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PRONAC 222245Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Atlas Imaginário

DIOGO JOSE DA COSTA PINTO 38071877824
Solicitado
R$ 547,2 mil
Aprovado
R$ 547,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
III.Exposições de Artes
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São José dos Campos
Início
2022-12-06
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O projeto Atlas Imaginário consiste em uma exposição de artes digitiais integradas com instalações imersivas que contarão histórias de lugares simbólicos através de curta-metragens audiovisuais com a inovadora técnica de fotogrametria e construção de narrativas de ficcções espaciais urbanas. Haverá ainda georreferenciamentodos pontos utilizadospara visitação in loco e interação atravésdo uso de um aplicativo de Realidade Aumentada.

Sinopse

1. EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS: Atlas Imaginário (Classificação indicativa: 12 anos) Todo mapa é uma representação parcial da realidade. O que entra e o que fica de fora? O que é representado no centro, o que é margem? O que ganha cores, o que fica cinza? Cada escolha é subjetiva e representa o contexto histórico cultural de quem produz o mapa, de quem usa o mapa e daquilo que é mapeado. O projeto Atlas Imaginário busca ir além dos métodos tradicionais de coleta e representação de dados para explorar novas possibilidades de investigar e narrar cidades criando uma linguagem audiovisual inédita. 2. CURTA-METRAGEM (Classificação indicativa: 12 anos) As histórias da cidade serão transformadas em uma obra curta-metragem experiencial, com uma nova linguagem que combina tomadas típicas de cinema com as cenas 3D criadas nas etapas anteriores. A retroalimentação e a mudança em tempo real dos parâmetros serão novos formatos a serem explorados no processo criativo como uma nova forma de adicionar o público como participantes e não apenas espectadores. 3. APLICATIVO (Classificação indicativa: 12 anos) As seis narrativas da cidade serão georreferenciadas em seus locais originais com um aplicativo de realidade aumentada. Assim, o público poderá caminhar pelo espaços urbanos experienciando as histórias enquanto as viasuliza e as escuta a partir de seu celular.Em futuros desdobramentos do projeto, o app de RA poderá ser expandido para incluir input do usuário e assim gerar um tipo inédito de base de dados sobre cidades.

Objetivos

O objetivo geral: Celebrar a subjetividade da cartografia através das linguagens das artes visuais apoiando-se no inciso X do art. 2º do Decreto 10.755, de 2021, que é o de apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias, uma vez que o projeto celebra a transversalidade entre linguagens visuais através de componentes interativos e imersivos. Objetivos específicos: 1. Realizar 1 exposição de artes visuais integradas e imersiva com obras de Diogo Costa Pinto e curadoria de Gabriela Bilá durante 30 dias com entrada gratuita 7 dias por semana; 2. Produzir 1 obra artística curta-metragem audiovisual imersiva e interativa de até 15 minutos; 3. Criar 1 aplicativo de realidade aumentada com acesso gratuito; 4. Construir narrativas ficcionais a partir de lugares urbanos simbólicos; 5. Fornecer uma experiência imersiva inédita no campo das artes visuais e do audiovisual; 6. Formar profissionais nas técnicas da fotogrametria e criação de atlas; 7. Desenvolver ferramenta piloto de gestão pública para processos urbanísticos mais inclusivos; dias

Justificativa

Este projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Enquadra-se, ainda, nos seguintes objetivos do Art. 3º da referida lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A Lei de Incentivo à Cultura tem se mostrado de grande importância para o fomento e fruição de obras de arte de valor humanístico. Através dela empresas e investidores das artes podem associar suas marcas à projetos inovadores, experimentais e transformadores, os quais não conseguiriam sustentabilidade pela lógica do mercado. Para um projeto de tal magnitude, é necessário buscar patrocinadores compromissados com o desenvolvimento artístico, intelectual e de inovação do país, que possam aportar valores significativos através do benefício fiscal concedido pela Lei.

Estratégia de execução

Atlas Imaginário é um projeto de artes integradas e digitais que a partir das ficções espaciais criadas, será produzida uma obra audiovisual curta-metragem imersiva a ser exibida em sessões (espaço expositivo a ser definido). As histórias da cidade serão transformadas em curtas-metragens experimentais, com uma nova linguagem que combina tomadas típicas de cinema com as cenas 3D criadas nas etapas anteriores. A retroalimentação e a mudança em tempo real dos parâmetros serão novos formatos a serem explorados no processo criativo como uma nova forma de adicionar o público como participantes e não apenas espectadores. Em determinados momentos a platéia poderá navegar pelas cenas. Por exemplo aproximando a câmera para ver em grande detalhe os elementos da cena, ou observando o ambiente sob um ângulo diferente e assim desvelando por conta própria outras camadas da história. As narrativas da cidade serão georreferenciadas em seus locais originais com um aplicativo de realidade aumentada. Assim, o público poderá caminhar pelo espaços urbanos experienciando as histórias enquanto as viasuliza e as escuta a partir de seu celular.

