| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 544,0 mil |
Restauração da instalação artística "Mastarel", incluindo exposição multilinguagens do processo de trabalho (No plano de distribuição como "Exposição de artes"). Produtos secundários: - Produção, lançamento e distribuição de cópias do livro "Mastarel" (No plano de distribuição como "Livro"); - Noite de ocupação do Mercado com apresentações musicais (No plano de distribuição como "Apresentação musical"); - Realização de oficinas de monitoria gratuitas (No plano de distribuição como "Contrapartida Social").
Mastarel é um projeto de arte pública que teve início em 2016, quando foi realizada a primeiraintervenção no Mercado do Sal, prédio histórico situado na Cidade Velha, em Belém (PA). O site specificconsiste em uma instalação naval sobre o telhado do Mercado, sendo esta propriamente um mastro debarco, com características típicas das embarcações ribeirinhas amazônicas. Ao longo dos anos, a obrase tornou um catalisador de memórias e narrativas sobre a origem dos moradores daquele lugar, queconvivem no porto e vieram das ilhas.O trabalho é um elemento na paisagem portuária, que emerge e ilumina o final da Travessa Gurupá e oinício do beco das Malvinas. Fronteiriço pela própria condição geográfica, Mastarel está no limiar entreuma realidade direta, por vezes dura, e a suspensão onírica que nos faz olhar para cima, sonhar comoutros mundos, ver as estrelas e sentir o vento balançando as bandeiras de um barco que, segundoArlete – feirante do Mercado do Sal – todos os dias sai por aqueles rios e retorna ao Porto do Sal.
OBJETIVO GERAL (conforme consta no Plano de Distribuição) O objetivo geral deste projeto é a revitalização do site specific Mastarel, que apresenta sua estruturacomprometida, (no Plano de Distribuição, destacado como "EXPOSIÇÃO DE ARTES"). Pretende-se refazer a escultura de madeira; reinstalar a nova peça; refazer todas as instalações elétricas e iluminação da obra.Objetiva-se com isso, contribuir para a visibilidade da comunidade do Porto do Sal e parabeneficiamento do Mercado do Sal. Além disso, como parte do produto principal, será realizada uma exposição multilinguagem com peças, fotografias e instrumentos utilizados na reconstrução da obra. Incisos do artigo 02 do Decreto 10.755 de 2021 que serão trabalhados: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locaisque formam a economia da cultura e XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos dacultura brasileira. Fundamentação: I: O projeto valoriza e a cultura ribeirinha em suas diversas expressões (culinária, marcenaria naval, música) na medida em que aquece a economia um dos locais de maior movimentação náutica da cidade de Belém, o Porto do Sal; V: Todos os produtos do projeto serão oferecidos (e portanto poderão ser usufruidos) de forma totalmente gratuita para a população; VII: O projeto fortalece vínculos com a comunidade local na medida em que prioriza a utilização de serviços do Porto do Sal, sejam eles da área alimentício, ou fornecimento de materiais. XI: Um dos artistas proponentes do projeto é um Mestre de marcenaria naval respeitado do Porto do Sal. OBJETIVOS ESPECÍFICOS (conforme consta no Plano de Distribuição) - EXPOSIÇÃO DE ARTES: Revitalizar, por completo, e reinaugurar aobra artística de site especific "Mastarel". Após sua reinauguração, na noite de ocupação do Mercado doSal, a obra segue disponível. No alto do prédio do Mercado, a obra seguirá instalada para fruição do público que transitará pelas ruas da Cidade Velha. A exposição com materiais utilizados durante a revitalização e fotos, ficará disponível para o público durante a noite de ocupação, e, após esse evento, será removida. (• Restaurar o site especific Mastarel (01 instalação) e instalá-lo no alto do Mercado do Sal. Tempo que a instalação ficará disponível: 01 ano; e• Realizar a exposição com fotos e materiais do proceso do projeto. A exposição ficará disponível para o público durante 01 dia) - LIVRO: Produzir, lançar e distribuir gratuitamente 800 cópias do livro "Mastarel" (com versão online naopção "audiodescrição"), sendo os beneficiários as seguintes instituições: Biblioteca do Porto, que atua no Mercado do Sal ;Biblioteca da UFPA ; Fundação Curro Velho ; Centur ; Casa da Linguagem e Casa das