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PRONAC 222111Projeto em execução - Encerrado prazo de captaçãoMecenato

Restauração da Estação Ferroviária de Moeda

HOLOFOTE COMUNICACAO E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 2,81 mi
Aprovado
R$ 2,81 mi
Captado
R$ 2,80 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
01417222000177MRS LOGISTICA S/A1900-01-01R$ 2,80 mi

Eficiência de captação

99.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Intervenções em bens imóveis tombados/acautelados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
II.Patrimônio Cultural tombado ou registrado
Ano
22

Localização e período

UF principal
MG
Município
Itabirito
Início
2024-03-04
Término

Resumo

Esse projeto contempla a restauração da Estação Ferroviária de Moeda e revitalização de seu perímetro de entorno, com uma integração harmônica dos equipamentos urbanos com a paisagem já edificada ao redor, que realçará e valorizara o centro da cidade. A história da Estação Ferroviária de Moeda é parte integrante da memória coletiva do município e, consequentemente, da história de Minas Gerais e do Brasil por se constituir como parte do patrimônio ferroviário nacional. Como contrapartida, será realizada a "Estação da Leitura", com o objetivo de contribuir para a formação de leitores e auxiliar o fortalecimento das políticas no campo da leitura.

Sinopse

Esse projeto não se trata especificamente de uma obra e sim da restauração e revitalização de um patrimônio material, tombado em âmbito municipal. A edificação da Estação Ferroviária se configura como elemento referencial e polarizador na paisagem urbana de Moeda. Expressão da Arquitetura Eclética da primeira metade do século XX, a edificação se eleva à categoria de monumento histórico inserido na paisagem urbana, patrimônio cultural do Município de Moeda. O Conjunto que é alvo da proteção para a preservação se constitui da edificação da Estação Ferroviária de Moeda, os Jardins, a Plataforma de Embarque isolada e o Chafariz. Destacam-se também a arborização ao longo da porção voltada para a avenida do Comércio; as escadas de acesso à estação a partir da mesma avenida e outros. A edificação da Estação foi inaugurada em 1919, dois anos depois da abertura da linha do Paraopeba, e reflete todo o espírito da época marcada pelo Ecletismo na arquitetura. A Estação Ferroviária de Moeda pertence um conjunto de estações que se tornou a expressão mais genuína do gosto eclético da época. A solução abriga modenatura lançada numa referência aos chalés europeus, mas com tratamento almofadado, numa releitura do neoclássico. Os frisos em massa, que compõem as sobrevergas e molduras nos vãos, preconizam o art deco, juntamente com a solução de telhado dos chalés. E a conformação da cobertura da plataforma de embarque em estrutura metálica certamente não apenas “justapunha aos maciços de alvenaria, sem integração plástica”, como afirmou da Silva, mas, ao contrário, compõe o conjunto de forma harmoniosa e, mesmo, graciosa, não só no apoio a partir da modenatura na alvenaria das paredes mas também no apoio ao forro de madeira do telhado que coroa todo o conjunto. A edificação, com partido retangular, obedece ao padrão rígido das especificações técnicas, da época dos primórdios da linha férrea, na sua solução em planta e na sua implantação e localização, Tais padrões vão figurar em todas as estações da época. Em compensação se liberta no tratamento estético que remete aos chalés europeus, vertente do ecletismo que vai experimentar seu maior momento nas décadas vindouras quando é consagrada em soluções residenciais. A fachada Norte se constitui hoje o principal acesso à edificação. Ela é marcada pela modenatura em colunas almofadadas em argamassa nas extremidades e apenas uma portada central. Destaca-se a sinalização com o nome da cidade presente no frontão em alvenaria. A fachada Sul é bem semelhante mas apresenta dois conjuntos de duas janelas. A fachada Oeste é a de menor visibilidade. É voltada para o Pátio de Manobras e são ambos abrigados pelo “paredão” resultante do corte para nivelar o terreno. Apresenta a mesma modenatura presente nas outras fachadas e três janelas na porção norte e um conjunto de porta e janela na porção sul. A fachada é interrompida por m bloco edificado posteriormente para abrigar instalações sanitárias. Tal ação compromete a leitura da fachada como um todo e compromete sua harmonia estética. Salienta-se que o conjunto de porta e janela se constitui o acesso ao Pátio de Manobras a partir da sala do Agente. A fachada Leste apresenta o tratamento mais apurado. Abriga a Plataforma de Embarque principal e conta com acesso ou porta a partir de todas as salas. As portas recebem sinalização indicativa como Agência e Armazém. Outras placas incluem uma sobre uma janela com o nome da localidade e duas que indicam a quilometragem e a altitude da cidade. O conjunto de janelas e portas é extremamente harmônico e recebe tratamento uniforme com relação a todas as fachadas. Vãos em verga reta com moldura em