Lobos (1887-1959). Em comum, esses artistas manifestam impressões do Brasil a partir de um pensamento modernista, e Miriam Druwe parte do movimento para apresentar novas propostas para essas imagens no contexto do século XXI. DIVERTISSEMENT DE PAQUITA* (2022) Remontagem: Diego de Paula, a partir da obra de 1847 de Marius Petipa (1818-1910) Música: Édouard Deldevez (1817-1897) e Ludwig Minkus (1826-1917) Cenário: Reproduções de imagens da escadaria do Edifício Histórico do Museu Paulista – Eixo Monumental, de Hélio Nobre e José Rosael, gentilmente cedidas a SPCD pelo Museu Paulista da Universidade de São Paulo Figurino: Tânia Agra Iluminação: Nicolas Marchi *Essa obra também pode ser apresentada nas versões pas de deux e suíte Remontado a partir da obra de 1847 de Marius Petipa (1818-1910). Paquita conta a história de uma jovem órfã criada por ciganos que salva a vida do filho de um general francês, Lucien. Eles se apaixonam, mas precisam enfrentar desafios para viver esse amor. O divertissement assinado por Diego de Paula se concentra na cena final do balé, quando o casal comemora a possibilidade de estar junto (pas de deux) em um baile alegre e enérgico. INSTANTE (2017) Coreografia: Lucas Lima Figurino: Fábio Namatame Música: On the Nature of Daylight, de Max Richter Iluminação: Nicolas Marchi Duração/elenco: 07 minutos com 2 bailarinos Estreia pela SPCD: 2017 | Sesc Jundiaí, Jundiaí/SP – Brasil Instante é uma criação de Lucas Lima para o Ateliê de Coreógrafos Brasileiros e tem como ponto de partida a música de Max Richter, que ganhou novas dinâmicas no movimento dos bailarinos da SPCD. Segundo o coreógrafo, a obra trata de “um instante para se encontrar, e outro para se perder. Um instante para decidir, para seguir, para voltar, para se arrepender”. É uma coreografia que introduz novos impulsos e dinâmicas nos movimentos do balé, dialogando com a contemporaneidade. GRAND PAS DE DEUX DE O Cisne Negro Coreografia: Mario Galizzi, a partir do original de 1895 de Marius Petipa (1818-1910) Música: Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) Iluminação: Guilherme Paterno Figurino: Tânia Agra Este duo marca o encontro do príncipe Siegfried com Odile, o Cisne Negro. Filha do feiticeiro Rothbart, ela deseja encantar o príncipe para que ele quebre sua jura de amor eterno a Odete, o Cisne Branco, durante um baile. Para enganá-lo, Odile sutilmente alterna sensualidade e doçura, e deixa transparecer toda sua maldade. Este é um dos grandes momentos do terceiro ato deste balé, um dos mais conhecidos do mundo. GISELLE – ATO II (2021) Remontagem: Lars Van Cauwenbergh, a partir da obra de 1841 de Jules Perrot (1810-1892) e Jean Coralli (1779-1854) Música: Adolphe Adam (1803-1856) Iluminação: Wagner Freire Figurino: Marilda Fontes Cenografia: Vera Hamburger Assistência de Cenografia: Fernando Passetti Execução de cenografia (boca de cena e túmulo): Jorge e Denis Produções Cenográficas Tratamento de Imagens: MR Estúdio Digital Iconografia: Telão: foto de Cássio Vasconcellos/Bridgeman Images | Pernas: composição com gravuras de Jean Baptiste Debret cedidas pela Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin; de Charles Othon Frederic Jean-Baptiste de Clarac e de Friedrich Philipp von Martius (a partir de Thomas Ender e de Benjamin Mary) – Coleção Martha e Erico Stickel – cedidas pelo Acervo Instituto Moreira Salles Visagismo: Augusto Sargo Professora de Interpretação: Vivien Buckup Duração/elenco: 45 minutos com 18 bailarinos Estreia pela SPCD: 2021 | Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo/SP – Brasil Este marco do balé romântico acompanha o romance entre a aldeã Giselle e Albrecht, um nobre disfarçado de camponês. Após ser traída por ele, a jovem, que tem o coração frágil, morre. No segundo ato, o príncipe, tomado pelo remorso, visita o túmulo de Giselle, mas é atacado pelas Willis. Elas são espíritos de moças mortas antes do casamento devotados a fazer os homens que ali aparecem a dançarem até seu próprio fim. Giselle – agora também uma willi – busca a todo custo proteger seu amado. O tom de despedida domina a cena: Giselle está pronta para perdoar Albrecht e deixá-lo partir em paz UMBÓ (2021) Coreografia: Leilane Teles Músicas: Nzambi Kakala Ye Bikamazu, Muloloki e Para a Poetisa Íntima, de Tiganá Santana, e Mama Kalunga, de Tiganá Santana na voz de Virgínia Rodrigues Iluminação: Gabriele Souza Figurino: Teresa Abreu Assistência de Figurino: Priscilla Bastos Duração/elenco: 20 minutos com 8 bailarinos Estreia pela SPCD: 2021 | Teatro Alfa, São Paulo/SP – Brasil Para conceber Umbó, Leilane Teles se baseia em uma premissa batizada por ela como “a criação do desejo”, que fala sobre o desejo de se tornar quem se quer ser a partir de determinada referência e como isso reverbera no corpo de cada um. Nesse sentido, o ato de ser inspirado também produz inspiração, gerando um ciclo infinito. O cantor e compositor Tiganá Santana, a cantora Virginia Rodrigues e o coreógrafo Matias Santiago são o ponto de partida de Umbó, que convida o público a apreciar e reverenciar as artes e trajetórias dessas personalidades, bem como os bailarinos em cena e todos os artistas envolvidos na concepção da obra. MADRUGADA (2021) Coreografia: Antonio Gomes Música: Valsas de Esquina, de Francisco Mignone (1897-1986), com orquestração de Rubens Ricciardi e gravação da Orquestra do Theatro São Pedro sob a regência do maestro Cláudio Cruz Iluminação: Wagner Freire Figurino: Fábio Namatame Duração/elenco: 37 minutos com 10 bailarinos Estreia pela SPCD: 2021 | Theatro São Pedro, São Paulo/SP – Brasil Inspirado pelas Valsas de Esquina de Francisco Mignone, Antonio Gomes propõe um baile atemporal à luz do luar, onde ingenuidade e nostalgia se encontram com jovialidade e romantismo, captando o clima efêmero e singelo das serenatas, agregando elementos contemporâneos baseados em traços da música popular já presentes nas composições. ROCOCO VARIATIONS (2020) Coreografia, figurino e iluminação: Stephen Shropshire Trilha Sonora: Variations on a Rococo Theme, de Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893) Parceria The Dutch Performing Arts program of the Performing Arts Fund NL e (Holanda) e Associação Pró-Dança/São Paulo Companhia de Dança Duração: 17’50” Elenco: 8 bailarinos Estreia pela SPCD: 2020 | Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo/SP – Brasil Stephen Shropshire faz sua estreia no repertório da São Paulo Companhia de Dança com Rococo Variations, obra conduzida pela música Variations in a Rococo Theme, de Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893). Na criação, ele