Artes, bibliotecasde 10 escolas públicas da região metropolitana de Belém; Fundação cultural do Pará e patrocinadoresdeste projeto. (• Publicar 800 cópias do livro "Mastarel"; e• Realizar a distribuição de todas as cópias do livro em instituições de Belém) - APRESENTAÇÃO MUSICAL: Colaborar com a economia cultural da cidade de Belém (PA), através dacontratação de fornecedores, produtores culturais, equipe de comunicação, etc. Sendo os artistasmusicais convidados para este evento grupos regionais (01 DJ e um grupo musical de choro); (• Realizar noite de ocupação com inauguração da instalação e do livro Mastarel com a contratação de 01 DJ e 01 grupo musical de choro) - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Compartilhar de forma gratuita os processos de construção da obraatravés das duas oficinas ofertadas pelo projeto. São elas "Carpintaria Naval, instalação & sitespecific", ministrada pelo mestre João Aires e pela artista visual Elaine Arruda; e a oficina deiluminação "Criando paisagens noturnas", ministrada pela light designer Lúcia Chedieck. Haverão 10vagas para cada oficina, sendo 40% de cada uma destinadas a moradores do Porto do Sal. Cada oficinaocorrerá em um período de oito dias e terá um total de 24h, sendo 3h por dia de oficina. (• Oferecer 02 oficinas de acompanhamento do processo de revitalização da instalação para 10 vagas em cada uma, tendo cada uma delas 24h/aula, sendo distribuidas em 3h/aula por 8 dias)
Lei 8.313/91 Art. 1º fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercíciodos direitos culturais; Pois, além de enfocar suas atividades no local por onde transita o público alvo (feirantes e moradores do Porto do Sal), facilitando seu acesso ao mesmo, o projeto garante gratuidade em todas as suas ações, ou seja, acesso gratuito e livre para a noite de inauguração, para visita à exposição, para participação nas oficinas e para fruição do livro. Também o projeto garante 100% de acesso para PCDs em todas as suas ações, sejam eles deficientes físicos, deficientes visuais ou deficientes auditivos. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorizaçãode recursos humanos e conteúdos locais; Pois, o projeto irá contar com comerciantes do próprio Porto do Sal para fornecimento alimentício para a equipe de produção do projeto durante a construção da obra, para o fornecimento de materiais de construção e navais para a revitalização do site especific. Além disso, o projeto tem como artista proponente principal o Mestre João Aires que é parte da comunidade do Porto do Sal e um dos poucos mestres em carpintaria naval da região. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Na medida em que o projeto tem como objeto principal o a reconstrução do Mastarel, símbolo das navegações tipicamente amazônicas que viajam pelo Pará e cujo Porto do Sal representa um dos principais locais da cidade de Belém para o suas chegadas e partidas. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelopluralismo da cultura nacional; Na medida em que coloca como agente principal do projeto o trabalho de mestre de carpintaria naval, atividade cultural de gigantesca importância para a região da Amazônia brasileira, pois os mesmos apresentam-se como construtores do principal meio de transporte da nossa região: o barco, que, para o imaginário paraense e amazônico, extrapola esta condição. O barco amazônico é representação de cultura por meio de suas cores, formas, materiais e histórias. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedadebrasileira; Pois propõe-se a repassar de forma gratuita e acessível a sabedoria de atividades como a carpintaria naval e a iluminação artística; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Pois valoriza, enfoca e lembra da importância de preservação do Mercado do Sal, prédio histórico onde acontece uma série de atividades comercias em seu piso térreo, e onde ficará instalado o Mastarel em seu teto. Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes Pois permitirá a edição e obras artísticas (fotografias) realizadas durantes o processo do projeto c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore Pois realizará a noite de ocupação no Mercado do Sal com a contratação de um DJ local e uma banda de choro e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Pois realizará exposição de materiais e fotografias (citadas no item "b") que ficarão expostas durante a noite de inaguração da instalação. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; Pois realizará de forma profissional a revitalização de todo o aparelho elétrico e estrutural da instalação artística "Mastarel"; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; Pois fomenta e preserva a prática de tradição popular da Carpintaria Naval, através da revitalização da obra, da exposição dos materiais utilizados, e do repasse de saberes durante a oficina. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos Pois fará a distribuição gratuita de insgressos para todos os eventos realizados pelo projeto; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Pois fez uso da contratação desta atividade para elaboração deste projeto. POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? O projeto "Mastarel" teve início no ano de 2016, ocasião em que a obra foi instalada pela primeira vez no topo do prédio do Mercado do Sal. O trabalho consiste em um objeto naval, um mastro de barco, propriamente dito. Pela própria natureza da arte pública, é importante destacar o contexto no qual a obra está inserida. O Porto do Sal, onde o Mercado está localizado, é um complexo de portos situado na intensa paisagem insular da baía do Guajará. Há mais de oito décadas, esses portos conectam Belém àinúmeras ilhas e furos de rio que rodeiam a cidade. Localizado no centro histórico, território de ruas estreitas e casas com arquitetura portuguesa, o Porto do Sal é singular em meio à paisagem colonial. Instalados na margem do rio, seus habitantes preservam hábitos de seus locais de origem: as ilhas e comunidades ribeirinhas. "Mastarel aborda a potencialidade estética da construção escultórica ribeirinha, cabocla, e a localizadasobre um prédio histórico. Ambas, construções invisibilizadas no território urbano. Patrimônio materiale imaterial, que no acontecimento do trabalho tornam-se o foco. Entram em cena, pois, literalmente,acendem as luzes de um conhecimento em processo de extinção, sobre um contexto em igual condição"_ (ARRUDA, 2019, p.40).A publicação das cópias físicas do livro "Mastarel", consiste no registro visual e textual de toda a memória da pesquisa, salvaguarda a memória da comunidade do Porto do Sal e valoriza suas origens identitárias ; apresenta levantamento histórico sobre o Mercado do Sal, cuja documentação e bibliografia é rara, senão inexistente; sistematiza o processo de construção de mastros e mastaréis em carpintaria naval; documenta a pesquisa em arte pelo viés da prática, assim como a intervenção propriamente dita e seus desdobramentos na comunidade. Mastarel foi produzido em colaboração com o mestre João Aires, morador do Porto do Sal. Nessa obra, o saber-fazer sai do anonimato processual e torna-se o foco, pois, mais que a escultura em si, Mastarel é uma ação. Um verbo, que conjuga, evoca narrativas, identidades, e denuncia o possível desaparecimento daquela comunidade e seu conhecimento tradicional. Isso posto,consideramos Mastarel um projeto de extrema relevância não apenas para a produção dos artistas envolvidos, mas para a cidade de Belém. Através desse trabalho, muitas pessoas do porto começaram a falar sobre suas origens ribeirinhas, as histórias que ouviam quando crianças, quem eles eram e como se tornaram.Devido a complexidade das ações levantadas pelo projeto faz-se necessária a utiliização do Mecanismo de Incentivo à projetos culturais com o intuito de gerar possibilidades múltiplas de captação de patrocínio. Além disso, o projeto se enquadra em todas as exigências enumeradas pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, contribuindo para que o mesmo utilize-se deste mecanismo para fazer-se possível.
O item "40" da planilha orçamentária é referente aos trechos de ida e volta da passagem aérea daartista Lúcia Chedieck (São Paulo x Belém x São Paulo), que atualmente reside na cidade de São Paulo(SP). Lúcia é responsável pelo projeto luminotécnico da proposta desde o ano de construção dainstalação, por este fato, sua presença é indispensável neste trabalho de revitalização da obra. Além deassinar o projeto luminotécnico, a artista também cumprirá a função de facilitadora da oficina de iluminação "Criando paisagens noturnas".