argamassa que aparenta uma falsa verga em arco abatido. Destacam-se também nesta fachada, as estruturas metálicas em mão francesa que recebem o avanço do telhado para conformar a Plataforma. Lançadas com apuro e maestria conformam um conjunto harmonioso com o bloco de alvenaria e o forro em madeira que se estende aos beirais do telhado em quatro águas e telhas de barro do tipo francesa. Os Jardins apresentam traçado neoclássico e se acoplam à edificação principal na porção lateral numa referência à solução adotada nas edificações residências que resultaram na transferência da porta principal de acesso para a lateral da edificação e não mais na frente. A solução dá um ar romântico e ‘caseiro’ à edificação que vem representar o avanço tecnológico e a modernidade. Os jardins laterais estão presentes de forma marcante em toda a arquitetura residência de inspiração eclética da época. A plataforma de embarque e desembarque isolada foi implantada estratégica e convenientemente e tem piso elevado do solo e cobertura em telhado e barro do tipo francesa e engradamento em madeira sobre vigas e postes metálicos. Os postes metálicos são assentes ao chão com revestimento em alvenaria até a altura de 50cm, sobem e abrem em duas vigas que vão abrigar a estrutura em madeira que vai conformar o telhado em duas águas de telha francesa. As extremidades têm acesso com longas rampas em cimento o piso é em paralelepípedo com moldura em pedra. O Chafariz fica no passeio da avenida do Comércio. Constitui-se de torre com seção quadrada em alvenaria com coroamento piramidal. A bica se constitui de tubo de 80mm de bitola, em ferro com curva para baixo. Tem revestimento em argamassa pintada.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Executar a restauração da edificação histórica da Estação Ferroviária de Moeda, incluindo o antigo "campinho" no fundo da estação, todo o talude "paralelo" a Rua Cel. Sérgio Pedro, a plataforma de espera, o acesso da Avenida do Comércio e todos os locais públicos existentes no entorno e/ou dentro do perímetro de tombamento. Pretende-se ter muitos resultados positivos de curto, médio e longo prazo para o entorno da Estação Ferroviária, dentre eles, o aumento de circulação de pessoas e turistas na qual poderão existir e/ou aumentar a procura por galerias de arte, estúdios de design, lojas, restaurantes e residências em geral. Pode-se utilizar esses espaços para lazer, cultura, esporte, turismo, e até mesmo terapia. Além disso, ações culturais, ações socioeducativas, ações socioambientais e ações socioeconômicas serão bem vindas para agregarem valores a um dos bens culturais mais apreciados da comunidade Moedense: A Estação Ferroviária e Seu Entorno. Dessa forma, esse projeto atende o inciso IV do artigo 02 do Decreto 10.755 de 2021, ao "promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial" e inciso V ao "incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais". OBJETIVOS ESPECÍFICOS: a. Produto Bem Imóvel - Restauração / Preservação - Restauração de Patrimônio Material: Restaurar todo o complexo Estação Ferroviária de Moeda. Desenvolver, efetivamente, a potencialidade de aproveitamento do prédio e do acervo, proporcionando aos visitantes e pesquisadores informações mais precisas da edificação e de sua originalidade. Instalar um vagão de trens de passageiros antigos, estilo "Maria fumaça", para utiliza-lo como ponto multi-artístico-cultural, local adequado para montar uma paisagem de estilo ferroviário dos anos de 1920, e hospedar oficinas de arte e educação. Instalar equipamentos de maquinário Ferroviário, como eixos e rodas, formando assim uma obra de arte urbana que dará uma identidade artístico-cultural a cidade de Moeda. Criar duas áreas verdes, uma no fundo da estação e outra entre os trilhos de trem que ficam ao fundo do jardim com a escultura da "Maria da fonte", constituídas por plantas frutíferas de pequeno porte, como laranjas, mexericas, goiabas e jabuticabas, espécies nativas e endêmicas da região. Construir duas lanchonetes/bar/café e um banheiro público com acessibilidade para pessoas com necessidades especiais (PNE). Colocar bancos e mesas para jogos de tabuleiro e intercalar jardins em toda a extensão do perímetro de tombamento, desse modo, cria condições de desenvolvimento da região, como também melhorara a qualidade de vida da população local. Criar espaços intercalados entre os bancos que viabilizem e organizem futuras Feiras de Artesanato, Agricultura Familiar, Exposições e Feiras de Ciências. A previsão é que no mínimo 15 mil pessoas visitem anualmente a estação, com a possibilidade dessa quantidade seja dez vezes maior caso aconteçam eventos nas instalações restauradas por este projeto. b. Produto Contrapartidas Sociais - Eventos e ações de incentivo à leitura: Como contrapartida social, será realizado um evento com o nome "Estação da Leitura" com contação de causos, apresentação teatral e oficinas diversas. Espera-se no mínimo 500 estudantes e professores de instituições públicas de ensino, público-alvo desse festival.

