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PRONAC 222122Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

FEIRA LITERARIA EDUCATIVA (FESTIVAL ITANHANDU 100 ANOS)

Fundação Itanhanduense de Educação e Cultura Dilza Pinho Nilo
Solicitado
R$ 810,2 mil
Aprovado
R$ 810,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
II.Eventos literários
Ano
22

Localização e período

UF principal
MG
Município
Itanhandu
Início
2023-03-01
Término

Resumo

Feira educativa literária na praça principal da cidade com o objetivo de comemorar o aniversário de 100 anos de Itanhandu. A feira acontecerá num período de 15 dias, utilizando a linha de trem e a estação desativadas. Serão realizadas palestras sobre a história da cidade, ciclos de leitura eespaço ludo-educativo.

Sinopse

Projeto em comemoração aos 100 anos da cidade, com objetivo de comemorar o aniversario, porém visando inserir a cidade culturalmente como parte do circuito turístico da região. No século XVI, toda a região do sul do atual estado brasileiro de Minas Gerais era território disputado entre vários povos indígenas brasileiros: a oeste, situavam-se os caingangues; ao sudoeste, situavam-se os tupiniquins; a sudeste, situavam-se os tupinambás e, a leste, situavam-se os puris. Corria o final do século XVI quando foram ouvidos os primeiros passos dos exploradores europeus. Tudo era novo e desconhecido para esses homens rudes, que rasgavam impiedosamente a Mata Atlântica. Surgia o primeiro caminho ligando o litoral a uma terra rica em ouro e pedras preciosas, hoje chamada Minas Gerais. No princípio do século XVIII, um pequeno aglomerado de casas, circundado por várias fazendas, deu origem ao Arraial de Barra do Rio Verde. Com a inauguração da Estrada de Ferro de Minas- Rio, em 1884, a população começou a crescer. O arraial instalou-se à beira dos rios Verde e Itanhandu, este último dando o nome definitivo ao lugarejo. O lugar era chamado pelos índios de "Itanhandu" (que significa "ema de pedra") porque o Rio Verde forma no local grandes quantidades de "pedras que correm, ao longo das eras (seixos rolados)". O Caminho Velho passava por Itanhandu. Foi usado para escoar o ouro e outras riquezas de Minas para o porto de Parati, no Rio de Janeiro. Já na primeira metade do século XVIII havia no local um pequeno povoado, cercado por algumas fazendas. Surgiria mais tarde um arraial, denominado Barra do Rio Verde. Foi-se o ouro - cujas minas estavam praticamente exauridas no final do século XVIII, mas o movimento nunca cessou. Mesmo o surgimento do Caminho Novo (passando pelas cidades de Petrópolis, Juiz de Fora e Barbacena) não diminuiu o trânsito. A velha estrada continuava sua história no vai-e-vem dos tropeiros que abasteciam o intenso comércio mineiro. Em 1923, Itanhandu tornou-se município. Dois fatos históricos ficaram bastante marcados na história de Itanhandu: a Revolução de 1930 e a Revolução de 1932. Ambas foram de curta duração, entretanto mudaram os rumos do país. A primeira deu o poder a Getúlio Vargas, candidato derrotado à presidência, alegando fraudes no processo eleitoral, dominado por velhas oligarquias. De São Paulo eclodiu o movimento de 32, exigindo o fim do governo provisório de Vargas e a convocação de novas eleições. Nos dois acontecimentos, a cidade ficou exposta a conflitos armados entre Minas Gerais e São Paulo, em vista de sua posição estratégica de fronteira. Toda a população era retirada e as luzes apagadas à noite. Dos combates de 1932, participou um jovem tenente médico, futuro governador de Minas Gerais e presidente do Brasil: Juscelino Kubitschek, que declararia, mais tarde, a amigos: "Minha carreira política começou em Itanhandu".

