| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 43999424000114 | VOLVO DO BRASIL VEICULOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 2,86 mi |
| 76484013000145 | COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANA SANEPAR | 1900-01-01 | R$ 800,0 mil |
| 03584906000199 | Agência de Fomento do Paraná | 1900-01-01 | R$ 341,6 mil |
| 04368898000106 | Copel Distribuição S.A | 1900-01-01 | R$ 261,8 mil |
| 31264770000175 | AUTOBARIGUI COMERCIO DE VEICULOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 55,0 mil |
| 14511781000193 | BARIGUI COMPANHIA HIPOTECÁRIA | 1900-01-01 | R$ 40,0 mil |
| 12348206000196 | UNISERV SERVICOS FINANCEIROS LTDA | 1900-01-01 | R$ 40,0 mil |
| 35742218000104 | F.D.A. GERACAO DE ENERGIA ELETRICA S.A. | 1900-01-01 | R$ 38,2 mil |
| 09602000000136 | AUTOMOVEIS BARIGUI LTDA | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| 46401445000184 | DI DOCUMENTACAO IMOBILIARIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
A Mostra Comemorativa dos 20 Anos da Sociedade de Amigos do Museu Paranaense tem finalidade de apresentar um conjunto de ações culturais, artísticas e educacionais, desenvolvidas por um período de 18 meses. As ações - 12 exposições e outras ações de registro, documentação, divulgação e reflexão - colocarão em foco o vínculo de parceria frutífera e longínqua entre a Sociedade de Amigos do Museu Paranaense (SAMP) e o Museu Paranaense (MUPA) que teve e tem por missão prioritária auxiliar o Museu Paranaense (MUPA) no atingimento de seus objetivos institucionais, por meio do fomento, à sua, programação de exposições, conservação e divulgação.
NÃO SE APLICA.
Objetivos GeraisRealizar um conjunto de ações culturais em ocasião dos 20 anos de atuação da Sociedade de Amigos do Museu Paranaense com o objetivo de promover diálogo entre públicos variados. Um projeto para todas as idades, classes, gêneros, raças e credos, artistas, pesquisadores e convidados, que busca reafirmar a importância da cultura imaterial e material, dos saberes ancestrais e da potência da parceria entre a SAMP e o Museu Paranaense para o fortalecimento dos espaços culturais enquanto espaço de relações, onde se dialogam diferenças.A Mostra Comemorativa dos 20 Anos da Sociedade de Amigos do Museu Paranaense é orientada pelos seguintes eixos /conceitos norteadores: Identidades múltiplas, Ecologia, Memória - em construção e Cosmovisões. As ações objetivam atender a três eixos referenciais de atuação da Sociedade de Amigos do Museu Paranaense ao longo de sua parceria com o MUPA:? Preservar, conservar, pesquisar as manifestações artístico culturais através do acervo do Museu Paranaense;? Fomentar e desenvolver pesquisas nas áreas de Antropologia, Arte Contemporânea, Arquitetura, Museologia, História e Arqueologia;? Desencadear diálogos, intertextualidades, entre as ciências e as artes.Em atendimento ao artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, atendemos de maneira integral, as finalidades transcritas abaixo: Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados aÌ€s seguintes finalidades:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas vaÌ?rias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do PaiÌ?s e sua difusão em escala nacional;IV - promover a preservação e o uso sustentaÌ?vel do patrimoÌ‚nio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população aÌ€ fruição e aÌ€ produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas aÌ€ promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artiÌ?stica e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura;VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural;X - apoiar a inovação em atividades artiÌ?sticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias;XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, teÌ?cnicos e estudiosos da cultura brasileira;XII - apoiar as atividades culturais de caraÌ?ter sacro, claÌ?ssico e de preservação e restauro de patrimoÌ‚nio histoÌ?rico material, tombados ou não;XIII - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artiÌ?stico-culturais tradicionais, aleÌ?m daquelas jaÌ? tombadas como patrimoÌ‚nio cultural imaterial;XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das poliÌ?ticas de cultura do Governo federal; eFUNDAMENTAÇÃOA Mostra Comemorativa dos 20 Anos da Sociedade de Amigos do Museu Paranaense se ateve, em sua elaboração, a todos os incisos acima descritos, traduzindo em suas ações, temas e objetivos a perfeita aplicação destas finalidades.Objetivos Específicos- Realizar 16* exposições com acervo do Museu Paranaense e em parceria com outras instituições e artistas.(Por ocasião da COMPLEMENTAÇÃO orçamentária, em dez/2023)A Mostra prevê a contratação de educadores para trabalhar junto aos projetos expositivos.Atendimentos previstos: 18.000.As exposições estão subdivididas pelo seu respectivo porte, tanto em relação ao número de obras, materiais expográficos e serviços necessários à sua montagem, consequentemente impactando no seu custeio final: 4 exposições de pequeno; 5 exposições de médio porte; 3 exposições de grande porte.- Realizar 01 projeto editorial: Publicação de Livro-Arte, edição comemorativa de 20 anos da SAMP, que traz um compendio do registro das ações artísticas, educacionais e culturais produzidas pela Sociedade de Amigos do Museu Paranaense junto ao Museu Paranaense. Ações essas acessíveis e inclusivas, que fomentam a diversidade e a sustentabilidade; contando sempre com a participação das comunidades, proporcionando experiências diversas para educação, fruição, reflexão e partilha de conhecimento.Tiragem livro: 500 unidades.Cronograma Preliminar (previsão):EXPOSIÇÕES1. Exposição com tema "Acessibilidade", Duração 18 meses.- Historia do Museu Paranaense e suas exposições contadas através de maquete tátil e conjunto gráfico e sonoro acessível.2. Exposição e Açõoes "Programa Público", Duração 4 meses. - Ciclo de ações artríticas norteadas pelo tema "O homem e seus vínculos com o meio ambiente". 3. Exposição escolhida por Edital de Ocupação do Espaço Vitrine do Museu Paranaense 1 (a definir), Duração 3 meses.4. Exposição individual da artista Luana Vitra (a confirmar): 4 meses.5. Exposição individual do artista Hugo Mendes (a confirmar): 10 meses.6. Exposição de itinerância (a definir), Duração 4 meses. 7. Exposição escolhida por Edital de Ocupação do Espaço Vitrine do Museu Paranaense 2 (a definir), Duração 3 meses.8. Exposição "Arqueologia do Paraná" (título provisório), Duração 12 meses.9. Exposição do Acervo Histórico do MUPA "Sociedade sacralizada e territórios" (título provisório), Duração 12 meses.10. Exposição "Residência Artística do artista Davi de Jesus do Nascimento" (a confirmar), Duração 3 meses.11. Exposição escolhida por Edital de Ocupação do Espaço Vitrine do Museu Paranaense 3 (a definir), Duração 3 meses.12. Exposição "Bispo do Rosário em diálogo com Glicéria Tupinambá" (a confirmar) e acervo do MUPA, Duração 8 meses.*Inclusão das Exposições Abaixo (Nos Objetivos Específicos)13. Exposição (Obras/Poéticas) Artista Aline Motta.14. Exposição escolhida por Edital de Ocupação do Espaço Vitrine do Museu Paranaense 4 (a definir), Duração 3 meses.15. Exposição escolhida por Edital de Ocupação do Espaço Vitrine do Museu Paranaense 5 (a definir), Duração 3 meses.16. Exposição escolhida por Edital de Ocupação do Espaço Vitrine do Museu Paranaense 6 (a definir), Duração 3 meses.*Observações:- Detalhamento das exposições e projeto editorial (livro) detalhadas no PDF em anexo "PROPOSTA MUSEOGRÁFICA".- Poderá haver substituições de artistas e temas das exposições, por eventualidades inerentes às atividades programadas, artistas e análise das propostas pelas curadorias do MUPA, respeitando o escopo do porte de cada exposição, na programação proposta neste projeto.