Justificativa

A solicitação de apoio ao projeto "Restauração da Estação Ferroviária de Moeda" junto ao Ministério do Cultura, via Lei de Incentivo, se faz necessário devido ao custo elevado para realizar a restauração com recursos da iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para preservar os bens materiais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. A história do prédio da Estação Ferroviária de Moeda é parte integrante da memória coletiva do município e, consequentemente, da história de Minas Gerais e do Brasil por se constituir como parte do patrimônio ferroviário nacional. Cabe ressaltar que, nas imediações da Estação Ferroviária já existia um pequeno povoado denominado como Moeda Velha, onde nos tempos da colônia, se fundiam moedas falsas para escapar à taxação portuguesa. Esse projeto justifica a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por atender o inciso do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. No Artigo 3º da mesma lei, cumpre os seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural. --- "A arquitetura é o único meio que dispomos para conservar vivo um laço com o passado ao qual devemos nossa identidade, e que é parte do nosso ser" (CHOAY, 2001, p.139). Remontam ao início do século XIX as primeiras iniciativas relativas à construção de linhas férreas no Brasil, quando o Governo Imperial autorizou, por Carta de Lei, a construção e exploração de estradas em todo o território nacional, tendo por objetivo a interligação das diversas regiões do país. Visando sincronizar os interesses político-sociais e as prerrogativas econômicas dos estados e da República, na região do Alto e Médio Paraopeba foi edificado, pela Estrada de Ferro Central do Brasil, um ramal férreo que recebeu a denominação de Linha do Paraopeba, assim chamada porque durante boa parte de sua extensão acompanha o rio de mesmo nome. Dois anos após a conclusão das obras de abertura do ramal férreo do Paraopeba foi inaugurada sua estação ferroviária, em 16 de junho de 1919, que passou a denominar-se Estação Ferroviária de Moeda. O prédio da estação ferroviária de Moeda foi projetado e construído por profissionais da seção de Engenharia e Arquitetura da Estrada de Ferro Central do Brasil. Por essa estação ferroviária, além do transporte de cargas circulou, também, o trem de passageiros que trafegou pela localidade até 1979, quando, depois de algumas tentativas rápidas de reativação, acabou sendo extinto definitivamente. Por volta de meados dos anos 90, o prédio da Estação Ferroviária de Moeda teve seu uso original desativado. Este passou por reformas, com vista à sua conservação e adaptação, para abrigar em suas instalações uma biblioteca pública municipal que recebeu o nome de "Targina Peixoto do Carmo", em homenagem a primeira professora da cidade de Moeda. A edificação da Estação Ferroviária constitui-se exemplar de valor cultural por estar intimamente ligada à história da cidade de Moeda, por conferir aos seus espaços valor afetivo-sentimental e, principalmente, por ser uma referência de valor simbólico, parte indissociável do modo de viver da região. O prédio da Estação Ferroviária possui área construída de aproximadamente 150m2. Desenvolvida em um pavimento apresenta telhado em quatro águas com estrutura mista e telha francesa. A arquitetura do prédio da estação caracteriza-se pela tendência eclética e consolida-se com novas soluções tipológicas vinculadas às mais diversas tendências, desvelando as possibilidades de utilização do repertório de signos e formas arquitetônicas. Enquanto bem cultural, o prédio da estação guarda a responsabilidade de manter viva a memória social em sua dimensão material e simbólica; com o intuito de promover a preservação do patrimônio mais valioso que existe que é aquele que compõe os sentimentos humanos; bem como de preservar a memória coletiva do município em que o bem cultural se insere e, é percebido dentro de uma pluralidade de espaços e relações afetivas e socio-culturais provenientes dos sujeitos históricos que imprimiram ao lugar e à edificação sinais de sua vivência. Nota-se, portanto, que tal edificação é um espaço privilegiado onde se encontram as lembranças e os sonhos do tempo vivido e do que ainda há por viver. A simples alvenaria torna-se, portanto, um elemento histórico que confere legitimidade à memória coletiva da cidade de Moeda, pois guarda em seus espaços, em suas paredes, frisos e elementos decorativos, as lembranças de tempos que não voltam mais, mas que poderão se perpetuar através da preservação de exemplares significativos para a história do local em que foi implantada sendo capaz de integrar passado, presente e futuro mutuamente. Referência bibliográfica: CHOAY, Françoise. A Alegoria do Patrimônio. São Paulo: UNESP, 2001.