Objetivos

Objetivo geral: Realizar ações culturais ao longo de um ano para moradores e visitantes da cidade de Itanhandu _ MG. Serão executados diversos eventos como shows, museu itinerante a céu aberto, espetáculos teatrais, concerto sinfônico, apresentação de coral local com artista renomado como mestre de cerimônias, feira gastronômica, shows de artistas locais, apresentações teatrais de grupos locais, eventos esportivos de ecoturismo, cinema ao ar livre e exposição com ateliers de portas abertas. A feira educativa literária é parte dessas ações. De acordo com o artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, de maneira integral, o projeto é destinado às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; XIII - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais, além daquelas já tombadas como patrimônio cultural imaterial; XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal; e XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. Objetivos específicos: Montar e realizar ao longo de 15 dias a feira literária como parte do FESTIVAL 100 anos de Itanhandu, contendo: - 06 ciclos de leitura (textos, livros, contos de autores Itanhanduenses); - 10 dias de sala de leitura aberta a população; - espaço ao ar livre para jogos ludo-educativos; - espaço para exposição gastronomica de produtores locais. - espaço histórico ao ar livre para exposição da história de Itanhandu. Na comprovação serão enviados videos, clipping e fotos documentando a efetiva realização do projeto.

Justificativa

Destacamos os motivos para a realização do projeto aqui apresentado bem como a necessidade do uso do mecanismo de incentivo a projetos culturais para financiamento do mesmo tendo em vista que ele se enquadra no inciso I e II, do Art. 1º da Lei 8313/91 bem como no objetivo II letras "c", e objetivo IV letra "a" do Art 3º da mesma lei, e ainda seu produto principal, está dentro do segmento, letra "c", do parágrafo 3º do artigo 18 que contempla música erudita ou instrumental; Abaixo textos da lei no qual o projeto se enquadra para o uso do mecanismo de incentivo: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A oportunidade de oferecer gratuitamente apresentações musica, teatro, no centro da cidade além das feiras de literatura e gastronomia e do grande concerto de música coral, instrumental e erudita, espetáculo gratuito na escadaria da igreja matriz da cidade, permitirá ampla difusão e democratização dos bens culturais permitindo uma diferenciada e rica programação cultural para população da cidade e da região, bem como dos turistas que frequentam a região ao longo do ano, difundindo artistas locais e regionais bem como também colocando o município no roteiro cultural da região. Os locais no centro da cidade escolhidos para as apresentações são tantos locais de fácil acesso e já frequentados pela comunidade quanto também pontos turísticos e culturais do município o que enriquece ainda mais o projeto. As apresentações locais serão uma forma de integrar as festividades valorizando seus moradores e artistas oriundos da cidade de Itanhandu e/ou região. A democratização do acesso a bens culturais, levando a apreciação dos espetáculos gratuitamente a população nos espaços onde ela transita cotidianamente para suas atividades pessoais e profissionais, bem como em alguns bairros da cidade, consiste em política cultural alinhada aos princípios estabelecidos como política pública da Secretaria Especial da Cultura - Ministério da Cidadania e por isso o apoio do Programa Nacional à Cultura é imprescindível, possibilitado investimentos para a realização ampla da programação cultural, difundindo e democratizando as artes culturais contidas na programação do projeto.

Estratégia de execução

CONTRAPARTIDA SOCIAL Ações Formativas Culturais: ações presenciais e gratuitas, destinadas a alunos e professores de instituições de ensino de qualquer nível, que visem a conscientização para a importância da arte e da cultura por intermédio do produto cultural do projeto. A ação de contrapartida social que o proponente realizará, de forma a atender ao disposto no Artigo 22 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania: ATIVIDADE: - LEITURAS DRAMATIZADAS DURAÇÃO: - 06 DIAS FORMATO: - ATIVIDADES 100% GRATUITAS - 100% PRESENCIAL E GRATUITA