A Sociedade de Amigos do Museu Paranaense é uma entidade sem fins lucrativos criada no ano de 2003, e sua missão é auxiliar o Museu Paranaense - MUPA, em suas ações de manutenção e preservação do acervo, desenvolvimento de atividades, bem como nas ações de pesquisa e na divulgação de suas atividades de forma geral. O projeto Mostra Comemorativa dos 20 anos da Sociedade de Amigos do Museu Paranaense tem por finalidade e objetivos, aqueles elencadas nos Artigo 1 e 3 da Lei 8313/91, abaixo descritos:- Artigo 1: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso aÌ€s fontes da cultura e o pleno exerciÌ?cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artiÌ?stica brasileira, com valorização de recursos humanos e conteuÌ?dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsaÌ?veis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobreviveÌ‚ncia e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimoÌ‚nio cultural e histoÌ?rico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memoÌ?ria; IX - priorizar o produto cultural originaÌ?rio do PaiÌ?s. - Artigo 3: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. O Projeto prevê a execução de 12 exposições que ocuparão 5 espaços expositivos do Museu Paranaense em tempos alternados e uma itinerância e 1 projeto editorial (livro), tendo no seu total a duração de 18 mesês (período de execução). Todo conjunto de ações contará com atividades de formação do educativo, com o intuito de possibilitar maior envolvimento do público. Visando alcançar um público ainda mais amplo, todos os textos os materiais gráficos derivados estarão disponíveis em português e inglês. O objetivo é de assegurar recursos para executar ações cuja realização só se faz possível com patrocínios de apoiadores pessoa jurídica ou física. Visa, portanto, buscar no mecanismo fiscal viabilizar ações que contribuam para a difusão e a valorização das expressões culturais, e a continuidade do trabalho de preservação dos bens de um acervo com reconhecido valor cultural. BREVE HISTÓRICO DA SOCIEDADE DE AMIGOS DO MUSEU PARANAENSE (SAMP) Fundada em 2003, a Sociedade de Amigos do Museu Paranaense (SAMP), sociedade civil sem fins lucrativos, ocupa o papel de apoio e cooperação junto ao Museu Paranaense, instituição pública vinculada à Secretaria da Comunicação Social e da Cultura, Estado do PR. A relação existente entre a Sociedade de Amigos do Museu Paranaense e Governo do Paraná via Secretaria da Comunicação Social e da Cultura, passa pelo vínculo entre a sociedade de amigos e o Museu Paranaense. Em seus vinte anos de atuação, a Sociedade de Amigos do Museu Paranaense atua ativamente no desenvolvimento de ações e iniciativas lançadas ou exercidas pelo Museu Paranaense, como produtora fornece apoio técnico, contratação de prestadores de serviços, equipamentos e elaboração de planos de captação de recursos. A Sociedade de Amigos do Museu Paranaense ainda presta auxílio de preservação, defesa e manutenção de atividades patrimoniais, mediante execução direta/indireta de programas e projetos, respeitando suas normas e regulamentos vigentes, conforme dita seu Estatuto. Ao longo dos 20 anos de atuação a SAMP forneceu apoio ao Museu Paranaense no emprego deste recurso, que resultou em diversas ações como: edital de premiação para artistas, adequações de espaço expositivo para compor mostras de curta, comunicação bilíngüe, acessibilidade em libras em eventos, restauro de novos acervos para exposições, contratação de profissionais especializados para funções necessárias à realização de ações educacionais e construindo parcerias interinstitucionais. A sociedade, em seu relacionamento simbiótico com o Museu Paranaense, movimenta seus ativos intangíveis, que consistem nos seus associados e sua força produtiva, capaz de mobilizar a sociedade paranaense em prol da manutenção de atividades culturais, visando de forma constante à execução de atividades essenciais à manutenção de uma instituição publica como o Museu Paranaense colocando-o como espaço público de qualidade prestando serviço cultural de suma importância socioeducacional e movimentando a cadeia da economia local. BREVE HISTÓRICO DO MUSEU PARANAENSE O Museu Paranaense possui uma história centenária que se reporta à época de constituição da Província do Paraná, posteriormente o Estado do Paraná. Fundado em 1876, o Museu Paranaense é o terceiro museu público mais antigo do Brasil e foi a primeira instituição científica e cultural do Paraná. A riqueza das coleções do MUPA _ que juntas, constituem um conjunto de aproximadamente 500 mil, sua variedade e originalidade fazem com que seja um dos mais importantes da América Latina. Arqueológico, antropológico e histórico: isto quer dizer que o visitante pode encontrar-se com um fóssil de milhões de anos ou acompanhar os rituais ameríndios do Paraná, do Amazonas e do Peru. Entre suas coleções destacam-se as etnográficas, arqueológicas, históricas e artísticas do Museu Paranaense tombadas em 1941 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) no processo 140-T38, e a Coleção David Carneiro, também tombada pelo IPHAN em 1941, devido a sua relevância artística, etno-histórica e arqueológica. Sublinha-se também as coleções de João Américo Peret, Telêmaco Borba, Günther Tessmann, Wanda Hanke e Vladimir Kozák, a qual dado seu relevo passou a integrar o Programa Memória do Mundo da Unesco em 2017. Em 1882, de particular, transformou-se em órgão oficial de governo. Além disso, com o tempo, a instituição passou a ser um importante centro de pesquisa e difusão de conhecimento, anteriores à existência de universidades nesta região. Essa mudança propiciou a vinda de "missões científicas" para o Paraná, bem como o desenvolvimento de expedições a campo. Neste momento, o Museu Paranaense funcionava como a maioria das instituições museológicas, atuando como um grande gabinete de curiosidades, recebendo uma quantidade significativa de visitantes para uma cidade pequena como Curitiba na conjuntura temporal. Até a construção do Passeio Público Municipal em 1886, o Museu Paranaense era o único espaço cultural da cidade de Curitiba. Desde o início, a instituição fez parte de significativas mostras, sendo a Exposição Internacional da Filadélfia em 1876, a Exposição Antropológica Brasileira, realizada no Museu Nacional, em 1882, e a Exposição Sul-Americana, ocorrida em Berlim em 1887, alguns exemplos. Entre 1950 e 1970, com a reestruturação das universidades e a perda de vários pesquisadores, parte do acervo de história natural é redirecionada para fundar outras instituições no Paraná, como o Museu de História Natural Capão da Imbuia, o Museu Botânico de Curitiba, Museu de Arqueologia e Etnografia da Universidade Federal do Paraná e o Instituto de Biologia e Tecnologia do Paraná, atual TECPAR. A partir dessa mudança, o museu passou a especializar-se nas áreas de antropologia, arqueologia e história. Na atualidade, o Museu Paranaense passa tanto por um processo de resgate de sua história quanto se fortalece quanto instituição museológica e de pesquisa, abrindo caminho para novas narrativas expositivas, perspectivas metodológicas de pesquisa e produção de conhecimento. Guardião de um acervo que conta a história do Paraná e do Brasil desde suas primeiras ocupações por povos originários até sua composição multicultural atual, o museu traz à comunidade questões de relevância primordial na identidade paranaense, promovendo diálogos constantes com a sociedade, deixando o ar de gabinete de curiosidades no passado e assumindo o papel central de instituição pública com responsabilidades sociais. A diversidade dos temas das exposições em cartaz e as atividades oferecidas gratuitamente pelo Museu — música, dança, palestras, exposições, mesas redondas, performances e seminários — têm atraído cada vez mais visitantes de diferentes idades e interesses. Destaca-se também a presença de um público escolar expressivo, que além de experienciar o Museu Paranaense, suas atividades e exposições no âmbito cultural, são beneficiados pelo caráter educativo proporcionado pela instituição.
