| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 06990590000123 | GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA | 1900-01-01 | R$ 499,9 mil |
Produção de um projeto de média metragem do gênero documental, com até 70 minutos de duração, em formato HD, intitulado "Guardiãs do Futuro - As mulheres que lutam pelo meio ambiente". O documentário abordará histórias de mulheres que estão à frente de iniciativas para combater a degradação ambiental. Com direção de Nathália Cariatti, a obra será integralmente disponibilizada de forma gratuita e irrestrita através da internet e de exibições presenciais em escolas da rede pública de ensino.
MÉDIA-METRAGEM DOCUMENTALCLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE A preservação do meio-ambiente e o impacto da crise climática e ambiental em nossas vidas são temas urgentes para a sociedade. Mas quando se fala em meio ambiente, sua degradação e também nos movimentos para preservá-los, é essencial que isso seja feito olhando também para as particularidades das mulheres. No documentário, vamos apresentar as histórias de mulheres que estão à frente de iniciativas para combater a degradação ambiental. Com isso, a produção vai tratar de problemas específicos agravados pela crise ambiental, a partir do trabalho de mulheres que atuam para de alguma forma revertê-los. A definição das cidades de gravação, locações e personagens serão delimitadas na etapa de pesquisa e roteiro - abrangendo o eixo norte ou nordeste. A série busca aprofundar as discussões sobre a crise climática a partir dos desdobramentos que ela tem localmente, apresentando de que formas gênero, raça e classe são atravessados pelos problemas ambientais, mostrando que embora essa seja uma crise global, ela atravessa mulheres, pessoas não brancas e as classes mais baixas de formas mais agudas. Além de dar visibilidade para a atuação de mulheres diante dessas crises, o documentário traz a complexidade para as discussões sobre que saídas são possíveis para se pensar o futuro do planeta, e de que forma essas iniciativas podem crescer ou mesmo servir de modelo para outros contextos que encaram problemas semelhantes.
OBJETIVO GERAL: O projeto "GUARDIÃS DO FUTURO - AS MULHERES QUE LUTAM PELO MEIO AMBIENTE" tem direção de Nathália Cariatti. Trata-se de um projeto que tem por objetivo principal a produção, captação, edição e finalização de um documentário de média metragem, com qualidade HD, cujo conteúdo será integralmente disponibilizado através do YouTube e de divulgação em Redes Sociais na internet. Além da disponibilização em ambiente digital, também promoveremos a exibição do filme em 04 (quatro) sessões presenciais, cada uma para 500 pessoas em média, alcançando um público de 2.000 pessoas e prevendo o alcance de um público on-line de, em média, de 5.000 pessoas também, totalizando um público estimado em 7.000 pessoas alcançadas pelo projeto. Promoveremos, para as sessões presenciais, uma ação de comunicação dirigida às escolas da rede pública de ensino com o objetivo de levar a exibição do filme para dentro do ambiente escolar. Esta exibição será acompanhada de um bate-papo com parte da equipe de produção da obra. O documentário "Guardiãs do Futuro - As mulheres que lutam pelo meio ambiente" apresentará uma abordagem que pretende pautar uma importante reflexão sobre a presença de mulheres na luta pela preservação ambiental.Utilizaremos o entretenimento como fonte de informação e conscientização. Com base em entrevistas com profissionais que se alinhem com o conteúdo aqui abordado, planejamos as locações em cidades do norte e/ou nordeste do país, que serão definidas a partir da pesquisa prévia a ser realizada na fase de pré-produção do projeto, com o intuito de que a série possa refletir às realidades atuais e a diversidade de perfis que existem no Brasil, indo além do lugar comum das narrativas sempre orientadas por histórias focadas no eixo Rio-São Paulo. Assim, buscaremos trazer pesquisadoras e ambientalistas que são referência em suas áreas em outras regiões brasileiras.A pauta que orienta a proposta perpassa pela importante prática da valorização da atuação feminina na sociedade brasileira como forma de estímulo, valorização e enfrentamento da violência contra a mulher. Orientada pela