propõe uma investigação da relação da dança contemporânea com o virtuosismo da dança clássica a partir de um diálogo direto com a música. Rococo Variations é fruto de uma parceria entre a The Dutch Performing Arts program of the Performing Arts Fund NL (Holanda) e a Associação Pró-Dança/São Paulo Companhia de Dança. APARIÇÕES (2020) Coreografia: Ana Catarina Vieira Músicas: Suíte Sinfônica nº 2 Pernambucana (1955) e Ponteado (1955), de César-Guerra Peixe (1914-1993) Iluminação: Wagner Freire Figurinos e adereços: Marco Lima Cenografia: Marco Lima, com imagens de quatro desenhos de Candido Portinari (1903-1962): Pipas (1942); Ilha de Paquetá, Circo e Desfile de Carnaval (1941), usados nas ilustrações do livro Maria Rosa (1942) de Vera Kelsey (Os direitos de reprodução das obras foram gentilmente cedidos por João Candido Portinari) Assistente de cenografia e figurino: Cesar Bento Dramaturgia: Vivien Buckup Execução de figurinos: Judith Lima (macacões), FCR Produções Artísticas (demais figurinos e adereços) Duração/elenco: 20’25’’ com 10 bailarinos Estreia pela SPCD: 2020 | Theatro São Pedro, São Paulo/SP – Brasil Primeira criação da coreógrafa contemporânea Ana Catarina Vieira para a São Paulo Companhia de Dança, Aparições é inspirada nas obras de Candido Portinari, César Guerra-Peixe e nas danças populares do nordeste do Brasil. Os figurinos e os elementos cênicos de Marco Lima ampliam o gesto no espaço. E a luz de Wagner Freire dialoga com os diversos elementos a contribui para a dramaturgia da obra. Aparições – nome que remete ao poema homônimo de Portinari –, traz imagens do Brasil de maneira poética e com muita liberdade criativa. ANTHEM (2019) Coreografia: Goyo Montero Música: Owen Belton Iluminação: Nicolas Fischtel e Goyo Montero Figurino: Goyo Montero e Fábio Namatame Organização: Carlos Iturrioz Mediart Producciones SL (Espanha) Duração/elenco: 25 minutos com 14 bailarinos Estreia pela SPCD: 2019 | Teatro Municipal Castro Mendes, Campinas/SP – Brasil Anthem é a primeira criação do espanhol Goyo Montero para uma companhia brasileira. A obra traz uma reflexão sobre o processo de construção e desconstrução de identidades coletivas. Segundo o coreógrafo: “Há ciclos em que repetimos os mesmos erros, de pensar que estamos separados, que somos diferentes quando, na realidade, todos somos um só grupo, a humanidade; e, quando perdemos essa unidade, os problemas começam. Este é um traço da história humana”. A trilha é do canadense Owen Belton, com quem Goyo já criou mais de nove obras. A inspiração da música vem de canções que se tornam hinos – sejam de nações, pessoas com preferências parecidas ou indivíduos de uma mesma geração. Por isso, o nome escolhido para a obra: Anthem, hino em inglês. Para Montero, “A voz humana se converte em uma canção e esta canção se converte em algo com a qual nos identificamos”. AGORA (2019) Coreografia: Cassi Abranches Música: Sebastian Piracés Iluminação: Gabriel Pederneiras Figurino: Janaina de Castro Duração/elenco: 20 minutos com 12 bailarinos Estreia pela SPCD: 2019 | Teatro Estadual de Araras, Araras/SP – Brasil Agora, terceira criação de Cassi Abranches para a São Paulo Companhia de Dança, explora a palavra tempo em seus possíveis significados: musical com dinâmicas e sonoridades; cronológico com lembranças e expectativas, temperatura com diferentes graus e intensidades. A coreógrafa esculpe os movimentos no corpo de cada bailarino a partir dos ritmos musicais da trilha composta por Sebastian Piracés, que utiliza bateria e elementos de percussão afro-brasileiras, misturados ao rock contemporâneo e canto. ODISSEIA (2018) Coreografia: Joëelle Bouvier Música: trechos de Bachianas Brasileiras, de Heitor Villa Lobos; trechos de Paixão Segundo São Mateus, de Johann Sebastian Bach; Melodia Sentimental, de Villa Lobos (letra de Dora Vasconcellos); poema Pátria Minha, de Vinícius de Moraes; e texto de Irène Jacob Iluminação: Renauld Lagier Figurino: Fábio Namatame Assistentes de coreografia: Emilio Urbina e Rafael Pardillo Duração/elenco: 37 minutos com 14 bailarinos Estreia pela SPCD: 2018 | Teatro Alfa, São Paulo/SP – Brasil Produção Associação Pró-Dança/São Paulo Companhia de Dança e coprodução Chaillot – Théâtre National de la Danse (Paris/França) Odisseia é uma viagem, um reencontro consigo mesmo. Movida pela questão dos migrantes da atualidade, a coreógrafa constrói uma estrutura dramática e poética que aborda temas como mudança, transição, partida e a esperança de uma vida melhor. “Neste momento, somos todos sensíveis a esta questão, que é forte no mundo.”, comenta Joëlle. Bouvier explica que procurou misturar fragmentos das Bachianas Brasileiras com a composição de Bach, Paixão Segundo São Mateus. Ao final, temos na voz de Maria Bethânia a música Melodia Sentimental e o poema Pátria Minha. A obra tem coprodução com Chaillot – Théâtre National de la Danse, na França. MELHOR ÚNICO DIA (2018) Coreografia e iluminação: Henrique Rodovalho Música: Criação original de Pupillo com voz de Céu Figurino: Cássio Brasil Duração/elenco: 21 minutos com 14 bailarinos Estreia pela SPCD: 2018 | Sesc Santos, Santos/SP – Brasil Rodovalho comenta que neste trabalho experimenta movimentos expandidos e continuados a partir da relação dos bailarinos que permanecem todo o tempo em cena. “As referências sobre esta característica vieram de grandes grupos de animais em movimento e como se desenvolvem e se relacionam”, diz o coreógrafo. A obra trata sobre ‘o que tem de acontecer’, neste breve espaço de tempo de existência deste grande grupo, relacionado principalmente a algum tipo de prazer. Por isso, o nome Melhor Único Dia. “Para tentar traduzir, de alguma forma, a curta existência que se expressa através do movimento em grupo”, completa Rodovalho. Esta obra foi eleita como terceiro Melhor Espetáculo pelo Guia da Folha (2018) e como melhor estreia de 2018 pelo Prêmio APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte. NGALI… (2016) Coreografia: Jomar Mesquita, com colaboração de Rodrigo de Castro Música: Por Toda a Minha Vida (Tom Jobim e Vinícius de Moraes, cantada por Cibelle), Melancolia e Uma Canção pra Você (Jaqueta Amarela) (Assucena Assucena, executada por As Bahias e a Cozinha Mineira), Segunda Chance (composta e executada por Johnny Hooker), Volta (Lupicínio Rodrigues, cantada por Adriana Calcanhoto), O Desejo do Desejo do Desejo (Celso Sim e Pepe Mata Machado), Vai Saber (Adriana Calcanhoto cantada por Marisa Monte) Iluminação: Joyce Drummond Figurino: Fernanda Yamamoto Duração/elenco: 27 minutos com 12 bailarinos Estreia pela SPCD: 2016 | Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo/SP – Brasil Ngali… tem como referência a peça teatral La Ronde, de Arthur Schnitzler – escrita em 1897 – a obra retrata diferentes relações amorosas que incluem um terceiro – e traz elementos da dança de salão para retratar as diferentes formas de amar. Ngali é uma palavra de origem aborígine da Austrália Ocidental, cujo significado, sem correspondente em outro idioma, é: “nós dois, incluindo você”. Em oposição a outro pronome da mesma língua – Ngaliju – que quer dizer: “nós dois, excluindo você”. No ano da estreia, em 2016, conquistou o prêmio de Melhor Espetáculo de Dança pelo Guia da Folha de S.Paulo (voto do público) MAMIHLAPINATAPAI (2012) Coreografia: Jomar Mesquita, com colaboração de Rodrigo de Castro Música: Te Amaré Y Después (Marina de La Riva, composição de Silvio Rodrígues); No Se Nada (Rodrigo Leão); Tema Final (Cris Scabello); As Rosas não Falam (Cartola e Grupo Planetangos) Figurino: Cláudia Schapira Iluminação: Joyce Drummond Duração/elenco: 21 minutos com 8 bailarinos Estreia pela SPCD: 2012 | Teatro Geo, São Paulo/SP – Brasil Um olhar compartilhado por duas pessoas, cada uma desejando que a outra tome uma iniciativa para que algo aconteça, porém, nenhuma delas age. Este é significado de Mamihlapinatapai, palavra indígena originária da língua yaghan, de uma tribo da Terra do Fogo. O coreógrafo Jomar Mesquita utiliza elementos desconstruídos da dança de salão para criar a peça, com movimentos que tratam da relação entre homens e mulheres. SÓ TINHA DE SER COM VOCÊ (2020) Coreografia e Iluminação: Henrique Rodovalho Músicas: Faixas do álbum Elis & Tom, com composições de Aloísio de Oliveira (1914-1995), Antonio Carlos Jobim (1927-1994) e Vinicius de Moraes (1913-1980) Figurino: Cássio Brasil Cenografia: Letycia Rossi Assistente de Coreografia: Vivian Navega Duração/elenco: 34 minutos com 12 bailarinos Estreia mundial: 2005 | Teatro Alfa, São Paulo/SP – Brasil Estreia pela SPCD: 2020 | Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo/SP – Brasil A obra Só Tinha de Ser com Você é uma sensível e singular releitura coreográfica do álbum Elis & Tom (1974), clássico da música brasileira. Este grande sucesso do coreógrafo Henrique Rodovalho foi criado originalmente em 2005 para sua companhia, a Quasar Cia de Dança, e, agora, ganha uma versão especial pensada para os bailarinos da São Paulo Companhia de dança. “Esta primeira remontagem de um espetáculo da Quasar Cia de Dança “só tinha que ser” com a SPCD. É um belo encontro do estilo Quasar/Rodovalho de dançar com todo o aprimoramento técnico da São Paulo Companhia de Dança”, comenta Rodovalho. DUO PÁSSARO DE FOGO (2010) Coreografia, palco e figurino: Marco Goecke Música: The Firebird (Berceuse e Final), de Igor Stravinsky (1882-1971) Desenho de luz: Udo Haberland | Implantação para a SPCD: Wagner Freire Dramaturgia: Nadja Kadel Remontagem: Giovanni Di Palma Duração: 7 minutos Estreia mundial: 2010 | Theater aan het Vrijthof , Maastricht/Holanda Estreia pela SPCD: 2017 |Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo/SP – Brasil “Marco Goecke criou este pas de deux para a música de Stravinsky – composta para o balé de Michel Fokine, The Firebird, estreado em 1910 – na ocasião dos 100 anos da obra, durante o Holland Dance Festival (2010). Goecke remodela o que na época estava totalmente de acordo com o caráter dos contos de fada russos originais – a luta de Ivan Tsarevich contra o mágico Koschei para libertar Tsarevna e seus companheiros do cativeiro – desembocando em um encontro entre duas criaturas tímidas. Utiliza dois trechos da música de Stravinsky: o acalanto no qual o mítico pássaro faz todos adormecerem com sua mágica e o trecho final da obra. Seu dueto pode ser interpretado, inclusive, como um encontro entre o pássaro de fogo e o príncipe, duas criaturas de diferentes naturezas: um pássaro que dança e um humano que voa”, fala Nadja Kadel, produtora e dramaturga de Goecke. DESASSOSSEGOS (2022) Coreografia e Iluminação: Henrique Rodovalho Música: Mystery Sonatas, de David Lang (Joy; After Sorrow; After Joy), interpretada pelo violinista Renan Gonçalves Regência: Ricardo Ballestero Figurino: Fábio Namatame, inspirado nos desenhos e esboços de A Cangaceira, de Flávio de Carvalho (1899-1973), cedidos gentilmente pelo Museu de Arte Contemporânea MAC-USP, dirigido por Ana Magalhães Sete bailarinas percorrem a cena movidas por um sopro interno nesta coreografia de Henrique Rodovalho, provocando uma ação e reação que desencadeia os movimentos. A obra celebra o centenário da fundamental ren- ovação artística e social deflagrada pela Semana de Arte Moderna de 1922 a partir da fusão de diferentes lingua- gens artísticas que reinterpretam, à luz do século XXI, o sopro de inovação deixado pelos ventos modernistas. RESPIRO (2020) Coreografia: Cassi Abranches Trilha Sonora: Beto Villares, com participação de Siba, Érico Theobaldo, Fil Pinheiro, Mauricio Badé e Julia Valiengo Iluminação: Gabriel Pederneiras Figurino: Verônica Julian Assistência de Coreografia: Filipe Bruschi Duração/elenco: 15 minutos com 8 bailarinos Estreia pela SPCD: 2020 | Teatro Alfa, São Paulo/SP – Brasil Respiro evoca uma pausa, uma folga ou simplesmente o ato de respirar. Nesta obra, a coreógrafa se inspira nas sensações de perdas e ganhos percebidas pelos bailarinos durante a pandemia e incorpora elementos que partem da plenitude da meditação e explodem em um ápice de bem-estar para suspender o presente de uma realidade, por vezes, asfixiante. IBI – DA NATUREZA AO CAOS (2022) Concepção e Direção Coreográfica: Gal Martins Trilha Sonora Original: Dani Lova (direção musical e criação) com voz e contribuição artística na criação de Thaís Dias Cenografia e Adereços: Caio Marinho Figurino e Visagismo: Gil Oliveira Projeto de Luz: Camila Andrade Nesta criação, Gal Martins dialogará com o momento atual da humanidade diante dos impactos provocados pela pandemia da Covid-19 a partir de uma imersão baseada na prática e investigação coreográfica denominada por ela como Devir Animal, que relaciona o homem à natureza. O espetáculo terá como principal inspiração a crônica de Ailton Krenak O Amanhã não Está à Venda. O povo Krenak luta contra a extinção e essa resiliência é uma lição para nós. “Ela exige decisões difíceis que implicam repensar o modo que vivemos”, afirma a coreógrafa. O LAGO DOS CISNES – II ATO (2017) Coreografia: Mario Galizzi, a partir de Marius Petipa (1818-1910) e Lev Ivanov (1834-1901) Música: Piotr I. Tchaikovsky (1840-1893) Iluminação: Wagner Freire Figurino: Tânia Agra Perucas: Emi Perucas Adereços: Robson Rui Assistente de coreografia: Sabrina Streiff O segundo ato do icônico balé mostra o encontro do príncipe Siegfried e da princesa Odete, na floresta. Da meia noite ao amanhecer, ela é a princesa da noite, uma criatura mágica e delicada, que o príncipe deseja amar e proteger. Durante o dia, a rainha dos cisnes: frágil, amedrontada e, ao mesmo tempo, corajosa e protetora do seu grupo. Essa obra marca a história da arte e encanta todas as gerações pelo seu tema e pela ligação entre a dança e a música. O feiticeiro Rothbart é um nobre e um pássaro. O príncipe que sai para caçar com seus amigos tem a elegância da nobreza. LES SYLPHIDES (CHOPINIANA) (2021) Remontagem: Ana Botafogo, a partir da obra de 1909 de Mikhail Fokine (1880-1942) Música: Frédéric Chopin (1810-1849) Iluminação: André Boll Figurino: Tânia Agra Cenografia: Fábio Namatame Assistência de Remontagem: Duda Braz e Teresa Augusta Visagismo: Augusto Sargo Professora de Interpretação: Vivien Buckup Duração/elenco: 30 minutos com 20 bailarinos Estreia pela SPCD: 2021 | Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo/SP – Brasil Este clássico evoca a era romântica do balé para retratar o encantamento de um poeta sonhador pela dança das sílfides, seres mágicos que habitam as florestas. Sob o luar, elas materializam o ato poético em seus movimentos e desenham o palco com arabescos, resultando em uma obra de grande beleza contemplativa. PAS DE DEUX DE ESMERALDA (2020) Coreografia: Duda Braz, inspirada na obra de Marius Petipa (1818-1910) a partir do original de Jules Perrot (1810-1892) Música: Cesare Pugni (1802-1870) Iluminação: Wagner Freire Figurino: Marilda Fontes Duração: 5 minutos Estreia pela SPCD: 2020 | Teatro Municipal Celina Lourdes Alves Neves, Bauru/SP Esmeralda é um balé inspirado no livro Notre-Dame de Paris (também conhecido como O Corcunda de Notre Dame), escrito em 1831 por Victor Hugo (1802-1885). A obra foi apresentada pela primeira vez em 1844 por Jules Perrot (1810-1892) e, em 1886, Marius Petipa (1818-1910) a revisitou e incluiu novos elementos. Esmeralda conta a história de uma cigana que se apaixona por Phoebus, um oficial da guarda francesa, na Paris do século XV. Entre as dificuldades do casal apaixonado em viver esse amor, estão a noiva do oficial, uma jovem da alta sociedade, e a obsessão pela cigana do homem mais poderoso da Paris. Neste pas de deux, Esmeralda e Phoebus comemoram a liberdade e a possibilidade de viver o amor. GRAND PAS DE DEUX DE CARNAVAL EM VENEZA (2020) Coreografia: Duda Braz, a partir de Carnival de Venise (1859) de Marius Petipa (1818-1910) Música: Cesare Pugni (1802-1870) Iluminação: Nicolas Marchi Figurino: Marilda Fontes Duração: 8’55” Estreia pela SPCD: 2020 | Cemur, Taboão da Serra/SP – Brasil Criada originalmente sob inspiração de temas da peça Carnavale di Venezia (Op. 10), de Niccolò Paganini, essa obra integra o repertório clássico de grandes companhias. O Grand Pas de Deux de Carnaval em Veneza traz para a cena um duo clássico vibrante e virtuoso, que remete aos bailes de máscaras da Europa do século XVII. A MORTE DO CISNE (2019) Coreografia: Lars Van Cauwenbergh, inspirado na obra de Michel Fokine (1880-1942) Músicas: O Cisne, extrato do Carnaval dos Animais (1866) (Camille Saint-Saëns (1835- 1921) Iluminação: Wagner Freire Figurino: Marilda Fontes Duração: 3 minutos Estreia pela SPCD: 2019 | Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo/SP – Brasil O balé criado em 1907 por Fokine para Anna Pavlova é um solo emociante, que dialoga com as sonoridades da harpa e do violoncelo, inspirado no poema de Alfred Tennyson (1809-1892) e nos movimentos dos cisnes em seus últimos instantes de vida. Esse solo é interpretado por grandes estrelas da dança e ganha novos acentos e dinâmicas no corpo de uma bailarina da São Paulo Companhia de Dança. PAS DE DEUX DE CARMEN (2004) Coreografia: Marcia Haydée Música: Georges Bizet (1838-1875) executada por Orquestra Filarmônica de Santiago Iluminação: Nicolas Marchi Figurino: Tânia Agra Duração: 13 minutos Estreia mundial: 20o4 | Teatro Municipal de Santiago, Santiago/Chile Estreia pela SPCD: 2016 | Complexo Cultural Baía dos Vermelhos, Ilhabela/SP – Brasil Esse pas de deux integra o primeiro ato da obra Carmen e revela o momento em que José abandona tudo e todos para se entregar à Carmen. Ela é uma figura sensual e forte, que joga com os sentimentos de José. Ora o seduz e se deixa levar por ele, ora se esquiva, mas o atra GRAND PAS DE DEUX DE O CORSÁRIO (1858) Coreografia e cenografia: São Paulo Companhia de Dança a partir do original de 1858 de Marius Petipa (1818-1910), baseado em O Corsário, de Lord Byron (1788-1824) Músicas: Adolphe Adam (1803-1856) Figurino: Tânia Agra Duração: 10 minutos Estreia mundial:1858 | Teatro Imperial Bolshoi Kamenni, São Petersburgo/Rússia Estreia pela SPCD: 2015 | Auditório Nacional del Sodre, Montevidéu/Uruguai O Grand Pas de Deux de O Corsário, coreografia da SPCD a partir do original de 1858 de Marius Petipa (1818-1910), está presente no segundo ato da obra, e revela a cumplicidade entre Medora e Ali. Essa obra apresenta o virtuosismo técnico dos intérpretes aliado à uma dramaticidade lírica que deixa ver os sentimentos de duas pessoas que partilham uma visão de mundo em busca da liberdade. GRAND PAS DE DEUX DE O QUEBRA-NOZES (1892) Coreografia: a partir do original de 1892 Marius Petipa (1818-1910) e Lev Ivanov (1834-1901) Música: Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893) Iluminação: Wagner Freire Figurinos: Marilda Fontes Estreia mundial: 1892 | Teatro Mariinsky, São Petersburgo/Rússia Estreia pela SPCD: 2012 O Grand Pas de Deux de O Quebra-Nozes é o ponto alto deste balé inspirado no conto O Quebra-Nozes e o Rei dos Ratos (1816), de E.T.A. Hoffmann. Nele, a Fada Açucarada dança com o príncipe Quebra-Nozes no Reino dos Doces. GRAND PAS DE DEUX DE DOM QUIXOTE (1869) Coreografia: Duda Braz, a partir do original de 1869 de Marius Petipa (1818-1910) Música: Leon Minkus (1826-1917) Iluminação: Wagner Freire Figurinos: Tânia Agra Duração: 10 minutos Estreia mundial: 1896 | Imperial Bolshoi Theatre, Moscou/Rússia Estreia pela SPCD: 2012 │ Teatro Unesp, São Paulo/SP – Brasil O Grand Pas de Deux de Dom Quixote é o momento do casamento de Kitri e Basílio, personagens principais dessa obra. Coreografado por Marius Petipa, o balé Dom Quixote é baseado num capítulo da famosa obra de Miguel de Cervantes, que narra as aventuras do barbeiro Basílio e seu amor por Kitri, a filha do taberneiro. =======================================================================================

