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PRONAC 222239Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

FESTIVAL CULTURAL NAVES BRASIL

EDITORA NAVES LTDA - ME
Solicitado
R$ 3,57 mi
Aprovado
R$ 3,57 mi
Captado
R$ 11,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Festival literário
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
IV.Festivais
Ano
22

Localização e período

UF principal
GO
Município
Goiânia
Início
2023-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

Realizar o FESTIVAL CULTURAL NAVES BRASIL como um festival literário e multicultural voltado à difusão da cultura, ao incentivo à leitura, à valorização do patrimônio cultural, material e imaterial, e a outras manifestações culturais e artísticas, com as ações sendo desenvolvidas a partir de uma relação de diálogo entre linguagens artísticas e um envolvimento profundo com a cidade de Brasília, reverberando em todo o território nacional com uma série de ações culturais presenciais, sendo: conferências, mesas-redondas, feira de livro, lançamentos de livros, espetáculos teatrais, bem como contação de história/estória, exposição de fotografias, exposição de artes plásticas e gastronomia típica, com acesso totalmente gratuito.

Sinopse

- Sinopse das obras Literárias: 1. “A história da família Naves no Brasil (1630-1945)”, das professoras Maria Helena Fernandes Cardoso e Vicentina Naves Fernandes, resgata a chegada do primeiro Naves, português, e constrói, ao longo desses anos, a história de seus descendentes, inserindo-os nos diversos momentos desse período. O trabalho tem por base a análise de documentos e interpretação de dados, registrando a contribuição de familiares nesses momentos diferentes. 2. “São Geraldo / Goianira – Sua história e de pioneiros na construção da cidade”, do jornalista Jales Naves, conta a história do povoado de São Geraldo, que foi emancipado como município de Goianira, relatando a ação dos pioneiros, as primeiras atividades, sua evolução, e histórias de alguns dos pioneiros nessa construção; 3. “Árvore genealógica da família Naves brasileira. Os descendentes do português João de Almeida Naves”, do economista Nilson N. Naves, principal pesquisador brasileiro, que levantou dados que permitiram construir a árvore genealógica dos Naves do Brasil, e a descreve detalhadamente. 4. “Notícias de Naves”, do jornalista Jales Naves. Já são três volumes organizados, tendo como base os boletins periódicos feitos a partir de 2006, descrevendo como começou a pesquisa da história da família e evoluíram os levantamentos, os registros oficiais localizados, documentos, relatos, notas etc. e outras anotações sobre a família Naves. - Livros sobre integrantes da família Naves: 01. “Uma vida de entrega – Dos pedais da bicicleta à trajetória de sucesso de João Naves”, sobre o criador da Rodonaves, de autoria Ana Cláudia Tofeti, André Luís Rezende e Robson Campi, que integra a série ‘Grandes Empresários’, da Associação comercial e Industrial de Ribeirão Preto, SP, 1ª edição, de 2015. 02. “Hélio Naves – Um homem, uma história, uma missão”, de José Joaquim de Almeida e Silva, sobre o mineiro que seria caminhoneiro, mas que o destino o levou para Goiás, onde estudou, virou professor e dirigiu a escola em que estudou, formou-se em curso superior, criou uma indústria de transformadores, dirigiu entidades e se tornou uma pessoa muito querida e respeitada. A edição fez parte de projeto da Federação das Indústrias do Estado de Goiás para contar a história dos industriais que se destacaram. Goiânia, GO, 1ª edição, 2006. 03.“O maior erro judiciário no Direito brasileiro”, do advogado João Alamy Filho, apresentando o processo, na íntegra, ilustrado, do célebre erro judiciário de Araguari, MG – o caso dos irmãos Naves, que se prolongou por mais de 20 anos. São Paulo, 2ª edição, 1965. 04. “Netto perde a sua alma”, do escritor Tabajara Ruas, sobre o general Antônio de Sousa Netto, um dos nomes mais importantes da história gaúcha. Como comandante da Primeira Brigada do Exército Liberal Republicano, após a vitória contra o Exército imperial na batalha do Seival, em 1836, durante a Revolução Farroupilha, que durou quase 10 anos, proclamou a República Rio-Grandense. Atuou na guerra do Paraguai. O livro foi adaptado para o cinema no filme com esse título, de 2001; o General foi interpretado pelo ator Werner Schunemann. Na minissérie “A casa das Sete Mulheres”, TV Globo, 2003, o General foi interpretado pelo ator Tarcísio Meira Filho. 