prática da Comunicação e pelo diálogo com o campo Cultural, AZMINA atua em uma frente pautada pela construção do discurso e pela disseminação da Informação como base de enfrentamento das questões que permeiam a violência e a resistência frente a presença feminina no escopo da produção de sentidos em âmbito social. Este projeto compreende ações que se enquadram, fundamentalmente, nos seguintes incisos do Artigo 2º do Decreto nº 10.755/2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. FUNDAMENTAÇÃO: A atividade aqui proposta compreende a produção de obra audiovisual que reflita um espaço de trocas artísticas e reflexões sobre o campo sociocultural com as pautas da valorização da mulher na sociedade. Com isso, o projeto atende aos incisos do Artigo 2º do Decreto nº 10.755/2021, quando oferece atividades gratuitas contribuindo para a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais (V); com atividades que pretendem o fomento à cultura com base na promoção dos valores que orientam a sociedade contemporânea, com ações totalmente acessíveis e conteúdo pautado pelo respeito à diversidade (VI); que pretende a troca de experiências entre pessoas que circulam e atuam no meio artístico nossas ações fortalecem e articulam as cadeias produtivas, incentivando e apoiando a criação de ações que promovam a economia criativa (VII); e impulsionando e contribuindo para a formação de recursos humanos para o setor do entretenimento conectados com as demandas e necessidades da atualidade (VIII). OBJETIVOS ESPECÍFICOS: â_¼ PRODUTO PRINCIPAL _ MÉDIA-METRAGEMÁREA _ AUDIOVISUALSEGMENTO _ Média Metragem para "Prod. AV curta/média mtragem inc rádio/tv edu cult"Realização de registro documental composto por gravação e edição de um produto audiovisual de média metragem, intitulado "Guardiãs do Futuro - As mulheres que lutam pelo meio ambiente", com duração de até 70 minutos, realizado a partir de entrevistas e da criação de um alinhamento narrativo acerca dos valores que compreendem a prática profissional do instituto AzMina. Também promoveremos a divulgação e veiculação da obra em ambientes digitais com foco na plataforma da Revista AzMina, YouTube e Redes Sociais, alcançando uma média de 5.000 pessoas em ambiente on-line e 2.000 pessoas em 04 (quatro) exibições presenciais a serem realizadas em escolas ou universidades públicas. A produção será ainda oferecida gratuitamente para redes de televisão pública. Produto no plano de distribuição: Média Metragem â_¼ PRODUTO SECUNDÁRIO _ OBRA EXIBIDAÁREA _ AUDIOVISUALSEGMENTO _ DIFUSÃO DE ACERVO E CONTEÚDO AV DIVERSOS MEIOS E SUPORTESExibição física do produto audiovisual a ser realizada em 04 sessões presenciais em escolas e/ou universidade da rede pública de ensino, somando um público estimado de 500 pessoas. Após a exibição, teremos um bate-papo com a presença de profissionais ligados à produção da obra audiovisual. Produto no plano de distribuição: Obra Exibida
A instituição AZMINA nasce para subsidiar uma pauta de extrema necessidade e importância: a valorização da presença feminina na sociedade e no mercado de trabalho, atuando contra a violência e o preconceito de gênero. Uma de suas ações de maior importância é a criação da revista digital AzMina, um veículo jornalístico focado na cobertura de temas diversos com recorte de gênero, inaugurado em 2015. Mas em seus projetos, AzMina não trata da mulher como uma "categoria universal", mas considera sempre as perspectivas de raça/etnia, classe, identidade e orientação sexual. Quando a Revista AzMina nasceu a mídia brasileira chamava feminicídio de "crime passional", "feminismo" era um palavrão e as mulheres negras, indígenas, trans e lésbicas eram invisíveis para a grande mídia. Sem representatividade na mídia, estas mulheres não eram percebidas e seus direitos eram (e ainda são) comumente atropelados por práticas machistas e pautadas em preconceito e desinformação. Em 2015, a instituição nasce então com base em uma proposta de financiamento coletivo e se organiza ganhando força e marcando presença no cotidiano social e cultural brasileiro. Desde então, seus projetos e matérias informam e conscientizam cidadãos e lideranças sobre a importância de promover e proteger os direitos das mulheres, ampliando com suas produções o