*LIVRO: Em anexo, está a carta de Anuência assinada pela própria autora, afirmando autoria do conteúdo e autorizando a empresa/instituição a utilizar o texto/fotografias/imagens de sua autoria para publicação do livro no projeto. *CARTA DE ANUÊNCIA de todos os principais artistas envolvidos no projeto está em anexo.
EXPOSIÇÃO DE ARTES > Acessibilidade para deficientes visuais: - Instalação de equipamento de sonorização junto a obra para audiodescrição do trabalho e gravaçãode áudio guia para ser executado pelo aparelho sonoro. (Itens 16 e 44 na planilha orçamentária - "Audiodescrição" e "Sonorização", respectivamente) - Impressão expográfica em braille (Item 31 da planilha orçamentária - "Impressão em braille") > Acessibilidade para deficientes auditivos: - Contratação de intérprete de Libras para falas da noite de inauguração da obra. (Item 32 na planilha orçamentária - "Intérprete de Libras") > Acessibilidade para deficientes físicos: - Implementação de rampas para PCD (Item 41 - "Rampa") LIVRO > Acessibilidade para deficientes visuais: - Será criado web site para o compartilhamento do livro na versão online com opção de audiodescrição (Item 1 da planilha orçamentária - "Audiodescrição") > Acessibilidade para deficientes auditivos: - Por se tratar de material totalmente impresso não há necessidade de adaptação para público deficiente auditivo. > Acessibilidade para deficientes físicos: - Implementação de rampas para PCD (Item 41 - "Rampa") CONTRAPARTIDA SOCIAL > Acessibilidade para deficientes auditivos: - Contratação de intérprete de Libras para tradução nas duas oficinas. (Item 52 da planilha orçamentária - "Intérprete de LIBRAS") > Acessibilidade para deficientes visuais: - Contratação de profissional de audiodescrição para descrição da atividade. (Item 55 da planilha orçamentária - "Sonorização") > Acessibilidade para deficientes físicos: - Implementação de rampas para PCD (Item 41 "Rampa") APRESENTAÇÃO MUSICAL > Acessibilidade para deficientes auditivos: - Contratação de intérprete de Libras para tradução das apresentações musicais (Item 59 na planilha orçamentária - "Intérprete de LIBRAS") > Acessibilidade para deficientes visuais: - Contratação de profissional de audiodescrição para descrição da atividade (Item 60 da planilha orçamentária - "Serviço de audiodescrição") > Acessibilidade para deficientes físicos: - Implementação de rampas para PCD (Item 41 - "Rampa") OBSERVAÇÃO: Todas as atividades do projeto irão ocorrer nas dependências do Mercado do Sal, por estemotivo o item de adaptação para deficientes físicos é repetido em vários dos produtos.
PRODUTO PRINCIPAL - EXPOSIÇÃO DE ARTESNa noite de ocupação do mercado, para a inauguração da obra restaurada, será adotada a medidaterceira do do art. 21 da IN no 01/2022 do Ministério da Cidadania: I) Produto cultural oriundo do projeto respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2022: b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; II) Inciso/medida do art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo será adotada no projeto: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.