SOBRE TRECHOS E BENEFICIÁRIOS DAS PASSAGENS AÉREAS E TERRESTRESO projeto prevê custeios, detalhados em planilha orçamentária (de forma estimada), e, após definidos os projetos de exposição pelas equipes de curadoria, visando contemplar prioritariamente, os artistas e respectivamente os membros de suas equipes de trabalho.Portanto, os beneficiados pelas passagens e as cidades de deslocamento serão definidos futuramente de acordo com os projetos de ocupação aprovados pela curadoria, detalhadamente informados nos documentos fiscais e relatórios finais do projeto (Relatório de Prestação)
LIVRO PROJETO EDITORIAL O Livro traz compendio das principais ações artísticas, educacionais e culturais desenvolvidas a partir da parceria colaborativa entre Sociedade de Amigos do Museu Paranaense e o Museu Paranaense. Está prevista publicação bilíngue (português/inglês) e constarão a especificação de quantidade total 500 unidades distribuídas de forma gratuita. Especificação Técnica / Referência: MIOLO: - Formato fechado: 17 (largura) x 24cm (altura) - Formato aberto: 34 (largura) x 24cm (altura) - Papel: Munken Lynx Rough 120g (impressão com sentido de fibra paralelo à lombada) - Cores: 6x6 (CMYK + Pantone 877U + Pantone Orange 021U) - Cadernos costurados com linha (cor da linha a definir) - 320 páginas CAPA: - Capa dura - Formato fechado: 17,5 (largura) x 24,8cm (altura) - Formato aberto: 38 (largura) (Lombada aproximada de 3cm) x 25,6cm (altura) - Papel de revestimento: Master Blank Linho 135g - Cores: 5x0 (CMYK + Pantone comum) - Espessura do papelão: 2mm - Lombada quadrada; Lombada solta, com costura aparente - Acabamentos: verniz a base d'água, baixo relevo (área a definir) GUARDAS E FORRO: - Papel: Stardream Silver 120g da Cordenons Considerar folhas de guarda no início e no fim do livro. MATERIAL ANEXO (inserido no fim do livro): Cartaz - Formato fechado: 16 (largura) x 23cm (altura) - Formato aberto: 46 (largura) x 64cm (altura) - 3 dobras paralelas e 1 cruz - Papel: Munken Lynx Rough 120g - Cor: 5x5 (CMYK + Pantone 877U) EMBALAGEM: - Shrink individual. PROJETO PEDAGÓGICO Apresentação O projeto pedagógico da Mostra Comemorativa se concentra em ações educativas realizadas durante os 18 meses de vigência do projeto compostas de visitas mediadas ao público e o desenvolvimento de outras ações educativas relacionadas às 12 exposições previstas. O setor educativo desenvolverá suas atividades em articulação com as diversas áreas de pesquisa que compõem o organograma do MUPA (antropologia, arqueologia e história) e o conjunto de ações da Mostra, propondo estabelecer relações dialógicas com os visitantes, considerando as múltiplas formas de aprender e compartilhar conhecimento coletivamente. Todas as atividades acontecerão nos espaços expositivos do MUPA, no auditório e nas áreas externas do museu. O educativo atua como unidade mediadora entre o museu e o público de perfis diversos, espontâneos e agendados. O projeto prevê a contratação de educadores (professores, oficineiros e palestrantes) para trabalhar em conjunto ao setor educativo do MUPA em todo o deccorrer das 12 exposições. Projetos de ação educativa: 1. Domingo no MUPA – Visita as exposições Exposição acessibilidade – Sala São Francisco: Serão promovidas 12 visitas mediadas acompanhadas de oficinas de práticas artísticas destinadas ao público espontâneo aos domingos ao longo dos mesês de vigência do programa de exposições da Mostra comemorativa. A visita mediada contemplará a história do Palácio São Francisco e seu entorno. Destinada ao público local e turístico que frequenta o Centro Histórico da capital paranaense, o circuito guiado terá como foco principal o Palácio São Francisco-Museu Paranaense, mas também envolverá outras construções históricas, como o Palácio Belvedere (1915), o Palácio Garibaldi (1904) e a Igreja da Nossa Senhora do Rosário de São Benedito (1737/1946). O objetivo da atividade é analisar e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, da cultura paranaense, incluindo suas matrizes africanas e europeias de diferentes épocas. Ao final da visita mediada, com duração de aproximadamente 1 hora e 20 minutos, os participantes serão convidados a fazer uma oficina de prática artística sobre o tema do patrimônio. A oficina ocorrerá no jardim do Museu Paranaense e será destinada a todos os visitantes. A oficina deve variar periodicamente, em termos de técnica e materiais empregados, mas sempre contemplará o tema do patrimônio cultural material e imaterial que possa ser relacionado ao programa de exposições da Mostra Comemorativa. O objetivo da ação é analisar e valorizar o patrimônio cultural da cultura paranaense, combinado com a experimentação de diferentes formas de expressão artística (pintura, desenho, colagem, quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia etc.), fazendo uso sustentável de materiais, instrumentos, recursos e técnicas convencionais e não convencionais. A visita mediada e oficina são destinadas a todos os públicos de forma gratuita. A estimativa de público atendido em cada dia de atividade é de aproximadamente 120 pessoas. O objetivo da visita mediada e oficina é, antes de tudo, sensibilizar o público quanto à importância de conhecer e preservar o patrimônio cultural a partir de atividades dialógicas e práticas artísticas. Vale ressaltar que aos domingos, o Museu Paranaense recebe um número expressivo de visitantes devido à sua localização junto à tradicional Feira do Largo da Ordem que ocorre todos os domingos. 2. Férias no MUPA A proposta de ação educativa Férias no MUPA organiza-se em duas partes: Visita mediada a exposisão de grande porte que trará as obras de Bispo do Rosário em diálogo com Glicéria Tupinambá (a confirmar) e acervo indigenas do MUPA e uma oficina prática. As duas atividades terão a duração total de 1h30min. Destinada às crianças de 6 a 10 anos. A cada encontro, serão atendidas 10 crianças, cada uma delas acompanhada por um adulto. As inscrições deverão ser feitas antecipadamente através do site do Museu Paranaense. Conhecendo os povos indígenas e comunidades tradicionais de matriz africana A ação educativa Férias no MUPA inicia com uma visita mediada à exposição Bispo do Rosário em diálogo com Glicéria Tupinambá (a confirmar) e acervo antropológico do MUPA. A exposição de grande porte, ocupará a sala Lange de Morretes do Museu Paranaense. A visita terá duração prevista de 40 minutos. Após receber o grupo na recepção do museu, os educadores deverão conduzir as crianças até a exposição. No primeiro momento da visita, as crianças serão convidadas a percorrer a exposição. Na seqüência, o educador irá reunir o grupo e convidar as crianças a sentarem no chão, em formato de círculo, para em seguida perguntar o que mais lhes chamou a atenção, de modo que as crianças sejam incentivadas a interagir com o educador e demais participantes durante a mediação. A partir dos questionamentos trazidos pelas crianças, o educador começará a apresentar as obras e contar sobre os povos indigenas e comunidades de matriz africana, seus artefatos, suas características e a localização geográfica. Partindo da curiosidade do visitante, o educador terá a oportunidade de teorizar sobre os objetos expostos. Após esse momento, o educador irá contar uma história indígena pertencente a um dos grupos étnicos abordados durante a visita. Atento às dúvidas e percepções dos visitantes, o educador poderá interromper a leitura para solucionar alguma questão ou enfatizar aspectos da história que achar interessante. Ao finalizar a história, o educador irá perguntar às crianças o que entenderam sobre a mesma, quais as dúvidas e falar um pouco sobre o papel dos mitos para a organização dos povos indígenas e de matriz africana. Realizada essa conversa acerca da história narrada, o educador perguntará aos visitantes quais palavras de origem indígena ou africana que eles conhecem e, em seguida, pedirá para algumas crianças sortearem algumas palavras em um pequeno cesto. Algumas crianças irão ler a palavra sorteada, e na sequência o educador perguntará se elas conhecem o