Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realizar oficinas de dança para cerca 100 alunos de comunidades do Rio de Janeiro e 1 apresentação com alunos e bailarinos convidados no teatro, Espaço público ou na sede do projeto. Todas as atividades serão gratuitas.
Quanto às oficinas de dança realizadas na Escola Dançando Para Não Dançar, não se aplica. Em relação a apresentação realizado ao final das oficinas e fechamento do ano, trata-se de uma apresentação artística do aprendizado, com temática e coreografias especialmente criadas para demonstrar o êxito das crianças e adolescente nas atividades das oficinas - habilidades técnicas do balé, em um contexto que reúne alunos e bailarinos profissionais. .
Objetivo geral: oferecer aulas gratuitas de balé clássico, dança moderna e contemporânea para crianças e adolescentes cerca de 100 alunos, de famílias de baixa renda. Promover formação artística, autoestima e cidadania ao possibilitar que os alunos possam adquirir conhecimentos complementares à educação formal, usando a dança como agente motivador. Possibilitar o acesso ao balé como expressão cultural, provendo recursos materiais gratuitos, incentivo e afeto. Agregar a família e a comunidade neste processo de desenvolvimento pessoal, social e cidadania. Objetivo específico: Realizar seleção por meio de chamamento nas redes sociais do projeto. Os alunos receberam uniformes completos e todo material necessário para frequentarem as oficinas. A Escola conta com um coordenador geral, com três professores e duas auxiliares artísticas e administrativas As oficinas serão ministradas na sede do projeto, inteiramente adaptada para abrigar a escola de dança, contando com três salas de aula de balé, uma biblioteca e área de computação com 10 estações, disponibilizadas para atividades de estudos e formação dos alunos. Para garantia de acessibilidade há rampas para acesso ao prédio, banheiro adaptado para cadeirantes e elevador. Além das 03 salas nas comunidades. As aulas acontecerão duas vezes na semana, com uma horas de aula/dia, obedecendo ao calendário oficial do ano letivo escolar da cidade do Rio de Janeiro, totalizando uma média de 150 horas aula por aluno/ano. As atividades anuais serão encerradas com uma apresentação de dança na festa de confraternização, gratuito e aberto ao público em geral, com a apresentação de alunos selecionados nas oficinas e professores e profissionais convidados.
O Dançando Para Não Dançar é um estabelecimento de ensino sem fins lucrativos que possui oficinas de danças e ao final de cada ano letivo é realizada uma apresentação de artes cênicas na festa de confraternização da companhia. A justifica é a valorização da cultura, apoio a produção e a expressão cultural, o que abre a possibilidade de profissionalização para jovens de comunidades. A formação artística estimula, também, a autoestima, a cidadania e possibilita que os alunos adquiram conhecimentos complementares. As apresentações com músicas brasileiras e folclóricas são usadas em conjunto com a dança como um agente motivador. O trabalho desenvolvido ultrapassou fronteiras. Escolas de dança de outros estados e do exterior oferecem bolsas de estudos para alunas do projeto que se destacam. Várias já conquistaram lugares em companhias de dança com renome internacional e hoje são referências para as crianças que ingressam nas oficinas, como Ingrid Silva, Primeira Bailarina do Ballet de Harlem. A ideia veio pela necessidade de mudar algo através da arte, que sempre foi de difícil acesso para esse público: Por exemplo, uma sapatilha de ponta possui um valor elevado (em média R$500,00). A filosofia é fazer com que essas crianças, de diferentes classes sociais, tenham sonhos e se sintam prontas para realizá-los. Montagens de clássicos do balé como "O Quebra Nozes", "Coppelia", "Lago dos Cisnes", "Bela Adormecida", entre outros, foram assistidos. Iremos remontar o balé REFAVELA, que mostra a visão romântica do morro e sua realidade. Toda montagem tem como pano de fundo uma história de amor, que vê a vida nas favelas elementos mitológicos da Grécia Antiga: com o sagrado e o profano amalgamados em habitações clandestinas. Num contraponto ao verdadeiro cenário de guerra vivido pelos próprios alunos e suas famílias nas comunidades. O projeto vem, desde então, dando acesso às crianças e jovens de comunidades populares à cultura. Os principais alvos são a profissionalização, o incentivo à participação cultural e o combate à exclusão social, ao proporcionar acesso à formação em uma profissão que dificilmente ingressarão. Este projeto se enquadra na Lei 8.313/91 Art. 3°, I - incentivo à formação artística e cultural e fomento à produção cultural e artística.