Artista proponente: Elaine Arruda Artista visual, doutora em Artes Visuais pela ECA-USP. Realizou partedos seus estudos doutorais na Université Paris 8, em função do intercâmbio acadêmico « DoutoradoSanduíche ». É professora efetiva da Universidade Federal do Pará – UFPA, onde ministra as disciplinasde Gravura e meios de reprodução da imagem. Participou, como artista convidada, da exposição Brésiltrois points, que ocorreu no Bateau Lavoir, em Paris. Ainda na França, a artista expôs na BiennaleInternationale de la Gravure, na cidade de Sarcelles; e na mostra Gravures Contemporaines d’ArtistesFrançais et Brésiliens, em Lyon. Na Holanda, expôs no Teatro Munganga e no Amsterdam House of Arts –integrando a coletiva Verbinding – ambos em Amsterdã. Em Québec, Canadá, participou da exposiçãoEstampe Amazonienne, no Centro Artístico Engramme. No Brasil, a artista participou de exposições emdiversas cidades do país, dentre as quais destacam-se: Salão Arte Pará (2019, 2017 e 2014). Foiconvidada a expor na mostra Cheio de Vazio, que ocorreu no Instituto Tomie Ohtake (São Paulo). Aindana capital paulista, expôs no CCSP – Centro Cultural São Paulo (2018); e no Atelier 397 (2015).Participou como artista convidada do Circuito das Artes 2014 – Projeto Triangulações, com itinerânciapelos estados de Alagoas (Pinacoteca Universitária), Pará (Museu de Arte do CCBEU) e Bahia (Museu deArte Moderna – MAM). Artista Proponente: João Aires Mestre João Aires (1958). Nasceu em Santa Cruz do Arari (PA). Trabalhahá 30 anos na região portuária de Belém, sendo atualmente responsável pela construção e manutençãodos barcos do Porto Vasconcelos. Morador do Porto do Sal, mestre João é colaborador do ColetivoAparelho, que atua na região desenvolvendo ações de arte e cidadania. João é o único mestre emcarpintaria naval da região do Porto do Sal – um dos raros locais da cidade onde a prática da construção de barcos em madeira é exercida –, tal é a importância desse mestre para a cultura paraense. Seu conhecimento é um patrimônio cultural e imaterial da região norte do país. Arquiteto: Leno Martins Formado pela FAU – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPa em 2006.Atuante na área de projetos arquitetônicos e complementares (estrutura, fundação, elétrico, etc..),com mais de 10.000m2 projetados e mais de 5.000m2 de obra executadas em Belém e municípios doPará. Antes de trabalhar como autônomo no ramo da Arquitetura e Engenharia atuou em empresasprivadas do ramo onde adquiriu vasta experiência em projetos e execução de obras. Iluminadora: Lúcia Chedieck Atua na área das Artes Cênicas e Arquitetura, com criações em peças de teatro, projetos em arquitetura cênica e luminotecnia. Sua origem está na cenografia, o que o fazinterpretar o espaço arquitetônico por um ponto de vista peculiar. Em arquitetura executa projetos emiluminação cênica, auditórios, galerias de arte, museus, igrejas, estúdios e residências, entre eles:Projeto de iluminação cênica Sala de cinema no Instituto Moreira Salles, São Paulo 2017; Projeto deIluminação Monumental para a Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, Belém-PA 2005; Galeria Garage SãoPaulo/SP 2013; Igreja de São Benedito, Bragança/PA 2011. Indicação ao Prêmio Shell de Teatro demelhor Iluminação em 2013; Indicação ao Prêmio Shell de Teatro melhor iluminação em 2012, Indicaçãoao Prêmio Shell de Teatro melhor iluminação em 2008; Vencedora do Prêmio Shell de Teatro de melhoriluminação em 2005; Vencedora do Prêmio III Prêmio ABILUX de Arquitetura – São Paulo 2006- ; Projetode Iluminação Monumental para a Basílica Santuário de Nazaré, Belém-PA. Indicação ao Prêmio APETESP1995, pelo espetáculo “Angels in América”, em São Paulo-SP; Vencedora do Prêmio APETESP de MelhorIluminação em 1991, pelo espetáculo “Enq o gnomo”, São Paulo-SP. Produtora: Samia Oliveira Natural de Belém (PA). É produtora cultural, atriz e arte-educadora,bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) em 2017. Éespecialista