| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 17281106000103 | COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA MG | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
Realização da manutenção da Associação Cultural Canto Livre para o ano de 2023, com o desenvolvimento de suas ações formativas com duração total de doze meses e será composta pelas seguintes atividades educativas: Preparação e ensaios do coral; Preparação para criação e montagem de espetáculo cênico musical; e a oferta do eixo formativo/capacitivo no universo do canto coral.
Não se aplica.
Objetivo GeralPromover o aprimoramento técnico dos integrantes do coro, por meio de ensaios semanais e preparação vocal, a fim de criar, montar e oportunizar ao Coral Cidade dos Profetas apresentar espetáculos cênicos-musicais de qualidade, proporcionando ações culturais múltiplas, capazes de fomentar o público para o segmento. Objetivos Específicos Produto PLANO ANUAL - Fortalecer as ações de democratização cultural entre coralistas beneficiários dos projetos e atividades promovidas pela Associação Cultural Canto Livre as comunidades abrangidas pelo projeto; Produto CURSO/OFICINA/ESTAGIO - Promover a continuidade das ações formativas/capacitivas de ,modo profissional para jovens e adultos contemplando a iniciação musical, técnica vocal e interação de naipes; - Oportunizar mediante a formação do Coral Cidade dos Profetas sua participação em concertos, festivais, eventos artísticos e culturais, festas cívicas e populares, entre outros atividades artísticas que o mesmo possa ser convidado; - Realizar a preparação técnica para a montagem e ensaios da Temporada de Concertos 2023, oportunizando ao Coral Cidade dos Profetas apresentação de concertos, festivais de música, seminários, saraus, entre outros, totalizando a abrangência em 5 cidades mineiras. Em consonância ao Art.2 do Decreto N° 10.755 de 2021 o projeto segue seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura;
Espantoso mistério envolve a formação do movimento musical de Minas Gerais na época em que se estabelecia e se definia a sua região aurífera. Pouco se sabe sobre os primeiros músicos que se fixaram nesta região. O que é certo é que, imediatamente a música se ampliou e ocupou todos os espaços ocupados nas regiões auríferas. Mas o maior mistério é a quase ausência de brancos neste movimento, que revelou mulatos de impressionante capacidade artística, às centenas, num só século. A valorização do músico era tamanha que mulatos eram frequentemente admitidos em irmandades de brancos, a fim de reforçarem os conjuntos como compositores, cantores e instrumentistas. Havia músicos em atividade permanente, o que explica também a grande quantidade de música composta em tão pouco tempo - a maioria das partituras encontradas foi escrita nos últimos decênios do século XVIII. Documentos comprovam que os mestres mulatos de Minas Gerais conheciam perfeitamente as formas da música. Escreviam com grande desembaraço, fazendo ostentação de uma generosíssima invenção melódica, de uma grande capacidade para modulações espantosas, de um contraponto fluido e de uma prosódia correta, como profundos conhecedores que foram do Latim e da liturgia. É neste plano estilístico que se enquadram as composições escolhidas para o repertório da série de concertos, que compõe a Ação Cultural proposta pelo projeto. A respeito desta música, o pesquisador Benedito Lima de Toledo escreveu: Estamos no cenário de um espetáculo que ganhou características operísticas. O projeto se enquadra no Art 1º da Lei 8.313/91 incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; E tem por objetivo, dentre os elencados no art. 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;
Para além das ações formativas de extensão do projeto, serão realizadas ações capacitivas de curta duração quando da circulação do Coral nas cidades abrangidas para a Circulação de sua Temporada 2023 e sendo ofertado: Realização de Workshops nas cidades onde serão realizadas a Circulação de Ensaios do Coral no qual se falará sobre a Música Colonial Mineira, o canto coral e a importância da musicalização para sensibilização artística. Serão realizados aulões de técnica vocal ministradas pela coordenadora do programa educativo, Carmem Célia Gomes. Ao final de cada aulão haverá a formação de um minicoral com os alunos para execução de excertos das peças do coral e apresentação no encerramento do workshop. Ademais, as ações previstas na cidade contemplarão uma palestra sobre compositores do período colonial: nesta ação, a coordenadora do programa educativo Carmem Célia Gomes falará dos principais compositores do período colonial e as respectivas relações com a cidade e as comunidades que receberão os concertos. Haverá também intervenções feitas pelo maestro José Herculano Amâncio que falará sobre curiosidades dos compositores mineiros e de algumas peças e fatos do período Colonial Mineiro. A título de ilustração da palestra haverá também a apresentação ao vivo de excertos das peças cantadas pelo Coral. Outra frente serão as sessões comentadas do documentário “Coral Cidade dos Profetas e a Música Colonial Mineira”. O filme apresenta a trajetória do grupo e como a Música Colonial, herança do século 18, floresceu novamente nesta região de Minas, graças ao trabalho executado pelo grupo. As sessões serão apresentadas em formato de mesa-redonda com a participação de integrantes do coral.