significado. Caso elas não saibam, ele poderá contar o que ela significa na língua de origem. É importante o educador falar a qual língua indígena àquela palavra pertence a fim de apresentar às crianças a multiplicidade de línguas indígenas existentes no Brasil. Oficina Cantos e brincadeiras Após a visita mediada, acompanhada pela contação de histórias e descoberta de palavras de origem indígenas e de matri africana presentes em nosso dia a dia, as crianças irão para o jardim do Museu Paranaense (em caso de chuva, a oficina pode ser realizada na varanda). Nesse segundo momento, os visitantes serão convidados a cantar uma música indígena ou de origem africana, acompanhados de dança em roda. Na sequência, o educador irá disponibilizar às crianças algumas brincadeiras como peteca, jogo da memória e também ensinar o jogos de origem indigena e provenientes de comunidades tradicionais de matriz africana. No jogo da memória, desenvolvido pela equipe do Museu Paranaense e colaboradores externos, as crianças poderão conhecer os nomes indígenas de alguns animais, além de espécies da flora e fauna brasileira. Nesse momento, as crianças terão a oportunidade de conhecer mais sobre determinados grafismos étnicos. Para isso, o educador irá apresentar alguns desses grafismos, identificando o grupo étnico ao qual pertence, além de contextualizar seus usos e significados para o grupo. Cada visitante receberá um marcador de páginas que contém o grafismo escolhido, onde poderá consultar as informações sobre o seu significado quando quiser. Justificativa A escolha da temática dos primeiros povos e comunidades tradicionais de matriz africana se deu pela importância deste acervo junto à instituição que demonstrou, desde seu início, o interesse em formar, organizar e expor a cultura material e imaterial das populações tradicionais. Em relação à etnologia indígena, tem sido dada atenção especial ao estudo do acervo da coleção Vladimir Kozák, pesquisador responsável pelo registro em filmes, fotografias e desenhos de diversos povos indígenas brasileiros entre as décadas de 1940 e 1950. Desde 2017, esse recorte do acervo Kozák ligado aos indígenas é patrimônio documental da humanidade e do Brasil pelo Programa Memória do Mundo da UNESCO. Outro norteador significativo para escolha do tema para a ação educativa Férias no MUPA foi o interesse do público sobre o acervo antropológico do MUPA, sobretudo das crianças, quedemonstram curiosidade e fascínio durante as visitas a essa parte do circuito expositivo. 3. Ação educativa | O LUGAR DOS INDÍGENAS (passado e presente)Introdução A partir da ideia do projeto de grande porte de exposição de itinerância que cropõe levar o acervo Mebêngôkre (Kayapó) a aldeia de origem desse acervo nos colocamos a pergunta que fundamente esta ação educativa. Qual é o lugar dos povos indígenas no Brasil? A polissemia da palavra lugar oferece de cara uma primeira complexidade a tal questionamento; mas, certamente, a dificuldade para a construção de um argumento objetivo para esta pergunta não reside apenas na particular complexidade que o conceito de lugar oferece, mas, também, no que compreendemos pela ideia de povos indígenas. Responder qual é o lugar dos indígenas no Brasil é, assim, um grande desafio. Territorialmente não é apenas um lugar, mas centenas. Mais precisamente, em 2011, eram 677 terras indígenas que ocupavam 12,21% dos mais de 850 milhões de hectares que compõem a extensão total do território brasileiro (ISA, 2011). Em termos de indivíduos, a questão também ganha proporções interessantes. Os dados gerais do Censo do IBGE de 2010 registraram 817.963 pessoas que se autodeclaram indígenas no Brasil – 315 mil estavam em áreas urbanas e mais de meio milhão em áreas rurais (ISA, 2011). Os números de etnias indígenas no país também impressionam: 235 povos que falam mais de 160 línguas e dialetos (ISA, 2011). Definitivamente apontar qual o lugar de grupos e indivíduos tão numerosos e tão diversos não parece ser uma tarefa fácil e, quem sabe, possível. Por outro lado, quando se trata das inúmeras representações, a nível historiográfico, mitológico ou de puro folclore, que nutrem o imaginário de pessoas não indígenas, ao se tocar no tema, o lugar dado aos povos originários perde toda a complexidade que os números citados acima representam (ainda que muito vagamente). No campo das representações surge, com frequência, uma ideia abstrata de indígena enquanto uma unidade que possui uma relação natural ou sobrenatural, ao invés de social, com a natureza e que precisa ter sua cultura valorizada justamente “porque estas se constituem, potencialmente, em um reservatório de tecnologias úteis para o ‘desenvolvimento sustentável’ da Amazônia” (VIVEIRO DE CASTRO, 2011, p. 69). Então, qual é o verdadeiro lugar dos indígenas no Brasil? As respostas são infinitas: nas universidades ainda é um lugar tímido, apesar do aumento considerável de universitários indígenas, sobretudo na última década (BERGAMASCHI; DOEBBER; BRITO, 2018); enquanto que na luta pela subsistência, o lugar dos indígenas no Brasil pode ser na contraditória produção de soja em parceria com fazendeiros locais, como no caso dos Paresi no Mato Grosso (REPÓRTER BRASIL, 2011), ou na já tradicional venda de artesanato em grandes centros urbanos; na história regional o lugar deles e delas pode ser no mito do índio pacífico e submisso que, na realidade, esconde conflitos violentos e genocidas; na política partidária o lugar dos indígenas pode ser em 350 candidaturas em 150 municípios brasileiros (SMILlJANIC, 2011); já no território nacional este lugar está definitivamente em constante disputas físicas e jurídicas que se movimentam de acordo com os interesses do poder Executivo Federal (deste ou de tantos outros governos anteriores), do agronegócio ou das estratégias de resistência das aldeias. Por fim, em uma pandemia o lugar dos indígenas pode ser na omissão das autoridades que, até o momento, tem por resultado mais de 30 mil índios infectados e quase 800 mortos em 150 etnias (ISA, 2020) em uma história que infelizmente parece se repetir. O fato é que a força de tal questionamento está justamente na sua complexidade e na ausência de uma única resposta para ele. Questionar o lugar dos indígenas em termos de historiografia, representação e território mostra-se, assim, como um exercício necessário para um “descongelamento” e fracionamento da unidade que nos habituamos a chamar de indígena brasileiro, quando, na verdade, são mais de 800 mil pessoas que compartilham das mais variadas expectativas políticas, econômica, sanitárias ou político-partidárias e que se organizam socioculturalmente nos tensionamentos da contemporaneidade e não em um passado remoto. Pensando assim que nós do Setor Educativo do Museu Paranaense (MUPA) elaboramos este projeto de ação educativa que objetiva, antes de tudo, levantar em nossas visitas mediadas, oficinas e eventos de formação sobre a temática indígena a questão que aqui neste texto já foi tantas vezes repetida: qual é o lugar dos povos indígenas no Brasil? Reconhecendo a forçar reflexiva de tal questionamento enquanto um esforço de trazer o debate para os tensionamentos da contemporaneidade e afastar qualquer vestígio de uma ideia “congelada” sobre os indígenas no Brasil, elegemos esta pergunta como problema central para este projeto de ação educativa que deve se desdobrar nas seguintes ações: Visita Mediada para Público Agendado Pautada no método já em uso de construção de diálogo com os visitantes por meio de questionamentos, a visita mediada ganha com a atual agenda de pesquisa e debate do Setor Educativo um novo direcionamento com o problema-chave em questão (qual é o lugar dos indígenas no Brasil?). Com a pergunta, o objetivo é trazer o debate para a contemporaneidade no sentido de inserir nas visitas diferentes pautas que possam conferir aos indígenas interesses gerais e particulares que são próprios de grupos sociais que, mesmo com a suas especificidades, vivem de acordo com os tensionamentos da atualidade. A proposta é dar às visitas mediadas, independentemente da faixa