Objetivos

Em atendimento a Decreto 10.755 de 26.07.2021, o presente projeto se enquadra no artigo 2, Inciso I: valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão e Inciso IV: fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Inciso VIII: impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; A ASSOCIAÇÃO PRÓ-DANÇA, gestora da SPCD, apresenta o projeto "SÃO PAULO CIA DE DANÇA _ Movimentos de Memória, Arte e Educação" , que tem como objetivo democratizar a arte da dança, fomentar novas plateias e difundir a horizontalização do acesso à cultura, por meio de um calendário prévio de médio/longo prazo com o oferecimento de eventos e atividades continuadas à população de forma gratuita, no ano em que celebra seus 15 anos de existência, já sendo reconhecida como uma das mais importantes companhias de dança da América Latina. O projeto propõe e 8 apresentações em 5 cidades do interior do Estado de São Paulo com obras do repertório da Companhia e a realização de 02 documentários de Dança. APRESENTAÇÕES DE ESPETÁCULOS DE DANÇA Circulação de espetáculos da São Paulo Companhia de Dança: As apresentações da SPCD normalmente são constituídas por 2 a 3 obras pré existentes do repertório da Companhia, cuja relação e informações segue adiante. De acordo com o teatro onde as apresentações irão ocorrer as obras do acervo da SÃO PAULO CIA DE DANÇA serão escolhidas, sempre levando em conta: - as especificidades técnicas de cada teatro, para que comporte as obras escolhidas; - o repertório eventualmente apresentado anteriormente em cada cidade; - as características do público, sempre visando a formação de novas plateias para a dança. ======================================================================== DOCUMENTÁRIOS O projeto trata da preservação do Acervo Cultural da Dança - os documentários registram e divulgam a história da dança brasileira com o objetivo de construir um mapa da Dança do País, por meio dos depoimentos dos que fizeram parte da história de tais personalidades. Dois documentários de cada um com 26 minutos que vão contribuir com a preservação da memória imaterial desta arte. Estas produções estarão disponíveis no canal do YouTube da Escola e serão oferecidas para veiculação em Tvs Educativas. Personalidades a serem documentadas: Andreza Randisek e Carlos Demitre. Documentário 1: tema: Trajetórias da dança de Carlos Demitre e como ele conseguiu ser bailarino e professor de dança no brasil e no exterior. Quais foram os caminhos percorridos e seus desafios. Documentário 2: tema: Trajetórias da dança de Andreza Randisek e como ela se tornou uma primeira bailarina. Suas emoções, paixões e desafios para conseguir traçar sua carreira que ocorreu parte no Brasil e parte no exterior. Os documentários serão registrados no suporte DVD; a distribuição - gratuita - dos DVDs será destinada a bibliotecas, universidades, ONGs, escolas, festivais e mostras de documentários. Os documentários também serão disponibilizados gratuitamente, para visualização sob demanda, em ferramentas de streaming da própria Companhia. Seis (06) unidades completas do material serão encaminhadas para o Ministério do Turismo para compor a prestação de contas e outras seis (06) unidades para a CINEMATECA BRASILEIRA, para composição de acervo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS · Realizar 08 apresentações da SÃO PAULO CIA DE DANÇA distribuídas em 5 cidades do interior do Estado de São Paulo. · Produção de 2 documentários audiovisuais sobre dois expoentes da dança.

Justificativa

Para a realização das atividades da ASSOCIAÇÃO PRÓ-DANÇA o incentivo através da Lei Federal de Incentivo à Cultura é fundamental, para podermos buscar recursos junto à iniciativa privada e possibilitar a ampliação das ações que a APD/SPCD já realiza regularmente. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): · II Fomento à produção cultural e artística, mediante: o a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico ou obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; c) realização de apresentações de dança; · IV) Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; ============================================================== Elencamos abaixo alguns dos benefícios que a Lei possibilita: · Ampliar e democratizar o acesso da população do Estado de São Paulo aos espetáculos de dança; · Realizar espetáculos com acessibilidade comunicacional (libras, legendagem e audiodescrição); Sonia, atenção aqui. Só temos libras na planilha. Podemos disponibilizar a audiodescrição de algumas obras que já temos ou que faremos. Mas legendagem nos espetáculos não fazemos. É preciso? Já nos documentários, como falamos, teremos as 3 coisas. · Oferecer ingressos com entrada franca para ampliar o acesso à população; · Aumentar a atenção para a importância da dança na formação cultural do público em geral; · Incentivar a prática da dança;

Estratégia de execução

A remuneração dos bailarinos, diretores, coordenadores está inserida nos gastos anuais da São Paulo Cia de Dança, motivo pelo qual elencamos na planilha do presente projeto somente os custos para a circulação do projeto. Os espetáculos que serão apresentados já foram montados, motivo pelo qual também não estão inseridos na planilha os custos de montagem, figurino, cenário e audiodescrição. ====================================================================

