| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 4,00 mi |
| 33931478000194 | SALOBO METAIS S/A | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
Realizar a itinerância de exposição temática em espaços museais de quatro cidades da Região Norte do Brasil.
Não se aplica.
Objetivo geral De caráter artístico-cultural, a mostra destina-se a recuperar rastros milenares, seculares, atuais, e os futuros que podem ser projetados para a Floresta Amazônica, a maior floresta tropical do mundo, visando o desenvolvimento sustentável. Sobre o atendimento ao Artigo 2º do Decreto 10.755/2021:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; Objetivos específicos Realizar a itinerância de mostra em quatro cidades da região norte do país: Belém, São Luis, Canãa dos Carajás e Paraupebas, ocupando uma área expositiva de 350m², com duração de 03 meses em cada praça.
Presente em oito países e um território, ocupando quase metade do Brasil, a Amazônia abriga atualmente mais de 30 milhões de pessoas, milhares de espécies de plantas e é uma das regiões mais biodiversas do globo. A exposição traz uma perspectiva atualizada sobre o bioma amazônico, que é gigantesco, abrange diversos países e, além de ter enorme biodiversidade, também é diverso socialmente. Nós pretendemos mostrar os desafios atuais da Amazônia, os diferentes cenários que se configuram a partir do modelo de desenvolvimento socioeconômico atual e a proposta de um novo modelo que seja baseado na ciência, nos saberes tradicionais e no compromisso com a floresta em pé. O visitante poderá se sentir parte da floresta a partir da ambientação, que trará atividades interativas, elementos que revelam a diversidade da Amazônia e a atmosfera sonora da região. Conduzida por uma narrativa temporal, a mostra se conecta às vivências de milênios, séculos e décadas que coabitam a Amazônia hoje, além de destacar as perspectivas de futuro. As seções abordam temas como fauna, flora, povos e cultura, oferecendo informações acerca do cotidiano das populações locais, das tradições perpetuadas e das múltiplas linguagens utilizadas. Ao tratar destas questões, a mostra pretende estimular o público a refletir sobre as maneiras de engajar um modelo de desenvolvimento que conserve a floresta em pé, principalmente pela união entre a ciência e os saberes tradicionais. A mostra foi apresentada inicialmente na cidade do Rio de Janeiro, concebida pelo Museu do Amanhã. O projeto de itinerância da exposição Fruturos pela região norte pretende ampliar uma abordagem que privilegie agentes enunciadores oriundos da região, a partir da produção criativa e do envolvimento com a comunidade do local. Desta forma, contribui para a descentralização das expressões artísticas, tão necessária no Brasil, uma vez que a apresentações de exposições, especialmente as que envolvem tecnologia, continua concentrado nos grandes centros urbanos da região sudeste. A solicitação de apoio ao projeto junto à Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Viagens para cada cidade: Pré produção Visita técnica equipe arquitetura (1 pessoa), curadoria (1 pessoa) e produção (2 pessoas) Produção: Arquitetura (1 pessoa), curadoria (1 pessoa) e produção (2 pessoas) Equipe de formação programa educativo (2 pessoas) Equipe técnica de montagem (6 pessoas) Pós produção Equipe de produção (2 pessoas) EM RESPOSTA À DILIGÊNCIA ENCAMINHADA PELA COORDENAÇÃO DE ADMISSIBILIDADE: Sobre o item Construção obra de arte: a rubrica 'construção de obra de arte' é destinada ao custeio de uma instalação artística inédita, em cada itinerância, elaborada e produzida para estabelecer um diálogo entre artistas locais e os conteúdos da exposição Fruturos. Projeto curatorial: anexado nos documentos da proposta (Informações adicionais). Sobre direito autoral: O projeto é a itinerância de exposição já apresentada no Rio de Janeiro, a liberação para uso de conteúdos (direitos autorais referentes a textos e imagens) já foi adquirida na ocasião, se estendendo a novas apresentações da mostra em outras praças. Portanto, não há previsão da despesa no projeto em tela. Destinação do bem após a finalização do projeto: Os bens gerados pelo projeto serão doados à entidades sem fins lucrativos de natureza cultural de cada localidade atendida pelo projeto.