etária dos visitantes, uma nova dinâmica que combine conversas e esclarecimento sobre a cultura material, que indiscutivelmente predomina na mostra, sem deixar de colocar em pauta temas como política, economia, disputas territoriais, combate ao coronavírus etc. Oficina para público agendado A oficina para público agendado deve se dividir em dois eixos: um primeiro que contemple momentos de concentração; e um segundo que possibilite instantes de descontração combinado com a construção de memórias afetivas sobre o museu por parte dos visitantes. No primeiro eixo a atividade consistirá na confecção de cartazes com tintas naturais que respondam ao problema-chave da ação educativa. O objetivo é trazer a estética de um instrumento de manifestação política muito característico como o cartaz, combinando-o com a prática de confecção e aplicação de tintas naturais que, por sua vez, simbolizam técnicas tradicionais entre os indígenas brasileiros. No segundo eixo a oficina se desdobrará em diferentes práticas que devem ser executadas no jardim do museu. Serão ofertadas contação de história/conversas sobre pintura corporal ou sobre a importância do mel e das abelhas para algumas sociedades indígenas; além de tours pelo jardim utilizando o aplicativo do MUPA, desenvolvido em colaboração com a SAMP e subsidiado em projeto de incentivo, que poderá proporcionar conversas sobre botânica e conhecimentos tradicionais indígenas. O objetivo é reforçar, por meio de estratégias lúdicas, a presença indígena em nossas práticas culturais cotidianas, bem como tratar das formas de organização social de determinadas etnias. A divisão em dois eixos visa possibilitar a escolha, por parte de educadores e educadoras, de práticas que estejam de acordo com o perfil dos grupos visitantes em termos de faixa etária, participação, demonstração de interesse e disponibilidade de materiais. Oficina para público espontâneo A oficina para o público espontâneo consistirá na construção de uma narrativa com peças encaixáveis inspiradas no “jogo das fábulas”. Após terem acesso a notícias sobre os Mebêngôkre (Kayapó) por meio do video produzido no projeto de itinerância do acervo à aldeia, os visitantes terão à disposição uma mesa na qual haverá dezenas de peças montáveis com diferentes figuras, palavras e imagens que retratem eventos históricos, peças do acervo e, em alguma medida, os desafios que os Kayapó enfrentam em seu cotidiano - as peças encaixáveis podem trazer, por exemplo, a entrada de indígenas nas universidades e disputas por território; imagens de peças do acervo e palavras relacionadas ao tema etc. Material de apoio aos educadores e educadoras visitantes o material de apoio aos educadores e educadoras visitantes consistiria em um documento disponibilizado previamente aos grupos agendados no intuito de oferecer conteúdo aos educadores e educadoras visitantes tanto para prepará-los em relação à ação educativa em questão, quanto para eles poderem dar continuidade em sala ao que foi discutido no museu. Com referências bibliográficas, sugestões de oficinas, filmes e outras exposições, o material de apoio cumpriria a função de dar suporte aos educadores e educadoras que nos visitam. Material de apoio aos educadores e educadoras do Setor Educativo do MUPA Este material, por sua vez, consiste em um apanhado de diversos conteúdos (como artigos, documentários, notícias, mapas etc.) coletados de fontes que se dedicam à produção de conteúdos sobre os povos indígenas no Brasil – especialmente o que é produzido sobre o assunto nos setores de pesquisa do MUPA. O objetivo é manter à disposição do Setor Educativo um material de estudo em comum que se torne a principal fonte para a construção das reflexões e debates nos diferentes eventos que o setor promover sobre a temática indígena. O material deve estar em constante atualização junto aos demais setores. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BERGAMASCH, M.; BRITO, P.; DOEBBER, M.. Estudantes indígenas em universidades brasileiras: um estudo das políticas de acesso e permanência. Revista brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 99, n. 251, p.37-53, jan./abr. 2018. CLIFFORD, J. Museus como zonas de contato. Periódico Permanente. Tradução de Alexandre Barbosa de Souza e Valquíria Prates, nº 6, fev. 2016, p.1-37. INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL (ISA). Povos Indígenas no Brasil 2006-2010. São Paulo: Instituto Socioambiental, 2011. REPÓRTER BRASIL. Soja em terras indígenas. Povos Indígenas no Brasil 2006-2010. São Paulo: Instituto Socioambiental, 2011, p. 570-572. SMILJANIC, M. I. Quando os caciques são outros. Povos Indígenas no Brasil 2006-2010. São Paulo: Instituto Socioambiental, 2011, p. 147-150. VIVEIROS DE CASTRO, E. A natureza em pessoa: sobre outras práticas de conhecimento. INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL (ISA). Povos Indígenas no Brasil 2006-2010. São Paulo: InstitutoSocioambiental, 2011, p. 69-72. 4. Oficinas | Homem e seus vinculos com o meio ambienteAo longo do Ciclo de ações artríticas norteadas pelo tema: O homem e seus vínculos com o meio ambiente – exposição de grande porte, a equipe do educativo realizará, 12 oficinas, dentro de propostas estabelecidas para dialogar com os eventos e temáticas das atividades paralelas. Metodologia e JustificativaTodas as atividades propostas pelas educadoras responsáveis priorizarão uma metodologia de ação participativa. Em um primeiro momento, a preocupação estará em elaborar atividades que funcionassem de forma dinâmica e acolhedora para públicos além do público agendado escolar.A metodologia adotada para as propostas, tratará o diálogo e o contexto individual de cada participante como protagonista de sua narrativa. Relacionar os conteúdos trabalhados, em um espaço cultural como o museu, local onde o programa da Mostra Comemorativa se dará, vai além da repetição da educação bancária. O educador museal nesse contexto, além de informar o conteúdo de determinada exposição ou ação cultural, precisa ter a habilidade de transformar aquela informação em algo que aproxime o visitante do papel de investigador daquele espaço. Fazer com que espaço culturais, historicamente elitizados, tornem-se acessíveis e palpáveis, vai além de termos espaciais deste locais, mas também, do papel do educador em trabalhar como ferramenta inclusiva, de descoberta e exploração a cada novo visitante: "Evidentemente, naquele contexto, ao propor-se aos educandos a análise de sua prática anterior, implícita na codificação, o educador não pode furtar-se, em determinados momentos, de informar. E não pode na medida mesma em que conhecer não é adivinhar. O fundamental, porém, é que a informação seja sempre precedida e associada à Problematização do objeto em torno de cujo conhecimento ele dá esta ou aquela informação. Desta forma, se alcança uma síntese entre o conhecimento do educador, mais sistematizado, e o conhecimento do educando, menos sistematizado – síntese que se faz através do diálogo."