05. “Trajetória”, de Reni Naves, autobiografia, na qual o autor enaltece a pequena e pacata cidade natal, Corumbaíba, GO, a passagem da família e das pessoas que marcaram no tempo. Goiânia, GO, 1ª edição, 2004. 06. “Cavucando o passado”, de Márcio de Oliveira Naves, autobiografia, na qual o autor relata fatos que marcaram sua infância e juventude, desde a Fazenda Covoca, no município de Três Corações, onde nasceu em 1942, até sua saída da cidade, em 1962. Seguiu a máxima de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. São relatos “que podem ter descambado para a fantasia, ainda que eu acredite que tenham, de fato, acontecido”, escreveu. Três Corações, MG, 2016. 07. “Escarafunchando Memórias”, de Márcio de Oliveira Naves, autobiografia, segundo livro, relatando fatos que ocorreram nos cinco anos seguintes (1962-1967), quando morou em Belo Horizonte e nas cidades do interior mineiro, Inhapim e Conselheiro Pena, já trabalhando no Banco do Brasil. 2019 08. “Matutando demais da conta!”, de Márcio de Oliveira Naves, autobiografia, terceiro livro, descrevendo o que de mais relevante houve para ele, entre 1967, quando passou a viver na cidade de São Paulo, e 1974, ano em que se transferiu do Banco do Brasil para o Banco Central do Brasil. Fez faculdade, casou-se e teve a primeira filha. 2021. 09. “O que vi e vivi no fluir de uma vida”, de José Osório Naves, autobiografia, no formato de crônicas, pelas quais fala de suas experiências da primeira à quarta idade. “As aventuras de viagens, encontros com Presidentes e Rainha de outros países”, afirmou, para explicar que, como jornalista especializado em turismo, narra as 36 viagens internacionais que fez a convite, “assim como os prêmios e comendas nacionais e internacionais recebidos, e as iniciativas que construí como líder sindical e presidente de associações profissionais e sociais”. Brasília, DF, 2019. - Livros de autores da família Naves 1. “Otávio Lage – Empreendedor, Político, Inovador”, de 2014, do jornalista Jales Naves, resgatando a história de um dos maiores governadores do Estado, que investiu em obras essenciais, da educação, da saúde, da infraestrutura etc., introduzindo Goiás na modernidade. 2. “Cooperativismo de Crédito – Sua história em Goiás e seu protagonismo no Brasil”, de 2016, do jornalista Jales Naves e do advogado Jales Naves Júnior, contra a história do Cooperativismo de Crédito em Goiás e sua participação na recriação, expansão e consolidação desse sistema financeiro no Brasil. 3. “Fantasia – Pensamentos e Provérbios’, de José Lourenço Leite Naves, de poesias, de 1994, “cantando e glorificando as belezas de nossa Boa Esperança; revivendo seu passado; enaltecendo figuras queridas e históricas desse tempo, algumas vivas, ainda proporcionando-nos alegria no presente, com sua simpatia cativante”, como escreveu o irmão Armando Leite Naves. 4. “Histórias da família de José de Vasconcellos Monteiro”, de Lúcio Flávio de Vasconcelos Naves, juiz do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais. Utilizando uma frase de Grasset, notável biólogo francês – “Fora da família é impossível formar homens de verdade” –, e de que cabe à família a missão de comunicar aos seres humanos do futuro o patrimônio espiritual de que se tornou depositária, decidiu escrever o livro: “Por intermédio destas lembranças, fica o exemplo de um homem e uma mulher que procuraram transmitir aos filhos toda a riqueza e todo o amor que, em passado não muito remoto, receberam de seus ancestrais”. 2003. 5. “Raízes históricas e filosóficas do ateísmo contemporâneo”, de Lúcio Flávio de Vasconcelos Naves, juiz aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, contendo “dúvidas e obstáculos que se encontram ao longo do caminho da conquista da felicidade; uma série de equívocos perturbadores da trajetória de um bom número de cristãos pensantes que, frequentemente, se deixam influenciar por doutrinas espúrias”. Rio de Janeiro, 2006. 6. “Morte sem pena (Uma tese nova)”, de Lúcio Flávio de Vasconcelos Naves, juiz aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, no qual enfatiza que a execução do criminoso como “castigo” pelo primeiro e, possivelmente, seu único delito é política criminal ultrapassada, incompatível com o pensamento filosófico e jurídico do mundo moderno. Rio de Janeiro, 2008. 