Especificação técnica

ARGUMENTO PARA OS DOCUMENTÁRIOS DOS HOMENAGEADOS: ANDREZA RANDISEK e CARLOS DEMITRE A narrativa do documentário será por referências estéticas e memórias emocionais. O documentário terá imagens captadas, imagens de arquivo e iconografia variada disponível no acervo do próprio artista – cenas de coreografias, aulas, documentos, fotos, artigos de jornal, ou seja, fatos culturais que influenciaram sua atuação. Dirigido a um público amplo e variado, o documentário terá uma linguagem ao mesmo tempo poética, universal e forte. A narrativa será construída com um entrelaçamento do que é histórico (lugares, datas, acontecimentos, objetos, costumes, arquitetura, ciência, tecnologia, etc.) com o que é simbólico (memória, filmes, teatro, músicas, linguagens; o que é artístico e o que é sacralizado). Através da vida e obra dessa renomada figura focaremos os caminhos da dança do Brasil. ESTRATÉGIA(S) DE ABORDAGEM E JUSTIFICATIVA(S) O documentário conteria não apenas a história e a contribuição cultural, mas o contexto da história política e cultural em que os artistas atuaram. Entrevistas com o artista entre outros personagens que dividiram momentos importantes dessa trajetória, que serão definidos com o biagrafado. Os planos procurarão, como numa vídeo-dança, capturar os depoimentos corporais, tanto quanto verbais, valendo-se da aproximação e afastamento da câmera, e da aproximação e desvelamento do ambiente ao redor. Faremos algumas tomadas em planos-seqüência, o tempo da ação correspondendo ao tempo real, e este se contrapondo ao tempo da edição – tempo também da realidade virtual que vivemos. Material visual: encontrar não só no conteúdo das falas, mas também nas casas, nos ambientes de cada entrevistado, uma ‘matéria visual’ para fazer a edição, costurando entrevistas por entre imagens e sons de arquivo que constituam o universo que permeou e norteou a vida e a obra de cada um. Aproveitar ao máximo a possibilidade que a filmagem nos dá através de descrições em planos detalhe dos ambientes onde faremos as entrevistas, tais como as casas dos entrevistados, com suas peculiaridades, móveis, livros, objetos. As etapas de sua biografia representadas não pela ótica das diversas agruras e dificuldades por que passou, mas por suas conquistas e soluções. Imagens dos arquivos dos artistas, que mostram a transformação do entendimento corpo, da sociedade e da arte no nosso país. As diversas cenas de coreografias formarão uma grande dança. Utilizar imagens captadas, imagens de arquivo e iconografia variada – cenas de filmes, peças de teatro, trechos de músicas e de danças pinturas, gravuras, documentos, fotos, livros, artigos de jornal, ou seja, fatos culturais que influenciaram sua formação. O tratamento das imagens deverá ser ousado e livre, o que significa deter-se em detalhes surpreendentes, fazer cortes inusitados, de maneira a tornar o material mais inspirador e instigante. Articulados às imagens, trechos de textos variados, poesia, depoimentos e música comporão a narrativa. Através dessa ‘massa estética’, desenhar e constituir a linguagem visual a ser utilizada no projeto. Uma estrutura documental deverá ser preservada, mas seguindo essa linguagem construída. Trilha sonora: será encomendada uma trilha sonora original que dialogue com as referências artísticas de cada um. Algumas imagens-ícone e uma trilha sonora vigorosa deverão ter papel central como eixos articuladores dos programas. Também deverão compor a vinheta de abertura. Locações: as entrevistas do biografado serão filmadas na casa do biografado a fim de revelar um pouco do seu cotidiano e também em um ambiente neutro a fim de destacar as imagens de cobertura e propiciar o foco de atenção na narrativa do depoente. O ROTEIRO HOMENAGEADOS Por se tratar de um documentário, que leva em consideração a relação dialógica com o biografado e seus contemporâneos, conduziremos a narrativa através das questões abaixo: 01 – Início do interesse pela dança Primeira memória da dança 02 – Quais foram os caminhos da sua formação e quem foram seus mestres; 03 - Relate sua experiência como bailarino (a), professor (a) e/ou examinador(a); Para cada atividade haverá perguntas específicas a fim de revelar momentos marcantes desta etapa da carreira do entrevistado, por exemplo: a) Desafios b) Mestres c) Sensação de pisar no palco pela primeira vez; d) O que é o palco para você? e) A sala de aula é também um palco? f) Como é sua relação com os alunos? g) Com seus mestres? h) Como é ser examinadora? i) Quais são os desafios e os prazeres desta atividade? j) Você viaja o mundo observando artistas da dança, há particularidades relacionada as nacionalidades que você poderia destacar? k) Sua carreira profissional começa nos anos 60, o que mudou para os artistas de lá pra cá? 04 - Quais são os principais pontos que você observa em um bailarino nas diferentes fases da carreira dele? 05 – Como foi sua trajetória na dança nos primeiros anos de carreira, e depois? 06 – Existe diferença em dar aulas para profissionais e amadores? Quais são? 07 - Que conselho você daria para quem quer ser um artista da dança? 08 - Quais são, na sua visão, os pontos importantes para ser um grande artista da dança? 09 - O que representa a dança na sua vida DEPOENTES: 1. Quando você conheceu o biografado 2. Qual a sua relação profissional com ele? 3. Quais são as características dele como profissional / e qual é a personalidade dele? 4. Como você descreveria esta personalidade da dança para quem não o conhece? 5. Perguntas específicas sobre os temas correlatos de cada depoente com o biografado. O trabalho de campo é o momento de descobertas, no qual entraremos em contato direto com os personagens e locações, pois mesmo se tratando de mais um encontro uma vez que a direção é especializada na área artística e tem contato prévio com a história e trajetórias dos biografados, muitos entrevistados acabam revelando bem mais do que pretendiam diante do dispositivo fílmico. Conforme afirma Alexandre Ferreira dos Santos, na tese “Perspectivas para a construção do documentário dialógico, UFRN, 2014: “No documentário a motivação principal é a de fazer um tratamento criativo da realidade, mas nem sempre é possível ter certeza de que o que foi planejado será realizado, e isso ocorre porque a realidade às vezes se revela diferente do real imaginado. Assim, aspectos denotativos e conotativos devem ser combinados ao longo do percurso fílmico, a fim de construir um discurso consistente da realidade. Em relação a essa necessidade, Stuart Hall afirma que “em um discurso de fato emitido, a maioria dos signos combinará seus aspectos denotativos e conotativos” (2003, p. 395). É importante ressaltar que nesse ponto de vista, a distinção sígnica é somente do ponto de vista analítico. A interação é imprescindível para que o encontro do documentarista ocorra de forma dialógica e contribua para que a representação do personagem (o outro) seja feita dentro dos princípios da ética.” PLANO DE DIREÇÃO No olhar da direção os documentários são um local de encontro com os artistas, um espaço concebido com o outro a partir de pontos de vistas múltiplos que se reúnem para revelar uma trajetória de maneira poética. As linguagens verbal, sonora e visual combinadas comunicam e dialogam com o público. E os distintos elementos constitutivos do filme como imagens, narrativa, edição, enquadramento, trilha sonora, etc ... possibilitam a criação de documentários únicos que revelam parte da trajetória destes grandes artistas da dança. Busca-se também uma reflexão sobre os momento histórico no qual a trajetória do biografado se insere. A realização está baseada numa produção simples e ágil. A edição do material será feita digitalmente, preservando a definição de todo o material filmado. A composição do documentário seguirá o ritmo imposto pelo próprio material captado e reunido. A fala, o gestual e o tempo de 26 minutos darão o tom e o andamento da montagem e edição. A estrutura documental será respeitada e um roteiro construído a partir da decupagem das entrevistas realizadas. O texto obtido seguirá sempre a proposta acima explanada, onde teremos imagens e sons entremeados às entrevistas e falas captadas. A estrutura será a de uma grande rede, inter-relacionada a seus diferentes movimentos, tempos, construções e imagens. O trabalho almeja reunir um universo inequivocamente representativo da arte onde estética e ética são uma coisa só. A arte questiona vivamente a sociedade e o seu próprio fazer artístico. Personagens, obras, imagens de arquivo e da cidade se interpenetrarão, para dar consistência a esse discurso visual, verbal e corporal. Os depoimentos serão editados 80% em off. A parte ao vivo será captada também com o foco nos movimentos do corpo de quem testemunha a obra de um tempo. A construção da trilha sonora será fundamental para a sensação de unidade, de complexidade e complementaridade das partes que compõe o todo. O ritmo de cada cena será o propulsor da música, mas essa dará a intensidade e a dramaticidade do todo. Como exposto acima, a narrativa não será linear, e sim por referências estética, memórias emocionais, e valores que ela trouxe consigo e que por aqui se transformaram em contato com nosso imaginário. Propomos pensar a arte como um fenômeno dinâmico no tempo e múltiplo em seu espaço. As respostas às inquietações que permeiam a vida de cada um dos biografados devem ser construídas a partir da percepção de como os cidadãos atuam e se apropriam do ambiente cultural e como organizam suas experiências. As identidades individuais e coletivas serão delineadas na história desses artistas constituindo um todo que deixa ver a realidade do nosso país. Pensar a arte a partir do espaço e de suas relações aparentes e subjetivas nos permite acessá-la para além que está na cena, entendendo-a enquanto um espaço que é constantemente alimentado com doses maciças de atividades - políticas, sociais, econômicas e culturais. Assim, a arte se constitui em um veículo gerador de experiências interativas e de novas formas de sociabilidade. ============================================================ DOCUMENTÁRIO: Especificações técnicas do produto Os documentários de 26 a 40 minutos cada em high-definition com versões para exibição e reaplicação:- 01 versão em DVD (Exibição);- 01 versão em arquivo “quicktime” em high-definition 1080/30P (Exibição). - 1000 unidades de DVDs (500 unidades para cada homenageado) a) 1000 encartes com 40 páginas cada / 10 lâminas com impressão 1x1 (preto) em papel couchê fosco 115g; acabamento: refilados, dobrados e grampeados manuseio (inserir encarte no interior do estojo do DVD). b) 1000 capas de DVD: Formato aberto: 27,5cm x 18cm; 01 lâmina com impressão 1x0 (preto) em papel couchê fosco 115g (5 capas diferentes) manuseio: inserir capa no estojo do DVD, inserir DVD nas caixas luvas. c) 1000 duplicações de DVD (com 26 a 40 minutos cada aprox.) gravação em bolachas estojos individuais de qualidade. Cada um dos documentários contém trilha sonora original, registro de título para exibição pública das obras (CPB – DARF - ANCINE), Libras, tradução e legenda do português para o inglês, closed caption (legendagem descritiva) e quando necessárias autorizações de todas as fotografias, vídeos e imagens e computação gráfica (gerador de caracteres) de todos os documentários. Por se tratar de um documentário optamos por não apresentar um roteiro, tratando a realização do filme como uma pesquisa que se conclui na etapa de edição. Essa pesquisa considera a riqueza dos depoimentos e registros a que se propõe.