(FREIRE, 1981, p.44) Aproximar temáticas tão complexas como memória, pertencimento, e até relações sociais e ecológicas da realidade dos participantes, tem como objetivo tornar a experiência no espaço museal integrada ao contexto e realidade de cada um. Entender o espaço público de uma instituição cultural como um espaço de pertencimento coletivo é essencial para que estes locais sejam ocupados de forma totalizante e inclusiva. Durante todo o processo de elaboração e aplicação das atividades educativas, as educadoras investirão na preocupação acerca das informações repassadas e na elaboração de uma estrutura que faça sentido prático e metodológico. Desde pesquisas conceituais acerca de temas tratados de forma lúdica trazendo temética, por exemplo, de jardim, mata, floresta, até informações técnicas sobre a organização social e a biologia de animais que vivem nos biomas terrestres e aquáticos, sempre se baseando em um referencial teórico de pesquisadores das áreas em questão. Aplicação As atividades práticas serão pensadas a atingie as mais diversas faixas etárias nos espaços do MUPA, proporcionando um ambiente agradável e convidativo. Incluindo nessas faixas etarias o público de primeira infância, grupo minoritário em muitas dinâmicas de ações culturais. A busca pelo complemento aos conteúdos trabalhados em sala de aula, pode ser um dos fatores ligados a limitação da frequência desse público. Neste cenário, as educadoras pensarão em atividades que dialogem de forma lúdica a temas trabalhados por instituições infantis que atendem a faixa etária de até 6 (seis) anos. A partir dessa premissa, o contato para a divulgação da atividade será também focado em instituições, municipais, particulares e estaduais, como os CEI e CMEIS na cidade de Curitiba e região metropolitana. Pretende-se atender 10 (dez) instituições educacionais de primeira infância ao longo dos 4 meses de duração do do cilco de ações artisticas norteadas pelo tema: O homem e seus vínculos com o meio ambiente, sendo visitas únicas, ou retornos com diferentes turmas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDO DE ABELHAS - ABELHAS SEM FERRÃO. DISPONÍVEL EM: https://abelha.org.br/abelhas-sem-ferrao/ BAPTISTA, Vera Regina Biscaia Vianna. Ruínas de São Francisco: dois séculos de história e mito. FCC, 2004. BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR - BNCC - MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, GOVERNO FEDERAL, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_sit CHUERY, M; MAZIVIERO, M. Curitiba insurgente: do existir ao resistir. VI ENANPARQ. Universidade de Brasília, 2020 e.pdf Último acesso em: 10/02/2022 FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade. 5a ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra. 1981.GESTEIRA, Heloisa Meireles; LEAL, João Eurípdes Franklin; SANTIAGO, Maria Claudia. Formulário médico: manuscrito atribuído aos jesuítas e encontrado em uma arca da igreja deSão Francisco de Curitiba. Rio de Janeiro; Fiocruz; 2019. 434 p. Livroilus.PMC - PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA - SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO. DISPONÍVEL EM: https://educacao.curitiba.pr.gov.br/PMC - PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA, JARDINS DE MEL. DISPONÍVEL EM : https://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/jardins-de-mel/2944POLLAK, Michael. Memória e Identidade Social. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 5, n. 10, 1992, p. 200-212 Disponível em: http://www.pgedf.ufpr.bR/memoria%20e%20identidadesocial%20A%20capraro%202.pdfSANTIAGO, Fernanda. ASSOCIAÇÕES DE MULHERES NEGRAS EM CURITIBA: DAS MUTUAIS ÀS POLÍTICAS PÚBLICAS. XVII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-PR, CURITIBA, 2020SOUSA, Maisa Ferreira de. O bordado como linguagem na arte/educação. 2012. 41 f. Monografia (Licenciatura em Artes Plásticas)—Universidade de Brasília, Brasília, 2012. Disponível em: https://bdm.unb.br/bitstream/10483/4494/1/2012_MaisaFerreiradeSousa.pdfSOCHA, Piotr. Abelhas. WMF Martins Fontes; 1ª edição. 19 novembro 2019. 5. Desenvolvimento de ações educativas relacionadas aos projetos expositivos de pequeno e médio porte da Mostra Comemorativa.Conforme o calendário expositivo, além das ações supracitadas, está previsto o desenvolvimento e aplicação de ações educativas relacionadas a 3 exposições de pequeno porte: exposições a serem selecionadas no edital de Ocupação do Espaço Vitrine e 5 exposições de médio porte: Artista Hugo Mendes – Sla Monográfica; Residência artistica com Davi de Jesus do Nascimanto; individual da artista Luana Vitra; exposição Arqueologia do Paraná (titulo provisória) e exposição Acervo histórico do MUPa (título provisório). As ações educativas compreenderão atividades destinadas ao público espontâneo participante em geral, assim como o desenvolvimento de jogos e outros materiais pedagógicos destinados a um público específico (crianças, famílias ou idosos, por exemplo) ou materiais de apoio ao educador.Serão contratados educadores externos para o desenvolvimento destes projetos educativos bem como para o atendimento ao público em horários alternativos aos realizados pelas educadoras do Museu Paranaense (no período da noite e aos finais de semana, por exemplo). Busca-se com isso oportunizar um atendimento qualificado ao público espontâneo sobretudo nos dias e horários de maior afluência do público, como aos sábados e domingos.
EXPOSIÇÕES Acessibilidade Física:A sociedade de Amigos, juntamente com o Museu, tem buscado atender as necessidades dos fruidores de suas iniciativas em atendimento às instruções do art. 26 da IN 01/2013. As instalações do Museu Paranaense, local onde se darão as exposições, atualmente contam com nivelamento na entrada principal do Museu, banheiros semi-adaptados, elevador para acesso ao primeiro andar do edifício histórico, e rampa de acesso que faz a ligação entre o pavimento térreo e inferior das áreas expositivas localizadas no anexo, com corrimão e fitas antiderrapantes. A instituição disponibiliza ainda, cadeira de rodas para atender a pessoas com dificuldade de locomoção nos circuitos expositivos. Acessibilidade de Conteúdo: A Mostra Comemorativa dos 20 Anos da Sociedade de Amigos do Museu Paranaense prevê a contratação de consultoria de acessibilidade para a produção de materiais acessíveis em Braile, Libras, Legendas e Audios para todo conteúdo gerado no conjunto de ações, atendendo às especificidades técnicas, em cada caso.Itens da planilha orçamentaÌ?ria para o custeios das medidas acima: Item 11 Audiodescrição; Item 15 Material Multisensorial (Braile); Item 34 Tradução (Serviço 1 Ingles e Serviço 2 Libras), bem como despesas inclusas no Item 41 Divulgação, por ocasião da realização de despesas em Comunicação, Mídias e Material Gráfico, para todos os produtos resultantes do projeto. Serão observadas as orientações do Artigo 22 em consonâncias com os detalhamentos sugeridos pelos Anexos I e VII da IN1/2022. Para o atendimento a portadores de espectos, síndromes ou doenças, assim como desconhecedores das linguagens ou idiomas contamos com monitoria especializada inclusiva (PcD físico, PNE, TEA e PcD intelectual). LIVRO Acessibilidade Física (por ocasião do lançamento da obra):A sociedade de Amigos, juntamente com o Museu, tem buscado atender as necessidades dos fruidores de suas iniciativas em atendimento às instruções do art. 26 da IN 01/2013. As instalações do Museu Paranaense, local onde se dará o lançamento, atualmente contam com nivelamento na entrada principal do Museu, banheiros semi-adaptados, elevador para acesso ao primeiro andar do edifício histórico, e rampa de acesso que faz a ligação entre o pavimento térreo e inferior das áreas expositivas localizadas no anexo, com corrimão e fitas antiderrapantes. A instituição disponibiliza ainda, cadeira de rodas para atender a pessoas com dificuldade de locomoção nos circuitos expositivos. Acessibilidade de Conteúdo (por ocasião do lançamento da obra): A Mostra Comemorativa dos 20 Anos da Sociedade de Amigos do Museu Paranaense prevê a contratação de consultoria de acessibilidade para a produção de materiais acessíveis em Braile, Libras, Legendas e Audios para todo conteúdo gerado no conjunto de ações, atendendo às especificidades técnicas, em cada caso. Itens da planilha orçamentaÌ?ria para o custeios das medidas acima: Item 11 Audiodescrição; Item 15 Material Multisensorial (Braile); Item 34 Tradução (Serviço 1 Ingles e Serviço 2 Libras), bem como despesas inclusas no Item 41 Divulgação, por ocasião da realização de despesas em Comunicação, Mídias e Material Gráfico, para todos os produtos resultantes do projeto. Serão observadas as orientações do Artigo 22 em consonâncias com os detalhamentos sugeridos pelos Anexos I e VII da IN1/2022. Para o atendimento a portadores de espectos, síndromes ou doenças, assim como desconhecedores das linguagens ou idiomas contamos com monitoria especializada inclusiva (PcD físico, PNE, TEA e PcD intelectual). E como ação complementar, será disponibilizado arquivo em PDF, em acesso público e gratuito em plataformas digitais online da publicação do Livro Comemorativo.