autoconhecimento e a autoestima de mulheres e produzem evidências para mudanças voltadas à equidade de gênero e raça. Tudo que a AzMina produz é gratuito, pois o objetivo é chegar a cada vez mais pessoas. O Instituto AzMina é uma organização sem fins lucrativos que tem como missão promover a igualdade de gênero. Além da revista digital e outros projetos de jornalismo (Elas No Congresso, MonitorA e Mapa das Delegacias da Mulher), o Instituto gerencia um aplicativo de enfrentamento à violência doméstica, o PenhaS, campanhas para combater a desigualdade e a violência de gênero, palestras e consultorias. Pesquisas apontam que a Direção dos filmes brasileiros de maior público lançados entre 1995 e 2016 foi de 0% mulheres negras, 2% homens negros, 13% mulheres brancas e 85% homens brancos. Um exemplo representativo de toda a cadeia produtiva do audiovisual. Diante desse cenário excludente, a instituição proponente tem lutado por constituir um sólido caminho para os debates relacionados às questões de gênero e raça, subsidiando discussões, debates, palestras, pesquisas, reportagens, conteúdos e obras artísticas que pretendam abrir um diálogo sobre o cenário social e a presença feminina nas estruturas criativas com base em cargos de decisão e liderança. Criar narrativas consolidadas em dados reais e frutos de experiências de pesquisas é uma das mais potentes ferramentas de valorização social.Sendo o documentário um produto cultural audiovisual que tem por característica ser "uma montagem cinematográfica de imagens visuais e sonoras dadas como reais e não fictícias" e que tem "um caráter didático ou informativo, que visa, principalmente, restituir as aparências da realidade, mostrar as coisas e o mundo tais como eles são", conforme definição encontrada no "Dicionário Teórico e Crítico de Cinema", obra fundamental de Jacques Aumont e Michel Marie (Editora Papirus, 2012), o projeto aqui apresentado pretende estabelecer conteúdos à luz da ciência e da presença feminina no universo da criação e da pesquisa. Uma obra audiovisual que pretende colocar em diálogo os saberes, as tradições e as inovações tecnológicas do presente, constituindo um diálogo a partir de elementos da cultura e do entretenimento e que contribuam para a relação saudável entre pessoas e ambiente social. A qualidade do conteúdo, as informações apresentadas nesta proposta bem como o atendimento a todas as exigências e contrapartidas exigidas pela legislação que regulamenta o uso do incentivo fiscal, demonstra que o projeto preenche todos os requisitos (formais e materiais) para pleitear a aprovação junto a este mecanismo de incentivo. â_¼ SOBRE O USO DO INCENTIVO FISCALSobre o enquadramento no Artigo 1 º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e Pois, com atividades gratuitas e de livre acesso à totalidade do conteúdo cultural aqui proposto (I) o projeto pretende, através da prática cultural, gerar possibilidades de reflexão e de aprendizagem por meio do produto audiovisual compreendendo o acesso às artes numa relação direta com a constituição da consciência sociocultural ampliando assim a sua forma de ver e sentir o mundo sob o aspecto do respeito aos valores culturais dos povos e abrindo possibilidades de diálogos para além de seu próprio território. Sobre o enquadramento nos objetivos do Artigo 3º da Lei 8313/91: E o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) Pois, o projeto aqui apresentado tem como proposta de atividade cultural a produção e veiculação de obra de média-metragem do gênero documental que dará acesso a um sem número de pessoas que podem vir a assisti-la por sua distribuição digital e/ou presencial. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Pois, o objetivo que orienta esta proposta é a ideia de que precisamos criar um ambiente propício para o diálogo, a fruição artística e a reflexão social por meio de ações culturais totalmente gratuitas. O produto audiovisual aqui produzido, incluindo o acesso a sua veiculação digital e presencial, será totalmente gratuito. Sobre o Enquadramento no Artigo 9 da IN 01/2022:Considerando a expectativa mínima do público a ser alcançado pelo projeto explicitado no plano de distribuição (2.000 pessoas em acesso presencial), o valor per capita será menor do que R$ 250,00.