Especificação técnica

1. EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS: Atlas Imaginário Tipo: Exposição de artes visuais imersiva e interativa. Duração: 30 dias. Vagas: até 20 participantes por sessão. 4 sessões por dia. Duração da sessão: 15 minutos. 2. CURTA-METRAGEM Tipo: obra audiovisual de curta metragem. Duração: 14:99 minutos. Exibição: como obra principal da exposição de artes visuais Atlas Imaginário (exposição interativa). 3. APLICATIVO Tipo: Aplicativo Cultural Atlas Imaginário - Brasília Duração de desenvolvimento: 60 dias Distribuição: download gratuito

Acessibilidade

Quanto à Acessibilidade Física, a responsável pela realização adotará medidas de acessibilidade, conforme disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente. Abaixo a relação dos ítens de acessbilidade por produto: 1. EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS: Acessibilidade Física: rampas e guias táteis no local da exposição. Serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação.Ítem da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: NSA. Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição. Ítem da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: audiodescrição (EXECUÇÃO). Acessibilidade para deficientes auditivos: Legendagem descritiva.Ítem da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: legendagem (EXECUÇÃO) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕESAOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: No caso de público com transtorno do espectro autista a luz e o som do ambiente serão controlados. Serão realizadas sessões especiais adaptadas para crianças com distúrbios sensoriais e suas famílias. Haverão, ainda, assistentes bilingues (português / inglês) treinados para lidar com transtornos mentais;Ítem da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Assistentes de produção (EXECUÇÃO) 2. CURTAS-METRAGENS: Acessibilidade Física: NSA. Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição.Ítem da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: audiodescrição (EXECUÇÃO). Acessibilidade para deficientes auditivos: Legendagem descritiva.Ítem da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: legendagem descritiva (EXECUÇÃO) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕESAOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: No caso de público com transtorno do espectro autista a luz e o som do ambiente serão controlados. Serão realizadas sessões de exibição especiais adaptadas para crianças com distúrbios sensoriais e suas famílias e com closed-caption, em caso de de pessoas que desconheçam as linguagens ou indiomas dos conteúdos.Ítem da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: editor (EXECUÇÃO) 3. APLICATIVO: Acessibilidade Física: NSA. Acessibilidade para deficientes visuais: os usuários utilizam softwares externos de leitura de telas.Ítem da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: NSA. Acessibilidade para deficientes auditivos: Será incluído um sistema de alerta táctil-visual no desenvolvimento do app.Ítem da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: programador (aplicativo > produção) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕESAOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: versão com cores, luzes e sons controlados.Ítem da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: programador (aplicativo > produção)

Democratização do acesso

Todas as visitações ao projeto serão gratuitas e francas ao público através de retirada de senhas no local, respeitando a regulamentação que a Lei de Incentivo à Cultura coloca, de haver no mínimo vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021, Já no art. 24 da IN nº 01/2022 serão adotadas no projeto os seguintes incisos/medidas abaixo: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; XI - criação de sistemas de informação e mapeamento aderentes à economia criativa, produção cultural empreendedorismo e sustentabilidade cultural com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas; XIII - criação e implementação de sinalizadores e divulgadores de ícones da memória local georreferenciados por aplicativos ou gameficação com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas;

Ficha técnica

Diogo Costa Pinto (coordenador do projeto): Diogo Costa Pinto é diretor criativo de novas tecnologias e opera no desenvolvimento de soluções para produções virtuais, sistemas de visualização em tempo real, realidade virtual e design de interação. Trabalhou em diversos projetos que variam de séries e filmes Netflix, HBO, Globoplay, entre outros, como shows, eventos e instalações interativas para CCBB, Expo Milan 2015, Meca, Museu da Língua Portuguesa, Jorge Ben Jor, Elza Soares e mais. É dirigente da produtora proponente e responderá pela função de coordenação e gestão do projeto, sendo o responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. Gabriela Bilá Advíncula (Diretora Artística): Arquiteta e urbanista multimídia nascida em Brasília. Ela usa as discussões sobre a cidade contemporânea como matéria-prima de seu trabalho, combinando novas mídias, interfaces físico-digitais e narrativas imersivas para reimaginar cidades. Arquiteta e Urbanista pela UnB e Mestre em Multimídia e Linguagens Digitais pelo MIT Media Lab, Gabriela hoje está sediada em Boston, atuando como pesquisadora em futuros urbanos no grupo MIT City Science. Recentemente exibiu seu trabalho de mestrado With(in) com uma instalação imersiva na Bienal de Arquitetura de Veneza 2021. Seu mais recente trabalho, a instalação imersiva Two Mobility Futures, está em exibição no Guggenheim Bilbao, em exposição curada pela Norman Foster Foundation. Henrique Rocha Monteiro (Produtor Executivo) Gestor Cultural há 13 anos, ao longo dos quais produziu dezenas de projetos nas mais diversas linguagens, como cinema, música e artes visuais. Como Diretor de Produção ou como Produtor Executivo atuou em ações como três edições do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, duas edições do Festival Curta Brasília e três do Festival Taguatinga de Cinema, foi gestor financeiro de duas edições do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos e diretor artístico do Cine Migrarte - Mostra Internacional de Filmes Realizados em Áreas de Conflito. Realizou o Festival Internacional de Música Instrumental - Instrumenta Brasília, a virada cultural Festival Satélite 061, o Festival Internacional República Blues, seis edições da Feira de Música, é diretor de programação da Bienal Brasil do Livro e da Leitura. Atua ainda como consultor no planejamento de execução de projetos de grandes e mega portes, além de ministrar cursos e palestras sobre temas relacionados à planejamento e modelagem de projetos. Gerson Carlos de Abrantes Brito (Coordenador Executivo): Graduado em Administração pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e atuando desde 2006 em área cultural com arteeducação, gestão executiva de projetos culturais e gestão de carreira e assessoria de comunicação em projetos e para artistas independentes na PB. Fundador e proprietário da Parahybólica Cultural, produtora que atua há cinco anos na cidade com projetos culturais de música ecultura. Como coordenador Geral do Projeto, Gerson executará a assistência de produção, dialogando com os demais produtores/as e assistentes, assim como será o responsável pela elaboração de documentos e acompanhamento.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.