EXPOSIÇÕES 1) Entrada Gratuita: Conforme a política de democratização de acesso do Museu Paranaense, é assegurada a gratuidade a todos os públicos. O horário de funcionamento do MUPA é de terça a domingo, das 10h às 17h30min. 2) Atividades complementares gratuitas: a programação do Museu Paranaense contempla atividades gratuitas como visitas mediadas, oficinas e palestras. 3) Visitas Agendadas/ Escolas: Os beneficiários das visitas mediadas a escolas são estudantes e educadores da rede pública, adultos e crianças visitantes do museu. 4) Estágio acadêmico: O Museu Paranaense adota o item IV (Letra g) do artigo 24 (IN1/2022): oferecendo estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural. LIVRO - Distribuição gratuita de toda a tiragem da obra (500 unidades). Para além dessa medida adotaremos item IV do artigo 24 : Direcionando exclusivamente, no mínimo, 20% dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. Em atendimento ao Art. 23, IN1/2022: *Todas as ações da proposta serão ofertadas GRATUITAMENTE, atendendo assim, de forma muito mais abrangente, a todos os quesitos propostos pelo Artigo, a saber:a)_no miÌ?nimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caraÌ?ter social, educativo ou formação artiÌ?stica, sendo o proponente responsaÌ?vel pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deveraÌ? divulgar dia e hora marcados; b) ateÌ? dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme paraÌ?grafo uÌ?nico do art. 31 do Decreto no 10.755, de 26 julho de 2021; c) a eventual transfereÌ‚ncia de quantitativos não utilizados previstos na aliÌ?nea "b" do inciso I seraÌ? permitida em ateÌ? cinco por cento para distribuição gratuita por incentivadores patrocinadores em quantidade proporcional ao investimento efetuado, conforme art. 31 do Decreto no 10.755, de 26 julho de 2021; d) ateÌ? dez por cento para distribuição gratuita promocional pelo proponente; e) miÌ?nimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8o da Lei no 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possiÌ?vel; f) eÌ? permitida a comercialização de produtos e subprodutos do projeto cultural em condições promocionais com ingressos do Vale Cultura; e g) a comercialização em valores a criteÌ?rio do proponente seraÌ? limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço meÌ?dio do ingresso ou produto limitado ao valor maÌ?ximo de R$ 250,00 (duzentos reais). Em atendimento ao Art. 24, IN1/2022: ...Em complemento, ...a adoção ... das seguintes medidas de ampliação do acesso: II - disponibilizar na internet, redes puÌ?blicas de televisão e outras miÌ?dias gratuitas registros audiovisuais dos espetaÌ?culos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caraÌ?ter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetaÌ?culos ou autorizar sua veiculação por redes puÌ?blicas de televisão e outras miÌ?dias gratuitas; IV - aleÌ?m da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: c) cinco palestras de pelo menos uma hora de duração com lista de participação para projetos exclusivamente educativos; f) monitoria guiada em espaços culturais puÌ?blicos voltada para pessoas atendidas por poliÌ?ticas assistenciais do governo federal, para acesso e conhecimento aos bens patrimoniais; g) bolsas de estudo, estaÌ?gio ou trainee a estudantes da rede puÌ?blica de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais. V - realizar ações culturais voltadas ao puÌ?blico infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuraÌ?veis, e acompanhado de projeto pedagoÌ?gico (Anexo I) e observados os indicativos etaÌ?rios. X - produção de conteuÌ?do para lives, webinaÌ?rios, educação aÌ€ distaÌ‚ncia para plataformas puÌ?blicas ou colaborativas de ensino de economia criativa, produção cultural empreendedorismo e sustentabilidade cultural com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas.
FICHA TÉCNICA Sociedade de Amigos do Museu Paranaense (SAMP) - Proponente A Sociedade de Amigos do Museu Paranaense (SAMP) é uma entidade sem fins lucrativos criada no ano de 2003, e sua missão é auxiliar o Museu Paranaense (MUPA), em suas ações de manutenção e preservação do acervo, desenvolvimento de atividades, bem como nas ações de pesquisa e na divulgação de suas atividades de forma geral. Assim, como proponente do projeto, a SAMP exercerá as fuções de Coordenação Geral do Projeto e Administração, sendo também responsaÌ?vel pela gestão do processo decisoÌ?rio, incluindo atividade teÌ?cnico-financeira. Equipe do MUSEU PARANAENSE (Colaboradores sem remuneração pelo Projeto) GABRIELA RIBEIRO BETTEGA Diretora do MUSEU PARANAENSE - Arquiteta e Urbanista, graduada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em 1995. Ingressou na Academia di Belle Arti di Brera, em Milão em 1999, onde estudou Cenografia com os professores Antonio Bratella e Ezio Fiorillo. Desenvolveu seus primeiros trabalhos na área expográfica ainda na Itália. Colaborando com instituições como Palazzo Reale di Milano, Fabrica del Vapore, Galleria Docva Via Farini e MiArt. Transferiu-se para o Brasil em 2010, quando fundou a Ato1Lab que, combinando linguagens artísticas diferentes, tem como principal campo de foco o desenvolvimento de projetos expográficos e cenografia para clientes como Museu Oscar Niemeyer. Em 2018 coordenou e desenvolveu a remodelação espacial e revitalização do Museu Casa Alfredo Andersen em Curitiba. Deste fevereiro de 2019 assumiu a Direção do Museu Paranaense. CLAUDIA INÊS PARELLADA Arqueóloga, doutora em Arqueologia pela Universidade de São Paulo (2006), mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal do Paraná (1997) e geóloga pela Universidade Federal do Paraná (1987). Trabalha no Museu Paranaense desde 1984, sendo a partir de 1990 a pesquisadora responsável pelo departamento de Arqueologia do Museu Paranaense. Atua principalmente nas seguintes áreas: arqueologia pré-colonial, arqueologia histórica, métodos em arqueologia, história do Paraná, arte indígena, gerenciamento de acervo, educação patrimonial, curadoria, planejamento e montagem de exposições. FELIPE VILAS BÔAS Historiador - Mestre em História Social pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (2018) e Bacharel em História pela Universidade Federal do Paraná (2014) com ênfase em memória e patrimônio. Atuou como pesquisador junto a instituições como Fundação Araucária (2011-2014) e Fundação Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (2015-2018). Atualmente ocupa-se como pesquisador junto a instituições culturais visando a investigação e produção de conteúdo para exposições, com particular ênfase nas perspectivas de integração entre os âmbitos da historicidade regional e nacional. Coordena o Departamento de História do Museu Paranaense desde 2020, tendo desenvolvido pesquisas para as exposições “Eu Memória, Eu Floresta: História Oculta”, “Curitiba: Símbolos em Questão” e “Nosso estado: Vento e/em Movimento” (em desenvolvimento). JOSIELI SPENASSATTO Antropóloga coordenadora do Departamento de Antropologia do Museu Paranaense desde 2018. Graduada em Ciências Sociais com mestrado em Antropologia pela Universidade Federal do Paraná. Integra o Núcleo de Estudos Ameríndios (NEA) e o Laboratório de Estudos Interdisciplinares do MAE-UFPR (LAPIN – CNPq). Sua linha de pesquisa envolve etnologia indígena, especificamente entre grupos das famílias linguísticas