METODOLOGIA E PARÂMETROS A SEREM UTILIZADOS PARA AFERIÇÃO DO CUMPRIMENTO DE METAS:⇒ DETALHAMENTO DAS AÇÕES E METRIFICAÇÃO DE RESULTADOS Diante do apresentado, destacamos abaixo, uma a uma, as ações relacionadas ao projeto e a forma de metrificação dos respectivos resultados:1. Produto Resultante Será entregue uma cópia da obra em DVD à Secretaria Especial da Cultura contendo a íntegra do documentário. Serão também juntadas à prestação de contas os borderôs dos ingressos às sessões com comprovação de distribuição gratuita. 2. Democratização do Acesso O produto resultante será disponibilizado ao público de forma gratuita e irrestrita por meio do YouTube. O proponente apresentará, em fase de prestação de contas, todos os relatórios disponibilizados pelo canal digital para medir o desempenho da publicação, incluindo a quantidade de visualizações que demonstrará o cumprimento do Plano de Distribuição. O Projeto “Guardiãs do Futuro - As mulheres que lutam pelo meio ambiente” atende aos critérios de democratização do acesso à bens culturais, uma vez que é gratuito e tem grande capilaridade, pois sua fruição será via internet. 3. Exibição presencial da obra Realização de 04 (quatro) sessões de exibição pública da obra, destinada para estudantes de escolas e/ou universidades públicas, em espaço previsto para 500 pessoas em cada uma das 04 sessões, somando um total de público presencial de 2.000 pessoas. O cumprimento desta atividade será demonstrado através de lista de presença e registro fotográfico e videográfico do evento.Registro Videográfico: em fase de prestação de contas será entregue um DVD (ou outro suporte que pareça mais adequado) contendo o registro em vídeo, na íntegra, das atividades presenciais realizadas no local e constantes no escopo do projeto.Registro Fotográfico: serão entregues: (i) fotos das atividades e dos locais de realização, demonstrando a adequação do espaço escolhido e comprovando, inclusive, que ele está devidamente adaptado para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas e (ii) fotos do material de divulgação/sinalização do projeto demonstrando que foram observadas as regras de inserção da marca da Secretaria Especial de Cultura e da Lei Federal de Incentivo à Cultura; 4. Relatório de Mídia Será consolidado num relatório contendo detalhamento de todas as ações de divulgação da obra – online e offline - além de informações sobre veiculações. SOBRE ANEXOS: A DECLARAÇÃO SOBRE MEDIDAS SANITÁRIAS foi juntada no campo “Carta ao proponente” por falta de campo específico.O TERMO DE COMPROMISSO DOS TITULARES DA PROPOSTA E DOS DETENTORES DOS DIREITOS DA OBRA CINEMATOGRÁFICA, DE ENTREGA DE UM MÁSTER DO PRODUTO RESULTANTE DO PROJETO, PARA PRESERVAÇÃO NA CINEMATECA BRASILEIRA foi juntado no campo “Memorial descritivo detalhado, assinado pelo autor da proposta” por falta de campo específico. O ARGUMENTO CINEMATOGRÁFICO foi juntado no campo “Roteiro dividido por sequências, contendo o desenvolvimento dos diálogos (no caso de ficção)” por falta de campo específico. O PLANO DE DIREÇÃO foi juntado no campo “Informações adicionais” por falta de campo específico.O PLANO DE PRODUÇÃO foi juntado no campo “Listagem dos bens caso a proposta vise identificação, documentação e inventário de bem material” por falta de campo específico.O ORÇAMENTO DAS PASSAGENS AÉREAS foi juntado no campo "Relações dos Títulos a Serem Exibidos e suas Respectivas Autorizações" por falta de campo específico.A FICHA TÉCNICA foi juntada no campo "Materiais diversos que comprovem a atuação do candidato" por falta de campo específico.