7. “Advocacia Pro Bono em Defesa da Mulher Vítima de Violência”, de Rubens Naves e Maria Lygia Quartim de Moraes, ed. Unicamp e Imprensa Oficial. 8. “Advocacia em defesa do Estado”, de Rubens Naves, no qual, utilizando-se da vasta experiência dedicada na defesa da coisa pública, apresenta obra indispensável à tentativa de evitar confrontos, em seus múltiplos aspectos, entre advogados, gestores públicos e controladores sociais, que, em sua atividade, são forçados a enfrentá-los”. São Paulo, SP, 2008. 9. “Chocarrices carmelitanas – História e curiosidades de Monte Carmelo / Uvas de Deus”, de Sebastião Cardoso, no qual o autor, “entre flores e espinhos, sorrisos e palmas, lágrimas e ansiedade, construiu o seu futuro porque, como a criança da poesia, sentiu sempre dentro de si o perpassar da brisa, símbolo da Graça Divina e a lhe embalar o berço e orientar sua caminhada em perfeita sintonia com a ética, a moral, as justiças e a prática do bem”, como enfatizou o desembargador Abel Machado de Miranda, ao apresentar a obra. 10. “Lockdown no turismo”, de José Osório Naves, é um amplo diagnóstico sobre as causas e gargalos que impedem o crescimento do turismo receptivo internacional no Brasil, paralisado desde a criação da Embratur em 1967. Incluiu nesse trabalho artigos de três ministros de Turismo e presidentes da Embratur, líderes do mercado e da academia, além da publicação, na íntegra, do avançado Plano Nacional do Turismo – 2018/2022 que, “depois do quarto ano vencendo agora, não saiu uma linha do papel e o país permanece na mesma agonia, recebendo percentualmente menos turistas estrangeiros em quase 70 anos”. Brasília, DF, 2022. 11. “As histórias da História de Brasília”, de José Osório Naves, discorre sobre o embrião de quase 300 anos passados quando o Marquês de Pombal, Ministro das Relações Exteriores de Portugal, em 1751, percebeu a fragilidade de se manter a sede da Coroa no litoral, suscetível a invasões e ataques estrangeiros. “Assim, determinou a mudança administrativa do Brasil para o interior, mandando para isso fazer o primeiro mapa geofísico de Goiás, o estado mais ao centro. Sua equipe definiu o ponto mais central da região", esclareceu. Essa missão lançou a pedra fundamental da nova capital ao lado do Morro Centenário, em Planaltina, cujo obelisco só foi erigido em 1922, a mando do presidente Epitácio Pessoa, no mesmo local indicado. "Narro as intenções dos imperialistas e presidentes", acrescentou, acreditando ter dado contribuição de conhecimento às áreas abordadas. Brasília, DF, 2022. 12. “Nutrologia – Essencial contra o câncer, uma doença metabólica”, do médico Francisco Humberto de Freitas Azevedo, resgata a máxima ‘Que o nosso alimento seja o nosso remédio e o nosso remédio seja o nosso alimento’. Trabalho polêmico, coincide com a nova jornada de consciência dos efeitos benéficos da medicina biológica no combate ao câncer. Brasília, 2015. É autor, também, de “Envelhecimento humano”, de 2011. 13. “Veludinho”, 1978; “Os Três Capetinhas”, 1980; “Bicho do Mato”, 1986; “Era uma vez um rio”, de 2000; e “Bruxa de Pano”, de 2002, os cinco da Editora José Olympio; e “Você já viu gata parir”, da Editora da Universidade Federal de Uberlândia, são livros da escritora Martha de Freitas Azevedo Pannunzio. Mineira de Uberlândia, professora e escritora, é neta de Augusta Maria Naves de Freitas. Ganhou em 1979 o 21º Prêmio Jabuti, a mais tradicional premiação literária do Brasil, concedida pela Câmara Brasileira do Livro, na categoria de autora estreante em literatura infantil (Prêmio Jannart Moutinho Ribeiro), com seu livro “Veludinho”. Criou em 2000 o programa ‘Cerrado e Letras’, em que recebe estudantes em sua fazenda para conversar sobre seus livros. 14. “A Última Trincheira”, de Fábio Pannunzio. Primeiro repórter da TV brasileira a ser admitido pelas Foças Armadas Revolucionárias da Colômbia em seus acampamentos, em plena selva colombiana, experiência que lhe forneceu matéria-prima para escrever o livro, lançado pela Editora Record, em 2011. - Livros que citam integrantes da família Naves: 01. “O Gaúcho”, de José de Alencar, originalmente publicado em 1870, cita o general Antônio de Sousa Netto, descendente do português João de Almeida Naves. 02.