Produto Oficinas Projeto Pedagógico Objetivo: Difundir o canto coral colonial, popular brasileiro, estimulando e preservando a cultura colonial mineira, possibilitando a participação em apresentações artísticas e culturais, em diversas cidades mineiras. Também promover a capacitação dos coralistas em teroria musical e canto coral, no município de Congonhas, propiciando o bem estar, qualidade de vida, profissionalização e inserção nos mercados culturais. Meta: Participar de apresentações culturais e artísticas, bem como, difundir o Canto Coral proporcionando o aprendizado musical aos coralistas. Publico Alvo: Integrantes do Coral Cidade dos Profetas, bem como, estudantes da música erudita e colonial. Período de Duração: 12 meses Horas/Aula: 250 horas Conteúdo Programático - Ensino da Teoria Musical;- Ensino de técnica vocal; - Ensino de cânticos religiosos do período colonial com ou sem arrajno musicial a quatro vozes;- Ensino de cântigos de músicas sacras, populares brasileiras com ou sem arranjo musical; - Postura e forma de comportamento em apresentações ao público; - Prática de aoresentações musicais individuais ou em grupo; Formas de Ensino: Aulas teóricas e práticas presenciais.
Em atenção ao Art 22 da IN n° 01/2022 e de acordo com os termos da Lei no 13.146, de 2015 e Decreto no 9.404, de 2018, seguem as ações de promoção de acessibilidade previstas: PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO Acessibilidade física - Por se tratar de ação em igrejas/espaços destinados à formação (salas acústicas), garante-se o acesso a portadores de deficiência – as edificações conta com recursos de acesso a esta população tais como rampas e banheiros adaptados (item não gera custos, nada consta na planilha orçamentária) Acessibilidade auditiva – O projeto durante as suas ações formativas/capacitivas disponibilizará Intérprete de LIBRAS para o acompanhamento das ações propostas no projeto; Acessibilidade visual - Por se tratar de um projeto musical, o acesso à população com deficiência visual é garantido. O projeto disponibilizará programa em Braile para maior conhecimento do Coral e de suas ações. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos - Realizar as ações formativas em local de fácil acesso e que garanta acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas. (não gera custo, nada consta em planilha orçamentária); PRODUTO: PLANO ANUAL Acessibilidade física - As ações formativas e capacitivas do Coral serão ofertadas em espaço que é dotado de toda infraestrtura para atendimento ao público PCD, sendo disponibilizado rampas de acesso, corrimãos e banheiros adaptados (item não gera custos, nada consta na planilha orçamentária) Acessibilidade auditiva – O projeto manterá junto a instituições parceiras e a Prefeitura Municipal, a oferta das ações formativas/capacitivas com a presença de Intérprete de LIBRAS caso ocorra a matricula de PCD auditivo. Acessibilidade visual - Por se tratar de um projeto musical, o acesso à população com deficiência visual é garantido. O projeto disponibilizará materiais/impressões de partituras em BRAILE para acesso ao PCD. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: O projeto atuará em rede com voluntários para atuarem como monitores nas ações de acompanhamento do PCD durante as ações formativas do Coral.
Em cumprimento ao art. 23 da IN nº01/2022 do Ministério do Turismo, esclarecemos que todas as ações previstas pelo projeto são ofertadas de forma gratuita e acessível a todos os públicos e de todas as camadas sociais. Portanto, todos os produtos do Plano Distribuição são destinados à população geral beneficiária do projeto. Em atenção ao Art. 24 da IN n°01/2022 o projeto adotará: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; bem como, III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
Associação Cultural Canto Livre Função a ser desempenhada no projeto: Gestão técnico financeira do projeto e prestação de contas. A Associação Cultural Canto Livre, entidade sem fins lucrativos, declarada de utilidade pública pela Lei Municipal 2617/2006, e pela Lei Estadual 19510/2011, é a fundadora do Coral Cidade dos Profetas. A história começa em 1978, quando um grupo de pessoas interessadas em aprender música, fundou a Associação para manter um Coral polifônico à capela no interior de Minas, tendo como principal objetivo aliar arte musical à arte sacra colonial mineira. Desde então as atividades vêm sendo regidas pelo maestro José Herculano Amâncio com dedicação, competência e idealismo desde a sua fundação, alcançou um notável nível de excelência, participando no decorrer de sua existência, dos eventos mais significativos de Congonhas e região, como Semana Santa, Festivais de Inverno, Concertos Natalinos, Eventos Civis Comemorativos, bem como Festivais e Encontros de Corais Nacionais e Internacionais. Herculano AmâncioFunção a ser desempenhada: Regente do Coral, Ensaios e