A mostra será apresentada na Casa das Onze Janelas, Belém/PA, no CCVM, São Luís/MA, no Centro Cultural de Parauapebas/PA e na Casa da Cultura de Canaã dos Carajás/PA. Funcionamento: Casa das Onze Janelas, Belém – de terça à domingo, de 9 as 17h Casa da Cultura de Canaã dos Carajás, de terça a sábado, das 8h às 19h. Centro Cultural de Parauapebas, de terça a domingo, das 10h às 19h CCVM, São Luis terça-feira a sábado, das 10h às 19h Cada exposição terá uma duração de 03 meses. É composta de 07 módulos, ocupando uma área expositiva de aproximadamente 350 m², com os seguintes elementos expositivos ocupando cada um dos módulos. Os módulos apresentam diferentes tempos da Amazônia, desde o passado milenar, passando pelo passado recente, o tempo presente e o futuro, que são ligados pelo desenvolvimento sustentável, pela ideia da convivência entre a fauna, a flora e a humanidade, diferentes, porém interligados. (1) Abertura: tempos amazônicosOs módulos apresentam diferentes tempos da Amazônia, desde o passado milenar, passando pelo passado recente, o tempo presente e o futuro, que são ligados pelo desenvolvimento sustentável, pela ideia da convivência entre a fauna, a flora e a humanidade, diferentes, porém interligados. O intuito para o início da exposição é passar a sensação de mergulhar dentro desse lago, ou rio, e poder escutar as espécies aquáticas que vivem dentro dos rios amazônicos.Painel de aberturaVídeo de abertura Elementos cenográficos: flora e fauna Mapa da Amazônia Vitrine cocoloba (2) Amazônia milenarA área “Amazônia Milenar” ressalta a importância da diversidade de povos, línguas e culturas da maior floresta tropical do planeta, constituída também por essas populações ao longo de milhares de anos. Instrumentos musicais – instalação sonoraInstalação de cestuário e objetosInstalação dos troncos linguísticos indígenas (3) Amazônia secular. Conheça os povos tradicionais não indígenas que se estabeleceram na região amazônica há séculos. Hoje, os ribeirinhos, quilombolas, extrativistas, seringueiros e pescadores, entre outros, detêm conhecimentos que são de extrema importância para a conservação da floresta.Projeções sobre os povos ribeirinhosInstalação sumaúma (4) Amazônia aceleradaEsta área da exposição nos convida à reflexão sobre a necessidade de desacelerar a degradação e acelerar a demarcação de terras indígenas e novas reservas ambientais. É tempo de regenerar a Amazônia. Momento de unir forças políticas e da sociedade civil pela conservação da floresta, investir em educação e melhorar a qualidade de vida dos amazônidas.Instalação Rio Amazônia e afluentesInstalação pula pula de vitória régia (5) Amazônias possíveisNão há como se imaginar o futuro da América do Sul sem pensar no futuro da Amazônia. Conservar o bioma amazônico significa proteger os seus recursos naturais e usá-los de forma sustentável, garantindo a plena existência da floresta para as futuras gerações. Mas isso só é possível com o envolvimento de representantes das mais de 30 milhões de pessoas que vivem na região. Compreender e escutar quem vive nas cidades, comunidades indígenas, quilombos, reservas extrativistas ou em palafitas à beira de rios é essencial para implementar dinâmicas econômicas benéficas ao bioma tropical e à sua população. É importante ouvir as vozes da floresta para construir um futuro de oportunidades para as gerações que estão por vir: gente que entende o tempo das águas, o ciclo das chuvas, a interação entre animais e plantas… Os amazônidas são parte da solução para a Amazônia. Seus saberes tradicionais, quando aliados ao conhecimento científico construído em centros de pesquisa locais e regionais, se tornam fatores-chave para a manutenção dos serviços ambientais da floresta e o desenvolvimento de uma economia baseada na floresta em pé.Projeção de projetos sustentáveisJogo pirarucu – game em TV interativaLigue os pontos – game em TV interativa (6) Experiência em realidade