Os projetos sociais são importantes para ajudar a quebrar barreiras, principalmente no mundo da dança. Esses projetos inseridos em comunidades são ainda a melhor maneira de combater a pobreza cultural em escala, é através dessa inserção que se minimiza as diferenças sociais. O Dançando Para Não Dançar não só visa descobrir e promover talentos, como também insere a chance de mudança através da dança, neste caso o balé clássico, que além de trabalhar o corpo e a mente também requer autodisciplina e determinação.
As atividades de oficinas acontecerão nas salas de dança, na sede do projeto, prédio concedido pelo Poder Público Estadual - 20 anos de Cessão de Uso. Temos três salas, uma biblioteca e uma sala com 10 computadores. Todas as atividades serão gratuitas e as aulas acontecerão duas vezes na semana, duas horas de aula, durante o ano letivo escolar. Também nas salas das comunidades do Cantagalo , Pavão e Pavãozinho, Mangueira e Rocinha. Projeto Pedagógico: Baby ao o Intermediário. As aulas são totalmente gratuitas, uniformes e a estrutura das salas e manutenção para que possa ministrar classes de ballet. As atividades acontecerão na sede do projeto, no Rio de Janeiro. Aula Preliminar Barra: de frente /Segundo momento de perfil, com os braços na 2ª posição. Iniciar as sequências na 1 ª posição de pés. Mais à frente experimentar as sequências na 3ªposição e en dedans. Todos os exercícios bem descompostos. Aquecimento: 2 rolamentos, 2 rolamentos e 1 plié na meia ponta, equilíbrio com o braço na 1ª posição. Na 6ª, 1ª e 2ª posição. Demi -plié: 2 demi- plié, 1 grand plié, 1 elevé. Na 1ª, 2ª e 3ª posição. (mais para frente fazer combinações com souplesse devant, decote e cambré). Battement - tendu: 4 tendu, 1 degagé fondu em croix. Tudo en croix. (Variar tendu com plié, mais para frente usar a sequência na 3ª posição, e fazer a combinação com soutenu). Battement - jeté: 4 jetés, 1 jeté com flex. Tudo en croix. (Variar o jeté com plié, mais para frente usar a 3ª posição). Cloche e pointé: 8 pointé frente, lado e trás. 8 cloches. Rond de jambe: Demi rond no fondu da frente para o lado e do lado para trás. 4 rond par tèrre. 1 retiré. ( depois fazer o rond no plié inteiro, e adicionar o degagé e rond de jambe en’lair). Battement - fondu: 3 battement fondu, 1 degagé fondu, 1 degagé en’lair. En croix. (1º momento fondu par tèrre, 2º momento fondu en’lair). Relevés: 8 elevés, 8 relevés. Na 1ª,2ª e 3ª posição. (Depois experimentar o releve no coupé e no retirré). Adágio: de frente e de costas para barra Developé frente e lado e 1 souplesse. Developé trás e lado e 1 cambré. Ou Degagé en’lair no lugar do developé. (começar fazendo a metade do souplese depois faz inteiro, mais para frente adiciona o pé na mão). Battement – Frappe: 4 frappés en croix. Com flex passando dedos pelo chão até chegar no dedagé, e do degagé para voltar no coupe com flex. No 4º frappé, voltar para 1ª posição para recomeçar nas demais direções. ( mais tarde experimentar um petit battement e o coupé com o pé esticado) Grand battement: de frente e de costas para barra 4 grand battement frente e lado, ou trás e lado. OBJETIVOS - Inserir atividades físicas regulares na rotina das crianças. - Desenvolver habilidades corporais variadas. MATERIAL Barras, cordas, linólio, espelhos, colchonetes e imagens. DESENVOLVIMENTO Na maioria das vezes, as crianças são muito ativas e estão sempre se movimentando. Contudo, é importante que a Expressão Corporal seja feita de modo sistemático durante, por exemplo, um período de 30 minuto. É certo que qualquer atividade física proporciona benefícios, mas a organização ajuda a criança a perceber a importância desses momentos. Outro fator importante é a presença do adulto. Ainda que simples, certas atividades podem paralisar uma criança que sinta medo ou dificuldade em realizá-las - e o educador ajuda tanto a evitar acidentes quanto a dar mais confiança aos pequenos. Além disso, o adulto deve ficar atento às etapas do desenvolvimento das crianças: se as propostas forem fáceis demais, não estimulam os pequenos a contento e, se forem muito difíceis, não despertam o interesse em superar limites. AVALIAÇÃO Fazer anotações sobre o desempenho dos pequenos sempre que possível, não para compará-los, mas para aumentar gradativamente a dificuldade das atividades em que eles se saem melhor. Se alguma criança não conseguir realizar determinada proposta, procurar auxiliá-la, dentro das possibilidades dela, até que consiga superar seus limites. Vale ainda orientar os pais a fazer algumas dessas propostas em casa, a fim de também contribuírem para a melhoria do desenvolvimento corporal dos filhos. INFRAESTRUTURA Prédio de 05 andares 1. Banheiros 02 2. Biblioteca 01 3. Copa/Cozinha 01 4. Enfermaria 01 5. Recepção 01