Especificação técnica

- 06 ciclos de leitura (textos, livros, contos de autores Itanhanduenses) - CADA CICLO CONTARÁ COM 02 LIVROS E/OU CONTOS - 10 dias de sala de leitura aberta a população - SALA DE LEITURA ABERTA DIARIAMENTE DAS 14h ÀS 21h AO LONGO DE 15 DIAS; - espaço ao ar livre para jogos ludo-educativos - ESPAÇO PARA PROFESSORES E/OU HISTORIADORES DESENVOLVEREM ATIVIDADES AO AR LIVRE AO LONGO DE 15 DIAS DAS 14h ÀS 21h; - espaço para exposição gastronômica de produtores locais - ESPAÇO PARA PRODUTORES LOCAIS EXPOREM SEUS PRODUTOS AO AR LIVRE AO LONGO DE 15 DIAS DAS 14h ÀS 21h;

Acessibilidade

Todos os espetáculos e/ou atividades, incluindo as contrapartidas, contarão com acessibilidade física e LIBRAS. Produto: Festival - Item da planilha orçamentária: 14 do orçamento - Acessibilidade: Interprete de LIBRAS Produto: Contrapartida - Item da planilha orçamentária: 30 do orçamento - Acessibilidade: Interprete de LIBRAS Por tratar-se de encontro literário não é necessario outras medidas de acessibilidade. Nos comprometemos a destacar os livros em braile e a cidade já é equipada com rampas de acesso para acessibilidade fisica. Os evenos ocorrerão ao ar livre.

Democratização do acesso

Como medida de democratização de acesso, será adotado o disposto no inciso/medida do art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo será adotada no projeto: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; 100% DE GRATUIDADE II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: c) cinco palestras de pelo menos uma hora de duração com lista de participação para projetos exclusivamente educativos;