Acessibilidade

ESPETÁCULOS DE DANÇA - ACESSIBILIDADE FÍSICA A produção se responsabiliza por locar espaço adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". =================================================================== ESPETÁCULOS DE DANÇA - ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO medidas para deficientes visuais e cognitivos: audiodescrição e legendagem descritiva; o item da planilha orçamentária para audiodescrição: 35 (apenas o operador de multimídia. Os espetáculos que serão apresentados são do acervo da Cia e já possuem a adaptação. o item da planilha orçamentária para legendagem descritiva: não se aplica para espetáculos de dança medidas para deficientes auditivos: intérprete em libras; o item da planilha orçamentária: 32 =================================================================== DOCUMENTÁRIO - ACESSIBILIDADE FÍSICA não se aplica – formato DVD ================================================================== DOCUMENTÁRIO - ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO medidas para deficientes visuais e cognitivos: audiodescrição e legendagem descritiva; o item da planilha orçamentária para audiodescrição: 4 o item da planilha orçamentária para legendagem descritiva: 13 o medidas para deficientes auditivos: intérprete em libras; o item da planilha orçamentária: 12 ================================================================== CONTRAPARTIDA - ACESSIBILIDADE FÍSICA Projeto totalmente gratuito dispensado da CONTRAPARTIDA =================================================================== CONTRAPARTIDA - ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Projeto totalmente gratuito dispensado da CONTRAPARTIDA ===================================================================

Democratização do acesso

Em atendimento a Instrução Normativa SECULT/MTUR nº 1 de 04 de fevereiro de 2022, artigo 23, inciso I, alínea a: - APRESENTAÇÕES DE DANÇA - DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE INGRESSOS; No intuito de contribuir com a democratização do acesso a bens culturais a diretora Inês Bogéa, ministrará palestras de até 40 minutos antes dos espetáculos. Acompanhada de um bailarino, o conteúdo versa sobre a arte da dança em geral, história e informações sobre o coreógrafo e a coreografia, dramaturgia além de curiosidades e detalhes da montagem com o intuito de aproximar o público do universo de que trata o espetáculo, contribuindo desta forma para a melhor fruição do programa da noite por parte do público. - DVDs - DISTRIBUIÇÃO GRATUITA ================================================================= A São Paulo Companhia de Dança tem como missão, dentre outras, a proposta de democratizar o acesso a esta arte. Temos ciência da obrigatoriedade da comprovação através de fotos, registros videográficos e/ou declarações dos beneficiários - em papel timbrado, datada e assinada por responsável. ===================================================================