â–¼ PRODUTO PRINCIPAL – MÉDIA-METRAGEMÁREA – AUDIOVISUALSEGMENTO – Média Metragem para “Prod. AV curta/média mtragem inc rádio/tv edu cult”PRODUTO: Guardiãs do Futuro - As mulheres que lutam pelo meio ambienteGÊNERO: Documentário FORMATO: Média MetragemDURAÇÃO*: até 70 minutosVEICULAÇÃO: On-lineACESSO: GratuitoDISTRIBUIÇÃO: Plataformas digitaisPÚBLICO ESTIMADO: 5.000 *A duração exata do média-metragem será definida com base nos fatores estabelecidos nas etapas de roteirização, gravação e montagem, respeitando as determinações das instruções normativas, especialmente no que se refere ao enquadramento adequado à Lei Rouanet (a partir do entendimento de que projetos de longa-metragem devem ser direcionados à ANCINE) e às diretrizes estabelecidas pela Instrução Normativa nº 11/2024. Em seu art. 20, a normativa delimita a relação entre minutagem e valor máximo de captação, como segue: II - médias-metragens com até 49 (quarenta e nove) minutos: R$ 800.000,00 (oitocentos mil reais); III - médias-metragens de 50 (cinquenta) até 70 (setenta) minutos: R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais). Além disso, consideram-se os aspectos relacionados à distribuição em plataformas digitais e em circuitos educacionais. â–¼ PRODUTO SECUNDÁRIO – OBRA EXIBIDAÁREA – AUDIOVISUALSEGMENTO – DIFUSÃO DE ACERVO E CONTEÚDO AV DIVERSOS MEIOS E SUPORTESEXIBIÇÃO PRESENCIALQUANTIDADE: 04 sessõesLOCAL: Escolas e/ou Universidades da Rede Pública de EnsinoPÚBLICO: 2.000
Atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”, destacamos abaixo o PLANO DE ACESSIBILIDADE previsto para o projeto: â–¼ PRODUTO PRINCIPAL - MÉDIA-METRAGEMÁREA – AUDIOVISUALSEGMENTO – Média Metragem para “Prod. AV curta/média mtragem inc rádio/tv edu cult” ⇒ ACESSIBILIDADE - DEFICIÊNCIA FÍSICA:Por ser um produto audiovisual que pretende a transmissão on-line não se aplicam as medidas de acessibilidade física.Item do orçamento para acessibilidade prevista: Não haverá necessidade de previsão deste item em orçamento. ⇒ ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - DEFICIÊNCIA AUDITIVA:Todo o conteúdo do produto audiovisual, será acompanhado de janela de tradução em libras para pessoas surdas. Itens do orçamento para acessibilidade prevista: Intérprete de libras. ⇒ ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - DEFICIÊNCIA VISUAL: Audiodescrição: A obra audiovisual receberá locução adicional roteirizada, descrevendo as ações, a linguagem corporal, os estados emocionais, a ambientação e a descrição física das personalidades entrevistadas durante a produção da obra. Também está prevista a audiodescrição de todo o conteúdo constante no documentário. Este arquivo será previamente gravado e adaptado para transmissão em audiodescrição. O arquivo será hospedado no site da produtora do projeto e poderá ser acessado através do QRCode disponível no material de divulgação do projeto. Item do orçamento para acessibilidade prevista: Narrador de Audiodescrição ⇒ ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS:Caso alguém do público apresente dificuldade de compreensão do conteúdo em razão de qualquer tipo de espectros ou doenças que gerem limitações para apreensão dos conteúdos oferecidos, a legendagem prevista pode vir a colaborar para a apreensão do conteúdo além da possibilidade de acesso à narrativa descritiva. GARANTIMOS O ATENDIMENTO À PNE EM 100% DAS ATIVIDADES PLANEJADAS PARA O PROJETO.Item Orçamentário: Legenda Descritiva â–¼ PRODUTO SECUNDÁRIO – OBRA EXIBIDAÁREA – AUDIOVISUALSEGMENTO – DIFUSÃO DE ACERVO E CONTEÚDO AV DIVERSOS MEIOS E SUPORTES ⇒ ACESSIBILIDADE - DEFICIÊNCIA FÍSICA:A escolha do espaço (sala de aula ou auditório) onde ocorrerão as sessões presenciais atenderá obrigatoriamente ao Art. 4 das Exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009 que exige intervenções que objetivem priorizar e/ou facilitar o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. Atende também ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas”, nos termos do art. 23, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999. As medidas de acessibilidade que serão observadas no espaço para atendimento a pessoas com limitação de locomoção serão, no mínimo, acesso por meio de rampas e/ou elevadores, corrimãos, banheiros adaptados e espaços reservados para cadeirantes na plateia.Item do orçamento para acessibilidade prevista: Não haverá necessidade de previsão deste item em orçamento. ⇒ ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - DEFICIÊNCIA AUDITIVA:Teremos a presença de 02 (dois) intérpretes de libras para revezamento durante as sessões de exibição do filme documentários, garantindo assim a recepção integral do conteúdo produzido pelo projeto.Itens do orçamento para acessibilidade prevista: Intérpretes de libras ⇒ ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - DEFICIÊNCIA VISUAL: A obra audiovisual receberá locução adicional roteirizada, descrevendo as ações, a linguagem corporal, os estados emocionais, a ambientação e a descrição física das personalidades entrevistadas durante a produção da obra. Também está prevista a audiodescrição de todo o conteúdo constante no documentário. Este arquivo será previamente gravado e adaptado para transmissão em audiodescrição. O arquivo será hospedado no site da produtora do projeto e poderá ser acessado através do QRCode disponível no material de divulgação do projeto. Através deste acesso as PNE (pessoas com necessidades especiais) poderão baixar facilmente o arquivo de audiodescrição em dispositivo móvel para acompanhamento da exibição do filme por parte do público. Esta ação será amplamente divulgada para que as pessoas que necessitarem do auxílio da audiodescrição possam baixar o arquivo antes de irem ao local da exibição, porém no espaço da apresentação também serão disponibilizados totens com QR Code para acesso facilitado ao arquivo no local de realização.Item do orçamento para acessibilidade prevista: Não haverá necessidade de previsão de Audiodescrição, pois ele consta na pós-produção do produto principal ⇒ ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOSCaso alguém do público apresente dificuldade de compreensão do conteúdo em razão de qualquer tipo de espectros ou doenças que gerem limitações para apreensão dos conteúdos oferecidos, a legendagem prevista pode vir a colaborar para a apreensão do conteúdo além da possibilidade de acesso à narrativa descritiva. Para as sessões presenciais, caso alguém do público se apresente solicitando auxílio em razão de qualquer tipo de espectros ou doenças que gerem limitações para apreensão dos conteúdos oferecidos, o projeto disponibilizará 02 (dois) monitores especializados e inclusivos à disposição para que também estes participantes possam acompanhar integralmente as atividades previstas pelo projeto. GARANTIMOS O ATENDIMENTO À PNE EM 100% DAS ATIVIDADES PLANEJADAS PARA O PROJETO. Item Orçamentário: Monitores.
â–¼ DA DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS CULTURAIS RESULTANTES DO PROJETO - ARTIGO 23 DA IN 01/2022:Cumpre informar que o objeto central do projeto é uma produção e exibição de produto audiovisual que compreende acesso totalmente gratuito ao conteúdo produzido, conforme medida de democratização de acesso, comprometemo-nos a: 01. Acesso gratuito a todas as outras atividades que compreendem o projeto, a saber: exibição da obra de média-metragem em escolas e universidades públicas com posterior bate-papo com profissionais envolvidos com o processo de produção da obra. Está previsto um público total de 2.000 pessoas alcançadas presencialmente ao longo do projeto, além de veiculação on-line prevista para alcançar até 5.000 pessoas por meio de plataformas digitais como YouTube. DA AMPLIAÇÃO DE ACESSO - ARTIGO 24 DA IN 01/2022:Conforme previsto no Artigo 24 da IN 01/2022, em complemento às ações previstas no Artigo 23, o projeto prevê as seguintes medidas de ampliação de acesso: Todo o conteúdo produzido e promovido pelo projeto, tanto físico quanto digital, será integralmente gratuito, necessitando apenas de uma prévia inscrição (I).Todo o conteúdo digital estará disponível de forma acessível e gratuitamente na internet e poderá ser acessado por pessoas físicas, escolas, museus, bibliotecas e demais centros culturais sem nenhum custo e a qualquer momento (II). Qualquer tipo de captação de imagem estará previamente autorizada por todos os integrantes do projeto porque é parte da pauta do projeto a democratização do acesso e a liberdade para a fruição artística (III).Para que possam ser mais facilmente verificadas as informações, copiamos abaixo a redação dos cinco primeiros incisos do Art. 24, da IN nº01/2022, conforme apontados no texto do projeto especificado acima:Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I):I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados;II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição;III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.