“Os Varões Assinalados – O grande romance da guerra dos Farrapos”, de Tabajara Ruas, recriando o episódio histórico da Revolução Farroupilha (1835-1845), levante das classes dominantes do Rio Grande do Sul contra a autoridade política da Corte brasileira. Cita o general Antônio de Sousa Netto, comandante militar dessa insurreição e quem proclamou a República do Piratini; ele era tataraneto do português João de Almeida Naves, que formou a primeira geração dos Naves brasileiros. Porto Alegre, RS, 5ª ed. 2008. 03. “São Sebastião do Paraíso – As famílias”, de Luiz Ferreira, membro do Instituto Histórico e Geográfico de Campanha, MG, cita as famílias nascidas nessa região. São Sebastião do Paraíso, sul de Minas, 1986. 04. Revista “Câmara Municipal de Goiânia”, editada pelo Legislativo goianiense, resgata a história, relembra fatos marcantes e difíceis, mostra os parlamentares que se projetaram e fotos de acontecimentos importantes. Dentre esses (p. 55), duas posses conduzidas pelo então presidente da Câmara, vereador José Rodrigues Naves Júnior: em 1º de fevereiro de 1959, do vereador Iris Rezende Machado, da família Naves, que depois fez brilhante carreira política em Goiás; e do prefeito de Goiânia, Hélio Seixo de Brito, em 1º de fevereiro de 1961. 05. “Dossiê de Goiás / Enciclopédia regional”, de Antônio Moreira da Silva, a mais completa publicação já feita em Goiás sobre detalhes do seu povo, tradições e história; registra os fatos históricos, relato de pessoas e famílias, a trajetória de empresas e um perfil atualizado de algumas das principais personalidades do Estado em diversos segmentos de atuação da vida goiana. Cita os jornalistas José Osório Naves e Jales Naves. Goiânia, GO, 1998, primeira edição. 06.“História da Terra Branca e outras coisas mais”, de Vivaldo J. de Araújo, sobre sua cidade natal, Goiandira, no qual cita sua passagem pela recém emancipada cidade de Goianira, na qual foi Promotor de Justiça, e onde conheceu e acompanhou a trajetória política de José Rodrigues Naves Júnior. Goiânia, GO, 2000. 07. “Memórias da Campininha”, de Horieste Gomes, professor universitário, que “retrata o quadro natural e sociocultural que correspondia ao contexto então existente e em expansão na bucólica Campinas dos idos de 40 até a década de 70”. Cidade até o anúncio da construção da nova capital, em 1933, cedeu seu espaço e se tornou bairro de Goiânia. Cita os Naves (p. 74). Goiânia, GO, 2000. 08. “Dossiê de Goiás / Enciclopédia”, de Antônio Moreira da Silva, fonte de pesquisa para estudiosos da vida goiana, reúne informações sobre história, economia, cultura, informações etc., constituindo-se no único documento em Goiás que mostra os 246 municípios goianos. Registra a passagem do jornalista Jales Naves pela presidência da Associação Goiana de Imprensa (p. 276) e o trabalho de José Rodrigues Naves Júnior em Goianira (p. 486). Goiânia, GO, 2001 09. “Lembranças da Terrinha (Campininha)”, de Horieste Gomes, professor universitário, com “recordações de minha vida, da infância à maturidade, de fatos e acontecimentos gravados na minha memória, assim como o meu próprio crescimento e desenvolvimento bio/psíquico e cultural”, sobre o bairro de Campinas, que cedeu espaço para a construção da capital de Goiás, em 1933. Cita os irmãos José Rodrigues Naves Júnior, Sebastião Naves e Joaquim Naves, com suas famílias (p.107-109). Goiânia, GO, 2002. 10. “Campininha das Flores – Biografias & ensaios”, de Antônio Moreira. Conta a história de Campinas, a saga de seus construtores, e sua contribuição na construção da nova capital de Goiás e dela se tornou bairro. “Campinas é como uma mãe que ama muito sua filha e sente orgulho por ela ter se tornado tão bonita e querida por todos os brasileiros”. A família Naves está citada nas páginas 165, 166, 182, 249, 279, 288, 313, 314, 331, 337, 390, 394 e 405. Goiânia, GO, 2011. 11. “Legislativo Goianirense – História, representatividade e cidadania: 50 anos de atividade político-partidária (1961-2011)”, de Luciano Roriz. Registra as atividades da Câmara Municipal de Goianira nesse período. Cita a presença de José Rodrigues Naves Júnior em sessão da Primeira Legislatura, 1961-1962, que teve como um dos vereadores Deoclécio Veloso Naves, do PSD; Naves Júnior foi vereador nas duas legislaturas seguintes (1963-66 e 1967-70) e Presidente do Legislativo goianirense. Goiânia, GO, 2012. 12. “Família Resende Rezende – Genealogia das Minas aos sertões”, de Cláudio Rezende, que indica a união de famílias, dentre os quais os Naves. Goiânia, 2018.