atividades de formação. Fundador do Coral Cidade dos Profetas, tem sido o responsável pela regência e preparação do Coral há mais de 30 anos. Entre os trabalhos realizados destaca-se a gravação e lançamento dos CDs "Missa em Fá Maior de Lobo de Mesquita", "Mestres do Colonial Mineiro"e "Louvor à Virgem Maria". Foi ainda o responsável pela regência e ensaio dos músicos para a temporada de concertos que tem sido realizados desde 2013 na cidade histórica de Congonhas. É responsável pela seleção do reperório de várias apresentacoes de corais no interior de Minas. Antônio Maria ReisFunção a ser desempenhada: Pesquisa histórica e elaboração de textos. Professor aposentado na área de comunicação e expressão, graduado em Inglês/Português. Possui curso de extensão na Penn State University (USA), na área de gerenciamento educacional. Na gestão pública atuou como coordenador do Programa Municipal de Qualidade na Educação (1994/98) em Congonhas. Atualmente é tenor dos corais Cidades dos Profetas e Coro Municipal de Entre Rios de Minas. Ao longo da trajetória do Coral Cidade dos Profetas tem sido o responsável pela pesquisa conceitual e textos dos CDs "Missa em Fá de Lobo de Mesquita" e "Mestres do Colonial Mineiro". Luíza Maria AmâncioFunção a ser desempenhada: Produtora. Produtora do Coral Cidade dos Profetas desde 2007. Atua na produção das atividades de corais mineiros, com destaque para realização da Temporada de Concertos 2014, realizada mensalmente nas igrejas de Congonhas, CD Missa em Fá de Lobo de Mesquita e CD Mestres do Colonial Mineiro. Recentemente foi responsável pela produção do novo disco de canto coral de cantores e instrumentistas mineiros reunindo obras do período colonial em homenagem à Nossa Senhora. Arte Nossa - Comunicação e CulturaFunção a ser desempenhada: Coordenação Cultural A Arte Nossa é uma empresa especializada em projetos de cultura e comunicação, com forte atuação nas artes visuais e na música. Desde sua fundação, dedica-se a desenvolver ações de valorização da produção cultural de Minas Gerais. Entre as ações desenvolvidas destacam-se a coordenação artística da Virada Cultural de Belo Horizonte (2013 e 2014); o projeto da exposição Repetição e Síntese Amilcar de Castro, no CCBB-BH; a produção executiva da exposição fotográfica Assis Horta, no Palácio do Planalto, em Brasília (2014); a coordenação e produção executiva da 1ª Noite de Museusde Belo Horizonte (2013), a série de 12 Concertos Coloniais de Corais e Artistas de Congonhas e regiao (2014) e o CD Coral Cidade dos Profetas interpreta Missa em Fá de Lobo de Mesquita, (2013). A empresa foi responsável pela elaboração, captação e realização de outros dois CDS de canto coral: Mestres do Colonial Mineiro (lançado este ano) e Músicas Coloniais em Louvor a Nossa Senhora (Já gravado e com previsão de lançamento em 2018). A Arte Nossa possui no currículo ainda a elaboração e execução de projetos de ampla repercussão nas artes plásticas. Um exemplo é o Museu Revelado, exposição Panorâmica do Acervo do Museu de Arte da Pampulha (MAP), em 2012. A ação se desdobrou em um projeto de curadoria da vídeoinstalação do artista mineiro Eder Santos, cuja obra é internacionalmente reconhecida. A obra foi instalada nas fachadas do Museu de Arte da Pampulha, em dezembro de 2012, projetando nos vidros imagens de nuvens em movimento. A ideia do artista foi trazer de volta o dia à noite. Antes de fundar a própria empresa, Sérgio Rodrigo Reis, esteve à frente de algumas das principais instituições culturais de Minas Gerais. Entre 2011 e 2012, foi Diretor Artístico do Palácio das Artes. Lá idealizou, produziu e supervisionou os seus principais eventos artísticos. Também gerenciou as atividades cotidianas dos corpos artísticos da instituição (Cia de Dança Palácio das Artes, Orquestra Sinfônica e Coral Lírico de Minas Gerais), sendo responsável por mais de uma centena de concertos, recitais e espetáculos. Neste período, supervisionou como diretor artístico a produção das óperas Nabucco, de Giuseppe Verdi e, La Boheme, de Giacomo Puccini. As duas montagens foram sucesso de público e crítica e atraíram uma plateia de mais de 20 mil pessoas. Foi responsável pela criação de intervenções artísticas na cidade inspirada nos universos das obras operísticas. No campo museológico e museográfico, Sérgio Rodrigo Reis desenvolveu projetos bem específicos de arte contemporânea e esteve à frente da direção do Museu de Arte da Pampulha, entre 2010 e 2011. Na época, coordenou os trabalhos de elaboração do inventário das cerca de 1.600 obras do acervo do Museu, com a edição do livro Inventário contendo todo o histórico de 50 anos de colecionismo da instituição. Concluiu a edição de outros livros importantes como o Entre Salões, dedicado a recuperar a memória dos salões de arte de Belo Horizonte, e o Bolsa Pampulha, versão contemporânea dos antigos concursos.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.