Estratégia de execução

A Prefeitura de Moeda, responsável pelo imóvel, representada pelo Prefeito Décio Vanderlei dos Santos, está ciente e apoia o projeto, conforme carta de anuência anexada. Este projeto foi avaliado e aprovado pelo Conselho Municipal do Patrimônio Cultural de Moeda (MG) no dia 22 de outubro de 2021, conforme ata nº 04/2021 que está anexada, estando de acordo com o inciso 2º do artigo 29, da Instrução Normativa nº 1 de fevereiro de 2022 do Ministério do Turismo, que estabelece que "nos casos de projetos culturais que tenham como objeto a preservação de bens culturais tombados ou registrados pelos poderes públicos, em âmbito federal, estadual, distrital ou municipal, será obrigatória, também, a apreciação pelo órgão responsável pelo respectivo tombamento ou registro, cabendo ao proponente sua apresentação junto à Secretaria Especial de Cultura". A MRS Logística S.A., representada por Rosa Cassar, Gerente Geral de Relações Institucionais, tem a intenção de apoiar com patrocínio incentivado este projeto, conforme carta de intenção de patrocínio anexada.

Especificação técnica

1. Município: Moeda 2. Distrito/Povoado: Sede 3. Designação: Estação Ferroviária de Moeda 4. Endereço: Rua do Norte, s/n - Centro 5. Propriedade: RFFSA/ cedida para o Município 6. Responsável: Prefeitura Municipal de Moeda 7. Análise de entorno – situação e ambiência: O entorno da edificação é constituído pelos arredores da estrada de ferro, trilhos e moirões e cascalho, as plataformas de embarque e desembarque, o pátio de manobras e, na face sudoeste uma encosta de serra - o paredão se configura como moldura verde ao conjunto – e na face nordeste, a avenida do Comércio, contemporânea à edificação da Estação Ferroviária na sua porção norte – o comércio tradicional com um conjunto significativo de edificações comerciais que remetem ao art deco e um conjunto de residências ao gosto que inspirou o Ecletismo na primeira metade do século XX.