Objetivos

FESTIVAL CULTURAL NAVES BRASIL Objetivo Geral: Realizar o FESTIVAL CULTURAL NAVES BRASIL como um festival literário e multicultural voltado à difusão da cultura, ao incentivo à leitura, à valorização do patrimônio cultural, material e imaterial, e a outras manifestações culturais e artísticas, com as ações sendo desenvolvidas a partir de uma relação de diálogo entre linguagens artísticas e um envolvimento profundo com a cidade de Brasília, reverberando em todo o território nacional com uma série de ações culturais presenciais, sendo: conferências, mesas-redondas, feira de livro, lançamentos de livros, espetáculos teatrais, bem como contação de história/estória, exposição de fotografias, exposição de artes plásticas e gastronomia típica, com acesso totalmente gratuito. Em atendimento ao art. 2 do Decreto 10755/2021 este projeto atinge as seguintes finalidades: IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. Objetivos Específicos: - Realizar 04 (quatro) dias do Festival Cultural Naves Brasil em Brasília/DF; - Realizar 04 (quatro) dias de Exposição Literária com Lançamentos e Exposição de livros; - Realizar 04 (quatro) dias de Sessões de Contação de estória; - Realizar 04 (quatro) dias de Exposição de Fotografias; - Realizar 04 (quatro) dias de Exposição de Artes Plásticas; - Realizar 04 (quatro) dias de Apresentações de Artes Cênicas; - Realizar 04 (quatro) dias de Apresentações de Grupos de Dança; - Realizar 04 (quatro) dias de Apresentações Musicais de Grupos Instrumentais e Música Clássica e Erudita; - Instalação da livraria/Espaço do Leitor do evento (histórias com vendas presenciais e online); - Difundir e democratizar os conhecimentos sobre a literatura e suas temáticas. - Envolver as escolas públicas da cidade no processo do festival durante boa parte do ano letivo - Contribuir para a elevação dos níveis de leitura no Brasil e para a ampliação do mercado editorial. - Promover debate sobre cultura, política e economia e mostrar a participação de integrantes da família Naves no cenário nacional. - Homenagear "in memoriam" os familiares Naves que têm ou tiveram participação nas atividades cultural, política, econômica e social, destacando o papel que desempenharam. Como referência o político José Rodrigues Naves Júnior que, se estivesse vivo, estaria comemorando 108 anos no dia 13 de fevereiro de 2023. - Incentivar atividades artístico-culturais, com a realização de debates, shows e exposições de trabalhos de familiares nessas áreas, oportunizando a mostra e comercialização de sua produção. - Estimular a leitura e a discussão por meio de oficinas de trabalho e lançamento de livros e periódicos, fomentando a participação e a criatividade entre os participantes dos trabalhos. - Lançar livros sobre a história de familiares e os inserindo na história do Brasil, de cada Estado e de cada região em que se fixaram. - Promover o congraçamento, momentos de convivência, para troca de informações e ideias, e a confraternização da família Naves, numa aproximação entre segmentos distantes; e - Comemorar os 17 anos de criação da ousada e pioneira revista "Família Naves".