Ficha técnica

Edna Scarpa – diretora geral e proponente Atuando como Presidente da Fundação Itanhanduense de Educação e Cultura “Dilza Pinho Nilo” cujo principal foco tem sido o desenvolvimento humano. O número de crianças e jovens que, por falta de ocupação, instrução e qualificação se desviam de um caminho ético tem crescido à medida que a competitividade, o consumismo e o acesso fácil e rápido as informações, muitas vezes de qualidade duvidosa, invadem a sociedade. Como a escolaridade oferecida de forma gratuita se da em meio período, as crianças e jovens, ficam na outra parte do tempo, ociosos. Os pais precisam trabalhar cada vez mais, o que prejudica a convivência familiar, a qualidade do tempo oferecido aos filhos e a possibilidade de uma instrução assertiva. A Fundação possui uma estrutura física e de pessoal capaz de abrigar e desenvolver vários projetos de cunho educacional, esportivo, cultural e social. Existente desde 1985, a Fundação vem cumprindo seu papel social, desenvolvendo junto com o Poder Público atividades que fortalecem a consolidação da cidadania. Nosso maior objetivo é viabilizar a inclusão social e concretizar ações relevantes e impactantes em nossa comunidade. Com projetos desenvolvidos nas áres de ESPORTES, CULTURA e EDUCAÇÃO. Alina Lyra – direção e coordenação de produção Alina Lyra, bacharel em teatro, especialista em leis de incentivo, coordenadora de produção e gerente de projetos, iniciou sua trajetória como produtora em 1991, produzindo shows na cena de Blues, tendo participado como produtora e/ou coordenadora dos festivais de Blues e Jazz de Búzios e Rio das Ostras ao longo de 10 anos. Como coordenadora de produção, tem atuado ao longo de 20 anos, produzindo, coordenando ou fazendo direção de produção de cerca de 100 espetáculos teatrais, tendo sido a responsável pela coordenação geral do único musical réplica da Broadway realizado no Rio de Janeiro, “A Família Addams,” e de musicais de menor porte como “Constellation” e o mega-sucesso juvenil “Meninos e Meninas”. Além de ser sócia e coordenadora de produção do projeto “Comédia em Pé” cuja execução em cartaz durou 12 anos e lançou grandes nomes, dentre estes Fabio Porchat, Murilo Couto, Victor Sarro. Tem executado a função de coordenadora de produção na Webedia, cuidando dos canais Tudogostoso, Telecine, Parafernalha e foi diretora artística, coordenadora de conteúdo e diretora de produção do projeto “NovelaBrasil”, sátiras a novelas brasileiras, no canal PARAFERNALHA, incluindo piloto para o canal VIVA. Para o universo de corporativo atuou como coordenadora de montagem do Show da Black Friday das Lojas Americanas de campanhas e eventos das seguintes empresas: WHUB 21 da WHIRPOOL, AMCHAM, TIM, BRADESCO, BRADESCOSEGUROS, FIAT, VIVO, CLARO e ITAU. Vencedora do preio Na área administrativa coordenou e administrou físico-financeiramente a Sala Paraiso do Teatro Carlos Gomes e oTeatro Ziembinski por 6 anos – Teatros da Prefeitura do Rio de Janeiro. Também atuou como coordenadora de logística de imprensa no Camarote da Brahma em 2014 e 2015, coordenadora de filmagens jornalísticas da UOL para Olimpíadas e Paralimpíadas do Rio de Janeiro e gerente de produção RJ da UOL para cobertura de eventos artísticos no Carnaval 2015, 2016 e 2017. CEO da Alkaparra Produções www.alkaparra.com.br ao logo de 28 anos (atualmente AlinaLyra Produções) Joana D'aguiar - Produtora executiva Vencedora do prêmio de melhor direção de produção no prêmio CBTIJ de Teatro para Infância e Juventude 2019 pelo musical infantil Ombela - A Origem das Chuvas, Joana é uma produtora baiana radicada no Rio de Janeiro desde 2010. Realizou produção executiva de espetáculos teatrais, tendo no currículo peças como Também Queria te Dizer – Cartas Masculinas, texto de Martha Medeiros, com Emilio Orciollo Netto, Sexo, Drogas & Rock`n`Roll, com Bruno Mazzeo, Pulsões, com Fernanda de Freitas e Cadu Favero, Lá Dentro Tem Coisa, musical infantil baseado na obra Partimpim, de Adriana Calcanhoto e Doce Pássaro daJuventude, espetáculo de Tennessee Williams, com direção de Gilberto Gawronski. Assina direção de produção dos espetáculos Catástrofe da Borboleta, Anatomia Comparada e Por Que Os Prédios Caem?, da Companhia Teatro de Demolicao, Benedita, da Cia Sino, Ombela A Origem das Chuvas, baseado no livro homônimo de Ondjaki, Aqui JazHenry, de Daniel MacIvor, Love, de Cyria Coentro, Amores Flácidos, de Herton Vicente Saul – Historiador Vicente Saul Moreira dos Santos – Historiador pela UFRJ, mestrado pela Fiocruz, doutorado pela FGV-RJ. Fui professor de história, ciências sociais e comunicação nas universidades particulares Estácio de Sá, Cândido Mendes e Veiga de Almeida. Trabalhei com pesquisa textual e iconográfica na FGV-RJ, Casa Rui Barbosa, Museu da República, Universidade de Oxford, Fiocruz, Itaú Cultural, Viva Rio, Academia Brasileira de Ciências, em produtoras culturais e nas editoras Casa da Palavra, Edições de Janeiro, Bazar do Tempo, da FGV e G. Ermakoff Casa Editorial. Escrevi verbetes de dicionários, artigos, capítulos e livros como “Lições do Tempo – Temas em História e Historiografia do Brasil Republicano”. Participei da pesquisa dos filmes “Madame Satã”, de Karim Aïnouz e “1972”, de José Emílio Rondeau. Fui pesquisador das séries “Brado retumbante”, de Euclydes Marinho, “Filhos da Pátria – 2ª temporada”, de Bruno Mazzeo, “Segunda chamada – 2ª temporada”, de Carla Faour e Julia Spadaccini e da novela “Deus salve o rei”, de Daniel Adjafre, todas exibidas pela Globo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2023-12-31
Locais de realização (1)
Itanhandu Minas Gerais