virtualNo vídeo, você irá ver atividades do cotidiano indígena para compreender a visão que eles têm da natureza. Essa relação, construída há milhares de anos, varia de acordo com cada comunidade, mas a conexão com o meio ambiente é comum para todas. A natureza faz parte da vida delas. Na Amazônia, um simples animal possui um significado totalmente distinto do que estamos acostumados. O vento, as árvores, os sons… todos se conectam.A floresta em pé traz nutrientes e é um local de harmonia.Realização de instalação de realidade virtual, com uso de óculos 3D (7) Cultura Obra inédita, a ser realizada sobre o local específico que abriga a mostra
PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE Acessibilidade física: Os Museus previstos para a itinerância atendem às obrigações de acessibilidade arquitetônica, com elevadores, banheiros acessíveis, e rampa de acesso à cadeirantes. A acessibilidade plena na circulação horizontal e vertical é viabilizada em todos os andares do edifício.Rubrica na planilha: Sem custo, não se aplica Deficientes visuais: audiodescrição, áudio-guia, objetos táteisRubrica na planilha: - Narrador de audiodescrição, Desenvolvimento multissensorial Deficientes auditivos: vídeo-libras, intérprete de librasRubrica na planilha: Intérprete de libras, Desenvolvimento multissensorial
Para atendimento ao Artigo 23 da IN 01/2022: O acesso às exposições será gratuito a todos os públicos em todos os dias de abertura e horários. Para atendimento ao Artigo 24 da IN 01/2022: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - optamos pelo Inciso II, disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição.
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Coordenação Geral: AutomáticaAUTOMATICA é uma empresa que desenvolve projetos culturais desde 2005, atuando na criação, curadoria, coordenação, gestão, produção e consultoria de exposições, programas educativos, publicações e outras atividades ligadas à produção artística. Trabalha com artistas, curadores, críticos de arte, historiadores da arte, instituições culturais, patrocinadores públicos e privados. Participa de editais e prêmios, e elabora projetos para as leis de incentivo nas três esferas da administração pública. Através da produção, circulação, divulgação, fruição, conservação e preservação de processos e produtos culturais, relaciona a matéria dinâmica da criação com as pessoas. Curadoria: Leonardo Menezes É curador de exposições, diretor audiovisual, roteirista, pós-doutor pela Escola de Altos Estudos da UFRJ, doutor em Comunicação pela UFF e sócio da Guaraná Conteúdo. Fez a curadoria de diversas exposições para o Museu do Amanhã e de experiências para o stand do Governo do Estado do Rio de Janeiro na Rio+20 e no Rock in Rio; dirigiu os documentários longas “Luana Muniz - Filha da Lua“ e “Lorna Washington - Sobrevivendo a Supostas Perdas“; escreveu roteiros para a Globo, Canal OFF, Canal Futura, Globo Internacional, Globo News, TV Brasil, TV Cultura, Universal Channel; criou conteúdos Fundação Roberto Marinho, MEC, IETV, Museu de Arte do Rio, Planetário do Rio, Museu da Língua Portuguesa, entre outros. É curador e diretor de Conhecimento e Criação para o IDG e o Museu do Amanhã (ganhador do Leading Culture Destination Awards 2016 e 2018), no Rio de Janeiro. Foi premiado no Grands Prix 2019 (Melhor Exposição Temporária), Impact Docs 2018 e 2017 (EUA), Festival DIGO 2018, Festival Mix Brasil 2017, Festival Rio Gênero e Sexualidade 2017 e 2016, Promax 2009 (EUA) Caracol de Plata 2009 (México), dois Prix Jeunesse Iberoamericano 2005 e finalista do Prêmio Jabuti de Literatura 2018. Tem pós-doutorado pela UFRJ, lecionou na graduação em Comunicação da UFF por três anos e palestrou em eventos como Game XP, Rio Content Market, Banff Television Festival (Canadá), Doc Meeting (Argentina) e universidades no Reino Unido, Turquia e Uruguai.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.