em Arte-Educação pela pós-graduação do SENAC (SP). Foi produtora de diversosespetáculos teatrais: “CIDADELA”; “Silêncio”; “O incansável Dom Quixote”; “A santa joana dosmatadouros”; “Lima entre nós” e “Vácuo” (produção executiva), “Trilogia Sensível”; “Cada qual em seubarril” e “Rir é o melhor remédio” no Rio de Janeiro e “Orlando” e “Maniva” em Belém (produção local). É diretora de produção do espetáculo infantil “Dinossauros e Pelancas” desde 2015. Foi aluna- coordenadora e bolsista do projeto de extensão “FITU-Festival Integrado de Teatro da UNIRIO” entre 2013 e 2017 e produtora do festival “Rio Mapping Festival” em 2017 e 2018 no Rio de Janeiro. Trabalha na produção de projetos da cantora paraense Juliana Sinimbú desde 2012. Em 2019 tornou-se parceira da Melé Produções e co-fundadora da Brea Cultural em Belém, com quem pôde desenvolver os projetos “Saravá” e “Na brea”. Em 2020 tornou-se parceira do Telas em Movimento como elaboradora de projetos. Coordenação de Comunicação: Juliana Mufarrej Juliana Rose Mufarrej é jornalista e social media, pós-graduada em Comunicação Institucional. Atualmente analista de Marketing e Comunicação do Sebrae no Pará, trabalha com comunicação corporativa, gerenciamento das mídias sociais institucionais, gestão de tráfego e assessoria de imprensa. É certificada pelo Facebook como Lead Trainer, Media Planning eMedia Buying Professional e Digital Marketing Associate. Foi editora e repórter do caderno de Cultura dojornal Diário do Pará e assessora de imprensa do Instituto de Artes do Pará. Possui ainda formaçãotécnica em teatro pela Universidade Federal do Pará. Curadora: Vânia Leal Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura. Docente da Secretaria deEducação desde 2004. Coordenadora e Curadora Educacional do Projeto Arte Pará desde 2007.Participou de júris de seleção e premiação e organizações de salões como o 9o Salão de ArteContemporânea SESC Amapá em 2013, Salão UNAMA de Pequenos Formatos, da Curadoria da individualde Flavya Mutran, Odair Mindelo, Elciclei Araújo no Edital do Banco da Amazônia. Foi curadora demapeamento da região norte no Projeto Rumos Itaú Cultural de Artes Visuais, Edição de 2011.Consultora Curatorial do Projeto Arte Contemporânea - SEBRAE - em Rio Branco no Acre. CuradoraEducacional da Exposição Amazônia - A Arte no Museu Vale em Vitória - ES e no Palácio das Artes emBelo Horizonte – MG em 2010. Curadora Educacional da Exposição Fermata de OSGÊMEOS no Museu Valeem Vitória – ES em 2012. Curadora Educacional da Exposição Das Viagens, dos Desejos, dos Caminhosem 2014 sob a curadoria geral de Bitu Casudé no Museu vale em Vitória - ES. Curadora da mostraItinerante Circuito das Artes Triangulações em Belém, no ano de 2014. Avaliadora de seleção Rumos ItaúCultural edição 2015 e 2016. Avaliadora de seleção Rumos Itaú Cultural 2017/2018. Curadora indicadoraPrêmio Pipa 2017. Curadora da Exposição Mastarel: Rotas Imaginais da artista Elaine Arruda no Banco daAmazônia em 2019. Curadora Exposição Tecidos de Certeza da artista Elisa Arruda na Galeria Elf em2019. Comissão de Seleção do 24o Salão Anapolino de Arte – em 2019. Comissão de seleção do EditalRumos Itaú Cultural 2019/2020. Curadora e organizadora da Coleção Guajará de artistas paraenses quefaz parte do Museu de Artes Plásticas de Anápolis – (MAPA), ano 2021. Coordenação administrativa: Apneia Cultural A Apneia Cultural é uma empresa que, sempre comprometida com o desenvolvimento auto-sustentável da Região Norte, pensa suas ações a partir deum interesse comum: fomentar as artes através da democratização de conhecimento e ferramentastecnológicas.Além de conceber, captar e executar projetos culturais, a Apneia oferece serviços de produção emcultura e comunicação, consultoria cultural e trabalhos em tecnologia. No Projeto Mastarel será aresponsável pela administração do projeto, no que tange sua execução contábil, jurídica eadministrativa.
PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.