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O presente projeto tem como objetivo a realização de um festival commostra de dança competitiva e oficinas de dança intitulado "DANÇA CARAJÁS - FESTIVAL".
Classificação indicativa etária: livre.
OBJETIVO GERAL - Democratizar o acesso à cultura; - Fomentar a produção artística e cultural; - Promover a interação social por meio da arte; - Valorizar a arte produzida em território nacional; O projeto esta alinhado com os incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; OBJETIVO ESPECÍFICO Produto: Festival/Mostra e Espetáculo de Artes Cênicas - Realizar o festival "DANÇA CARAJÁS - FESTIVAL", com duração de 4 dias, que contará com 1 mostra competitiva. Estima-se um público de 1.500 pessoas. Produto: Oficinas - Realizar, no festival, 9 oficinas, sendo: 2 de Balé Clássico, 2 de Jazz Dance, 2 de Dança Contemporânea, 1 de Dança na Escola, 1 Danças Urbanas e 1 de Dança Inclusiva PCD, com 04 horas de duração (cada). Estima-se 50 pessoas por oficina, totalizando 450 pessoas.
Parauapebas é uma cidade conhecida como Cidade no Minério de 1981 a 2004, a população de Parauapebas cresceu mais de 10 vezes, chegando ao número de 110 mil habitantes, com estimativa em 2021 pelo IBGE de 218.787 habitantes, localizada no sudeste do estado do Pará. São muitas as causas que fazem de Parauapebas este polo de atração populacional: a exploração mineral de ferro, ouro, manganês e cobre; o processo de colonização e reforma agrária; e a baixa qualidade de vida das regiões vizinhas. Em maio de 2021, Parauapebas completou 33 anos. Uma cidade jovem que durante todos estes anos teve um grande e importante desenvolvimento, tornando-se um dos municípios mais importantes da Amazônia. Atualmente, a cidade é composta por pessoas vindas de diferentes partes do Brasil, como maranhenses, goianos, tocantinenses, mineiros, gaúchos, paulistas, capixabas etc., que migraram para a região em busca de trabalho e de uma vida melhor. Assim é Parauapebas: um lugar hospitaleiro, tranquilo, otimista e alegre que a cada dia confirma a certeza de que o progresso da região passa por aqui. E foi escolhida para ser o local sede do Dança Carajás - Festival. As ações do poder público local são inexistentes, seja na vontade de realizar esse tipo de proposta ou na destinação de recursos para que a sociedade civil possa organizar tais ações. Desta forma buscar recursos através da Lei de Incentivo Federal se torna a única e principal fonte de captação. Mas mesmo com um cenário desolador e contrário, acreditamos que um evento como esse serve como um momento de promoção cultural, desenvolvimento social e incremento econômico, pois além da geração de empregos e renda para os trabalhadores da cultura, promove a participação de estudantes, profissionais, fãs e adeptos em um evento artístico-cultural de nível e a circulação da produção da dança de todo estado do Pará, como de outras regiões do país, trazendo aprendizagem, desenvolvimento e consciência do movimento e da arte da dança em geral. Somando-se a isso, acreditamos que um Festival como esse, ao entrar no calendário cultural local, poderá promover o desenvolvimento local, principalmente pela atração de participantes e turistas. A chegada de pessoas para participarem desse evento movimentará a rede hoteleira da cidade e o setor de serviços e vendas, conforme mostram algumas experiências bem sucedidas em outras localidades de nosso país. O projeto cumpre com as seguintes finalidades previstas no art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3º da mesma Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Beneficiários das passagens aéreas: - Trecho São Paulo/SP - Parauapebas/PA (ida e volta): quatro jurados, uma oficineira e um técnico de áudio comentado. - Trecho Curitiba/PR - Parauapebas/PA (ida e volta): um jurado. - Trecho Belém/PA - Parauapebas/PA (ida e volta): um fotógrafo.
Produto: Festival/Mostra e Espetáculo de Artes Cênicas - O festival terá a duração de 4 dias, com mostra competitiva e oficinas de dança. Produto: Oficina - Oficinas: Balé Clássico; Dança Contemporânea; Jazz Dance, Dança Inclusiva, Dança na Escola e Dança Inclusiva PCD. O plano pedagógico das oficinas está em anexo.
Produto: Festival/Mostra e Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: O local de realização do festival será adequado a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Item na planilha: Não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: No festival, haverá monitores capacitados para receber e guiar pessoas com deficiência visual. Item na planilha: Monitores. Acessibilidade para deficientes auditivos: No festival, haverá a presença de um intérprete de libras, para tradução simultânea das atividades e conteúdos. Item na planilha: Intérprete de libras. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: No festival, haverá monitoria especializada. Item na planilha: Monitores. Produto: Oficina Acessibilidade física: O local de realização das oficinas será adequado a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Item na planilha: Não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: Nas oficinas, haverá monitores capacitados para receber e guiar pessoas com deficiência visual. Item na planilha: Monitores. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas oficinas, haverá a presença de um intérprete de libras, para tradução simultânea das atividades e conteúdos. Item na planilha: Intérprete de libras. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Nas oficinas, haverá monitoria especializada. Item na planilha: Monitores.
Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso II do artigo 24 da IN no 01/2022, a saber: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube.
Jarbas Alves de Carvalho e Silva - Coordenador Geral e Proponente Graduado em Gestão de Recursos Humanos pela UNOPAR e MBA em Marketing Digital pela Faculdade Pitágoras, possui a sua base artística em ballet clássico, dança moderna, dança contemporânea, jazz, dança de salão e percussão do movimento. Atuou como bailarino no Ballet Municipal de Tucuruí-PA, Ballet Municipal de Parauapebas-PA, Grupo de Dança Frutos da Terra, Cia de Danças Fênix da Amazônia, entre outras. Ampliou suas técnicas e conhecimentos participando de workshops em festivais renomados como no Encontro Internacional de Danças do Pará (EIDAP) participando das oficinas de Jazz Musical com o Professor Ronal Berry (Coreógrafo da Rede Globo de Produções) e Percussão do Movimento com o professor Steven Harpen, Festival Internacional de Danças da Amazônia (FIDA) participando das oficinas de Ballet Clássico com uma dos principais nome da dança clássica do Brasil Toshie Kobayashi e Dança de Salão com o Carlinhos de Jesus. Em 2009, fundou em Parauapebas-PA sua Cia de Danças “Ballet Jarbas Alves”, paralelamente desenvolveu trabalhos coreográficos ganhando grande destaque no festival de Danças de Parauapebas, sendo premiado como Melhor bailarino, Melhor Coreógrafo e Melhor Cia de Dança do Festival. Possui um grande conhecimento em dançasjuninas na qual fazia parte do elenco do Grupo Junino Estrela de São João. CEO da Agência de Marketing Cultural (Pensou? Criamos!), tendo em seu portfólio a direção de Marketing e Produção Cultural do Parauapebas em Dança Festival. Em 2020, idealizou o festival de Dança Bienal de Dança do Pará, tendo sua primeira edição no formato virtual, devido às restrições da pandemia do COVID-19. No presente projeto, o proponente será responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira, recebendo pela rubrica de Coordenação Geral. Erika de Carvalho Gonzaga - Diretora Administrativo Pesquisadora, educadora, gestora pública e artista da dança e do teatro. Mestranda no Mestrado profissional em artes da cena: turma especial / Laboratório em Artes e Mediação Cultural da Escola Superior de Artes Célia Helena (ESCH) em parceria com o Itaú Cultural, sou ainda Bacharel em Dança pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de técnica em interpretação para cinema teatro e TV pela Faculdade da Cidade (RJ), bacharel em Adm. Pública pela Universidade Federal do Pará (PA) e especialista em Artes pelas Faculdades Integradas Jacarepaguá (RJ) , Produção Cultural pelo SENAC (SP), pós graduada em Adm. Publica pela Universidade Federal do Pará (PA) em Ciência da Educação Especial pela CBI (MIA/USA) em parceria com o Centro Universitário Celso Lisboa. Pesquisadora na área de cultura popular e da dança inclusiva. Realiza pesquisa in loco através do Grupo de Dança Inclusiva Dádiva, cia que existe desde 2018 e possui 12 bailarinos com deficiências diversas. Produtora Cultural responsável pela parte de projetos da Secretaria de Cultura de Parauapebas e proprietária da Arte Vida escola de dança e teatro que existe desde 2010. Participou da XX Bienal do Rio de Janeiro em 2021 onde lançei a coleção Pluralidade composta pelos livros infantis: “De que cor eu sou?”, “Por que eles têm e eu não?” e “Minha Família é Diferente da sua. E agora?“. Ocupa a cadeira de número 21 da Academia Parauapebense de Letras e tenho como patronesse a escritora Carolina Maria de Jesus. Atualmente pesquisa as questões raciais no Brasil e no Mundo e prepara um curso de Educacao e atitude Antiracista para jovens e adultos. - Diretor Administrativo Erika de Carvalho Gonzaga - Assistente de Produção Formada em Geologia pela Universidade de Brasília. Trabalha com Produção Cultural desde 2006, atuando em diversos cargos da cadeia cultural; sua primeira experiência foi como assistente de produção de projetos como Funfarra, Puro Ritmo, Makossa, entre outros, auxiliando na logística de eventos. Produtora do maior Festival de escalada feminino do Brasil, o Cocalcinhas, que acontece próximo à Pirenópolis, um festival que une música, oficinas de circo e escalada. Já participou de cursos de gestão de projetos culturais e prestação de contas de projetos incentivados. Em 2017, tornou-se sócia da empresa 'Arte em Curso LTDA' e desde então trabalha com realização de projetos culturais através de Leis de incentivo, atuando desde a elaboração do projeto, até a execução e prestação de contas.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.