INSTITUTO AZ MINA - Proponente*O Instituto AzMina é a pessoa jurídica que representa a Revista AzMina e atua desenvolvendo projetos de audiovisual, comunicação e cultura com base nos valores que orientam suas práticas. A Revista AzMina é um veículo jornalístico focado na cobertura de temas diversos com recorte de gênero, de forma a não tratar a mulher como uma categoria universal, mas considerando as perspectivas de raça/etnia, classe, orientação sexual e identidade de gênero, incluindo homens trans, transmasculinos e pessoas não binárias na nossa cobertura. Quando a Revista AzMina nasceu em 2015, a mídia brasileira chamava feminicídio de “crime passional”, “feminismo” era um palavrão e as mulheres negras, indígenas, trans e lésbicas eram invisíveis para a grande mídia. Sem se sentirem representadas pelas definições estreitas de feminilidade e gênero em voga na mídia e na sociedade, compreenderam que esse posicionamento da mídia em relação às mulheres não apenas reflete, mas também reforça, a violência contra a mulher, além de manter ideias sexistas e estereótipos nocivos. Nascia então, em meados de 2015, com base em financiamento coletivo, o projeto AzMina. Com a ajuda de quem sonhou junto, criaram o site, a estrutura física e burocrática e financiaram suas primeiras reportagens. De lá para cá, os projetos e matérias informam e conscientizam cidadãos e lideranças sobre a importância de promover e proteger os direitos das mulheres, ampliam o autoconhecimento e a autoestima de mulheres e produzem evidências para mudanças voltadas à equidade de gênero e raça. Tudo que o Instituto AzMina produz, é gratuito, com o objetivo de chegar a cada vez mais pessoas. Atingindo milhares de pessoas em todo o Brasil que acessam o conteúdo diretamente no site da instituição, suas reportagens vêm sendo republicadas pelas maiores mídias do país. Trazem para o debate público vozes de diversas raças, classes, ideologias, orientações sexuais e gêneros. O Instituto AzMina é uma organização sem fins lucrativos que tem como missão promover a igualdade de gênero. Além da revista digital e outros projetos de jornalismo (Elas No Congresso, MonitorA e Mapa das Delegacias da Mulher), o Instituto gerencia um aplicativo de enfrentamento à violência doméstica, o PenhaS, campanhas para combater a desigualdade e a violência de gênero, palestras e consultorias. BÁRBARA LIBÓRIODiretora de conteúdo Bárbara Libório é jornalista especializada em investigação e tem mais de dez anos de carreira em veículos da mídia tradicional e independente. É mestre em Mídias Criativas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutoranda em Comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo. Foi editora da Revista Época, do Aos Fatos e do Canal Meio. Como repórter, passou por IstoÉ, iG e Folha de S.Paulo. Em 2012, foi alunana oficina de documentário Santo André Documenta da Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André. Em 2013, dirigiu o mini documentário "Ocupação Mauá". Em 2023, já como diretora de conteúdo do Instituto AzMina, participou da produção da websérie documental "Por Elas, Por Nós" e da idealização de outros projetos audiovisuais da organização, incluindo a direção de conteúdo dos vídeos veiculados no YouTube, no sitee nas redes sociais do instituto. NATHÁLIA CARIATTI FERRONATTO Diretora da obra audiovisualJornalista e videomaker, trabalhando com audiovisual desde 2015. Atua com direção e montagem de vídeos documentais, pesquisa e produção de reportagens, captação de áudio e vídeo, entrevistas e desenvolvimento de roteiro. Possui experiência com vídeo reportagens, webdocumentários e criação de formatos audiovisuais para internet. Faz cobertura de temas como diversidade, mulheres na sociedade, direitos reprodutivos, cultura, juventude e a relação com a cidade. Junto à Revista Azmina, atua como Diretora de Audiovisual. Em 2021 passou a assinar a direção de vídeo reportagens semanais para o canal d’Azmina no Youtube e redes sociais. Atuou na criação de quadros em diferentes formatos audiovisuais, coordenando equipe de audiovisual, da pauta à finalização de vídeos. Na Trip Editora atuou como editora sênior do Trip TV, programa semanal disponível pelo Youtube e IGTV, e de conteúdo customizado para marcas. Durante este trabalho, desenvolveu reportagem, roteiro, direção de vídeo, cinematografia e montagem. Como freelancer atuou como roteirista, videomaker, diretora e montadora em projetos documentais. Produziu vídeos para projetos da Prefeitura de São Paulo, Internetlab, Revista Piauí, History Channel, entre outros. NATÁLIA SOUSAPesquisa e RoteiroJornalista, escritora, roteirista, autora do livro "Tua Vida em Mim" e do podcast "Para dar nome às Coisas", com passagens pela TV Bandeirantes, Record TV, Estadão e RedeTv. Atualmente trabalha como roteirista na Revista AzMina. Experiência intensa em produção, entrevistas, edição de texto e roteiro. No programa Superpoderosas da Band foi repórter e coapresentadora. É também autora do livro "Tua Vida em Mim" e do podcast de autoconhecimento "Para dar nome às Coisas", exclusivo do Spotify e integrante do Spotify Academy Podcast, atualmente entre os trinta mais escutados no Brasil. É dela, também, o projeto online “Me dá uma notícia boa?”, que teve repercussão nacional abordando o luto de forma leve e em primeira pessoa. Faz pós-graduação em Filosofia e Autoconhecimento na PUC- RS. * O proponente será o responsável pela coordenação administrativa financeira de todo o projeto cultural e garantirá a execução dos objetivos constantes no projeto e a boa gestão dos recursos financeiros.
PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.