Acessibilidade

a. Produto Bem Imóvel - Restauração / Preservação - Restauração de Patrimônio Material: O projeto de restauração do conjunto arquitetônico possui previsão de construção de rampas de acesso, rampas de acessibilidade de faixas de travessia, sinalização especial, estacionamento específico, pisos táteis e banheiros especiais conforme a Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, o Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004 e a Instrução Normativa nº 1, de 25 de novembro de 2003, do IPHAN. Todo o projeto foi pensado para realizar a inclusão social, estando de acordo com a Declaração Universal de Direitos Humanos e também com a Constituição Federal de 1988, que apresentam direitos que devem se estender a todas as pessoas, sem exceção. Inclusive, pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, de forma a inserir esse público no convívio social com outras pessoas. ACESSIBILIDADE FÍSICA: RAMPA DE ACESSIBILIDADE ESPECIALItem da planilha orçamentária: Instalação de rampas RAMPAS DE ACESSIBILIDADE DAS FAIXAS DE TRAVESSIA; ELEVACAO DE PEDESTRES NO NIVEL DOS PASSEIOSItem da planilha orçamentária: Rampa de concreto GUARDA-CORPO DAS RAMPAS DE ACESSIBILDADEItem da planilha orçamentária: Guarda corpo em aço BARRA DE APOIO PARA VASO SANITÁRIO - Barra de apoio horizontal para vaso sanitário em aço inox (ou cromada) para P.N.E., comprimento igual a 80 cm, conforme NBR 9050, inclusive fixação; Barra de apoio para porta em aço inox (ou cromada) para P.N.E., comprimento igual a 40 cm, conforme NBR 90Item da planilha orçamentária: Barra de apoio metálica cromada ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: SINALIZAÇÃO - Fornecimento e instalação de placa de alumínio fundido com denominação de cômodos (20 x 5 cm) para sinalização da Instalação Sanitárias e da Copa/Cozinha com informação em braile.Item da planilha orçamentária: Sinalização RAMPAS DE ACESSIBILIDADE DAS FAIXAS DE TRAVESSIA e ELEVACAO DE PEDESTRES NO NIVEL DOS PASSEIOSItem da planilha orçamentária: Rampa de concreto ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Monitor para visitas guiadas e para suporte para quem tem mobilidade reduzida e que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, inclusive como interprete de libras.Item da planilha orçamentária: Monitores Fornecimento e instalação de placa de alumínio fundido com denominação de cômodos (20 x 5 cm) para sinalização da Instalação Sanitárias e da Copa/Cozinha; placas de sinalização para faixa de travessia de pedestres; placas de identificação das salas.Item da planilha orçamentária: Sinalização ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitor para visitas guiadas e para suporte para quem tem mobilidade reduzida e que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, inclusive como interprete de libras.Item da planilha orçamentária: Monitores b. Produto Contrapartidas Sociais - Eventos e ações de incentivo à leitura: Como contrapartida, será realizado o evento "Estação da Leitura", com o objetivo de contribuir para a formação de leitores, com o intuito de auxiliar o fortalecimento das políticas no campo da leitura. Será realizado um evento com contação de causos, apresentação teatral, oficinas diversas, com interprete de libras, interprete de audiodescrição e monitores para auxiliar pessoas com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Como descrito acima, todo o espaço restaurado da Estação Ferroviária de Moeda foi pensando com as medidas de acessibilidade física. Locação de cadeiras para o público, principalmente crianças, grávidas, idosos e mobilidade reduzida.Item da planilha orçamentária: Locação de Cadeiras e Mesas ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia) e audiodescrição das cenas que ocorrerão durante as apresentações (incluindo os diálogos, as movimentações dos atores e as mudanças de cenário).Item da planilha orçamentária: Narrador de Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Profissionais Intérpretes e tradutores em Libras capacitados para inclusão de ouvintes nos contextos da Cultura Surda e acesso dos Surdos em produções culturais em linguagem fonética.Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitoria especializada inclusiva.Item da planilha orçamentária: Monitores

Democratização do acesso

Todo o projeto é gratuito, atendendo o artigo 23 da IN 01/2022 do Ministério do Turismo, com o objetivo de descentralizar a cultura das grandes capitais para uma cidade do interior mineiro, gerando a diversificação econômica por meio da cadeia turística. Este projeto oferece acesso à Estação Ferroviária de Moeda e ao seu entorno gratuitamente, visando assegurar a ampliação do acesso aos bens e serviços culturais produzidos por este projeto. Atende também o inciso III do artigo 24 da IN nº 01/2022 do Ministério do Turismo ao "permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas". Serão realizadas filmagens durante a restauração e disponibilizadas gratuitamente na internet, atendendo o inciso II do mesmo artigo, ao "disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição". Mesmo durante a obra serão oferecidas visitas guiadas gratuitas para a comunidade local, principalmente estudantes da rede pública. A visitação de escolares sempre é facultada com o desenvolvimento de atividades pedagógicas. Com isso, atendento também o artigo 24, com "monitoria guiada em espaços culturais públicos voltada para pessoas atendidas por políticas assistenciais do governo federal, para acesso e conhecimento aos bens patrimoniais". A contrapartida também atende ao artigo 23, ao realizar um evento gratuito com contação de causos, apresentação teatral, oficinas diversas, com interprete de libras, interprete de audiodescrição e monitores para auxiliar pessoas com mobilidade reduzida, desse forma este projeto atende o inciso V do artigo 24 ao "realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil". O espaço se localiza no centro, sendo fácil o acesso a pé, de carro, ou por transporte coletivo, existindo pontos de ônibus nas entradas do local. Espaço natural de democratização que conjuga natureza, meio ambiente, cultura e patrimônio, representando um local de encontro ao ar livre onde as mais diversas manifestações culturais podem ocorrem, beneficiando a comunidade, aumentando a socialização e o contato de crianças e adolescentes com a história e a arte. Pretende-se colocar bancos e mesas para jogos de tabuleiro e intercalar jardins em toda a extensão do perímetro de tombamento, desse modo, não só ajudaria no desenvolvimento da região, como também melhoraria a qualidade de vida da população local. Pretende-se também criar espaços intercalados entre os bancos que viabilizem e organizem futuras feiras de Artesanato, Agroecologia, agricultura familiar ou similar, podendo ser realizadas exposições, feiras de ciências etc. Dessa forma, outros produtores culturais poderam utilizar o espaço para realizar os seus eventos sem custos. Em suma, projetar espaços urbanos que darão a cidade de Moeda um visual de inovação e sustentabilidade, turismo e história misturando charme, simplicidade e singularidade que realçará e valorizara todo o centro da cidade.