Oficinas de Balé : Quanto à acessibilidade física, a sede do Dançando possui rampa para cadeirantes na calçada para acesso ao prédio, elevador e banheiro para cadeirantes e portadores de deficiência. Evento de Apresentação: Em relação a apresentação, o teatro a ser contratado, terá que , obrigatoriamente, contar com equipamentos e estrutura de acesso para portadores de deficiência. Ex: rampas, elevadores e sanitários adaptados. No início de uma apresentação, o locutor apresentará a sinopse, também gravado em libras. A própria dança com a sua expressão corporal já mostra o conteúdo da história que será apresentada. O projeto desenvolve um trabalho de inclusão acolhendo alunos portadores da Síndrome de Down e Autismo, que frequentam aulas/oficinas e participam das apresentações.
Todas as atividades do projeto - oficinas e apresentação de dança - são gratuitas, indo ao encontro dos objetivos de Democratização de acesso à Cultura. Oficinas - As oficinas do projeto irão atender, de forma inteiramente gratuita, crianças e adolescentes as quais serÄ?o ministradas aulas de balé, incluindo todo o material necessário e uniformes. Os alunos sÄ?o oriundos, exclusivamente (100%), de comunidades populares e obrigatoriamente matriculados em Escolas Públicas. O projeto possibilita a essas crianças e adolescentes o acesso a uma arte que dificilmente poderiam aprender considerando as condições socio econômicas de suas respectivas famílias. O balé é reconhecido como arte elitista, antes do Projeto Dançando Para Não Dançar. As oficinas são ministradas por alunos já profissionalizados ou mais avançados. Essa profissionalização se dá por meios de estágios e audições em escolas e companhias renomadas, no Brasil e no exterior, para serem bailarinos profissionais e professores de balé, inclusive para dar aulas e ensaiar o espetáculo. O Dançando promove a inclusão de crianças portadoras de Síndrome de Down e Autismo nas oficinas e no espetáculo. Evento/apresentação - Em relação a democratização de acesso ao Espetáculo, serão reservados 50% dos convites para estudantes e professores de instituições públicas de ensino. O restante é destinado ao público em geral, familiares, comunidades e imprensa. Os figurinos dos bailarinos são fornecidos pelo projeto. Ficará disponível na internet, o registro audiovisual dos espetáculos. Será permitida e autorizada a captação e veiculação de imagens da apresentação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Proponente: Associação Dançando Para Não Dançar Corpo Técnico: 1- Thereza Christina Aguilar - Gerencia as Oficinas e professora de artes cênicas . Formada em Dança com especialização no Staatliche Ballettschule Berlin e Pós-graduada em Dança para criança, pela Faculdade Cândido Mendes. 2 - Paulo Rodrigues - Primeiro Bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Coordenador Artístico e Professor de Artes Cênicas. 3 - Franciana Gomes - Bailarina e Professoras formada na Escola do Theatro Municipal e na Escola das Comunidades. 4 - Beatriz Carvalho - Advogada, Professora de Artes Cênicas, Coreógrafa e Bailarina. Ex- aluna do projeto. 5 - Mayara Alves da Silva - Professora de gênero de Dança, Artes Cênicas e Cultura . Formada na faculdade Candido Mendes em Dança. Ex-aluna do projeto. 6 - Pauliceia Borges - Professora de Artes Cênicas e Assessoria de Comunicação nas redes sociais do projeto. Formada na Angel Vianna em Dança. Ex- aluna do projeto. 7 - Designer Gráfico - Marcos Vieira com formação na UFRJ. 8 - Contador - a ser contratado 9 - Técnico de som - a ser contratado 10 - Técnico de Luz - a ser contratado 11 - Produtora que assesssora na comunicação Social e divulgador de eventos - a ser contratado.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.