Ficha técnica

A ASSOCIAÇÃO PRO DANÇA EMITIRÁ NOTA FISCAL DE PRODUÇÃO EXECUTIVA, GESTÃO FINANCEIRA E CAPTAÇÃO DE RECURSOS ================================================================= Direção Artística | Inês Bogéa Diretor de Produção | Luca Baldovino Produtor Executivo | Antônio Magnoler Junior Gestão Financeira | Associação Pró-Dança Homenageado 1: Andreza Randisek Homenageado 2: Carlos Demitre ======================================================================= ASSOCIAÇÃO PRÓ-DANÇA A Associação Pró-Dança (APD) foi criada em junho de 2009, tendo sido qualificada como organização social da cultura em 30 de outubro de 2009, conforme ato publicado no Diário Oficial nº. 204, de 31 de outubro de 2009, p. 01., para apoiar, incentivar, assistir, desenvolver, preservar e promover a cultura, a arte, a educação e a assistência social. Sua visão traduz-se na difusão da arte da dança, enriquecendo a vida cultural da comunidade e criando um sentido de pertencimento àqueles que dela se aproximam. Em dezembro de 2009 assinou seu primeiro Contrato de Gestão (nº 38/2009) com o Governo do Estado de São Paulo para a gestão da São Paulo Companhia de Dança. Em dezembro de 2014 venceu, pela segunda vez, a concorrência para a gestão desse corpo artístico e assinou o Contrato de Gestão (nº 01/2014). Desde dezembro de 2019, deu início a novo Contrato de Gestão (nº 01/2019) com vigência até 2024 para gestão da São Paulo Companhia de Dança. E em 30 de dezembro do 2021, assinou um novo contrato para a gestão da São Paulo Escola de Dança, criada em 2021, por meio do Decreto Estadual nº 66.412 de 29 de dezembro de 2021. A missão da Associação Pró-Dança incentiva e valoriza as experimentações e a busca pelo primoroso. Seu direcionamento estratégico abrange ações de aprimoramento contínuo alinhadas com seus objetivos, para promover a sinergia entre os recursos disponíveis – humanos, materiais, tecnológicos e financeiros e permite criar pontes entre as diferentes formas de expressão. Suas atividades visam um espírito democrático, traduzindo linguagens para torná-las mais disponíveis e assimiláveis, pois a instituição acredita no poder da abrangência, não da exclusividade. A Pró-Dança teve como diretoras Iracity Cardoso e Inês Bogéa (de junho de 2009 a abril de 2012); Inês Bogéa (de 2012 a março de 2022) e, atualmente, tem Direção Artística e Educacional de Inês Bogéa. ======================================================================= INÊS BOGÉA É Diretora Artística e Educacional da São Paulo Companhia de Dança e da São Paulo Escola de Dança. Doutora em Artes (Unicamp, 2007) com MBA em Gestão Estratégica de Pessoas: Desenvolvimento Humano de Gestores pela Fundação Getúlio Vargas (FGV, 2022). É professora nos cursos de especialização Arte na Educação: Teoria e Prática da Universidade de São Paulo (USP) e Pós-Graduação em Linguagem e Poética da Dança: Documentário, Memória e Dança da Universidade Regional de Blumenau (FURB) em parceria com a Fundação Fritz Muller (FFM), além de documentarista e escritora. De 1989 a 2001, foi bailarina do Grupo Corpo (Belo Horizonte). Foi crítica de dança da Folha de S. Paulo de 2001 a 2007 e integrou o júri técnico/crítico do quadro Dança dos Famosos do programa Domingão do Faustão/TV Globo de 2016 a 2021. Autora dos livros infantis: O livro da dança; Contos do balé e Outros Contos do balé. Organizadora dos livros Oito ou Nove Ensaios sobre o Grupo Corpo; Passado-Futuro – Textos e fotos sobre a São Paulo Companhia de dança, entre outros. Na área de arte-educação, foi consultora da Escola de Teatro e Dança Fafi (2003-2004) e consultora do Programa Fábricas de Cultura da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (2007-2008). É autora de mais de setenta documentários sobre dança, entre eles Renée Gumiel, A Vida na Pele (2005), Maria Duschenes – o espaço do movimento (2006), e da série Figuras da Dança da SPCD. É autora dos textos do programa “Por Dentro da Dança” com a São Paulo Companhia de Dança, veiculados entre 2019 e 2021 na Rádio CBN. ======================================================================= LUCA BALDOVINO Iniciou seus trabalhos na área cultural como bailarino, em 1981, e atuou em companhias como Cisne Negro (São Paulo), Balé do Teatro Guaíra (Curitiba) e na montagem brasileira do musical “A Chorus Line”. Em teatro atuou nos grupos: Boi Voador - surgido dentro do Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho, na CER - Companhia Estável de Repertório, de Antonio Fagundes, nos espetáculos “Cyrano de Bergerac”, com direção de Flávio Rangel, “Nostradamus”, com direção de Antônio Abujamra, “Fragmentos de um Discurso Amoroso”, com direção de Ulysses Cruz; e na companhia italiana Piccolo Teatro di Milano, no espetáculo “Il Conte di Carmagnola”, em Milão, Itália. Dirigiu e produziu os espetáculos “Jogo de Cena”, com Stênio Garcia e “Mistero Buffo” de Dario Fo, com Luiz Furlanetto. Como cenógrafo, recebeu o Prêmio APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte - pela cenografia do espetáculo “Pantaleão e as Visitadoras”, de Vargas Llosa, com direção de Ulysses Cruz. Realizou trabalhos de produção e direção técnica para diversas companhias estrangeiras em festivais brasileiros entre elas, o Ballet da Ópera de Lyon, La Fura dels Baus, Ópera de Pequim, Dance Theatre of Harlem, Teatro Maly de São Petersburgo, e outras. Foi diretor do Teatro Mars (SP) entre 1991 e 1995, além de produtor de companhias de dança como a francesa À Fleur de Peau e a brasileira Núcleo Omstrab. Em 2008 – 2022 - passou a integrar a equipe da São Paulo Companhia de Dança como Coordenador de Produção, e desde 2009 é Superintendente de Produção, onde foi e é o responsável pela produção de mais de 80 coreografias de artistas nacionais e estrangeiros e por mais de 1000 espetáculos na cidade e estado de São Paulo, no Brasil e em turnês internacionais na Europa, Ásia, América do Norte e do Sul. ======================================================================= ANTONIO MAGNOLER JUNIOR É Gerente de Produção da São Paulo Companhia de Dança. Trabalhou no projeto do Governo francês Cargo 92 junto com a Prefeitura do Município de São Paulo com os seguintes espetáculos: Triton - Compañía Philippe Decouflé, A Verdadeira História da França - grupo Royal de Luxe, King of Bongo - grupo Mano Negra e Derives - Companhia Philippe Genty. Entre seus outros projetos destacam-se a pré-produção do Ballet da Opera de Lyon no Brasil em 1993, Les Grands Ballets Canadiens (turnê brasileira 1997), Companhia de Ballet de Nova York (1998), Eva La Hierbabuena e Carmen Linares - Teatro Municipal de Sao Paulo - 1999), Ópera de Pequim (Teatro Alfa - 2000), e outros. Em Santiago, Chile, assinou a direção técnica dos grupos internacionais no Festival Internacional Santiago a Mil - Festival de Teatro, Música e Dança (2006), além da apresentação da companhia de Pina Baush (2007) e o projeto de residência coreografia da artista (2009). ======================================================================= Homenageado 1: Andreza Randisek Andreza Randisek, que começou seus estudos com Aracy de Almeida na E.A.B. Formada pela Escola Municipal de Bailados com mérito artístico e pela Royal Academy of Dance. Ganhou importantes prêmios nos mais prestigiados festivais do Brasil e exterior. Tem o título de “Etoile Promodança”, troféu revelação de Joinville e seu nome está na calçada da fama. Recebeu em duas ocasiões o prêmio de melhor bailarina dos críticos de S.P. Integrou a Cia Fernando Bujones Brasil e trabalhou como 1ª solista por um ano no Ballet Clássico e Moderno Municipal de Asunción. Integrou-se ao Ballet de Santiago em 1997, promovida a solista em 2001 e em 2003 é ascendida a 1ª Bailarina por Márcia Haydeé. Recebeu importantes prêmios no país entre eles, dois Apes e um Altazor. Em 2013 a grande diva da dança Márcia Haydeé lhe otorga o título honorífico de Primera Bailarina Estrela. Trabalhou com grandes nomes da dança internacional e dançou todos os grandes clássicos de repertórios sempre destacando-se pela sua versatilidade e qualidade interpretativa. Atualmente é maestra, ensaiadora e Coaching, passando todos seu conhecimento às novas gerações. ====================================================================== Homenageado 2: Carlos Demitre Carlos Dimitri é um bailarino brasileiro, nascido no Rio de Janeiro. Estudou na Alvin Ailey Dance School, em Nova York, com passagens pelo Harlem Dance Theatre e pela Joffrey Ballet School, ambas em NY. Em 1974 recebeu o prêmio de “melhor bailarino ano”, pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Fez carreira no Balé da Cidade de São Paulo. Dançou em Genebra, Kassel, Wiesbaden, Mainz e Ulm. Atualmente trabalha na Alemanha, como professor e coreógrafo, além de criar para musicais, cinema e televisão. ======================================================================

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.