Ficha técnica

GILSON FERNANDES ANTUNES MARTINS - Proponente e coordenador geral Mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Ouro Preto (2021). Bacharel em Gestão de Comunicação Integrada, com habilitação em Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2013) e Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas, pela mesma Instituição (2018). Integrante do Grupo de Pesquisa Convergência e Jornalismo (ConJor) do PPGCom-UFOP. Fundador e gestor cultural da Holofote Cultural desde 2012. É consultor, palestrante e pesquisador na área da indústria criativa. Atuou como Secretário de Turismo, Indústria e Comércio na Prefeitura Municipal de Ouro Preto, em 2015 e 2016, e Superintendente de Atos, Memória e Chancelaria, sendo responsável pelo setor de comunicação, entre 2018 e 2020. Produziu mais 300 shows e espetáculos, dentre eles, Festival de Popularização do Teatro de Ouro Preto (2022) com patrocínio da J. Mendes, Festival "Ouro Preto Viva" (2020), "Concertos na Casa da Ópera" (2019), com patrocínio da Oi, "Festival Todos os Sons" – Edição Itabirito (2019), com patrocínio da Oi, Turnê "Era Uma Vez Um Carnaval" do grupo Candonguêro (2018), com patrocínio da Claro, "Turnê Boleros – Uma História de Amor" (2017) com patrocínio da Cemig, "26ª Julifest" (2017), "Festival Marte" (2017), com patrocínio da Claro, "Festival da Canção Som Plural" (2017), com patrocínio da Oi, "Carnaval Cultura de Ouro Preto" (2016 e 2017), "Carnaval de Brumadinho" (2017), "Carnaval de Itabirito" (2017) e "Aniversário de 304 anos de Ouro Preto" (2015). O proponente será responsável pela gestão de todo o processo decisório do projeto. Receberá pela rubrica de Coordenação Geral. Denis José Donato da Mota – Coordenação técnica Possui graduação em Ciências Econômicas pelo Centro Universitário Newton Paiva (2005), especialização em Consultoria Empresarial pelo Centro Universitário de Belo Horizonte, MBA Administração do Terceiro Setor pela Faculdade Pitágoras e especialização em Gerenciamento de Projetos pelo Ietec Minas Gerais, Mestrando em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local pelo Centro Universitário UNA. É gerente executivo da Agência de Desenvolvimento Econômico e Social de Itabirito desde 2005 e atualmente também é Coordenador do Curso de Administração e professor da Faculdade Alis de Itabirito. Possui experiência de 15 anos em Gerenciamento de Programas e Projetos. Profissional com certificação internacional em Project Managemente Professional (PMP) pelo Project Management Institute. Leciona as disciplinas de Fundamentos da Economia; Teoria Econômica; História do Pensamento Econômico; Política Monetária e Fiscal; Introdução a Economia; Empreendedorismo; Gestão Financeira; Marketing; Plano de Negócios; Finanças Empresariais; Gestão Orçamentária; Análise e Apuração de Custos; Planejamento Estratégico; Gestão de Processos; Gestão de Micro e Pequenas Empresas, Responsabilidade Social e Investimento Social e Gestão de Projetos. Nilmara Soares do Carmo – Gerente do Projeto / Coordenadora de Produção Possui bacharelado em Relações Econômicas Internacionais pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014) e especialização em Gestão de Projetos pelo Instituto de Educação Tecnológica (2017). É Coordenadora de Projetos na Agência de Desenvolvimento Econômico e Social de Itabirito desde 2018, onde já atuou também como Analista de Negócios entre 2016 e 2018 e Assistente Administrativo entre 2014 e 2016.

Providência

SOLICITAÇÃO DE PRAZO DE EXECUÇÃO ATENDIDA AUTOMATICAMENTE PELO SALIC

2026-12-31
Locais de realização (1)
Moeda Minas Gerais