Justificativa

FESTIVAL CULTURAL NAVES BRASIL Apresentação: A história do Brasil tem sido recontada, em períodos mais recentes, ao trazer novas luzes à compreensão dos acontecimentos ao longo dos anos, numa importante revisão sociocultural. Uma contribuição significativa vem das histórias de famílias, cujos integrantes, com atuação em áreas diferentes, cooperaram, das mais diversas formas, na construção do País. Uma das mais tradicionais famílias brasileiras, que existe há mais de 370 anos, os Naves têm participado ativamente da vida econômica, política, cultural e social da Nação, dando sua contribuição ao processo de desenvolvimento, oferecendo exemplos nas atividades que abraçam e fazendo história. Seus membros, de forma cidadã e desprendida, marcaram essa participação, como está registrado ao longo desse período, praticamente desde o início do País. A começar do pioneiro, João de Almeida Naves, um português que chegou ao Brasil no auge de sua juventude, em torno de 1650, com pouco mais de 25 anos de idade. Aqui ele se organizou, casou-se com uma brasileira em 1653, constituiu família, teve 10 filhos e tocou negócios da época, como a mineração, fazendo um grande patrimônio. Ao mesmo tempo, deu sua colaboração ao Estado, ao se eleger para o Conselho político, uma espécie de administrador da pequena cidade em que se instalou, Santana de Parnaíba, SP, e exerceu sua função com rigor, conforme consta da história local. Há outros exemplos. Como a do general Antônio de Souza Neto, trineto de João de Almeida Naves, que nasceu no Rio Grande do Sul. Como cidadão e militar, engajou-se nas lutas de seu Estado natal num momento especial, em que os gaúchos se rebelaram contra a tirania do Império, que tudo retirava em impostos e nada construía naquela região. Exímio cavaleiro, foi um dos principais líderes da Guerra dos Farroupilhas, e, como comandante militar, proclamou a independência da República do Rio Grande do Sul em 1830. Exemplo mais recente, o senador Abilon de Souza Naves, um mineiro que se mudou para o Paraná, fez brilhante carreira política nesse Estado, como filiado ao então Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), foi diretor da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil e Senador da República. Um grande nome da política nacional, e com destaque, já despontava como candidato natural ao Governo do Paraná, com grandes chances de ser eleito, quando foi abatido por um ataque cardíaco fulminante, em 1959. Correto na carreira política, servindo de modelo para todos, era honesto, íntegro e sempre falava sobre a família. Na área econômica, os exemplos são igualmente expressivos, podendo-se destacar três mineiros, considerados modelos: 1. Natural de Altinópolis, MG, de família pobre, que não lhe oportunizou estudos, João Braz Naves é um dos principais cases de administração do País: quando chegou ainda jovem a Ribeirão Preto, SP, conseguiu o primeiro emprego, de vendedor de passagem de ônibus, na Rodoviária; depois, tentou a sorte na Capital paulista, não deu certo, e voltou para o emprego anterior, começando uma atividade paralela: a entrega das encomendas que chegavam nos ônibus, que fazia numa bicicleta. Uma crise fez com que perdesse o emprego na venda de passagens, o que o motivou a investir no negócio de transporte de cargas: logo comprou uma Kombi, diante da demanda crescente e, a partir daí, todos conhecem o sucesso em que se constitui hoje a Rodonaves, uma franquia muito requisitada, já em 13 Estados brasileiros. 2. Natural de Araguari, onde vivenciou momentos difíceis ao lado do pai, Sebastião, um dos injustiçados no famoso 'Caso dos Irmãos Naves’, Ivaldo Vicente Naves mudou-se para Uberlândia ainda jovem, para estudar e ser advogado. Para se sustentar, trabalhou na Prefeitura Municipal e enxergou, no serviço de despachos bancários, a oportunidade de subir na vida: abriu, em 1970, uma empresa, que batizou de Ivene, que tinha como único veículo uma bicicleta. Os negócios evoluíram e a Rodoban se tornou uma das maiores empresas da área de transporte de valores do País, que vendeu em 2019 para uma multinacional da área. Ele faleceu em 2021. 3. Mineira de Uberlândia e bisneta de João Naves d'Ávila, um dos maiores empresários brasileiros do século passado, a jovem Thássia Naves, 25 anos, criou seu próprio espaço, um blog de moda, onde dá dicas e sugestões, tornando-se formadora de opinião na área. É sucesso nacional e internacional. Ao organizar o Festival Cultural Naves Brasil a ideia é unir cultura, política e economia para oportunizar o inter relacionamento com a sociedade brasiliense, mostrar a contribuição dos parentes em cada área e possibilitar uma discussão oportuna em meio à convivência familiar, Nessa perspectiva, insere-se o III Encontro Nacional da Família Naves, para promover uma reflexão sobre a atuação de nossos membros na função pública e no exercício de mandatos; e a exposição dos exemplos positivos de empreendedores, daqueles que ousaram e sobressaíram em diferentes setores. Dessa forma, conhecer suas experiências e colocá-las como modelo. A realização do Festival tem o objetivo de resgatar e registrar para a sociedade parte dessa contribuição dos Naves e, ao mesmo tempo, discutir e ampliar essa participação, repassá-la aos demais, para que sirvam de referência. Justificativa: Uma Nação constrói sua história a partir das histórias de seus cidadãos, do registro de ações diversas, em todos os momentos, e da compreensão dos fatos, como se deram determinados episódios, como as pessoas se comportaram, suas atitudes etc. Essa reconstrução da história brasileira, a partir de depoimentos, obras literárias e novas interpretações de casos, tem sido rica para o País. Mostra a sua diversidade sociocultural, econômica e étnica, e permite novas interpretações sobre eventos. Uma família é o conjunto dessas ações, aspirações, objetivos e sua vivência alarga as possibilidades de entendimento de circunstâncias. Favorece o estudo, a pesquisa e a percepção dos feitos. Não há uma unidade de pensamento, de comportamento, de traços físicos, e indica um referencial significativo da vida em comunidade. O Festival Cultural Naves Brasil se insere nessa dimensão, e abarca a terceira edição do Encontro Nacional da Família Naves, na preocupação com o resgate da história da família que, naturalmente, integra-se no conjunto da vida do País. Nos dois primeiros encontros, a preocupação foi discutir um caso emblemático, que era confundido com a história da família, quando se procurou uma nova discussão do tema. Trata-se do caso dos irmãos Naves, o maior erro do Judiciário brasileiro, quando a mãe e dois filhos sofreram nas mãos da Polícia, mesmo sem comprovação da acusação e sem as provas do ocorrido. Nos encontros, lembrando a passagem dos 70 anos e dos 75 anos do infausto acontecimento, as discussões não se limitaram à lamentação do ocorrido, e sim foram dirigidas para um alerta permanente à sociedade para o autoritarismo, para o desrespeito aos direitos humanos e para a defesa da cidadania, fundamentais no Estado Democrático de Direito. Agora, pretende-se ampliar a discussão, buscando resgatar contribuições, atuações, exemplos, enfim, mostrar como cada um, cada família, cada segmento, como o cidadão contribui na construção da história da Nação. O palco é o mais apropriado: Brasília, centro das decisões nacionais, para homenagear aqueles que contribuíram e ainda contribuem na construção da história do País. Estão sendo relacionados os que foram vereadores municipais, prefeito de suas cidades, deputados estaduais, governadores, deputados distritais, deputados federais e senadores. São funções nos poderes Executivo e Legislativo, para as quais foram eleitos pelo voto popular, no exercício da cidadania, no reconhecimento da população às suas propostas e às suas iniciativas. Ao mesmo tempo, mostrar o talento de cada, na músicas e nas artes, e envolver a sociedade brasiliense nessa comemoração, dividindo espaço e iniciativas, como tem feito ao longo da história, que será contada em prosa e em verso nas salas de leitura, nas oficinas e nas mais diversas atividades culturais. A utilização da Lei de Incentivo à Cultura, é fundamental para a viabilização dessas ações. O projeto, ora apresentado, se enquadra na Lei no. 8.313 de 23/12/1991 em seu artigo 1o. nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Para o cumprimento dessas finalidades, este projeto atende aos objetivos dos seguintes incisos do artigo 3o da mesma lei: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado do Turismo, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.