Tupi-Guarani e Jê do Paraná. GISELLE DE MORAES Formada em Artes Visuais pela Universidade Estadual do Paraná, campus Curitiba II (FAP/UNESPAR). Durante a graduação, realizou pesquisas sobre o artista Antonio Arney que deram origem a publicação "Comparação de valores - Antonio Arney" que organizou. Atua com produção cultural, pesquisa de artistas e acervos institucionais. Em 2018 participou da equipe que idealizou e executou a remodelação do Museu Casa Alfredo Andersen. Desde fevereiro de 2019 está coordenando o departamento de Gestão de conteúdo do Museu Paranaense, onde participou como curadora da exposição "Em foco: Iria Corrêa". JULIANA DE OLIVEIRA Graduada em Design Gráfico pela UFPR, com envolvimento em pesquisas na área de visualização da informação, junto a aproximações multidisciplinares de design. Atua como designer no Museu Paranaense desde 2021. EQUIPE VOLUNTÁRIA (Colaboradores sem remuneração pelo Projeto) RICHARD MICHAEL ROMANINI Curadoria e Expografia (voluntário) - Aperfeiçoou seus estudos em cenografia, historia do cinema e vídeo na Accademia di Belle Arti di Brera, em Milão, estudando com professores como Tommaso Trini e Francesco Ballo. Desenvolveu seus primeiros trabalhos em vídeo para MTV Itália e All Music ainda na Itália. Transferiu-se para o Brasil em 2010. Combinando linguagens artísticas diversas, coordena os projetos expográficos e cenográficos. Em 2018 realizou a remodelação e requalificação do Museu Casa Alfredo Andersen em Curitiba. Desde 2019 atua como curador convidado no Museu Paranaense. EQUIPE TÉCNICA DO PROJETO (Colaboradores contratados pelo Projeto) MARIANA W. VON HARTENTHAL Consultoria em Museologia - É mestre em Museologia pela University of Southampton (UK) e doutora em História da Arte pela Southern Methodist University (EUA). Trabalhou no Departamento de Arte Latino-Americana do Museum of Fine Arts, Houston, e no International Center for the Arts of the Americas. Além de trabalhar com consultoria em projetos museológicos. Foi pesquisadora bolsista de pós-doutorado do Instituto Moreira Salles (Rio de Janeiro). LUIZ ROBERTO MEIRA Coordenador Técnico/Controller - Produtor e professor graduado em Artes Cênicas pela PUCPR e pós-graduado em Teatro pela FAP Faculdade de Artes do Paraná, instituição a qual foi docente de 1995 a 2007 e diretor geral de 1999 a 2001. Em 2001 ingressou no programa de doutorado do Institute of Education (IOE) da University of London. Em 2002 foi assessor de Artes da Universidade Estadual de Ponta Grossa para implantação das licenciaturas em Música e Artes Visuais. Em 2002 funda a Harlequin Produções, produtora de projetos artísticos que detém em seu portfólio mais de 40 projetos realizados com recursos de prêmios e mecanismos de incentivo à cultura. MARCO NOVACK Produtor cultural – Possui experiência de mais de 20 anos em produção cultural nas áreas de teatro, audiovisual e música. Faz parte do núcleo de produtores do Festival de Curitiba, responsável pela Mostra “Guritiba”. É coordenador de projetos como “Festival de Bolso” e “Natal de Paranaguá”. Já realizou projetos tais como “Palco Giratório – SESC/PR”, “Viagem Teatral” em São Paulo e Paraná. No audiovisual já atuou como Diretor de Produção de longas e curtas da Cia Vigor Mortis e Produtor de Elenco na Grafo Audiovisual. Tem experiência também nas áreas de sonoplastia, iluminação e fotografia. Desde 2020 atua no Museu Paranaense como produtor de atividades culturais e em projetos expositivos, como na exposição “Nosso estado: Vento e/em Movimento” (em desenvolvimento). MILENA APARECIDA CHAVES Licenciada em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, educadora vinculada à Sociedade de Amigos do Museu Paranaense desde 2021. Pesquisa temas relacionados a antropologia urbana, imigração e formação econômica no estado do Paraná e atua no espaço no MUPA com mediações e ações educativas desde o ano de 2020. ROBERTA AGNOLETTO HORVATH Licencianda em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná, educadora vinculada à Sociedade de Amigos do Museu Paranaense no ano de 2022. Pesquisa temas relacionados a Arte Indígena Contemporânea, decolonialidade e arte política, é colaboradora do Laboratório de Imaginário Radical e atua no espaço do MUPA com mediações e ações educativas desde janeiro de 2022. ALINE PESTANA Restauradora e laudista – Graduada em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) e técnica em Conservação e Restauro de Bens Móveis pela Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), Minas Gerais. Atuou em vários projetos de restauração de bens imóveis e em trabalhos de restauração e conservação de acervos artísticos em Curitiba, incluindo projetos pertencentes ao Museu Casa Alfredo Andersen, Museu Paranaense, Fundação Cultural de Curitiba e Museu Oscar Niemeyer. Trabalha como restauradora de pintura de cavalete e laudista. Atualmente é graduanda em Museologia pela Unespar. MARIA CECILIA C. GERMANO Restauradora - Graduada em Pintura pela EMBAP, possui pós-graduação pelo Centro de Conservação e Restauro de Bens Culturais Móveis da UFMG com especialidade em restauração e conservação de pintura de cavalete e escultura policromada. É especialista em História da Arte pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e em Arteterapia pelo Instituto Tecnológico e Educacional de Curitiba (ITECNE). Atua como restauradora em acervos particulares e públicos, atuando junto aos principais museu do Paraná, tais como Museu Casa Alfredo Andersen e Museu Paranaense. MARIA MÁRCIA PONTAROLLI DALLEDONNE Restauradora - Graduada no curso de Pintura da EMBAP (Escola de Música e Belas Artes do Paraná) e pós-graduada em Preservação, Conservação e Restauração de Documentação Gráfica na ABER - Escola SENAI Theobaldo de Nigris, São Paulo. Através de sua empresa Oficina do Papel Conservação e Restauração Ltda. atua na restauração e preservação de livros, documentos e obras de arte sobre suporte de papel, tendo desenvolvido trabalhos para instituições públicas e particulares, tais como Museu Paranaense, Museu Casa Alfredo Andersen, Justiça Federal do Paraná, Fundação Cultural de Curitiba, Clube Curitibano, Centro Paranaense de Cultura, entre outros. VITTO MATHEUS PERUZZO Graduado em Ciências Contábeis pela PUCPR (2004), com pós graduação em Direito Tributário pela Universidade Positivo (2013). Possui experiência de mais 20 anos em contabilidade fiscal e societária, dedicando-se nos últimos 10 anos exclusivamente ao empreendedorismo social, terceiro setor e à gestão de organizações sociais, área em que se especializou. ILUMINARTE LUMINOTÉCNICA E AUTOMAÇÃO Visando o desenvolvimento de projetos luminotécnicos aliado ao design de interiores e à funcionalidade dos ambientes. Após muitas pesquisas desenvolvidas e parcerias cultivadas, em dois anos de pré-incubação, em 2007 a Iluminarte graduou-se como empresa constituída. A Iluminarte tem foco em projetos de luminotécnica voltados a exposições de arte. Também oferece assessoria técnica e projetos de iluminação personalizados para quem busca a valorização do espaço através da luz. * Demais componentes da ficha técnica (artistas, criadores, técnicos especializados) serão confirmados a partir do detalhamento curatorial, assim que cada ação seja definida, condicionado a efetiva captação de recursos.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.