Especificação técnica

não se aplica.

Acessibilidade

- Produto Principal – Festival/Mostra - Festival Literário: Acessibilidade Física: Em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores de necessidades especiais, bem como o proponente garante que todos os espaços em que ocorrerá o Festival, terão condições adequadas para acesso e permanência a pessoas com mobilidade reduzida, havendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade, elevadores e banheiros adaptados às necessidades especiais de mobilidade. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para o conforto e a segurança de todos e, principalmente dos portadores de necessidades especiais, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Acessibilidade de Conteúdo: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, adotaremos as seguintes medidas: Acessibilidade para deficientes auditivos: O proponente informa que no festival presencial, haverá profissional apto a transcrever em Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, as discussões e palestras do evento. Acessibilidade para deficientes visuais: Os deficientes visuais poderão contar com guias, que auxiliarão na localização do evento.No que se refere aos encontros e debates: havendo palestrantes, no que se refere aos eventos on-line, serão disponibilizados os vídeos no canal do projeto no youtube. Os materiais de divulgação das atividades contarão com letras ampliadas, no limite das possibilidades técnicas. - Espetáculo de Artes Cênicas: Acessibilidade Física: O proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores de necessidades especiais, bem como o proponente garante que todos os espaços em que ocorrerão os eventos de contrapartida social, terão condições adequadas para acesso e permanência a pessoas com mobilidade reduzida, havendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade, elevadores e banheiros adaptados às necessidades especiais de mobilidade. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para o conforto e a segurança de todos e, principalmente dos portadores de necessidades especiais. Acessibilidade de Conteúdo: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, adotaremos as seguintes medidas: Acessibilidade para deficientes auditivos: O proponente informa que festival, haverá profissional apto a transcrever em Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. As discussões e palestras do evento e no que se refere aos eventos on-line, serão disponibilizados os vídeos no canal do projeto no youtube. - Exposição de Artes Visuais - Exposição de Fotografias: Acessibilidade Física: O proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores de necessidades especiais, bem como o proponente garante que todos os espaços em que ocorrerão os eventos de contrapartida social, terão condições adequadas para acesso e permanência a pessoas com mobilidade reduzida, havendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade, elevadores e banheiros adaptados às necessidades especiais de mobilidade. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para o conforto e a segurança de todos e, principalmente dos portadores de necessidades especiais. Acessibilidade de Conteúdo: adotaremos as seguintes medidas: Acessibilidade para deficientes auditivos: O proponente informa que festival, haverá profissional apto a transcrever em Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Acessibilidade para deficientes visuais: Os deficientes visuais poderão contar com guias, que auxiliarão na localização do evento. - Exposição de Artes Visuais - Exposição de Artes Plásticas: Acessibilidade Física: O proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores de necessidades especiais, bem como o proponente garante que todos os espaços em que ocorrerão os eventos de contrapartida social, terão condições adequadas para acesso e permanência a pessoas com mobilidade reduzida, havendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade, elevadores e banheiros adaptados às necessidades especiais de mobilidade. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para o conforto e a segurança de todos e, principalmente dos portadores de necessidades especiais. Acessibilidade de Conteúdo: adotaremos as seguintes medidas: Acessibilidade para deficientes auditivos: O proponente informa que festival, haverá profissional apto a transcrever em Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Acessibilidade para deficientes visuais: Os deficientes visuais poderão contar com guias, que auxiliarão na localização do evento.

Democratização do acesso

Não haverá comercialização de ingressos para as atividades do Festival, que serão abertas ao público, sendo por si só a melhor forma de democratização de acesso. Dessa forma, não haverá distinção alguma de classes sociais, ou condições econômicas para acesso ao produto cultural, possibilitando que qualquer público, inclusive o de baixa renda, interessado em participar das atividades do projeto, o faça. Em atendimento ao artigo 24 da IN no. 1 de 2022, esses produtos preveem as seguintes medidas de ampliação do acesso: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

O Proponente Editora Naves, na pessoa de seu Sócio Administrador, Srº Jales Naves, exercerá a função principal de Diretor Geral deste projeto cultural. EDITORA NAVES - A Editora Naves, criada pelo jornalista Jales Rodrigues Naves, escritor e historiador, propõe-se a realizar o Festival Cultural Naves Brasil, com mostras culturais dinâmicas e simultâneas, no objetivo de promover exposições literárias, de fotografias e de artes, apresentações musicais e de documentários etc. Realizou o I e o II Encontros Nacionais da Família Naves, ambos com grande aceitação e que tiveram a participação de familiares de diversas regiões do país. Objetivo das duas iniciativas: promoção da cultura, via mostras de literatura, com lançamentos de livros e debates sobre essas obras, palestras, exposições artísticas, apresentações teatrais e musicais etc., e do congraçamento familiar. A Editora Naves publicou o gibi “Romãozinho” e mantém um site sobre sua produção e a família Naves desde 2005. Jales Naves - Profissional da imprensa desde 1968, Jales Naves começou como repórter da Agência Goiana de Notícias, do Consórcio de Empresas de Radiodifusão e Notícias do Estado, em Goiânia, GO. Graduado em Jornalismo na Universidade Federal de Goiás. Trabalhou nos jornais “Tribuna de Goiás”, “O Popular”, “Folha de Goiaz”, que dirigiu, e “Cinco de Março”; e estudou Comunicação no Equador (1973) e na Bélgica (1977/78). Fundou e presidiu a Cooperativa dos Jornalistas de Goiás (Projornal), uma experiência ousada na imprensa; e dirigiu por 10 anos a Organização das Cooperativas do Estado de Goiás (OCG), reestruturando e dando projeção ao movimento cooperativista goiano, na época ganhando maior dimensão política. Presidiu, por dois mandatos, a Associação Goiana de Imprensa (AGI), quando promoveu concursos para valorizar o trabalho profissional nas redações; resgatou o papel político da entidade; e idealizou um movimento de união de todas as forças políticas, sociais, econômicas e religiosas para atuação em prol do desenvolvimento de Goiás, que denominou “Projeto Goianidade”. A partir dos anos 90 dedicou-se a assessorias de imprensa, tendo sido assessor da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, onde editou o jornal “Folha PUC”. Dirigiu programas na TV Brasil Central, como o “Roda Viva” e “Opinião e Debate”; criou a revista “Família Naves”, que editou e dirigiu, e publicou um boletim, via internet, “Notícias de Naves”, que completou 260 edições. Escreveu e publicou três livros: “Otávio Lage – Empreendedor, Político, Inovador”; “Cooperativismo de Crédito – Sua história em Goiás e seu protagonismo no Brasil”, em parceria com o advogado tributarista Jales Naves Júnior; e “A história da família Naves no Brasil (1655-1945)”, em parceria com as professoras Maria Helena Fernandes Cardoso e Vicentina Naves Fernandes. Integra a Academia de Letras e Artes de Caldas Novas, GO, desde 2015, como sócio correspondente e, a partir de 2020, como sócio titular; o Instituto Cultural e Educacional Bernardo Élis para os Povos do Cerrado, Goiânia; e o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG), ocupando a Cadeira nº 34. Elvira Luiza Naves - Diretora Artística: Empresária em Brasília por 44 anos. Experiência na promoção e realização de eventos culturais, empresariais e sociais. Na Área de Eventos e Turismo, em 1998 idealizou, editou e lançou com sucesso o guia “ACESSO EVENTOS”, revista e portal na internet, que divulga as melhores empresas de eventos e turismo do Distrito Federal por 20 anos. Na Área de Gastronomia, criou, implantou e foi pioneira no serviço de almoço por quilo, que nasceu em Brasília, em 1982, com grande expansão nos anos 90 local, nacional e em vários países. Foi servidora pública concursada em Goiânia. Formada em Pedagogia, atuou como orientadora educacional, professora e diretora de escola pública (Secretaria de Educação do Estado de Goiás, de 1968 a 1978). Demais membros da Equipe Técnica a Definir;

Providência

PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.